Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2311262Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Grupo Sala B de dança Contemporânea - Repertório

MOURA PROJETOS ARTISTICOS E CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 617,5 mil
Aprovado
R$ 617,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2024-04-01
Término
2026-12-06
Locais de realização (4)
Salvador BahiaBelo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

A proposta do projeto é celebrar a primeira década do Grupo de Dança Contemporânea Sala B com a circulação do espetáculo "PANACEA", concebido e estreado em plena pandemia e que agora tem a possibilidade de ampliar seu público. A obra aborda a cultura brasileira atravessada pelo sincretismo religioso que tem suas maiores expressões no país, em função do contexto histórico de colonização e formação do povo brasileiro. Um complexo processo repleto de misturas culturais.

Sinopse

Marcando dez anos de atividades do grupo de dança Contemporânea Sala B, Panacea aborda relações entre cultura brasileira e religião, chamando a atenção para aspectos formativos da fé eclética do povo brasileiro, como as raízes indígenas, a memória da escravidão e da mãe África, a miscigenação, a diversidade cultural e as instituições religiosas. “Panaceia” é remédio que cura todos os males, físicos e morais. Em sentido figurado, aquilo que serve para resolver qualquer problema. Como uma panaceia, o espetáculo propõe um diálogo entre o céu e a terra em um universo atravessado por manifestações populares, em que figuras do fabulário brasileiro estão presentes de maneira lírica e poética. No trabalho, a trilha sonora ganha relevância com a porte da Foli Griô Orquestra , do compositor Mamour Bá-músico senegalês residente em Belo Horizonte- e com o resgate da música barroca em diferentes composições como nas de Lobo de Mesquita – mineiro natural de Diamantina considerado o mais importante compositor deste período , dentre outros. Este projeto foi contemplado na Lei Aldir Blanc no âmbito do Estado de Minas Gerais.

Objetivos

Objetivo geral:• Assegurar recursos financeiros para produzir 12 apresentações do espetáculo "Panacea" e para a manutenção da rotina de aulas e ensaios. Objetivos específicos:• Assegurar recursos para pagamento dos profissionais, bailarinos, direção, produção, equipe técnica e prestadores de serviços. • Executar um plano de mídia consistente que amplie a visibilidade do Grupo Sala B.• Promover o acesso aos bens culturais praticando preços populares e distribuição de cotas de ingressos para estudantes e professores da escola pública. • Atender pessoas com deficiência física, auditiva, intelectual, com um plano de acessibilidade especialmente construído. • Gerar aproximadamente 40 postos de trabalho direto e mais de 80 postos indiretos (assessoria de imprensa, contabilidade, gráficas, produtor de conteúdo etc.)• Fomentar o campo da economia criativa e do cenário cultural de dança • Realizar duas sessões especiais para escolas públicas de Belo Horizonte / 6 horas de workshop para bailarinos profissionais ( um workshop por cidade) Apresentação: O grupo SALA B foi criado em 2011 pelo artista mineiro Fernando de Castro, com o objetivo de se apropriar da diversidade formativa de seus integrantes , como mola propulsora da pulsão criativa. Fernando tem uma assinatura singular, autônoma que resultou na construção de um repertório denso e rico artisticamente em seus elementos, figurino, cenário, roteiro coreográfico, trilhas sonoras. A concepção coreográfica é um processo feito a muitas mãos, onde bailarinos são também criadores. Uma trajetória impar para um grupo que acaba de completar sua primeira década de existência. A proposta do projeto é celebrar a primeira década do Grupo de Dança contemporânea Sala B com a circulação do espetáculo "PANACEA", construído e estreado em plena pandemia e que agora tem a possibilidade de ampliar seu público. A obra aborda a cultura brasileira atravessada pelo sincretismo religioso que tem suas maiores expressões no país em função do contexto histórico de colonização e formação do povo brasileiro. Um complexo processo repleto de misturas culturais e étnicas. Uma imersão nos signos e símbolos, aspectos formativos da diversidade cultural, destacando a herança dos povos originais e da afrodescendência. O nome do espetáculo também carrega muitas simbologias, na mitologia grega, Panaceia era a deusa da cura, irmã de Hígia, deusa da saúde e higiene, no imaginário popular é um remédio que tem a capacidade de curar qualquer doença. No Brasil ela é uma planta medicinal , um arbusto que pode chegar a três metros de altura. Na proposta artística um diálogo entre o céu e a terra, em um universo atravessado por manifestações populares, crenças e tradições, cercado por figuras do fabulário brasileiro apresentadas de forma lírica e poética. Neste contexto, levando em consideração questões técnicas exigidas para a execução da obra artística, a proposta é realizar em Belo Horizonte uma temporada no teatro de quinta a domingo, a preços populares, e duas sessões especiais (diurnas) para escolas públicas, sendo uma na quinta e uma na sexta. Assim, ao todo teremos 6 apresentações. Na circulação pelo Brasil, escolhemos São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, duas apresentações em cada cidade. Ao total serão 12 apresentações. Em cada cidade será realizada também uma oficina para bailarinos profissionais, com a participação do elenco do SALA B, 6 horas de workshop.

