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PRONAC 2311436IndeferidoMecenato

PROESA - Projeto Orquestra Escola Sinfonia das Águas

ASSOCIACAO CASA DAS ARTES
Solicitado
R$ 115,1 mil
Aprovado
R$ 37,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Caxambu
Início
2024-01-01
Término
2024-12-31
Locais de realização (1)
Caxambu Minas Gerais

Resumo

A construção deste projeto abrange algumas das demandas para melhor estruturação do PROESA, em desenvolvimento desde 2017 pela ACA _ Associação Casa das Artes, com suas atividades voltadas ao ensino regular da música erudita de forma democratizada e gratuita, com foco prioritário no atendimento à população jovem (08 a 25 anos) em situação de vulnerabilidade socioeconômica, principalmente aqueles oriundos de escolas públicas municipais e estaduais de Caxambu e seu entorno.

Objetivos

Objetivo geral Fomentar a consolidação da Orquestra Sinfonia das Águas, através da expansão do PROESA _ Projeto Orquestra-Escola Sinfonia das Águas _ voltado ao ensino regular da Música a crianças, adolescentes e jovens do município de Caxambu e região, alicerçados nas perspectivas de emancipação e justiça social através da oferta de contato, conhecimento e profissionalização no campo da Cultura e das Artes. Objetivos específicos 1. Contribuir para o alargamento do acesso à cultura no município de Caxambu e região através da continuidade das atividades desenvolvidas pelo PROESA e da perspectiva de ampliação do número de alunos atendidos pelo projeto; 2. Garantir a universalidade do acesso aos interessados na formação musical através da gratuidade nos critérios de inserção ao projeto, assim como nos ingressos das apresentações públicas da Orquestra Sinfonia das Águas, considerando diretrizes de acessibilidade; 3. Dar visibilidade à ACA enquanto Ponto de Cultura através das ações permanentes de ensino da linguagem musical e prática de instrumentos promovidas pelo PROESA e pela Escola Municipal de Música Prefeito Isaac Rozental, projetos geridos pela associação; 4. Promover a solidificação do PROESA a partir da contratação de equipe técnica, professores, monitores bolsistas e suporte especializado, contribuindo para a geração de trabalho e renda; 5. Divulgar o desenvolvimento e os resultados do projeto nos canais e mídias digitais da ACA e PROESA (Facebook, Instagram, site etc.) e em uma apresentação da orquestra-escola ao final das atividades.

