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Realização da terceira fase da circulação do espetáculo circense "De Volta ao Picadeiro", contando com apresentações do espetáculo e a realização de oficinas de técnicas circenses.
ESPETÁCULO: "De Volta ao Picadeiro"Classificação indicativa etária: Livre para todos os públicosDuração: 90 minutos (1 hora e 30 minutos) Espetáculo "De Volta ao Picadeiro" é um espetáculo de teatro acrobático que engloba variedades circenses (tradicionais e contemporâneas), através de números aéreos, de acrobacia, equilíbrio, malabarismo, palhaçaria, além da introdução da acrodança e encenações no espetáculo. Tem duração de 90 minutos e é destinado e livre para todos os públicos. "De Volta ao Picadeiro" visa resgatar a memória do circo brasileiro de variedades e do circo teatro brasileiro tendo em vista a importância do circo no Brasil e o resgate de suas tradições e sua história, parte presente e integrante da cultura da brasileira, assim como na formação de público.
OBJETIVO ESPECÍFICO O projeto pretende realizar a fase três da circulação do espetáculo "De Volta ao Picadeiro", em temporada composta por doze apresentações, previstas para acontecer em seis cidades do interior do Estado de São Paulo. Sendo duas apresentações por cidade, somando um público total de aproximadamente 5.494 pessoas. Além do espetáculo serão ofertadas duas oficinas de modalidades circenses por município, totalizando 360 vagas. OBJETIVOS GERAIS Este projeto alinha-se com a política de ampliar e democratizar a fruição dos bens culturais realizados a partir da Lei Federal de Incentivo à Cultura.Neste conceito, são objetivos do projeto: • Realização de 12 apresentações do espetáculo "De Volta ao Picadeiro", nos municípios do interior paulista, contando com 2 apresentações por cidade; • Realização de 12 oficinas de práticas circenses (introdução ao malabarismo e manipulação de chicotes), em praças públicas, sendo 1 oficina de cada modalidade, totalizando 2 oficinas por município; • Toda a programação de espetáculos será ofertada de caráter gratuito e aberto a população, livre para todos os públicos, atendendo até 5.494 pessoas com as apresentações do espetáculo (visto a capacidade de cada teatro) e até 360 pessoas com as oficinas, totalizando um atendimento de 5.854 pessoas diretamente; • Apoiar e patrocinar a renovação, o intercâmbio, a divulgação e a produção artística e cultural no Estado; • Apoiar e patrocinar a preservação e a expansão dos espaços de circulação da produção cultural, contribuir para o desenvolvimento humano por meio da reflexão gerada pela ampliação de visão e aquisição de conhecimento, gerar empregos para diversas categorias de profissionais; • Impactar positivamente a economia local, oferecendo empregos diretos e indiretos.
A arte circense é genuinamente popular e universal. O circo foi criado para ser um espaço cultural e de divertimento destinado a todos: de todas as idades, etnias, poder aquisitivo ou formação acadêmica, dessa forma o projeto do espetáculo "De Volta ao Picadeiro" visa resgatar a memória do circo brasileiro de variedades e do circo teatro brasileiro tendo em vista a importância do circo no Brasil e o resgate de suas tradições e sua história, parte presente e integrante da cultura da brasileira, assim como na formação de público. O projeto se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, bem como nos objetivos do Art. 3 da referida norma, assim elencados: a. incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; b. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. O circo, enquanto parte relevante da cultura, se apresenta como instrumento essencial para a melhoria da qualidade de vida da sociedade em que se encontra. As atividades circenses desenvolvem o lúdico e beneficiam os envolvidos de diversas maneiras. Pesquisadores nacionais e internacionais afirmam que o circo é uma das formas mais antigas de produção artística. Desde que as pessoas se organizaram em formato de sociedade foi preciso desenvolver uma forma de transcender a vida cotidiana. Daí surgiu o circo, que foi além de apenas encantar o público com suas técnicas e treinamentos, pois passou a agregar valores indispensáveis para o fortalecimento de uma comunidade, como a importância do trabalho em grupo, a disciplina nos treinamentos para alcançar metas e o equilíbrio entre corpo e mente. Tais valores são mantidos nos espetáculos circenses até os dias de hoje. Ou seja, o artista que trabalha com o circo tem a possibilidade de transmitir parâmetros de cultura, cidadania e qualidade de vida ao público, assim como valores cívicos, morais e educacionais, mesmo que de forma implícita. Além de proporcionar a experiência do espetáculo que resgata a memória do circo brasileiro, serão ministradas oficinas gratuitas que trazem o malabarismo ministrada por um artista tradicional de circos itinerantes e o resgate e aperfeiçoamento da técnica da manipulação de chicotes, que possibilita manter viva uma tradição circense e apresentá-la a novas gerações, despertando interesse e possibilitando o primeiro contato de diversas pessoas com o aparelho e com a modalidade. Ressalta-se a inclusão realizada na oficina de manipulação de chicotes que pode ser praticada por pessoas com deficiência (paraplegia, paraparesia, cadeirantes) por utilizar os membros superiores para a prática da modalidade, possibilitando para essas pessoas mais saúde física e mental. O espetáculo não traz como tema somente o resgate de memórias e tradições, mas questiona e aborda temas como diversidade, inclusão e a reinvenção do circo, por exemplo nas esquetes e cenas de palhaçaria onde a maioria das piadas eram pautadas em questões de gênero, sexualidade, raça e cor, reinventamos o circo trazendo esquetes clássicas sob um novo olhar, transformando em um humor leve, sem diminuir, menosprezar nenhuma pessoa ou condição. Há também o papel da pessoa trans, que novamente, na história do circo sempre esteve presente, mas geralmente envolvida em questões cômicas e raras exceções de números ou papeis de destaque dentro das companhias. A pesquisa anterior que culminou na construção do roteiro do espetáculo iniciou em 2018, desde visitas ao Centro de Memória do Circo, entrevistas e pesquisas em livros de modo a resgatar a memória e tradição do circo brasileiro, como Circo Nerino, Circo Piolin (Circo Alcebíades), Circo Irmãos Queirolo, Circo Garcia, Circo Beto Carrero, Circo Popular do Brasil e os principais palhaços como Abelardo Pinto (Piolin), Waldemar Seyssel (Arrelia), Benjamin de Oliveira, George Savalla Gomes (Carequinha), José Carlos Queirolo (Chicharrão) , Brasil José Carlos Queirolo (Torresmo) e Albano Pereira (Fuzarca). O projeto De Volta ao Picadeiro, nasce como um diálogo entre a arte e a as urgências do mundo, integrando ações que reflitam os princípios de alguns objetivos e metas da ODS como: sustentabilidade, igualdade de gênero, redução das desigualdades, disseminação da cultura de saúde e bem-estar, paz e justiça, que estão alinhados com os temas que permeiam o espetáculo e estão presentes nos Parâmetros Curriculares Nacionais, que discutem "o sentido ético da convivência humana nas suas relações com várias dimensões da vida social: o ambiente, a cultura, o trabalho, o consumo e a saúde".
ESPETÁCULO "De Volta ao Picadeiro" - Circo ArlequimClassificação indicativa etária: Livre para todos os públicosDuração: 90 minutos (1 hora e 30 minutos) PROJETO PEDAGÓGICO OFICINAS Oficina: "Manipulação de Chicotes" - ministrada por: Karina BredariolDuração: até 2 horasProposta: Oficina de Whipcracking, que é a prática de manipulação de chicotes de forma artística e esportiva. Com a utilização de um, dois ou mais chicotes, é possível executar movimentos de estalos, malabarismo, rotinas rítmicas, truques de pontaria e muito mais. A manipulação de chicotes pode ser praticada por todos que queiram realizar uma atividade para trabalhar coordenação motora dos membros superiores, ritmo, precisão, força e também por aqueles que queiram apenas se divertir fazendo uma atividade diferenciada. Para participar das oficinas não é necessário ter conhecimento prévio na prática de manipulação de chicotes e nem possuir o instrumento, mas é necessário ter mais de 14 anos. Por ser uma atividade que utiliza principalmente os braços, pessoas cadeirantes são muito bem-vindas para fazer a oficina. Oficina: "Malabarismo" - ministrada por: Mateus RomanoDuração: até 2 horasProposta: Essa oficina busca através da história do malabarismo, iniciar os participantes em jogos e exercícios com a manipulação de objetos: aros, claves, bolas com a utilização de várias técnicas. A sua prática em grupos desenvolve a concentração, a coordenação motora e a autoestima. Desenvolvimento de diversos tipos de coordenação motora diferenciados com tipos diversos de malabares, oferecendo diferentes níveis de dificuldade para diversas faixas etárias.
Atendendo aos critérios de acessibilidade da Instrução Normativa MINC Nº 1 DE 10/04/2023, o projeto realizará através de: PRODUTO: ESPETÁCULO Acessibilidade física: Todos os teatros indicados para apresentam possuem acessibilidade como: banheiros adaptados, vagas de estacionamento devidamente indicadas, rampas de acesso, pisos táteis, lugares na plateia devidamente indicados.Acessibilidade de conteúdo: Todas as apresentações contarão com intérprete de libras e recursos de audiodescrição. Incluirão também profissionais que darão suporte a outros tipos de deficiências desde a chegada ao teatro (conforme item descrito na planilha orçamentária). PRODUTO: OFICINASAcessibilidade física: Todas as praças públicas a serem realizadas as oficinas possuem acessibilidade com vagas de estacionamento indicadas, rampas de acesso e pisos táteis.Acessibilidade de conteúdo: Os profissionais que ministrarão as oficinas são capacitados para o ensino das atividades para deficiências física, motora e visual, de modo a auxiliar na compreensão do conteúdo e na prática da atividade. Haverá monitores auxiliares em cada oficina para ofertar suporte aos oficineiros. O projeto ainda, bem como as ações realizadas através dele, terão formas para a democratização do acesso aos bens e serviços resultantes com vistas a proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do artigo 23 da Lei Federal no. 10.741 de 1o de outubro de 2003, e portadores de deficiência conforme o disposto no artigo 46 do Decreto Federal no, 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Para tanto pretende-se levar em consideração acessibilidade, rampas de acesso, facilidades de locomoção e estacionamento no momento da escolha dos locais onde o espetáculo será apresentado e onde as oficinas serão realizadas.
De acordo com o artigo 27 do Decreto no. 5761 de 27 de abril de 2006, o projeto “De Volta ao Picadeiro" prevê realizar a distribuição gratuita de ingressos a toda a população; e desenvolver estratégias de difusão que ampliem o acesso. O proponente compromete-se ainda a adotar a seguinte medida de democratização de acesso às atividades, aos produtos, serviços e bens culturais dela resultantes, conforme disposto no Art. 30, da Instrução Normativa n° 1, de 24 de junho de 2013: V – disponibilizar na internet a íntegra dos registros audiovisuais existentes dos espetáculos, exposições, atividades de ensino e outros eventos de caráter presencial; VI – permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão. Dispõe ainda de democratização de acesso estabelecida pela Instrução Normativa MINC Nº 1 DE 10/04/2023, Seção II Das Medidas de Democratização de Acesso, Art. 27 e do Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: Serão disponibilizados estimados 5.172 ingressos das 10 apresentações do espetáculo nas 5 cidades previstas de forma gratuita para população. Serão também disponibilizadas 2 oficinas gratuitas por cidade com duração de até 2 horas cada, ou seja, 10 oficinas de forma gratuita e aberta para a população. Sendo 1 oficina de malabarismo e 1 oficina de manipulação de chicotes por cidade, totalizando 300 vagas gratuitas. Ressalta-se a inclusão realizada na oficina de manipulação de chicotes que pode ser praticada por pessoas com deficiência (paraplegia, paraparesia, cadeirantes) por utilizar os membros superiores para a prática da modalidade, possibilitando para essas pessoas mais saúde física e mental. Referente ao produto "espetáculo" a distribuição será feita abertamente e gratuitamente a população conforme descrito no plano de distribuição. O produto "oficinas" serão ofertadas gratuitamente a população mediante inscrição prévia através de site oficial que será desenvolvido para tal finalidade e em parceria com os respectivos municípios de realização.
