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Movimento Ecoar é uma exposição fotográfica que resulta de uma investigação da cultura alimentar de uma comunidade em conjunto com os trabalhos produzidos pelos participantes de uma série de oficinas de fotografia realizadas com jovens que visa desenvolver o olhar crítico da arte da fotografia a partir da temática da alimentação e da cultura alimentar dos brasileiros. O projeto contempla um evento de abertura da exposição com atividades para a comunidade nas áreas de dança, artes cênicas e bate papos sobre o tema do projeto.
Classificação indicativa: Livre
Objetivos Gerais: Vamos convidar o público a refletir sobre o tema da alimentação, de forma a observar como a cultura está refletida nos pratos dos brasileiros. O objetivo do projeto é promover por meio da arte uma reflexão sobre nossos padrões atuais de vida. Nos voltamos para fomentar o ensino da arte da fotografia, devido ao seu acesso democrático que hoje possibilita uma enorme produção de imagens, promovendo o desenvolvimento de um olhar crítico para um tema tão vital e cotidiano como a nossa alimentação. Objetivos Específicos: Para alcançar nosso objetivo o projeto irá realizar as ações abaixo: 1. Oficinas de Fotografia _ jovens (13 a 18 anos) Realização de 60 horas de oficinas de fotografia e artes visuais por período, totalizando 120 horas em cada uma das 4 cidades do projeto, conforme abaixo detalhado: LOCAL 1 _ São Paulo (SP)Oficina para jovens (13 a 18 anos)- Carga horária total _ 60 horas (manhã) 60 horas (tarde)- Capacidade _ 20 alunos (manhã) / 20 alunos (tarde)Total alunos _ 40 alunos LOCAL 2 _ Campinas (SP)Oficina para jovens (13 a 18 anos)- Carga horária total _ 60 horas (manhã) 60 horas (tarde)- Capacidade _ 20 alunos (manhã) / 20 alunos (tarde)Total alunos _ 40 alunos LOCAL 3 _ Salvador (BA)Oficina para jovens (13 a 18 anos)- Carga horária total _ 60 horas (manhã) 60 horas (tarde)- Capacidade _ 20 alunos (manhã) / 20 alunos (tarde)Total alunos _ 40 alunos LOCAL 4 _ Cachoeira (BA)Oficina para jovens (13 a 18 anos)- Carga horária total _ 60 horas (manhã) 60 horas (tarde)- Capacidade _ 20 alunos (manhã) / 20 alunos (tarde)Total alunos _ 40 alunos 2. Exposição Realização de exposição a partir dos trabalhos realizados em cada cidade, a montagem também é composta por trabalhos de fotógrafos profissionais envolvidos no projeto que fazem uma seleção de pessoas na comunidade investigando a cultura alimentar na comunidade. Produção e montagem de 4 exposições: Local 1 _ São Paulo- Apresentação do trabalho para comunidade local, montagem da exposição em local público;- Realização de bate papos dos alunos, profissionais envolvidos e público.Programação paralela: - Contação de história _ 1 atividade- Apresentação artística _ 2 atividades- Bate papo _ 1 atividade- Capacidade _ 750 pessoas Local 2 _ Campinas- Apresentação do trabalho para comunidade local, montagem da exposição em local público;- Realização de bate papos dos alunos, profissionais envolvidos e público.Programação paralela: - Contação de história _ 1 atividade- Apresentação artística _ 2 atividades- Bate papo _ 1 atividade- Capacidade _ 750 pessoas Local 3 _ Salvador- Apresentação do trabalho para comunidade local, montagem da exposição em local público;- Realização de bate papos dos alunos, profissionais envolvidos e público.Programação paralela: - Contação de história _ 1 atividade- Apresentação artística _ 2 atividades- Bate papo _ 1 atividade- Capacidade _ 750 pessoas Local 4 _ Cachoeira- Apresentação do trabalho para comunidade local, montagem da exposição em local público;- Realização de bate papos dos alunos, profissionais envolvidos e público.Programação paralela: - Contação de história _ 1 atividade- Apresentação artística _ 2 atividades- Bate papo _ 1 atividade- Capacidade _ 750 pessoas