Justificativa

Justificativa cultural O Sala B é dirigido e coreografado por Fernando de Castro, o grupo criado em 2011 é apoiado pela infraestrutura do Corpo Escola de Dança onde são realizados aulas e ensaios. O Sala B propõe criar um diferencial estético na dança contemporânea por meio de seus espetáculos e da contribuição das diversas vivências e formações de seus integrantes. Esta multiplicidade apresentada pelo grupo leva para suas criações diversidade de linguagens e diferentes dinâmicas corporais. O Sala B é um grupo que tem como princípio na criação e construção de seus espetáculos, o envolvimento colaborativo de seus bailarinos(a)s, reconhecendo a valorização do conhecimento individual e criativo dos seus integrantes. Os trabalhos do grupo são potencializados com esta proposta pedagógica, resultando em espetáculos sintonizados com preocupações atuais e legitimados pelos seus integrantes. Na sua primeira década , um repertório com cinco grandes obras, Ressonâncias, Cancioneiro do Imigrante, Fluxos, Azúcar e Panacea, que alcançam um debate amplo e reflete toda dinâmica social e cultural da cena de dança brasileira, é uma regularidade difícil de ser alcançada dentro do cenário de investimentos no setor cultural. A continuidade se dá por haver um esforço de bailarinos, direção, produção, na construção de parcerias público privadas. No entanto, projetos desta magnitude exigem um investimento que só é possível no atual contexto através das leis de incentivo, onde a parceria é público privada, um esforço conjunto para viabilizar que o artista continue a produzir, circular e o público continue a experimentar o imensurável, o intangível e que se faz necessário para a saúde e qualidade de vida. Por outro lado, vale destacar que o desenvolvimento de um país passa essencialmente pela educação e cultura, reforçamos a importância da elaboração e execução de políticas públicas que propiciem o desenvolvimento humano e mobilidade social. De forma sucinta o projeto:1. Possibilita que o grupo mantenha sua responsabilidade artístico social; 2. Amplie as atividades e a área de atuação do Sala B, um grupo de dança contemporânea que tem grande capacidade técnica para a execução do projeto graças a direção de Fernando de Castro, importante artista mineiro, e do elenco de bailarinos com ótima formação; 3. Estimula a formação de plateia e o consumo das artes cênicas nos teatros das cidades atendidas; 4. Gera empregos diretos e indiretos, em setores diversos como artísticos, técnicos, de comunicação, de produção, dentre tantos outros. O Sala B não possui patrocínio direto e só é possível sua existência graças a fomentos através de leis de incentivo, editais ou recursos próprios; 5. Fomenta a produção cultural e artística na cidade e no país; 6. Oferece a possibilidade de capacitação através de oficinas gratuitas destinadas a estudantes e professores de artes cênicas;7. Cria oportunidades de ofertar um espetáculo com qualidade artística para um público diferenciado e de classes sociais desfavorecidas, valorizando a cultura nacional e trazendo reflexões sobre a formação cultural brasileira. Desta forma, possibilitar a realização de mais uma atividade do Sala B, significa também incentivar os cidadãos a refletirem sobre uma construção social embasada num olhar holístico que os tornam indivíduos importantes no contexto das relações humanas. Neste caso, trata-se da valorização e fomento da dança como linguagem sociocultural e suas capacidades efetivamente transformadoras. As apresentações do espetáculo Panacea, possibilita o reforço da identidade artística do Sala B , bem como da cidade de Belo Horizonte ( e demais cidades visitadas) através de agentes que zelam pela excelência, contribuindo assim para o importante legado da arte mineira. Vale destacar a trilha sonora do espetáculo, formada com composições de matrizes africanas em contraste com a música sacra barroca mineira, criando um diálogo entre o céu e a terra e provocando reflexões sobre a importância das religiões na formação cultural brasileira. Esta sintonia ressalta a importância e beleza de trabalhos com caráter transdisciplinar. A proposta do espetáculo possibilitou tanto a pesquisa de uma nova linguagem para a dança contemporânea quanto a criação de uma obra sintonizada com temas e preocupações atuais, oferecendo ao público uma participação suscetível a percepções diversas e a potenciais reflexões sociais. Por fim, é preciso destacar também, que o grupo SALA B está buscando maneiras de utilizar os recursos das leis de incentivo, é um trabalho de qualidade técnica e artística, com jovens bailarinos talentosos. Destacamos como salutar que a política pública tem o objetivo de oportunizar recursos de forma democrática e sem crivos subjetivos, o SALA B completa 10 anos e faz por merecer o aporte das leis de incentivo. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;

