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Pesquisa de mapeamento do perfil do empreendedorismo cultural incentivado pela Lei Rouanet desde 1995. Os dados serão disponibilizados em plataforma online e os resultados obtidos serão publicados em livro humanístico e apresentados em um seminário. Produto principal: Livro de valor humanístico/ Produto secundário: Seminário
Livro sobre o Empreendedorismo Cultural Incentivado pela Lei Rouanet: Lançamento de resultados e reflexões em um livro sobre o mapeamento, organização e análise dos dados sobre o empreendedorismo cultural incentivado via Lei Rouanet desde o ano de 1995. O livro será lançado digitalmente (e-book) e impresso para distribuição gratuita. Plataforma online interativa: Lançamento dos dados da pesquisa sobre o empreendedorismo cultural via Lei Rouanet por meio de dashboards interativos que cruzem dados com informações relevantes e permitam criação de filtros para visualização estratégica por categorias, como regiões, valores, perfil de empreendedores etc. Essa plataforma será atrelada à Prosas, que hoje já possui grande visibilidade de agentes culturais. Seminário: Evento presencial gratuito, com transmissão online, para lançamento da pesquisa e realização de mesa de debate sobre reflexões dos dados e resultados apresentados. O seminário terá duração de 04 horas.
Objetivo Geral: Este projeto objetiva desenvolver um panorama do empreendedorismo cultural incentivado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura (n. 8.313/1991) desde 1995. Para tanto, serão analisados quantitativamente dados públicos relacionados ao mecanismo de incentivo e organizações envolvidas como apoiadoras e desenvolvedoras de projetos culturais. A partir de uma investigação longitudinal, o estudo buscará mapear o perfil das organizações que apresentam, aprovam e captam recursos no âmbito da lei. Além disso, serão investigados o perfil das organizações apoiadoras e beneficiadas por recursos, abordando o mecanismo como uma relação fomentada entre Estado, empresas e organizações da sociedade civil. Nesse processo, dimensões como setor e localização das organizações apoiadoras, assim como áreas de cultura fomentadas serão mapeadas. Com a análise, esperamos, de forma direta, contribuir para a compreensão do ecossistema promovido pelo mecanismo de incentivo ao longo dos últimos anos e, de maneira indireta, colaborar para a melhoria de políticas públicas e privadas orientadas para o fortalecimento social e econômico da área cultural no País. Objetivos Específicos: Produto (principal): a) Mapear, organizar e analisar os dados públicos do empreendedorismo cultural via Lei Federal de Incentivo à Cultura (n. 8.313/1991) dos últimos 30 anos (desde 1995);b) Produzir 01 livro sobre a análise e os resultados da pesquisa realizada;c) Disponibilizar gratuitamente o livro em forma digital (e-book) e física, com a impressão de 300 cópias, a serem estrategicamente distribuídas;d) Disponibilizar gratuitamente os dados e resultados da pesquisa em 01 plataforma online com dashboards interativos. Produto (secundário): a) Realizar 01 seminário presencial com transmissão virtual simultânea para apresentação dos resultados da pesquisa e realização de 01 mesa de debates sobre os resultados apresentados; b) Atingir cerca de 1.000 visualizações no seminário transmitido via YouTube; c) Beneficiar 200 pessoas participantes do seminário presencial.