A produção de imagem dos nossos dias é muito maior que a soma de imagens produzidas nos 200 anos de história dessa arte, especialmente pelo fácil acesso a qualquer mecanismo de produção de imagem, por este motivo acreditamos na importância do desenvolvimento do olhar do produtor da imagem e para dar forma a esse ensino, buscamos um dos pilares da construção da cultura de qualquer povo, a sua alimentação, de forma que o exercício seja artístico, mas promova uma reflexão importante no dia a dia do público do projeto. Acreditamos que a melhor forma de construir o futuro é por meio de uma ativa reflexão do presente, por isso nos voltamos para utilizar uma das formas de arte mais democrática e ativa nos dias atuais, a fotografia. Será que o arroz e feijão ainda é a dupla mais frequente nos pratos dos paulistas? Houve um tempo que sabíamos o cardápio dos restaurantes pelos dias da semana: Segunda-Feira - Virado Paulista; Terça-Feira _ Dobradinha; Quarta-Feira - Feijoada; Quinta-Feira _ Macarrão; Sexta-Feira _ Peixe; Sábado _ Feijoada e Domingo _ Macarrão. A gastronomia da maior cidade do país não era definida apenas por esses pratos, mas a rotina da culinária seguia essa ordem. Hoje em dia, o cardápio paulista não segue mais essa regra e encontramos uma variedade enorme de pratos, inclusive estrangeiros, comida italiana, japonesa, chinesa, árabe, entre outras. E nos perguntamos: Qual é a culinária paulista para os jovens e crianças? O que a alimentação de nossos jovens nos conta e como ela constrói a atual cultura gastronômica em cada uma das cidades do projeto? A ideia do projeto é ser realizado a partir de bairros periféricos nas cidades escolhidas, de forma que possamos tentar montar um grande mosaico com o resultado artístico do projeto, bem como iniciar a reflexão por uma imersão fora do centro. Uma das principais motivações para essa escolha se deve ao fato de encontramos uma alta densidade demográfica na periferia associada a carência de ações artísticas que possam além de ensinar, instigar um processo de reflexão que impacte diretamente no cotidiano dos jovens envolvidos, bem como compartilhar o resultado dessas ações com a própria comunidade por meio da realização da exposição dos trabalhos produzidos por eles em local público com acesso gratuito e amplo. Acreditamos que a Lei Federal de Incentivo à Cultura é essencial para realização deste projeto que além de ser uma produção artística cultural visa promover o exercício da dimensão cidadã da cultura promovendo a integração de jovens e crianças na produção e fruição do resultado junto a comunidade local. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o. da Lei 8.313/91: I _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o. da Lei 8.313/91): II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Projeto Pedagógico – Movimento Ecoar 1. Público-AlvoIdades: JovensNíveis de habilidade em fotografia: Iniciantes 2. Estrutura do CursoDuração: 5 semanasFrequência: 4 vezes por semana 3 horas por dia.Formato: Presencial, com atividades práticas e teóricas.Atividades: Palestras/Bate papos de convidados sobre arte e cultura alimentar – 2 por semana. 3. Conteúdo ProgramáticoIntrodução à Fotografia:Conceitos básicos: luz, composição, enquadramento.Uso de diferentes dispositivos: câmeras, smartphones.Alimentação e Cultura Brasileira:Estudo de pratos típicos regionais.Discussão sobre hábitos alimentares e sua representação cultural.Técnicas de Fotografia de Alimentos:Iluminação, composição e styling para alimentos.Prática em ambientes como cozinhas e mercados.Crítica Fotográfica e Reflexão:Análise de imagens, discussão de temas como sustentabilidade e saúde.Reflexão sobre o impacto da alimentação na cultura e sociedade. 4. MetodologiaAulas Teóricas: Apresentações e discussões.Prática Fotográfica: Exercícios em campo.Análise e Feedback: Revisão coletiva das fotografias.Colaboração e Criatividade: Estímulo à expressão individual e trabalho em equipe. 5. Recursos NecessáriosEquipamento fotográfico (podem ser câmeras simples ou smartphones).Acesso a locais para prática fotográfica (cozinhas, mercados, espaço aberto).Plataforma online para exposição das obras. 6. Exposição FinalSeleção de Trabalhos: Escolha das melhores fotografias dos alunos.Formato da Exposição: Física (em um espaço cultural) e Online.Divulgação: Marketing através de redes sociais, escolas, comunidade. 7. Avaliação e FeedbackAvaliação contínua do progresso dos alunos.Feedback construtivo e encorajador para promover a confiança. 8. Impacto Social e CulturalPromover a conscientização sobre alimentação e cultura.Incentivar a expressão artística e o pensamento crítico em jovens.Este projeto deve ser adaptável às necessidades e ao contexto local, garantindo que seja inclusivo e acessível a todos os participantes.
