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O projeto prevê a realização e a circulação de um projeto de educação e de fruição musical. Serão realizadas atividades de formação educativa apresentado por mediadores e músicos, bem como a produção de cartilha educativa contendo informações sobre o Choro Brasileiro e sua instrumentação. Prevê ainda a realização de oficinas para professores nas escolas contempladas.
A atividade principal do projeto "CHORO NAS ESCOLAS consiste em realizar 14 apresentações musicais e conversas interativas nas escolas, com o objetivo de introduzir os alunos ao mundo da música e dos instrumentos. Essas apresentações são conduzidas pelo renomado músico Fernando César, assim como as Mediações Artisticas com músicos locais, antes e depois dos shows. Será produzido ainda uma cartilha educativa contendo informações sobre o Choro Brasileiro e sua instrumentação, alem de 07 (sete) oficinas para professores das escolas publicas selacionadas.
OBJETIVO GERAL Este projeto tem o objetivo de realizar a circulação de 14 (quatorze) apresentações do espetáculo musical: "Tudo Novamente" do grupo Fernando César e Regional em Escolas Públicas de Ensino. Serão realizadas em 03 cidades, sendo 10 (dez) apresentações em Brasília/DF, 2 (duas) apresentações no Rio de Janeiro/RJ e 2 (duas) apresentações em São Paulo/SP. Além de 14 (quatorze) apresentações musicais, o projeto também prevê a realização de 5 (cinco) oficinas para professores das escolas publica de ensino em Regiões Administrativas do Distrito Federal, 1 (uma) oficina no Rio de Janeiro/RJ e 1 (uma) oficina São Paulo/SP para professores da Região Metropolitana de cada estado. Será realizado ainda 21 (vinte e uma) atividades de formação de plateia, ministrado por mediadores e músicos, antes e depois dos shows e das oficinas, com a produção de cartilha educativa contendo informações sobre o Choro Brasileiro e sua instrumentação. Trata-se de um projeto que reúne 03 (três) ações interdisciplinares com amplo alcance e relevância cultural que mostra a importância da música e cultura brasileira, a importância do choro Regionais para a música brasileira e nas Escolas Públicas de Ensino Fundamental. A previsão de publico a ser atingido é de até 4.270 mil beneficiarios. O projeto visa ainda: - Fortalecer o cenário da música instrumental brasileira, especificamente o choro, a partir da produção brasiliense; - Apresentar a cultura do Distrito Federal como expressão de elevado valor artístico e técnico entre arte-educadores, crianças e jovens; - Divulgar e fortalecer a música instrumental autoral produzida no Distrito Federal; - Fortalecimento do trabalho de arte-educação realizado nas escolas e criação de espaços reflexivos de ética e estética; - Familiaridade com a produção musical e aumento da capacidade crítica de leitura de uma obra; - Trabalhar conjuntamente com uma equipe de artistas, arte-educadores brasilenses em um projeto abrangente e de qualidade; - Aproximar as crianças e jovens da linguagem musical do choro por meio de atividades de formação de plateia e apreciação musical; - Propiciar encontros musicais entre artistas brasilienses ou radicados na cidade com a intenção de fomentar a produção local e regional; - Estimular o trabalho em equipe e a colaboração entre os alunos, especialmente durante as atividades musicais em grupo; - Desenvolver a criatividade e a imaginação dos alunos por meio da música; - Fomentar o respeito e a valorização da diversidade musical, promovendo a compreensão de diferentes culturas e tradições musicais; - Contribuir para o desenvolvimento geral dos alunos, incluindo habilidades cognitivas, emocionais e sociais, por meio da educação musical. OBJETIVOS ESPECÍFICOS · Realizar 14 (quatorze) apresentações de espetáculo de musica regional em Escolas Públicas de Ensino, sendo 10 (dez) em Brasília/DF, 2 (duas) em São Paulo/SP e 2 (duas) na cidade do Rio de Janeiro/RJ. · Realizar 21 (vinte e uma) mediações artisticas, sendo 15 (quinze) em Brasília/DF, 3 (três) em São Paulo/SP e 3 (três) na cidade do Rio de Janeiro/RJ. · Realizar 07 (sete) oficinas para professores da rede publica de ensino, sendo 5 (cinco) na Cidade de Brasília/DF, 1 (uma) em São Paulo/SP e 1 (uma) na cidade do Rio de Janeiro/RJ. O projeto visa ainda disponibilizar, na internet, o registro audiovisual das atividades referente ao produto principal, em complemento a democratização do acesso (art. 28, VI da IN MinC n. 01/2023).
