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O Despertar do Olhar Verde é um projeto que usa a arte como meio para a educação ambiental através de teatro, oficinas plásticas e vivências ambientais. O projeto é voltado para o público infantil, que percorre trilhas em espaço verde, tendo experiências artísticas e ambientais. Também se prevê a tiragem de um livro de fotografia de imagens e texturas da natureza, em diálogo com a filosofia do Olhar Verde.
Vivências (oficina e teatros) As vivências serão constituídas por um momento de discussão, elaboração de pensamentos, expressão e um momento de ação que aplica o lúdico e o artístico para a fixação do tema discutido. As ações se baseiam numa discussão que estimule as crianças a pensar na palpabilidade da natureza para elas, deixando que se expressem dizendo como, quando e para que, elas utilizam os recursos da natureza. Trazer à tona a discussão dos povos nativos que habitavam o Brasil, e qual era a relação deles com a natureza e com os recursos dela. Oficinas de artes plásticas - Itinerário 1 Ação sugerida 01 As crianças colhem itens da natureza e criam com eles um espaço fantasioso: Exemplo: Um objeto é determinado para iniciar a proposta (galho se torna uma ponte sobre um rio) As crianças continuam a história com seus objetos. Poderão surgir de folhas, peixes, de galhos, jacarés. Separar antecipadamente, itens com formas interessantes para mostrar às crianças. Link: - Formas - Texturas - Cores *Elementos da natureza se tornam um objeto lúdico. Ação sugerida 02 As crianças criam tinta com urucum (ou outras tintas naturais que sejam fáceis), todos fazem juntos. As crianças pintam com as mãos uma grande tela, o pedido é: Pintar coisas que existem na natureza. Link: - Pinturas dos povos nativos do Brasil e como faziam suas tintas. Ação sugerida 03 Crianças confeccionam um chocalho com o que colheram. Link: - Instrumentos musicais feitos com elementos da natureza. - Sons da natureza As crianças conhecem o Maracá e o Aiapá. As crianças recebem os chocalhos e são convidadas a fazer sons ritmados com os pés e as mãos. “Com chocalhos presos aos tornozelos, coxas, braços, pescoço e cintura, o corpo inteiro do índio pode se tornar uma fonte sonora, com diversos matizes, dependendo do material utilizado.” Teatro de bonecos/ Contação de história - Itinerário 1 Peça de teatro/ contação, sem uma história fixa, que converse com a temática e filosofia do Olhar Verde, despertar a relação do lúdico com a natureza. Possibilidades: *A lenda da mandioca. *Teatro de Bonecos *Histórias indígenas Apresentação teatral - Itinerário 2 Apresentação cênica da personagem Caipora que transita pela trilha, guiando as crianças pelos espaços verdes com histórias relacionadas à natureza, criando uma apreciação natural lúdica e artística. Esta apresentação também inclui uma atividade de plantio de sementes, tornando a atividade cênica interativa e mais imersiva. Livro Serão utilizadas fotos de elementos naturais do mesmo espaço que ocorrerá as vivências, tiradas pelo Diretor Ambiental do projeto, explorando cores, texturas e formas, acompanhadas de textos que estimulem o lúdico junto a filosofia do projeto. Diferente das oficinas e do teatro, que têm o público infantil bem definido, o conteúdo do livro terá formato mais neutro e artístico, sendo possível a apreciação tanto pelo público infantil quanto pelo adulto.
