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Construir uma Casa Típica Japonesa no Município de Ijuí, junto ao Parque Regional de Exposições, para ser a Sede Cultural da Associação Regional de Cultura Japonesa Sakura.
OBJETIVO GERAL Construir uma Casa Típica Japonesa no Município de Ijuí, para ser Sede Cultural da Associação Regional de Cultura Japonesa Sakura, a qual abrigará a cultura, as tradições e os usos e costumes desta importante Etnia, valorizando sobremaneira o seu rico Patrimônio Material e Imaterial que, somadas as demais etnias já existentes, expressam Ijuí como Capital Mundial das Etnias.A construção deste centro cultural tem uma grande importância em vários pilares, como a preservação e Promoção Cultural, uma vez que o Centro Cultural Japonês será um ponto crucial na preservação e divulgação das tradições, costumes e valores japoneses, garantindo que essa herança seja transmitida para as futuras gerações. Este espaço será mais do que um arquivo, sendo também um local educativo para todas as origens e tribos. A Arquitetura da Casa Típica foi concebida respeitando os preceitos históricos milenares do Japão, especialmente seus traços leves, suas cores fortes e seus detalhes vibrantes. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1 _ Construir uma Casa Típica Japonesa no Parque de Exposições de Ijuí, com 601,69 m², conforme projetos detalhados e memorial descritivo anexos ao projeto.
DIMENSÃO SIMBÓLICA: A imigração japonesa no Brasil é um capítulo fascinante da história desses dois países, marcado por eventos significativos ao longo dos anos. Em 1905, o ministro Fukashi Sugimura apresentou um relatório ao governo japonês sobre a migração para o Brasil, fortalecendo a tendência de migração. Dois anos depois, em 1907, uma colônia na fazenda Santo Antônio, no Rio de Janeiro, marcou o início pioneiro desse movimento. O marco mais notável ocorreu em 1908, quando o navio Kasato Maru aportou em Santos, São Paulo, trazendo a primeira leva de imigrantes japoneses, composta por 781 pessoas destinadas aos cafezais paulistas. Esses dados marcaram o início oficial da imigração japonesa no Brasil. Entre 1908 e 1941, a primeira fase da imigração totalizou 188 mil pessoas, consolidando-se com a formação de colônias rurais e a diversificação das atividades agrícolas. No entanto, em 1942, o rompimento das relações Brasil-Japão durante a Segunda Guerra Mundial houve restrições aos imigrantes japoneses, interrompendo a imigração até a década de 1950. Nesse período, aproximadamente 55 mil imigrantes japoneses chegaram ao Brasil, destinados a diversas atividades, tanto rural quanto urbano. Ao mesmo tempo, cerca de 320 mil brasileiros trabalharam no Japão, mas em 2010, durante a crise mundial, aproximadamente 100 mil retornaram ao Brasil. Esses marcos ao longo dos anos refletem a rica e complexa jornada da imigração japonesa no Brasil, uma história de superação, integração e contribuição para a diversidade cultural e econômica do país. DIMENSÃO ECONÔMICA: Este projeto cultural, tem por objetivo a construção do centro cultural da Associação Regional de Cultura Japonesa Sakura de Ijuí, que foi instituída em dezembro de 2017, sendo a mais recente etnia a inserir-se no movimento étnico cultural de Ijuí _ movimento este que já somam mais de 30 anos, sendo assim, é uma associada da União da Etnias de Ijuí - UETI. A cidade ostenta atualmente os títulos de Capital Nacional e Mundial das etnias, um reconhecimento graças a toda a mobilização a partir da riqueza deste movimento cultural. Desde sua criação a ARCJ Sakura, passou a organizar ações a fim de contribuir com a disseminação da cultura japonesa no município e região, e conta com dois grupos de danças _ Aika (adulto) e Junko (infantil/juvenil). No entanto, para que este trabalho possa continuar de forma mais efetiva, é necessário que a associação possa construir seu centro cultural, para deixar um legado as futuras gerações, a fim de enfatizar toda a história deste povo desde suas raízes no seu país de origem, bem como, desde o momento em que imigraram ao Brasil, em 1908, escrevendo a história de uma rica herança cultural que se entrelaçou com a sociedade brasileira. A presença japonesa contribuiu de forma expressiva em vários setores, desde a agricultura até as artes, tradições e costumes, impactando profundamente a cultura do país. Na gastronomia, por