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PRONAC 2311337Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

A PARTILHA

CIA BLACK E PRETO PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 2,64 mi
Aprovado
R$ 2,64 mi
Captado
R$ 540,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
46743943000105REDECARD SOCIEDADE DE CREDITO DIRETO S.A.1900-01-01R$ 400,0 mil
10663610000129Nossa Caixa Desenvolvimento - Agência de Fomento do Estado de São Paulo S/A1900-01-01R$ 140,0 mil

Eficiência de captação

20.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-05-05
Término

Resumo

O projeto visa remontar a peça teatral "A Partilha", de Miguel Falabella.

Sinopse

“A Partilha” é uma peça teatral brasileira escrita por Miguel Falabella. A peça estreou em 1989 e se tornou um grande sucesso, sendo uma das mais populares e encenadas do teatro brasileiro. “A Partilha” conta a história de quatro irmãs que se reúnem para fazer a partilha dos bens deixados pela mãe após seu falecimento. Cada uma das irmãs representa um estereótipo típico da sociedade brasileira: Regina, a religiosa; Lúcia Helena, a fútil; Selma, a amarga; e Laura, a conformada. Durante a peça, os conflitos e ressentimentos entre elas vêm à tona, revelando segredos e traumas do passado. O texto de Miguel Falabella aborda temas como família, relações pessoais, amor, amizade e também critica aspectos da sociedade brasileira, como o machismo e a superficialidade. A peça mescla momentos de humor e drama, criando uma atmosfera envolvente e emocionante para o público. Encenada pelo autor e, desde sua criação, a obra de Miguel Falabella (Prêmio Molière de autor) vem sido montada em vários países, sempre com grande sucesso de público e aprovação crítica. Segundo Luís Maza, em sua crítica para El Clarín, por ocasião da estreia em Buenos Aires: esse mundo de afetos compartilhados já nasce um clássico! Montada em toda a América Latina, a trajetória das quatro irmãs que, reunidas após a morte da mãe, dividem muito além dos bens deixados como herança, volta aos palcos numa versão muito afinada com os tempos que correm. Manter viva sua dramaturgia é um dos pilares para a manutenção de uma cultura própria e vibrante, trazendo novas leituras e novos olhares. Inspirados por uma entrevista da grande Ruth de Souza, que dizia não se poder dimensionar o talento de diversas atrizes negras, já que a elas lhes eram negados grandes papéis, os produtores resolveram remontar esse clássico com quatro irmãs negras, recuperando um clássico da nossa dramturgia e, mais uma vez, apostando na diversidade que, como entendemos, é a ponte para um mundo melhor.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: O projeto visa remontar a peça teatral A Partilha, obra de Miguel Falabella (prêmio Molière de autor), com elenco composto por 4 (quatro) atrizes negras: Iléa Ferraz, Adriana Lessa, Karin Hils a e Flavia dos Prazeres, com temporadas em São Paulo (Teatro Frei Caneca) de 9 (nove) semanas, com 3 (três) apresentações por semana, excetuando-se o dia 18/08/2024, pois esta data não está disponível no teatro, totalizando 24 (vinte e quatro) sessões e mais 2 (dois) ensaios abertos; e no Rio de Janeiro (Teatro Casa Grande), de 9 (nove) semanas, com 3 (três) apresentações por semana, totalizando 24 (vinte e quatro) sessões e mais 2 (dois) ensaios abertos. Ao todo serão realizadas 52 (cinquenta e duas) sessões, incluindo os ensaios abertos, entre São Paulo e Rio de Janeiro. Contribuir para o desenvolvimento e difusão da dramaturgia teatral contemporânea brasileira; Divulgar e popularizar o teatro brasileiro; Incentivar e valorizar as artes cênicas; Incentivar e valorizar atrizes negras; Contribuir para a formação de público; Democratizar o acesso à cultura. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1) ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar temporada de 02 (dois) meses, no Teatro Frei Caneca, com 3 (três) apresentações por semana, totalizando 24 (vinte e quatro) sessões, mais 02 (dois) ensaios abertos, em São Paulo; Realizar 2 (duas) sessões com intérprete de libras e audiodescrição, em São Paulo; Realizar 4 (quatro) Oficinas, sendo 1 (uma) Oficina de Direção, 1 (uma) Oficina de Interpretação, 1 (uma) Oficina de Produção e 1 (uma) Oficina de Gestão Financeira de Projetos, ministradas por parte da equipe do projeto em questão, em São Paulo. Realizar temporada de 02 (dois) meses, no Teatro Casa Grande, com 3 (três) apresentações por semana, totalizando 24 (vinte e quatro) sessões, mais 02 (dois) ensaios abertos, no Rio de Janeiro; Realizar 2 (duas) sessões com intérprete de libras e audiodescrição, no Rio de Janeiro; Realizar 4 (quatro) Oficinas, sendo 1 (uma) Oficina de Direção, 1 (uma) Oficina de Interpretação, 1 (uma) Oficina de Produção e 1 (uma) Oficina de Gestão Financeira de Projetos, ministradas por parte da equipe do projeto em questão, no Rio de Janeiro. 2) CONTRAPARTIDA SOCIAL: Contratar um grupo de 4 (quatro) estagiários(as), estudantes de instituições públicas de ensino, um(a) em cada uma das áreas relacionadas a seguir, a fim de que esses alunos tenham uma primeira oportunidade de trabalhar naquilo para o qual vêm estudando, mas muitas vezes não conseguem atuar ainda por não ter a exigida experiência. As áreas são: produção, gestão financeira, direção de palco e figurino. Esses(as) estagiários(as) receberão ajuda de custo compatível com os valores praticados no mercado, terão carga horária de 4 horas a 6 horas diárias, durante 4 meses, contando período de pré-produção e temporada em São Paulo. Realizar 2 (dois) ensaios abertos, destinados a estudantes e professores de instituições públicas de ensino, em São Paulo; Contratar 1 (uma) pessoa com deficiência para a função de monitor, que ficará responsável por auxiliar pessoas com deficiência intelectual, nas oficinas e durante todo o período da temporada de São Paulo; Realizar 2 (dois) ensaios abertos, destinados a estudantes e professores de instituições públicas de ensino, no Rio de Janeiro; Contratar 1 (uma) pessoa com deficiência para a função de monitor, que ficará responsável por auxiliar pessoas com deficiência intelectual, nas oficinas e durante todo o período da temporada do Rio de Janeiro.

