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PRONAC 2311570Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Jaguarite Performance Teatral

SIXWEB DESIGN LTDA
Solicitado
R$ 556,7 mil
Aprovado
R$ 556,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
Avaré
Início
2024-10-01
Término
2025-10-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Jaguarite é uma obra teatral inspirada na cultura indígena com estudos da influencia da colonização europeia, cultura digital e situação atual-politico social. O tempo em que acontece a história da peça e suas personagens é um espaço a temporal em que uma personagem mítica indígena vai orientando a personagem de uma mulher guerreira, que também surge ao longo dos séculos no Brasil permeando sec 18 19 20 e 21 e suas revoluções políticos sociais. A trama vai acontecendo entre o plano selva floresta brasileira, e selva de concreto que aparece a partir da luz e projeção multimídia na cena, sempre tendo o embate com a personagem bandeirante pirata - um sabotador destruidor de tudo, individuo desprovido de qualquer dignidade e caráter. Nas ações entre personagens na historia da peça, ganha a força o jogo do ator/personagem, mostrando as potencias dessas entidades brasileiras, a força dessa terra e o poder de conhecimento de nossas matas e dos povos originários na perfomance teatral.

Sinopse

Jaguarite é uma obra teatral performatíca inspirada na cultura indígena com estudos da influencia da colonização europeia, cultura digital e situação atual-politico social. O tempo em que acontece a história da peça e suas personagens é um espaço a temporal em que uma personagem mítica indígena vai orientando a personagem de uma mulher guerreira, que também surge ao longo dos séculos no Brasil permeando sec 18 19 20 e 21 e suas revoluções políticos sociais. Nestes períodos eles sempre confrontam a personagem "bandeirante-pirata-executivo a serviço da CIA", personagem que simboliza o capital estrangeiro suas corrupções e malefícios sociais no Brasil e no mundo, um mal psicossomático que nos aflige até os dias de hoje. A trama vai acontecendo entre o plano selva floresta brasileira, e selva de concreto que aparece a partir da luz e projeção multimídia na cena, vindo deste plano utópico espiritual, se relacionando com suas forças por esses períodos históricos, sempre tendo o embate com a personagem bandeirante pirata - um sabotador destruidor de tudo, individuo desprovido de qualquer dignidade e caráter. Nas ações entre personagens na historia da peça, ganha a força o jogo do ator/personagem, mostrando as potencias dessas entidades brasileiras, a força dessa terra e o poder de conhecimento de nossas matas e dos povos originários. Dando o norte da importância dessa luta histórica não secular. Através da encenação performática que usara trilha sonora experimental efeitos Multimídia projeção documentos históricos e dramaturgia inédita de forma poética radical fazendo irradiar as forças das personagens e encenação. 01-relevancia do contexto histórico que será resultado da proposta CÊNICA 02-Sobre a referência de os sertões de Euclides da cunha na peça que será executada. Em Os sertões, Euclides da Cunha usou uma linguagem grandiloquente e rica em termos científicos, apresentou nessa obra, no qual o tema principal é a Guerra de Canudos, um verdadeiro retrato do Brasil no fim do século XIX, discutiu problemas que transcendem o conflito que ocorreu no interior da Bahia e que perduram até os dias de hoje. Trecho 02 do livro O Homem é uma descrição feita pelo sociólogo e ANTROPÓLOGO Euclides da Cunha, que mostra o habitante do lugar, sua relação com o meio, sua gênese etnológica, seu comportamento, crença e costume; mas depois se fixa na figura de Antônio Conselheiro, o líder de Canudos. a figura de antonio conselheiro é INSPIRAÇão para o caboclo mateiro em um momento da narrativa CÊNICA, e pontuada em uma de suas passagens na peça quando falaremos DO PROBLEMA ÉTNICO NO BRASIL. Trecho 03 do livro A Luta É O RELATO Das quatro expedições a Canudos, criando o retrato real só possível pela testemunha ocular da fome, da peste, da miséria, da violência e da insanidade da guerra. Retratando minuciosamente movimento de tropas, o autor constantemente se prende à individualidade das ações e mostra casos isolados marcantes que demonstram bem o absurdo de um massacre que começou por um motivo tolo-Antônio Conselheiro reclamando um estoque de madeira não entregue QUE escalou para um conflito onde havia paranoia nacional pois suspeitava-se que os “monarquistas” de Canudos, liderados pelo “famigerado e bárbaro Bom Jesus Conselheiro” tinham apoio externo. No final, foi apenas um massacre violento onde estavam todos errados e o lado mais fraco resistiu até o fim com seus derradeiros defensores – um velho, dois adultos e uma criança. ESTA NARRATIVA HISTÓRICA SERÁ ABORDADA NA MONTAGEM TEATRAL PARA FALAR DOS PROBLEMAS ÉTNICOS, E INJUSTIÇAS SOCIAIS QUE VIVEMOS NO BRASIL ATÉ OS DIAS DE HOJE.