Justificativa

Com ênfase no território de atuação do projeto e considerando seu efeito multiplicador e sustentável, há entre as premissas da proposta: a questão da repercussão sociocultural, compreendida como o alargamento do contato com a música e as artes em geral, principalmente entre os moradores das áreas periféricas, considerando os impactos desta apreensão no desenvolvimento de novos horizontes de reflexão e proposição; a proeminência das ações de caráter socioeducacional como potencializadoras de oportunidades de qualificação dos jovens em situação de maior vulnerabilidade, assim como a capacidade de enfrentamento e luta social deste grupo; o desenvolvimento da cadeia produtiva da cultura, nos eixos de formação e geração de renda, com conseqüente movimentação da economia; o impacto geracional a partir da construção do conhecimento da linguagem artístico-musical, evidenciando a sustentabilidade da proposta para além do aqui mensurado. Os aspectos fundamentais que orientam o desenvolvimento das ações do PROESA apontam para o alargamento das oportunidades e expressões da juventude caxambuense e regional, através do contato e do conhecimento musicais, numa proposta de Educação continuada e com viés profissionalizante, que seja capaz, num futuro próximo, de redimensionar as expectativas do público atendido pelo projeto, tanto no campo individual, através da centralidade da Educação Musical e o conseguinte amadurecimento da capacidade técnica, como no campo da coletividade, através de experiências que auxiliem na reflexão sobre a sociedade, no sentido da construção de valores mais sustentáveis, solidários e equânimes, compatíveis com as transformações no campo social tão imprescindíveis à humanidade. Partindo do diagnóstico da realidade local[1], percebe-se que a cultura, enquanto experiência de conhecimento, remonta a um cenário de poucas iniciativas no campo das artes, principalmente no que tange àquelas voltadas ao universo das políticas públicas. Dotada de um pequeno circuito comercial de cinemas, a região sofre com o escasso número de aparelhos e programações culturais. Teatros e casas de espetáculos somente são encontrados nas cidades com mais de 100.000 habitantes (como exemplo, Varginha). Um ou outro empreendimento de cunho privado, citando escolas de dança e música em São Lourenço, Caxambu e Baependi, sobrevivem por algum período, mas acabam por encerrar suas atividades por falta de demanda. Pontualmente, acontecem festivais culturais na região, em sua maioria, com viés voltado ao entretenimento. Assim, são raras as situações em que o foco seja a Educação, a formação artística continuada[2], a difusão da cultura enquanto experiência de enriquecimento social e, mais incomum ainda a perseverança de projetos que alinhem o enfrentamento das adversidades sociais à questão cultural. As manifestações da questão social em Caxambu e região talvez se difiram daquelas encaradas nos grandes centros pela questão da proporcionalidade das ocorrências, mas não em complexidade. O desemprego advindo da decadência da vocação turística do Circuito das Águas e das amplas questões histórico-estruturais do país deixou grande parte dos trabalhadores locais na situação da informalidade, sem qualificação, à espera do retorno dos cassinos e liberação dos jogos de azar. Situações de violações de direitos associados a episódios de violência, com forte presença de casos de abusos sexuais de meninas, meninos e mulheres fazem parte dos enfrentamentos de famílias, tema ainda tratado como tabu, mas também como parte do desenvolvimento da cultura machista predominante no cenário local. Há um elevado número de famílias que sobrevivem do que recebem de programas de transferência de renda do Governo Federal, sem perspectiva de mudança no quadro observado. O uso abusivo de álcool e outras drogas faz-se presente entre parte considerável da população, principalmente os adolescentes e jovens, com destaque para a consumo maciço do "crack" entre a população de menor poder de compra, o que por vezes não muito descoladas, desencadeia em novos cenários de violência, encarceramento e adoecimento mental (transtornos e comorbidades). Afora isto, há a percepção da falta de perspectivas e de construção de sentidos entre estes jovens, que se orientam pelo que consomem de informação no ambiente virtual e não conseguem ser propositivos, perdendo interesse na escola e demais atividades que poderiam significar sua autonomia futura. Eis algumas ilustrações que tornam mais visíveis os desafios com os quais a proposta apresentada vem tentando dialogar, trazendo à luz a imensa necessidade de estruturação do Projeto Orquestra-Escola Sinfonia das Águas (PROESA), para que outras pessoas possam acessar se não novos rumos, ao menos o acolhimento de suas angústias iniciais no contato com uma apresentação musical. Vale ressaltar que o público beneficiário PROESA é composto por crianças, adolescentes e jovens pertencentes a realidades de vulnerabilidade social, estudantes de escolas públicas, moradores de áreas periféricas, com inserção em contextos de violências e desigualdades, onde as perspectivas de presente são excludentes e as de futuro, escassas. Tal característica concerne à proposta uma dimensão emancipatória a partir do estabelecimento do ensino da música enquanto função e valor social, podendo vir a contribuir com a redução da desigualdade de acesso à formação cultural e artística entre jovens provenientes de contextos sociais desfavoráveis. Assim, lança-se como hipótese a maturação dos impactos do PROESA na economia e na cultura local. Se antes Caxambu passou a ser conhecida por sua vocação turística, e atualmente encara um cenário de dificuldades em função da diminuição no fluxo de visitantes e atrativos, por que não inovar e propor outras respostas à questão do desemprego local, ao enfrentamento das problemáticas sociais, do aumento da violência em âmbito regional, à falta de oportunidades, capacitação e futuro profissional para jovens do interior? Aposta-se que o caminho das artes possa ressignificar a história e a dinâmica da cidade, da região e de seu povo. Há uma descontração no interior do projeto, onde costuma-se brincar que não se sabe como a Escola Municipal de Música Prefeito Isaac Rozental e o PROESA vêm sobrevivendo ao longo de sua trajetória, sempre permeada pela escassez de recursos e pela abundância de proposições. Assim, nada mais apropriado, ao se falar de metodologia, do que dizer que ali, o maior suporte vem do compromisso de cada um com a proposta. "Tocar e lutar"[3] é expressão que clarifica bastante os desafios até aqui transpostos e, independente do que ainda estiver por vir, isto permanecerá como método no PROESA. Desta forma, vai-se tornando cada vez mais presente o quanto o projeto inspira-se metodologicamente no processo de Educação Musical idealizado pelo maestro José Antônio Abreu que, em 1975, deu vida ao Projeto El Sistema, uma experiência venezuelana com reconhecimento mundial, que levou o ensino da música erudita às populações ricas ou pobres deste país, através da implementação do que pode ser considerada a maior política pública de acesso ao conhecimento da linguagem musical. Segundo seu criador, "El Sistema visa organizar sistematicamente a educação musical e promover a prática coletiva da música através de orquestras sinfônicas e coros, como meio de organização e desenvolvimento da comunidade." (ABREU, 2012) A proposta considera que, para além dos aspectos técnicos e educacionais, a prática musical em uma sociedade significa também a emancipação de seu povo, ou seja, para o maestro, sociedade em harmonia compreende o exercício da coletividade, do respeito aos demais, do aprofundamento e da maturidade do conhecimento, da dedicação às causas e às coisas, da preservação da história e das culturas, do acesso aos meios e serviços, da divulgação dos resultados, e assim por diante. Assim, o método foi desenvolvido em analogia à dinâmica societária, onde a organização de um povo em virtude de sua emancipação pode ser comparada com os incansáveis ensaios em busca da qualidade na apresentação. E o espetáculo não se prende somente ao fim deste processo, mas em todas as suas etapas e superações, nisto que é a práxis cotidiana daqueles que, músicos ou não, idealizam uma racionalidade menos excludente e regada à inventividade e à resistência. Abreu descreve isto com maestria quando diz que: "Essas orquestras, coros e núcleos promovem um sentimento de acolhimento e pertencimento, ao mesmo tempo em que servem de espelho para um padrão de organização social: a organização da própria orquestra. Não é possível, afinal, produzir música sem respeitar regras de harmonia, ritmo e afinação, da mesma forma que não se desenvolve uma comunidade sem o respeito a leis e normas que garantam o bom convívio, a segurança e o respeito à dignidade humana." (ABREU, 2012) Com essa mesma visão, o PROESA concilia o acesso à Educação Musical à Responsabilidade Social para o exercício da cidadania em seu sentido pleno. Promover o acesso de crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade à formação continuada em Música pode significar um rompimento com os ciclos de exclusão, pobreza e violência em que estão inseridos. [1] Para fins delimitadores, consideraremos como "local" e "regional" o município de Caxambu e seu entorno: São Lourenço, Baependi, Soledade de Minas, Conceição do Rio Verde, Cruzília e Pouso Alto.[2] Para exemplificar, são os casos do Festival Mundial do Circo, ocorrido em Caxambu consecutivamente nos anos de 2013 a 2015; do Festival da Música de Cruzília _ em sua 41ª edição em 2023; do Festival Cante e Conte, em Baependi, com 41 edições até este ano; o São Lourenço Jazz & Blues, já com 9 edições; dentre outros.[3] Referência ao Projeto El Sistema, do maestro Jose Antonio Abreu.

