Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Propostas
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Links úteis
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2312172Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival Transforma Pride

HENRIQUE GUERRA DE OLIVEIRA
Solicitado
R$ 539,6 mil
Aprovado
R$ 539,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Linha do tempo

  1. 01/01/2023
    Cadastro PRONAC
    Ano 23
  2. 01/04/2024
    Início previsto
  3. 06/05/2026Captando
    Autorizada a captação total dos recursos
  4. 07/12/2026
    Término previsto

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PE
Município
Recife
Início
2024-04-01
Término
2026-12-07
Locais de realização (1)

Resumo

O projeto Festival Transforma Pride busca lançar luz nas inovadoras produções de culturas da população LBTQIAPN+ pernambucana. Pensado como a oportunidade de espelhar futuros, trazendo para perto o tom de representatividade, a primeira edição chega em Recife, dialogando com quatro eixos culturais norteadores: música, gastronomia, moda/artesanato e processos formativos.

Sinopse

As atrações musicais contarão com curadoria que terá como linha de seguimento a valorização de produções pernambucanas LGBTQIAPN+. Estabelecendo um diálogo entre o contemporâneo e tradicional os percursos sonoros seguem do frevo, maracatu, manguebeat ao brega e pop pernambucano; Para além das atrações musicais o Festival Transforma Pride contará com espaço para alocação do stands e seus expositores LGBTQIAPN+. Divididos em duas áreas, a primeira parte será direcionada as produções de moda e artesanato, contendo: camisarias e estampas, acessórios e artigos de decoração. A segunda parte traz como foco a gastronomia regional pernambucana, buscando apresentar a produção do público LGBTQIAPN+ que rememora através da comida a cultura local. As oficinas foram pensadas como meio de transformar a experiência do público do Festival Transforma Pride do contemplativo para o prático. Oficina 1 - Mixagem, ministrada por Dandara Souza (Dandarona) Surge como uma forma de aproximar os inscritos dos equipamentos (Rekordbox, CDj e XDj) possibilitando algumas demonstrações de mixagens, equalizações sonoras, e passagem do material produzido. Oficina 2. Dança - vogue, ministrada pelo Pioneer Edson Vogue, father da House of Guerreiras Em ambos os dias do evento será realizada uma oficina de dança na modalidade do vogue, que é típica da comunidade ballroom, movimento artístico, estético e político de acolhimento a pessoas LGBTQIAPN+, latinas, racializadas e periféricas. Serão trabalhadas duas modalidades de vogue: o old way (ou velha forma), que foi a primeira modalidade do vogue e o vogue femme, que nasce a partir da apropriação de mulheres travestis do old way, as quais inseriram outros movimentos construídos através de seus corpos. Nesta oficina serão abordadas as histórias das duas danças, bem como seus elementos específicos, apresentando as proximidades e diferenças ao público. Oficina 3. Produção Cultural e Sustentabilidade na Economia Criativa, ministrada por Wellington Ricardo da Silva Esta oficina será direcionada principalmente para artistas e profissionais LGBTQIAPN+ que têm interesse em acessar o mercado da economia cultural criativa, abordando dicas sobre capacitação, bem como modelos de negócios sustentáveis para projetos culturais e direcionamentos sobre financiamento e captação de recursos para iniciativas LGBTQIAP+. Oficina 4. Vivências em Coco Juremado, ministrada por Melissa Kalú e Ajenbê A oficina tem como objetivo introduzir os participantes ao rico universo da cultura popular, proporcionando experiências práticas tanto no canto quanto na percussão, bem como na inevitável dança, guiados por Melissa Kalú e Ajenbê, brincantes e fazedores de cultura popular. A programação abrange desde a contextualização histórica até a prática de conjunto, culminando em uma jam session integrada. A interação, tanto entre os participantes quanto com os instrutores, promete enriquecer a compreensão e apreciação do Coco Juremado.

Objetivos

Objetivo Geral O projeto visa a realização do Festival Transforma Pride, construído a partir dos eixos culturais de música, gastronomia, moda/artesanato e atividades formativas, buscando dar visibilidade e retorno financeiro a artistas e profissionais independentes LGBTQIAPN+ em Recife/PE. Objetivos Específicos Promoção de/plataforma para artistas pernambucanos LGBTQIAPN+ exporem seus trabalhos; Promoção de espaço de entretenimento para o público pernambucano LGBTQIAPN+ Proporcionar ao público experiências diversas por meio de quatro linguagens culturais: música, gastronomia, moda/artesanato e processos formativos; Inspirar e instrumentalizar artistas para o universo da produção cultural, através de atividades formativas, lhes direcionando para busca de oportunidades e autonomia na construção de projetos culturais; Gerar circulação de renda entre pessoas LGBTQIAPN+;

