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PRONAC 2311505Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival Malungo - Arte Pública e Cultura Popular

MANOEL ROBERTO DOS SANTOS PINTO JUNIOR 05089028435
Solicitado
R$ 331,7 mil
Aprovado
R$ 331,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PE
Município
Recife
Início
2024-08-30
Término
2026-12-07
Locais de realização (3)
Jaboatão dos Guararapes PernambucoOlinda PernambucoRecife Pernambuco

Resumo

Este projeto destina-se à realização do primeiro Festival Malungo - Arte Pública e Cultura Popular. Unindo arte, estética urbana e participação coletiva em um projeto de impacto social, com o objetivo principal de despertar valores da cultura popular pernambucana, através da arte urbana. O Festival une doadores de muros na RMR e artistas locais do graffiti, além de grafiteiros convidados vindos de todos os cantos do Brasil e do mundo. Serão 15 artistas locais, 03 artistas convidados de todo Brasil e 03 artistas internacionais, além das dezenas de participantes espontâneos e jovens das periferias recifenses. Os 15 muros selecionados para receberem as obras desse Festival se juntam a 02 murais gigantes, 04 worshops de empreendedorismo e duas dezenas de painéis em tela, que resultarão em um catálogo digital do Festival além de uma festa exclusiva para os participantes e convidados. Um projeto inovador que transformará a RMR, criando um olhar estético, participativo e sobretudo inclusivo.

Sinopse

A cultura popular é a instância em que se dá a resistência e resiliência de uma gente. É nos festejos, rituais e heranças da tradição oral que estão guardadas as dicas e orientações para a sobrevivência, as imagens que formam a essência de uma sociedade. Através dos processos de apagamento, muito se associa o conhecimento da população a uma imagem de primitivismo ou de tradição associada a algo parado no tempo. O Festival Malungo vem para celebrar a cultura nordestina enquanto relicário das sabedorias de um povo que é antes de tudo, adaptado aas mudanças do mundo. Um povo que sabe contar e recontar a própria história, que se reinventa e encontra meios de evolução sempre, sem se esquecer de onde vem. A culinária que alimenta das mesas mais abastadas até aqueles que vivem nas casas mais humildes; a música que permeia todos os espaços, unindo os diferentes corações; a dança; a literatura de cordel; a poesia sertaneja… tudo isso será material para a criação de 15 muros e 21 telas, além de 2 murais de grande formato. As obras irão celebrar o vocabulário e memória afetiva da população local. Os artistas participantes receberão uma extensa mentoria sobre nossa bagagem cultural e irão transformar as ruas e espaços públicos em verdadeiras celebrações de ancestralidade e de orgulho por nossa história. Os habitantes das vizinhanças participarão ativamente, recebendo orientações e aprendendo com os artistas e nos workshops, criando um ambiente de crescimento e empreendedorismo no qual se deixa, além de pinturas, a capacidade das pessoas criarem suas próprias obras. Não só vamos dar o peixe e fazer um banquete, mas também vamos ensinar a pescar. TEMA: Arte Pública e Cultura Popular.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar o primeiro Festival Malungo - Arte Pública e Cultura Popular. Unindo arte, estética urbana e participação coletiva em um projeto de impacto social e visual, onde tem como objetivo principal despertar valores da cultura popular, através da arte pública, muralismo, graffiti e do olhar dos artistas que nele participam. Objetivos Específicos: 1 - Provocar experiências artísticas em mais de 100 mil transeuntes da cidade do Recife, proporcionando momentos estéticos no cotidiano urbano através de 15 muros e 02 murais gigantes grafitados; 2 - Estimular, através das imagens do graffiti, a afinidade entre a população e os laços que os unem a cultura popular pernambucana; 3 - Promover a integração entre 15 artistas pernambucanos e 06 artistas do Brasil e do Mundo e partilha de experiências de engajamento comunitário; 4 - Incluir social e profissionalmente os 15 artistas do graffiti pernambucanos perante a sociedade; 5 - Criar um catálogo digital do I Festival Malungo - Arte Pública e Cultura Popular; 6 - Basear propostas de regeneração urbana através da arte e valorização dos símbolos das comunidades em vulnerabilidade territorial; 7 - Identificar com a arte pode servir de ferramenta para a reconstrução de espaços urbanos; 8 - Criar mapa simbólico das memórias afetivas dos povos invisibilizados e identificar caminhos para mitigar o efeito dos apagamentos na construção do espaço público; 9 - Conhecer e capacitar iniciativas comunitárias e artistas focados na ocupação do espaço público com cultura como forma de mitigar a violência urbana; 10 - Realizar workshops de formação em empreendedorismo social na arte urbana e no graffiti; 11 - Contribuir para o entendimento da cidade enquanto espaço democrático para expressão das linguagens artísticas;