Objetivos

O objetivo geral do projeto é a produção e subsequente apresentação em 48 sessões da pesquisa que resultara no espetaculo inédito "Jaguaritê" do ator diretor e dramaturgista: Diogo Moura , a ser apresentado em equipamentos cênicos da prefeitura de São Paulo, tendo como publico alvo jovens e adultos a partir dos 16 anos. classes a,b,c,d,e. especificamente objetivando realizar o projeto em areas descentralizadas de são paulo. Jaguaritê tem como finalidade trazer a linguagem contextual dramatúrgica imersiva pela cultura indígena, fazendo fusão à cultura burguesa européia/brasileira, seguindo o caminho do embate em questionamentos e diálogos entre espectador e encenação, através do corpo, da fala e da pesquisa e dramaturgia poetica radical! A pesquisa feita pelo núcleo de pesquisas 'Transe in progress cia Teatral' sobre a cultura indígena, xamânica, e do teatro pós-moderno objetiva fortalecer a essência da cultura indígena. Os ritos que a encenação traz, e sua fusão com a dialética e as referências da colonização europeia, dialogando com a cultura ameríndia indígena em direção ao embate direcionando a "questão que nós leva ao devir que João Guimarães Rosa destaca no conto meu tio iarete" sendo o ponto de partida. Essa é a potência interna e externa entre ator e o espectador, que faz ganhar vida a encenação trazendo dessa forma entendimento sobre questões que são invisíveis ou negadas na sociedade! Informações históricas jornalísticas de importância na alma nacional e universal. A montagem tem como fundamento de trazer em pauta a urgência da luta dos povos originários que estão sendo dizimados, a reconexão com a nossa ancestralidade, as denuncias sobre a grilagem e a necessidade de cuidar das nossas florestas através de uma narrativa atemporal que evidencia a partir da encenação o contexto histórico da colonização brasileira ate os dias de hoje e as heranças dela em nossa sociedade. o projeto pretende desenvolver também o dialogo com o publico a partir de oficinas e rodas de conversa afim de trazer reflexão e aprofundamento sobre os temas apontados na encenação. as oficinas acontecerão no fim do ultimo mês de pós produção. nela trabalharemos todo o processo da pesquisa e encenação, da obra teatral jaguarite e planos futuros da cia transe in progress cia de teatro.

Justificativa

Viemos buscar a lei rounet com o objetivo de fomentar e dar força, para que possamos fortalecer o teatro de grupo brasileiro. atravez da cultura indígena e da cultura digital e tradicional buscamos fazer uma obra teatral que agregue dramaturgia dança e perfomance com o objetivo de criar publico, e fazer rodas de dialogo oficinas que falem sobre esse problema politico social que os povos originarios enfrentam junto aos povos que vivem em vulnerabilidade social a seculos, atravez desse caminho de pesquisa faremos nossa obra teatral que será sempre gratuita buscamos sempre levar a mensagem de modo questionadora progressista para o maior numero de pessoas possivel. Faremos divulgação para que pessoas de todas as classes sociais possam ter acesso de modo democratico ao nosso projeto, agregando classes a,b,c,d,e em areas descentralizadas de são Paulo. Buscamos estimular a cultura regional tradicional através do teatro, e dos povos originarios e contribuir para o fortalecimento da economia e cultura local de cada cidade e municipio que realizarmos nossa obra teatral performatica. Objetivamos proteger o trabalho do teatro de grupo brasileiro, fortalecer e proteger a cultura dos povos originarios, as matas atlanticas do brasil seu folclore e tambem a liberdade religiosa e manter nosso sincretismo brasileiro. objetivamos ter sempre profissionais que sejam bem remunarados de acordo com a tabela do sated sindicato dos artistas do estado de são paulo. objetivamos sempre trabalhar com dramaturgia inedita que fale sempre de nossas questoes politicas sociais de modo reflessivo, dramaturgia autoral que seguira sempre pela cultura idígena cultura tradicional e digital com elementos da dança em nossa encenação.