Karina Amendola BredariolDireção Artística e Oficineira (manipulação de chicotes)Iniciou a carreira artística na escola de circo Cidade do Circo em 2007 em Ribeirão Preto.Fez parte da Cia Cidade do Circo por 6 anos, participando como artista em eventos, espetáculos e oficinas para diversos tipo de público e em diversos locais da cidade e da região.Em 2013 integrou a Escola nacional de Circo Luis Olimecha no Rio de janeiro, para aprimorar seus conhecimentos em circo.Em 2014 começou sua pesquisa em manipulação de chicotes, sendo sempre autodidata por não haver professores que ensinem tal modalidade no Brasil.Em 2021 e 2022 participou da Convenção Mundial de Chicotes de Los Angeles.Em 2023 foi contemplada em editais no município de Ribeirão Preto propagando a arte de manipular chicote;participou de diversas convenções e encontros de circo no interior de São Paulo,além de produzir diversos eventos e espetáculos circenses no interior do estado de São Paulo e sul de Minas Gerais com a sua companhia Staca Produções. Guilherme FaveriDiretor Geral e Apresentador (mestre de cerimônia)É formado em Artes Circenses-Escola Nacional de Circo-Rio de Janeiro/Graduação em Teatro-PUCPR,artista circense desde 7 anos de idade integrando companhias circenses itinerantes tradicionais como Leiser Circus,Circo Globo,Circo Pantanal,Circo Stankowich e também na atuação como produtor para Circo Portugal,Circo Mundo Mágico,Circo de Teatro Tubinho.Atualmente trabalha com a produção executiva do Retiro Malabarístico na qual está nesta função desde 2013 e também atua na produção de eventos regionais no interior de São Paulo e sul de Minas Gerais.Trabalhou na produção do espetáculo circulação "O Circo de Pano" com apoio das prefeituras onde realizou um espetáculo de circo para comunidades rurais e escolas periféricas de Leme,Santa Cruz da Conceição,Pirassununga,Conchal,Mogi Guaçu,Poços de Caldas,Machado e Passos.Produziu o evento "Santa Lua Kids" onde dirigiu um espetáculo de variedades circenses e um musical infantil.Além da experiência com circo,dirigiu e atuou em diversas peças e montagens teatrais em Leme,Araras e Curitiba,contando com 5 roteiros originais. Miguel Angel Alcausa CossioCoreógrafo e EnsaiadorArtista Cênico de São Carlos.Iniciou seus estudos em 2004 ganhando destaque e premiações e diversas participações em festivais na Bolívia.Integrou o grupo Navegantes (2011/2014) participando do Projeto Ademar Guerra de formação teatral.Fundador junto ao reconhecido artista Marcio Antunes do grupo “Corpo e Palco” desde 2014 onde realizou,organizou e participou como intérprete de diversos espetáculos em circo,teatro popular e dança.Integrante do “Retalho Coletivo” desde 2015 até hoje,participa de todos os espetáculos do coletivo,que se destaca pela sua importante ação cultural na região,ganhando fomentos municipais, estaduais e federais para produção cultural teatral ao longo dos anos de atuação na comunidade.No Ballet Expressão também é responsável pela direção cênica e teatral da escola em diversos espetáculos musicais.Graduado em pedagogia pela Universidade Federal de São Carlos se especializando no ensino de expressão corporal para crianças, montando, produzindo e dirigindo trabalhos para o público infantil e teatro popular com variado elenco infantil.Como professor pesquisa metodologia em dança acrobática a partir da educação somática no grupo “Acrodança São Carlos” desde 2018 a partir das suas experiências como acrobata, dançarino e ator.Pesquisa metodologia em Expressão Corporal.