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PRONAC 2311806Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

DRAMA NA SALA DE AULA - PARA O DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES SOCIOEMOCIONAIS - INTEGRA CULTURA DE PAZ NAS ESCOLAS E PREVENÇÃO AOS RISCOS DE DESASTRES NATURAIS

Antonia Benedita Teixeira
Solicitado
R$ 41,5 mil
Aprovado
R$ 41,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SC
Município
Florianópolis
Início
2024-02-22
Término

Resumo

Realizar 10 oficinas artísticas para o desenvolvimento socioemocional através dos diversos segmentos do teatro (drama, sociodrama e teatro espontâneo). As oficinas são direcionadas para públicos historicamente excluídos, alunos e profissionais da educação, no intuito de educar as populações a desenvolver atitudes antecipatórias de prevenção à violência nas escolas e de proteção e defesa civil, objetivando prevenir e preparar as pessoas a cuidar do meio ambiente e mitigar danos sociais e ambientais antes, durante e após os desastres em diferentes contextos, com basenos ODS: 3,4,11,13,16 e 17.

Sinopse

Sinopse Em todas as oficinas serão utilizados métodos de caráter artístico e sócio educacionais, facilitadores do entendimento de fenômenos antropológicos e culturais que envolvem as relações humanas no seu contexto social, quais sejam, Jogos dramáticos, Role-Playing, Teatro Espontâneo, drama e sociodrama. A estrutura das oficinas se darão por três etapas de desenvolvimento: aquecimento, dramatização e compartilhamento, na sua aplicação utilizar-se à, as principais técnicas do psicodrama (Jornal vivo, axiodrama, cinedrama, sociodrama pedagógico matricial, solilóquio, inversão de papéis, espelho, duplo, interpolação de resistência, representação simbólica e imagens), sempre com vistas em ativar a espontaneidade criativa. Como referencial teórico, utilizarei o Sociodrama, método de ação profunda desenvolvida por Jacob Levy Moreno, o qual ancora-se num teatro factual imbuído por técnicas e estrutura sui generis. Sociodrama: O sociodrama, segundo Moreno (2015, p. 413) é considerado: Um método de ação profunda para a abordagem de relações intergrupais. O sociodrama nasceu do Teatro de Improviso, foi criado por Jacob Levy Moreno em 1925 onde fundou o Teatro da Espontaneidade, no melhor estilo dos espetáculos da Commedia dell’Arte realizados, no séc. XVII, onde a improvisação consiste no eixo vital da narrativa, pequenos fragmentos existenciais podem eclodir a partir do sensível ao sublime, da bufonaria a tragicomédia. Imaginem por um momento que vamos ao teatro pela primeira vez. Relatos tangíveis são vividos sob as luzes da ribalta, ao fundo um som eloquente para a cena, da plateia emergem-se protagonistas que ao convite do diretor sobem ao palco para narrar um episódio. Quem tem a próxima história? Esta é a mola mestre do diretor prestes a conduzir uma sessão de teatro espontâneo. Não existe um autor teatral, nem ensaios exaustivos. O palco não é um palco, mas uma parte do mundo real, como uma sala qualquer. Para a nossa imaginação, esses atores não são atores, mas pessoas reais. “É como se”, pelo movimento de uma varinha de condão, nos fosse permitido ser testemunhas de um mundo secreto e individual de eventos geralmente escondidos da nossa visão. Como o amor e o ódio, a insanidade e a morte, todos os excessos da psique humana, as intrigas pessoais que estão ocultas pelos negócios e pela religião, revelações sobre os mais complicados e secretos mecanismos internos da sociedade. O processo sociodramático que se desenrola ante os nossos olhos, apresenta-se pois como se fosse a própria vida, por isso denominamos o Sociodrama como a arte do momento por envolver a criação de um mundo ficcional no “aqui e agora”, os participantes assumem um papel no campo da ficção, onde os procedimentos sociodramáticos, são capazes de exteriorizar e objetivar fenômenos culturais em uma ordem axiológica, tal como funciona dentro de um sistema social. Teatro Espontâneo: O Teatro Espontâneo é uma modalidade de teatro interativo, cuja característica básica é a improvisação. O teatro espontâneo introduz no pensamento psicológico uma nova forma de encarar o comportamento humano por meio de técnicas e métodos teatrais. Role-Playing -RPG: O conceito fundamental desta abordagem é o reconhecimento de que o homem é um intérprete de papéis, todo o individuo é tipificado para um leque de papéis que conduz seu comportamento e de que toda cultura é reconhecida por anexos de papéis. O jogo dramático: O jogo dramático, neste contexto atua como um dispositivo de arranque mental e físico, ou seja funciona como um elemento catalizador para a realização dos métodos de ação que serão investigados. Drama: O drama o qual nos referimos é o drama no contexto inglês, é um meio para explorar o currículo, aprofundar e desenvolver a compreensão. Envolve discussão, colaboração e co-construção de idéias. Envolve 'intervir' e 'sair' de uma ficção, uma ficção planejada pelo professor para atender às necessidades do currículo, mas expandida e desenvolvida em parceria com os alunos. Com esse tipo de drama, a classe geralmente passa mais tempo fora da ficção do que dentro, discutindo eventos, refinando idéias e refletindo sobre o significado. Criar significado está no centro desse processo, é criativo e se baseia no desenvolvimento e no conhecimento dos alunos. Jornal vivo: Caracteriza-se pela dramatização de notícias veiculadas no jornal do dia. Na dramatização do fato noticiado os atores poderão acrescentar detalhes cênicos correspondentes aos filmes a título de liberdade poética. Axiodrama: O Axiodrama é um tipo se sociodrama em que propõe a discussão cênica de um tema de interesse coletivo. (Violência na escola, bullying, racismo, amor, ódio, preconceito, etc). O tema será escolhido pelo grupo e a técnica dependerá do tema escolhido, não podendo ser definida neste momento. Cinedrama: Consiste em trabalhar cenas de filmes para desenvolver os diversos papeis, através da sistematização das técnicas do sociodrama. Sociodrama pedagógico matricial: É um método de ação profunda para o desenvolvimento socioemocional através das metáforas do corpo humano.

Objetivos

Objetivo geral: Estimular e valorizar a cultura afro-brasileira como elementos imprescindíveis ao resgate, construção e a reconstrução da nossa identidade cultural, estabelecendo um contato profundo com a memória ancestral do nosso povo ao inserir às comunidades e a juventude, provocando novas abordagens artísticas e ainda envolver os educadores de diferentes componentes curriculares em um amplo campo de ação para os estudos e a prática da multidisciplinaridade entre arte, cultura, comunicação e educação voltadas para o currículo permanente da educação e da saúde emocional a ser executada como projetos didáticos e artísticos nas escolas.Conceber uma pedagogia da diversidade e da paz na prevenção à violência nas escolas, utilizando-se de técnicas do teatro para aplicá-las na comunicação do conhecimento; Colaborar com a formação do cidadão, buscando igualdade de participação e compreensão sobre a produção cultural de nosso país; Valorizar as comunidades e suas capacidades lúdicas, da flexibilidade, do espírito de investigação como aspectos importantes que a experiência pode oferecer. Visa a resiliência, o comprometimento e a organização das escolas sujeitas a situações de risco ou vulnerabilidades pessoal ou social, eventos extremos; prevenção aos desastres; proteção ao meio ambiente; direitos humanos, prevenção à violência escolar e inclusão social de pessoas com deficiênia auditiva, visual ou intelectual. Finalidade: Contribuir para formar plateias, fomentar o teatro e suas possibilidades na educação, capacitar alunos da rede pública, comunidades em áreas de risco e de desastres naturais e profissionais da educação para atuarem de forma compartilhada para o desenvolvimento das habilidades socioemocionais bem como para a gestão de riscos e desastres naturais e prevenção a violência nas escolas, nas organizações e territórios de vulnerabilidade social. Resultados esperados: Desenvolver valores embasados nas Skills (empatia, amabilidade, resiliência, estabilidade socioemocional e abertura a novas experiências através do sociodrama pedagógico matricial como metodologia ativa, visando melhorar sintomas de inquietação existencial, depressão, neuroticismo coletivo e medo, bem como a melhoria da saúde, do equilíbrio emocional e prevenção ao bullying e a hostilidade em suas inter-relações. Objetivo específico: Ministrar 1 (onze) oficinas artísticas de teatro espontâneo, drama e sociodramas em diferentes escolas e comunidades para o desenvolvimento de habilidades socioemocionais. Contrapartida social: Realizar uma oficina presencial com uso bonecas de pano como objeto intermediário para o desenvolvimento socioemocional e o reconhecimento das emoções em crianças com espectro de autismo. São outras ações sobre sociodrama (terapêutica das relações sociais) como metodologia ativa no processo de ensino aprendizagem. Visa concientizar os diferentes públicos para a importância da arte no processo educativo na promoção da saúde mental, bem como na industria criativa.

Justificativa

JUSTIFICATIVA A LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, é responsável pelo fomento à cultura nacional, sendo assim, a proponente pleiteia recursos de incentivo fiscal para o fomento à produção cultural e artística mediante a realização de oficinas de teatro e seus diversos segmentos artísticos para o desenvolvimento das habilidades socioemocionais . O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91 I - contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.II - promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais.III - apoia, valoriza e difundi o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. De acordo com o Artigo 3º da Lei 8313/91, visa a instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; bem como, impulsiona plateias e apresenta soluções para comunidades em áreas de riscos e desastres naturais, artistas, estudantes, amadores, pessoas com necessidades especiais e profissionais da educação. Vale lembrar que, a partir da aprovação em dezembro de 2017, da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), pelo Ministério da Educação, as habilidades socioemocionais foram incluidas no currículo e deverim ser implantada desde 2020 em todas as escolas, ou seja: públicas, privadas, em áreas urbanas ou rurais de todo Brasil. Contudo, num mundo tecnológico em que vivemos participar ativamente de uma oficina, de um jogo teatral ou mesmo de um espetáculo, está fundamentalmente vinculado ao prazer da experiência, isso estimula o interesse do espectador pela fruição artística, entretanto não basta o acesso ao teatro há necessidade de se adequar da melhor forma às novas tecnologias no campo da educação, das artes e da comunicação e da economia criativa e inclusiva. A partir da implementação das habilidades socioemocionais na BNCC, os métodos ativos como o teatro espontâneo, drama sociodrama e os jogos, ganharam um novo sentido à participação ativa do público para atrair novos expectadores e fomentar os diversos segmentos do teatro, impulsinar plateias, além de ser referência no âmbito humanístico, artístico e sócio educacional por apresentar conteúdos inovadores na promoção da paz e da saúde mental, trazendo razão para a realização do projeto. Por fim, apontamos que os resultados a serem atingidos trarão uma repercussão positiva aos participantes e idealizadores, como também aos órgãos públicos envolvidos. Além de impactar a todos.

Estratégia de execução

A Base Nacional Comum Cuirricular (BNCC), é um documento normativo pelo qual se definiram as diretrizes do que os alunos devem aprender em cada ano, da creche ao ensino médio. Com isso, todas as escolas e redes de ensino deverão adaptar-se à implantação das habilidades socioemocionais, além das práticas e cognitivas até 2020. Nesse contexto, com a aprovação da BNCC e das inserções das habilidades socioemocionais, inicia-se um processo de discussão para sua implantação nos estados e municípios de todo Brasil. A crise mundial é axiológica, afeta principalmente as gerações mais jovens, para resolver problemas universais, Moreno nos apresenta métodos universais: sociodinâmica, sociometria e sociatria, como leis da escola do futuro, cujo objeto de estudo é a espontaneidade. Os métodos psicodramáticos da escola do futuro podem ser aplicados desde o jardim de infância até a universidade, seus princípios catárticos e sociométricos são capazes de restaurar os átomos sociais (interelações) não apenas da comunidade escolar, mas do mundo, operando em redes e criando pontes de conhecimentos, produzindo resultados positivos a nível mundial. Toda escola do futuro deve ter um palco como laboratório para resolver demandas e criar soluções. Paralelamente, a partir da BNCC, são urgentes alguns questionamentos: como levar para a sala de aula o desenvolvimento socioemocional, se mesmo a maioria dos profissionais da educação desconhece metodologias com essas características? Quando o mundo compreender o potencial dos conceitos psicodramáticos, provavelmente teremos uma revolução na educação em escala universal.