Justificativa

A Partilha é uma peça de Miguel Falabella, escrita e apresentada pela primeira vez há mais de 30 anos. Partindo da provocação de uma atriz amiga, Natália do Vale - com quem trabalhava à época na novela O Outro - o ator, apresentador e dramaturgo Miguel Falabella criou essa comédia dramática que conta a história de quatro irmãs que se reencontram para enterrar a mãe. A primeira versão, como outras versões posteriores, foi dirigida pelo próprio Miguel e contava no elenco, além de Natália, com Arlete Salles, Suzana Vieira e Thereza Piffer - sendo apresentada no Teatro Cândido Mendes, uma pequena sala no Rio de Janeiro. O sucesso da peça foi além do esperado. Ficou em cartaz por 6 anos naquele momento e, posteriormente, foi remontada com outros elencos no Brasil e levada para pelo menos outros 12 países. Teve uma continuação escrita em 2000 e se tornou filme, em 2001, com as personagens sendo interpretadas, no cinema, por Glória Pires, Andrea Beltrão, Paloma Duarte e Lilia Cabral. Pode-se dizer que é a obra que firmou o nome de Miguel Falabella como um dramaturgo com reconhecimento internacional. O filme resultante da mesma obra foi um sucesso comercial e de crítica, tendo recebido diversas nomeações e prêmios. Mesmo se o projeto fosse uma simples remontagem desta peça teatral, tão importante para a dramaturgia brasileira, já se justificaria, pela relevância da obra e tamanho do alcance que tem tido durante essas três décadas no Brasil e no mundo. Ocorre que, além disso, neste momento, já considerando as mudanças vistas no nosso país e internacionalmente, percebe-se que uma simples mudança no elenco, mantendo a qualidade do trabalho, pode fazer toda a diferença em termos de perspectiva, tanto por parte de quem realiza o projeto quanto do público que irá assisti-lo. Em algum momento, durante os últimos trabalhos em parceria de Miguel Falabella com Jô Santana e Iléa Ferraz, surgiu a pergunta: e se as irmãs Selma, Marilu, Regina e Laura, de A Partilha, fossem mulheres negras? Considerando que vivemos em um país com maioria de população negra, mas que tem no seu DNA uma carga racista muito forte, que dificulta o acesso de pessoas negras a muitos espaços e posições, colocar essa possibilidade à prova é, ao mesmo tempo, um desafio e uma necessidade. O fato de serem mulheres negras afeta os sentidos da peça? Como o público que já conhece a obra perceberá? Será que a mudança será uma motivação para atrair um novo público para esta remontagem específica? Com a experiência dos artistas e produtores Jô Santana e Iléa Ferraz, que já vêm, ao longo dos últimos anos, investigando e trabalhando com a expectativa dos corpos negros em cena (e também na criação, produção e bastidores), este projeto de remontagem, contando com as atrizes Iléa Ferraz, Karin Hils, Luana Xavier e Adriana Lessa, já se percebe exitoso, tanto porque parte de um texto já testado e aprovado, com uma equipe que também tem sido bem sucedida em seus trabalhos recentes, quanto porque enxerga longe, percebendo as discussões que poderão ser geradas e a provável atração de um público novo e sedento por representatividade. Levar esta obra, repensada e repaginada, para grandes palcos de São Paulo e Rio de Janeiro, neste momento em que vivemos, com o próprio Miguel mais uma vez na direção, é um evento de celebração das artes do teatro e da dramaturgia e das conquistas sociais do nosso povo, com mais gente preta no palco e nas plateias, que certamente terá grande impacto na cena, levando outras produções a repensarem suas formas de fazer teatro e definir quem faz papel de quê. Essa é uma herança que a gente quer muito partilhar com o público, quiçá para multiplicar a experiência pelo país, levando adiante muita arte e reflexão. Destacamos que este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem ainda por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8.313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Especificação técnica