Estratégia de execução

Não se aplica

Especificação técnica

não se aplica

Acessibilidade

Produto principal: Espetáculo de artes cênicas ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Nas cidades onde so espetáculo será produzido, serão pautados teatros com com rampas de acesso para cadeirantes, banheiros adaptados, espaços especiais para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS:: Tradução em libras em todas as etapas de filmagem e na finalização do produto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audio descrição em totens estrategicamente posicionados junto às entradas de cinema, com fones para serem disponibilizados em cada exibição, assim como em praças públicas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS para atender pessoas com autismo, sindrome de down (e também outros PCD's) será feita uma versão interativa para o youtube, com um pocket para contar a história do artista, em versão animada. Produto secundário : Contrapartida social OFICINAS de dança em escolas públicas: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: as oficinas irão acontecer nas escolas públicas, com rampa de acesso e banheiro adaptado. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução em libras em todas as oficinas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: audio descrição no inicio de cada oficina. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS para atender pessoas com autismo, sindrome de down, entre outras, a prefeitura em parceria com o projeto, irá disponibilizar sem custo, profissionais formados em educação especial, protetores de ouvido, oculos para minimizar o excesso de luz. Caso a prefeitura não cumpra com este acordo, o proponente fará com recursos próprios.

Democratização do acesso

Inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Contrapartida social e formativa 1. Oficina de dança nas escolas públicas, será uma vivência de noções básicas passando pela história da dança. 2. Roda de conversa sobre a experiência de deixar o corpo dançar. Público alvo: alunos e alunas da rede pública de ensino, serão 5 escolas, 50 alunos por escola, 250 alunos (as) no total.