O empreendedorismo sociocultural tem sido promovido pela sociedade civil a fim de prover serviços e produtos de interesse coletivo. No Brasil, diferentes áreas empreendedoras têm contado com o incentivo de políticas públicas nacionais e subnacionais para seu desenvolvimento. Esse é o caso das políticas de incentivo fiscal, que permitem que pessoas físicas e jurídicas destinem parte dos recursos que iriam para pagamento de Imposto de Renda (IR) ao financiamento de projetos nas áreas da cultura, audiovisual, esporte e saúde, além de iniciativas para pessoas idosas, crianças e adolescentes. A Lei Federal de Incentivo à Cultura (n. 8.313/1991), ou Lei Rouanet, constitui um dos mais antigos e consolidados mecanismos de incentivo fiscal no País. Essa lei autoriza a destinação de até 6% do IR de pessoas físicas e até 4% do IR de pessoas jurídicas para o financiamento de projetos artísticos e culturais. Para tanto, é necessária a apresentação e aprovação do projeto ao Ministério da Cultura, seguida de ações de captação junto a pessoas físicas e jurídicas pelos proponentes. Dessa maneira, fica a cabo das empresas e cidadãos decidir quanto e em quais projetos irão investir. Atualmente, essa política de incentivo a projetos culturais constitui o principal mecanismo para apoio da iniciativa privada às áreas das artes e da cultura. De acordo com relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), de 2006 a 2017, mais de R$13 bilhões foram destinados ao segmento cultural via Lei Rouanet e estima-se que, desde sua criação, foram canalizados mais de R$50 bilhões para a área. Um estudo elaborado em 2018 por Luiz Gustavo Barbosa, da Fundação Getúlio Vargas, mostra, ainda, que para cada R$1 de renúncia há retorno de 59% em desenvolvimento econômico local. No entanto, ainda há poucos estudos que nos permitam compreender o ecossistema econômico e social promovido pela Lei Rouanet, assim como há poucas avaliações sistemáticas dessa política pública. Soma-se a isso, o fato de que a Lei Rouanet tem sido alvo recorrente de controvérsia e ataques, muitas vezes de modo não fundamentado. Fakenews têm contribuído para distorcer a percepção pública e o próprio entendimento do mecanismo de incentivo. A baixa circulação e acesso a importantes achados acadêmicos colaboram para esse processo, demandando fontes confiáveis e acessíveis de informação que permitam a compreensão do mecanismo pelos cidadãos, agentes culturais e demais atores interessados. Nesse sentido, a análise longitudinal dos dados da Lei Rouanet poderá propiciar transparência dos resultados, permitindo visualizar o perfil de quem apóia, de quem recebe e o fluxo de recursos realizado entre os agentes culturais. Vale destacar que dados relacionados ao mecanismo de incentivo já são disponibilizados pelo Ministério da Cultura via sistema próprio. No entanto, esses dados não são analisados e disponibilizados de forma sistemática. Assim, a sistematização dessas informações e sua disponibilização em linguagem acessível permitirá ao público visualizar características estruturantes do mecanismo de incentivo no financiamento e estímulo à cultura no País. Uma compreensão mais abrangente do perfil dos empreendedores apoiadores e desenvolvedores de projetos, assim como dos fluxos de recursos promovidos até então, favorece, ainda, a identificação de oportunidades de melhoria para otimização dos recursos e alcance do mecanismo. Nem todo projeto submetido é aprovado e nem todo projeto aprovado capta aporte suficiente para garantir sua viabilidade. Assim, uma análise mais aprofundada desse processo poderá favorecer o planejamento de políticas públicas e privadas para o aumento da efetividade nas diferentes etapas e melhoria do acesso ao mecanismo por áreas e organizações. A análise mais abrangente da distribuição dos projetos, setores culturais e potencial de captação de diferentes regiões poderá, também, favorecer o debate sobre as políticas públicas de incentivo à cultura de maneira geral e orientadas para territórios específicos. Contribuirá, ainda, para a qualificação do processo decisório pelos diferentes atores engajados no ecossistema, apoiando decisões e políticas públicas e privadas de investimento e fomento por governos, empresas e organizações da sociedade civil. Dessa maneira, o estudo se soma aos esforços de avaliação da política pública, que já vêm sendo levados a cabo pela academia nacional. Destaca-se que a metodologia aplicada para análise dos dados e desenvolvimento da plataforma online interativa poderá ser replicada para outros estudos, facilitando o entendimento do ambiente de empreendedorismo social incentivado no País. O esforço de mapeamento do campo e transparência de dados relacionados ao empreendedorismo cultural incentivado via Lei Rouanet se soma a outras iniciativas recentes, como o Mapa das OSCs, desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), e a própria plataforma Prosas. No entanto, esse projeto dá um passo adiante no sentido de compreender como se relacionam os agentes culturais que integram esse ecossistema. Ressalta-se, ainda, que, desde 2015, a Prosas formou uma rede robusta e consolidada de empreendedores sociais e patrocinadores, sendo referência nacional para busca de oportunidades e informações sobre o panorama do investimento sociocultural no País. Atualmente, são quase 200 mil usuários cadastrados, mais de 1.200 editais gerenciados e mais de 12.000 editais sociais cadastrados em sua Central de Editais. Esses números fornecem informações que permitem analisar dados importantes sobre o investimento sociocultural no País e que será ainda mais potente com o estudo sobre a Lei Federal de Incentivo à Cultura. Por fim, mas não menos importante, destacamos abaixo com quais incisos do artigo 1º e 3º da Lei Federal de Incentivo à Cultura o projeto contribui diretamente: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores - Ao realizar uma pesquisa sobre dados referentes à Lei Federal de Incentivo à Cultura, o projeto visa trazer reflexões para a melhoria do acesso e maior democratização ao financiamento cultural via incentivo fiscal. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Com o projeto, será realizada pesquisa e estudo sobre o empreendedorismo cultural via Lei Federal de Incentivo à Cultura, permitindo visualizar o perfil de quem apóia, de quem recebe e o fluxo de recursos realizado entre os agentes culturais e possibilitando uma melhor compreensão dos empreendedores e investidores sobre o estímulo à produção cultural. IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto prioriza o produto cultural originário do Brasil, uma vez que analisa dados e promove a discussão sobre o fomento à cultura no Brasil via mecanismo fiscal. Quanto ao artigo 3º da Lei 8.313/1991, o projeto atende diretamente ao objetivo previsto no seu inciso IV, pois se trata de um projeto de estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais. Conforme o próprio inciso citado, uma das formas de estimular o conhecimento dos bens e valores culturais é mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
O projeto se enquadra como pesquisa e, por isso, o limite definido no § 6º da IN Nº1 de 2023 não se aplica a este projeto.
