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Propomos construir registro dos saberes e conhecimentos das erveiras, a pedagogia e a espiritualidade desse patrimônio cultural imaterial nacional. A metodologia é a cartografia de saberes: no preparo das ervas medicinais, essas erveiras revelam as veredas da memória, crença e ancestralidade, que correspondem às suas vivências cotidianas, o ensinar e aprender os saberes de curar e os conhecimentos sobre as propriedades das ervas. Este conhecimento aponta um banhar-se de aprender: a experiência de sentir e diferenciar as ervas; a importância da relação entre energia espiritual, corpo e mente, evidenciando corporeidades e anunciando expressividades culturais que enriquecem nosso patrimônio intelectual e cultural. O projeto pesquisará as erveiras de Andaraí, Lençóis e Salvador, na Bahia, de Belém, no Pará, de Cruzeiro do Sul, no Acre. O projeto será construído por PESQUISA, pelo REGISTRO DO BEM IMATERIAL e, por fim, a publicação do LIVRO-DOSSIÊ sobre as erveiras como produto principal.
PESQUISA PROJETO DE PESQUISA - INTRODUÇÃO Dotado do pensamento complexo, o Homo sapiens distingue-se de outras categorias de seres vivos por sua capacidade de produzir informações sobre o meio que, ao serem convertidas em conhecimento por determinados processos mentais, destinam-se a orientar as ações humanas no mundo. Isto é, produzir sentido sobre o que se observa, ouve e sente e, após o aparecimento da escrita a 3.500 anos A.C., sobre o que se lê. É a natureza da informação assimilada do meio pelo homem que irá determinar o tipo de conhecimento a ser mentalmente construído. Assim, do ponto de vista didático, os manuais de ciência costumam distinguir as modalidades de conhecimento em comum, religioso, filosófico e científico, porém, sem dedicar atenção ao chamado conhecimento tradicional. As experiências, conhecimentos e a própria existência dessas mulheres escolhidas para serem protagonistas desta pesquisa fazem parte do “universo do outro lado da linha abissal”. Consiste num sistema de distinções visíveis e invisíveis, sendo que estas últimas fundamentam as primeiras. As distinções invisíveis são estabelecidas por meio de linhas radicais que dividem a realidade social em dois universos distintos: o ‘deste lado da linha’ e o ‘do outro lado da linha’. A divisão é tal que ‘o outro lado da linha’ desaparece como realidade, torna-se inexistente e é mesmo produzido como inexistente. Inexistência significa não existir sob séculos mesmo com todo o Poder da Matriz Colonial operando. As subjetividades que estas erveiras carregam consigo encontram-se no lado da face colonial desse paradigma, composto pelo tripé da colonialidade (saber, poder, ser). Mas, ao mesmo tempo, decolonizam esse panorama, e é aqui que reside a grandiosidade dessa pesquisa. As erveiras são mulheres que detêm conhecimentos sobre as propriedades das plantas para curar alguma doença ou mal-estar físicos. São mulheres amigas das plantas e profundamente arraigadas a estas. Tais saberes são relevantes a ponto de o próprio Estado brasileiro reconhecer como política pública de saúde o manejo dos fitoterápicos e das plantas medicinais para tratamentos de doenças. O paradigma da Modernidade inaugurado no século XV por Espanha e Portugal no continente latino-americano, traz consigo a face da Colonialidade. Esse paradigma estava (e continua) assentado nas necessidades da dominação capitalista imperial e na colonialidade, com o auxílio de outros sistemas de dominação, como o patriarcado e o racismo. A América Latina, pois, foi o grande laboratório de engendrar vida à Matriz Colonial. Este grande território serviu de teste para o racismo a serviço do colonialismo, ademais de ser o continente fundacional deste, e, portanto, da modernidade. Para tanto, a Matriz Colonial estruturou-se em três grandes pilares: colonialidades do poder, do saber e do ser. É mais especificamente com as colonialidades do saber e do ser, que esta proposta irá caminhar, pois aí estão postos os recortes de validade de conhecimentos, lugar de enunciação de fala e as subjetividades de raça e gênero das parteiras, erveiras e qualquer modo de ser relevante ou compreensível. Tudo aquilo que é produzido como inexistente é excluído de forma radical porque permanece exterior ao universo que a própria concepção de inclusão