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PRONAC 2311636ArquivadoMecenato

TAMOIOS: UMA HISTÓRIA QUE ESTAVA ESCONDIDA

Instituto Arapoty
Solicitado
R$ 352,7 mil
Aprovado
R$ 352,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Indígenas
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
Itapecerica da Serra
Início
2023-11-10
Término
2024-11-01
Locais de realização (1)
Florianópolis Santa Catarina

Resumo

Projeto de pesquisa sobre o episódio histórico da Confederação dos Tamoios pela perspectiva indígena,pois foi um movimento de resistência protagonizado por diversos povos indígenas, em especial os tupinambás, contra a colonização e a opressão dos colonizadores portugueses. Diante das ações contracoloniais do mundo atual precisamos rever o contexto no qual esse movimento se projetou como fatos absolutos pelo apagamento dos povos originários e suas lutas de resistência. Assim, esse projeto visa dar condições para que o autor, desde seu lugar de pessoa indígena e com uma trajetória literária, política e social possa contribuir com novos documentos e reflexões sobre esse importante período histórico. Por meio de ações de compartilhamento de pesquisa serão oferecidas palestras em 5 comunidades indígenas de Santa Catarina.

Objetivos

Objetivo Geral Projeto de pesquisa sobre o episódio histórico da Confederação dos Tamoios pela perspectiva indígena, pois foi um movimento de resistência protagonizado por diversos povos indígenas, em especial os tupinambás, contra a colonização e a opressão dos colonizadores portugueses. Diante das ações contracoloniais do mundo atual precisamos rever o contexto no qual esse movimento se projetou como fatos absolutos pelo apagamento dos povos originários e suas lutas de resistência. Assim, esse projeto visa dar condições para que o autor, desde seu lugar de pessoa indígena e com uma trajetória literária, política e social possa contribuir com novos documentos e reflexões sobre esse importante período histórico. Objetivos Específicos 1. contribuir no campo científico com pesquisa fundamentada na história do Brasil e o movimento conhecido como Confederação dos Tamoios; 2. viabilizar a estrutura para o desenvolvimento de pesquisa histórica/cultural com contratação de equipe, pagamento de produção intelectual, organização de documentos, fotos, registros audiovisuais que possam amparar a pesquisa; 3. do lugar de fala de um escritor indígena, visibilizar processos de apagamentos em reconhecimento de fatos comprováveis sobre as lutas dos povos indígenas durante os processos colonizatórios. 4. disponibilizar momentos de compartilhamento de pesquisa com parentes de Santa Catarina por meio de 5 palestras e rodas de conversa sobre o tema.