Justificativa

A proposta do Festival Transforma Pride surge a partir da atuação do projeto de mesmo nome, realizado pela Aquarius Productions e conhecido por suas ações ligadas ao apoio a artistas independentes e desenvolvimento do empreendedorismo LGBTQIAPN+ em Recife/PE, através da Feira Transforma Pride, pioneira no ramo em Pernambuco, do cine Transforma e do trio Transforma na Parada LGBTQIAPN+. A feira ocorre desde o ano de 2022, unindo empreendedorismo, arte e cultura, através da moda, do artesanato, da música e da gastronomia, produzidos por pessoas pertencentes à comunidade LGBTQIAPN+. Além disso, o Transforma tem um braço de formação, com a realização de seminários, rodas de conversa e distribuição de bolsas em cursos de inglês para pessoas dissidentes de gênero e sexualidade, por meio da parceria com o Consulado Geral dos Estados Unidos em Recife. Neste sentido, o Festival Transforma Pride representa um projeto de ampliação das atividades já realizadas pela Aquarius Productions, elevando a Feira da Diversidade ao patamar de um festival cultural que acontecerá em Recife/PE, sendo construído a partir de múltiplas linguagens, como música, moda, artesanato e gastronomia, aliados a um processo de formação, com a realização de oficinas de produção cultural, mixagem, percussão e canto popular e dança. A partir das movimentações artístico-culturais contemporâneas, realizadas por pessoas LGBTQIAPN+, busca-se promover a intersecção entre o tradicional e o novo, possibilitando aos artistas e público do festival a experiência com um novo produto cultural, um intercâmbio de linguagens e formatos para se fazer e pensar cultura. Portanto, a curadoria dos artistas e profissionais do presente festival passa pela diretriz do revezamento entre produções já sedimentadas e com maior tempo de trajetória e novas produções e artistas promissores que estão surgindo nas cenas culturais pernambucanas. Diante do sistema lgbtfóbico ao qual a sociedade está submetida, pessoas dissidentes de gênero e sexualidade são constantemente submetidas a inúmeras formas de violências físicas e simbólicas, nas relações interpessoais e institucionais, o que resulta também na invisibilização e marginalização desses indivíduos, que se materializa, por exemplo, na falta de oportunidades de trabalho. Assim, a realização de um festival multicultural com foco principal na comunidade LGBTQIAPN+, tanto em termos da equipe de construção quanto do público-alvo, é de extrema relevância, tendo em vista que funcionará como uma plataforma de visibilidade e circulação de renda entre pessoas da comunidade, que atuarão na produção do evento, nas apresentações, oficinas, na exposição de suas artes, no circuito gastronômico etc. Além disso, o projeto também é construído a partir de um recorte regional, visando fomentar a cena artístico-cultural independente local, dando visibilidade e remuneração justa aos artistas e profissionais de Recife/PE que se apresentarão e trabalharão no evento. Ademais, além de um evento artístico-cultural de entretenimento, aliado a ações formativas, a ideia é de construir o festival enquanto um espaço seguro para o acesso de pessoas dissidentes de gênero e sexualidade, principal público-alvo do evento, às diversas atividades culturais que estarão ocorrendo ao longo dos dois dias, podendo estas se ver representadas e acolhidas pelas pessoas que estarão construindo o Festival Transforma Pride. Este é um aspecto importante, uma vez que a sociedade ainda é carente de espaços que de fato respeitem, acolham e valorizem a vivência de pessoas LGBTQIAPN+. Assim, busca-se construir o festival enquanto ferramenta de conscientização sobre a importância do combate à violência lgbtfóbica, dando voz e espaço para que estas pessoas possam existir e viver com dignidade e respeito. Neste sentido, a programação também será composta por atividades formativas, com a realização de oficinas, todas ministradas por pessoas LGBTQIAPN+, a fim de estabelecer um contato