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O projeto prevê a realização de uma temporada do espetáculo teatral solo e inédito " Movimiento" concebido por Ale Edelstein, e apresentações do espetáculo em escolas ou instituições sem fins lucrativos da cidade como contrapartida social.
“Movimiento” é um monólogo teatral autoral que fala sobre “sair do lugar” e o que acontece quando começamos a caminhar. Tem como pano de fundo o projeto “Caminho de Abraão”, que propõe refazer a caminhada do Patriarca Abraão, desde que ele recebeu o chamado para “ir para ele mesmo” (Lech Lechá, em hebraico). A história parte de um relato pessoal, de busca interna, mas também trata de pertencimento, coexistência e acima de tudo, tolerância. Nas palavras de William Uri, idealizador do projeto Caminho de Abraão: “transformar hostilidade em hospitalidade, terrorismo em turismo, derrubar barreiras e semear um mundo melhor.”
O projeto tem como objetivo geral a realização de 22 (vinte e duas) apresentações do espetáculo inédito na cidade de São Paulo e em quatro escolas públicas / instituições sem fins lucrativos. As apresentações previstas para acontecerem em instituições de ensino serão uma contrapartida com característica de ação formativa visando tratar e aprofundar temas sensíveis e tão caros e raros nos dias de hoje. Ale é um arte educador experiente e conduzirá de forma habilidosa conversas que levarão à reflexão sobre escuta, diálogo e possibilidades diversas de narrativa. ● Realizar 18 (dezoito) apresentações na cidade de São Paulo ● Realizar 04 (quatro) apresentações gratuitas em escolas da cidade de São Paulo *Todas as apresentações em escolas serão sucedidas por conversas direcionadas ao projeto pedagógico e de interesse da Instituição.
Um ator, sua mochila e uma cadeira são suficientes para fazer o espectador viajar junto e através das histórias contadas por Ale Edelstein, que, em 2018, fez uma viagem de 40 dias sozinho pelo Oriente Médio, em busca da sua ancestralidade, de si mesmo (Lech Lechá). Caminhar por lugares novos e desconhecidos ; os desconfortos ao ter que sair do controle e lidar com os medos e "pré-conceitos". Falar sobre tudo isso parece ser de uma relevância e urgência. Ale vai em direção da vivência in loco, olho no olho, para além das discussões cada vez mais virtuais (e superficiais ?) dos nossos tempos. Tempos onde a escuta e o diálogo parecem cada vez mais raros e rasos. Tempos onde a narrativa é cada vez mais dicotômica, ansiosa e acelerada. Claudia Missura dirige com delicadeza e poesia esse solo autoral de Ale, convidando o público a também descalçar seus sapatos , caminhar e viajar, através do teatro. "Caminhar é um triplo movimento: não nos apressar; acolher o mundo, não nos esquecer de nós mesmos no caminho. (...) Caminhar é reduzir-se ao essencial." Assim escreve Adriano Labucci, em Caminhar, uma revolução. E para realmente restringir-se ao essencial é preciso ir um pouco além da superfície, em busca da verdadeira essência. E para isso temos que nos perguntar se o que decidimos levar é realmente nossa essência ou se estamos escolhendo carregar excesso de peso. Assim como a viagem começa antes mesmo de partir, ela tampouco se encerra ao voltar. As transformações e os acontecimentos ficam reverberando, como um movimento de vai e vem das ondas que quebram na praia. Labucci completa: "Quem caminha sabe que eliminar o supérfluo é um dos primeiros mandamentos. Para caminhar é preciso estar leve, e para estar leve, é preciso restringir-se ao essencial. " O antropólogo americano Wiliam Ury ,especialista em mediação de conflitos, baseia-se no relato bíblico, quando Abraão - patriarca comum às três religiões monoteístas: judaísmo, cristianismo e islamismo - ouve o chamado de ir para ele mesmo (Lech Lechá ), e parte numa jornada, rumo ao desconhecido. A partir dessa passagem, ele cria o projeto chamado Caminho de Abraão, inspirado no percurso que Abraão percorreu há 4 mil anos. Ale Edelstein é um multi artista, ator, cantor e educador sensível , que levará reflexão e inspiração, de forma leve e lúdica. O projeto se alinha aos seguintes itens do Artigo 1 da Lei 8.313 de 1991: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E o projeto se alinha aos seguintes itens do Artigo 3 da Lei 8.313 de 1991: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
As apresentações serão realizadas em teatros com capacidade aproximada de 200 lugares. A concepção cênica do espetáculo é minimalista: uma cadeira , uma mochila e o artista contando uma história. O projeto tem classificação indicativa de 16 anos. Projeto Pedagógico - Contrapartida Social As apresentações que acontecerão nas escolas serão totalmente gratuitas e serão acompanhadas de uma discussão artística e pedagógica sobre aspectos inseridos na temática do espetáculo (geopolítica, cultura da paz/não violência, arte como desenvolvedora de habilidades e etc.); A classificação indicativa das contrapartidas sociais é livre.
Produto Cultural - Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade Física Os teatros que receberão as apresentações do projeto deverão apresentar total acessibilidade para pessoas com deficiência física e idosos. (não é necessário nenhuma rubrica específica para este caso). Acessibilidade Visual 05 (cinco) apresentações do projeto contarão com audiodescrição (rubrica orçamentária: audiodescrição). Acessibilidade Auditiva 05 (cinco) apresentações do projeto contarão com 02 (dois) Intérprete de libras (rubrica orçamentária: intérprete de libras). Produto cultural - Espetáculo em escolas Acessibilidade Física As escolas ou instituições que receberão as apresentações do projeto deverão apresentar total acessibilidade para pessoas com deficiência física e idosos. (não é necessário nenhuma rubrica específica para este caso). Acessibilidade Visual Todas as apresentações do projeto em escolas contarão assistentes para auxiliar pessoas com deficiencia visual (rubrica orçamentária: assistente). Acessibilidade Auditiva Uma das apresentações do projeto em escola contarão com intérprete de libras (rubrica orçamentária: intérprete de libras).
- Doar 10% como apresentações exclusivas gratuitas e mais 10% em cada apresentação. - Comercialização de ingressos a preços populares (R$80,00 inteira e R$40,00 meia entrada) Seção II Das Medidas de Democratização de Acesso: Art. 27. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. § 1º As cotas previstas no inciso I, II e III poderão ser cumpridas com realizações de sessões exclusivas. Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
ALE EDELSTEIN - Autor/ator CLAUDIA MISSURA - Diretora Joca Paciello - Direção de Produção Currículos: Direção de Produção - Função executada pelo Proponente do projeto. Black River - Joca Paciello Economista formado pela FEA-USP, com pós-graduação latu sensu em Produção Cultural (ECA-USP). Diretor de produção, Produtor/coordenador de diversos grupos teatrais/projetos culturais em diferentes linguagens: • Improvisação Teatral: Cia Barbixas de Humor, É Tudo Improviso (Marcio Ballas/Marco Gonçalves), Jogando no Quintal (Márcio Ballas/César Gouvea), Mágico de Nós (César Gouvea), Caleidoscópio (Márcio Ballas/Rhena de Faria/Marco Gonçalves e Allan Benatti); • Teatro: Calendário da Pedra (Denise Stoklos), Se Fosse Fácil Não Teria Graça (Nando Bolognesi), As Olivias Palitam (As Olivias), Riso Nervoso (Michelle Ferreira/As Olivias); • Circo: Diretor Geral Festival Internacional do Circo da Cidade de São Paulo (FIC – 2020), Circo Zanni • Música/Teatro Musical: Barbatuques; Pétala por Pétala (Vanessa Bumagni), Let’s Duet (Daniel Tauszig, Leonardo Padovani, Gustavo Miranda), Banda Gigante (Lu Lopes, Marco Gonçalves, Eugênio La Sálvia), Planeta Oca (Flavia Rubim/Caru Ricardo); • TV: É Tudo Improviso (Band), Cante Se Puder (SBT), Olivias na TV (Multishow); • Dança: Soma ao Som (Cia Soma de Dança), Fino Fio (Cia Soma de Dança); • Mentalismo: Inconscientemente (Beto Parro/Rafa Moritz) ALE EDELSTEIN - Concepção, dramaturgia e atuação Publicitário e ator de formação, cantor litúrgico (chazan) por vocação. Ale começou sua carreira como chazan na Congregação Israelita Paulista – CIP, onde descobriu sua conexão com a religião e a espiritualidade. E também, a vontade de comunicar por meio da música. Desenvolve e participa de inúmeros projetos e através do seu canto e de seu lado educador leva judaísmo e emoção para a vida de centenas de pessoas. Ator formado pelo Teatro Escola Célia Helena, atuou em diversas peças de teatro e foi fundador e ator do “Grupo Tela Viva”. Movimiento é seu primeiro monólogo. CLAUDIA MISSURA - Direção Atriz formada pela Escola de Arte Dramática/ECA/USP. Trabalhou nas novelas Avenida Brasil, A Favorita, Jóia Rara. Fez as 4 temporadas da série Mister Brau, além de participações nas séries A Grande Família, Diarista e Casos e Acasos, todas na Rede Globo. Atuou em O Avarento com Paulo Autran e direção de Felipe Hirsch. Trabalhou com Fernando Meirelles no longa Domésticas – o filme e na série Som e Fúria. Trabalhou com Antônio Abujamra, Renata Melo, Nelson Baskerville, Grace Passô. Faz parte da Banda Mirim, grupo que se dedica a fazer música e teatro para todas as idades. Entre diversas montagens destacam-se Buda, Felizardo, O Menino Teresa (prêmio Femsa de melhor atriz ) e Espoleta (também prêmio Femsa de melhor atriz.)
PROJETO ARQUIVADO.