Pesquisa: Este estudo abrangerá uma análise quantitativa de dados públicos relativos à Lei Federal de Incentivo à Cultura (n. 8.313/1991). Para isso, será adotado o recorte temporal de 1995 a 2025, totalizando 30 anos de cobertura dos dados disponíveis. Estabeleceu-se como início o ano subsequente à entrada do Real em circulação em âmbito nacional, quando se atingiu a estabilização econômica em 1995. Assim, todos os valores financeiros analisados tomarão a mesma moeda como base, sem a distorção de índices de inflação discrepantes. Adicionalmente, os valores serão deflacionados a fim de expurgar o efeito inflacionário das cifras nominais e obter os valores em termos reais. Isso oferecerá melhores condições para comparar os valores no tempo. Os dados relativos à Lei Rouanet serão extraídos do sistema Versalic, disponibilizado pelo Ministério da Cultura. A esses dados, serão adicionados dados públicos extraídos da plataforma da Receita Federal sobre as organizações apoiadoras e beneficiadas. Os dados individuais serão anonimizados a fim de proteger as organizações engajadas no mecanismo de incentivo, sejam elas apoiadoras ou beneficiadas. Nesse sentido, não será possível identificar nominalmente qualquer organização, sendo os dados agregados por categorias mais abrangentes, como setor de atuação, área de cultura, estado sede da organização, entre outros. Os dados serão tabulados em um banco de dados estruturado. Dados de identificação pessoal não serão registrados no banco de dados e as organizações serão identificadas por código ID não associado a qualquer informação que permita identificação. A totalidade dos dados conforme registro ficará armazenada em base de dados em separado para fins de garantia da integridade das informações para acessos futuros. O banco de dados da pesquisa será armazenado em computador protegido por senha para acesso e manipulado apenas pelos pesquisadores envolvidos. A análise será estruturada em duas fases. A primeira focará a evolução do mecanismo de incentivo, observando o desempenho do processo ao longo do tempo. A segunda fase, por sua vez, abordará a relação entre apoiadoras e desenvolvedoras de projeto, investigando o fluxo de recursos promovido. De forma mais específica, na primeira fase, serão analisados: Na apresentação de projetos: a. número absoluto de organizações que apresentaram projeto(s); b. número absoluto de projetos apresentados; c. número médio de projetos apresentados por organização; d. valor total dos projetos apresentados; e e. valor médio dos projetos apresentados, todos desagregados por ano, por estado e por área de cultura do projeto.Na aprovação de projetos: a. número absoluto de organizações que tiveram projeto(s) aprovado(s); b. número absoluto de projetos aprovados; c. número médio de projetos aprovados por organização proponente; d. valor total de projetos aprovados; e. valor médio de projeto aprovado, todos desagregados por ano, por estado e por área de cultura do projeto. Além disso, será analisada a taxa de aprovação de projetos, entendida como a razão entre o número absoluto de projetos aprovados sobre o número absoluto de projetos apresentados, desagregada por ano, por estado e por área de cultura dos projetos.Na captação para viabilização dos projetos: a. número absoluto de organizações que alcançaram mínimo de captação para viabilização da execução do(s) projeto(s); b. número absoluto de projetos que alcançaram mínimo de captação para viabilização da execução; c. número médio de projetos que alcançaram mínimo de captação para viabilização da execução por organização; d. valor total de projetos que alcançaram o mínimo de captação para viabilização da execução; e. valor médio do projeto que alcançou o mínimo de captação para viabilização da execução, todos desagregados por ano, por estado e por área de cultura. Além disso, será analisada a taxa de viabilização de projetos, entendida como a razão entre o número absoluto de projetos que alcançaram o mínimo de captação para viabilização da execução sobre o número absoluto de projetos aprovados, desagregada por ano, por estado e por área de cultura. A partir da primeira fase, será possível analisar os indicadores de produtividade do processo, observando, principalmente, a evolução nos números absolutos e médios dos projetos apresentados, aprovados e que alcançaram captação mínima; os valores atualizados dos projetos apresentados, aprovados e que alcançaram captação mínima; e as taxas de aprovação e captação mínima, considerando suas distribuições por ano (análise longitudinal), por região (análise de distribuição territorial) e por área de cultura (análise de especialidade técnica). Já na segunda fase, serão analisados os fluxos de investimento incentivados pela Lei Rouanet, observando tanto a evolução do montante canalizado e os fluxos promovidos, quanto o perfil do investimento realizado por doadoras pessoa jurídica, responsáveis pela maior parte do valor investido. Assim, serão analisados: Quanto ao montante do investimento canalizado: a. razão do valor total apresentado em relação ao valor máximo autorizado para financiamento de projetos; b. razão do valor total aprovado em relação ao valor máximo autorizado para financiamento de projetos; c. razão do valor total de projetos que alcançaram o mínimo de captação para viabilização da execução em relação ao valor máximo autorizado para financiamento de projetos; d. razão do valor total de recursos captados em relação ao valor máximo autorizado para financiamento de projetos, todos desagregados por ano.Quanto ao perfil de investimento das organizações apoiadoras: a. número absoluto de organizações doadoras, desagregado por ano, por estado sede e por área de atuação da organização; b. número médio de projetos apoiados por pessoa jurídica, desagregado por ano, por estado sede e área de atuação da organização doadora, e por área de cultura do projeto investido; e c. valor total investido, desagregado por ano, por estado sede e área de atuação da organização doadora, e por área de cultura do projeto investido. Quanto aos fluxos de investimento: a. valor total de recurso investido; b. valor médio de recurso investido por projeto; c. valor médio recebido por organização proponente, todos desagregados por ano, por estado e por área de cultura. Além disso, será analisado o percentual do recurso que fica no estado de origem, considerando o estado sede da organização doadora quando comparado ao estado sede da organização beneficiada. Esse índice será desagregado por ano. A partir da segunda fase, será possível analisar o fluxo de investimento realizado, considerando quanto foi canalizado em relação ao potencial de investimento anual estabelecido para o mecanismo de incentivo; e identificar o perfil das organizações doadoras e os padrões de investimento, considerando, em especial, o nível de descentralização dos recursos por área de cultura e estado sede da organização beneficiada pelo projeto. Os resultados da análise serão compilados em relatório técnico que subsidiará a elaboração de um livro e alimentará plataforma online e interativa de livre acesso pelo público interessado. Plataforma: Os resultados serão disponibilizados em plataforma online de acesso gratuito e aberto ao público, seguindo as principais tendências atuais de visualização de dados. Os dados serão apresentados em dashboards interativos, que permitam a criação de diferentes filtros e visualizações do interesse dos/as visitantes. A plataforma será sediada em sítio digital mantido pela PROSAS. A fim de contribuir para o desenvolvimento de novos estudos com enfoque similar, será publicada, também, nota metodológica descrevendo os procedimentos de pesquisa e estratégias metodológicas adotadas no estudo. Por fim, a plataforma contemplará acesso gratuito a um e-book com os principais resultados do mapeamento, além de textos acadêmicos e/ou de ampla circulação elaborados a partir do estudo. Livro: Formato A4 (297x210mm); Texto dividido em capítulos, com apresentação de dados, metodologia, análises e reflexões; gráficos ilustrativos e comparativos; anexos necessários; Projeto gráfico e diagramação. Versão impressa: 300 exemplares com até 200 páginas; Miolo: couché fosco 150 g/m2 Capa flexível (com orelhas). Versão digital: disponibilizado em arquivo EPUB. Seminário: O seminário será realizado presencialmente, mas também será transmitido ao vivo e online, de forma aberta e gratuita, durante o período vespertino, de 14h às 18h, totalizando 04 horas de evento. Durante a primeira hora e meia, o encontro contará com o lançamento oficial do livro, com apresentação dos resultados sobre a pesquisa sobre o empreendedorismo via Lei Rouanet, além da apresentação da plataforma, dashboard e formas de visualização dos dados disponíveis. Após o lançamento, será realizada 01 mesa, com duração de 2h30, com convidados de referência para debater os resultados apresentados, mediação e rodada para perguntas e respostas. Os nomes dos convidados serão definidos a partir dos resultados da pesquisa, para que dialoguem com os dados apurados.
Acessibilidade Produto Principal: ACESSIBILIDADE FÍSICA: O produto principal trata-se de um livro humanístico, fruto de uma pesquisa, e será realizado de forma remota/ online, portanto, esse item não se aplica ao projeto. Item de custo na planilha: não há necessidade. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Na plataforma online e interativa será disponibilizado, também, ebook em PDF para download gratuito, que poderá ser processado por sistemas de leitura e ampliação de tela ou W3C. Isso propiciará acesso ao conteúdo da pesquisa por pessoas com limitações visuais e pessoas com Daltonismo. Item na Planilha Orçamentária: não há necessidade ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: A plataforma interativa com dashboards sobre os dados da pesquisa contarão com o plugin VLibras, permitindo amplo acesso aos conteúdos publicados. Item de custo na planilha: O software VLibras é gratuito. A legendagem automática estará na despesa relacionada à manutenção do site/ plataforma. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E TEA: O design da plataforma será estruturado de forma previsível e limpa, evitando elementos flutuantes ou excesso de estímulos visuais que possam causar distração ou sobrecarga cognitiva para pessoas neurodivergentes.Item na Planilha Orçamentária: Coordenação Gráfica. Acessibilidade Produto Secundário: ACESSIBILIDADE FÍSICA: O evento será realizado presencialmente, em espaço com medidas de acessibilidade para idosos, pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida, conforme previsto nos Art. 23 da Lei no 10.741, de 1º de outubro de 2003 e Art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Haverá, ainda, infraestrutura adaptada, com rampas de acesso, elevadores, barras laterais e piso tátil, além de adaptação de espaços/equipamentos com o objetivo de priorizar ou facilitar o acesso. Item custo na planilha: não há necessidade porque o espaço com todas as adaptações necessárias será cedido. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS:O seminário presencial contará com recepcionista treinada para receber e conduzir pessoas com deficiência visual. Além disso, o seminário será transmitido online e as pessoas com deficiência visual poderão contar com as ferramentas de acessibilidade dos sistemas operacionais (iOS e Windows). Item de custo na planilha: Recepcionista. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: A fim de propiciar acesso a pessoas com deficiência auditiva, o evento de divulgação dos resultados contará, também, com tradução simultânea do conteúdo falado por um intérprete de Libras. Além disso, o conteúdo gravado será posteriormente disponibilizado de forma gratuita na plataforma desenvolvida, com sistema de legendagem. Item de custo na planilha: Intérprete de libras; sistema de legendagem é gratuito.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E TEA: O evento presencial contará com espaço de descanso com baixo estímulo sonoro/visual, destinado à autorregulação em casos de sobrecarga sensorial que poderá atender pessoas que sintam necessidade. A equipe de recepção contratada orientará os participantes durante o evento, garantindo um atendimento não capacitista que respeite o tempo de processamento e a comunicação de cada indivíduo. A transmissão online será realizada via YouTube, interface altamente reconhecida que permite pausar o conteúdo e reduzir a velocidade para evitar sobrecarga de estímulos. Item de custo na planilha: Espaço cedido, sem custo adicional e Recepcionista com treinamento em Acessibilidade Atitudinal. YouTube tem utilização gratuita.
Todos os produtos desse projeto serão disponibilizados de forma gratuita e amplamente divulgados. O e-book, com resultado da pesquisa, será disponibilizado para download gratuito, as versões impressas também serão distribuídas gratuitamente; o seminário será amplamente divulgado e aberto ao público, sendo transmitido de forma gratuita e aberta no YouTube para qualquer interessado. Enquanto medida de ampliação de acesso, fundamentada no artigo 28, da Instrução Normativa 01/2023, o projeto irá:IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal.
Nome Completo: Thiago Alvim Camargo Função no Projeto: Coordenador Geral Currículo Resumido: Mestre em Administração pela UFMG e graduado em Administração Pública pela Fundação João Pinheiro. É sócio fundador da empresa Prosas e consultor com vasta experiência em Gestão Pública, com atuação em projetos de diversos Estados e Governo Federal, e em serviços para organizações como Instituto Publix, Fundação Dom Cabral e Banco Interamericano de Desenvolvimento. Foi membro da carreira de Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental do Governo de MG com atuação nas áreas de Planejamento e Saúde. No setor cultural, atuou como Coordenador de Planejamento do Instituto Inhotim, onde foi responsável por conceber estratégias de sustentabilidade, melhorias de gestão, elaboração e gestão de projetos culturais . Entre outras publicações, é autor dos capítulos: Reflexões sobre o Financiamento Público da Cultura” do livro “Competências Criativas”, publicado pelo Instituto Una de Responsabilidade Social e Cultural; “Lei Rouanet: Salvaguarda para a produção cultural em tempos de crise” do livro “Gestão Cultural e Diversidade: do Pensar ao Agir", publicado pela Editora da UFMG. Nome Completo: Caroline Xavier Função no Projeto: Coordenadora Técnica Currículo Resumido: Possui formação em Ciência de Dados e Analytics pela PUC-Rio e em Processos Gerenciais pelo Centro Universitário Celso Lisboa, além de certificações como Scrum Product Owner e ScrumMaster. Acumula mais de 10 anos de experiência em Gestão de Produto e Dados. Ao longo de sua carreira, liderou equipes multidisciplinares em empresas como Pulses by Gupy e Americanas S.A., especializando-se no desenvolvimento de produtos, gestão de dados e implementação de metodologias ágeis. Atuou como Consultora de Dados na Prosas no desenvolvimento da nova visão estratégica para a área de dados, com foco na estruturação de uma plataforma para suprir as necessidades de ingestão e processamento de dados públicos, como Receita Federal, Lei de Incentivo ao Esporte, Lei de Incentivo à Cultura e outros; e também na implantação da Academia de Dados Prosas, uma iniciativa focada na democratização e disseminação do conhecimento em dados. Nome Completo: Ana Paula Rodrigues Diniz Função no Projeto: Pesquisadora Currículo Resumido: Professora no Insper Instituto de Ensino e Pesquisa, e coordenadora do Núcleo de Estudos de Diversidade e Inclusão no Trabalho. Bacharel e Mestre em Administração pela UFMG e doutora em Administração Pública e Governo pela FGV-EAESP. Foi professora em Administração da Essex Business School, no Reino Unido, e Post-Doctoral Researcher. Coordenou a Unidade de São Paulo da Nexo Investimento Social, que foca em projetos socioculturais incentivados, e foi Analista no Escritório de Prioridades Estratégicas do Governo de Minas Gerais. Dedica-se ao estudo de políticas públicas e privadas para a promoção da igualdade no mercado de trabalho. Interessa-se, ainda, por mecanismos de articulação e mobilização de agentes públicos e privados no desenvolvimento de políticas públicas. Nome Completo: Vinicius Picanço Rodrigues Função no Projeto: Pesquisador Currículo Resumido: Ph.D. em Engenharia pela Technical University of Denmark (DTU), graduado e mestre em Engenharia de Produção pela UFSCar, e com título de especialista em Logistics and Supply Chain Management pelo MIT, é professor no Insper e honorary fellow da Universidade de Strathclyde, no Reino Unido, atuando nas áreas de Sustentabilidade e Operações em programas de graduação, pós-graduação e educação executiva. No terceiro setor, Vinícius atuou em diversas organizações, com destaque para o tema de educação com foco em jovens e adultos vulneráveis e de baixa renda. Hoje é conselheiro do The Good Food Institute no Brasil. Atuou também como consultor e pesquisador em diversas empresas. Além da experiência com pesquisa científica, gestão e formação de organizações sem fins lucrativos, é fundador de duas startups de tecnologia premiadas no Brasil e de uma consultoria voltada para a sustentabilidade na Dinamarca.
DILIGÊNCIA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.PROJETO LIBERADO PARA DECISÃO DO ANALISTA.