Justificativa

Este projeto busca oferecer ao cidadão da RMR suprir lacunas existentes de caráter cultural derivadas dos diversos processos de apagamento no processo colonial. Através da criação de obras a céu aberto, visa promover a arte urbana baseada na ancestralidade, na cultura popular e a capacidade de gerar conteúdo de forma autônoma, através de pinturas públicas, oficinas de arte, graffiti e empreendedorismo nas comunidades. Partimos do fato de existir, na formação brasileira, uma carência de produção simbólica focada no pertencimento para o povo, ausência de espaços dedicados a contar histórias nossas e dos artistas do nosso estado. A mídia representa imagens que não dialogam com a população periférica, a cultura de massa tende a homogeneizar pelo olhar generalista, pelos estererótipos. Durante o processo de dominação do chamado Ocidente sobre as culturas primordiais, criou-se o costume de tratar a cultura das chamadas metrópoles como sendo superior ou de maior valor. O Brasil, enquanto projeto colonial, vive há cinco séculos os desdobramentos dessas dinâmicas. Há um sistemático desmonte, fruto da mentalidade predatória que explora os recursos naturais e promove a anulação da identidade e do pertencimento territorial. Essa homogeneização dos terrenos colonizados, seja através da imposição de uma língua oficial, ou na adoção de costumes alheios ao repertório original, tem como finalidade maior a perpetuação das cadeias de poder. Pois nada menos racional, finalmente, que a pretensão de que uma cosmovisão específica de uma etnia particular seja imposta como a racionalidade universal, ainda que tal etnia se chama Europa Ocidental. Porque isso, na verdade, é pretender para um provincianismo o título de universalidade (MIGNOLO, 2007). Tanto mais bela e grandiosa seria uma obra quanto mais refletisse e manifestasse em si a ideia abstrata e geral do belo nela contida. A partir deste mesmo princípio a arte revelaria, então, desde o gênio do artista que a produz até a evolução da cultura e da civilização da qual emerge. Com estas concepções é que o padrão de beleza eurodescendente se foi construindo historicamente como o mais próximo da ideia mesma do belo (DUSSEL,1997). Nosso tempo é especialista em criar ausências: do sentido de viver em sociedade, do próprio sentido da experiência da vida. isso gera uma intolerância muito grande com relação a quem ainda é capaz de experimentar o prazer de estar vivo, de dançar, de cantar. e está cheio de pequenas constelações de gente espalhada pelo mundo que dança, canta, faz chover. o tipo de humanidade zumbi que estamos sendo convocados a integrar não tolera tanto prazer, tanta fruição de vida. então, pregam o fim do mundo como uma possibilidade de fazer a gente desistir dos nossos próprios sonhos. e a minha provocação sobre adiar o fim do mundo é exatamente sempre poder contar mais uma história. se pudermos fazer isso, estaremos adiando o fim. (KRENAK, 2019). Esta introdução citada anteriormente se dá porque devemos avançar com novas modalidades de expressão cultural ligadas ao repertório da cultura popular, com foco especial na herança do Nordeste Brasileiro, nas lendas, mitos da oralidade, imagens profundamente ligadas à bagagem cultural das avós e avôs, raízes de um pouvo resiliente que resiste aos preconceitos e encabeça as vanguardas políticas e culturais do Brasil. Acreditamos na força da imagem na formação de um povo, na motivação que vem da noção de uma beleza e representatividade de quem vive o dia-a-dia da cidade e das periferias. Procuramos neste projeto, fazer consolidar o Art. 1º da Lei 8313/91 através do Graffiti, em diversas áreas de atuação, mas sobretudo nesta primeira edição voltada para a cultura popular pernambucana. Buscamos alcançar também os objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de festivais de arte; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. Portanto sabendo das dificuldades de propor ações e atividades voltadas para as artes plásticas provenientes da cultura de rua, neste caso o muralismo através do Graffiti, provocamos ao poder público federal, em incentivar estas ações aprovando projetos voltados para as artes plásticas e a cultura de rua. O processo de ruptura com a invisibilidade exige do Estado e do conjunto da sociedade uma multiplicidade de ações que transitam da educação à cultura, do esporte à segurança pública. Neste caso, partimos do ponto que a arte urbana em Pernambuco pode, através do "Festival Malungo - Arte Pública e Cultura Popular", criar um laço social e cultural muito maior entre a rua e o público transeunte, identificando o nossa cultura de rua como parte importante no crescimento das culturas urbanas. O projeto, sendo aprovado e captado, irá gerar conhecimento e preservar a Memória da Cultura Popular Pernambucana, tais como: dança, gastronomia, música, moda, artesanato, entre outros, por meio das referências e dos documentos históricos, bem como por meio de um grupo de curadores que transporão "manifestações culturais e patrimônios vivos" tipicamente pernambucanos para os muros de ruas e avenidas da RMR, através das mãos dos artistas do Graffiti, também selecionados por esses curadores. Grafitar nossa história cultural reforçará nossa conduta de preservação e manutenção dessas "manifestações culturais e patrimônios vivos" num espectro macro levando em conta a quantidade de muros e de elementos culturais que serão plasmados neles, e principalmente visando atingir visualmente centenas de milhares de transeuntes nativos e/ou turistas, que passem diante deles.