Temporada de 02 (dois) meses, no Teatro Frei Caneca, com 3 (três) apresentações por semana, totalizando 24 (vinte e quatro) sessões e mais 02 (dois) ensaios abertos, em São Paulo; Realização de 4 (quatro) Oficinas, sendo 1 (uma) Oficina de Direção, 1 (uma) Oficina de Interpretação, 1 (uma) Oficina de Produção e 1 (uma) Oficina de Gestão Financeira de Projetos, ministradas por parte da equipe do projeto em questão, em São Paulo. Turma: 30 vagas. Carga horária: 40 horas. Público-alvo: público em geral. Temporada de 02 (dois) meses, no Teatro Casa Grande, com 3 (três) apresentações por semana, totalizando 24 (vinte e quatro) sessões, mais 02 (dois) ensaios abertos, no Rio de Janeiro; Realização de 4 (quatro) Oficinas, sendo 1 (uma) Oficina de Direção, 1 (uma) Oficina de Interpretação, 1 (uma) Oficina de Produção e 1 (uma) Oficina de Gestão Financeira de Projetos, ministradas por parte da equipe do projeto em questão, no Rio de Janeiro. Turma: 30 vagas. Carga horária: 40 horas. Público-alvo: público em geral. Catálogo 5.000 exemplares 28 páginas Capa envelope 4 cores Tamanho: 21 cm x 21 cm Cartaz 100 exemplares Formato A3 4 cores Painel Backdorp Medida: 3 mt x 3 mt Colorido Painel Backdorp Medida: 2 mt x 2,5 mt Colorido

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE Os teatros escolhidos para receber o espetáculo possuem medidas de acessibilidade. Além disso, tomaremos total cuidado para garantir todas as medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto proposto, sempre que tecnicamente possível, de modo a atender as exigências dos arts. 42,43 e 44 da Lei 13.146, de julho de 205, do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018. A acessibilidade faz hoje parte das condições essenciais para o desenvolvimento e inclusão social. Para tanto o projeto fará 02 (duas) sessões com libras em cada estado, durante a temporada em São Paulo e Rio de Janeiro, previamente divulgadas através das mídias do espetáculo e pela assessoria de imprensa. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados, assentos para pessoas com deficiência, obesos e idosos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em 02 (duas) sessões na temporada de São Paulo e 02 (duas) sessões na temporada do Rio de Janeiro. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em 02 (duas) sessões na temporada de São Paulo e 02 (duas) sessões na temporada do Rio de Janeiro. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: 1 (um) monitor para auxiliar esse público em todas as sessões da temporada São Paulo e em todas as sessões da temporada Rio de Janeiro. OFICINAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados, assentos para pessoas com deficiência, obesos e idosos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: 1 (um) monitor para auxiliar esse público nas Oficinas que são realizadas em São Paulo e no Rio de Janeiro. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ENSAIOS ABERTOS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados, assentos para pessoas com deficiência, obesos e idosos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em 01 (um) ensaio aberto em São Paulo e em 01 (um) ensaio aberto no Rio de Janeiro. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em 01 (um) ensaio aberto em São Paulo e em 01 (um) ensaio aberto no Rio de Janeiro. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: 1 (um) monitor para auxiliar esse público nos ensaios abertos.