exemplo, a culinária japonesa tornou-se uma parte integrante do cenário gastronômico brasileiro, com a popularização de pratos como sushi, sashimi e tempurá. Além disso, a cultura pop japonesa, incluindo anime, mangá, cosplay e videogames, tem uma base sólida e apaixonada no Brasil. A construção deste centro cultural tem uma grande importância em vários pilares, como a preservação e Promoção Cultural, uma vez que o Centro Cultural Japonês será um ponto crucial na preservação e divulgação das tradições, costumes e valores japoneses, garantindo que essa herança seja transmitida para as futuras gerações. Este espaço será mais do que um arquivo, sendo também um local educativo para todas as origens e tribos. Será mais um promotor das etnias e da diversidade cultural em Ijuí, como já mencionado, Ijuí é uma cidade que abrange uma gama diversificada de culturas, e o Centro Cultural Japonês contribuirá para fortalecer essa sinergia cultural. Além de ser um símbolo de preservação, será um espaço de interação intercultural, promovendo compreensão e valorização da diversidade na comunidade. Juntamente com a UETI, ajudará na promoção da Educação, Desenvolvimento Artístico e Cultural, uma vez que o centro poderá ser usado também como uma escola de ensino do idioma japonês, bem como com programas culturais e artísticos, oferecendo programas, oficinas e eventos socio culturais relacionados à cultura japonesa. Este ambiente de aprendizado e criação artística enriquecerá o cenário cultural local, promovendo oportunidades a comunidade local e regional. Ainda, para além de seu significado cultural, o Centro Cultural Japonês possibilitará um Impacto positivo na economia e turismo, pois pode, juntamente com os demais centros culturais, tornar-se um ponto turístico crucial. Atrair visitantes interessados na cultura japonesa, estimulando o crescimento do turismo local e contribuindo para a economia da região. DIMENSÃO CIDADÃ: O alinhamento das intenções se deu através da plena participação dos descendentes japoneses de Ijuí, os quais expuseram as necessidades mínimas para a constituição de um espaço voltado à valorização da cultura Japonesa. Com a construção deste centro cultural, será promovida a ideia de identidade e pertencimento, tanto para a comunidade japonesa e seus descendentes, bem como aos não descendentes que se identificam com a cultura. O centro será um marco de orgulho e identidade, mantendo viva a conexão com sua cultura. Para toda a população de Ijuí, representará um símbolo da riqueza cultural da cidade, fortalecendo o sentimento de pertencimento e valorização da diversidade étnica. Em suma, a construção do Centro Cultural Japonês em Ijuí é um passo significativo para consolidar e enfatizar a riqueza étnica e cultural da cidade. Representa um marco para a comunidade japonesa e um ponto de convergência para a promoção da compreensão intercultural, preservação do patrimônio cultural e estímulo ao desenvolvimento artístico, educacional e econômico local. Assim, tendo em vista a importância de grupos socioculturais, que permitem a relação de indivíduos que se conectam por objetivos e causas comuns, agregando valor ético a si mesmos e a sociedade, é que se entende a importância da construção do Centro Cultural Japonês em Ijuí, que continuará com o relevante trabalho da divulgação e disseminação da cultura japonesa em âmbito local, regional, estadual e nacional. Este Centro Cultural será um marco histórico para a Cultura japonesa no Rio Grande do Sul, instalado no Município de Ijuí _ Capital Mundial das Etnias, titulação reconhecida pela IOV Mundial, principal organização de Artes e Folclore do Mundo, ligada diretamente à UNESCO. O Presente projeto, enquadra-se especialmente no seguintes incisos do Artigo 1º da Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991: IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Para cumprimento das finalidades expressas acima, este projeto atende os seguintes objetivos do Artigo 3º da referida lei: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos; c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;