OBJETIVO GERAL Despertar uma relação mais íntima do público com o meio natural, enfatizando conceitos de respeito e reverência ao meio ambiental, possibilitando, assim, um olhar mais consciente, para além da paisagem natural em si. Através do conceito apresentado, estimular o olhar, interesse e a produção artística nas áreas do teatro, artes plásticas e fotografia, através das vivências oferecidas pelo projeto e do livro de fotografias de cunho filosófico. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realização de 20 visitas com crianças de escolas públicas municipais e organizações sociais às vivências, com até 25 crianças cada turma, onde desfrutarão de uma oficina de artes plásticas e duas apresentações teatrais; - Tiragem de 1000 cópias de livro de fotografias com a temática do Olhar Verde. O projeto dialoga com os seguintes objetivos do Art. nº 02 do Decreto 10.755, de 2021: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;
É notável o constante aumento da relação da sociedade com o meio urbano e as ferramentas tecnológicas presentes em nossas vidas. Temos cada vez mais estímulos para estreitar essa relação, seja de forma cotidiana até investimentos públicos-privados. E isso se estende para áreas muito importantes do nosso sistema: de convívio social, educação e cultura, por exemplo. Por conta disso, há uma disposição geral de uma "desordem de déficit de natureza" (o prejuízo causado a humanos por se alienar da natureza). Essa tendência é tão comum que Elisabeth Schussler e James Wandersee, uma dupla de botânicos e educadores americanos, criaram um termo para isso em 1998: "cegueira vegetal". Eles descreveram isso como "a inabilidade de ver ou perceber as plantas no seu ambiente". O nosso cérebro também não ajuda: testes de memória mostram que voluntários de pesquisas lembram-se de figuras de animais melhor que imagens de plantas. Crianças também reconhecem que os animais são seres vivos antes de entender que plantas também são vivas. Não é de se admirar que a cegueira vegetal resulte em uma sub apreciação das plantas - e um interesse limitado na conservação delas. Esses fatores todos resultaram na necessidade de construir ações para compensar esse alheamento ao mundo natural, através do Olhar Verde, conceito filosófico que prega o respeito e a reverência ao mundo botânico. Mas para que esse conceito seja realmente absorvido pelas pessoas, há a necessidade de que ele seja passado de forma subjetiva, com experiências lúdicas e criativas, usando-se da arte e de toda a sua gama de possibilidades para que o público seja imerso em tal visão, estimulando, durante o processo, as aptidões artísticas e a relação com diversas linguagens culturais. A proposta se enquanto nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Do mesmo modo, se enquadra nos seguintes incisos do Art. 3° da da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
Será realizada uma consultoria com uma pedagoga junto aos participantes do projeto para que melhor realizem o seu trabalho junto às crianças. Será contratado seguro contra acidentes para as crianças. O projeto oferecerá transporte gratuito para todos os atendidos. A fim de reforçar ainda mais a filosofia do projeto, para cada atendido será feita a doação de uma muda nativa, com local de plantio definido posteriormente, a fim de diminuir a pegada de carbono deixada pelo projeto. O projeto acontecerá no “Parque Geonoma”, espaço paisagístico do paisagista Rodolfo Geiser.
Vivências (Oficinas e Teatros) Cada vivência tem a duração de, aproximadamente, 40 minutos, com um grupo de 10 a 13 crianças cada, conforme programação descrita abaixo. Livro Livro composto por 30 fotos, ainda sem especificações técnicas definidas.