Estratégia de execução

Relevância e pertinência-01 O garimpo ilegal causou uma verdadeira tragédia humanitária dentro da Terra Indígena Yanomami – uma situação que segue ainda hoje sem solução. Ainda que tenha sido demarcada há trinta anos, numa região remota entre o Amazonas e Roraima, o poder público nunca foi capaz de garantir plenamente a defesa desse território e o usufruto exclusivo dos Yanomami. Vivem por ali cerca de 27,6 mil indígenas, numa área de 9,6 milhões de hectares – quase duas vezes o tamanho da Suíça. A primeira invasão garimpeira ocorreu no território na década de 80, com efeitos catastróficos para aquele povo. Dados do Ministério da Saúde mostram que, entre 1987 e 1990, cerca de 14% dos Yanomami morreram por doenças transmitidas pelos garimpeiros. Além disso, o garimpo causou destruição do leito dos rios, contaminações por mercúrio e óleo diesel e uma série de problemas sociais como violência desenfreada, desestruturação de grupos sociais, exploração sexual infanto-juvenil e trabalhos precarizados. O Ministério dos Direitos Humanos divulgou um relatório em que acusa o governo Bolsonaro de ter agido de forma omissa e negligente em relação ao Povo Yanomami. O documento traz 22 casos em que o ministério, sob gestão de Damares Alves, ignorou as recomendações sobre a proteção da comunidade. Em uma dessas vezes, a pasta chegou a responder a ONU que as áreas de saúde e segurança não estavam relacionadas à atuação direta do ministério. O documento ainda traz que o governo Bolsonaro ignorou a primeira morte por covid-19 no território. No relatório também consta que a Comissão Interamericana de Direitos Humanos demonstrou preocupação com invasão do território indígena, mas o ministério apresentou um parecer de um projeto que propunha a legalização do garimpo na região. O levantamento ainda demonstra que a pasta ainda tratou as denúncias como “oposição política”. No documento ainda consta que em quatro anos de governo Bolsonaro, autoridades políticas foram a Roraima por cinco vezes, mas em nenhuma delas foi feita visita ao território Yanomami, mesmo com denúncias de risco. A crise humanitária que o povo Yanomami enfrenta começou no governo Bolsonaro. Inclusive quando era presidente, Bolsonaro visitou um garimpeiro ilegal na terra Yanomami. contexto politico atual que sera o pano de fundo e proposta de informatizar pela encenação e dramaturgia. Relevância e pertinência- 2 Os povos indígenas do Brasil enfrentam um substancial aumento da grilagem, do roubo de madeira, do garimpo, das invasões e até mesmo da implantação de loteamentos em seus territórios tradicionais, explicitando que a disputa crescente por estas áreas atinge um nível preocupante, já que coloca em risco a própria sobrevivência de diversas comunidades indígenas no Brasil. É o que evidencia o Relatório Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil – dados de 2022, sistematizado anualmente pelo Conselho Indigenista Missionário. A partir destes documentos queremos reforçar essa importante informação-denúncia, para trazer esse entendimento e urgência social, que vivemos no brasil agora e também como foi feito no passado. Essa dívida histórica precisa estar clara para entendimento sócio-cultural. Trazer a luz a importante fusão de nossas culturas, agregar e não socializar, como muitos pensam e idealizam. Agregar suas culturas seus saberes, e não uma catequese, pois eles detêm saber e cultura firme com a natureza a mais de 10 mil anos, como povos originários. Esses contextos e períodos sera o tempo que a personagem do caboclo mateiro vive na peça teatral junto a personagem da mulher 01, uma entidade como ele. Ele passa por esses momentos narra os acontecimentos junto a ela. E sempre a sombra do bandeirante-executivo-pirata ao fundo. Esses acontecimentos do passado serão intercalados no ambiente da encenação floresta e cidade, mostrando esses males psicossomáticos que vão alternando-se ao passar dos anos, e os males que deixam.