É professor de Expressão Corporal no ensino fundamental desde 2010.Dirige atualmente o espetáculo Quebra Nozes no Ballet Expressão (São carlos- SP) em parceria de grandes nomes da dança como Márcio Filho do Balé da Cidade de São Paulo (SP).Estuda Dança Acrobática e improviso cênico com Diogo Granato desde de 2020.Estudou com João Mandarino RJ (2021) e Jussara Miller de Campinas SP(2018/2020).Como Diretor de espetáculos, produz em São Carlos espetáculos com o Grupo de Acordança de São Carlos na estética acrobática, em mistura com dança somáticas de diversas vertentes. Martim Ralston Botelho BracherPalhaçoÉ palhaço e dramaturgo formado em Humor pela SP Escola de Teatro e em Psicologia pela PUC - SP, além de cursos como Introdução à Palhaçaria pelo Galpãoo do Circo em 2016, Oficina do Riso pela Cia. Parlapatões em 2019, Palhçaria e Comicidade Física pela Cia. La Mínima em 2018, tendo em destaque o curso Princípios Excêntricos com Avner Eisenberg, uma das referências mundiais na palhaçaria contemporânea. Dramaturgo e palhaço no espetáculo infantil: grilo e tossindo. Apresentado em diversas creches e escolas de sp. Ator protagonista no filme curta-metragem: “pérola do atlântico”. 2021.Dramaturgo e palhaço no espetáculo: “tenente tossindo e petri, o cabo em: o exército de dois palhaços só”. Apresentado na virada cultural de 2019 (palco arte na praça), no festival satyrianas, no circo no beco, céus , usp. E em diversas praças e ruas de são paulo e da bahia. Palhaço vencedor da 2 edição da competição online de improviso “copa pavê”. 2020. Palhaço no projeto: teto trampo e tratamento - que atua com redução de danos na cracolândia 2023 – atualmente. Michele Rettondini NoboaArtista (duo acrobático e duo trapézio)Formada na Escola Nacional de Circo há 12 anos nas modalidades:contorcionismo, lira e malabarismo.Trabalhou no Beto Carrero por 6 anos,onde apresentava aéreos, malabarismo e contorcionismo. Em 2016,foi para São Paulo trabalhar em uma grande produção,uma parceria entre a produção Chaim e o restaurante Paris 6,com o diretor Maicon Clenk, apresentando um número inédito de contorcionismo, um duo de parada de mãos e pole dance,neste show também fazia participações em coreografias de dança e mágica.Trabalhou no Circo dos Sonhos - Marcos Frota,com contorcionismo e lira. Luan Menino MattosBailarino (acrodança) e Artista (acrobacia e bambolês)Residente em São Paulo - SP, transgênero, circense, artista visual. Artista independente de rua, atuando principalmente como malabarista, acrobata, e clown, em espaços públicos, culturais, eventos da produtora Circo Lumiere (Rosário, Argentina) e encontros de circo. Fez residência artística na EMAU (Escuela Municipal de Artes Urbanas de Rosário, Argentina), e o FICICO duas vezes (Formação Integral de Circo Contemporâneo, do coletivo Migra). Atualmente residente em São Paulo, cursando formação circense FOLIA, integrante da companhia de circo trans Turromantikos Cia, e trabalha de maneira independente com espetáculos de rua e espetáculos itinerantes em bares. Patrick Aparecido GonçalvesProdutor executivo e Artista (manipulação de chicotes) Mateus Aparecido RomanoOficineiro (malabarista) Aron Giussepe Gordillo LopezArtista (dissociação de malabares e monociclo) Andraz Helena Barbosa de OliveiraArtista (acrobacia aérea e bailarina) Isabela Bazan MeniniArtista (manipulação de aros e bambolê) Luiz Henrique Pereira MonteiroArtista (duo acrobático e duo trapézio) Mirê PimentelBailarino (acrodança) Gian RemondineBailarino (acrodança) e Artista (acrobacia) Dallyla AmazzyymbaBailarina (acrodança) Serafim Mariano Teixeira da SilvaTécnico de Iluminação e Ator Principal Noslen Henrique FontesRigger e Técnico de Trabalho em Altura N-35 Pedro Paulo Silva de ArrudaOperador de luz e costureiro José Paulo do PradoTécnico de som e operador de som
PROJETO ARQUIVADO.