considera como o ‘outro’. A característica fundamental do pensamento abissal é a impossibilidade da co-presença dos dois lados da linha. O universo ‘deste lado da linha’ só prevalece na medida em que esgota o campo da realidade relevante: para além da linha há apenas inexistência, invisibilidade e ausência não-dialética. Outro aspecto que demonstra a relevância de pôr em diálogo o conhecimento científico e tais saberes e ofícios, é que se complementem, pois estes últimos apresentam a potencialidade em abordar o/a humano/a na sua integralidade tão fragmentada e especializada pela Modernidade, já que se trata aqui de dimensões humanas que vão além da razão. O respeito às tradições é o principal pilar no qual se sustentam as mulheres que praticam a medicina curativa e os benzimentos ou rezas. É no sentido de auxiliar no resgate, na valorização, na manutenção da cultura popular, dessas memórias, na (re)existência das subjetividades decoloniais dessas mulheres, denominadas “Otras Modernidades”, que é fundamentada a importância deste trabalho de pesquisa cultural. Além desses pontos, traz-se também o compromisso e a ética para construir relações decoloniais. Os estudos decoloniais e as Epistemologias do Sul são posturas, antes de tudo, de vida e estar no mundo que tem sido materializadas também dentro das Instituições de Ensino Superior ao redor do Sul do Mundo. Este trabalho vem na intenção de fortalecer tais estudos dentro do seio da produção cultural nacional, junto à comunidade, no caso das mulheres sujeitas da pesquisa, e à identidade latino-americana construída pelas lutas resistentes das mulheres nas suas diversas frentes, política, artística, intelectual, etc. REGISTRO DO BEM IMATERIAL O registro será instrumento de preservação, reconhecimento e valorização das erveiras como patrimônio imaterial do Brasil, assim, o reconhecimento como um bem cultural que contribui para a formação da sociedade brasileira. LIVRO Compilação do resultado da pesquisa enquanto produto intelectual com textos, imagens e ilustrações que acompanharam as expressões de saber-fazer das erveiras nas 5 (cinco) localidades da pesquisa. A estrutura inicial será: CAPÍTULO 1 - INTRODUÇÃO CAPÍTULO 2 - O SABER-FAZER DAS ERVEIRAS CAPÍTULO 3 - ERVEIRAS DE ANDARAÍ CAPÍTULO 4 - ERVEIRAS DE LENÇÓIS CAPÍTULO 5 - ERVEIRAS DE SALVADOR CAPÍTULO 6 - ERVEIRAS DE BELÉM CAPÍRULO 7 - ERVEIRAS DE CRUZEIRO DO SUL CAPÍTULO 8 - CONSIDERAÇÕES FINAIS
OBJETIVO GERAL Trata-se de realizar um registro dos saberes e conhecimentos das erveiras, e as dimensões educativa e espiritual desse patrimônio cultural imaterial nacional, por meio de uma pesquisa sobre o saber-fazer das erveiras das regiões de Andaraí, Lençóis e Salvador, na Bahia, Belém no Pará e Cruzeiro do Sul no Acre. A pesquisa implica tanto nos relatos dessas mulheres, suas atividades no domínio das ervas, como a indicação de remédios naturais, por exemplo, quanto nos relatos sobre as atividades que realizam em suas casas, como as produções dos perfumes, dos sabonetes, das garrafadas etc. Quem são essas mulheres? São as erveiras que nos contam as suas experiências, seus medos, suas crenças, seus saberes, suas histórias pessoais, seus amores e desamores, um banho-de-cheiro de afetos, resistências, sobrevivências, sabedorias, aprendizados, segredos e poder. Logo, são cores, sabores, vozes e silêncios, corpos/mentes em movimento de sobre _ vivências, gestadas nas práxis dessas mulheres, de conhecer/intervir no mundo, por meio da cognição e do sentir por meio das ervas. As memórias dos modos de trabalhar, das formas como aprenderam/aprendem e ensinaram/ensinam sobre o preparo das ervas com propriedades medicinais e os saberes dessas mulheres dizem respeito a reconhecerem-se como erveiras. Nesse sentido, compreende-se a autonomia do ser erveira referente aos seus potenciais criativos de elaborar os seus produtos, às suas percepções sobre saúde física e espiritual, aos seus modos de experienciar as propriedades medicinais dos recursos naturais, aos seus atos comunicativos pelos quais compartilham os seus saberes, ensinam e aprendem. Nos seus modos de saber-fazer há singularidades, mediante a experiência que cada uma tem com a manipulação das ervas medicinais e como desenvolve o seu cotidiano de trabalho. Por isso, há saberes, no plural, que compõem a arte de ser erveira. Diante disso, saber