mais direto com o público, possibilitando o intercâmbio de saberes com os/as participantes. A execução das oficinas demarca um lugar de quebra com o processo de ensino e aprendizagem científico, possibilitando a transmissão do saber de forma dialógica. Ou seja, as/os oficineiras/os enquanto mediadoras/es e participantes das vivências constroem o conhecimento a partir de um processo disruptivo com bases no intercruzamento entre saberes tradicionais e ancestrais e elementos contemporâneos e futuristas, de modo que quem aprende também assume o papel de ensinar e vice-versa. Neste sentido, serão realizadas oficinas interativas de: 1. Percussão e canto popular - trazendo referências culturais da musicalidade local, como maracatu, afoxé, samba de coco juremado; 2. Dança - na modalidade do vogue old way e do vogue femme, que fazem parte da cultura ballroom que é um movimento artístico e político de acolhimento de pessoas LGBTQIAPN+, racializadas, periféricas; 3. Mixagem - possibilitando uma vivência com o trabalho de DJ, trazendo aspectos contemporâneos e futuristas na musicalidade construída por pessoas LGBTQIAPN+; 4. Produção cultural - direcionada a artistas, produtores e demais interessados/as em submeter propostas em editais culturais, focando principalmente na produção da economia cultural criativa, a fim de impulsionar as pessoas a buscar recursos para realizar e fortalecer seus trabalhos por meio dos incentivos públicos. Trabalhar com arte e cultura no Brasil já é um cenário difícil de forma geral, tendo em vista a falta de oportunidades e de investimento sistemático nas produções de artistas do país, especialmente os que atuam de forma independente. Não obstante, quando se faz um recorte de gênero e sexulidade, a situação se torna ainda mais complexa, tendo em vista que, em razão da LGBTfobia e os consequentes processos de marginalização social, as oportunidades de incentivo financeiro, contratação, acesso ao mercado, inserção nos circuitos mainstream, se tornam ainda mais escassas para a comunidade LGBTQIAPN+. Pessoas pertencentes à comunidade constantemente têm seus trabalhos questionados e desqualificados, em razão dos estigmas atribuídos à sua sexualidade e/ou identidade de gênero e é justamente no caminho inverso a este cenário que o Festival Transforma Pride é construído, valorizando, dando voz e visibilidade a estes/as artistas e demais profissionais. Neste sentido, além de ser fonte de entretenimento, o festival busca viabilizar a contratação de profissionais dissidentes de gênero e sexualidade que atuam na música, moda, gastronomia, artesanato, formação cultural, dentre outros, e que muitas vezes são submetidos a processos de invisibilização dos seus trabalhos. Estes profissionais terão espaço para que possam mostrar seus trabalhos, divulgar suas obras, possibilitando a expansão de suas redes de contatos, e que atinjam novos públicos que estarão presentes no evento, além de receber uma remuneração justa pela sua atuação. Desta maneira, a aprovação do projeto e posterior captação dos recursos possibilitará que o festival funcione como uma plataforma de circulação de renda entre pessoas LGBTQIAPN+, gerando uma reação em cadeia, de modo que estas possam também investir em seus próprios trabalhos. Não obstante, alinhados/as com a ideia de quebra do paradigma colonial que estrutura nossa sociedade, ressalta-se o cuidado com o processo de formação da equipe de produção, bem como na curadoria de artistas e profissionais que irão expor seus trabalhos no festival, de modo que além da diversidade sexual, traz no seu escopo também recortes raciais, de gênero, classe e inclusão de pessoas PCDs, atentando-se à pluralidade da comunidade e aliado às políticas de ações afirmativas. Logo, além de estruturar uma equipe composta por 100% de pessoas LGBTQIAPN+, sendo no mínimo 50% de pessoas trans e travestis, o Festival Transforma Pride buscará realizar a contratação de no mínimo 80% de profissionais racializados/as, 20% de PCDs.