Os japoneses no Brasil: dificuldades, contribuições e influências. Após serem acomodados na Hospedaria do Imigrante, os japoneses começaram a ser encaminhados para as fazendas de café, divididos de acordo com suas províncias. Foram muitas as dificuldades enfrentadas pelos imigrantes japoneses no Brasil. A barreira do idioma representou um desafio significativo, já que os recém-chegados não falavam português, tornando a comunicação diária e as interações com os brasileiros locais um obstáculo. Além disso, as condições de trabalho nas plantações de café, para as quais foram inicialmente destinados, eram notoriamente difíceis. Os imigrantes enfrentavam longas jornadas de trabalho, com exigências físicas árduas, em um ambiente muitas vezes desafiador. A discriminação também se revelou uma dificuldade enfrentada pelos japoneses no início do século XX no Brasil. O desconhecimento e os estereótipos culturais levaram a atitudes discriminatórias por parte da população local. Essa discriminação estava, em parte, relacionada à falta de compreensão sobre a cultura japonesa e à xenofobia predominante na época. Apesar desses desafios, ao longo das décadas, a comunidade japonesa no Brasil demonstrou notável resiliência e capacidade de superação. O desenvolvimento das colônias japonesas foi um passo fundamental nesse processo. Em diferentes regiões do Brasil, especialmente no interior de São Paulo e no Paraná, foram possíveis diversas colônias que se transformaram em centros de atividade e desenvolvimento econômico. Essas colônias não apenas forneceram um ambiente familiar e de apoio aos imigrantes japoneses, mas também incluíram laboratórios para a introdução de técnicas agrícolas avançadas, contribuindo significativamente para a modernização da agricultura brasileira. A diversificação das atividades agrícolas nessas colônias também permitiu que os japoneses explorassem diferentes setores econômicos e se integrassem de maneira mais ampla na sociedade brasileira. Assim, apesar dos obstáculos iniciais, a comunidade japonesa no Brasil foi capaz de transformar as dificuldades em oportunidades, deixando um legado de contribuições para a cultura, economia e sociedade brasileira. Essa história é uma narrativa inspirada em resiliência, perseverança e enriquecimento mútuo entre duas culturas distintas. Mesmo com muitos obstáculos, os imigrantes japoneses desempenharam um papel fundamental e altamente impactante no desenvolvimento da agricultura brasileira ao longo do século XX. Chegando ao Brasil principalmente a partir da década de 1900, esses imigrantes trouxeram uma rica bagagem cultural e conhecimentos profundos sobre técnicas agrícolas inovadoras. Uma das contribuições mais notáveis foi a introdução de métodos avançados de cultivo, que rapidamente se difundiram entre as comunidades agrícolas locais. Técnicas como o cultivo em terraço, o uso eficiente de fertilizantes e a rotação de culturas foram adotadas, elevando a produtividade e a sustentabilidade das atividades agrícolas em diversas regiões do Brasil. Além das práticas agrícolas, os imigrantes japoneses também trouxeram uma variedade de culturas agrícolas até então desconhecidas no país. O cultivo de hortaliças, leguminosas e frutas específicas da culinária japonesa tornou-se uma realidade em solo brasileiro, diversificando a oferta de alimentos disponíveis e enriquecendo a dieta local. A disseminação dessas técnicas e culturas não se limitou apenas às comunidades japonesas, mas influenciou positivamente o setor agrícola em larga escala. A sinergia entre as práticas tradicionais brasileiras e os métodos inovadores trazidos pelos imigrantes contribuiu para o fortalecimento da agricultura como um pilar econômico no país. Além disso, os imigrantes japoneses desempenharam um papel importante na introdução de tecnologias agrícolas avançadas, como o uso de maquinário moderno e sistemas de supervisão mais eficientes. Essas inovações foram desenvolvidas não apenas para aumentar a produção, mas também para tornar a agricultura brasileira mais competitiva em escala global. Com isto, constata-se a grande participação dos japoneses na cultura do agronegócio e no cooperativismo, sempre embasados na lealdade, compromisso, dedicação, respeito, coletivismo e ajuda mútua. Outra questão importante é sobre a forte aceitação da culinária japonesa no Brasil, a qual se tornou uma influência marcante, tornando-se uma parte integrante do cenário gastronômico do país. A presença de restaurantes japoneses é notável em praticamente todas as regiões, desde grandes centros urbanos até cidades menores. Essa disseminação é um reflexo da apreciação crescente dos