O projeto CHORO NAS ESCOLAS propõe levar para crianças do ensino fundamental de escolas públicas uma experiência musical lúdica que acrescente a seu mundo novas sonoridades e novos conhecimentos O Choro certamente ocupa lugar de importante e primordial na constituição da música brasileira e os conjuntos regionais se destacaram historicamente, como uma importante escola de formação de grandes instrumentistas do Brasil. No processo de formação e difusão do choro, Brasília tem notória relevância na divulgação desse gênero no cenário musical do país, pois o Choro, remete-nos à história da cidade, desde sua construção. O proponente, artista e idealizador desse projeto é músico e professor na cidade há mais de 3 décadas. A primeira edição desse projeto teve uma ótima repercussão e atendemos o dobro de estudantes planejando, juntamente com o apoio do FAC. Toda a bagagem artística do proponente juntamente com a excelência dos músicos que formam o Regional geraram um trabalho com muitos desdobramentos educacionais. O projeto criou um espaço no qual foi possível dialogar com jovens e crianças sobre identidade cultural, instrumentação musical, profissionalização artística, história do Brasil e pluralidade cultural. As ações de formação de plateia é uma trabalho fundamental para difundir o choro com um gênero contemporâneo entre crianças e jovens. Todo o material pedagógico e o trabalho de mediação artística, busca quebrar conceito limitante de que o "Choro é música de velho". A relevância do projeto fundamenta-se, então, na importância de abrir portas para uma forte relação da arte com a evolução do ser humano e com a formação de público, já que estamos diante de um público muito jovem e dotado de uma grande capacidade poética e de transformação da realidade. Essa iniciativa busca despertar o interesse das crianças pela música acústica, incentivando a apreciação musical e a valorização do patrimônio cultural brasileiro. CHORO NAS ESCOLAS pretende ser uma experiência lúdica e educativa, que contribua para o desenvolvimento criativo, cognitivo e emocional dos estudantes, ampliando seus horizontes musicais e promovendo a diversidade cultural. O projeto introduz novas sonoridades e conhecimentos musicais, e também ressalta a importância de ouvir o próximo e destaca o papel fundamental da música na educação das crianças. Assim, as ações do projeto contribuem para a eliminar a exclusão social e a incapacidade de alguns em participar das atividades culturais da sociedade, que geralmente se concentram no centro das cidades. A arte vai até ao público nas escolas. Através do projeto CHORO NAS ESCOLAS, buscamos promover a educação musical como ferramenta essencial para o crescimento e o desenvolvimento das crianças. Por tudo citado, o projeto se enquadra nos princípios da Lei Federal de Incentivo à Cultura, 8.313, de 23 de dezembro de 1991: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Diante de tudo e ainda pela possibilidade da Democratização do Acesso ao espetáculo a partir da distribuição do protudo cultural de forma gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, o Incentivo Fiscal para o projeto "Choro nas Escolas" se justifica e é imprescindível para a realização do projeto.
REMUNERAÇÃO DO PROPONENTE O proponente será remunerado como Diretor Musical, Oficineiro, Musico, Gestão Financeira/Administrativa do projeto e Captaçao de Recursos, mas desde já nos comprometemos a respeitar os limites estabelecidos na legislação pertinente, pela IN 01 de 2023/Ministério da Cultura, segundo o qual "o proponente poderá ser remunerado com recursos decorrentes de renúncia fiscal, desde que preste serviço ao projeto e limitado a 50% do valor total do projeto". O proponente será remunerado dentro dos limites da Lei 8.313/1991, e suas legislações complementares.
