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Realizar o ensaio, temporada e circulação do espetáculo teatral "Muito Humana para ser exata".
Maria Rita (Bianca Rinaldi) é sempre a primeira a chegar em seus encontros semanais com suas amigas, gosta de ser pontual e precisa. Gosta dos números, pensa tudo de forma exata, como ela diz, “Não adianta, eu acredito nos números. Os números me defendem, me protegem. Mais que isso: os números me acolhem”. Enquanto espera as amigas Maria Rita faz toda uma análise sobre os números. Pouco depois chega Luana (Juliana Araripe), falando ao telefone com duas pessoas ao mesmo tempo. Sempre atrasada, sempre correndo, falando com a mãe e com o filho possui uma visão humanista das coisas, como ela sempre diz “É conversando que a gente se entende”. Elas embarcam num papo sobre suas vidas, cada momento que estão vivendo, suas visões distintas de mundo enquanto aguardam a chegada de Ceci (Martha Nowill), médica, está sempre atrasada. Os diálogos, pontuais e cuidadosamente estruturados, vão revelando as camadas das diferentes visões da vida, provocando identificação com as espectadoras que se enxergam um pouco em cada personagem. “Para Pitágoras, o três representa a perfeição. Ele é a soma do um (unidade) com o dois (diversidade). Nós, humanos, somos o número três: resultado do produto do que o nosso DNA carrega (unidade) com as influências que nos deixamos afetar (diversidade). Somos, portanto, essa terceira pessoa”.
OBJETIVOS GERAIS: Realizar o ensaio, temporada e circulação do espetáculo teatral "Muito Humana para ser exata", na cidade de São Paulo totalizando 24 apresentações. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar o ensaio e temporada espetáculo Muito Humana para ser exata na cidade de São Paulo, de forma totalmente acessível em 24 apresentações; - FORMAR PÚBLICO através de ações de contra partida e acesso a população de baixa renda, conforme posteriormente sinalizado nesse projeto, através de sessões bate papo e doações de ingressos; - Oferecer uma oportunidade de debate, realizado pelas ações de bate papo, descritas nas ações de contra partida; - Geração de emprego para cerca de 30 profissionais diretos e 60 indiretos
A peça conta a história de três amigas, que se reúnem toda semana para almoçar e conversar sobre seus cotidianos e é nesse cenário onde se passa toda a peça. Um encontro onde retrata as trajetórias e visões de 3 mulheres, Maria Rita (Bianca Rinaldi), Luana (Juliana Araripe) e Ceci (Martha Nowill), com histórias distintas onde as reflexões têm inteligência, humor e emoção. Os diálogos, pontuais e cuidadosamente estruturados, vão revelando as camadas das diferentes visões da vida, provocando identificação com as espectadoras que se enxergam um pouco em cada personagem. A obra fala sobre as escolhas que fazemos, as contradições que nos constituem e sobre a natureza resistente das amizades. O texto é de Becky Korich, que vem, em sua escrita, realizando um traçado cada vez mais marcante e traz nesse texto um profundo e delicado mergulho no universo feminino. A direção de Dani Angelotti e a coordenação artística de Isser Korik transformará esse almoço num poético, divertido e instigante encontro entre atrizes e plateia. Envolvente, instigante, misterioso, surpreendente, assim como é o mundo feminino. Nós nunca estivemos tão conectados. As redes sociais podem fortalecer relacionamentos preexistentes e permitir que novas conexões sejam estabelecidas. No entanto, o uso excessivo também pode nos fazer sentir mais sozinhos. As pessoas utilizam cada vez mais o smartphone como principal meio para se comunicar por mensagens instantâneas com aplicativos como o WhatsApp. Nós nos comunicamos mais com nossa família e amigos por mensagens instantâneas do que através de encontros presenciais, portanto passamos cada vez mais tempo interagindo com a mídia digital e ainda, apesar disso, uma em cada três pessoas se sente solitária. Um estudo realizado pela Universidade de Pittsburg, mostrou que passar mais de duas horas por dia em redes como Facebook, Twitter ou Snapchat duplica a probabilidade de alguém se sentir isolado. Em tempos de era digital os encontros pessoais se tornam cada vez mais valiosos. Esse espetáculo trás o encontro como ponto de partida. Três amigas, cada uma com sua rotina, cada uma com seu estilo de vida, mantém uma rotina de se encontrarem semanalmente, quase que como uma terapia, como forma de manutenção dessa amizade. Um encontro que retrata as trajetórias e visões de 3 mulheres, Maria Rita (Bianca Rinaldi), Luana (Juliana Araripe) e Ceci (Martha Nowill), com histórias distintas onde as reflexões têm inteligência, humor e emoção. Os diálogos, pontuais e cuidadosamente estruturados, vão revelando as camadas das diferentes visões da vida, provocando identificação com as espectadoras que se enxergam um pouco em cada personagem. A obra fala sobre as escolhas que fazemos, as contradições que nos constituem, fala sobre sonhos, casamento, filhos, profissão, desejos e sobre tudo a natureza resistente das amizades e relações.