brasileiros pela rica e diversificada culinária japonesa. A introdução de pratos típicos como sushi, sashimi, tempurá e yakisoba conquistou o paladar dos brasileiros, contribuindo para a diversificação da oferta gastronômica no país. O sushi, em particular, transcendeu as fronteiras culturais e tornou-se uma opção popular em eventos sociais, almoços de negócios e até mesmo como uma escolha comum em serviços de entrega. Além dos pratos tradicionais, a fusão de sabores japoneses com ingredientes locais também é uma característica marcante da culinária japonesa no Brasil. Os chefes brasileiros têm receitas adaptadas e pratos criados que combinam elementos da culinária japonesa com uma riqueza de ingredientes encontrados no país, resultando em combinações únicas e deliciosas. Além disso, eventos culturais e festivais dedicados à culinária japonesa são comuns em várias partes do Brasil, proporcionando uma oportunidade para que as pessoas explorem e apreciem a riqueza da comida japonesa de maneira mais ampla. Em suma, a culinária japonesa no Brasil não é apenas uma moda passageira, mas sim uma presença consolidada e apreciada. Ela representa uma experiência culinária e um encontro cultural que contribui para a diversidade e riqueza da cena gastronômica brasileira. A comunidade japonesa no Brasil desempenha um papel significativo na atualidade, representando um dos maiores fóruns de conexão entre o Brasil e o Japão. A história dessa comunidade remonta ao início do século XX, quando os primeiros imigrantes japoneses chegaram ao Brasil em busca de oportunidades e uma nova vida. Hoje, essa comunidade não apenas preserva suas tradições culturais, mas também continua a desempenhar um papel ativo na diversidade cultural e no cenário econômico do país. Outra questão que podemos enfatizar, é sobre a contribuição cultural da comunidade japonesa que é evidente em vários aspectos da sociedade brasileira. Festivais, eventos e celebrações tradicionais japonesas são realizados em todo o país, como os festivais do Japão, sendo o maior da cultura japonesa fora do Japão, o Festival do Japão de São Paulo. Estes eventos proporcionam uma oportunidade para os brasileiros vivenciarem e apreciarem a rica herança cultural do Japão. No âmbito econômico, a comunidade japonesa também desempenha um papel ativo. Empresários e empreendedores japoneses estabeleceram negócios no Brasil, contribuindo para o desenvolvimento econômico e a criação de empregos. Além disso, parcerias comerciais entre empresas brasileiras e japonesas têm fortalecido os laços econômicos entre os dois países. Em síntese, a imigração japonesa e suas influências no Brasil delinearam uma história marcante de encontros culturais e cooperação econômica. Ao longo das décadas, a comunidade japonesa se tornou um elo vital entre as duas nações, enriquecendo o tecido social brasileiro com sua rica herança e tradições. Além do aspecto cultural, a presença japonesa tem deixado uma pegada económica significativa, fomentando negócios, inovação e parcerias entre os dois países. A imigração japonesa, portanto, não é apenas uma página na história brasileira, mas uma narrativa viva que continua a moldar e fortalecer as relações entre o Brasil e o Japão, celebrando a diversidade e a colaboração em meio às diferenças.
A questão da acessibilidade física foi um dos pontos principais de discussão deste projeto. A equipe de arquitetos e engenheiros responsáveis pelo projeto, baseou-se primeiramente no acesso de todos os ambientes, garantindo plenitude em todos os espaços, dignificando e valorizando a presença e especial participação de PCDs na estrutura construída. Quanto a acessibilidade de conteúdo, não se aplica durante a execução deste projeto. No ato de sua inauguração, bem como todas as ações posteriores, buscarão promover a inclusão de interpretes de libras nas atividades, bem como outras ações pertinentes. No momento da construção da obra as medidas de acessibilidade não poderão ser adotadas, mas em conformidade com o Art. 27 da Instrução Normativa MinC nº 11/2024, após a inauguração da Casa Típica Japonesa de Ijuí, serão levados em conta todos os aspéctos de ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO, ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS, ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS e ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS.