Democratização do acesso

PRODUTO: PEÇA TEATRAL “A PARTILHA” A distribuição dos ingressos se dará da seguinte forma: Art. 27 I – até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II – 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social e/ou educativo; III – até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; IV – 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Ficando estabelecido o valor de R$ 30,00 (trinta reais). Serão asseguradas ainda: I - meia entrada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1º da Lei nº 12.933, de 2013; e II - meia entrada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. Em complemento, atendendo ao Art. 28 da IN MINC nº 1, de 10 de abril de 2023, adotaremos as seguintes medidas de ampliação do acesso: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Atendendo a este inciso, realizaremos: 4 (quatro) Oficinas, sendo 1 (uma) Oficina de Direção, 1 (uma) Oficina de Interpretação, 1 (uma) Oficina de Produção e 1 (uma) Oficina de Gestão Financeira de Projetos, ministradas por parte da equipe do projeto em questão, em São Paulo. 4 (quatro) Oficinas, sendo 1 (uma) Oficina de Direção, 1 (uma) Oficina de Interpretação, 1 (uma) Oficina de Produção e 1 (uma) Oficina de Gestão Financeira de Projetos, ministradas por parte da equipe do projeto em questão, no Rio de Janeiro.

Ficha técnica

Coordenação de Projeto: Jô Santana. Texto e Direção: Miguel Falabella. Elenco: Adriana Lessa, Iléa Ferraz, Karin Hils e Luana Xavier. Figurinos: Ligia Rocha. Luz: Felipe Miranda. Jô Santana Bacharel em Artes Cênicas-ECA-USP1992, recebeu o Prêmio de Ator Revelação pelo espetáculo Calabar, de Chico Buarque e Ruy Guerra - Campinas SP; 1993 - Pluft - O Fantasminha Camarada, de Maria Clara Machado; 1994 - O Beijo no Asfalto, de Neslon Rodrigues; 2003 - É o Bicho - A Ordem Natural das Coisas, de Evaldo Mocarzel, com Direção de Rosi Campos e Cláudia Borioni, com Dhu Moraes, Kaiky e Stefany Brito; 2004 - Participação na novela Seus Olhos, no SBT, direção de Henrique Martins; 2005 - Pretas Por Ter, de Alberto Damit, direção de Angela Barros; 2006 - A Bruxa Morgana e O Enigma do Tempo, com direção de Claudia Boriorú. com Rosi Campos, Luciana Vendramini e outros; 2009/10 - Decameron, Direção Otavio Muller, com Maria Paula, Marcos Oliveira, George Sauma e Camila Rodrigues. Produziu e idealizou os espetáculos: O Reizinho Mandão; Cartola - O Mundo é um Moinho; Dona Ivone Lara - Um Sorriso Negro; Marrom – O Musical. Miguel Falabella Dramaturgo e Diretor Artístico Teatro Tablado, no Jardim Botânico, Zona Sul do Rio de Janeiro. Sua estreia nos palcos foi aos 18 anos, com a peça "O Dragão, de Eugene Schwarz". Já na TV veio a estreia veio em 1982, na série "Caso Verdade", interpretando o personagem título do episódio "Jam e Jim". Logo depois, participou de sua primeira novela, "Sol de Verão", de Manoel Carlos, como o médico Romeu. Porém, Miguel Falabella só ganhou fama com o malandro Miro, na segunda versão da novela "Selva de Pedra", escrita por Regina Braga e Elói Araújo, em 1986. No ano seguinte, Falabella teve sua primeira experiência como diretor. Ao lado de Cecil Thiré e Lucas Bueno, o artista dirigiu a novela "Sassaricando", de Silvio de Abreu. Em agosto do mesmo ano, passou a apresentar o "Vídeo Show", no qual ficou por 15 anos, até dezembro de 2001. Além de fazer a abertura das matérias, ele comandava entrevistas, recebia convidados e respondia às cartas dos telespectadores. Paralelamente ao programada vespertino, Falabella continuou atuando. Nos palcos, além de musicais nacionais, costuma trazer a Broadway para o Brasil. Atuou no grande sucesso Loiro, Alto, Solteiro, Procura e escreveu também A Partilha, peça que ganhou versão para o cinema (com direção de Daniel Filho) e “Os produtores”. Dirigiu e atuou no Musical Annie, em 2018/2019. Em 2022 atuou como Diretor e Dramaturgo do espetáculo “Marrom – O Musical”. Adriana Lessa Adriana Lessa