como reconhecer uma folha, uma casca, uma raiz e a propriedade medicinal de cada um desses recursos naturais, saber a potencialidade destes quando combinados, quando colocados em alta temperatura ou em infusão no líquido, são atos de saber que envolvem gestos, palavras, sentidos aguçados, referente ao toque, ao cheiro de cada erva medicinal. Logo, são combinados códigos de convivência, compartilhados os saberes, vivenciados ensinos e aprendizagens. É essa a nossa proposta de pesquisa. Pelo exposto, a pesquisa se baseia em procurar saber como as erveiras desenvolvem os seus modos de saber-fazer, a dimensão pedagógica e religiosa de suas práticas de trabalho. Assim, o projeto buscará identificar os saberes e as formas de aprendizagens que constituem o trabalho das erveiras, descrever e analisar a dimensões pedagógica e religiosa presentes nos modos de saber-fazer das erveiras e, por fim, identificar as contribuições dos saberes e das aprendizagens vivenciadas pelas erveiras para a construção da educação intercultural. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1.1 PESQUISA BIBLIOGRÁFICA: realizar uma pesquisa sistemática sobre o ofício das mulheres erveiras nas regiões a serem pesquisadas. 1.2 PESQUISA DE CAMPO: realizar viagens de pesquisa para entrevistar e acompanhar o cotidiano dessas mulheres em seus ambientes de trabalho e em seu convívio familiar. 1.3 PESQUISA: promover um grupo de pesquisadoras e pesquisadores para mapearem, identificarem e ampliarem os conhecimentos sobre o ofício da erveiras. 1.4 REGISTRO DO BEM IMATERIAL: executar o registro do ofício das erveiras enquanto patrimônio imaterial nacional. 1.5 PUBLICAÇÃO DO LIVRO-DOSSIÊ: preparar, organizar e produzir LIVRO-DOSSIÊ apresentando o resultado da pesquisa.
O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; e VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; e d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
PROPOSTA CONCEITUAL DA PESQUISA As erveiras são pessoas que sabem colher, indicar, elaborar e administrar plantas para cura. Esta prática é um representativo ponto de encontro entre permanências e rupturas culturais que se manifesta através do conhecimento tradicional para o cuidado da saúde em todos os aspectos: físico, emocional, espiritual. Um conhecimento construído na relação entre culturas milenares, desde os primeiros contatos interétnicos e no entrecruzamento das nossas principais matrizes culturais. Apesar do predomínio da medicina moderna, as erveiras ainda podem ser encontradas em todas as regiões do Brasil. Faz-se notar que, apesar das diferentes características históricas e geográficas de cada uma dessas regiões, o oficio e os saberes das erveiras encontra-se presentes. A tentativa de eliminar a cultura tradicional apresenta várias facetas, ainda mais quando diz respeito a tradições associadas a populações indígenas, caboclas e quilombolas. Além do pouco reconhecimento social, e baixa remuneração financeira, erveiras relatam sofrer discriminação religiosa e racial. Muitas vezes, essa tradição é oprimida e representada pejorativamente como rituais decurandeirismo e simpatias demoníacas. Por ser uma prática adquirida através do convívio cotidiano e da oralidade a discriminação acaba afastando cada vez mais o interesse dos jovens por esse antigo ofício, o que coloca em risco a transmissão desse conhecimento tradicional. O saber dominante não reconhece, impede e descarta a existência de uma pluralidade de sujeitos e caminhos que levam ao conhecimento da natureza e do universo, tratando essa diversidade como erva daninha. Apesar de tudo isso, as erveiras foram, e aindasão, responsáveis pela saúde de centenas de famílias, em diferentes regiões do Brasil. Assim, buscamos: (a) reconhecer a importância das erveiras para a saúde e o bem-estar da comunidade em que vivem; (b) registrar, divulgar e preservar esse ofício, que também pertence à história e ao patrimônio cultural do Brasil; (c) valorizar e contextualizar a existência dessa prática, para combatera discriminação, estimular atitudes críticas e cidadãs, além de melhorar autoestima dos portadores desse conhecimento tradicional; (d) sensibilizar e gerar interesse dos participantes do projeto e de sua comunidade para buscar o inter-relacionamento, a mobilização e aprática do envolvimento social por meio da pesquisa.