PROJETO PEDAGOGICO NOME DO PROJETO: Choro nas Escolas NOME DA OFICINA: O Choro Brasileiro EMENTA: O Nascimento do Choro. A mistura da música Europeia e africana dando origem a música brasileira. Destacar a importância histórica do choro como um gênero musical brasileiro, a influência do conjunto regional para o desenvolvimento da música e da cultura popular no Brasil e sua importância para o cenário musical contemporâneo. Serão apresentadas as produções de nomes tradicionais do choro – como Pixinguinha, Canhoto da Paraíba, Jacob do Bandolim e Raphael Rabello – e de instrumentistas brasilienses ou radicados em Brasília que fizeram e fazem do choro um dos patrimônios culturais da cidade. OBJETIVOS: • Fortalecer o cenário da música instrumental brasileira, especificamente o choro, a partir da produção brasiliense; • Apresentar a cultura do Distrito Federal como expressão de elevado valor artístico e técnico entre arte-educadores e professores; • Divulgar e fortalecer a música instrumental autoral produzida no Distrito Federal; • Fortalecimento do trabalho de arte-educação realizado nas escolas e criação de espaços reflexivos de ética e estética; e • Familiaridade com a produção musical e aumento da capacidade crítica de leitura de uma obra. PÚBLICO ALVO: Professores de Escolas Publicas FAIXA ETÁRIA: a partir de 18 anos PRÉ–REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO: Ser professor da rede pública, arte-educadores, pesquisadores, artistas. NUMERO DE TURMAS: Serão realizadas 07 oficinas no contraturno dos professores das Escolas selecionadas pelo projeto, sendo 5 em Brasília/DF e 1 na cidade de São Paulo/SP e 1 na cidade do Rio de Janeiro/RJ. NUMERO DE PARTICIPANTES POR TURMA: no máximo 10 (dez) alunos METODOLOGIA: Apreciação musical; Reconhecimentos das características musicais específicas do Choro Relação da História da colonização brasileira com o desenvolvimento da identidade cultural do pais. Percepção da importância da música na formação cultural dos cidadãos. RECURSOS DIDÁTICOS: Serão utilizados vídeos, áudios das músicas, fotos em projeção. A cartilha também servirá de material didático em que serão documentados o conteúdo e explanações sobre a oficina. Esse material receberá audiodescrição nesta nova edição do projeto. Material de vídeo que será usado como base para a oficina. Vídeos da Cartilha de educação musical1 - O Choro Brasileirohttps://youtu.be/Iue944gHDSw 2 - Aula práticahttps://youtu.be/nZcIKzOgMBs 3 - Os instrumentoshttps://youtu.be/a5HnETwOMPM Obs: Nesse projeto os vídeos terão audiodescrição para compor o conteúdo da cartilha em braile. CARGA HORÁRIA: Cada oficina oficina tem duração de 50 minutos. CONTEÚDO: O choro certamente ocupa lugar de destaque na constituição da música brasileira, ofertando elementos fundantes de sua identidade. Influenciada pelos diversos gêneros musicais europeus e africanos que ecoavam no país naera colonial, a música estrangeira tocada em nosso solo passa a ganhar novas formas e novos sotaques, transformando-se gradualmente nas sonoridades identificadas como música brasileira nas últimas três décadas do século XIX. É nesse contexto de influências, transformações e criações que o choro se insere, com seu surgimento datado por volta de 1870. Remetendo primeiramente a um modo local de tocar as danças europeias então em voga no Rio de Janeiro (capital federal na época), e também a um agrupamento de instrumentistas, somente com o decorrer do tempo que o choro passa a ser considerado como gênero musical, sendo usado para designar as composições tocadas por essesEssas mudanças impactaram também a forma de se apresentar o choro. Desde o final do século XIX, os trios de choro, formados normalmente por flauta, violão e cavaquinho, começaram a ser substituídos pelos "conjuntos regionais". Aos três instrumentos já tradicionais, somaram-se outros tantos: piano, saxofone, bandolim, clarinete, violão de 7 (sete) cordas, acordeon, pandeiro. Os conjuntos regionais se constituíram, portanto, a partir do seguinte formato: a base harmônicacomposta por um ou mais violões ou acordeon e o violão de 7 cordas; o cavaquinho com importante papel rítmico e assumindo também parte da harmonia; um ou mais instrumentos