iniciou sua carreira artística sob direção de Antunes Filho nos espetáculos Macunaíma de Mário de Andrade e A Hora e Vez de Augusto Matraga de Guimarães Rosa apresentando-se em São Paulo e participando de festivais na França, Áustria, Espanha, Alemanha, Grécia e Canadá. Como cantora e bailarina, apresentou-se a bordo do navio Vasco da Gama/Sea Wind Cruise Line no espetáculo Brasil, Canta e Dança, sob direção de Abelardo Figueiredo, pela costa brasileira e Europa, Participou, como cantora convidada, de grupos musicais de estilos variados (RAP, ritmos caribenhos, forró pé-de-serra e MPB) e apresentou-se com sua banda em Angola. Ainda no teatro, foi dirigida por Cininha de Paula, ao lado de José Maurício Machline, no musical um Gordo em Conquista, por Wolf Maya no musical Cabaret Brazil, por Tânia Nardini no premiado musical internacional Rent e por Roberto Lage na leitura dramática do texto de Plínio Marcos A Mancha Roxa (2000). Em 2016 fez parte do elenco do musical “Carlota - O Mundo É um Moinho”, o que lhe rendeu uma indicação ao Prêmio Bibi Ferreira. Como apresentadora, esteve à frente do Dance MTV, na MTV Brasil, do programa SuperMarket na Rede Bandeirantes e entre 2006 até 2010, apresentou o programa TV Fama ao lado de Nelson Rubens na Rede TV! Atuou nas emissoras Rede Record, SBT e Rede Globo. fez sua estreia em Araponga, na TV Globo, dando início a diversos outros trabalhos. Em 1999, Adriana ganhou um papel na minissérie Chiquinha Gonzaga, fez na Rede Record “! O Desafio de Elias” e “Alma de Pedra”. De 1998 a 2000 fez, na TV Cultura e TV Globo, o “Telecurso 2000”. mas o grande sucesso chegou com Naná, na novela Terra Nostra, ainda n na Rede Globo fez também Aquarela do Brasil – finalista do prêmio “EMMY 2001”, O Clone, Senhora do Destino e recentemente Guardião” e “Bugados”. No cinema, Lessa fez participações de filmes de longa, de média e de curta metragem; “com que Roupa”, “O Samba Mandou me Chamar”, “Capitalismo Selvagem”, “Amassa que Elas Gostam”, “Papel e Água e A Hora Mágica”. Iléa Ferraz Atriz e diretora teatral, artista plástica, artista visual, produtora e ilustradora. Carioca do bairro da Saúde, desde muito nova, Iléa desenhava e a partir disso passou a se interessar por outros campos da arte. Quando criança sonhou em ser artista de circo, mas foi quando entrou para o teatro e formou- se pela escola de teatro Martins Pena, que Iléa iniciou sua carreira. Na escola de teatro foi o lugar onde teve contato com Alcione Araújo e Luiz Mendonça, dramaturgo e diretor teatrais e pôde fazer seus primeiros papeis.Iléa é ativista pela causa dos atores negros e combate veementemente a falta de oportunidade dada a esses artistas, ela foi a primeira atriz negra indicada ao Prêmio Shell de Teatro, por sua participação na peça “Nunca Pensei Que Ia Ver Esse Dia”, texto de Rona Munro com direção de Antonio Luiz Pilar. Atuou nas novelas Pacto de Sangue (Rede Globo, 1989), fez a personagem Fátima,em Chica da Silva (TV Manchete), dentre outras. No teatro esteve no elenco de produções como “os negros” de Jean Genet, “Besouro Cordão De Ouro”, “As Polacas - Flores Do Lodo”, “Bonecas Quebradas”, “Mercedes”, espetáculos que conta a história da primeira bailarina negra do Brasil, e mais recentemente fez “O cheiro da feijoada”, que lhe rendeu uma indicação ao prêmio de melhor atriz e, é também, o trabalho no qual fez a direção e cenografia. Além disso Iléa Ferraz, realizou a ilustração do livro juvenil entre eles “Os nove pentes d’África”, da autora Cidinha da Silva. Karin Hils Karin Pereira de Souza, mais conhecida pelo nome artístico de Karin Hils, é uma atriz, cantora e compositora brasileira. Em 2002, venceu o talent show Popstars e passou a integrar o girl group brasileiro Rouge até 2006. Com o grupo, lançou quatro álbuns de estúdio: Rouge (2002), C'est La Vie (2003), Blá Blá Blá (2004) e Mil e uma Noites (2005). Ao todo, o Rouge vendeu 6 milhões de cópias, tornando-se o grupo