Especificação técnica

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO OFICINAS DE TEATRO ESPONTÂNEO, DRAMA E SOCIODRAMA PARA O DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES SOCIOEMOCIONAIS 1. INTRODUÇÃO: O Projeto Político Pedagógico (PPP) define as diretrizes que nortearão as ações pedagógicas das oficinas. É um instrumento de definição das políticas à organização didático-metodológica, em que princípios, métodos e técnicas psicodramáticas se constituem em facilitadores do entendimento de fenômenos antropológicos e culturais, podendo contribuir no desenvolvimento de uma ação que traduza os anseios e expectativas dos diversos atores sociais. 1.2.1 OBJETIVOS 1.2.2 Objetivos Gerais Celebrar a cultura e a educação brasileira no campo das habilidades socioemocionais; Desenvolver ativamente os eixos estruturantes descritos na Base Nacional Comum Curricular - BNCC (interações, brincadeiras e jogos dramáticos para conviver, brincar, participar explorar, expressar-se e conhecer-se) e seus campos de experiências: · O eu, o outro e o nós; · Corpo, gestos e movimentos; · Traços, sons, cores e formas; · Escuta, fala, pensamento e imaginação; · Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações. 1.2.3 Objetivos específicos Contribuir para formar plateias, fomentar o teatro e suas possibilidades na educação, capacitar alunos da rede pública, comunidades em áreas de risco e desastres naturais e profissionais da educação para atuarem de forma compartilhada para o desenvolvimento das habilidades socioemocionais bem como para a gestão de riscos e desastres naturais em escolas, organizações e territórios de vulnerabilidade social; Contribuir com as pesquisas sobre a inclusão das habilidades socioemocionais na educação básica no campo da BNCC, a partir de métodos psicodramáticos, de caráter artístico e sócio educacionais, facilitadores do entendimento de fenômenos antropológicos e culturais que envolvem as relações humanas em seus diversos contextos; Formar cidadãos participativos, responsáveis criativos e espontâneos na busca de alternativas viáveis no campo educação, cultura e das novas tecnologias. 1.2.4 Princípios Norteadores do projeto Polípitico Pedagógico a) Igualdade de oportunidade b) Qualidade c) Liberdade d) Valorização e) Acessibilidade f) Democratização 1.2.5 JUSTIFICATIVA As patologias ocasionadas no âmbito educacional e organizacional tornam possível utilizar dessa metodologia, que visa pensar o sociodrama como método ativo, ou seja, um novo modelo no âmbito cultural, sociológico e educacionail, capaz de mobilizar os diferentes atores sociais para o desenvolvimento de um conjunto de competências e aprendizagens. Os jogos são capazes de promover a participação ativa do público, além do promover o equilíbrio emocional, é importante para atrair novos expectadores, fomentar os diversos segmentos do teatro e da cultura impulsinar plateias, além de ser referência no âmbito humanístico, artístico e sócio educacional, apresenta conteúdos inovadores, trazendo razão para a realização do projeto. 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA O método de abordagem é a socionomia, reconhecida como a ciência das Leis sociais, e suas possibilidades no desenvolvimento das habilidades socioemocionais em relação aos cinco maiores fatores da personalidade humana, ou seja, os (Big five). Aborda problemas antropológicos, culturais e métodos de ação profunda, onde o homem é um interprete de papeis. 2.1 AS TÉCNICAS E JOGOS DRAMÁTICOS 2.2.1 A Técnica da Tomada do Papel: Para Gonçalves (1988, p.73), O o desenvolvimento de um novo papel passa por três diferentes fases: (1) Role-taking – Tomada do papel ou adoção de papel, que consiste simplesmente em imitar a partir dos modelos disponíveis. Não permite variação, tão pouco, liberdade. (2) Role-playing – É o jogar o papel, explorando simbolicamente suas possibilidades de representação. 3) Role-creating – É o desempenho do papel de forma espontânea e criativa. Entretanto, para Gonçalves (1988, p. 62), ao discutir as 3 (três) fases de da formação da identidade a partir de Moreno, demarca que:“A fase de inversão – é onde, em primeiro lugar, existe a tomada do papel do outro para em seguida haver a inversão concomitante dos papéis.”. Nessa perspectiva, é importante verificar em que fase da matriz de identidade o grupo se encontra, para a fim de que a tomada de papel seja realmente efetiva. A técnica da tomada do papel consiste no momento em que o sujeito atua em conformidade com o papel que assume em determinada situação, um artista atuando como artista ou um médico atuando como um médico. A técnica da tomada do papel, precedida da inversão de papeispapéis, é capaz de organizar o mundo do sujeito, ou seja, reordenar sua matriz de identidade, as partes do eu total: o papel psicossomático representado pelo corpo, o papel psicodramático representado pela psique, e o papel social pela representado pela sociedade, formando o triênio corpo, psique e sociedade. Na tomada do papel, sua forma de reação varia de acordocom as pessoas ou objetos envolvidos em cada situação. 2.2.2 A Técnica da Inversão de Papéis Para Bustos (2005, p. 157), a técnica de inversão de papéis consiste: Em que o protagonista troque o papel que está representando com seus complementares. Logo se volta à posição inicial. Com relação à técnica de inversão dos papéis, Cukier (1992, p. 44) nos dá a seguinte compreensão: Moreno dizia que a inversão de papéis era o motor que propulsionava o psicodrama. Essa talvez seja uma das técnicas clássicas mais utilizadas na clínica. Propicia, além da vivência do papel do outro, o emergir de dados sobre o próprio papel que, sem este distanciamento, não seria possível. 2.2.3 – A Técnica da Rotação de Papéis Com relação à técnica da rotação de papéis, Bustos (2005, p. 158) afirma que: A rotação de papéis é utilizada quando o protagonista é todo o grupo que está dramatizando; consiste em ir trocando de papéis sucessivamente até voltar à posição inicial. Nessa técnica, cada membro de um grupo toma o papel de todos os membros do grupo, tornando a experiência mais interativa. 2.2.4 – A Técnica da Entrevista no Papel Fonseca (2018, p. 28), em seu artigo “Psicoterapia de Relação: Um Psicodrama Minimalista[1]”, descreve a técnica da entrevista no papel: Outra possibilidade de desempenho de papéis apresenta-se na técnica de entrevista no papel, ou seja, quando o terapeuta, em seupróprio papel, entrevista o personagem interno incorporado pelo paciente. Dessa forma, a entrevista no papel acontece no contexto psicodramático,; e é onde o terapeuta, com base, nas técnicas do psicodrama, poderá avançar na resolução da demanda dos clientes ou dos grupos. Como a entrevista acontece “no aqui e agora”, não há roteiro pré- determinado para a sua produção, nem o conhecimento das técnicas possíveis de serem utilizadas nos respectivos atos socionômicos. 2.2.5 – A Técnica da Auto Apresentação Auto-Apresentação Conforme Moreno (2015, p. 239) a auto-apresentação, consiste em deixar que o paciente começasse consigo mesmo, isto é, que reviva na, presença do psiquiatra situações que fazem parte da sua vida cotidiana e, especialmente, os conflitos cruciais em que está envolvido. Por sua vez, Gonçalves (1988, p. 89) destaca sua definição da técnica de auto-auto-apresentação. O cliente que se propõe ao trabalho apresenta-se ao grupo falando de si. Em seguida ou concomitantemente, escolhe papéis ou cenas, considerados significativos, para mostrar o que pretende naquele momento. Para Santos (1998, p. 105), a técnica da auto-auto-apresentação acontece: No aqui e agora, o diretor, autor-ator e o auditório convergem na articulação do drama individual com o drama coletivo. O método fundamental “é o desempenho do papel espontâneo-criador, personificando outras formas de existir, através da apresentação, para exploração e expansão do “eu” e para o conhecimento dos universos desconhecidos”. Dessa forma , considera-se que a auto-apresentação deve ser um momento, em que os indivíduos ou grupos devam exercer a sua espontaneidade, criatividade e sensibilidade,. É uma técnica muito frequente em entrevistas com grupos inicias. 2.2.6 – A Técnica da Concretização Conforme Cukier (1992, p. 49), a técnica de concretização consiste: Na materialização de objetos inanimados, emoções, conflitos, partes corporais, doenças orgânicas, através de imagens, movimentos e falas dramáticosdramáticas. O Terapeuta pede ao paciente que lhe mostre, concretamente, o que estas coisas fazem com ele, e como o fazem. Trata-se de um recurso técnico importante, pois, se bem conduzido, acelera uma catarse de integração, senão “produz somente uma descarga física sem nenhum valor terapêutico”. Nessa mesma perspectiva, Santos (1998, p. 122) vem corroborar a citação de Cukier descrita acima, conforme pode ser verificado a seguir: Essa técnica abrange a representação de objetos inanimados, partes do corpo, e entidades abstratas (vínculo, emoção, conflito), com a utilização de imagens, movimentos, tomada de papel, solilóquios e duplos feitos pelo paciente. Corroborando Confirmando as citações de Cukier e Santos descritas acima, Gonçalves (1988, p. 91) a cita que a técnica da concretização trata da: Representação de objetos inanimados, entidades abstratas (emoções, conflitos), partes corporais, doenças orgânicas, através de imagens, movimentos e falas dramáticosdramáticas, o que é feito pelo próprio cliente ou ego auxiliar. Assim, a técnica da concretização tornará possível que conteúdos simbólicos e emocionais possam ser expressos e tratados no contexto psicodramático. 2.2.7 – A Técnica da Imagem Para Cukier (1992 p. 66-67): Há muito pouca literatura a respeito da técnica de imagens ou esculturas. Dentro do psicodrama propriamente dito, encontrei apenas algum material escrito por Rojas-Bermudez e um artigo de Fonseca Filho. Este último autor define a imagem simbólica como: ...”uma imagem montada pelo paciente no sentido de exteriorizar uma situação (sentimento interno).”. A técnica da imagem, por sua vez, traz conteúdos não expressos por métodos verbais, facilitando, dessa forma, a realização dos atos socionomicossocionômicos, bi-bipessoais e grupais. 2.2.8 – A Técnica da Livre Atuação Na descrição dos métodos sociodramáticos, Moreno (1974, p.129) resgata quatro regras básicas do Teatro da Improvisação. No âmbito da técnica do psicodrama, a regra básica é a substituição, da técnica de livre associação de origem psicanalítica, para à técnica de livre atuação de base psicodramática. Para Moreno (2015, p. 38), com relação à livre atuação: Nesse período, os atos são atos e não palavras, e as matrizes de ação que desenvolvemos na infância são anteriores às matrizes verbais que mais tarde integramos naquelas. Nessa perspectiva, a livre atuação, certamente, traria conteúdos psicológicos que através da livre associação não trariam os mesmos resultados terapêuticos. 2.2.9 – A Técnica do Solilóquio A técnica do solilóquio, costumeiramente, conhecida como “pensar alto”, ou seja, é um conteúdo não expresso, mas com forte impacto na vida de das relações de cada indivíduo ou grupo. Utiliza-se a técnica do solilóquio, na etapa da dramatização para identificar conteúdos não expressos através das cenas, a partir de consignas originadas pelo Diretordiretor. Para Moreno (2015, p. 245), o solilóquio: O psicodrama teve que desenvolver numerosas técnicas para dar expressão aos níveis mais profundos do nosso mundo interpessoal. (....) É usado pelo paciente para duplicar pensamentos ocultos que ele teve, realmente numa situação com um parceiro em sua vida, o que tem o aqui e agora, no momento do desempenho. O seu valor reside em sua veracidade, o seu propósito é a catarse. Em psicodramas e sociodramas, o solilóquio traz para aà cena conteúdos não expressos nas dramatizações, que podem resultar na melhoria dos conflitos que estão sendo tratados pelo terapeuta. 2.2.10 – A Técnica da Interpolação de Resistência Com relação à interpolação de resistência, Gonçalves (1988, p. 91) esclarece: Na verdade, Moreno utilizou esse nome para vários procedimentos técnicos, que tem têm em comum o fato de visarem “contrariar” disposições conscientes e rígidas do protagonista. Permitem ao cliente ter acesso a novos pontos de vista, mais flexibilidade em suas posições relacionais e buscar caminhos mais produtivos para a tele-sensibilidade. Calvente (1998, p. 103) afirma que: O objetivo da interpolação de resistência é encontrado em novos caminhos para que a criatividade se manifeste. A condição da existência da resistência num ato socionômico é trabalhada através das técnicas de aquecimento, sempre respeitando a disponibilidade dos indivíduos e grupos para as atividades programadas. 2.2.11 – A Técnica da Maximização De acordo com Rosa Cukier (1992, p. 48), a técnica da maximização consiste em: Pedir ao paciente que maximize um gesto, uma forma verbal, uma postura corporal - enfim, qualquer sinal destoante do resto de sua comunicação, quando esta ela nos soa estereotipada, formal ou estéril. Para Menegazzo (1995, p. 130), a maximização é: Uma técnica psicodramática em que o protagonista leva ao grau máximo, determinada expressão, quer com o corpo, quer com a sua palavra, para conseguir o aquecimento adequado. A técnica da maximização acentua a representação de conteúdos que os protagonistas, sejam eles indivíduos ou grupos, têm dificuldades de representar, tendo por fim, a catarse. 2.2.12 A Técnica da Loja Mágica A técnica da loja mágica consiste: O diretor representa no palco uma “loja mágica”. Ele próprio mesmo ou algum membro do grupo escolhido por ele, assume o papel de lojista. A loja está repleta de itens imaginários, de uma natureza não física. Os itens não estão à venda, mas podem ser obtidos por permutas, em troca de outros valores a serem entregues pelos membros do grupo, individualmente ou em conjunto. Um após o outro, os membros do grupo se oferecem-se para subir ao palco entrando na loja em busca de uma idéia, um sonho, uma esperança, uma ambição. Parte-se do princípio que só fazem isso se se sentem um forte desejo de obter um valor altamente apreciado, sem o qual, as suas vidas pareceriam carentes de sentido. Moreno.(MORENO, 2015, p. 35). A técnica da loja mágica no contexto terapêutico e controlado oferece ao paciente a oportunidade de passar ao ato aquilo que estava dentro do pacientedaquele, podendo assim avaliar a si mesmo, ao mesmo tempo é um avanço na terapia, onde o diretor pode avaliar aferir seu paciente a à luz de suas experiências. Consiste em técnicas, processos e estratégias que permitem trabalhar o tempo e o espaço, criando oportunidades de exploração, exame, discussão e reflexão; investigar as ações, motivações e valores das pessoas; dar aos alunos o poder de influenciar eventos; cria uma 'zona segura' para experimentar e explorar diferentes possibilidades e escolhas. 2.2.13 Papel na Parede O Papel na parede consiste em desenhar em uma folha grande de papel o contorno de um dos um dos participantes. Palavras ou frases que descrevem o caráter, são então gravados diretamente para o desenho ou preso com post-its. Esta técnica de teatro pode ser realizada como uma atividade de grupo ou por indivíduos que escrevem sobre seu próprio caráter. Pode incluir fatos conhecidos, tais como a aparência física, idade, sexo, localização e ocupação, bem como idéias subjetivas, como gosta / não gosta, amigos / inimigos, atitudes, motivações, segredos e sonhos. 2.2.14 – Jogo Dramático Para Yozo (1996, p. 19), através do jogo dramático é possível despertar grupos e indivíduos para o desenvolvimento da sua espontaneidade, criatividade e sensibilidade, a partir das seguintes características: a. É uma atividade voluntária; b. Tem regras específicas e absolutas; c. Tem um tempo de duração limitado; d. Tem um espaço que é o próprio contexto dramático; e. Há o resgate da ordem lúdica; f. Busca a resolução de conflitos; Para Yozo (1996, p. 25), os jogos devem ser aplicados conforme a matriz de identidade dos indivíduos e grupos, da seguinte maneira: Fase da Matriz de Identidade Primeira Fase: Identidade do Eu Eu – Eu Duplo- Primeira Fase: Através das brincadeiras e da representação de papeis, o professor percebe em seus alunos o desempenho dos papeis e seu processo de aprendizagem, que pode começar apenas por imitação (Role Taking). Eu-Tu Espelho-Segunda Fase: Reconhecimento do EU Nessa fase, surge a tele para coisas e objetos, atração e rejeição. A criança começa a perceber a si e ao outro, já consegue jogar papeis (Role playing). É considerada a fase do espelho, onde a criança se espelhar em relação a outra. Eu- Nós Inversão de papeis- Terceira Fase (Eu Nós) Nessa fase já se opera o jogo e a inversão de papeis, é onde se inicia a identidade grupal a pecepção e interação com os outros. 2.2.15 Jogo da Colcha de Retalhos Pode-se inferir-se que o jogo da colcha de retalhos consiste em juntar partes de histórias contadas por integrantes de um grupo. Os sujeitos relatam suas histórias que vão se juntandoacopladas com outras, histórias até formar uma nova história. 2.2.16 Jogo do rítmo Ritmo em Círculo Com relação ao jogo do ritmo em círculo,, (Boal (, p. 136) afirma que: (...) todos em pé, de forma que possam trabalhar os diferentes ritmos desde a primeira até a última pessoa. Tanto o jogo da colcha de retalhos, quanto do ritmo em círculo não se tem muitas referências bibliográficas sobre as suas aplicações. 2.2.17 O Sociodrama pedagógico Matricial é um método de ação e aprendizagem profundo, fundamentado na socionomia para o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, é o lugar primário, o status nacendi do "momento" da criação, algo que brota de uma matriz num canteiro fértil. A Socionomia é a ciência social da relações humanas, possui três correntes: a) Sociodinâmica, através da teoria dos papeis, b) Sociometria pelo teste sociométrico; e c) Sociatria pela terapêutica da relações sócias, que fundamenta e operacionaliza o sociodrama pedagógico matricial para as etapas do ciclo de proteção e defesa civil, caracterizando-se pelas etapas/fases da prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação formando o nexo de causalidade entre teatro e prevenção à violência e aos riscos de desastres. 2.2.18 Sociodrama pedagógico matricial: É um método de ação profunda para o desenvolvimento socioemocional através das metáforas do corpo humano. 3. METODOLOGIA O sociodrama, segundo Moreno (2015, p. 413) é considerado: Um método de ação profunda para a abordagem de relações intergrupais. Os instrumentos, contextos e etapas de um psicodrama também são utilizados para na realização de um sociodrama, conforme será verificado a seguir: Conforme Moreno, (2015, p. 17-19) os instrumentos de um psicodrama são os seguintes: O primeiro instrumento é o palco, o segundo instrumento é o sujeito ou paciente; o terceiro instrumento é o diretor; o quarto instrumento é um staff de egos auxiliares; e, o quinto elemento é o público. O palco com ou sem cenário é o local onde se realiza a dramatização; há o protagonista, participante ou paciente, incluindo também os coadjuvantes que atuam em cena; o diretor é quem conduz a sessão de sociodrama; o ego auxiliar, que é um assistente do diretor, e o auditório ou público, formado por todos os presentes. O psicodrama considera sempre 3 (três) contextos: o social, grupal e dramático. Segundo Malaquias (2012, p. 22): o contexto social se refere à "cultura na qual os indivíduos estão inseridos, o tempo cronológico, o espaço real" em que são desempenhados os papéis sociais; o contexto grupal compreende "os participantes do grupo, o diretor e os egos-auxiliares"; e, o contexto dramático que "é o espaço demarcado para a ação dramática, é o lugar do 'como se' e acontece no palco psicodramático", constituído pelas atividades que lidam com o imaginário e a fantasia. Por sua vez, as etapas para na realização de um psicodrama são as seguintes: aquecimento inespecífico, aquecimento específico, dramatização, compartilhamento e processamento. A última etapa, chamada de processamento está relacionada ao ensino e aprendizado do método. Conforme Gonçalves (1988, p. 79-80): Aquecimento inespecífico e emergência do protagonista: o protagonista emergente, escolhido pelo grupo ou descoberto pelo (s) terapeuta (s). O diretor precisa cuidar para não confundir a eleição de um elemento do grupo com a verdadeira emergência do protagonista. Aquecimento específico e dramatização: aqui, aquecimento específico é a preparação do protagonista para a dramatização; é também, a manutenção do clima de envolvimento com a realidade vivida e dramatizada; Dramatização e papéis não vividos: é uma oportunidade para que o protagonista examine, através da experiência no “como se”, o sentido profundo de papéis em que vem investindo a sua fantasia. Para Gonçalves (1988, p. 102), o compartilhamento é chamado por Moreno de: Participação terapêutica do grupo. Nessa etapa, cada elemento do grupo pode expressar: em primeiro lugar, aquilo que o tocou e emocionou na dramatização, os sentimentos nele despertados e também sua própria vivência de conflitos semelhantes. Em seguida são feitos outros comnetários comentários da cena a que assistiu. 4. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS GERAIS No primeiro encontro será esclarecido os objetivos e a forma de desenvolvimento de cada oficina, nos demais encontros serão apresentados quatro sociodramas primários para o desenvolvimento das habilidades socioemocionais. Convém ressaltar que são cinco as habilidades socioemocionais e quatro os sociodramas realizados. No Sociodrama I será trabalhada a habilidade socioemocional abertura a novas experiências; no Sociodrama II, a habilidade socioemocional conscientização; no Sociodrama III, a habilidade socioemocional extroversão e amabilidade e, no Sociodrama IV, a habilidade socioemocional estabilidade emocional. A partir da aplicação dos quatro sociodramas, aplicar os jogos e as técnicas correspondentes a identificação da matriz, o professor elabora um diagnóstico do contexto grupal para então poder elaborar as técnicas mais adequadas, de acordo com o que se quer ensinar, sempre observando a faixa etária e os campos de experiência. É possível ainda elaborar perguntas perceptivas, verificar o panorama do aprendizado e desenvolver habilidades, bem como observar o clima, o tempo, a tensão, a resiliência, a empatia e o contexto social, cultural, político, histórico e ambiental, sempre atento às seguintes questões: O que eu posso fazer para que o meu aluno realmente se interesse pelas aulas? Como deve ser o meu planejamento?Trabalhar num contexto imaginário permite ao professor explorar a dimensão do currículo, no contexto fictício tudo é atemporal, explore cada cena de acordo com o que se quer ensinar. Se o foco é aprender história, qual parte quer ensinar? É preciso identificar o foco, a zona e o aquecimento da área, dessa forma o organismo todo, (professor /aluno), atuam em torno de um único foco, a aprendizagem. 5. DESCRIÇÃO DOS SOCIODRAMAS BÁSICOS Estará envolvidos nos sociodramas, a pesquisadora, um cinegrafista que filmará todos os atos socionômicos, e um ego auxiliar. I Sociodrama será trabalhada a habilidade sócio-socioemocional abertura para a novas experiências; II Sociodrama será trabalhada a habilidade sócio-socioemocional concientização; III Sociodrama será trabalhada a habilidade sócio-socioemocional extroversão e amabilidade; IV Sociodrama será trabalhada a habilidade sócio-socioemocional estabilidade emocional. Os atos socionômicos ou sociodramas propostos, com vistas ao desenvolvimento das habilidades sócio–socioemocionais, são todos sistematizados a partir das 4 (etapas): aquecimento; dramatização; compartilhamento e processamento.. 6. DESCRIÇÃO DO ATO SOCIONÔMICO I: ABERTURA A NOVAS EXPERIÊNCIAS NO CONTEXTO DA CONSERVA CULTURAL O primeiro sociodrama será desenvolvido a partir da relação entre “Conserva Cultural” no campo da “socionomia” e “Abertura a Novas Experiências” no campo das “habilidades sócio-socioemocionais”. O objetivo deste é investigar as evidências empíricas e verificar se todos estão espontaneamente, disponíveis para a novas experiências (habilidades sócio-socioemocionais) no contexto da conserva cultural. 6.1 DESCRIÇÃO DO ATO SOCIONÔMICO II: CONSCIENCIOSIDADE E TOMADA DO PAPEL. No segundo sociodrama, será desenvolvido a segunda habilidade socioemocional,“Conscientização”, correlacionada a “Tomada de papel” no campo da socionomia. O diretor utiliza-se das seguintes técnicas: inversão de papeispapéis, tomada de papel, solilóquio e auto auto-apresentação. Os jogos utilizados são os seguintes: colcha de retalhos, jogo ritmo corporal e uma bola como objeto intermediário. 6.2 DESCRIÇÃO DO ATO SOCIONÔMICO III: EXTROVERSÃO, ESPONTANEIDADE, CRIATIVIDADE E AMABILIDADE Nesse sociodrama será averiguação da terceira habilidade socioemocional “Extroversão”, “Espontaneidade Criatividade e Amabilidade”, correspondende a socionomia. Serão aplicadas nesse sociodrama as seguintes técnicas: loja mágica, inversão de papeispapéis e livre atuação. Foram utilizados os seguintes objetos intermediários: canetas, tesoura e papeis papéis e coloridos. 6.3 DESCRIÇÃO DO SOCIONÔMICO IV: ESTABILIDADE EMOCIONAL, NEUROTICISMO E SEINISMO Para a averiguação da quinta habilidade socioemocional, o diretor precisa identificar e analisar os discursos dos participantes sobre a relação entre “Estabilidade Emocional”, no campo das habilidades sócio-socioemocionais e Seinismo no campo da socionomia. O diretor utiliza-se das seguintes técnicas: inversão de papeispapéis, maximização e solilóquio, “jogo do quem”, inspirado em Spolin[2]. Para uma maior vinculação, ora a pesquisadora está no seu próprio papel, ora está no papel psicodramático. 7. FUNCIONAMENTO DAS OFICINAS - 2024 (Consta no item anexar documentos - proposta: cronograma de execução atualizado). 8. FUNCIONAMENTO DAS OFICINAS - 2024 (Consta no item anexar documentos - proposta: cronograma de execução atualizado). Oficinas, público alvo, turno de funcionamento, carga horária, número de vagas, dimensão das turmas, número de oficinas. Locais de realização Modalidade, nível espaço físico, recursos materiais 9. REFERÊNCIAS ABED, Anita. O desenvolvimento das habilidades socioemocionais como caminho para a aprendizagem e o sucesso escolar de alunos da educação básica. São Paulo: UNESCO/MEC, 2014. _____. O jogo de regras na psicopedagogia clínica: explorando suas possibilidades de uso. 1996. Monografia (Pós-Graduaçãoem Psicopedagogia) PUC, São Paulo, 1996. ______. Recursos metafóricos no processo ensino-aprendizagem: um estudo de caso. 2002. Dissertação (Mestrado em Psicologia) - Universidade São Marcos, São Paulo, 2002. Disponível em: . Acesso em: 21 dez. 2017. ALMEIDA, Wilson Castello de Almeida. Grupos: a proposta do psicodrama. São Paulo: Ágora, 1999. AZIBEIRO, Nadir Esperanza. 