Para todos os públicos, preferencialmente a cima de 12 anos. Aberto para todos os públicos, com destinação de 10% da bilheteria gratuita + 20% a preço popular se faz acessível a todas as classe sociais. Previsão de duração: 60 minutos
Para as ações de acessibilidade o espetáculo contará com 3 frentes: ESPETÁCULO TEATRAL (PRODUTO PRINCIPAL) 1) Acessibilidade física. O espetáculo ficará em cartaz em teatro que comporte acesso a pessoas portadoras de necessidades especiais e movimentos reduzidos, garantindo acessibilidade físicas como rampas de acesso, poltronas especiais, banheiros apropriados e de fácil acesso, tanto para portadores de necessidades especiais como idosos. 2) Acessibilidade Comunicacional: A) Para portadores de deficiências visuais. Todos as apresentações contarão com libreto em Braile, com descritivo de todo cenário, figurinos, personagens, indicações musicais e atos, de forma que o usuário poderá acompanhar todo o espetáculo com informações precisas sobre seu conteúdo. B) Para portadores de deficiência auditiva. Todas as apresentação contarão com interprete de libras ou legenda (sistema tipo rybena) podendo garantir o acesso amplo tanto para quem não entende libras quanto para surdos não letrados. 3) Acessibilidade atitudinal Todas as apresentações terão um produtor devidamente capacitado para atendimento acessível. BATE PAPO (CONTRAPARTIDAS) 1) Acessibilidade física. As ações acontecerão em teatro que comporte acesso a pessoas portadoras de necessidades especiais e movimentos reduzidos, garantindo acessibilidade físicas como rampas de acesso, poltronas especiais, banheiros apropriados e de fácil acesso, tanto para portadores de necessidades especiais como idosos. 2) Acessibilidade Comunicacional: A) Para portadores de deficiências visuais. Para o bate papo não se faz necessário descrição, pois o conteúdo é oral, porém para os cegos será feito o convite e condução de reconhecimento tátil. B) Para portadores de deficiência auditiva. Todas as ações contarão com interprete de libras. 3) Acessibilidade atitudinal Todas as ações terão um produtor devidamente capacitado para atendimento acessível. Todas as ações serão amplamente divulgadas junto às instituições que trabalhem com portadores de necessidades especiais. Também será informado no release, site de vendas, mídias sociais do espetáculo e bilheteria do teatro.
Como medidas de Democratização de Acesso serão seguidas as seguintes instruções: Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 27, ofereceremos: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita para patrocinadores; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional para divulgação do projeto; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Além disso, como determina a legislação os ingressos terão: I - meia entrada assegurada para estudantes e meia entrada assegurada para idosos, em cima do valor da inteira de cada setor, conforme o § 10 do art. 1o da Lei no 12.933, de 2013. Separadas as cotas previstas nos incisos I, II, III e IV do caput, os ingressos serão comercializados com valores de até R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais). - Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 28, ofereceremos: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Realizaremos portanto 2 ensaios aberto, para público ONGs, estudantes, povos tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+ e pessoas com deficiência. - Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 30, ofereceremos: II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Portanto ofereceremos 2 palestras sobre criação artística e processos criativos com direção e elenco. O público será constituído de 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição ou no máximo 500 (quinhentos) beneficiários que serão alunos e professores da rede pública de ensino.