Estratégia de execução

Outras informações pertinentes. CV dos Curadores: Curadoria (03) - 1 - Nicole Costa - Doutorada em Antropologia pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) com o tema Cultura do Graffiti, onde também realizei o mestrado, sempre em pesquisas que envolvem os agentes e agenciamentos do campo da arte. Minha trajetória acadêmica inclui especialização em arte-educação e licenciatura em desenho e plástica, além de cursos livres e participação (inclusive como proponente e coordenadora) em congressos, seminários e outras atividades. No âmbito profissional, desde outubro de 2021, após aprovação em procedimento concursal internacional, resido em Portugal, onde exerço funções como Chefe de Divisão da Unidade Orgânica Museu José Malhoa, Museu Da Cerâmica e Museu Dr. Joaquim Manso, serviço dependente da Direção Regional de Cultura do Centro, sendo então diretora destes três museus portugueses. Anteriormente, realizei as mais diversas atividades na área da cultura, sendo a última delas a gerência geral do Paço do Frevo, instituição cultural de Recife (Pernambuco, Brasil), gerida pelo Instituto de Desenvolvimento e Gestão – organização social dedicada à gestão cultural e ambiental. Atividades em museus e instituições culturais, em minha trajetória, têm somado vinte anos, nos quais atuei em instituições como Instituto Ricardo Brennand e Fundação Joaquim Nabuco. Neste percurso, colaborei para a criação da Rede de Educadores de Museus e Instituições Culturais de Pernambuco (Remic-PE), estimulando ações coletivas e promovendo encontros formativos entre mediadores de museus da região. Realizei formações de educadores, como a que organizei no Cais do Sertão, e pesquisas, como “Estética da Periferia”, no Museu de Arte Moderna Aluísio Magalhães. Paralelamente a esta trajetória em museus, desenvolvi atividades de ensino e extensão. Nesta área, coordenei os cursos de Bacharelado em Artes Visuais e o de Bacharelado em Fotografia, na Associação de Ensino Superior de Olinda. Realizei consultoria educativa para a Fundação Roberto Marinho, em programas de formação de professores, dentre outras experiências profissionais, como a coordenação cultural voluntária na Central Única das Favelas de Pernambuco (CUFA-PE). 2 - Leopoldo Xavier Nóbrega - Recife-PE, se desenvolveu precocemente, através de várias experiências artísticas com diversos materiais expressivos, aplicando seus conhecimentos e técnicas em esculturas, pinturas e design de produtos. Desde 1989 expõe em espaços culturais, galerias, museus e leilões. 1992 iniciou sua trajetória acadêmica na Química Industrial com graduação em nível técnico expandindo e consolidando uma forte trajetória na cerâmica e artes do fogo. 1995 inseriu a moda em suas pesquisas plásticas através do projeto: Poliformática: A cerâmica do III Milênio, associando a cerâmica vitrificada na produção de coleções de moda e editoriais, consolidando um estilo próprio com destaque chegando a ser citado pela Revista Vogue como o Embaixador da Moda de Pernambuco. Possui trabalhos publicados em veículos especializados, além de catálogos, sites, jornais e TV. 2000 deu início aos estudos em Administração com ênfase em Marketing, completando sua graduação em nível superior com apresentação de relatório final TCC sobre a produção do jeans de Toritama. 2003 passa a atuar no Polo de Confecção Agreste, no interior de Pernambuco, aonde desenvolve coleções, presta consultorias e mantém suas pesquisas industriais relacionadas ao desenvolvimento sustentável. 2009 funda o Coletivo Ativistas da Moda e passa a coordenar a Câmara dos Profissionais da Moda em Caruaru à convite da ACIC – Associação Empresarial de Caruaru. 2004 intensificou sua atuação em produções cenográficas, direção de arte e figurinos a convite da Rede Globo Nordeste, onde dedica seus maiores projetos multimídia para gravações de especiais de TV, DVD’s e cenografia urbana. 2011 com uma grande exposição individual apresenta a sua retrospectiva de 20 anos de trajetória, na Torre Malakoff em Recife, com a publicação do catálogo: O Imaginário Folclórico e os Homens que Sapiens Sapiens. Atua como Artista Plástico e Designer Multimídia, criando cenários, figurinos e projetos culturais para o mercado nacional além de consultorias em Moda e Mercado. É Fundador do Ciclo Pernambucano de Moda, Arte & Sustentabilidade – ano II. Criador do Galo Gigante do Galo da Madrugada dos anos 2019/22/23. Mantém exposição Permanente no Showroom em seu atelier e Espaço Multicultural Arte Plenna, Recife. 3 - Glauber Arbos é recifense, desenha desde criança. Sua identidade visual é facilmente reconhecida com pinturas de muros e paredes da cidade. As esculturas têm as mesmas características e são reconhecidas nas diversas exposições que acontecem no estado. Da arte popular do nordeste brasileiro até a ficção científica. Todo esse universo é regido pelos seres com formas que arremetem a natureza distante presente no imaginário do artista. As obras eclodem em explosões de cores e formas bem tratadas demonstrando uma arte cheia de referências, porém particular. Suas obras são ricas em cores e geometrias. 2008 - Participação com painel de graffiti sob outdoor no Projeto “Lado B - Arrudeia”no Museu Murilo La Greca em Recife. 2015 - Exposição individual com pinturas sob tela e pinturas sob madeiras de demolição na “Casa do Cachorro Preto”em Olinda. 1200 visitantes em 1 mês. 2017 - Participação com estande na Fenearte expondo esculturas de cerâmica,pinturas sob tela e pinturas sob madeira. 2018 - Participação com estande na Fenearte expondo esculturas de cerâmica, pinturas sob tela e pinturas sob madeira. 2019 - Exposição e ocupação de estande na Fenearte expondo esculturas de cerâmica, pinturas sob tela e pinturas sob madeira. 2020 - Artista em destaque no evento principal a Feira Rosembaum em São Paulo, participando com pinturas sob recorte em madeira compensada. 2022 - Exposição “Primal” com esculturas de cerâmicas junto a Demetrio Albuquerque na Casa Balea em Olinda. 2022 - Intervenção com esculturas de cerâmica no Espaço Interferência Janete Costa durante a Fenearte em Recife. 2023 - Participação na feira Art PE - Participação com esculturas de cerâmica no Espaço Interferência Janete Costa durante a Fenearte em Recife - Participação com pintura sobre tela na exposição coletiva “Mil Novecentos e Setenta e três,50 anos depois” no Bacorejo no Rio de Janeiro.

Especificação técnica

A partir do Festival teremos um catálogo on-line. Catálogo Virtual: Criar um catálogo online de artistas que participaram, e participarão futuramente dos próximos festivais, indicando uma “trilha” e circuito de visitação das obras realizadas neste festival. Além da inclusão desses artistas teremos espaço para que possamos promover e vender obras de arte urbana provenientes ou não do Festival. Será o cenário para quem não participará presencialmente do Festival. O Catálogo nada mais é que um portal online aberto (gerenciado pela equipe do Festival) fortalecendo a cultura do Grafite e Muralismo. Workshops Formação para Empreendedores Sociais em ONGs - Plano de Negócios e Curso de Aperfeiçoamento Faremos 02 workshops em ONGs que trabalham a cultura do graffiti na cidade do Recife. 01 - Atividades de Graffiti - Curso de Aperfeiçoamento e, finalizando as ações, uma intervenção urbana coletiva. 20 alunos. 02 dias – 03 horas por dia. 02 - Atividades de Empreendedorismo Social na Arte Urbana - Plano de Negócios: Curso de Formação em Arte-Educação e Empreendedorismo para Artistas do Graffiti – apresentando caminhos para a educação através da arte, o curso também conta com um módulo dedicado ao empreendedorismo, com abordagens sobre economia criativa. 20 alunos. 02 dias – 03 horas por dia.

Acessibilidade

Durante o processo de pintura dos muros pelas ruas e avenidas da RMR, o público em geral poderá visualizar e, em algumas ações, realizar intervenções junto com os artistas além de acompanhar a sua performance. Esta é uma gestão que vamos incorporando, durante o festival, tomando como “natural” os diferentes processos sociais relacionados com a acessibilidade. Para fortalecer essa necessidade de incluir a todos, criaremos um catálogo virtual, onde a audiodescrição será realizada de forma ampliada para atender aqueles que não tem acesso a essa informação. Haverá placas com “QR Code” onde estarão expostas as obras (muros e murais), assim teremos acesso a descrição das imagens e a audiodescrição.

Democratização do acesso

Haverá um app (em forma de catálogo digital) que esclarece aos usuários sobre cada uma das obras de arte que compõem o roteiro, além de informar os dias que estarão os artistas executando os murais gigantes, os muros espalhados pelas cidades de Olinda, Jaboatão dos Guararapes e Recife no Festival Malungo - Arte Pública e Cultura Popular. Logo haverá momentos de cobertura audiovisual (ao vivo) durante as sessões de muralismo, onde o público participará através de intervenção lúdica, na base do mural, com pintura (usando poska, rolinho e spray). Haverá a disponibilidade de uma placa ao lado da obra com o uso de QR Code que também levará o usuário a este catálogo. Toda a informação do Festival será gratuita e de fácil acesso.