Ficha técnica

Fernando Castro ( diretor, coreografo ) Iniciou seus estudos em 1973, tendo estudado diversas técnicas de dança contemporânea e clássica, no Brasil e no exterior.Em 1974, é convidado a integrar o Grupo Experimental de Dança Trans - Forma, dirigido por Marilene Martins e considerado o precursor da dança moderna em Belo Horizonte.Fundador da Corpo Escola de Dança e Grupo Corpo onde atuou como bailarino em diversas produções, tendo excursionado por vários países das Américas do Sul, Norte, Central e Europa.Fundador da AMIDA (Associação Mineira de Dança).Lecionou dança contemporânea e dança clássica no Corpo Escola de Dança, Centro Mineiro de Danças Clássicas, Centro Artístico, CEFAR (Centro de Formação Artística do Palácio das Artes), grupos amadores e profissionais, dentre outros. Coreógrafo e diretor artístico de inúmeros trabalhos como: Anima, Bar Odeon, Família, Suite Mignome, Canto da Nossa Terra, Concerto Barroco, Sarabanda, Ebony Concerto, A Última Valsa, Suíte Piano, Oriki, Identidades, Nós , Folia na Praça, Cancioneiro do Imigrante, dentre outros, tendo recebido premiações por suas criações. Coordenador da Área de Dança do XX e XXI Festival de Inverno da UniversidadeFederal de Minas Gerais, que contou com a participação de professores convidadoscomo Antônio Laginha (Portugal), Irene Schneider (Alemanha), Norma Binaghi (Argentina) e Companhia Lolita (França) entre outros artistas nacionais e internacionais. Experiência profissional: Diretor, coreógrafo e professor. Iniciou sua carreira em 1973, tendo estudado diversas técnicas de dança moderna, contemporânea e dança clássica, no Brasil e no exterior com professores renomados tais como : dança moderna - com Fredy Romero técnica de Marta Graham (BsAs) , Gerry Mredisk (RJ) técnica de Alvin Nicolais ; Doris Pretoni ( BsAs) dança contemporânea e improvisação ; Alberto Ribas (BsAs) técnica de José Limón; Rolf Gelewski (GER) dança contemporânea e improvisação ; dança clássica - com Tatiana leskova ( RJ ); Aldo Lotufo ( RJ) ; Gustavo Mallajoli ( BsAs) ; Izabel Santa Rosa (PT); Ilse Wiedman (GER ); Hugo Travers e Eduardo Helling ( ARG) ; Hector Zaraspe e Zandra Rodrigues em Caracas ( VEN ) ; Ismael Guizer ( SP); Norma Binaghi (BsAs); Nicole Dayes e Ivone Meyer em Paris (FR) Em 1974, é convidado a integrar o Grupo Experimental de Dança Trans-Forma, dirigido por Marilene Martins e considerado o precursor da dança moderna em Belo Horizonte. Fundador da Escola e Grupo Corpo onde atuou como bailarino em diversas produções, tendo excursionado por vários países da América do Sul, Norte , Central e Europa. Fundador da AMIDA (Associação Mineira de Dança).Lecionou Dança Contemporânea e Dança Clássica no Corpo Escola de Dança, Centro Mineiro de Danças Clássicas, Centro Artístico, Centro de Formação Artística do Palácio das Artes, grupos amadores e profissionais. Coreógrafo e diretor artístico de inúmeros trabalhos tendo recebido premiações por suas criações.Coordenador da Área de Dança do XX e XXI Festival de Inverno da Universidade Federal de Minas Gerais, que contou com a participação de professores e companhias nacionais e internacionais. Idealizador de projetos culturais tais como: Terça da Dança ,Panorama da Dança, Mostra Klauss Vianna em parceria com Fundação Clóvis Salgado e patrocinadores associados.Diretor Artístico e coreógrafo do documentário “O Que é Dança”. Vídeo