Especificação técnica

(RECIFE - PE): O Festival Transforma Pride Recife contará com quatro oficinas: Oficina de Mixagem – Dandarona (Natal - RN), Oficina de Vogue – Edson Vogue (Recife - PE), Oficina de Percussão - Melissa Kalú (Recife - PE) e Oficina de Formação - Wellington Silva – (Recife – PE). Seleção dos Participantes: A seleção para as oficinas contará com chamada pública via post de instagram do Tranforma Pride. Por meio do link de divulgação o participante será encaminhado para o formulário no docs onde poderá escolher uma das quatro oficinas disponíveis. Oficina 1. Mixagem Carga Horária: 3 horas Público-alvo: pessoas de 18 a 70 anos Conteúdo:● Introdução ao Rekordbox: Estrutura musical: padrão de batidas, grid, waveform; Mixer e decks; BPMs, sincronização de músicas através do jog e loops; Práticas de mixagem. Público alvo:Jovens a partir dos 16 anos; Pessoas com interesse em aprender sobre mixagem e performance ao vivo em DJ set; Novos artistas da música eletrônica. Oficina 2. Dança - Vogue Carga hotária: 3 horas Público-alvo: pessoas de 18 a 70 anosConteúdo:Aula teórica sobre cultura ballrom e LGBTTIQ+;Princípios organizativos a partir da técnica do Voguing, e preparação para movimentos em plano alto, e médio. Fortalecimentos a partir dos movimentos específicos e investigação técnica criativa a partir dos princípios organizativos do frevo (patinho, locomotiva) para ajudar do duckwalk do oldway e dip.Investigação a partir de poses das modelos da revista vogue;musicalidade com referencias de musica disco, house e vogue beats Publico alvo: Jovens e adultos Oficina 3. Produção Cultural e Sustentabilidade na Economia Criativa Carga horária: 3 horasPúblico-alvo: Pessoas de 18 a 45 anos. Conteúdo programático:Introdução à Economia Criativa e a Produção Cultural:Definição e princípios básicos.Importância da diversidade na economia criativa.Produção cultural e a indústria da criatividade. Criação Cultural e Identidade:Criando a partir da própria história.Ampliando a visão sobre projetos e ações de impacto social.Apresentação de cases de sucesso produzidos por pessoas LGBTQIAP+. Estratégias de Sustentabilidade:Por onde eu começo? Se capacitando!Modelos de negócios sustentáveis para projetos culturais.Financiamento e captação de recursos para iniciativas LGBTQIAP+Desafios específicos enfrentados por profissionais LGBTQIAP+ na indústria criativa. Oficina 4. Canto Popular e Percussão Popular - Coco Juremado* Carga horária: 3 horas Público-alvo: pessoas de 18 a 70 anos Conteúdo: Iniciar a sessão com exercícios de relaxamento para preparar o corpo para a atividade vocal.Explicar de forma resumida a técnica de respiração diafragmática, identificando os músculos envolvidos.Explorar o conceito de apoio diafragmático por meio de exercícios práticos de respiração, permitindo que os participantes sintam a atividade na região abdominal.Experimentar diferentes registros vocais (peito, laringe e cabeça) para entender suas características.Aquecer as vozes através do canto uníssono de uma música popular.Colaborar com os facilitadores na interpretação de uma canção, analisando a letra, suas emoções e a intenção do intérprete para criar imagens sonoras significativas.

Acessibilidade

Desenvolver um plano de acessibilidade física e de conteúdo é indispensável para garantir que todas as pessoas, independente das suas habilidades, possam participar plenamente do festival. Portanto, o plano de acessibilidade física conta com rampas de acesso, caminhos mais amplos, sinalização e informação, mapas em braille, áreas de descanso, banheiros adaptados, caminhos com piso tátil e equipe de apoio para dar suporte geral quando necessário. Por tratar-se de local público, durante a visita técnica, a existência (ou não) dos itens previstos será constatada, identificando as áreas que podem apresentar desafios de acessibilidade, para que se iniciem os trabalhos de adaptação e prática do plano. Estas áreas serão descritas em um mapa técnico que auxiliará a equipe multidisciplinar responsável pela acessibilidade. Além de lugares comuns, as rampas de acesso serão indispensáveis na entrada do evento e no acesso aos stands e palco, não apenas para o público, mas para artistas com mobilidade reduzida. Em caso de rampas permanentes com superfícies que demonstrem insegurança, serão utilizadas rampas temporárias e removíveis. Para facilitar o acesso de visitantes com deficiência visual, mapas em braille estarão disponíveis em pontos estratégicos do evento, contendo informações sobre a localização dos palcos, banheiros, áreas de alimentação e demais atividades. Além disto, estas informações serão repassadas durante todo o dia através de microfones, possibilitando também a escuta. É importante mencionar que estas informações estarão disponíveis também antes do início do evento, através das redes sociais, que podem alcançar um número maior de pessoas. Durante a visita técnica, será possível identificar se há a presença de banheiros com acessibilidade. A partir de então, será garantido um número suficiente de banheiros adaptados, que estarão dispostos em locais estratégicos evitando longos deslocamentos dos stands e palco. Estes banheiros, assim como todos os outros, terão um cronograma regular de limpeza e manutenção, garantindo o bem estar do público. As informações sobre a presença e localização dos banheiros estarão disponíveis anteriormente ao início do Festival, e serão repassadas frequentemente durante o evento. Assim como as rampas de acesso, a utilização do piso tátil torna-se indispensável. Caso não sejam constatados durante a visita técnica, uma equipe de profissionais ficará responsável pela instalação em locais estratégicos, como entradas principais, palco, área de alimentação e stands de vendas e empreendedorismo. Em locais estratégicos destes caminhos estarão os mapas em braille, já mencionados anteriormente. Um profissional acompanhará a instalação para evitar que os caminhos coincidam com postes, lixeiras ou outros elementos que possam dificultar a passagem, e além disso, estejam interligados com os pontos principais do evento. A acessibilidade de conteúdo também estará presente no evento. Através dela, a presença do intérprete de libras torna-se indispensável, assim como legendas descritivas em vídeos disponibilizados nas redes sociais. O intérprete de libras estará presente durante todo o evento, integrando a equipe de apoio,equipe de palco, durante a apresentação dos artistas e desenvolvimento das oficinas. É importante mencionar que o plano de acessibilidade estará em funcionamento desde a pré-produção, durante as inscrições dos artistas que serão selecionados, durante a curadoria e a logística que integrará o evento. As inscrições, de forma online, acontecerão em plataforma que permite o aumento ou diminuição das letras, legendas em áudio e suporte com informações sobre como utilizar os recursos de acessibilidade.