As medidas de acessibilidade para o projeto serão: 1. Oficinas de FotografiaAcessibilidade Física: local adequado a legislação atual vigente, apresentando rampas de acesso, elevadores, pisos táteis e todos os dispositivos exigidos pela legislaçãoItem orçamentário: Locação de espaçoAcessibilidade para Deficientes Visuais: Informações em braile e audiodescrição- Item orçamentário: AudiodescriçãoAcessibilidade para Deficientes Auditivos: intérprete de libras- Item orçamentário: Intérprete de libras 2. ExposiçãoAcessibilidade Física: local adequado a legislação atual vigente, apresentando rampas de acesso, elevadores, pisos táteis e todos os dispositivos exigidos pela legislaçãoItem orçamentário: Locação de espaçoAcessibilidade para Deficientes Visuais: Informações em braile e audiodescrição- Item orçamentário: AudiodescriçãoAcessibilidade para Deficientes Auditivos: intérprete de libras- Item orçamentário: Intérprete de libras
Acreditamos que o projeto tem em sua essência a democratização ao acesso, uma vez que pretendemos: - Realizar as atividades em áreas periféricas da cidade;- Trabalhar com equipe local;- Realizar atividades gratuitas;O projeto dever atingir 160 alunos no total e por exposição no mínimo 1500 pessoas, totalizando 6000 pessoas na exposição e programação paralela. Para cumprir as orientações do artigo 28 da In. 1/2023 o projeto deverá: 1. Oficinas de FotografiaMedida adotada do artigo 28 – In. No. 1 – 01/23: IV - Disponibilizar na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; 2. ExposiçãoMedida adotada do artigo 28 – In. No. 1 – 01/23: IV - Disponibilizar na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;
O proponente fará a gestão administrativo-financeira e a coordenação geral do projeto, sendo responsável por coordenar todo o desenvolvimento do mesmo, atentando-se para a execução real do objetivo, atualização do Salic e contato com o a Secretaria Especial de Cultura quando se fizer necessário; bem como pelo planejamento de execução de todo o projeto, cotações e compras, e desenvolvimento da prestação de contas. Assumirá as funções de Coordenação Geral 1. Vermelho Filmes – Coordenação GeralA Vermelho Filmes Produções iniciou suas atividades em 2004 totalmente voltada para as atividades audiovisuais e cinematográficas, em especial criação e produção. A partir de 2013 com uma nova configuração societária e com a experiência adquirida na área audiovisual em criar e gerenciar produções audiovisuais que englobam o planejamento e organização de equipes multidisciplinares, a produtora ampliou sua atuação para projetos culturais em diversas áreas focando na excelência da gestão de projetos.A primeira grande experiência foi o projeto “Mostra Que Loucura é Essa?” que ocorreu em agosto de 2017 no Conjunto Nacional – Avenida Paulista, projeto que produziu uma mostra de filmes associadas as artes visuais que criou 5 grandes obras que tinham o objetivo promover a interação do público com o conceito do projeto. A ação patrocinada pela Leroy Merlin obteve grande alcance de público e mídia, sendo realizado em mais dois pontos da cidade.Em 2018 e 2019 realizou a 8ª. e 9ª. edição do Cinefantasy – Festival Internacional de Cinema Fantástico, produziu a mostra de filme e atividades paralelas de cursos, oficinas e palestras diversas para ampliar o alcance do projeto junto ao público. As edições ocorreram no Centro Cultural Vergueiro em 2018 e no Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS) em 2019, sendo esta edição selecionada pelo Edital 15/2018 da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, recebendo aporte direto do Estado.Também em 2019 a Vermelho foi responsável pela coordenação e gestão do projeto “Festival de Arte e Cultura de São Paulo” realizado na Casa das Rosas compondo a programação do Coletivo Pink ação da Pfizer na promoção da causa do Outubro Rosa no período de 01/10 à 20/10/2019. Em 2020 participou da curadoria e gestão do projeto “Inspiração Pink” - https://inspiracaopink.com.br - que fez parte da programação do Coletivo Pink ação da Pfizer na promoção da causa do Outubro Rosa no período de 01/10 à 31/10/2020. 