distribuído gratuitamente para todo território nacional e devido a sua proposta educativa, hoje faz parte do acerto de vários cursos de formação em dança. Direção, coreografia e cenografia do espetáculo de dança contemporânea, “Folia na Praça” que contou com a participação ao vivo da Banda Carlos Gomes, a mais antiga de Belo Horizonte , bailarinos convidados e figurinos concebidos pelo estilista Renato Loureiro. Folia na Praça foi apresentado,ao ar livre em praças públicas de Belo Horizonte e cidades do interior. Coordenador Artístico do Projeto Sambalelê da ONG Corpo Cidadão, e diretor artístico e cenógrafo dos espetáculos realizados entre 2005 a 2012 .Diretor do Corpo Escola de Dança . Diretor do grupo de dança contemporânea Sala B , que em 2021 completou 10 anos de atividades. O Sala B é composto por bailarinos com diferentes formações técnicas e de várias regiões do país .Os espetáculos são criados num processo de pesquisa e participação colaborativa de seus bailarino(a)s, reconhecendo a valorização do conhecimento individual e criativo dos seus integrantes. Os trabalhos do grupo são potencializados com esta proposta pedagógica, resultando em espetáculos sintonizados com preocupações atuais e legitimados pelos seus integrantes. Toda essa construção reflete uma síntese do Sala B, conferindo também uma singularidade aos trabalhos apresentados. Regina Moura ( produtora) A NoTom Produções Artísticas é uma empresa focada no planejamento estratégico de carreiras artísticas, desde pensar ideias, transformá-las em projetos e submetê-los nas leis de incentivo, desde editais privados até a produção cultural propriamente dita, execução, gestão do projeto e gestão de prestação de contas. Formação acadêmica: Sou socióloga, licenciada e Mestre em Ciências Sociais pela PUC MINAS, a linha de pesquisa voltada para políticas públicas para cultura, estudo sobre a precarização da condição de trabalho no exercício da função a partir das Leis de Incentivo. Atualmente doutoranda em Ciências da Educação, com foco na sociologia da educação. Experiência profissional: São 20 anos de atuação na área cultural, professora de dança, produtora e gestora cultural. Fiquei com o Grupo de Dança Primeiro Ato por doze anos, Mimulus Cia de Dança (2005 a 2007), Seráquê Cultural (2001 a 2005), atuando na cena nacional e internacional, Festivais como Viva Dança, Festival de Inverno de Ouro Branco, Congonhas, Ipatinga e Itabira, Festival de dança de Recife, Festival de Inverno de Friburgo, Circuito Sesc de Artes ( 2009/2010/2014), Execução temporada Petrobrás (2012), Festival Ibero-americano de Teatro de Cádiz, Festival de Dança de Assunção ( Paraguai), Noite de Belo Horizonte em Buenos Aires, Lançamento do espetáculo e do CD do Zeca Baleiro no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, produções no teatro São Pedro em Porto Alegre, Guaíba em Curitiba, Teatro Carlos Gomes em Vitória, Teatro Amazonas em Manaus, Teatro Palácio das Artes em Belo Horizonte, Campanha de Popularização do Teatro e Dança de Belo Horizonte, Festival Internacional de Dança (FID), Simpósio Internacional de Dança (SID) . No planejamento estratégico e elaboração de projetos artísticos sociais, são mais de 150 artistas sendo acompanhados em todas as etapas da produção, com 100% de aprovação na Lei Rouanet, 70% nos mecanismos de fundo e editais municipais e estaduais. Atualmente agenciando 