Democratização do acesso

Pensando a democratização enquanto instrumento de acesso que alcança o maior número de pessoas possíveis, promovendo a igualdade de oportunidades, o Festival será transmitido ao vivo através das redes sociais. Simultaneamente, postagens em tempo real serão feitas, com o objetivo de alcançar o público que por diversas questões não esteja presente. Para tanto, um profissional videomaker será contratado a fim de efetuar esta atividade. Além da transmissão ao vivo nas redes sociais e das postagens em tempo real, o festival buscará promover uma experiência interativa para o público virtual. Para atingir esse objetivo, está prevista a realização de entrevistas exclusivas com artistas, bastidores e até mesmo enquetes interativas, permitindo que os espectadores participem ativamente, mesmo à distância. A contratação de um profissional de videomaker não apenas garantirá a qualidade técnica dos detalhes, mas também possibilitará a criação de conteúdo visualmente atraente, contribuindo para a construção de uma atmosfera vibrante e participativa durante todo o evento, de forma online. Dessa forma, o festival se propõe a transcender as barreiras físicas, proporcionando uma experiência completa e imersiva para o público, independentemente de sua localização geográfica. No que diz respeito à formação, a presença de oficinas, por si só, já demonstra a preocupação em estabelecer um vínculo maior entre o público e o Festival. Estas oficinas, que serão de Mixagem, de Vogue, Percussão e Produção Cultural, possibilitam aos participantes a oportunidade de aprimorar suas habilidades e conhecimentos em áreas específicas. Além disso, a inclusão de oficinas como parte integrante do Festival destaca o compromisso com a educação e a promoção do aprendizado prático. Além da equipe de oficineiros ser formada 100% por pessoas LGBTQIAPN+, a implementação de cotas para pessoas LGBTQIAPN+, racializadas e PCDs (Pessoas com Deficiência) nas inscrições das oficinas demonstra o comprometimento do Festival com a promoção da diversidade, inclusão e igualdade de oportunidades. Essa medida busca criar um ambiente mais representativo e equitativo, possibilitando que os participantes, em suas especificidades, possam acessar igualitariamente as atividades oferecidas pelo festival.

Ficha técnica

Diretor Executivo - O Diretor será responsável por desenvolver um plano estratégico abrangente para o Festival, alinhado com os objetivos da iniciativa. Este plano estratégico inclui supervisionar e gerenciar o orçamento do festival, garantindo que os recursos financeiros sejam alocados de maneira eficiente e eficaz para atender às necessidades de todas as áreas, como música, gastronomia, moda/artesanato e os processos formativos. É de responsabilidade do diretor executivo do evento, liderar a equipe de produção de cada setor e negociar os contratos de prestação de serviço com auxílio de um contador e assessor jurídico. Após a negociação e contratação, o profissional deve supervisionar a logística geral do evento, incluindo a configuração dos espaços e a garantia de infraestrutura adequada para todas as atividades. Coordenador Geral - Fica a cargo do Coordenador Geral a supervisão de todas as atividades do Festival Transforma Pride. Incluindo: a programação, logística e a equipe. Produtor Executivo - O Produtor Executivo ficará responsável por gerenciar o orçamento do festival, contratar fornecedores e garantir que tudo esteja funcionando sem problemas durante a pré produção, produção e pós produção. Curador (a) de atrações - Por meio do seu arsenal de conhecimento coletado ao longo de sua carreira, a Curador(a) Musical será responsável por selecionar os artistas que irão compor a line up do festival. Produtor - Com um foco direcionado ao sistema operacional do Festival Transforma Pride os Produtores ficarão com a responsabilidade sobre as inscrições, informações, envio de programação, direcionamento de artistas e oficineiros para os ambientes certos para suas apresentações.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Recife Pernambuco