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Este projeto tem por objetivo principal a implantação, organização e difusão do acervo do artista José Roberto Aguilar. A proposta prevê a realização de tratamento arquivístico e constituição de uma base de dados digital com catalogação das obras e documentos, bem como a criação de uma plataforma digital (site) para difusão do conteúdo do acervo, com uma estrutura de comunicação e de conteúdo inicial delimitado. Contempla ainda a produção de2 minidocumentários comentados pelo artista.
O Site e o banco de dados serão constituídos por cronologia, documentários, por uma Biblioteca/Midiateca, pelo Arquivo e acervo artístico produzido ao longo da vida do artista Aguilar. Esse conjunto documental permitirá sua atuação como referência para pesquisa na área. Os recortes para sua constituição deverão ser especificados em projeto a ser desenvolvido posteriormente como um centro de documentação e referência. Será desenvolvida com base nas necessidades do acervo, uma normatização para a consulta dos originais que estarão acondicionados em Reserva Técnica, assim como regras para reprodução e utilização de cópias dos documentos históricos. Possivelmente serão incorporados posteriormente objetos que completem e valorizem o acervo. Ainda nessa etapa haverá a Implantação do Banco de Dados propriamente dito. Esse Banco de dados funcionará em rede e disponibilizará parte das informações processadas junto ao acervo. Haverá, alguns níveis de acesso aos dados, tendo em vista, informações que devem ser resguardadas devido aos direitos de autoria, uso de imagem e associação da imagem do artista, que está vivo e atuante. Além do Banco de Dados que viabilizará pesquisa e acesso público abrangente, será disponibilizado um site sobre a obra do artista. O propósito do site é tornar público e destacar os conteúdos do acervo e conter, na sua estrutura, páginas que facilitem a compreensão e visualização das diversas áreas de atuação do artista facilitando o acesso a vídeos, publicações, fotos e documentos. Além disso o site contemplará informações sobre o artista, sua biografia, o acervo, entrevistas e documentários, artigos, notícias, a disponibilização de versão digital, em formato PDF do livro impresso sobre o artista, "Aguilar - 1990-2010", publicação bilingue, em dois volumes, de 2013, e 02 filmes curtas-metragens sobre períodos e aspectos relevantes pouco divulgados na trajetória do artista. Os filmes têm como proposta trazer novas informações, vindas do próprio artista, sobre sua obra e o contexto cultural no qual foi realizada, estimular a consulta do acervo e orientar futuras pesquisas no campo da história da arte. Os roteiros serão definidos a partir de entrevistas semi-estruturadas e o processo de edição será construído com os depoimentos do artista e imagens do acervo. Os conteúdos para a realização dos documentários serão definidos pela equipe de curadoria e serão exibidos no site e disponibilizados no YouTube. Pretende-se utilizar fragmentos dos documentários na divulgação do projeto em redes sociais. Estrutura prevista: - Missão, Perfil; - Sobre o artista; - Acervo: pinturas, livros, vídeos, documentos, fotografias; - Entrevistas e documentários - Fale Conosco - Eventos - Artigos/textos - Notícias - Bibliografia - Parceiros
Objetivo Geral: Implantação, organização e difusão do acervo do artista José Roberto Aguilar. Objetivo Específico: 1. Produto TRATAMENTO ARQUIVÍSTICO E CONSTITUIÇÃO UMA BASE DE DADOS DIGITAL: Realização de tratamento arquivístico em cerca de cinco mil itens. Diagnóstico da coleção do artista, a sua organização, higienização, identificação, acondicionamento. Catalogação básica dos temas pré definidos e fichas catalográfica e técnica em banco de dados. 2. Produto PLATAFORMA DIGITAL: Criação de uma plataforma digital (site) para difusão do conteúdo do acervo, com uma estrutura de comunicação e de conteúdo inicial delimitados pela curadoria. O site será estruturado em formato que facilite o acesso à compreesão, a visualização e a contextualização das diversas áreas de atuação do artista: obras, vídeos, publicações, fotos e documentos. 3. Produto 02 FILMES DE CURTAS-METRAGENS: Pesquisa de conteúdo e curadoria, produção de dois audiovisuais para a plataforma digital com duração de até 15 minutos cada, comentados pelo artista com a contextualização histórica e artística de obras para difundir o acervo, com circulação no Youtube, redes sociais e na plataforma digital do acervo (site). 4. Produto CRIAÇÃO DE PÁGINAS REDES SOCIAIS: Criação de página em redes sociais para divulgar o acervo. 5. Produto CRIAÇÃO DE ARTIGOS: Criação de 10 a 20 artigos elaborados por jornalistas especializados para serem utilizados no site e redes sociais do acervo. 9. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Disponibilização no site do acervo de versão digital gratuita do livro AGUILAR, 2013, de autoria de José Roberto Aguilar e Fernanda Sarmento. O livro é bilíngue (português/inglês), com 520 páginas que serão editadas para o formato digital.