Especificação técnica

Jaguarite é uma obra teatral autoral inspirada na cultura dos povos originarios, que também parte da pesquisa e vivencia do ator diretor e dramaturgista Diogo Moura. com estudos e referências do texto meu tio iaurete de João Guimarães rosa e Euclides da cunha, em Os sertões nos trechos o Homem e a luta. Peça com duração de 60 minutos. 4 atores em cena, 02 homens e 02 mulheres Cenario minimalista e estetica que envolva o plano selva floresta e cidade ambiente atemporal, em que as personagens farão a transição para mostrar os momentos paixoes e conflitos politicos sociais ao logo dos seculos até os dias de hoje. A metodologia interpretativa será ator criador-progressista, método de atuação na qual o ator com o texto através da pesquisa fara um trabalho livre e criação de partituras de movimentos e proposta de linguagem na fala cênica, que dará vida a dramaturgia e trabalho de corpo das personagens na encenação. Um ator fará o caboclo mateiro Outro o bandeirante-executivo pirata saqueador um mal global que será um signo na peça e que terá sempre um embate com as 3 personagens da peça. 01 é inspirada na figura de uma entidade das matas e também cidade que se relaciona com o mateiro em um plano atemporal durante o espetáculo. A mulher 02 é uma figura folclórica e espiritual que surge e ressurge durante o espetáculo auxiliando o caboclo nas suas passagens e embates nesse plano atemporal que serve de pano de fundo para contar os conflitos e injustiças sociais ao longo dos séculos no brasil, que chega até os dias de hoje. BREVE RESUMO QUE LEVOU A PESQUISA E DRAMATURGIA DE JAGUARITE A potência interna e externa de nosso projeto e pesquisa, que surgiu no final de 2010 a partir de experiências do ator diretor Diogo Moura, que a partir do universo do teórico teatral jerzy Grotowski no trecho de um de seus livros em busca de um ator santo, Diogo Moura foi levado por uma força interna de busca espiritual com o objetivo de melhor entender-se como homem espirito e artista. Andou por chapadas caatingas da região norte e nordeste, comungou com caboclos e índios, plantas de poder que lhe ajudaram na busca de elementos que só esse território brasil e América latina tem! “ Voltando a proposta da Encenação” é de consciência e entendimento nosso, para a continuidade dessa jornada pelo teatro pós-moderno, o compromisso com o homem a terra e os povos originários e morte lenta da floresta amazônica, essa consciência se faz urgente hoje, ontem e amanhã! Essa imersão é para transcender nesse caminho metafisico através da cultura indígena, e a cosmologia cultural e fusão social, agregando todas as áreas sociais do brasil. Buscando trazer entendimento sobre questões que são invisíveis e negadas na sociedade! Informações históricas e jornalísticas de importância na alma nacional, que incluem estudos de os sertões de “Euclides da cunha e João Guimarães rosa no conto meu tio iaurete”, que são de extrema importância nacional e universal. Essas fontes serão referencias em nossa criação, junto a questão urgente da destruição da floresta amazônica, a violência contra povos originários e a omissão por parte do governo anterior, e nossos problemas étnicos-sociais.