Justificativa

A Confederação dos Tamoios tem uma relevância contínua e crescente no cenário atual, sendo uma oportunidade para reconhecer e valorizar os povos indígenas e suas contribuições para a história e cultura brasileiras. O retorno do manto tupinambá e a criação de um Ministério dos Povos Indígenas são representações importantes na promoção da justiça, respeito e inclusão; como um reparo em relação aos fatos históricos ocorridos a partir da Confederação dos Tamoios. No contexto atual, a valorização desse período histórico ganha ainda mais importância devido a vários fatores: Reconhecimento dos Povos Indígenas: O movimento de valorização dos povos indígenas está crescendo globalmente. No Brasil, a reafirmação da importância histórica dos tamoios pode contribuir para um maior respeito e reconhecimento dos direitos dos povos indígenas, destacando sua resistência e contribuição para a formação do país. Resgate da História Silenciada: Por muitos anos, a história dos povos indígenas foi negligenciada e silenciada. Trazer à luz a Confederação dos Tamoios e sua luta resgata narrativas que são fundamentais para entender a formação da nação brasileira de maneira mais completa e precisa. Diversidade Cultural: Ao explorar a cultura tupinambá e sua participação na Confederação dos Tamoios, podemos promover uma maior apreciação da diversidade cultural que moldou o Brasil. Isso é especialmente relevante em um mundo cada vez mais globalizado, onde a preservação da identidade cultural é crucial. Diálogo Intercultural: O estudo da Confederação dos Tamoios pode incentivar o diálogo intercultural entre povos indígenas, acadêmicos, comunidades locais e a sociedade em geral. Isso pode levar a uma compreensão mais profunda das diferentes perspectivas culturais e históricas. Educação e Sensibilização: A exibição do manto em instituições culturais no Brasil pode servir como uma ferramenta educacional para sensibilizar o público sobre a história e a cultura indígena, promovendo respeito e valorização. Ainda assim, a organização e inclusão dos povos originários na sociedade brasileira são fundamentais para promover a equidade, o respeito aos direitos humanos e a diversidade cultural. Essa inclusão abrange todos os aspectos da vida social, econômica e política do país. Aqui estão algumas razões que destacam a importância desse processo: 1. Respeito aos Direitos Humanos: Os povos originários possuem direitos humanos fundamentais, incluindo o direito à vida, à identidade cultural, à autodeterminação e à liberdade. A inclusão adequada na sociedade brasileira é crucial para garantir que esses direitos sejam respeitados e protegidos. 2. Reconhecimento da Diversidade Cultural: O Brasil é marcado por uma rica diversidade cultural, em grande parte devido à presença de diferentes grupos indígenas. A inclusão desses povos na sociedade ressalta essa diversidade, enriquecendo o patrimônio cultural nacional e promovendo o diálogo intercultural. 3. Valorização do Conhecimento Ancestral: Os povos indígenas possuem conhecimentos tradicionais sobre a terra, os recursos naturais, a medicina, a agricultura e outras áreas. Incluir esses conhecimentos na sociedade brasileira pode contribuir para soluções mais sustentáveis e eficazes em diversas questões, como conservação ambiental e uso responsável dos recursos. 4. Construção de uma Sociedade Mais Justa: A exclusão histórica dos povos originários frequentemente verificada em disparidades socioeconômicas e educacionais. A inclusão visa reduzir essas desigualdades, promovendo oportunidades iguais para todas as pessoas, independentemente de sua origem e minorias. 5. Fortalecimento da Democracia: A inclusão dos povos indígenas na tomada de decisões políticas contribui para uma democracia mais robusta e representativa. Suas perspectivas e necessidades devem ser consideradas em políticas públicas e decisões que afetam suas comunidades. 6. Preservação dos Ecossistemas e Biodiversidade: Os territórios indígenas muitas vezes abrangem áreas de grande importância ecológica. O envolvimento dessas populações na gestão de suas terras contribui para a preservação da biodiversidade e dos ecossistemas, beneficiando toda a sociedade. 7. Empoderamento das Comunidades Locais: A inclusão efetiva dos povos originários empoderados como comunidades, permitindo que eles participem ativamente na construção de seu próprio futuro, na definição de suas prioridades e na busca por melhores condições de vida. 8. Promoção da Cultura de Paz: A inclusão dos povos indígenas na sociedade brasileira promove a tolerância, a acessibilidade e o respeito mútuo. Isso pode contribuir para a construção de uma sociedade mais harmoniosa e importadora. 9. Promoção da Educação Intercultural: A inclusão dos aspectos culturais e históricos dos povos originários nos sistemas de educação do país ajuda a promover uma compreensão mais completa da história brasileira, bem como a valorização da diversidade cultural. Em suma, a organização e inclusão dos povos originários em todos os aspectos da sociedade brasileira não é apenas uma questão de justiça social, mas também uma forma de enriquecer a nação com a riqueza de suas culturas, conhecimentos e perspectivas únicas. Isso contribui para uma sociedade mais inclusiva, igualitária e sustentável. E finalmente, cabe ressaltar que o livro Confederação dos Tamoios já foi aprovado pela Editora Record que vai publicar e distribuir para todo o território brasileiro e internacional. Sendo assim, esse apoio, por esse mecanismo de incentivo à produção cultural ajudará o escritor em sua capacidade criativa por dedicação de tempo e produção intelectual.

Acessibilidade

O projeto trata de incentivo à pesquisa histórica/cultural do autor. Nesta fase não há previsão de aspectos de acessibilidade ao conteúdo, no entanto, ao compartilhar com os parentes das comunidades indígenas catarinenses estaremos prevendo condições para pessoas idosas com baixa mobilidade, tradução para surdos, tradução para língua-mãe guarani diante dos anciões das aldeias.

Democratização do acesso

Como democratização do acesso prevemos compartilhar os processos de pesquisa com 5 comunidades indígenas de Santa Catarina e dessa forma, incluir parentes nesse encontro com nossas origens. Essas conversas se darão nos territórios das comunidades distribuídas no oeste, vale e grande Florianópolis.