O projeto se enquadra no artigo 3º da lei 8313/91, atendendo aos seguintes objetivos: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; O projeto também contempla o artigo 1º. Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Artista plástico, gestor cultural, escritor, compositor e performer, Aguilar é considerado um dos maiores expoentes vivos da cultura contemporânea brasileira, com uma vasta produção artística e cultural. Entrou na cena artística brasileira no início dos anos 1960, quando foi selecionado para participar com três pinturas na VII Bienal São Paulo. A partir daí integra as mais importantes manifestações artísticas do país. Seus trabalhos e intervenções ao longo de seis décadas vão desde a pintura _ passando por videoarte, videoinstalação, performances _ à liderança da Banda Performática. A vasta produção artística e a atuação de José Roberto Aguilar no cenário da cultura brasileira refletem a necessidade de ações de salvaguarda e difusão do seu acervo. Seu percurso artístico e biográfico demonstra a relevância histórica de sua obra e a grande oportunidade da organização do acervo do artista em vida, trazendo informações aprofundadas sobre a obra e contextos históricos dos quais participou. Assim, a realização de dois minidocumentários com testemunhos do artista e imagens do acervo, poderão elucidar períodos relevantes de seu percurso, ainda pouco pesquisados e documentados. Hoje, com 82 anos, Aguilar concentra em seu acervo e arquivos importantes obras e documentos da história da arte e da cultura no Brasil. Compreende quadros, instalações, fotografias, documentos, livros, entre outros, que se encontram na casa e atelier do artista na Bela Vista em São Paulo. O acervo atual é composto por documentos dentre arquivo fotográfico (cromos, negativos e fotografias em papel), material iconográfico, material textual, livros e catálogos, além de cerca de 400 obras bidimensionais como pinturas e tridimensionais como esculturas e objetos de performance.
Currículo resumido Aguilar | 2023 Artista plástico, gestor cultural, escritor, compositor e performer, Aguilar é considerado um dos maiores expoentes vivos da cultura contemporânea brasileira, com uma vasta produção artística e cultural. Entrou na cena artística brasileira no início dos anos 1960, quando foi selecionado para participar com três pinturas na VII Bienal São Paulo. A partir daí integra as mais importantes manifestações artísticas do país. Seus trabalhos e intervenções ao longo de seis décadas vão desde a pintura – passando por videoarte, videoinstalação, performances – à liderança da Banda Performática. Participou de várias edições da Bienal de Arte de São Paulo e realizou inúmeras exposições individuais e coletivas, no Brasil e no exterior - Japão, Paris, Londres, Estados Unidos e Alemanha. Suas pinturas estão presentes no acervo de museus no Brasil e no exterior (Museu de Arte Moderna – Rio de Janeiro, Museu de Arte Contemporânea - São Paulo, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Museu de Arte Contemporânea - Niterói, Museu de Arte Brasileira -SP, Hara Museum-Japan, Austin Museum of Art-US) e também integram importantes coleções particulares (Gilberto Chateaubriand, João Sattamini, Haron Cohen, Greg Ryan, Joaquim Esteves, Jovelino Mineiro, Miguel Chaia, Roger Wright, Ricardo Akagawa, João Carlos Ferraz entre outros). Em meados nos anos 1990 tornou-se diretor da Casa das Rosas, dinamizando aquele espaço cultural com grandes exposições sobre cultura brasileira (1996-2002) e iniciativas pioneiras com arte e tecnologia. O seu trabalho como gestor cultural, ainda pouco divulgado, fez com que fosse convidado pelo então Ministro da Cultura, Gilberto Gil, para ser o representante do Ministério da Cultura em São Paulo (2004-2007). Desde o início dos anos 2000 criou diversas obras inspiradas na Amazônia, onde teve contato com comunidades em locais, próximos ao rio Tapajós, durante as atividades de design e pesquisa desenvolvidas por sua companheira, Fernanda Sarmento. Neste vasto e mágico território, iniciou suas experiências com o látex, a seiva da seringueira, com reflexões sobre o perene e o perecível, a VIDA e a conservação da natureza. Além das pinturas que integram a exposição VIDA, Aguilar produziu a instalação Barco Voador e a Instalação Cinematográfica O Olhar do Boto, na qual o filme é projetada em uma grande tela em frente à água, criando novas interações com os reflexos das luzes. Os espectadores também podem assistir ao filme dentro da água. “A arte nos dá asas para voar e sair do aprisionamento mental e racional. A vida não poderia existir sem arte, a humanidade também não poderia. A arte é um sonho, uma possibilidade de nos expressarmos em formas que nos permitem ir além da sobrevivência e criar unidade entre todos os seres humanos, com toda a humanidade.” Com estas palavras, José Roberto Aguilar define sua concepção de arte durante uma entrevista, o papel que desempenha na sociedade e sua necessidade pessoal de pertencer à humanidade. Neste sentido, o seu trabalho ao longo dos últimos sessenta anos é uma resposta às suas convincentes questões. O uso de uma ampla gama de mídias é a forma como ele atinge seus objetivos e expõe suas ideias em prática. Hoje, com 82 anos, Aguilar concentra em seu acervo e arquivos importantes obras e documentos da história da arte e da cultura no Brasil. Compreende quadros, instalações, fotografias, documentos, livros, entre outros, que se encontram na casa e atelier do artista na Bela Vista em São Paulo onde ele ainda mora e trabalha. Mais informações sobre a obra de Aguilar www.joserobertoaguilar.com.br https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa4002/jose-roberto-aguilar https://www.escritoriodearte.com/artista/jose-roberto-aguilar Revista Bravo - https://youtu.be/GNynhmjpuXk Instagram: aguilar.arte VideoArte - links youtube Circo Antropofágico Teatro Performático - Bienal de São Paulo - 1977, 4 min 30 seg https://www.youtube.com/watch?v=GG_TOroZ578 Matéria Assinada: OSSO - 1999, 4 min 30 seg câmera digital fotográfica https://www.youtube.com/watch?v=av3yyRFRUcI Saíde de Iaôs, terreno de mestre Balbino - Salvador - Bahia - 1978, 15 min https://www.youtube.com/watch?v=D0F5ugCe2as Sonho e Contrasonho - São Paulo and New York - 1981, 25 min VHS e U-matic https://www.youtube.com/watch?v=P8DBxtw0B2A Rio de LUZ - Tokio - 1978, 9 min Betamax https://www.youtube.com/watch?v=4Tscz4Jum54 Lua Oriental – Tokio - 1978, 5 min 43 seg Betamax https://www.youtube.com/watch?v=mVSWCoyDw3k Where is South America - New York and Rio de Janeiro - 1975, 47 min P&B 1/2”open reel https://drive.google.com/drive/folders/1bg2OlxTrBRMFPxpl9eLMYOIW-7GTvoUW?usp=sharing
O Projeto prevê a triagem, catalogação, limpeza e acondicionamento e digitalização de pinturas em tela e do acervo fotográfico. Após o tratamento documental esse material será disponibilizado em base de dados especializada no site do artista e com acesso irrestrito à pesquisa. Fase 1: Diagnóstico, organização e conservação: O primeiro objetivo é realizar o diagnóstico do estado de conservação do acervo e elaborar um cronograma de execução de conservação preventiva. Durante esse processo será realizada a triagem do material fotográfico para estabelecer políticas de conservação futuras ante os seus principais fatores de deterioração (como radiação luminosa, temperatura e umidade), organização dos materiais fotográficos com agrupamento dos conteúdos por tipo, formato, temática e cronológica de acordo com o arranjo pré-estabelecido e estabelecendo lotes de produção para as etapas posteriores, facilitando sobretudo as tarefas de higienização e catalogação sendo estabelecidos os parâmetros para catalogação, definição de rotinas e metas de produção. Higienização: Medida básica para a preservação do acervo, indispensável para a coleção. Por isso nessa etapa serão estabelecidos os parâmetros de guarda, transporte, exposição e pesquisa, mantendo as condições adequadas para não prejudicar nenhum objeto, garantindo assim a integridade da coleção. Será realizada a higienização mecânica realizada com a utilização de pincel soprador e de trincha japonesa para remoção de resíduos superficiais e caso necessario será realizada a higienização aquosa com uso de álcool isopropilico para eliminação de contaminantes (gordura e fungos); Identificação e acondicionamento: Os conjuntos dos documentos do acervo, hoje acondicionados em caixas transparentes plásticas, serão acondicionados em caixa, envelopes de material de conservação neutro que serão identificados com o número de catalogação de cada item dos conjuntos arquivados. Fase 2: Digitalização e catalogação: Digitalização: a) A captura digital das imagens é feita a partir de uma câmera de alta resolução usando mesa estativa e de um scanner dedicado a filmes. b) Os arquivos digitais são, então, complementados com a inserção de metadados da captura da imagem: data, regulagens eletrônicas da câmera e tamanho e características do arquivo original. Nessa etapa, é atribuído um número ao arquivo eletrônico. c) Os arquivos digitais passarão por ajuste de imagem: serão feitas correções básicas, aplicação de marca d’água e gravação final em arquivos de trabalho, gerados em dois formatos, um em JPEG, de fácil visualização, e um DNG, um negativo digital para armazenagem e gerar futuros formatos para impressão gráfica de alta resolução. d) Finalmente, as imagens em JPEG são inseridas no banco de dados e são, então, complementadas com a inserção de informações de captura e referenciais ao documento em questão, como a transcrição de notações de embalagem, assunto, data e personagens representados. e) Migração de suportes digitais obsoletos. Serão migrados os conteúdos de mídias para novos formatos de armazenamento como nuvem e disco rígidos com redundância de informação. O processo de digitalização será realizado por uma empresa especializada em digitalização de acervo documental e de artistas. Ophicinapolygraphica.com. Catalogação: O acervo será descrito em forma de catálogo (unidade documental) em sistema de banco de dados em ambiente web, segundo as diretrizes do trabalho. No processo de catalogação será realizado o input em banco de dados dos documentos digitalizados, possibilitando assim a visualização dos documentos no site do artista, na aba acervo. A plataforma para catalogação e difusão será o Omeka, um banco de dados especialmente projetado para catalogação e gerenciamento de iconografias. A base de dados online funcionará em rede e disponibilizará parte das informações processadas junto ao acervo. Os itens terão informações indexadas e sua utilização deve estar de acordo com a política cultural a ser definida, tendo em vista, informações que devem ser resguardadas devido aos direitos de autoria, uso de imagem e associação a terceiros. O acesso a base de dados se dará em modo de leitura e pesquisa, a ser feita em navegador com finalidade exclusiva para consulta, preservando assim contratos de direitos autorais pré-estabelecidos entre o artista e os veículos que o publicaram seu trabalho ao longo dos anos. ● Revisão dos conteúdos da catalogação; ● Revisão dos parâmetros da base de dados. ● Revisão das referências cruzadas, entre catalogação e o acervo físico. ● Revisão de referências a arquivos digitais. ● Revisão e indexação de glossário. Fase 3: Produção de conteúdo audiovisual, de pesquisa e curadoria, e divulgação.
1) Plataforma Digital (site): audiodescrição e intérprete de libras. 2) 02 Filmes Curtas-Metragens: audiodescrição, intérprete de libras e legenda descritiva.
Os produtos desse projeto - site com acervo do artista (obras, vídeos, publicações, fotos e documentos, etc), 02 filmes curtas-metragens e a versão digital, em formato PDF, dos capítulos do livro "Aguilar", publicação bilingue, em dois volumes, de 2013, (contrapartida) não serão comercializados. Serão disponibilizados integralmente à pesquisadores, estudantes, artistas e ao público em geral. Por se tratar de produtos digitais, o alcance será ilimitado e impulsionado pelas páginas de redes sociais previstas nesse projeto.
1) Fernanda Sarmento | Coordenação/curadoria e Direção de arte - Proponente Designer visual, pesquisadora, curadora e professora nos cursos de Design e de Arquitetura da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade de São Paulo (USP). Possui Doutorado em Design (FAU/USP, 2014) e pós-doutorado (FAAC/UNESP, 2019). Tem acompanhado de perto a trajetória de Aguilar desde 1994, colaborando com vários de seus projetos. Coordenou e foi responsável pela edição e projeto gráfico do livro sobre o artista José Roberto Aguilar (2013). Trata-se de um livro reunindo as principais obras da carreira do artista, inseridas em seu contexto de origem, traçando um panorama da cena cultural brasileira desde a década de 1960 até 2010. Edição bilíngue, composta por dois volumes distribuídos em 520 páginas. Em 2014 o livro foi premiado como melhor publicação na categoria Artes Visuais/Obra Gráfica pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Iniciou sua carreira como designer na revista Domus, em Milão/Itália e possui grande experiência com design gráfico e editorial. Seu estúdio, fundado em 1994, se dedica a projetos gráficos e editoriais de livros, catálogos e revistas, sites e identidade visual. Foi co-fundadora e diretora de arte da Revista Arc Design e responsável pelo projeto gráfico e direção de design da revista experimental de cultura A REVISTA, do Instituto Takano. Em 2018, foi curadora da exposição Design Brasil Século XXI, e do Ciclo de palestras sobre design e sustentabilidade no Brasil no Centro Cultural do Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo. Seus projetos como designer gráfica estão presentes em livros sobre o design brasileiro, como as publicações: “Linha do tempo do Design Gráfico” (Cosac Naify, 2011), “Design brasileiro hoje: Fronteiras” (MAM-SP, 2009), entre outros. Mais informações: www.fernandasarmento.com | http://lattes.cnpq.br/7619366238009927 2) Cláudia Vendramini Reis | CPF 073.247.308-09 - Funções no projeto: Consultoria CV: http://lattes.cnpq.br/8520728562780929 -Museóloga | COREM 4R 357 II -Produtora cultural | Claudia V. R. Produção Cultural CNPJ 13.889.039/0001-53 Mestre em Ciências, pelo Programa de Pós-Graduação Interunidades em Museologia, PPGMUS-USP (2017), especialista em Gestão de Projetos Culturais pelo Centro de Estudos Latino-Americanos sobre Comunicação e Cultura, CELACC – ECA/USP (2014) e licenciada em Educação Artística pela Faculdade de Artes Plásticas, FAAP (1988), ambos em São Paulo. Possui experiência profissional na área das Artes Visuais como educadora, pesquisadora, assistente de curadoria e produtora cultural, atuando principalmente em: arte moderna e contemporânea; design, artesanato e culturas tradicionais e populares no Brasil; exposições de arte, projetos culturais, educativos e museológicos. Foi produtora cultural na Casa das Rosas, na gestão de José Roberto Aguilar, entre 1995 e 1998 e assistente de curadoria e gerente de projeto dos módulos Arte Moderna e Contemporânea da Mostra do Redescobrimento, em 2000. Colaborou com A CASA Museu do objeto brasileiro, no núcleo de pesquisa e como consultora de projetos e de exposições, entre 2003 e 2015. Foi coordenadora geral de produção da 29a Bienal de São Paulo (2010) e colaborou com o programa educativo na 32a. Bienal (2016). Foi gerente do Programa Educativo da Fundação Bienal de São Paulo entre 2017 e 2019 e desde 2016 é professora colaboradora no curso de pós-graduação do CELACC – ECA/USP, ministrando a disciplina Gestão de Projetos Culturais. Recentemente produziu a mostra Quarentine, no Sesc Ipiranga, em São Paulo, entre dezembro de 2021 e junho de 2022. Talita Desserie Santos | CPF - 36308010804 Coordenador de Conservação e Catalogação É pós graduanda no curso de Museologia, Curadoria e Colecionismo (Belas Artes), cursou Bacharelado em História (Fundação Santos André), Assistente de Conservação Preventiva e Restauro de Papel e Fotografia (Senai Theobaldo de Nigris) e Oficina de Conservação e Restauro de Fotografia com Luis Pavão (Lupa- Lisboa). É gestora e conservadora responsável pela conservação preventiva, catalogação e restauro do Acervo