solistas – como flauta, bandolim e cavaquinho; e opandeiro na marcação do ritmo base. É nos anos de 1920, entretanto, que o choro assume papel de grande relevância na produção musical. A partir da conhecida participação de Pixinguinha e do grupo “Oito Batutas” na primeira transmissão radiofônica no Brasil, ocorrida em 07 de setembro de 1922, durante as comemorações do centenário da Independência, deu-se início à parceria entre os conjuntos regionais e o rádio – elemento fundamental para o desenvolvimento da música popular no Brasil nos trinta anos seguintes. Os regionais se firmaram como a formação ideal para a principiante radiofonia brasileira. Aspectos como a aproximação com os grandes cantores de samba, principal gênero popular da época; a versatilidade para acompanharcalouros; a praticidade gerada pela ausência de necessidade de arranjos escritos; e um inegável virtuosismo por parte de seus integrantes na execução da música instrumental foram definidores da consolidação dos regionais no mercadoestabelecido pelos programas de rádio. Dessa forma, o regional tornou-se a regra para acompanhamento das músicas populares de sucesso, cantadas ou instrumentais. Os conjuntos regionais destacaram-se, ainda, como uma importante escola de formação de grandes instrumentistas. Nomes como Hermeto Pascoal e Waldir Azevedo formaram-se referências da música brasileira a partir de experiências em regionais. Hermeto foi acordeonista do Regional do Pernambuco do Pandeiro. Pernambuco do Pandeiro foi o primeiro chorão de expressão nacional a se estabelecer em Brasília, em 1959, com a proposta de trabalhar com seu regional na Rádio Nacional de Brasília. A contratação do grupo não se efetivou e apenas Pernambuco permaneceu na nova capital. Já Waldir Azevedo foi cavaquinista do regional de Dilermando Reis, na Rádio Clube do Brasil, no Rio de Janeiro. Waldir também chegou em terras brasilienses em 1971, aqui retomou sua carreira musical e conduziu seu próprio programa na Rádio Nacional. É possível perceber, então, que a relevância do choro na cena cultural carioca chegou à Brasília com a mudança da capital federal para o planalto central. A construção da nova capital motivou o encontro em solo candango de migrantes de várias regiões do país. Do Rio Janeiro vieram transferidos os servidores públicos federais, que em suas bagagens trouxeram suas referências culturais, nas quais o choro se insere de forma significativa. Como bem destaca o pesquisador Sebastião Rios, “[...] a presença de insignes chorões e a prática do gênero em Brasília remontam aos anos da construção da cidade, antes, portanto, de sua inauguração, em 21 de abril de 1960”. Diante disso, a notória relevância atual de Brasília para a valorização e divulgação do choro no cenário musical nacional e internacional remete-nos à história da cidade, desde sua construção. O choro, portanto, integra a paisagem do planalto central. Os regionais aqui formados perpetuaram as sonoridades forjadas no Rio de Janeiro e construíram outras tantas. O encontro entre músicos – como o citarista Avena de Castro, o flautista Bide, o percussionista Pernambuco do Pandeiro, o saxofonista Nilo Costa, o trombonista Tio João, o violonista Hamilton Costa, a pianista Neuza França, a flautista Odette Ernest Dias, o percussionista Valci, o cavaquinista Francisco Assis Carvalho e tantos outros – resultou, na década de 1970, nas primeiras apresentações em espaços públicos da cidade. Em 1977, foi fundado o Clube do Choro de Brasília, que, após enfrentar um período de crise na década de 1990, se consolida atualmente como um espaço de altíssima relevância para divulgação do gênero. Em 1998, foi inaugurada a Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, a primeira do gênero no país e com reconhecimento nacional como local privilegiado de formação de novos instrumentistasdo gênero. AVALIAÇÃO: 1. Instrumento de avaliação do curso/oficina: Como a oficina será realizada apenas em 1 dia, a presença e a participação dos alunos é fundamental para o aproveitamento 2. Instrumento de avaliação dos participantes do curso/oficina: Como o curso será realizado em 1 dia. A devolutiva sobre a experiência será realizada de maneira oral no mesmo dia do curso.