Acessibilidade

01- Disponibilizaremos nos equipamentos municipais de apresentação, rampas de acesso para cadeirantes e interprete em libras. Banheiros para público em geral com banheiros para pessoas com dificuldade de locomoção e demais necessidades. Contaremos também com áudio descrição. Contaremos também com 3 assistentes de produção que ficaram responsáveis por dar assistência geral tanto aos artistas, quanto as pessoas com problema de locomoção ou mobilidade reduzida. Teremos também se houver necessidade em equipamentos públicos que necessitar o interprete em libras. Será perguntado ao público antes do espetáculo se haverá necessidade do interprete em libras. Nos equipamentos públicos municipais sempre entraremos em contato com antecedência para resolver todas as questões, que dizem respeito a acessibilidade locomoção e áudio descrição para que nossa mensagem chegue a todos de modo democrático e com acessibilidade. 02 -Queremos que todos, possam ter um excelente espetáculo e que nossa obra teatral jaguarite cheguem a eles, e que possam compreender essa urgência de falarmos da cultura indígena e dos povos originários, da grilagem do roubo de terras e dos males psicossomáticos que vão deixando ao longo do tempo, que nos causam problemas físicos sociais e globais. Obra teatral que fara fusão da dança teatro música ao vivo e multimídia.

Democratização do acesso

01- Como Faremos e Metas As apresentações serão totalmente gratuitas. Faremos divulgações em mídias sociais mídias impressas e outros meios de comunicação, focando o público em geral a,b,c,d,e em áreas descentralizadas de são Paulo com foco também no público que vivem em áreas de vulnerabilidade social. Teremos 4 meses de ensaios que ocorreram 3 vezes por semana, 3 horas de ensaio por dia. faremos uma oficina de 8 encontros no fim do último mês de pós-produção. Oficinas com 2 horas de duração, abrangendo o estudo e pesquisa da obra teatral Jaguarite, inspirada na cultura dos povos originários cultura digital e tradicional. Nossas apresentações serão somente presenciais em espaços públicos municipais do estado de são Paulo. METAS A SEREM ATINGIDAS 48 APRESENTAÇÕES 9.6 MIL PESSOAS DE PÚBLICO ESTIMADO 10 MESES DE TEMPO DE EXECUÇÃO Formação de plateia sobre a relevância da cultura dos povos originários, agregando a cultura digital tradicional no formato teatro dança-performance com música ao vivo Objetivamos 8 encontros no formato de oficina para compartilhamento de como montar uma obra teatral, abrangendo a cultura dos povos originários e trabalhos do teatro performance multimídia, com o objetivo de formar e encaminhar artistas com essa visão de salvaguardar nossa cultura e ancestralidade, valorizar nossa arte e cultura nacional. Pontuando a fala do Oswald de Andrade em seu manifesto antropofágico no ano de 1922, que somente a antropofagia nos uni-social culturalmente e politicamente. Definição dos parâmetros a serem utilizados para a aferição do cumprimento das Metas. temos comunidades de pesquisa extremamente empenhadas na busca de Conhecimento em relação a esta vertente antropológica e linguagem teatral das mesmas. Estudantes de antropologia, psicologia, sociologia, etc. Este público em particular e o Público em geral em busca de conhecimento e autoconhecimento são nossos parâmetros Indicativos de que nossas metas serão atingidas. Tudo isso aliado a um trabalho de Divulgação.