Artístico Ivald Granato desde 2017 e do Projeto Fernando Zarif desde 2015. Trabalhou como restauradora de fotografia e papel no Ateliê Margot Crescenti de 2013 a 2016. Atuou como técnica de Conservação no Projeto Fotografias do Jornal Última Hora. - Arquivo do Estado (2013-2015) e no Projeto de higienização e catalogação de acervo do conservatório dramático e musical de São Paulo (2012-2013). Coordenou o Projeto de Preservação e Higienização de Hemeroteca da Biblioteca Mário de Andrade (2012-2013) e foi assistente de acervo na Casa do Olhar Luiz Sacilotto - Prefeitura Municipal de Santo André (2011). Gerson Tung Cursou Bacharelado em Artes Plásticas (UNESP) e Bacharelado em Fotografia (SENAC). Desde 2000 atua em produção editorial e iconográfica para livros e catálogos de exposição. Foi responsável pelos projetos gráficos das publicações Arquitetura do Vale do Paraíba (Editora Unesp/SESC edições - 2014), Catálogo Museus do CAIS (Proac 14/2012), Lá do Leste (LISA-USP/2013), Manual do Ecocidadão (Sec. de Estado do Meio Ambiente–SP/2012), Oratórios barrocos (MAS–SP/2011),Vestes Sagradas (MAS–SP/2011), Caderno de Recursos hídricos (Coordenadoria de Educação Ambiental - Sec. de Estadodo Meio Ambiente/2010), Hydros IV (Mexichem – México/2010), Aqua Vitae (Satori-Mexichem – México/Brasil. 2010~2012.Prêmio Aberje 2010 - melhor mídia impressa), Anais do IV Encontro Brasileiro de Palácios, Casas-Museu e Casas Históricas(Casa Civil do Estado de São Paulo/2010), Machado de Assis: Relíquias Culinárias (Editora da Unesp/2010. Prêmio Jabuti2011 - categoria de gastronomia), Arte Sacra: Gênese da Fé do Novo Mundo (Imprensa Oficial/Casa Civil do Estado de SãoPaulo/2007), Artes e Etnias (Editora da Unesp/Imprensa Oficial/2006) e Noivas da Seca (Editora da Unesp/2006). E projetosinterativos: Sexta Feira. www.revistasextafeira.com.br (LISA-USP/2013), Lá do Leste. www.ladoleste.org (LISA-USP/2013),Project Hydros. www.projetohydros.com (Mexichem – América Latina–2011-2012), Bienal 50 anos – Homenagem a Ciccillo Matarazzo - CD ROM (Fundação Bienal de São Paulo–2001). Colaborou em projetos editoriais com: o Instituto de Arte Contemporânea-SP, CPC-USP, LISA-USP, MAM-SP, SESC-SP, CEUMA-USP, Editora da Unesp, Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, Museu de Arte Sacra, Casa Civil do Estado de São Paulo e CCBB-SP. Foi responsável nos projetos de digitalização: Acervo documental de Antonio Dias –IAC/SP. 2023; Desenhos arquitetônicos de Vilanova Artigas - Fundação Serralves. Portugal. 2023; Desenhos arquitetônicos de Rino Levi, Warchavchik Lina Bo Bardi - Yale University. 2023; Desenhos arquitetônicos de Waldemar Cordeiro - Princeton University. 2023; Acervo dos catálogos de exposição do MAM de 1949 a 2013 – MAM/SP. 2023. Acervo documental de Paulo Bruscky – IAC/SP. 2023; Acervo Ivald Granato - Prêmio do edital PROAC nº 28/2021. 2022; Vilanova Artigas: Drawing Models - Architekturforum Zürich. 2022; Acervo Gianni Ratto – SESC/SP, São Paulo. 2016; Acervo documental parcial de Wesley Duke Lee – Instituto Wesley Duke Lee, São Paulo. 2016; Acervo documental parcial de Sebastiana Melo Freire – CPC/USP, São Paulo. 2016; Acervo documental parcial de Luiz Sacilotto–IAC. São Paulo. 2016; Acervo documental de Lothar Charoux – IAC. São Paulo. 2015; Acervo documental parcial de Judith Lauand–IAC. São Paulo. 2015; Acervo documental de Décio Pignatari – CCSP. São Paulo. 2015; Revista de Antropologia – Departamento de Antropologia - FFLCH/USP, São Paulo. 2015; Acervo documental parcial de Pietro Maria Bardi – Instituto Lina Bo e P M Bardi, São Paulo. 2015; Acervo documental de Sérvulo Esmeraldo – Instituto de Arte Contemporânea (IAC), São Paulo. 2015; Acervo fotográfico parcial do Laboratório de Imagem e Som em Antropologia –FFLCH/USP, São Paulo. 2014; Acervo parcial de Sergio Camargo – Instituto de Arte Contemporânea (IAC), São Paulo. 2014; Acervo parcial de Willys de Castro – Instituto de Arte Contemporânea (IAC), São Paulo. 2014; Acervo parcial de Lina Bo Bardi – Instituto Lina Bo e P M Bardi/SESC Pompéia, São Paulo.2014 e Acervo Revistas USP–CPC/USP, São Paulo. 2014.
PROJETO ARQUIVADO.