Ficha técnica

Coordenação Geral e Curatorial (Manoel Quitério) - Além de Grafitar um dos 02 Murais Gigantes - Manoel Quitério Artista Visual: Pintura, Grafite, Escultura, Arte Social, Ativismo Político e Consultoria em Políticas Públicas, Assessoria institucional especializada em comunidades vulneráveis e zonas de conflito. 15 anos de atuação como artista urbano e passagem por 25 países. Graduado em Comunicação Social - UFPE, 2008 - Mestrado em Pintura - Faculdade de Belas Artes / Universidade de Lisboa, 2023 - Mega Mural da Av Conde da Boa Vista Projeto apoiado pela fundação holandesa Bernard Van Leer. Primeira pintura de grande formato a ser realizada por um artista pernambucano de forma permanente (obra pintada diretamente sobre o prédio, criando um impressionante monumento urbano à ancestralidade indígena e negra). A obra é um marco no avanço da política pública de arte urbana em Recife, sendo referência para os futuros desenvolvimentos do graffiti no estado. Desde Junho 2016 - Aurora de Estrelas - Recife, Brasil Aurora de Estrelas é um projeto que conecta pessoas em situação de rua, refugiados e cidadãos em risco social com seus lados criativos. A partir desse diálogo, começamos a criar intervenções públicas de larga escala nos locais habitados por essas pessoas, como igrejas, praças e prédios abandonados. O projeto já pintou com mais de 400 pessoas em 6 países do mundo, com foco no Brasil. O projeto é apoiado pela Prefeitura do Recife e pelo Consulado Francês. 2019 - Goa e Mumbai - Índia Pintura numa Igreja de 1550, na cidade de Goa. O projeto permitiu a criação de um mural no interior de um patrimônio da UNESCO. Com o apoio da ArtOxygen e Consulado Brasileiro em Mumbai, a Igreja de Reis Magos recebeu essa obra que é um marco histórico, primeiro grafite a ser criado dentro de uma igreja do período colonial, reforçando as ligações históricas decorrentes da presença portuguesa nos dois países. Em Mumbai, foi realizada uma pintura num centro comunitário em Dharavi, um dos maiores subúrbios da Ásia. Dezembro 2018 / Mais VIda nos Morros - Recife, Coordenador do Projeto Pintura comunitária com participação da população no bairro de Beberibe. mais de 100 casas foram pintadas simultaneamente com o apoio da Prefeitura do Recife. Dezembro 2017 / HaMiffal - Jerusalém, Israel Projeto artístico financiado pela Prefeitura de Jerusalém. Uma casa palestina do séc XVII, desocupada após criação do Estado Judaica - virou um local de trocas artísticas. Oito artistas de todo o mundo se reuniram durante dez dias nesse prédio icônico localizada na Cidade Velha e criaram diversas obras interativas sobre tolerância, imigrantes e senso comunitário. Julho - Agosto 2016 / Usina de Arte - Pernambuco e Alagoas, Brasil Uma antiga usina de açúcar foi transformada em museu a céu aberto. Durante dois meses, uma equipe coordenada por Manoel esteve vivendo na Usina Santa Teresinha e na comunidade ao redor, dialogando e criando peças únicas. 2018 - 2023 - Parceria com o Consulado Francês Consultoria em políticas de cooperação internacional através da arte. Palestra na Noite das Ideias, promovida pelo Consulado Francês, enfatizando a arte urbana enquanto veículo de produção simbólica numa sociedade pós-colonial. Residências artísticas binacionais com intercâmbio de arte urbana. Maio - Julho 2018 / Aros Museum - Aarhus, Dinamarca Durante três meses, a área pública do segundo maior museu da Dinamarca foi transformada em ateliê. O artista recifense coordenou uma série de oficinas e intervenções públicas conectando o museu com populações vulneráveis, imigrantes e moradores de rua, culminando na transformação de espaços públicos agregadores de pessoas em situação de rua. Coordenação Produção (Sarah Nazaré) - Sarah Nazareth (1993) nasceu em Recife, criada em Gravatá, é Artista Visual, Produtora Cultural e Arte Educadora. Formação em Artes Visuais pelo IFPE em Recife e estudou Pintura no Ar.Co, Lisboa. Com passagens internacionais participou de residências artísticas focadas em inclusão comunitária, intervenções urbanas, projetos no Brasil, Peru, Índia, Portugal e Luxemburgo. É membro do coletivo de artistas Aurora de Estrelas que trabalha com pessoas em situação de vulnerabilidade social, imigrantes, refugiados e em indigência, coordenando vivências de saberes populares e atividades artísticas. Coordenação de Comunicação e Marketing (Guilherme Dias): Atuante na área de Comunicação através de Planejamento Estratégico, com experiência no relacionamento organizacional, venho construindo minha experiência com liderança de equipe, organização, relacionamento e estratégias de comunicação e marketing nas mídias tradicionais e digitais. Com passagens adicionais nas áreas de produção e direção de arte, onde me favoreceu o entendimento de todo o ciclo, melhorando ainda mais o desempenho nas funções principais, o que me favorece pensar no processo como um todo. Atualmente, Presidente da Estiga Comunicação (vide anexo), empresa voltada para o segmento de marketing digital e comunicação. Atuei na Gestão da Diretoria de Marketing da Associação de Jovens Empresários do Recife (AJE Recife) no período de 2009 – 2022. Coordenador de Comunicação da Central Única das Favelas de Pernambuco de 2014 – 2018. Diretor de Comunicação da Empresa Os 03 Consulting 2017-2019.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.