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A FBAC é um evento anual do campo das Artes Visuais, com ênfase na promoção da arte contemporânea e no fortalecimento da economia criativa do Distrito Federal. A ação, em sua 3ª edição, conta com exposições, oficinas, palestras, programa de acompanhamento crítico e premiações.
Não se aplica.
Objetivo Geral - Realização da 3ª edição da FBAC, com duração de 5 dias presencialmente e 30 dias online, através do site, com ênfase na promoção da arte contemporânea e no fortalecimento da economia criativa do Distrito Federal. Dentre as diversas iniciativas que compõem a programação, estão: Objetivos Específicos Produto: Festival/Mostra - Ocupação do espaço expositivo da FBAC por 23 galerias, com acervos e projetos curatoriais próprios, sendo pelo menos 15 do DF, incluindo estande especial de vencedores, e no máximo 8 de outros estados. - Feira de troca de fotografias, onde todos poderão, independente de renda ou classe social, formar uma própria coleção baseada na troca de suas próprias produções com demais artistas locais e nacionais. Produto: Exposição de Artes - Exposição resultante dos processos do Programa de Acompanhamento Crítico, com 2 visitas guiadas e transporte para o público. - Programa de acompanhamento crítico, no qual 5 artistas iniciantes serão contemplados, por meio de convocatória pública, para elaboração de obras de artes para exposição coletiva. Produto: Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual - Ações educativas paralelas à FBAC, com 5 visitas mediadas, 4 oficinas e 2 palestras com grande adesão do público local. Produto: Concurso - Premiação de 3 artistas iniciantes do DF e exibição de suas criações em estande especial na FBAC. - Premiação de 1 artista selecionado pelo conselho curatorial para participação no 1º Programa de Residência da FBAC.
O Brasil, atualmente, abriga duas importantes feiras internacionais de arte. Embora o país seja reconhecido como uma referência de mercado latino-americano, essa presença é predominantemente concentrada na região sudeste, no eixo Rio de Janeiro/São Paulo. Para consolidar a região Centro-Oeste como um polo de destaque no cenário das artes, a Feira Brasília de Arte Contemporânea (FBAC) desempenha um papel essencial, complementando o circuito cultural ao lado de renomados festivais locais. As feiras de arte já estabelecidas no mercado têm a capacidade de atrair um grande número de visitantes, como é o caso da Arte Basel Miami Beach, que promove 20 feiras paralelas e faz com que a cidade receba cerca de 70 mil visitantes, movimento recursos também no âmbito turístico. Para a FBAC se estabelecer como um evento de referência no mercado nacional, capaz de impulsionar ações culturais e fomentar a economia criativa local, é imprescindível o apoio financeiro público e privado, a fim de garantir a gratuidade da programação e alcançar o objetivo de formar um público diversificado. Em 2022, ocorreu a segunda edição da Feira Brasília de Arte Contemporânea - FBAC, com a abertura realizada em 29 de junho no Espaço Cultural Renato Russo. A edição contou com a participação de 14 galerias, sendo 13 do Distrito Federal e 1 de São Paulo. O evento recebeu apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) e mobilizou uma ampla gama de profissionais da área, como artistas, pesquisadores, galeristas, entre outros, além de atrair entusiastas, colecionadores e estudantes. Nesta terceira edição, reafirmamos nosso compromisso com a promoção da arte contemporânea e o fortalecimento da economia criativa no Distrito Federal, por meio de uma programação diversificada, gratuita e de fácil acesso. É de suma importância que galerias, artistas e coletivos com recursos limitados tenham a oportunidade de participar de um projeto como este, ampliando sua presença no mercado de comercialização de obras de arte. Contar com o apoio da iniciativa privada e de parceiros desempenha um papel crucial para a concretização da FBAC, sendo assim, é essencial obtermos a aprovação na Lei de Incentivo à Cultura para garantirmos isenção fiscal e apoio governamental. O projeto cumpre com as seguintes finalidades previstas no Art. 1º da da Lei 8.313/1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para cumprir com essas finalidades, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 3º da Lei 8.313/1991: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
Detalhamento da 3ª FBAC - Feira Brasília de Arte Contemporânea em anexo. Produto: Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual As oficinas terão, em média, 4 horas de duração e 20 vagas. As palestras terão, em média, 2 horas de duração e 80 vagas. As inscrições poderão ser feitas no local de realização ou previamente, por formulário.