feminino mais bem-sucedido do Brasil e um dos vinte mais vendidos no mundo. Além de sua carreira musical, Karin Hils ganhou destaque como atriz ao estrelar diversos musicais no teatro. Em 2009, participou de produções como Hairspray, Emoções Baratas, Alô, Dolly!, Xanadu e Mudança de Hábito. Também teve papéis em séries como Pé na Cova e Sexo e as Negas. Em 2016, retornou ao SBT para integrar o elenco da telenovela Carinha de Anjo, interpretando a noviça Fabiana. Entre 2017 e 2019, retornou temporariamente ao Rouge. Em 2020, estreou oficialmente sua carreira solo na música, com o lançamento de seu primeiro single, intitulado "Fogo", em parceria com os compositores e produtores brasileiros Pablo Bispo, Ruxell e Sérgio Santos, que têm contribuído significativamente para o cenário pop brasileiro. Em 3 de abril, lançou seu segundo single, "Pra você ficar", repetindo a parceria com o trio (com a adesão de Douglas Campos), trazendo um clima de R&B, com uma atmosfera mais serena que o anterior. Em 15 de maio, liberou seu terceiro single, intitulado "Nossa lei", continuando a proposta de mesclar pop e R&B. Em 2022, Karin lançou o single "Alô". No mesmo ano, retornou à televisão interpretando a personagem Marion de Almeida na série O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu. Em 2023, integra o elenco da novela “A Infância de Romeu e Julieta”, do SBT. No teatro, destacou-se como protagonista dos musicais Donna Summer entre 2020 e 2022, e Marrom, O Musical em 2022. Flavia dos Prazeres Flavia dos Prazeres é carioca da Penha,zona norte do Rio de Janeiro. Mora em São Paulo desde 2014. Formada pela “Escola de Arte Dramática” na ECA/USP, foi aluna da CAL aos 18 anos e aos 20 anos ingressou na faculdade de cinema. Integrou o Grupo Nós do Morro no ano de 2008 até 2010. No teatro, trabalhou com diretores e autores como Ana Kfouri, Marcelino Freire, Milton Nascimento, Cidinha da Silva, Iléa Ferraz, Gustavo Paso, Luiz Fernando Lobo, Jairo Pereira. Desde 2019 atua e apresenta o programa Café Filosófico na TV Cultura ao lado do ator e apresentador Kiko Bertollini. Na televisão, participou da série “Mister Brau” em 2018 e fez participações como atriz nas novelas: Amor de Mãe, Pantanal, Elas por Elas e atualmente em Renascer. No cinema, atuou nos longa-metragens: Mare Nostrum (direção Ricardo Elias); filme Amanda (direção: Celio Cavalcante); curta negro LGBT “Estrela Solitária” Direção Iwan; nas séries “Bom Dia, Verônica” e “Vale dos Esquecidos” - HBO. Ligia Rocha Trabalhou no universo da moda por 25 anos até participar como assistente de figurino para o estilista/figurinista Fause Haten dos espetáculos O Mágico Oz, Hello Dolly e A Madrinha Embriagada. No Atelier de Cultura foi produtora de figurino e adereços para O Homem de La Mancha, figurinista associada e produtora para A Noviça Rebelde e a Escola do Rock. Atuou como figurinista para os espetáculos Memórias de um Gigolô, O Som e a Sílaba, Hebe O Musical, Os Produtores, Annie, Billy Elliot, Charlie e A Fantástica Fábrica de Chocolate, Evita, Marrom, na ópera A Viúva Alegre e na série O Coro: Sucesso Aqui Vou Eu. Felipe Miranda Trabalha há 13 anos no ramo da iluminação cênica, atuando em todas as etapas e processos da luz, em diversas peças de teatro, musicais, shows e eventos. Entre os principais trabalhos estão: Iluminador da Cia Black and Red, do Diretor Billy Bond e Iluminador na 37° edição do Festival de Dança de Joinville. Esteve envolvido nos espetáculos Gabriela - Um Musical de João Falcão, O Homem De Lá Mancha, de Miguel Falabella, O Rei Leão, de Julie Taymor, Marrom – O Musical, de Miguel Falabella, entre outros. O proponente será responsável pela Direção Geral e pela Gestão Técnica, Administrativa e Financeira do projeto, sendo remunerado com recursos captados para tais atividades.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-12-31
Locais de realização (2)
Rio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo