| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 12919786000124 | TCP - Terminal de Contêineres de Paranaguá S/A | 1900-01-01 | R$ 577,7 mil |
| 79379491000183 | HAVAN S.A | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 10919908000157 | SIDERAL LINHAS AEREAS LTDA | 1900-01-01 | R$ 140,0 mil |
| 75543611000185 | Helisul Taxi Aéreo Ltda. | 1900-01-01 | R$ 128,8 mil |
| 75633560000182 | CATTALINI TERMINAIS MARITIMOS S.A. | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| 02487698000147 | SUL PLATA TRADING DO BRASIL LTDA | 1900-01-01 | R$ 95,0 mil |
| 07933371000175 | BRW SUPRIMENTOS ESCOLARES E ESCRITORIO LTDA | 1900-01-01 | R$ 68,7 mil |
| 03270248000160 | Schattdecor do Brasil Indústria e Comércio | 1900-01-01 | R$ 65,0 mil |
| 00436334000102 | FGVTN BRASIL LTDA | 1900-01-01 | R$ 64,5 mil |
| 00209895000179 | REJAILE DISTRIBUIDORA DE PETROLEO LTDA | 1900-01-01 | R$ 52,9 mil |
| 02923414000118 | Sysmex do Brasil Industria e Comércio Ltda | 1900-01-01 | R$ 27,0 mil |
| 11493623000160 | Cia magnetron Indústria e Comércio de Componentes | 1900-01-01 | R$ 20,5 mil |
| 14877413000163 | BRASIL MINERACAO E TRANSPORTES LTDA. | 1900-01-01 | R$ 20,0 mil |
| 02499550000122 | S & C ELECTRIC DO BRASIL LIMITADA | 1900-01-01 | R$ 15,0 mil |
| 09250921000187 | ON PETRO - DISTRIBUIDORA DE COMBUSTIVEIS LTDA. | 1900-01-01 | R$ 7,5 mil |
| 77507796000106 | METALUS-INDUSTRIA MECANICA LTDA | 1900-01-01 | R$ 7,2 mil |
O festival de teatro infantil "Era uma vez....eram duas, eram três" realizará a adaptação de seis obras clássicas da literatura para o teatro, a partir de pesquisas e leituras contemporâneas, sendo elas: O Mágico de Oz, A Bela e a Fera, O Flautista de Hamelin, Alice no País das Maravilhas,Pinóquio e Peter Pan. O projeto promoverá ainda exposições de figurinos construídos a partir de materiais reciclados com os personagens principais dos clássicos.
1. ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS SINOPSE A peça conta a história de Alice, uma menina inquieta, ávida por aventuras e novidades, cansada da forma como sempre são contadas as fábulas para crianças, dorme, no meio de uma enfastiante narrativa, contada por sua irmã. Em seu sono, começa a sonhar.... Inicia-se uma aventura idílica e nesta, encontra com um coelho apressado, que carrega, como um tesouro, pensamentos novos, coloridos e lindos. Estes pensamentos são histórias que Alice nunca havia antes escutado ou lido. Alice, sonhando, encontrará estranhas, loucas e belas criaturas. Em meio à jornada psicodélica de Alice, ela é acordada por sua irmã. É tanta novidade, são tantas histórias novas... E aquele mundinho chato e conservador de Alice é inundado por uma incrível sensação de liberdade. A liberdade de quem sonha e consegue se expressar, mostrando ao mundo que sempre há novas possibilidades de imaginar e recontar as nossas próprias histórias. A liberdade é o nosso país. O nosso país das MARAVILHAS!!! RELEASE ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS A Cia. do Abração propõe a releitura de “Alice no País das Maravilhas”, inspirada na obra literária nonsense de Lewis Carroll, para ressaltar temas como a construção da identidade e o caminho a se trilhar em busca da liberdade de expressão e pensamento, para possibilitar a renovação e recriação de nossas histórias, em busca de sempre novas “estórias”. Na nossa adaptação, a protagonista, Alice, uma menina inquieta, ávida por aventuras e novidades, cansada da forma como sempre são contadas as fábulas para crianças, dorme, no meio de uma enfastiante narrativa, contada por sua irmã. Em seu sono, começa a sonhar... Inicia-se uma aventura idílica e nesta, encontra com um coelho apressado, que carrega, como um tesouro, pensamentos novos, coloridos e lindos. Estes pensamentos são histórias que Alice nunca havia antes escutado ou lido. Em perseguição ao apressado coelho, acaba escorregando em sua toca. Bem, na verdade, esta toca é um caminho sem fim de uma grande viagem de fantasias... Alice encontrará estranhas, loucas e belas criaturas. Outras não tão amáveis assim... Como a Rainha das Histórias!!! Esta poderosa dama, símbolo de poder, não admite que novas histórias sejam contadas. Por isto, recolhe-as todas, para que sejam para sempre encaixotadas. Mas, nossa heroína Alice tem tantas novidades em sua cabeça criativa que a Rainha Retrógrada é vencida. Em meio à jornada psicodélica de Alice, ela é acordada por sua irmã. É tanta novidade, são tantas histórias novas... E aquele mundinho chato e conservador de Alice é inundado por uma incrível sensação de liberdade. A liberdade de quem sonha e consegue se expressar, mostrando ao mundo que sempre há novas possibilidades de imaginar e recontar as nossas próprias histórias. A liberdade é o nosso país. O nosso país das MARAVILHAS!!! O ambiente cênico é uma inspiração na obra da artista visual Yayoi Kusama e transporta o espectador ao mundo abstrato do sonho. As músicas são uma homenagem à música brasileira, fazendo referência a uma época de psicodelia e tropicalismo. O espetáculo é carregado de mágica e surpreende os olhos dos espectadores, de crianças de todas as idades. 2. PINÓQUIO SINOPSE O espetáculo conta a história de um boneco, esculpido a partir do tronco de uma árvore por um entalhador chamado Geppetto, mas que sonhava em ser um menino de verdade. Na nossa adaptação, o conflito principal está centrado nos valores humanos e a formação do caráter de um menino. Muita confusão e enrascada se mete o menino, neste desatino inconsequente de menino levado. E seu pai, Geppeto, entre erros e acertos, sempre tenta salvá-lo. Os erros de PINÓQUIO e sua redenção, fazem com que, finalmente, a Fada Azul conceda o dom da vida ao boneco, tornando-o um menino de verdade. Essa é uma linda história de humanidade. Aprender valores para conduzir e dar sentido à vida. RELEASE OS 3 MOSQUETEIROS A Cia. do Abração propõe a releitura de “PINÓQUIO”, inspirada no original italiano de Carlo Collodi. O personagem é um boneco, esculpido a partir do tronco de uma árvore por um entalhador chamado Geppetto, mas que sonhava em ser um menino de verdade. Na nossa adaptação, o conflito principal está centrado nos valores humanos e a formação do caráter de um menino. Ao terminar de talhar o boneco, Geppeto, vivendo sua solidão de um pobre criador, sonha que o seu boneco se torne um menino de verdade. Este profundo desejo da alma do pobre artesão é ouvido pela Fada Azul, que dá vida à marionete. Porém, ela adverte que ele só se tornará um menino de verdade quando descobrir a valentia, a verdade e a solidariedade. É então que PINÓQUIO ganha um companheiro, o Grilo Falante que é, na verdade, a consciência do boneco, quase menino, PINÓQUIO. O boneco mente sobre suas andanças e o seu nariz cresce, deformando sua aparência. Em sua busca pela vida, para entender o que é a vida, o que diferencia um boneco de um menino, PINÓQUIO confunde o conceito de liberdade, negando todas as regras que o ensinariam a trilhar um caminho para uma boa formação. Muita confusão e enrascada se mete o menino, neste desatino inconsequente de menino levado. E seu pai, Geppeto, entre erros e acertos, sempre tenta salvá-lo. Os erros de PINÓQUIO e sua redenção, fazem com que, finalmente, a Fada Azul conceda o dom da vida ao boneco, tornando-o um menino de verdade. Pinóquio, em sua beleza e simplicidade, introduz uma teia complexa de questões morais e humanas. Passa pelas armadilhas da vida enquanto um pequeno garoto deixa a inocência e cresce interiormente, compreendendo que os melhores sentimentos são eternos e que não se perdem quando se amadurece. Amor, paixão, sinceridade, fraternidade, beleza e honestidade são virtudes que se aprendem e que forjam um caráter. O que é a vida? Pergunta PINÓQUIO. Para que a ganhamos? As respostas se encontram na forma como nós conduzimos essa vida e nos valores que agregamos a ela. PINÓQUIO deixa de ser uma criança que só pensa em si e passar a ser uma outra criança: uma que compreende os sentimentos dos outros. Toda a trama é trazida para a nossa cultura brasileira, tendo como inspiração o fandango e a viola caipira. Essa é uma linda história de humanidade. Aprender valores para conduzir e dar sentido à vida. 3. PETER PAN SINOPSE O espetáculo conta a história do menino que um dia acordou sem infância. Dizem que a sombra do menino levou sua infância para um lugar distante e quentinho, com cheirinho de saudade. Será que é a Terra do Nunca? Dizem que lá é a morada de todos os nossos sonhos, um lugar onde os pensamentos felizes nos fazem voar. E como faço para chegar lá? Basta acreditar! EU ACREDITO! E VOCÊ? Essa é uma linda história de crescer. CRER no impossível e SER para sempre criança. RELEASE A Cia. do Abração propõe a releitura de “PETER PAN”, inspirada no original inglês de J.M. Barrie. O personagem é um pequeno rapaz que se recusa a crescer e que passa a vida a ter aventuras mágicas. Na nossa adaptação, o conflito principal está centrado na questão de como podemos preservar nossa criança, sem nos recusarmos a crescer. O protagonista Peter é atraído ao quarto de uma doce e criativa menina, Wendy, através de suas histórias mágicas que costuma contar aos seus irmãos menores, antes de dormirem. Wendy é convidada a voar até o mundo fantástico de Peter Pan, a maravilhosa Terra do Nunca, onde se é criança para sempre e todas as fantasias das histórias encantadas de Wendy existem “de verdade”. Dizem que lá é a morada de todos os nossos sonhos, um lugar onde os pensamentos felizes nos fazem voar...E, para voar, basta ACREDITAR... Neste mundo encantado, uma ameaça é latente: Capitão Gancho!!! Inimigo número 1 de Peter Pan. Na história contada pela Cia. Do Abração, Gancho não suporta as criancices de Peter e todas as alegrias das brincadeiras de crianças. Nosso herói e nossa heroína vão percorrer muitas maravilhas e conhecer seres fantásticos e, por fim, vencer o rabugento Gancho, pois os sonhos e as histórias de crianças podem nos ensinar muito... Toda a trama é trazida para a nossa cultura brasileira, tendo como inspiração o frevo e a cultura nordestina. Essa é uma linda história de crescer. CRER no impossível e SER para sempre criança. Nós acreditamos... e vocês?? 4. O MÁGICO DE OSS SINOPSE A Cia. do Abração propõe a releitura do clássico “O Mágico de Oz”, para ressaltar temas como a construção da identidade e o caminho a se trilhar em busca da sabedoria e de reconhecimento das ações para a valorização de virtudes humanas. Na nossa história, a protagonista, Doroti, uma menina egoísta e dominadora, briga com seus amigos e se sente incompreendida por seus avós. Em um ataque de fúria, a menina egoísta que acredita que a vida que leva é sem graça e sem cores, se vê abduzida por um furacão que a transporta para um lugar mágico e colorido. Na jornada psicodélica de Doroti, ela encontra um espantalho sem cérebro, um homem de lata sem coração e um tigre covarde. Todos se unem para encontrar o único que poderá dar-lhes o que cada um necessita: o poderoso Mágico de OSS, o único capaz de dar um cérebro, um coração, coragem e o caminho de volta para casa. Porém, em nossa história, toda esta viagem, todos estes encontros, tudo foi apenas projeção do subconsciente de Doroti que, com a viagem, transcendeu suas fraquezas e conquistou virtudes. O ambiente cênico propõe alusões à cultura oriental, conferindo uma atmosfera mística ao mesmo tempo em que um grande quebra cabeça tridimensional, calcado em cores primárias, de uma forma brincante, vai construindo os espaços do subconsciente da personagem central Doroti. 5 A BELA E A FERA A Cia. do Abração – Espaço de Arte e Cultura, em seus 21 anos de existência, desenvolve pesquisa de teatro e dança contemporânea, oferecendo à comunidade os resultados em forma de EVENTOS CULTURAIS e peças TEATRAIS. Através de seu GRUPO DE PESQUISAS CÊNICAS E DRAMATÚRGICAS mantém um repertório com MAIS DE 20 espetáculos que se utilizam da arte-educação e do teatro para crianças de todas as idades, para tratar de temas que versem, preferencialmente, sobre alguma obra literária ou assunto relevante de arte e cultura brasileira. A Bela e A Fera é um tradicional conto de fadas francês. Originalmente escrito por Gabrielle-Suzanne Barbot, Dama de Villeneuve, em 1740, tornou-se mais conhecido em sua versão de 1756, por Jeanne-Marie LePrince de Beaumont, que resumiu e modificou a obra de Villeneuve. Este conto apresenta diversas versões que diferem do original e se adaptam a diferentes culturas e momentos sociais. Desta forma, inspirada num dos contos mais populares da literatura universal, a Cia. do Abração coloca em cena o espetáculo para crianças de todas as idades “A Bela e A Fera”, narrada por um bloco carnavalesco, através de marchinhas, sambas e frevos e utilizando de todas as alegorias do CARNAVAL, incluindo fantasias, máscaras e instrumentos musicais da bateria de uma escola de samba, que são tocados ao vivo pelos atores. Na nossa história, a protagonista pede ao seu pai, um ex-compositor de sambas, agora caixeiro viajante, que lhe traga de presente o samba da Rosa. Infortunadamente, o pobre homem escuta o samba vindo do castelo de uma terrível FERA. A partir daí se desenrola o conflito e toda a trama já conhecida deste clássico infantil. Neste espetáculo a Cia. do Abração propõe a releitura deste clássico, adaptando-o ao contexto brasileiro dos bailes de carnaval, com todas as suas características culturais, códigos e musicalidade que atravessa do samba ao frevo, passando pelas singelas marchinhas, para ressaltar temas de valorização da arte e de valores essenciais, questionando o conceito de beleza, para falar de virtudes humanas e do amor. A história é narrada por um bloco carnavalesco e se utiliza de todas as alegorias do CARNAVAL, incluindo fantasias, máscaras e instrumentos musicais da bateria de uma escola de samba, que são utilizados ao vivo pelos atores, encontramos músicas referenciais brasileiras que compõem a dramaturgia sonora do mesmo, fortalecendo a nossa consciência e identidade brasileira. A reflexão sobre a importância da música e da poesia, para se chegar a valores imateriais que possam construir relações humanas subjetivas, essenciais e valorosas, tendo como subtexto a história de um questionável e improvável amor de uma Bela moça e uma horripilante Fera é o objetivo da montagem. SINOPSE Na nossa história, a protagonista pede ao seu pai, um ex-compositor de sambas, agora caixeiro viajante, que lhe traga de presente o samba da Rosa. Infortunadamente, o pobre homem escuta o samba vindo do castelo de uma terrível FERA. A partir daí se desenrola o conflito e toda a trama já conhecida deste clássico infantil. 6. O FLAUTISTA DE RAMELIM Inspirado no clássico dos irmãos Grimm Tendo como inspiração o clássico “O Flautista de Hamelin”, a Cia. do Abração propõem sua releitura, adaptando-o para o original “O Flautista de Ramelim”, cujo contexto é uma cidadezinha do sertão nordestino brasileiro, com todas as suas características culturais, para ressaltar temas de valorização da arte, de respeito às crianças e da observação de aspectos políticos de uma sociedade. Esta montagem se utiliza das técnicas da contação de histórias, sob a ótica da literatura de “cordel”, da música e da abstração e manipulação de objetos. A história é narrada, em forma de cordel, numa barraquinha de feira no interior do nordeste brasileiro. Na nossa história, Ramelim, uma pequena cidade do sertão nordestino, é infestada por ratos. Após várias tentativas fracassadas, o prefeito Raimundo, pressionado pelos cidadãos “ramelinenses”, contrata o flautista Joaquim para exterminar os ratos. O espetáculo ressalta temas relacionados à Política e à Valorização do Artista e da Criança na sociedade. Nesta versão, elementos da cultura nordestina brasileira como a literatura de “cordel”, músicas em variados ritmos como o xaxado, o côco, sua expressão em dança, a figura do cangaceiro, são utilizados para contextualizar a história. O flautista Joaquim, com êxito na missão de exterminar os ratos, encantando-os com sua flauta (que aqui trata-se de um pífano) é logrado pelo Prefeito que não cumpre o acordo de pagar o artista pelo seu feito. Triste, Joaquim é consolado pelas crianças, estas, vítimas da exploração do trabalho infantil. O artista e as crianças, que não cabem em um mundo tão desprovido de valores humanos, abandonam a cidade e tocando flauta vão viver em um mundo ideal: A Montanha do Meio do Mundo. A reflexão sobre a importância do artista e da criança na sociedade, como elementos de saneamento social, tendo como subtexto a arte e a pureza das crianças, promovendo o afeto e o amor por meio de músicas e brincadeiras comuns à criança, tão escassas no universo “adulto” é o objetivo da montagem.
Objetivo Geral: Adaptar as histórias dos clássicos de contos de fadas para adultos e crianças por meio de montagens cênicas independentes. Realizar exposições de figurinos dos personagens, contruídos com materiais reciclados. Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; IX - promover a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras no exterior, assim como o intercâmbio cultural com outros países; XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; Objetivos Específicos: PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Em Curitiba, realizar 4 sessões de cada espetáculo, sendo 2 abertas ao público, uma para escolas públicas e uma para crianças especiais. Em Paranaguá, realizar 2 sessões de cada espetáculo, sendo uma aberta ao público e outra para escolas públicas e crianças especiais. Apresentar 6 títulos de espetáculos, sendo um total de 48 apresentações, para um público médio de 19200 pessoas com acesso gratuito. Realizar uma exposição de arte com figurinos dos personagens de clássicos infantis, produzidos a partir de material reciclado. As obras serão expostas como complemento das apresentações teatrais em todas as cidades de circulação dos espetáculos e terá seu encerramento na Alemanha. O acesso será gratuito para 10 mil pessoas. De acordo com a legislação e orientação dessa comissão em diligência enviada ao proponente, a CONTRAPARTIDA SOCIAL fica dispensada para projetos de acesso inteiramente gratuitos.
De acordo com a Lei Nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, do capítulo I, do art1º, o projeto tem a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo que: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E para cumprimento das finalidades expressas no art 3º desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, os seguintes objetivos: II) fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos. JUSTIFICATIVA DO PROJETO Um conto de fadas é um tipo de história que tipicamente apresenta personagens fantásticos do folclore, como dragões, elfos, fadas, gigantes, gnomos, goblins, grifos, nuchas, animais falantes, trolls, unicórnios ou bruxas. A história também, via de regra, apresenta encantamentos. Os contos de fadas como conhecemos hoje, surgiram na França no final do século XVII a partir de um trabalho de Charles Perrault (1628-1703), que não criou as narrativas de seus contos, mas as reuniu e publicou para que estas se adequassem às apresentações da corte do rei Luís XIV(1638-1715). A classe nobre conhecia tais narrativas através do inevitável contato por meio do comércio ou pela presença das governantas e outros serviçais em suas residências. Desta forma, antes de ter sido direcionado para as crianças, os contos de fadas foram originalmente criados para os leitores adultos. As fábulas surgiram em momentos e épocas particulares a partir de abstrações de sagas locais. Nestas sagas o herói é um ser humano, cujos sentimentos e reações fazem parte da narrativa. Este projeto pretende percorrer o caminho oposto, o do anti-herói. Sobre um outra perspectiva, apresenta o "lobo mau" em sua faceta humana. Segundo algumas vertentes da história e psicanálise, todos os personagens das fábulas infantis, são aspectos da personalidade humana. Jung disse certa vez, que "...é nos contos de fadas onde melhor se pode estudar a "anatomia comparada da psique"". O projeto "Era uma vez....eram duas, eram três" traz um grande desafio: a proposta de operar no imagético do adulto a criança, oferecendo elementos da fantasia a partir de um mundo instaurado não reconhecível. Esse trabalho de acesso ao lúdico é normalmente visto no teatro para crianças e todos seus referenciais cênicos. Ignorar o universo complexo que o adulto tem e dizer que este imaginário pertence apenas ao infantil é tornar nossas vidas menos significativas e sem sentido. Obviamente o adulto possui inúmeras referências as quais pertencem ao universo em que vive, mas o diálogo do consciente com o emaranhado de sensações que opera no nosso inconsciente é infinito e ainda muito pouco desbravado. Sabemos de inúmeras referências no campo da literatura em que escritores fazem de maneira esplendorosa o uso da literatura fantástica como Jorge Luis Borges, Jostein Gaarder e encontramos em obras do próprio Gabriel García Márquez. No cinema temos diretores que dialogam com o lúdico fantástico adulto como Terry Gilliam em O Mundo Imaginário de Dr Parnassus. Outro exemplo muito reconhecido deste gênero no audiovisual é a obra Labirinto do Fauno de Guillermo Del Toro. Trazer à tona histórias destas 6 obras, com a qual já reconhecemos e apresentar uma nova faceta para o mundo adulto e infantil, é o desafio de universalizar e fazer parte de um novo mundo é o que mais nos instiga a construir este lugar a fim de compartilhar uma possibilidade de uma vida ainda não existente com o público.
Esse projeto cultural trata-se de uma produção independente, pois proponente não detem a posse ou propriedade de espaços cênicos ou salas de apresentação.
EXPOSIÇÃO DE ARTE: BREVE DESCRITIVO DAS PEÇAS E MATERIAIS QUE SERÃO PRODUZIDOS NAS OFICINAS E EXPOSTOS POSTERIORMENTE: Bruxa: papéis e plásticos de balas e doces, colheres de pau, palha de vassoura; Pé de feijão: mangueiras de jardim, espuma, garrafas pet, galhos de árvore; Fada: Plástico bolha, balões de gás; Madrasta: saco de lixo, rolos de papel higiênico, espanador; Chapeuzinho vermelho: embalagens de alimentos na cor vermelha; Cinderela: refugos de couro e tecido de uma fábrica de calçados; Rainha de Copas: cartas de baralho; Chapeleiro Maluco: copos, pratos, talheres plásticos descartados; Bela: garrafas pet e espelhos; Fera : espuma, gase hospitalar; Baleia: plástico bolha, refugos de couro, colheres de plástico, redes de pesca; Capitão Gancho e Jacaré: partituras musicais antigas, redes de pesca, moedas antigas, rolinhos de papel higiênico, refugo de couro, relógios antigos e estragados; Homem de lata: latinhas de refrigerante, lixo eletrônico; Espantalho: resíduos agrícolas;
O projeto em sua totalidade cumprirá os critérios da Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, no que diz respeito a acessibilidade física. CAPÍTULO IX, DO DIREITO À CULTURA, AO ESPORTE, AO TURISMO E AO LAZER, Art. 42: a pessoa com deficiência tem direito à cultura em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso: I - a bens culturais em formato acessível; II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; Art. 44. Nos teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esporte, locais de espetáculos e de conferências e similares, serão reservados espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência, de acordo com a capacidade de lotação da edificação, observado o disposto em regulamento. § 1º Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem ser distribuídos pelo recinto em locais diversos, de boa visibilidade, em todos os setores, próximos aos corredores, devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução das saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade. § 2º No caso de não haver comprovada procura pelos assentos reservados, esses podem, excepcionalmente, ser ocupados por pessoas sem deficiência ou que não tenham mobilidade reduzida, observado o disposto em regulamento. § 3º Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem situar-se em locais que garantam a acomodação de, no mínimo, 1 (um) acompanhante da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, resguardado o direito de se acomodar proximamente a grupo familiar e comunitário. § 4º Nos locais referidos no caput deste artigo, deve haver, obrigatoriamente, rotas de fuga e saídas de emergência acessíveis, conforme padrões das normas de acessibilidade, a fim de permitir a saída segura da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, em caso de emergência. § 5º Todos os espaços das edificações previstas no caput deste artigo devem atender às normas de acessibilidade em vigor. § 7º O valor do ingresso da pessoa com deficiência não poderá ser superior ao valor cobrado das demais pessoas. Acessibilidade dos Espetáculos Teatrais: Acessibilidade física: obstáculos nivelados por rampas, vagas de estacionamento reservadas, banheiros adaptados. Equipe orientada: intérprete de libras + audiodescrição + 1 sessão por espetáculo exclusiva para o público especial Conteúdo online com janela de libras e audiodescrição Acessibilidade Comunicacional: adoção de mecanismos e alternativas técnicas que torna acessível toda a divulgação e comunicação dos espetáculos, como uso de símbolos e linguagem simplificada, além de roteiros visuais sobre os espetáculos. Acessibilidade Atitudinal: a mais subjetiva das categorias, por ser uma atitude, “está implícita nas relações sociais e interpessoais”, (SARRAF, 2015) sem preconceitos e discriminação. Formação de seus profissionais para a recepção das pessoas com deficiência nos espetáculos para além do entrar e sair dos teatros. Acessibilidade EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS/ Acessibilidade física: obstáculos nivelados por rampas, vagas de estacionamento reservadas, banheiros adaptados. Guia intérprete de língua de sinais/ audiodescrição Acessibilidade Comunicacional: adoção de mecanismos e alternativas técnicas que torna acessível toda a divulgação e comunicação dos espetáculos, como uso de símbolos e linguagem simplificada, além de roteiros visuais sobre os espetáculos. Acessibilidade Atitudinal: a mais subjetiva das categorias, por ser uma atitude, “está implícita nas relações sociais e interpessoais”, (SARRAF, 2015) sem preconceitos e discriminação. Formação de seus profissionais para a recepção das pessoas com deficiência nos espetáculos para além do entrar e sair dos teatros.
As ações de democratização de acesso, conforme o art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, compridas nesse projeto serão: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; IV - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; APLICAÇÕES PRÁTICAS: 1. 80% dos ingressos exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; 2. 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; 3. 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; 4. Disponibilizar online todos os espetáculos na íntegra; 5. Realização de exposição de artes visuais com os figurinos dos personagens 100% gratuita e público estimado de 7 mil visitantes.