Ficha técnica

Pesquisador/escritor - Kaká Werá (proponente) Produtor Executivo Coordenação Administrativa - EPEC Escritório de Projetos da Economia Criativa. Currículo resumido: Equipe prestadora de serviço: Bia Mattar – EPEC – Escritório de Projetos da Economia Criativa. Currículo Resumido: Bailarina, professora e coreógrafa com DRT. Produtora Cultural. Proprietária do Escritório de Projetos da Economia Criativa. Técnica em Processamento de Dados. Graduada em Gestão Pública na Univali de Itajaí, Especialista em Economia Criativa, Cultura e Inovação pela Univali. Especialista em Linguagem e Poética da Dança pela FURB. Pós-graduanda no curso “Linguagem e Poética da Dança” da FURB/SC. Mestranda em Dança na Contemporaneidade pela Faculdade Angel Vianna no Rio de Janeiro. Professora de projetos Culturais na FURB. Membro da Operativa LPG Estadual e Nacional. Frequentou diversos cursos livres profissionalizantes de gestão cultural, elaboração de projetos, em instituições como Rede CEMEC/SP ,FGV, UFRGS, UFBA, CECIERJ, UFSC, EP Cult, Instituto Itaú Cultural entre outros. Concluiu a formação como Facilitadora do Programa de Capacitação em Elaboração e Gestão de Projetos Economia Criativa do MINC por meio da Secretaria da Economia Criativa e SENAC/DF em 2015. Concluiu o curso de Implementação dos Planos de Cultura em 2015, pela UFSC. Foi Conselheira Nacional de Cultura contribuindo pela elaboração do Sistema Nacional de Cultura e Plano Nacional de Dança. Trabalhou na construção Plano Estadual de Cultura de SC. Como conselheira municipal das cidades de Florianópolis e Balneário Camboriú contribuiu para a elaboração, implementação e revisão dos planos destes municípios. Prestou assessoria técnica à diversos municípios catarinenses sobre a construção do CPF da Cultura – Conselho, Plano e Fundo de cultura. É frequentemente convidada para palestras, cursos e discussões sobre políticas públicas culturais. Em 2017 recebeu a comenda de mérito cultural catarinense com a Medalha Cruz e Sousa por sua contribuição à dança catarinense. Ex-Membro do Conselho Municipal de Política Cultural de Florianópolis; Conselho Municipal de Política Cultural de Balneário Camboriú; Conselho Estadual de Cultura de Santa Catarina e Conselho Nacional de Políticas Culturais do Ministério da Cultura. Foi Gerente do Centro Integrado de Cultura do Estado e Consultora de Projetos da Fundação Catarinense de Cultura. Foi presidente da Fundação Cultural de Balneário Camboriú. Atualmente é presidente da Aprodança, Associação Profissional de Dança do Estado de Santa Catarina. Em 2021 prestou consultoria de gestão cultural da região da AMAUC – Associação do Alto Uruguai Catarinense composta para 14 municípios, em que realizou o I Fórum Regional de Cultura. Prestou assessoria em elaboração de projetos para a cidade de Bombinhas com um curso de 32 horas aos produtores locais. Foi palestrante e professora do curso GESTAR CULTURAL realizado pelo LIFE da UDESC, curso de formação em produção cultural a ser realizado de setembro à dezembro. Palestrante e professora de curso de elaboração de projetos de ações diversas como Edital de Projetos da ACIF – Florianópolis; Elaboração de Projetos para o Edital Elisabete Anderle aos produtores culturais da região da AMAUC. Concluiu o curso de formação em "Cultura e a Agenda 2030 no Brasil: Projetos culturais em rede", promovido pelo Observatório de Políticas de Ciência, Comunicação e Cultura e desenvolvido para uma seleção de participantes coordenado pelo Observatório Nacional de Portugal pela Universidade do Minho. Em 2022 foi palestrante e professora na 2ª edição do Seminário de Produção Cultural. Em 2022, foi contemplada com o Prêmio Elisabete Anderle de Culturas Populares do Estado de Santa Catarina.

Providência

Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Agência/Dv inválido, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email salic@cultura.gov.br.