Ficha técnica

DIOGO MOURA - Direção dramaturgia e dramaturgia Breve Curriculum COMO ATOR INTEGROU A CIA DE ATORES DE FRANSCISCO CARLOS, COM VARIAS LEITURAS E PEÇAS FEITAS NO EIXO RIO SÃO PAULO –FESTIVAL DE PERNAMBUCO E NO SESC POMPEIA. DE 2006 A 2012 FOI INTEGRANTE DA CIA SATYROS DE TEATRO, COM VARIAS MONTAGENS NO BRASIL E EXTERIOR. TAMBÉM INTEGROU O PROJETO CIA DOS DRAMATURGOS COM A COORDENAÇÃO DE FABIO TORRES E ANA ROXO NA SALA ADEMAR GUERRA CENTRO CULTURAL VERGUEIRO. PROJETO X MORADIAS SESC CONSOLAÇÃO SÃO PAULO, PARCERIA CIA DE ARTISTAS ALEMÃES - ARTISTAS CONVIDADOS: DIOGO MOURA E FEDRA DE CORDOBA. COORDENAÇÃO: NURKAN ERPULAT- ALEMANHA. PERFORMANCE EM APARTAMENTOS DO CENTRO DE SÃO PAULO. PARCERIA COM INSTITUTO GOETHE. NÚCLEO EXPERIMENTAL COM FOCO NO TRABALHO E LINGUAGEM DE GROTOWSK. PESQUISA DE RITOS TRABALHO DE CORPO VOZ ESPIRITUALIDADE, ALTERIDADES ARTÍSTICAS INDIVIDUAIS E COLETIVAS. COORDENAÇÃO: DIOGO MOURA-TRANSE IN PROGRESS CIA DE TEATRO. PROJETO CONTEMPLADO PELO PRÊMIO MANOEL LOPES. ESTADO DA BAHIA. EM 2022 INTEGROU O PROCESSO MEMORIAS AFETIVAS LATINO AMERICANAS, CIA ESCOMBROS EM PARCERIA COM HUASCANI PERU. OFICINA CULTURAL OSWALD DE ANDRADE. CIA RAZÕES INVERSAS COORDENAÇÃO E DIREÇÃO PAULO MARCELO. CONCEPÇÃO GERAL: MARCIO AURÉLIO. EM 2023 INTEGRA UM NÚCLEO DE ESTUDOS DE PROCEDIMENTOS DRAMATÚRGICOS EM PROCESSOS CÊNICOS PERFORMÁTICOS. COORDENAÇÃO: JOAHANA ALBUQUERQUE. E ATUALMENTE CURSANDO SUPERIOR EM GESTÃO CULTURAL PELA UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL (SP) Paulo Brianez - PRODUTOR GERAL Administrador e com pós-graduação em gestão de negócios. Sócio da empresa Sixweb Design. Atuou e fez carreira no mercado privado com cargos administrativos e financeiro, assessor de diretoria, gerente de suprimentos e empreendedor. Sua formação cultural vem sendo ampliada através de conclusão e participação em cursos, palestras, webnar, encontros e outros nas instituições: FUNARTE, Sesc – Centro de Pesquisa e Formação, Oficinas Culturais – Poiesis, Observatório da Diversidade Cultural, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, Ministério da Cultura entre outros. Sua experiência administrativa aliada aos estudos e pesquisas de editais, projetos e leis resultaram em dedicação e comprometimento em fazer Cultura e Arte. Ao longo desses anos, temos mais de 60 projetos desenvolvidos e inscritos em mecanismos de apoio e incentivo à cultura. Nossa missão é estar aliada e comprometida com a mediação cultural, facilitando acesso à cultura democraticamente a todos! Desenvolvendo projetos, captando recursos e gerenciando processos culturais. Luciane Castro Fontanella - Elenco Natural de Ribeirão Preto, iniciou seus estudos em dança na escola de formação técnica Studio de Dança Luciana Junqueira, sob direção artística de Luciana Junqueira, onde se formou em balé clássico, jazz e sapateado e estudou dança moderna. Nesse período passou por um exame da Royal Academy of Dance e foi aprovada com nota máxima.Em 2000 passa a integrar o elenco do Balé da Cidade de São Paulo, sob direção artística de Mônica Mion e assistência de Ana Teixeira. Trabalhou com os coreógrafos : Gagik Ismailian, Jorge Garcia, Sandro Borelli, Angelin Preljocaj, Ohad Naharin, Luis Arrieta, Víctor Navarro, Suzana Yamauchi, Claudia Palma, Armando Aurich, Lilia Shaw, Itzik Galili,Jaruam Xavier.Em 2004, à convite do diretor artístico e coreógrafo residente da NND/Galili Dance Itzik Galili, junta-se ao elenco da companhia em Groningen na Holanda. Trabalha também com os coreógrafos : Edan Gorlicki, Sita Ostheimer, Natalia Rodina, Fernando Martins.Em 2021 concretiza sua parceria com o bailarino e criador Rafael Abreu, o Lura.com, que tem como objetivo a criação de uma identidade artística comum entre os dois artistas, através de pesquisa e desenvolvimento linguagem de movimento e cênica próprias. Também ministrou aulas de movimento e do método