Estratégia de execução

- Produto cultural: O produto cultural final é a consolidação da Orquestra Sinfonia das Águas, que poderá ser mensurado com uma apresentação dos alunos como atividade de encerramento do projeto. - Locais de realização da proposta: As ações serão realizadas na cidade de Caxambu – MG, a saber: 1) Matriz: Escola de Música (bairro Centro) 2) Pólo de Sopro: Escola Estadual Domingos Gonçalves de Mello Mingote (bairro Santa Teresa) 3) Apresentação: será realizada em espaço público apropriado (praça municipal) ou em local privado mediante parceria e isenção de aluguel (cinema, auditório etc) – a ser definido. - Plano de Divulgação: O projeto conta com um profissional de mídias em sua composição, que ficará responsável em captar, editar e publicar conteúdos no site e nas mídias e canais digitais do PROESA. Sobre materiais, serão confeccionadas camisetas temáticas e material gráfico para utilização na fase de encerramento do projeto. Também será feita busca e contato com mídias impressas e televisivas do município e região, na perspectiva de produção de matérias não pagas que divulguem as ações do PROESA.

Acessibilidade

O projeto acontece nas instalações de escolas públicas do município e utiliza as estruturas de acessibilidade presentes nestes espaços, que ainda não contemplam por completo o que determinam as legislações vigentes. Para esta proposta, contemplamos algumas ações de promoção da acessibilidade, como: legendagem para surdos e ensurdecidos (LSE) de material audiovisual produzido e divulgado nas mídias digitais do PROESA; presença de intérprete de Libras nos ensaios e na apresentação final, além de outras demandas que poderão exigir o tradutor; consultoria e capacitação da equipe técnica e dos beneficiários do projeto através de oficina temática sobre Direitos Sociais, Políticas Públicas direcionadas a pessoas com deficiência e pessoas idosas e discussão de conceitos pertinente (acessibilidade, capacitismo, preconceito etc.), com geração de relatório final.