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CARTA DE ANUÊNCIA: Anexo ao cronograma e projeto político pedagógico.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE O projeto oferece condições nos processos de ensino- aprendizagem através da realização de oficinas de drama, sociodrama, teatro espontâneo e artesanato para utilização, com segurança e autonomia, dos serviços dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoas com deficiência auditiva, visual ou intelectual. No campo da educação, o enfrentamento às barreiras se concretiza no desenvolvimento de estratégias que procuram alcançar a equidade de oportunidades. Respeitar o direito das pessoas com deficiência à livre-circulação, fruição cultural e educação é possível e necessário, por meio da implementação dos recursos de tecnologia assistiva.Eles oportunizam e ampliam a presença e a visibilidade das pessoas com deficiência nos espaços educativos e culturais, promovendo a sua participação nas atividades oferecidas, nos diversos níveis educacionais. Com base na Lei n. 10.098, de 19 de dezembro de 2000– que versa sobre a acessibilidade das pessoas com deficiências (BRASIL, 2000) –, na Lei n. 10.436, de 24 de abril 2002(BRASIL, 2002) – que oficializa a Língua Brasileira de Sinais –, e no Decreto n. 5.626, de 22 de dezembro de 2005 (BRASIL, 2005) – que regulamentou as leis anteriores, ocorreu um avanço na educação: a inclusão oficial de Libras em salas de aulas regulares e o apoio do profissional tradutor intérprete de língua de sinais na comunicação entre surdos e ouvintes. Da mesma forma adotamos os princípios da Lei para maior acessibilidade nas oficinas artísticas. Veremos a seguir os recursos disponíveis para cada tipo de deficiência, de forma mais detalhada com base em estratégias educativas e recursos de tecnologia assistiva. Medidas de Acessibilidade em Tecnologia Assistida: Sinalização tátil;Sinalização e informação em Braille;Audiodescrição;Sinalizações visuais e táteis com fonte ampliada e alto contraste;Avisos visuais e legendas para pessoas com deficiência auditiva;Alertas sonoros;Textos em linguagem simples. Medidas de Acessibilidade Para pessoas surdas e com deficiência auditiva: Mobiliários arrumados nas salas de aula, de forma afavorecer a visualização do professor; isso facilita tanto os alunos que fazem leitura labial como os que precisam visualizar o profissional intérprete; Recursos visuais, objetos e figuras que ajudem na compreensão do contexto e do significado por meio das metáforas do Corpo Humano no papel;Distância entre as cadeiras, de forma que seja possível a utilização de Libras, confortavelmente;Espaços para situar pessoas com deficiência perto de tomadas e com altura adequada para uso de tecnologia assistiva. Medidas de Acessibilidade Para pessoas com deficiência física emobilidade reduzida: Portas de acesso aos espaços devem ter tamanho adequado para permitir a passagem com cadeira de rodas.Quantitativo de mobiliário com ajustes de altura e largura, que possibilitem o uso de cadeira de rodas e regulagem para pessoas de baixa estatura e obesas. Espaço suficiente para a circulação nas salas de aula.Piso dos espaços não escorregadio.Banheiros adaptados para pessoas com deficiência. Rampa em todos os andares para situações emergenciais (em caso de incêndio ou de falta de energia, não se pode utilizar elevadores); Possibilidade de acomodação para um acompanhante.Corredores com bebedouro(s) na altura adequada para cadeirantes e pessoas com baixa estatura. Medidas de Acessibilidade Para pessoas com deficiência intelectual: Sala com recursos multifuncionais; Sala com mesas e cadeiras com possibilidade de deslocamento, caso a pessoa com deficiência intelectualtambém tenha alguma restrição de movimento, bem utilizar imagens, desenhos ilustrações, recortes de revistas;Ter clareza, usar frases simples, diretas, tanto na oralidade quanto na escrita, facilitam a compreensão. Importante salientar que as limitações das pessoas com deficiência intelectual dependem das oportunidades e necessidades individuais (BARCELLI, 2018, p. 3). Medidas de Acessibilidade Para pessoas com deficiência visual: cegas ou com baixa visão Imagens com audiodescrição, descritas nos arquivosde texto;Conteúdo das aulas em formato de áudio;Imagens que forem apresentadas em slides de PPT de vem ter audiodescrição.Materiais físicos (objetos, modelos, peças, maquetes) com relevo ou texturas para exploração tátil.Produtos audiovisuais em formato acessível. Medidas de Acessibilidade Para pessoas com transtorno do espectro autista (TEA): No fim de 2007, a ONU definiu 2 de abril como o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. No Brasil, o principal marco legislativo é a Lei n. 12.764, de 27 de dezembro de 2012, ou Lei Berenice Piana, que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno 82do Espectro Autista (BRASIL, 2012a). Essa lei se agregou à Lei Brasileira de Inclusão n. 13.146, de 6 de julho de 2015(BRASIL, 2015), e à Convenção sobre os Direitos da Pessoacom Deficiência (BRASIL, 2012b) Serão utilizadas sala com boa iluminação;Mobiliários arrumados nas salas de aula, de forma a evitar acidentes, como esbarrões ou quedas.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO 1. PRODUTO: OFICINAS - Haverá gratuidade em todas as oficinas. As oficinas serão realizadas em locais próximos dos públicos alvo. Serviços de transporte: não se aplica. (Evento em locais inseridos nas comunidades). Haverá realização de lives para a transmissão dos conhecimentos adquiridos, bem como a divulgação e sites e internet. 2. Conforme o Art. 21 - Em conformidade com o Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania serão implementadas as seguintes medidas de ampliação do acesso: I - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; II - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; III - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como oficinas abertas; VI - Oferecer as oficinas a estudantes da rede pública ou privada de ensino em todas as atividades desenvolvidas na proposta cultural; V - Realizar ação cultural voltada ao público infantil e infanto juvenil; VI - Estabelecer parceria (escolas, comunidades, Defesa Civil), visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público.