PRODUTO CURSO/ OFICINA/ ESTÁGIO / ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade Física: as atividades serão realizadas em local verde, com trilhas naturais, não sendo possível rampagem conforme as normas da ABNT. Porém, todos serão realizados em locais não limitantes, com suaves desníveis naturais no terreno. Além disso, será realizado curso de atendimento a PCDs pelos assistentes responsáveis por acompanhar as turmas pelas trilhas. Item da planilha orçamentária: Treinamento Acessibilidade Auditiva: as atividades contarão com instrutor de libras, quando necessário. Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras Acessibilidade Visual: Na entrada da trilha terá mapa tátil do espaço a ser percorrido, além de placas sinalizadoras com braille pelo espaço e marcador em alto relevo, quando necessário. Item da planilha orçamentária: Sinalização PRODUTO LIVRO Acessibilidade física e auditiva: não se aplica ao produto. Acessibilidade visual: o livro contará com audiodescrição que será disponibilizado junto ao produto e nas redes do projeto. Item da planilha orçamentária: Audiodescrição
Para as atividades educativas nas trilhas (Produto Oficina e Espetáculo de Artes Cênicas) será feito contato com escolas públicas municipais e organizações sociais do município a fim de organizar as visitações ao projeto pelas crianças nos dias de semana, sendo organizado quais alunos irão pelas próprias escolas e OSs. Para tal, o público será de alunos da 1º série do ensino fundamental, acompanhados de professores e funcionários das OSs. Todas as visitas serão inteiramente gratuitas, e será oferecido transporte (ônibus) para o local pelo projeto. Para este produto será usado até 10% das vagas do público em geral para os patrocinadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 de julho de 2021; Quanto aos livros, serão distribuídos gratuitamente à diversas entidades pelo município e região como: escolas, bibliotecas, entidades públicas de educação e cultura, conselhos, organizações e será disponibilizado de forma integral e gratuita na internet. Para este produto será doado até 10% dos livros para os patrocinadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 de julho de 2021 e até 10% para doações promocionais pelo proponente, conforme cadastrado no plano de distribuição. Além das informações acima, será adotado os seguintes incisos do art. 24 da IN nº 01/2022 no projeto: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;
O proponente, Alexandre Luis Panhan, irá realizar a produção geral do projeto, responsável por supervisionar as contratações, logísticas, e realizações das ações previstas no projeto, junto a Juliana Pavesi, e também acompanhará as questões bucrocráticas e contábeis do projeto junto ao produtor executivo Diego Mozer. Juliana Pavesi - Direção Artística Formada em Arquitetura e Urbanismo, iniciou sua carreira desenvolvendo projetos de arquitetura e design de interiores para escritórios, lojas, arquitetos e construtoras em Bragança Paulista - SP. Em 2019, estudou cenografia no ateliê Lu Grecco em São Paulo e criou o Humanar Estúdio Criativo, onde desenvolve trabalhos de criação e produção nas áreas de cenografia, arquitetura e arte, neste mesmo ano trabalhou em produções na Casa do Teatro na cidade de Amparo -SP. Em 2020 trabalhou como jurada no carnaval da cidade de Santos - SP, julgando o quesito alegoria e adereços e também se formou em direção de clipes pelo Instituto de Cinema de São Paulo. Em 2021, estudou envelhecimento de figurinos na Fundação São Pedro - Amparo SP, atualmente trabalha como arquiteta autônoma, é produtora na empresa Solo Cultural, e produtora artística da banda Lollipop Jazz da cidade de Amparo, além de atuar em projetos de audiovisual junto a produtoras da região. Giovana Gabriel - Produção Geral Formada em Design Gráfico pela ESAMC Campinas e cursando especialização em Gestão Cultural no Senac São Paulo. Trabalhou com branding e design gráfico por 9 anos em departamentos de marketing e, atualmente, realiza trabalhos como freelancer em comunicação e design – identidade visual, projetos gráficos impressos e digitais, sites e vídeos. Desde 