10 artistas e coletivos. Christiano Igor da Silva Castro ( bailarino e assistente de direção) Companhia de Dança Palácio das Artes Atua como Bailarino desde 2014 a atual, participando como Bailarino Assistente de Remontagem de Repertorio/Coreografia em todos os trabalhos desenvolvidos desde então com direção de profissionais como: Morena Nascimento, Jorge Garcia, Tuca Pinheiro, Rui Moreira, Dani Lima, Fernando Martins, Kênia Dias, Marise Diniz, Fernanda Lippi, dentro outros. Além das participações em óperas e projetos junto ao CLMG e OSMG. - Ballet Jovem Palácio das ArtesBailarino de 2010 a 2014, participando de todos os espetáculos e temporadas do grupo com coreógrafos nacionais e internacionais como: André Mesquita, Cassi Abranches, Adriann Luteijn, Luiz Arrieta, Tíndaro Silvano, Peter Lavratti dentre outros.- Professor de DançaProfessor e ensaiador do SalaB - 2023Professor de Dança Clássica e Contemporânea no Grupo Clícia Lizzi de 2013 a 2020.Ministra e ministrou oficinas em escolas e projetos diversos como: Núcleo de For. em Dança do Sesc BH (Dez/22)Trabalhos Independentes Participa de projetos e espetáculos de Companhias como bailarino convidado e desenvolve trabalhos, alguns deles foram:- Direção da intervenção “Céu Aberto” para Cia de Dança Palacio das Artes (2022)- Direção dos vídeos-dança “Casa Vertigem” e “Céu Aberto” para a Cia de Dança Palacio das Artes (2021)- Vídeo-dança “Dois Pontos” – Criação junto a Mirela França sendo convidado para participar no Festival Internacional VIVADANÇA. (BA,2021), Mostra Fim do Mundo (BH,2022), MOVI Rio Festival (RJ,2022) Festival Energia da Cultura (BH,2022)- Vídeo-dança “Montanha” – Projeto Contemplado pelo Prêmio Funarte RespiARTE - 2020- Convidado do Quorum Ballet (Portugal) para participar do espetáculo “A sagração da Primavera” (2019).- Criação do trabalho “O que vem depois do abraço?” para o Ballet Jovem Minas Gerais o projeto US4 (2019) – Recebeu o Prêmio de melhor composição coreografia no 6° Prêmio Copasa Sinparc-2020.- Convidado da Cia Sesc de Dança (BH) para participar dos espetáculos: Terminal A4 – Alex Soares / Plano – Cassi Abranches (2018 e 2019) Bailarinos: Alice Moreira Machado 2013 - 2021 (atual) | bailarina no grupo de dança contemporânea Sala B (Belo Horizonte/MG - Brasil) 2021 (atual) | professora nos cursos infantil e de dança contemporânea na Corpo Escola de Dança (Belo Horizonte/MG - Brasil) 2019 - 2020 | professora de ballet clássico nos cursos infantil e adulto no Primeiro Ato Centro de Dança (Belo Horizonte/MG - Brasil) 2018 - 2020 | professora de ballet clássico infantil na Escola Lúcia Casasanta (Belo Horizonte/MG - Brasil) 2018 - 2019 | professora de ballet clássico infantil no Studio Le Dance (Belo Horizonte/MG - Brasil) 2018 | professora de ballet clássico infantil no Colégio Unimaster (Belo Horizonte/MG - Brasil) Outras experiências: 2021 | videodança “Rota de Fuga”, dirigido por Fernando de Castro (Belo Horizonte/MG - Brasil) 2019 | P.A.R.T.S. Summer School (Bruxelas - Bélgica) 2013 - 2023 | Apresentações em teatros locais e diferentes cidades com o grupo de dança contemporânea SALA B (diferentes locais - Brasill) 2009 | The Harid Conservatory Summer School (Boca Raton/FL - EUA) 2009 | Youth America Grand Prix 2009 categoria: Solista Junior (New York/NY - EUA) 2008 | 26o Festival de Dança de Joinville [premiada em 2o lugar] categoria: Duo Junior