Self-Treatment Training para a Cia Jovem de Dança de Jundiaí, sob direção artística de Alex Soares. Em 2022 junta-se à Jorge Garcia Cia de Dança para o projeto Plano Sequência com apresentações em São Paulo nesse ano. Continua a ministrar aulas de dança e também do método Self Treatment Training, a trabalhar como terapeuta corporal e a desenvolver o projeto Lura.com. IGOR Kovalewski - elenco Ator, diretor, produtor, profissional no teatro com trabalhos importantes no cinema, séries, publicidades, narrações de livros, coordenação de produções culturais. São 34 Pecas de Teatro, 21 produções como ator protagonista. Últimas Peças: Coro dos Amantes, “Volta ao Lar" (H. Pinter), e Frida Khalo La Pasion. (R.Halac) CINEMA: Cordialmente Teus, O Monstro, Chorar de Rir, Nina, Desmundo, Ao Sul de Setembro, Ouço Passos No Escuro, O Vinho da Meia Noite. Na Televisão: Séries e novelas "O Negócio, A Secretária do Presidente, Paixões Proibidas, Direito de Nascer, Dois Corações, Carrossel, entre outros - TEATRO - Coro dos Amantes, Volta ao Lar, Frida Khalo, Os Justos, Beijo No Asfalto, Imperador e Galileu, Dois Perdidos Numa Noite Suja, "Auto da Compadecida". "Zoo Story", "A Boa", O Mata Burro, "Pedro e Domitila", Socos Na Parede, entre outras. Fransergio Araujo - elenco Nasceu em Uberlândia - Minas Gerais. Começou seu envolvimento com arte do teatro em Uberlândia e se profissionalizou como ator e diretor produtor em São Paulo onde vive. Alcançou palcos de vários países como Alemanha, Rússia, França e Itália, ATUANDO, dirigindo e produzindo arte. Foi presidente da ATU - Associação de Teatro de Uberlândia. Colaborou e organizou a coleção de textos de teatro, de “Sandro Polloni e Maria Della Costa”. Organizou também o acervo particular do crítico Yan Michalski e Alberto Da versa para a biblioteca da UFU – Universidade Federal de Uberlândia. Fransérgio vai para São Paulo e passa a integrar o grupo Uzina Uzona de jose celso martinez correa, onde permaneceu entre 1995 a 2007 realizando varias peças importantes no teatro brasileiro. e finaliza seu ciclo em 2007 com Os Sertões de Euclides da Cunha. Esta última montagem obteve grande sucesso de público e crítica, foi um projeto que consumiu seis anos, gerando espetáculos de seis horas de duração e temporadas internacionais, Fransérgio foi co-criador e produtor, assumindo muitos papéis na Cia. Em meio a “transposição” de Os Sertões, ainda dentro do Teatror)o Oficina, protagoniza como ator dos espetáculos: O Disco Solar de Ana Vitória Monteiro, Beatriz Cenci de Antonin Artaud, O Assalto de José Vicente e Santidade, também de José Vicente com direção de Marcelo Drumond, e produção de Fransérgio Araújo e Haroldo Costa Ferrari, espetáculo que viajou para França, Portugal e Alemanha. Este último, considerado o melhor espetáculo de 2007 pelo Estadão. Foi professor de interpretação na Cal- Casa de Artes das Laranjeiras /Rio de Janeiro. Atuou em Navalha na Carne de Plinio Marcos com Direção de Marcos Loureiro. Desde 2012 o ator Fransérgio Araújo trabalha na pesquisa “Teatro Selvagem” que seguiu para o Perú, convidado pelo legendário grupo Cuatro TABLAS, para cumprir uma residência na sede do grupo na Casa da Literatura Peruana em Lima. Realiza a “Instalação Teatro Selvagem” na Galeria Olido-SP (2017) exibindo o total da pesquisa selvagem. Paralelamente cumpre trabalhos como ator em produções do premiado diretor Sérgio Ferrara tais como, “ GENET, O Poeta Ladrão” (2014), e Diálogos de Salomé Com São João Batista” (2016). Atua também no projeto “ 3 x Richard Foreman” da Cia Nova de Teatro, com direção de Lenerson POLONINI, PROTAGONIZANDO as três peças inéditas do autor no Brasil: “Bad Boy Nietsche” (2022), “Prostitutas Fora de Moda” (2022) e “Os Deuses Estão Marretando a Minha Cabeça” (2022). Atualmente segue atuando e produzindo sua pesquisa “Teatro Selvagem”.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.