2011 atua como jurada nos quesitos Fantasias, Alegoria e Adereços e Enredo dos Carnavais de Vitória/ES, Florianópolis/SC, Santos/SP, Joaçaba/SC, Cruz Alta/RS e Gurataniguetá/SP. É atriz na Cia. Lázara de Teatro há 5 anos e fez parte da Gerência Coletiva da Casa do Teatro em 2019/20. Atualmente atua como designer numa agência de comunicação, é assistente de produção na Orquestra Jovem Circuito das Águas, produtora cultural na banda Freddy Groovers e nos coletivos Solo Cultural e Moendy Arte e Cultura, além de membro do Conselho de Cultura de Amparo. Diego Mozer - Produtor Executivo Músico e produtor cultural, natural de Amparo. Cursou MPB/Jazz no Conservatório de Tatuí e é músico profissional desde 2009, atuando em bandas, orquestras, musicais e gravações. Foi produtor da OCA - Orquestra Circuito das Águas durante 3 anos (2015 à 2018), onde teve a oportunidade de trabalhar, dentre os mais de 10 espetáculos realizados pela orquestra, na produção do espetáculo “O Quebra-Nozes”, no Teatro Dona Zenaide, em Jaguariúna, com mais de 150 artistas envolvidos entre músicos e bailarinos e 3 noites de espetáculo. Ainda com a OCA, em 2018, foi produtor geral, músico e diretor musical do espetáculo “Se Deixe Levar Sinfônico – Cooperativa do Reggae e Orquestra Circuito das Águas” com gravação de CD ao vivo. Em 2019, por um ano, participou como gestor da Casa do Teatro, espaço cultural independente de Amparo, onde, por conta da agenda cultural do espaço, trabalhou com diversos eventos, espetáculos e até festivais. Desde 2019 até o presente momento, é Diretor Executivo da OJOCA - Orquestra Jovem Circuito das Águas, projeto de ensino musical erudito realizado através do PRONAC onde é responsável por dirigir as questões financeiras e executivas do projeto, bem com as burocracias envolvendo a Lei de Incentivo. Graduado em Produção Cultural pela Cruzeiro do Sul, ocupa a presidência no COMCULT - Conselho Municipal de Cultura de Amparo e é produtor na Solo Cultural. Rodolfo Geiser - Diretor Ambiental Engenheiro Agrônomo, formado em 1963, pela "Escola Superior de Agricultura Luis de Queiroz", ESALQ, USP. CURSOS DE EXTENSÃO E APERFEIÇOAMENTO: "Manejo da Paisagem e Mapeamento da Vegetação", 03 a 28 de Setembro de 1973, ministrado pelo Prof. Paul Seibert da Universidade de Munique, e do "Waldbauinstitut, Abteilung Vegetationskunde und Landschaftspflege", Alemanha. Curso sobre GEOMORFOLOGIA, ministrado pelo geógrafo Aziz Nacib Ab'Saber, março de 1975. Inscrição CREAA nº 060017470- 6ª Região. MEDALHA “JOAQUIM EUGENIO DE LIMA”, outorgada em 1993, pela AEAESP, Associação dos Engenheiros Agrônomos do ESP, como reconhecimento atuação em Paisagismo e Ecologia sob o ponto de vista da Agronomia. De 1973 a 1976 foi Professor do Departamento de Projetos - Paisagismo, da Faculdade de Arquitetura da "Sociedade Civil de Educação Brás Cubas", Mogi das Cruzes, SP. Nos anos 1960 e 1970, colaborador na área de Paisagismo no Suplemento Agrícola de "O Estado de São Paulo". Atuação. Após 1964 trabalhou inicialmente como engenheiro agrônomo paisagista autônomo e a partir de 1987 fundou o escritório “Rodolfo Geiser Paisagismo e Meio Ambiente SS Ltda”, atualmente associado com a Arquiteta Urbanista Christiane Ribeiro. Trabalhos Publicados no Exterior: (a.) Geiser, R.R. et al. , A Way of Thinking about the Amazon Question, pp 257/;272, em Landscape Synthesis, Concepts and Applications, Landscape System Analysis in Environmental Management. Working Grupo of the International Association for Landscape Ecology, Published by Faculty of Environmental Sciences, University of Guelph, Ontario, Canada and Faculty of Geography and Regional Studies, University of Warsaw, Poland. 1999. (b.) The Brazilian horticultural agronomist between gardening and landscaping C. Petry1, L. Dallagnese1, M.E. Ventura1, N.B.U. Garcia1, M. Valiati1 and R. Geiser. Acta Hortic. 1108. ISHS 2016. DOI 10.17660/ActaHortic.2016.1108.49 XXIX IHC – Proc. Int. Conf. on Landscape and Urban Horticulture and Int. Symp. on Sustainable Management in the Urban Forest Eds.: G. Groening et al. Congresso realizado na Australia.
Periodo para captação de recursos encerrado.