Atendendo ao disposto no Art. 25 da IN MINC Nº 1, DE 10 DE ABRIL DE 2023, serão adotadas medidas de acessibilidade no aspecto Arquitetônico e no aspecto comunicacional, a saber: PRODUTO - OFICINAS Acessibilidade no aspecto arquitetonico: As escolas escolhidas serão dotadas de rampas de acesso; também haverá assentos demarcados e monitores preparados para guiar os idosos e portadores de necessidades especiais. O projeto CHORO NAS ESCOLAS se desloca para diferentes escolas, abrangendo uma variedade de comunidades e regiões. Acessibilidade para deficientes visuais: será feito locução dos conteúdos e/ou impressão de material em Braille. Acessibilidade para deficientes auditivos: o projeto procura oferecer adaptações e suporte para alunos com necessidades especiais como intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) ou outros ajustes específicos conversados antecipadamente com as diretorias das Escolas para garantir a inclusão de todos os alunos. Acessibilidade para deficientes intelectuais: em relação à acessibilidade para deficientes intelectuais, as oficinas contarão com monitores para auxiliar esse publico, previamente divulgadas por meio do plano de mídia do espetáculo, pelas redes sociais, pela assessoria de imprensa. PRODUTO - APRESENTAÇÃO MUSICAL Acessibilidade no aspecto arquitetonico: Os locais escolhidos são dotados de rampas de acesso; também haverá assentos demarcados e monitores preparados para guiar os idosos e portadores de necessidades especiais. Acessibilidade para deficientes visuais: será feito a impressão de material em Braille, conforme recomendações da Norma Brasileira 15599:2008 da ABNT . Acessibilidade para deficientes auditivos: o projeto procura oferecer adaptações e suporte para alunos com necessidades especiais como intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) ou outros ajustes específicos conversados antecipadamente com as diretorias das Escolas para garantir a inclusão de todos os alunos. Acessibilidade para deficientes intelectuais: em relação à acessibilidade para deficientes intelectuais, as apresentações musicais contarão com monitores para auxiliar esse publico, previamente divulgadas por meio do plano de mídia do espetáculo, pelas redes sociais, pela assessoria de imprensa. Todas as ações de acessibilidade serão discutidas previamente com a Direção das Escolas e serão trabalhadas conjuntamente com os professores que atendem os alunos com necessidades especiais, de modo a aproximar cada um às atividades propostas. Em resumo, o projeto busca proporcionar um ambiente inclusivo e acessível, onde todos os alunos tenham a oportunidade de participar, experimentar a música e se envolver nas atividades propostas, independentemente de suas circunstâncias individuais. E cumpre, portanto, os limites da legislação.
PARTICIPAÇÃO TOTALMENTE GRATUITA: O projeto é concebido para ser acessível a todos os alunos e professores, independentemente de sua situação financeira. As apresentações e atividades propostas são totalmente gratuitas, eliminando barreiras econômicas e garantindo que todos os alunos tenham a oportunidade de participar. OUTRAS MEDIDAS DE DEMOCRATIZAÇÃO De acordo o § 3º, do Art. 30, da IN MINC, 01/2023, excluem-se da obrigatoriedade de Contrapartidas Sociais os projetos que contenham ações formativas ou programas educativos.