A democratização de acesso não se aplica durante a execução do projeto de construção, porém, o seu objetivo principal, enquanto constituição de um espaço novo, é exatamente a garantia da democratização do acesso a este local, oportunizando que suas portas sempre estejam abertas para todas as ações culturais e sociais que estes espaços realizarão após as inaugurações.Ressaltamos que as medidas de ampliação de acesso que o proponente irá ofertar, após a sua inauguração, estarão de acordo com o disposto no Art. 29 e 30 da IN MinC nº 11/2024. Em complemento, prevendo ações de medidas de ampliação do acesso, o proponente adotará, após inauguração de seu espaço, no mínimo, as seguintes ações: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
IMPACTO DESENVOLVIMENTO CULTURAL (Fará a Produção Executiva, Coordenação Administrativa e Financeira e captação de Recursos) Com intensa participação em projetos culturais na região Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul desde o ano de 2007, a IMPACTO - Desenvolvimento Cultural, dirigida pelo Produtor Cultural Francisco Emílio Miron Roloff, desenvolve atividades culturais em todo o território gaúcho. É capacitada para atender as mais diversas demandas culturais em suas inúmeras particularidades como: Assessoria administrativa; Planejamento e desenvolvimento cultural; Produção e assessoria em eventos; Direção Artística e Cultural; Elaboração, edição e finalização de vídeos/documentários; Elaboração e apresentação de protocolos; Produção e Organização de eventos; Agenciamento de artistas; Produção de projetos pelas leis de incentivo à cultura; Agenciamento e Captação de Recursos, entre outros. CASA A ARQUITETURA - ARQUITETO E URBANISTA ELSO ENGLEITNER FILHO Graduação – arquitetura e urbanismo- UPF-PF 2011/02 Pós graduação – arquitetura comercial - IMED-PF Mestrado – arquitetura sustentável – UNISINOS Especializado em projetos residenciais e comerciais, com intensa participação em revitalizações e equipamentos culturais. ENGº MARCELLO MINELLI JUNIOR Engenheiro civil formado pela Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC, pósgraduado em Engenharia de Produção pela SOCIESC, possui experiência com obras prediais, residências, de infra-estrutura portuária, culturais, cinemas e prefeituras municipais. Atuou nas cidades de Itajaí, Belo Horizonte, Rio Grande, atualmente atua na cidade de Ijuí/RS em escritório próprio, prestando serviços e consultorias para arquitetos, engenheiros e construtoras. FCK ENGENHARIA A empresa FCK ENGENHARIA atua há mais de 8 anos do Estado do Rio Grande do Sul e tem como objetivo principal a excelência no ramo da construção civil, construindo sonhos para satisfação de seus clientes. Buscando sempre inovar seus processos executivos e organizacionais. Conta com um quadro de colaboradores especializados, composto por engenheiros civis, arquitetos, dentro outros profissionais da área, atuando de forma conjunta nos empreendimentos da empresa ELCIO CERATTI JUNIOR Atua desde o ano de 2017 em parceria com a empresa IMPACTO DESENVOLVIMENTO CULTURAL e UNIÃODAS ETNIAS DE IJUÍ nas ações culturais, prestando serviço de contabilidade direcionada a prestação de contas e também desenvolve assessoria cultural, auxiliando diretamente na elaboração e execução do projetos culturais. Essa parceria oportunizou o crescimento da área de atuação com projetos em andamento nas cidades de Santo Angelo/RS, Horizontina/RS e Bagé/RS. Auxilia diretamente em todas as ações realizadas nas diversas áreas de execução destes projetos e ganha destaque na divulgação em mídias sociais contribuindo para a divulgação e transparência das ações executadas. Com projetos de grande relevância para o município de Ijuí vem ampliando seus conhecimentos e qualificando seus serviços.
PROJETO ARQUIVADO.