2. Camila Alves – Produção executivaCamila Alves é publicitária formada pela Universidade Mackenzie, com especialização em Gestão Cultural pela Itaú Cultural e Universidade de Girona, atua como consultora na área de projetos culturais, sociais e esportivos com foco no planejamento e gerenciamento de projetos executados com leis de incentivo fiscal.Atuando há 24 anos na área, iniciou sua carreira no escritório Cesnik, Quintino & Salinas Advogados, especializado em Cultura e Terceiro Setor. Atuou no desenvolvimento, planejamento, execução e prestação de contas de projetos para diversos produtores e instituições culturais, entre eles: Instituto Pensarte, Instituto Cultural Brasilis, BM&A – Brasil Música, MAM – Museu de Arte Moderna, Olhar Imaginário, Oka Comunicações, Gaia Produções, Deusdará Filmes, Maria Farinha Filmes, Liquid Media Lab, entre outros, na área esportiva desenvolveu projetos com a Universidade do Futebol, Corpore, ESPN e USP. Entre os projetos de destaque estão: Prêmio Oceanos de Literatura, Colegas (espetáculo teatral), Rota das Artes, Festival Arte Serrinha e Instrumental Serrinha 2017, 2018 e 2019 e Unilever Sons do Brasil.Coordenou a área de planejamento e gerenciamento financeiro da CPFL Cultura em Campinas e a área de planejamento e projetos especiais da Poiesis, organização social responsável pelo gerenciamento do Museu da Língua Portuguesa, Casa das Rosas, Casa Guilherme de Almeida e Oficinas Culturais do Estado de São Paulo.Atualmente, é consultora para diversos projetos culturais, coprodutora dos projetos Caos on Canvas (artes visuais) e Cinefantasy (mostra de cinema fantástico), coordenadora do Festival Coletivo Pink (Outubro Rosa 2019 – Casa das Rosas). 3. Janaina Bastos Soares – Coordenação PedagógicaJanaina Bastos Soares é uma educadora social, professora e antropóloga apaixonada por educação, cultura e desenvolvimento sustentável. Com formação em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP) e uma licenciatura em Sociologia, Janaina também possui especialização em História, Arte e Educação nos Museus Paulistas.Com uma sólida base educacional, ela complementou sua expertise com capacitações, incluindo "Diseño y gestión de políticas de formación y apoyo al empleo para el mejoramiento de la empleabilidad, la calidad y la equidad en la atención de la economía informal, MYPE y grupos vulnerables," uma iniciativa da Organização Internacional do Trabalho (OIT), CINTEFOR e ONU, que concluiu em 2010.Ao longo de sua carreira de 16 anos, Janaina tem sido uma defensora incansável das políticas públicas culturais e projetos socioculturais e educativos. Seu compromisso se destacou durante seu tempo como Coordenadora Executiva Adjunta no Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável (CIEDS), onde liderou a implementação de projetos nas áreas de cultura, educação e esportes, colaborando com governos municipais, estaduais, federais e organizações internacionais. Além disso, ela desempenhou um papel central no Monitoramento e Avaliação dos Projetos, baseado em indicadores de resultados.Janaina também é uma educadora ministrando cursos técnicos em Canto, Dança, Regência, Produção Cultural e Eventos na Escola Técnica (ETEC) de Artes desde 2009. Suas disciplinas incluem Produção Cultural e Artística, Contexto Histórico da Produção Cultural no Brasil, Ética e Cidadania, e Planejamento e Desenvolvimento de Trabalho de Conclusão de Curso.Sua influência se estendeu ao Centro Paula Souza, onde atuou como Coordenadora, liderando projetos especiais, formação e capacitação de professores nas áreas de Artes, Cultura e Cidadania, bem como na implantação do Polo Arte na Escola e coordenação de parcerias institucionais. 4. Claudio Manculi – Professor e FotografoCláudio Manculi, inquieto e curioso, escolheu a fotografia como principal campo de pesquisa, mas tem experiências na música, na gravura, na eletrônica, no teatro e na sala de aula. Transita entre a fotografia comercial, em especial a de produto, e a autoral, onde pesquisa os eixos como a relação entre imagem e cidade, a ontologia da imagem fotográfica e a narrativa visual. É instrutor de fotografia desde 2015, e ministrou oficinas em instituições como a Via Cultural, o SescSP e CREAS. Foi repórter fotográfico entre 2012 e 2015, publicando nos principais veículos de comunicação do país. É graduado em Publ, Prop e Criação, Univ Mackenzie, especial em Fotografia como Arte Contemporânea, Senac. 5. Magali Medina – ProdutoraMagali Medina, Artista Visual, bacharel em publicidade e propaganda pela Faculdade Cásper Libero, Master em Neuropsicologia, Inteligências Múltiplas e Mindfulness pelo IMF-Espanha, pós graduanda em Psicologia Junguiana - IJEP, pós-graduada em Fotografia Contemporânea pelo SENAC/SP, graduanda em Psicologia pela UNIP. Entre as agências e clientes que já trabalhou destaca-se Grey, W/Brasil, Future Brand, Salem, Cultura Inglesa, Atlas Schindler, IG e Santander.Fundadora do Objeto Urbano, atualmente desenvolve trabalhos como freelancer e ministra cursos de fotografia, encadernação e artes visuais e design educacional foco em estudos, pelas Oficinas Culturais do Estado de São Paulo, Sesc, e MuBE (Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia), Museu Murilo de La Grecca • Recife. Já participou de exposições coletivas no SENAC SP, Sesc Interlagos, “Olhares – livros de artista” – SESC Piracicaba e Casa do Salgot e MASP e Medalha de Bronze – I Salão dos Andradas – Pintura Contemporânea.
PROJETO ARQUIVADO.