Clássico (Joinville/SC - Brasil) 2008 | Youth America Grand Prix 2008 categoria: Grupo - Ballet clássico (New York/NY - USA) 2004 | Selecionada para a escola do Teatro Bolshoi Brasil [1o lugar] (Joinville/SC - Brasil) 2004 | 22o Festival de Dança de Joinville categoria: Solo infantil - palcos abertos (Joinville/SC - Brazil) Rebeca Corradi Oliveira 2023 | Bailarina no grupo de dança contemporánea Sala B (Belo Horizonte/MG)2020 - 2023 l Coreógrafa e ensaiadora no Studio de Dança Adriana Corradi(Itaúna/MG)2019-2023 l Professora de ballet e dança contemporánea no Studio de DançaAdriana Corradi (Itaúna/ MG)2019 - 2020 l Professora de jazz no Studio de Dança Adriana Corradi (Itaúna/ MG)Outras experiências2023 - Coreógrafa Revelação do festival Arte Minas Kids (Belo Horizonte/MG)2022 - Participação como solista no Passo de Arte Grand Prix (Indaiatuba-Sp)2022 - Primeiro Lugar com solo de Jazz Avançado no Passo de Arte Minas (BeloHorizonte/MG)2022-Palcos alternativos do Festival de Dança de Joinville (Joinville-SC)2021 - Espetáculo Central do Brasil com o Grupo Jovem Adriana Corradi, DireçãoAdriana Corradi e Renato Augusto e coreografia de Renato Augusto2019 - Selecionada para o Livorno in Danza, na italia Rafaela Ramalho Novaes Foi bolsista no projeto de extensão “Dança na Escola” no Colégio de Aplicação João XXIII pela UFJF, atuando com atividades de aulas, organização de apresentações como a Mostra Cultural para o SICEA - Seminários de Institutos, Colégios e Escolas de Aplicação. Coordenou criações coreográficas para diferentes atividades, incluindo o espetáculo “Gentileza”. Participou da Trupe do João como bailarina e circense (Juiz de Fora - MG)Recebeu menção honrosa na III Mostra de Ações de Extensão da UFJF na modalidade exibição de Vídeos em Dança. Ministrou aulas para o Baby Class e Circo para o Ensino Fundamental na Escola Internacional Saci (Juiz de Fora - MG)Teve experiências profissionais em Belo Horizonte, dando aulas para a Podium, para o baby class e jazz em duas Escolas: Letra Educação Infantil e Escola Corujinha. Atua como Bailarina do Ballet Jovem Minas Gerais e no grupo de dança contemporânea Sala B dirigido por Fernando de Castro (Belo Horizonte - MG)Trabalhou para o Minas Tênis Clube no Colégio Santa Marcelina ministrando aulas de jazz infantil de 6 a 12 anos Professora de ballet e contemporâneo no Corpo Escola de dança Professora de ballet e jazz no Colégio Santo Agostinho. Milene Jochem Faria 2016 - atual | bailarina no grupo de dança contemporânea Sala B (Belo Horizonte/MG - Brasil) 2017 - atual | professora de ballet clássico infantil na Escola Lúcia Casasanta (Belo Horizonte/MG - Brasil) 2019 | professora de ballet clássico infantil na Escola Recreio (Belo Horizonte/MG - Brasil) 2018 | professora de ballet clássico infantil no Instituto Tarcísio Bisinotto (Belo Horizonte/MG - Brasil) 2018 | Workshop do repertório Grupo Corpo - Professores: Ana Paula Cançado, Elias Rodrigues, Janaína Castro, Mariana do Rosário e Rafael Bittar. Dias 16 a 20 de Julho: carga horária 10 horas (Belo Horizonte/MG - Brasil)2017 | bailarina no projeto “Amor Brasileiro” (Belo Horizonte/MG - Brasil)2015 | bailarina no grupo Ballet Jovem Palácio das Artes (Belo Horizonte/MG - Brasil) 2015 | participação no 2º Ateliê São Paulo Companhia de Dança. Dias 28 de Abril a 2 de Maio: carga horária 45 horas (Piracicaba/SP - Brasil)2015 | participação