Ficha técnica

Antonia Benedita Teixeira - Proponente/dirigente. É responsável pela execução de todas as oficinas bem como toda a gestão do processo decisório do projeto. Função: professora (oficineira) psicodramatista e voluntária nas ações de contrapartida das oficinas. Responsável pelas oficinas de drama, sociodrama e teatro espontâneo, bem como a prestação de contas e a busca por incentivos fiscais. Mestre em Desastres Naturais (UFSC). Especialista em Psicodrama socioeducacional pela Escola Lócus de Psicodrama de Florianópolis. Licenciada em Pedagogia pela Faculdade Anhanguera. Membro do Grupo de Pesquisa do Conselho Nacional de Pesquisa – CNPq Resolução Científica de Conflitos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Diretora de drama, sociodrama e teatro espontâneo. Vice-presidente da Associação Teatral Eternos Aprendizes. Fundadora e diretora da Ribalta Escola de Atores em Florianópolis. Desenvolve atividades profissionais de produção cultural com espetáculos, cursos e workshops para formação de atores com diretores consagrados do teatro e da televisão brasileira. Dentre seus projetos financiados destacam-se: Mais Cultura nas Escolas; Teatro Educação; Drama na Sala de Aula (Escolas Públicas Estaduais e Municipais); O Boi e o Burro no Caminho de Belém (Município de Manoel Ribas-PR e Florianópolis); e, a Brinquedoteca da Escola de Educação Básica Antônio Francisco Machado em São José-SC. No âmbito de projetos de extensão universitária, realizou: Projeto de Extensão através da UFSC: Sociodramas de Saúde e Bem-Estar: Investindo na Melhoria da Qualidade de Vida (Campeche-SC); Sociodramas para Formação de Lideranças em Comunidades em Áreas de Risco; Sociodramas para Formação de Equipes para Startups; Sociodramas com Gestores de Proteção e Defesa Civil no Estado de Santa Catarina. Atualmente dedica-se à pesquisa sobre desenvolvimento de habilidades socioemocionais numa perspectiva sociodramática com alunos e profissionais da educação, de empresas e instituições públicas e não governamentais. LinK: http://lattes.cnpq.br/5423076586429438 ______________________________ Harrysson Luiz da Silva - Função: Palestrante, responsável pela cordenação pedagógica do projeto, parte teórica, produção de artigo, bem como a busca por incentivos fiscais. Psicodramatista. Professor Titular do Departamento de Geociências da Universidade Federal de Santa Catarina UFSC (desde 1997); Coordenação e Vice-Coordenação do Programa de Mestrado Profissional em Desastres Naturais da UFSC (2015-2022), sendo que a partir de 2023 se tornou professor colaborador do referido Programa de Pós Graduação. Membro da Rede Internacional de Pesquisa em Desenvolvimento Resiliente do Clima RIPERC (UNOESTE); Coordenador Regional (Brasil) da Rede Systemic Transformative and Resilient Interventional Drivers Education for Sustainability (Universidade de York e Universidade de Leeds no Reino Unido); Membro da Rede Sul Brasileira de Educação Ambiental (REASUL). Ex- Membro do Comitê Técnico e Científico da Defesa Civil do Estado de Santa Catarina (DCSC) UFSC; Membro do Núcleo de Pesquisa e Ensino de Geografia da UFSC.Palestrante Convidado Escola Socioemocional - Socionômica. Psicodramatista Sócio-Educacional (2018). Practioner em Psicologia Existencialista (Produção e Certificação de Conhecimento) - NUCA (2003). Pós - Doutor em Engenharia de Produção (Ergonomia Cognitiva) - UFSC (2000). Doutor em Engenharia de Produção (Inteligência Artificial Aplicada ao Meio Ambiente - UFSC (1997); Mestre em Desenvolvimento Regional e Urbano (Gestão Territorial de Empresas) - UFSC (1991); Bacharel em Geografia - (Percepção e Comportamento Ambiental) UFSC (1985); Presidente do Conselho Científico do Instituto Kw (2018); Analista do Ministério da Educação (MEC) no Programa nacional do Livro Didatico (PNLD) em Geografia 2016; (Prêmio "Luzes da Àgua" na Categoria "Água e Direito" pela Universidade de Nice Sophia Antipolis - França (2007); Prêmio Defesa Civil 2018 e 2020 no Brasil; Áreas de Atuação: Antropologia da Ciência; Gestão de Conflitos; Gestão de Riscos e de Desastres Naturais; Análise de Cenários de Gestão de Riscos e de Desastres Naturais; Líder do Grupo de Pesquisa do Conselho Nacional de Pesquisas (CNPq) Resolução Científica de Conflitos desde 2003, e do Grupo de Pesquisa Inteligência Vibracional Reversa - IVR criado em 2013, respectivamente com foco em gestão de conflitos e psiconeuroimunoenergia; Membro da Rede Latino Americana ARIUSA e Iberouniversidades.Signatário do manifesto Galileu sobre Ciências Pós-Materialistas. Membro do Comite Brasileiro da ABNT ISO56000 (Certificação de Inovação). Consultor da Fundação Instituto de Administração -FIA -USP (2023 - Atual). Diretor Executivo e Presidente do Conselho Deliberativo e Científico do Instituto Kw (2023 -2025). Membro do Comitê Técnico e Científico da Defesa Civil do Estado de Santa Catarina (DCSC) kw Institute (2023-2028)link lattes Harrysson: http://lattes.cnpq.br/3674819568497807ID Lattes: 3674819568497807_______________________________

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2024-07-25
Locais de realização (4)
Camboriú Santa CatarinaFlorianópolis Santa CatarinaItajaí Santa CatarinaNavegantes Santa Catarina