Acessibilidade Arquitetônica: O local pretendido para a realização da FBAC, o Museu Nacional da República, conta com uma entrada acessível desde a calçada em nível plano, sem degraus. As duas salas de exposição menores e os dois auditórios se encontram no pavimento térreo, próximas à entrada acessível. O acesso às duas salas de exposição nos pavimentos superiores se dá por elevadores acessíveis. Também há acesso entre elas por escadas e piso tátil alerta sinalizando início e fim de escadas e rampas, porta de elevador e obstáculos aéreos, como extintores de incêndio afixados nas paredes. Há piso tátil direcional no pavimento térreo, que conduz os visitantes cegos desde a entrada até os elevadores. Há estacionamento próprio da instituição com 02 vagas reservadas para pessoas com deficiência física com área de transferência delimitada. Há duas cadeiras-de–rodas disponíveis para visitantes com mobilidade reduzida. Há 03 sanitários acessíveis. Os sanitários, elevadores e algumas salas possuem sinalização visual ampliada e em Braille. Item na planilha: Não se aplica. Acessibilidade para PCD Auditiva: Disponibilidade de Intérpretes de libras para todas as ações do projeto, sendo elas: Palestras, visitas mediadas e oficinas. A Feira também contará com um balcão de acolhimento, onde haverá um videoguia do evento em LIBRAS para o público surdo. Item na planilha: Intérprete de Libras. Acessibilidade para PCD Visual: Audiodescrição das obras apresentadas e disponibilidade de monitoria especializada nas atividades formativas. A Feira contará com um balcão de acolhimento, onde haverá tecnologia com audiodescrição das obras expostas em todos os estandes e um audioguia do evento para o público com cego. Item na planilha: Narrador de Audiodescrição. Monitores. Acessibilidade para PCD Intelectual: Disponibilidade de monitoria especializada. A Feira contará com um balcão de acolhimento, onde haverá profissionais capacitados para receber o público que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos. Item na planilha: Monitores.
O acesso à Feira Brasília de Arte Contemporânea e às atividades paralelas a ela será inteiramente gratuito, visando a democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos. Desta forma, o plano de distribuição do projeto está em concordância com o previsto no Art. 27 da Instrução Normativa MINC Nº 1/2023. Como medida de ampliação do acesso, serão adotada os seguintes incisos do Art. 28 da Instrução Normativa MINC Nº 1/2023: III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; e Nos dias de visita guiada da exposição resultante dos processos do Programa de Acompanhamento Crítico, será oferecido transporte para o público. IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal. Haverá disponibilização online de registro profissional das ações do evento.
Onice Moraes (Referência Galeria de Arte Ltda) - Proponente e Direção Geral Ao longo de vinte e seis anos de atividades, a Referência Galeria de Arte atua destacadamente no cenário cultural de Brasília, promovendo e divulgando a produção de artistas locais e nacionais e contribuindo para a integração da capital federal no circuito artístico brasileiro. A Referência Galeria de Arte conta, em seu acervo, com obras de relevância selecionadas no decorrer do tempo pelos galeristas e por curadores que contribuem para a formação desse acervo. A Galeria reúne nomes fundadores da visualidade de Brasília, como Oscar Niemeyer e Athos Bulcão, passando por importantes nomes da arte brasileira como Luiz Áquila, Emmanuel Nassar, Shirley Paes Leme, Luiz Hermano, Paulo Whitaker, Iole de Freitas, Carlos Vergara, Ana Michaelis, também passando por nomes importantes da chamada Geração 80 como Alex Cerveny, Alex Flemming, Arnaldo Bataglini . Reconhece a importância da arte contemporânea produzida na região Centro-Oeste, representada por Galeno, Luiz Mauro, Rodrigo Godá, Marcelo Solá, Darlan Rosa, Gê Orthof e Ralph Gehre. Promove visibilidade aos artistas jovens e para isso criou o Projeto Novas Referências com três edições já implementadas. Este mesmo enfoque se verificou na exposição Centerfolder e na Feira de Arte Novos Eixos. Dentre os artistas jovens constam David Almeida, Renato Rios, André Santangelo, Virgílio Neto, Clarice Gonçalves, Haruo Mikami, Pedro Ivo e Raquel Nava. Promove, frequentemente, eventos educativos como visitas guiadas, debates, lançamentos de livros de arte, etc. Participa de editais do CCBB, Caixa Cultural, Museu dos Correios, através dos quais divulga o trabalho dos artistas em Instituições Culturais. A proponente será responsável pela gestão de todo processo decisório do projeto, incluindo atividade técnico-financeira, para tal, será remunerada pela rubrica de Direção Geral. Elisa Abreu Mattos - Coordenação de Produção Elisa trabalha desde 2010 com produção executiva no Distrito Federal. Elaborou e realizou diversos projetos com patrocínio do FAC/Rouanet/LIC e também realizou espetáculos independentes e oficinas de iniciação teatral. Trabalhou na produção de espetáculos com nomes relevantes do teatro brasileiro, como Gracindo Júnior, Georgette Fadel, Roberto Lage e Alexandre Ribondi. Entre 2011 e 2013 trabalhou com produção na área audiovisual, produzindo diversos filmes publicitários, institucionais e também um curta metragem. Ainda