LIVRO-DOSSIÊ PAGINAÇÃO: 300 páginas. DIMENSÕES: 34,5cmx25cm. MATERIAL: Coral Book de 80 gramas, creme.
Para o produto final principal, o LIVRO-DOSSIÊ, o plano de acessibilidade será construído a partir da acessibilidade ao seu conteúdo: 1. Versão em Braille do livro - serão distribuídas 50 cópias para bibliotecas e escolas especializadas. 2. Versão em audiolivro - será disponibilizada em plataforma de vídeo de acesso livre, como o YouTube, bem como a disponibilidade de link para download gratuito.
As formas de democratização do acesso do projeto, seguindo a Instrução Normativa MinC Nº 5 DE 26/12/2017, são: I - doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; e V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22.
VANESSA SANTOS DE OLIVEIRADirigente da produtora A dirigente da produtora realizará a atividade remunerada de PESQUISADORA no projeto. Ela também fará, sem remuneração, a coordenação executiva do projeto. Currículo: DONA VILMA / DiretoraNovembro de 2016 no Festival Kinoarte de Cinema de Londrina - Paraná.[2016, fic, 25 min, cor, HD]Projeto MITOLOGIA DO ORIXÁS / Instrutora de Danças e Ritmos dos OrixásMaio - 2016 - Londrina - ParanáProjeto vinculado ao PROMIC - Programa Municipal de Incentivo à Cultura de Londrina.Curso de JOALHERIA DE AXÉ /InstrutoraNovembro - 2019 - CCSP - CENTRO CULTURAL SÃO PAULO - São Paulo - SPA vivência apresenta conceitos e técnicas, especificamente das jóias de axé do candomblé brasileiro.INDUMENTÁRIA E PERFORMATIVIDADE DOS ORIXÁS/Curadora e instrutoraMAIO DE 2019 - Piso Flávio de Carvalho - CCSP - CENTRO CULTURAL SÃO PAULO - São Paulo - SPCom Vanessa Oliveira (ekedi e artista), Eduardo Brechó (músico percussionista), Marcos Verdugo (pesquisador) e equipe do Ateliê Vivo.A instrutora apresenta um laboratório que busca investigar algumas características da cultura africana e de sua diáspora, sobretudocircunscritas em torno de questões de performance e construção da identidade nas indumentárias ("asó”) de orixás dos candomblésbrasileiros. Assim, é um espaço de subjetividades e da experiência de múltiplas linguagens que compõem o imaginário estético dessasvestimentas. Propostas e projetos de criação de uma indumentária de orixá serão desenvolvidos, introduzindo pesquisas, discussões e acompanhamento criativo. Combinando linguagens, processos e técnicas, estimulamos o pensamento da indumentária dos orixás deforma expandida.IMAGINAÇÃO POLÍTICA E SUBJETIVIDADE - Qual moda para qual mundo? / CuradoraMaio - 2022/23 - INSTITUTO CASA DE CRIADORES - São Paulo - SPAulas e palestras para turmas do Instituto Casa de Criadores.AFROFUTURISMO & MODACurso presencial com o Dr. em Filosofia Africana Marcos VerdugoDezembro - 2022 - Biblioteca Municipal 'Mário de Andrade' Palestra & debates sobre o tema.SABERES ANCESTRAIS SOBRE PLANTAS E ERVASRoda De Ewé - O poder mágico das plantas: introdução no uso de plantas medicinaisCiclo de encontros RODA DE EWÉ, idealizado pelo Manifesto Crespo, propõe trocas de informações sobre o uso das ervas para obem-viver, bem como a valorização destes saberes e das pessoas que os mantém em