Ficha Técnica Fernando César – Diretor Musical Fernando César é filho da geração de "chorões" que chegou a Brasília ainda no período da construção da cidade. Sua carreira é formada em completa imersão na cena do choro brasiliense. Ainda criança, Fernando e seu irmão, o bandolinista Hamilton de Holanda, incentivados fortemente pelo pai, formaram o grupo Dois de Ouro. O violonista, compositor e arranjador é também professor com vasta atuação no cenário do Choro. Desde 2002, atua como professor de violão na Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, em Brasília. Caísa Tibúrcio – Diretora de Produção Caísa Tibúrcio é atriz e produtora. Há 20 anos ela produz seus projetos e trabalhos artísticos de outros artístias. Produziu recentemente a montagem e circulação do projeto CRIA com circulação no DF e da circulação Nacional pelo Centro Cultural da Caixa do espetáculo Achadouros – teatro para bebês. Realizou, como produtora e atriz projetos de teatro com circulação nacional com patrocínio do FAC, CCBB Brasília, Rio de Janerio e BH Caixa Cultural, BRB e Petrobrás Cultural/ Lei Rounet. Realiza produção de música do projeto “ No tempo dos Regionais” no Teatro da Caixa em 2019, FAC com circulação em escolas e circulação nacional com patrocínio do BRB Cutural. Dirigiu e produziu “Concerto à céu aberto para solos de aves” Intervenção Urbana inspirada na obra do Poeta Manoel de Barros, montagem feita por meio do Prêmio FUNARTE (2008). Foi produtora e diretora do espetáculo “Presépio de Hilaridades Humanas” (2001 à 2004) que realizou circulação Nacional pelo Palco Giratório/ SESC e do espetáculo infantil “Zezinho e o anjo Marmanjo (1999 à 2001) realizado em DF E MG. É atriz e produtora do espetáculo ACHADOUROS – Teatro para bebês e primeira infância, com direção de José Regino, recebeu o Prêmio de melhor espetáculo infantil no Prêmio SESC Brasília 2015 e já realizou circulação no DF, Londrina, Goiânia. São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte (CCBB) e participa de Festivais Teatro e Mostras de arte destinados à primeira infância. Temporada Caixa Cultural no Rio de Janeiro 2017 e Brasília em 2018. É também atriz e produtora do Espetáculo CRIA com direção de Ana Flávia Garcia, com o qual realizou circulação no DF, Festival Cena Contemporânea em 2018 e que recebeu o Prêmio Sesc de 2018 (Melhor Cenografia, melhor dramaturgia, melhor iluminação). Tem um núcleo de trabalho chamado Casulo, em que produz e atua em seus espetáculo solos. Circula com o espetáculo infantil ‘Sementes’. Este foi indicado ao prêmio SESC de Teatro Candango – melhor espetáculo infantil em 2016. Participaçou da III edição de TPMs – Temporada Internacional de Palhaças no Mês da Mulher, IV Encontro Internacional de Palhaças de Brasília, Bienal Internacional do Livro, Feira do Livro do DF, Festival de teatro Infantil – Festibra, temporada na FUNARTE/ Cena Aberta em 2016, Festival de arte Eixo Imaginário e o Brasília Cênica do Galpão do Riso/ Samambaia do Festival Internacional Cena Contemporânea 2017, Festival de Teatro de Dourados/MS, Festival de Teatro Popular em Fortaleza, SESC Goânia, SESC Anápolis, Circulação nos parques públicos do DF (BRB Cultural), Ocupação do Espaço Cena no DF em 2018 e em 2019 realiza circulação em Portugal no Bolina Festival ( Monte de Sôr), Festival Gargalhadas da Lua, Temporada no Animateatro e Casa do Coreto ( Lisboa) e Temporada no Espaço Um Coletivo ( Elvas). “Sementes” é o primeiro trabalho solo de Caísa Tibúrcio criado em 2015. A partir de então, Caísa Tibúrcio convida diretores e artistas para suas criações. Atualmente está em processo de montagem de um espetáculo solo de rua, chamado ‘A Concertista’ em que explora as possibilidades cênicas e musicais de uma bicicleta gigante que se transforma em uma marimba. UMA BOA PRODUÇÃO - Natália Egler Natália Egler é advogada e especialista em Leis de Incentivo à Cultura, em especial a Lei Federal de Incentivo a Cultura, trabalhando com ela desde 2003. Trabalhou como Tecnica em Nivel Superior (terceirizada) no extinto Ministério da Cultura de 2003 ate 2011. De 2011 ate 2012 trabalhou como Chefe de Divisão (cargo em comissão) na área de Prestação de Contas do Fundo Nacional de Cultura. Foi Advogada Junior no escritório Cesnik, Quintino e Salinas de 2012 a 2013. Foi suplente de Artes Cênicas da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), representando a APTI - Associação dos Produtores de Teatro Independente no Biênio de 2017/2018. Fez parceria com a coordenadora de projetos, Sheila Aragão, com a produtora Möeller & Botelho (desde 2016), da Kaipó - Fafá de Belém (2017 até 2019); Faz a coordenação de projetos das produtoras, Barho Produções (desde 2019), Rapsódia Produções Sonoras (desde 2021).
PROJETO ARQUIVADO.