no audiovisual, em 2016, produziu um projeto de doze curta metragens sobre direitos humanos. Nos últimos 8 anos executou aproximadamente 30 projetos culturais em diversas áreas, aprovados no FAC, na LIC, na Lei de Incentivo à Cultura (Rouanet) e nos editais da Caixa Cultural e CCBB, na função de coordenadora/gestora financeira-administrativa. Fundou em 2016, com outros três sócios, o Espaço Multicultural Casa dos 4, que abriga um coworking, recebe espetáculos e pequenas exposições. É, atualmente, sócia fundadora da Desvio Produções Culturais. Cinara Barbosa de Sousa - Consultora – Comitê Curatorial Cinara Barbosa é Professora Adjunta do Departamento de Artes Visuais (VIS) da Universidade de Brasília (UnB). Mestre e doutora em Arte Contemporânea pelo PPG- Arte UnB, é curadora e pesquisadora. Em suas pesquisas está interessada em produções artísticas de revisitação crítica à história da arte e história da arte no Brasil e relações de decolonialidade. Curadorias em expansão: poéticas arquivísticas, de coleção e memória, poética curatorial. Entre as pesquisas mais recentes decorrentes de estudos curatoriais estão: a mediação educativa em espaços expositivos associados às práticas institucionais. É idealizadora e coordenadora do Plano das Artes, projeto voltado para o desenvolvimento e fortalecimento do sistema das artes envolvendo: circuitos por espaços autônomos de arte do Distrito Federal, formação de arte-educadores e produção artística. Faz parte da equipe de curadoria do projeto/ editora Estrondo (DF) voltada para publicação de foto livros de artistas mulheres. Atualmente desenvolve pesquisa curatorial e parceria institucional entre a Universidade de Brasília (UNB) e Australian National University (ANU) juntamente com a curadora curadora Dr. Anni Doyle Wawrzyńczak no projeto Curadorias cruzadas - Curating Brasilia Canberra: un/planned A/symmetries a partir de projeto de residência artística iniciado pelo prof. Dr. Christus Nóbrega (UNB). Foi membro do Conselho da Galeria Espaço Piloto da UnB. Membro do comitê de indicação do Prêmio Pipa 2019. Foi diretora artística do Elefante Centro Cultural (DF), espaço autônomo de artes visuais. Homenageada pelo Prêmio Vera Brandt (DF) 2019. Foi ganhadora do Prêmio Bolsa Funarte de Estímulo à Produção Crítica em Artes Visuais 2010, com o projeto de pesquisa sobre curadoria O Pensamento do curador. Membro de comissão de Centro de Artes Visuais da Funarte na seleção Edital Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2015; e do Edital Prêmio Funarte Mulheres nas Artes Visuais – 2a. Edição (2014). Coordenadora Adjunta do FotoRio (2003 a 2005) – Festival Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro, do qual foi idealizadora, junto com Milton Guran. Coordenadora no Brasil do Foro de Portfolios dos Encuentros Abiertos – Festival de la Luz, Festival Internacional de Fotografia da Argentina. Sócia diretora da galeria Câmara Clara, Rio de Janeiro (1999-2001). Divino Sobral Consultor - Consultor – Comitê Curatorial Divino Sobral nasceu em Goiânia (1966), onde vive e trabalha como artista visual e curador independente. Recebeu as seguintes premiações: Prêmio de Curadoria do Salão Anapolino de Arte (2017); Prêmio de Curadoria do Prêmio Marcantonio Vilaça CNI SESI SENAI (2015); Prêmio Crítica de Arte do Situações Brasília Prêmio de Artes Visuais do DF (2014); Prêmio Rede Nacional Funarte Artes Visuais (2012); Prêmio Conexões Artes Visuais MinC Funarte Petrobras (2012); Prêmio Marcantonio Vilaça, MinC Funarte (2009); Prêmio Festival de Inverno de Bonito, Bonito, MS (2005). Entre 2011 e 2013 foi Diretor do Museu de Arte Contemporânea de Goiás. Participa de seminários, comissões de salões de arte e publica regularmente textos em livros, catálogos, jornais e revistas acadêmicas; integra a Coleção Ensaios Brasileiros Contemporâneos – Artes Visuais, publicado pela Funarte em 2017. Atualmente é um dos curadores da exposição Raio-que-o-parta: ficções do moderno no Brasil, em cartaz no SESC 24 de Maio, São Paulo; e do 3º Salão de Arte em Pequenos Formatos do Museu de Arte de Britânia/GO. Mariana Leopoldo Destro - Consultora – Comitê Curatorial Mariana Destro (Brasília, 1993) vive e trabalha entre Rio de Janeiro e Brasília. Artista visual e curadora independente, é graduada em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (UnB). Desde 2015 participa de exposições em cidades como Brasília, Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo. Orientada por noções de gênero, decolonialidade, erotismo e autorrepresentação na contemporaneidade, sua prática artística explora a natureza da produção de imagens de mulheres no Sul Global por meio de linguagens como vídeo, performance, fotografia e instalação, muitas vezes associadas a curadoria. Exposições recentes incluem as individuais Jardim (deCurators, Brasília), com curadoria de Marília Panitz, e Monstera deliciosa (Casa Voa, Rio de Janeiro) e as coletivas Estado de coisas (Bica Plataforma, São Paulo), Temporal (Tech Art Lab, Rio de Janeiro), Festival de C4nn3$ (Lona Galeria, São Paulo), Palavra, animal não doméstico (Espaço Piloto, Brasília), O Lado Côncavo (Casa da Cultura da América Latina, Brasília), ONDEANDAAONDA (Espaço Cultural 508 Sul, Brasília) e 12a Bienal de Curitiba (Curitiba, Paraná).
PROJETO ARQUIVADO.