salvaguarda.AGOSTO - 2022 - SESC 'Bom Retiro'ㅡFormação Academia Internacional de Cinema – Formação em Assistente deDireção Superior Incompleto;Fotógrafa - Escola de Fotografia Profissional Focus - 2012.Atuação Profissional: Direção; Direção de Set; Fotografia, Registros e Pesquisa para acervo documental; Fotografia Still. MÁRCIO AUGUSTO ROCHA Coordenação editorial(EDITOR) FORMAÇÃO Pós-graduação em Metodologia do Ensino Superior – Unopar – Londrina – conclusão em 2012 Graduação em Comunicação Social – Hab. Jornalismo – Universidade Estadual de Londrina – conclusão em 1992 EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Outubro de 2009 até agora – BR ComunicaçõesCargo: JornalistaPrincipais atividades: Jornalista – Prestador de serviços de produção de textos jornalísticos para a Revista ELO (publicação voltada para os médicos cooperados da Unimed Londrina), boletins eletrônicos e produção de conteúdo para o site da Unimed Londrina; prestador de serviços de reportagem para a Revista Carga Pesada (www.cargapesada.com.br); repórter freelancer da revista da Associação Comercial e Industrial de Londrina (ACIL). Assessoria de Imprensa para o Camarote Brahma ExpoLondrina 2014. Assessoria de Imprensa Aurora Shopping entre janeiro de 2016 e setembro de 2019. Janeiro a Abril de 2010 – RIC TV RECORD Londrina Cargo: Repórter 2004-2019 - Integrante da equipe de Assessoria de Imprensa do FILO – Festival Internacional de Londrina 2010–2013 - Integrante da equipe da Equipe de Assessoria de Imprensa do FML – Festival de Música de Londrina 2004 – 2013 – Integrante da equipe de Assessoria de Imprensa da ExpoLondrina Setembro de 2007 a Agosto de 2009 – Colégio UniversitárioCargo: Assessor de ImprensaPrincipais atividades: Elaboração de releases para divulgação de atividades do Colégio; geração de conteúdo para o portal da internet do colégio, redação e edição da Revista Ensaio (publicação dirigida do Colégio Universitário); coordenação do Programa de TV Universo, com alunos do Colégio. Fevereiro de 1994 a Fevereiro 2004 – Folha de Londrina Cargo: Repórter, redator e editorPrincipais atividades: entrevistas, reportagens, sendo oito anos dedicados à editoria de economia e agronegócios; edição Junho 1993 a janeiro 1994 - Folha de São Paulo – caderno Folha Norte – São José do Rio Preto (SP) Cargo: repórter Setembro a Dezembro de 1991 – Rádio Alvorada de Londrina Cargo: Repórter Agosto de 1986 a Janeiro de 1988 – Verdiesel S/A Cargo: Auxiliar de Departamento Pessoal MARCOS VERDUGO Pesquisador Será responsável pelo desenvolvimento, pesquisa, produção e montagem dos elementos conceituais e técnicos do projeto de pesquisa; também será o coordenador dos pesquisadores bolsistas. Doutor em filosofia nas áreas de filosofia contemporânea africanas e latino-americanas. Pesquisador e produtor cultural. Desenvolve projetos sobre o imaginário da arte africana e as dimensões políticas e simbólicas da diversidade nas sociedades contemporâneas. É editor da coleção Estéticas Decoloniais pela editora Entrelugares e membro-pesquisador da Bienal de Arte de Dakar (Senegal).
PROJETO ARQUIVADO.