Democratização do acesso

O PROESA acontece de forma democrática e acessível: não há pagamento de inscrição, matrícula, mensalidade ou taxas administrativas e as apresentações são gratuitas, sem cobrança de ingressos e geralmente acontecem em espaços públicos (praças, ruas, parques etc.). Público alvo e Geração de trabalho e renda O projeto é voltado a crianças, adolescentes e jovens dos 08 aos 25 anos, prioritariamente oriundos de escolas públicas e bairros periféricos, de todos os gêneros, com diferentes níveis de escolaridade. A seleção dos participantes se dará através de matrícula dos interessados, respeitando o numero de vagas ofertadas: na matriz, serão 80 novas vagas, somadas aos 80 alunos já em formação, totalizando o atendimento a 160 alunos; no pólo de sopro serão disponibilizadas 30 vagas inicialmente. No caso do número de interessados ser superior ao número de vagas, serão adotados critérios socioeconômicos, onde terão prioridade as famílias beneficiárias de programas sociais e que possuam em sua composição familiar pessoas com deficiência, idosos e crianças. A participação no PROESA é gratuita, sem taxa de inscrição, mensalidade ou outras formas de cobrança. A proposta contempla ainda a contratação de quatro monitores bolsistas, que serão selecionados entre os alunos maiores de 18 anos, com nível de conhecimento intermediário, perante avaliação socioeconômica; os monitores receberão auxílio financeiro para executarem atividades junto aos professores do projeto. Para além das atividades de ensino da linguagem musical e técnica instrumental, as apresentações públicas da Orquestra Escola também são gratuitas e abertas à comunidade, com ênfase em territórios com menor acesso à cultura e ao entretenimento.

Ficha técnica

1) KARINA DA SILVA SANTOS ANDRADE Função no projeto: Coordenadora Geral KARINA DA SILVA SANTOS ANDRADE, natural de Caxambu-MG, nascida em 17 de Julho de 1986, filha de Francisco José Monteiro dos Santos e Maria Aparecida da Silva Santos. É mãe de Maria Eduarda e Maria Clara. Residente em Caxambu. Em 2017, foi uma das criadoras do projeto PROESA (Projeto Orquestra Escola Sinfonia das Águas), um projeto social que oportuniza crianças e adolescentes a terem uma vida com mais dignidade e esperança num mundo tão desigual. Atualmente atende cerca de 80 crianças, incluindo em estado de vulnerabilidade social. Hoje, formada em Educação Musical, está diretora da Escola Municipal de Música Prefeito Isaac Rozental e violoncelista da Orquestra Sinfonia das Águas de Caxambu. 2) MICHELLE PEREIRA DE MELO FUNÇÃO EXERCIDA NO PROJETO: PROFESSORA DE SOPRO Iniciei meus estudos musicais aos 10 anos (2002) fazendo aulas de teoria musical na igreja em que frequentava. Fiz também aulas de violão e teclado. Aos 15 anos, iniciei meus estudos de flauta transversal na Escola Municipal de Música Prefeito Isaac Rozental. De 2018 a 2019, fui instrutora de instrumentos de sopro no PROESA (Projeto Orquestra Escola Sinfonia das Águas), na mesma instituição, dando aulas de flauta transversal, clarinete e oboé. Desde 2020 sou professora de flauta transversal na Escola Municipal de Música Prefeito Isaac Rozental. 3) VALTER ANTÔNIO LOURENÇO JUNIOR Função no projeto: Monitor de sopro Iniciando meus estudos musicais aos 19 anos, hoje possuo 4 anos de experiencia musical graças ao PROESA ( Projeto Orquestra Sinfonia das Aguas), projeto social voltado para crianças e adolescentes da cidade de Caxambu-MG, projeto localizado na Escola Municipal de Música Prefeito Isaac Rozental, que concedeu a chance de me apresentar pela região participando de diversos festivais e ter aulas com grandes profissionais da área. Em 2021 aos 20 anos de idade, comecei a trabalhar como monitor no mesmo projeto que iniciei estudando, inicialmente nas cordas, porem em 2022 iniciei lecionando flauta na turma das madeiras, onde ensinando fui aprofundando ainda mais meu instrumento. 4) MARCOS PAULO BALDI GOULART Função no projeto: Monitor de Cordas Iniciando meus estudos musicais aos 15 anos, hoje tenho 6 anos de experiência graças ao PROESA (Projeto Orquestra Escola Sinfonia das Águas), projeto social voltado para crianças e adolescentes da cidade de Caxambu -MG, tal projeto da Escola de Municipal de Música Pref. Isaac Rozental, que concedeu a chance de me apresentar pela região, participar de grandes festivais e ter aulas com os mais renomados professores do meio musical. Em 2022, aos 19 anos, comecei a trabalhar como monitor no mesmo projeto no qual comecei meus estudos, isso me rendeu muitas experiências lecionando instrumentos de cordas.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.