COORDENAÇÃO GERAL e ADMINISTRATIVA DO PROJETO: CAMILA GUANABARA O proponente desempenhará a coordenação geral/ administrativa e financeira do projeto, sendo encarregado da coordenação de toda sua execução artística, operacional, técnica, de comunicação, contábil e financeira. Comprova sua experiência em trabalhos em produção cultural, executiva e consultoria técnica para projetos artísticos. Atuou como produtora executiva em 3 edições do Festival No Improviso Jazz & Blues, nas 3 edições do Festival de Teatro Infantil - Brinque, Era uma vez...Eram duas...Eram três, Conversarte, Eu vejo assim , Bibliotecarte e Casa dos sentidos . Atua na gestão executiva de projetos em captação, tais como Pakuá - Prêmio de fotografia aérea e Conversarte - Geração Z, Jardim Sensorial. COORDENAÇÃO ARTÍSTICA E CURADORIA: Carolina Montenegro Jornalista e gestora cultural com especialização em marketing, comunicação institucional e práticas dirigidas a elaboração de projetos de incentivo e fomento a cultura, educação e economia criativa. Há 11 anos administra a Montenegro Produções Culturais, com sede em Curitiba, responsável por elaborar, captar e executar projetos proprietários e parceiros. Em seu histórico de produção constam mais de 80 projetos desenvolvidos e aproximadamente 300 investidores. Já produziu sete edições de Festivais de Teatro Infantil, quatro edições do Festival No Improviso Jazz & Blues, a série de encontros Conversarte, exposições artísticas, oficinas culturais, de gastronomia, seminários de sustentabilidade, educação, economia criativa e outros. Traz ainda como experiência o gerenciamento de conteúdos, a publicação de livros, catálogos de arte e revistas. Atualmente também desenvolve projetos voltados para formação e aperfeiçoamento de gestores culturais, na constituição de cursos e oficinas práticos sobre a atuação desses profissionais. Projetos culturais executados: • I , II e III Festival de Jazz e Blues – No Improviso / 
I Festival de Teatro Infantil – Brinque / 
II Festival de Teatro Infantil – Era uma, eram duas, eram três 
/ II Festival Brinque / 
I Conversarte/ II Conversarte/ Exposição de arte 
Eu vejo assim / 
III Festival de Teatro Infantil Brinque – Folclore do Brasil / 
II Festival Era uma vez...eram duas, eram três 
/ Exposição Interafetividade/ Exposição Poty por ti. Projetos culturais realizados ou em realização: Bibliotecarte/ Mapa da gastronomia/ Pakuá/ Exposição Vida/ III Conversarte/ III Festival de Teatro Infantil Era uma vez, eram duas...eram três/ Casa dos Sentidos DIREÇÃO DE ARTE: LETÍCIA GUIMARÃES Formada pela Faculdade de Direito de Curitiba, há 35 anos trabalha no Teatro Profissional. Tem formação em Mímica e como artista teatral ganhou prêmios (Troféu Gralha Azul (Prêmio Governador do Estado do Paraná) de melhor, direção (3 prêmios), melhor texto ( 2 prêmios), melhor espetáculo (5 prêmios), melhor atriz (1 prêmio), e melhor atriz coadjuvante (2 prêmios). Cursou extensão universitária em arte-educação na USP-SP. É diretora e produtora teatral e cinematográfica profissional. É idealizadora do Festival PEQUENO GRANDE ENCONTRO DE TEATRO PARA CRIANÇAS DE TODAS AS IDADES (11 edições). É sócia fundadora da Cia. do Abração (21 anos de existência), da ATINJ/PR – Associação de teatro para Infância e juventude do Paraná, atual presidente e fundadora da AACA – Associação Abração Círculo das Artes. ARTISTA CONVIDADO: GUSTAVO KRELLING Artista visual e figurinista brasileiro. Trabalhou por mais de 7 anos na preparação das escolas de Samba do Rio de Janeiro. Assinou figurinos para mais de 10 produções entre teatros, óperas e musicais. Em 2014 recebeu o prêmio Novíssimos Figurinistas promovido pelo Núcleo de Traje de Cena da USP e pela Associação Brasileira de Estudos e Pesquisa em Moda. Em 2015 apresentou seus figurinos "Baianas" representando o Brasil na categoria Tribes, na Quadrienal de Praga. Atualmente dirige a marca de sapatos Tutu Ateliê de Sapatilhas, em que também é estilista e coordenador visual.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.