FICHA TÉCNICA Texto: Becky Korich Direção Artistica: Dani Angelotti Elenco: Bianca Rinaldi, Juliana Araripe e Martha Nowill Coordenação geral e Artistica: Isser Korich Direção de produção: Ian Soffredini Direção de corpo: Roberto Alencar Trilha sonora Original: Jam da Silva O proponente será remunerado por Direção de Produção e coordenação Administrativa. CURRICULOS Becky Korich (autora) É advogada, escritora e dramaturga teatral. É colunista da Folha de São Paulo, e colaboradora de revistas diversas. Participou da criação do projeto “Te amo São Paulo”, escrevendo uma das oito cenas da peça que foi encenada em 2010, em que também participaram os autores Walcyr Carrasco, Mário Bortolotto, Dib Carneiro, Marcelo Rubens Paiva, Roberto Lage, Mario Viana, Fábio Torres. Na pandemia, participou da criação dramatúrgica da peça “Novo e Normal”, que foi apresentada no formato ‘on line’, encenada por por Sérgio Mamberti, Suely Franco, Samara Felippo, Elídio Sanna, Tânia Khalill, Jair Oliveira, Paloma Bernardi e Juliana Alves. Dani Angelotti (Diretora) Daniella Angelotti, (Dani Angelotti) possui mais de 20 anos de experiência na área de direção artística e de produção,sendo que seus últimos trabalhos em teatro foram: Pagú – Até onde chega a Sonda, Texto de Patricia Galvão (Pagu) e Martha Nowill. Direção: Elias Andreato, Teatro Sesc Pompéia | 2022. Dominguinhos – Isso aqui tá bom demais, musical com texto de Silvia Gomez, Direção: Gabriel Fontes Paiva, Direção Musical: Myriam Taubkin, Teatro FAAP | 2022. Pós-F, Texto: Fernanda Young, Direção: Mika Lins, Teatro Porto Seguro e turnê pelo Brasil (2020/ 2021 e 2022) . Lady M, Texto de Milton Morales Filho, Direção: Bruno Guida com Daniel Infantini. Teatro: On Line | 2021. Crioulos, Texto e direção: Caio d’Aguilar, Teatro SESC Santo Amaro | 2020, Tutankaton, Texto: Otávio Frias, Direção: Mika Lins, Teatro SESC Paulista e Teatro SESC Bom Retiro | 2019, Soror, Texto: Luisa Micheletti, Direção: Caco Ciocler, Teatro SESC Ipiranga | 2019, Minha Vida em Marte, Texto: Monica Martelli, Direção: Suzana Garcia, Teatro Procópio Ferreira | 2018 e 2019 (temporada paulista), Eu Sou Essa Outra, Texto: Carla Kinzo, Direção: Vera Egito, Auditório SESC Pinheiros | 2018. Isser Korik (Coordenador geral e artistico) Ator, diretor, dramaturgo e produtor, Isser Korik completa 37 anos de carreira no teatro. Atuou em diversos espetáculos, dirigido por nomes como C. A,, Iacov Hillel, Roberto Lage e Otávio Martins. Escreveu e traduziu dezesseis textos teatrais, o que lhe rendeu o Prêmio APCA de revelação como autor e diretor por Ele é Fogo! Já dirigiu 40 espetáculos teatrais, entre eles Minha Primeira Vez, de Ken Davenport, Dez Encontros, de David Hare (Blue Room), Jogo Aberto, de Jeff Gould, Nove em Ponto, de Rui Vilhena, O Empréstimo, de Jordi Galceran, Que Tal Nós Dois?, de Juliana Araripe e Otávio Martins, As Guerreiras do Amor, de Domingos Oliveira, Quando Tudo Estiver Pronto, de Donald Margulies, O Funil do Brasil, de Sérgio Roveri e A Megera Domada de William Shakespeare. No período da pandemia (2020/2021) produziu Novo & Normal, espetáculo encenado em streaming. Bianca Rinaldi (ATRIZ) Atriz, apresentadora e ex-ginasta, se destaca por seus trabalhos na televisão e nos palcos. Seu reconhecimento veio em 2004 quando estrelou o remake de “Escarava Isaura” e assim fortaleceu sua carreira em marcantes trabalhos entre eles; Televisão: “Prova de Amor”, “Caminhos do coração”, “Ribeirão do tempo”, “Se eu fosse vocês: a série”. No cinema: “Lua de Cristal”, “Sonho de verão”, “Sinal”, “Impermanência”. No Teatro: “Tudo de mim”, “Amor de comédia”, “Meio lá, meio cá”, “A falecida”, “Adeus”, entre outros. Juliana Araripe (ATRIZ) É atriz e roteirista. Em 2006, 2007 e 2008 foi protagonista da série "Mothern" no GNT - finalista por duas vezes do Emmy Awards - e roteirista colaboradora do programa. Também foi atriz e escritora da comédia “Confissões das Mulheres de 30", de Domingos de Oliveira, que ficou de 2008 até 2012 em cartaz, considerada um dos maiores sucessos de público e crítica, vista por mais de 300 mil pessoas. Martha Nowill (ATRIZ) Começou a atuar profissionalmente com 18 anos e desde então foram mais de vinte e cinco filmes, dezoito séries e quinze peças de teatro. É formada em cinema pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e em teatro no Teatro Escola Célia- Helena. No teatro encenou textos de Garcia Lorca, Mario Bortolotto, Victor Hugo Ráscon Banda, Michelle Ferreira e Caco Galhardo. Foi dirigida por Isabel Teixeira, Marco Antônio Rodrigues, Lígia Cortêz, Fernanda D’Umbra, Marco Antônio Brás, Mauro Baptista Védia, entre outros. Ganhou os prêmios de melhor atriz no Festival Internacional do Rio de Janeiro com o longa “Entre Nós” (direção de Paulo e Pedro Morelli) e no Festival de Santa Maria da Feira com “Vermelho Russo” (direção de Charly Braun). Roberto Alencar (PREPARADOR CORPORAL) É Ator, bailarino e coreógrafo. Concebeu e dirigiu nos espetáculos “Alfaiataria De Gestos” E “Um Porco Sentado”. Em 2013, atuou no espetáculo interativo que unia a linguagem do teatro e do vídeo game “incubadora – Versão Final” direção de Ivan Andrade, e no espetáculo de dança teatro “A origem animal de deus”, direção de Luciana Brites e “Sem título” solo de dança coreografado por Vanessa Macedo. Fez parte do Núcleo Expedições, grupo de pesquisa na área de dança- teatro dirigido por Renata Melo e Vivien Buckup. Neste núcleo atuou como intérprete-criador no espetáculo “pessoas ao sol”, inspirado nas pinturas do artista americano Edward Hopper; a pesquisa foi subsidiada pela Lei Municipal de Fomento à Dança (2011). Integrou o elenco da CIA. Borelli de dança sob direção de Sandro Borelli, de 1999 a 2010, junto à esta Cia. atuou em mais de quinze espetáculos diferentes. Jam da Silva (TRILHA SONORA ORIGINAL) Nasceu em Recife e é um dos grandes nomes da percussão nacional. Jam tem abordagem inovadora em suas produções, uma mistura de artesanato com invenção. Parte de suas criações vêm da rua, com ruídos e ambientações urbanas e parte vem de sua construção musical, com diversos instrumentos de percussão. Seu trabalho faz com que possua grandes parcerias com artistas nacionais e internacionais como Massilia Sound System, Moussu T et les jovents, Troublemakers, Camille e Sebastien Martel, Marisa Monte, Elba Ramalho, Roberta Sá e muitos outros. Foi vencedor de melhor trilha sonora em 2011 com o filme Os Narradores de Javé.
PROJETO ARQUIVADO.