na Oficina de Ballet Clássico na Cia Sesc de Dança - Professora: Danielle Ramalho. Dias 9 a 13 de Fevereiro: carga horária 7 horas e 30 minutos (Belo Horizonte/MG - Brasil)2015 | participação no Curso Intensivo de Dança - Professores: Reynaldo Muñiz, Roberto Rosa e Olívia Muñiz. Dias 11 a 25 de Janeiro (Belo Horizonte/MG - Brasil) 2014 | participação no XXIV Seminário Internacional de Dança de Brasília (Brasília/DF - Brasil). Isadora Hadassa Pereira Competições 2017 l Tanzolymp Berlim 2019 l Festival Internacional de Dança de Joinville, Finais 2019 l Grand Prix Passo de Arte Indaiatuba 2021 l Festival Internacional de Dança de Joinville VIDEO LINKS https://youtu.be/vJ-hN52kSWk - “Deriva” solo, Davi Oliveira https://youtu.be/dHiYujVSkW8 - Flow APROVAÇÃO EM COMPANHIAS/ESCOLAS JOVENS DART Dance Company Berlim – 2020 https://www.dsp.theater/ Àrea Espai de Dansa i Creació- Barcelona – 2020 - https://www.areadansa.com/ DANCE AREA Geneva – 2020 https://dancearea.ch/Bailarina do Ballet Jovem MGAtualmente bailarina do grupo Sala B dança contemporânea Leonardo Jardim Borges 2021 - Bailarino no Sala B Dança Contemporânea2011 - Diretor, Bailarino e Coreógrafo - Cinese Cia. de Dança; 2011-2019 - Intérprete-criador da Cia. do Mato e Ginga Cia. de Dança; 2010 - 2014 - Bailarino e Coreógrafo do Grupo Bailah de dança de salão; 2015 - Participação como coreógrafo do Gurpo Bailah no Prêmio Desterro (6° Festival de Dança de Florianópolis); 2014 - Jurado no Quesito: Mestre-Sala e Porta-Bandeira nos Desfiles das Escolas de Samba de Campo Grande-MS; 2010 - Participação no Circuito Dança no Mato com o Grupo Bailah; 2010 - Monitor no Curso de Dança de Salão do Projeto de Extensão da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul; 2011 - Bolsista no Projeto de Dança de Salão da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul; 2012 - Bolsista no Projeto de Dança de Salão da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul; 2012 - Participação no projeto Bailah - Grupo coreográfico em Dança de Salão; 2013 - Apresentação Cultural na Semana Acadêmica de Comunicação 2011 - Participação no Dança Campo Grande; 2011 - Jurado na final do Projeto Caça Talentos (Bonito-MS); 2010 - Ministrante do minicurso "Relações entre Literatura e Dança"; 2015 - Professor convidado - Encontro de Salão; 2016 Professor convidado - Encontro de Salão; - 2016 - Diretor e coreógrafo - Espetáculo “E vê que ele mesmo era..." Cinese Cia. de Dança; 2016 - Mostra Cerrado Abierto - Diretor e Coreógrafo - Cinese Cia. de Dança; 2015 - Semana pra Dança - Diretor e Coreógrafo - Cinese Cia. de Dança; 2017 - Semana pra Dança - Bailarino Espetáculo "Corpos Farpados" Cia. do Mato; 2016 - Prêmio Onça Pintada - Diretor Cia. Cinese Coreografia "Entre o Vestígio e a bruma”; 2018 - Semana pra Dança - Bailarino Espetáculo "Tempos Idos" Cia. do Mato; 2015 - Espetáculo "Novos Trilhos" - Intérprete, Coreógrafo, Produtor textual e Diretor; 2013 - Espetáculo “Trilhos da Terra" - Intérprete, Coreógrafo, Produtor textual e Diretor; 2016 - Espetáculo “E vê que ele mesmo era...” - Diretor, Produtor e Coreógrafo; 2013 - Dança Campo Grande - Coreografia "Outros Caminhos" - Diretor, Produtor e Bailarino; 2011 - Dança Campo Grande - Bailarino Grupo “Bailah”; 2014 - Semana pra Dança - Diretor, Bailarino e Coreógrafo Cinese Cia. de dança.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.