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PRONAC 2312297Autorizada a captação total dos recursosMecenato

O Espelho

Consthrumanos Produções e Eventos Ltda.
Solicitado
R$ 122,3 mil
Aprovado
R$ 122,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Linha do tempo

  1. 01/01/2023
    Cadastro PRONAC
    Ano 23
  2. 01/03/2024
    Início previsto
  3. 06/05/2026Captando
    Autorizada a captação total dos recursos
  4. 07/12/2026
    Término previsto

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Niterói
Início
2024-03-01
Término
2026-12-07
Locais de realização (2)

Resumo

O Espelho é um monólogo, com 60 minutos de duração e mais 20 minutos de debate-papo junto a plateia, totalizando 80 minutos. A peça é fielmente extraída da refinada literatura de Machado de Assis. Originalmente, O Espelho _ Esboço de uma Nova Teoria da Alma Humana _ trata da questão mais relevante e essencial do ser, a partir de uma perspectiva psicossocial: a alma humana. Foi publicado pela primeira vez em 1882. E agora, pela primeira vez, adaptado para o teatro. Montado, dirigido e produzido pela experiente equipe de O Teatro Institucional, companhia com 23 anos de atividade. Facilitar ao público o acesso a um conto que atravessou o tempo mantendo-se atual e vigoroso é de enorme riqueza histórica e conceitual. Capturar as palavras mágicas do Bruxo do Cosme Velho e adorná-las com gestos, voz, luz, som, é um presente para o público e para o teatro brasileiro e uma honra para a nossa companhia.

Sinopse

Jacobina é um homem pobre que é nomeado alferes. A partir desse novo status, elementos sociais e psicológicos se desenrolam, numa trama que aborda questões relativas à alma humana. A solidão, a vaidade, a luxúria, o poder, aspectos sociais e culturais que são explorados pela refinada literatura de Machado de Assis.

Objetivos

Objetivo Facilitar o acesso do público diversificado ao teatro de alta qualidade através da montagem da obra de um dos maiores gênios da literatura mundial, Machado de Assis. Objetivo específico Preservar a memória da cultura brasileira: a literatura clássica, numa versão teatral e contemporânea Trazer para o teatro uma abordagem histórica, dos hábitos e costumes do nosso povo, partindo de uma visão intimista: a natureza da alma humana. Revelar a sabedoria da classe oprimida da época, os escravos, e a mudança de paradigma através da perspectiva do autor. Levar o espectador a reflexão sobre a existência humana, valores sociais, sem recorrer à moralidade nem à moral da estória. Com a poética da inteligência e bom humor de Machado, facultar ao público o reconhecimento dos aspectos arquetípicos e de status, que podem gerar sofrimento e dor, ou alegria e libertação. Oportunizar a ida do público ao teatro, contribuindo com a formação de plateias. Valorizar a produção literária brasileira, a partir de uma obra consagrada adaptada para o teatro. Preservar a memória coletiva de hábitos e costumes e do pensamento do povo brasileiro, guardando a nossa cultura. Mostrar ao espectador as interseções possíveis e amplificadoras que surgem do encontro de duas artes (teatro e literatura), o que acarreta, também, em atração do segmento literato (professores e estudantes de Letras, poetas e apreciadores da literatura) para plateia do teatro.

Justificativa

Teatralizar Machado de Assis, expoente da nossa literatura, é ao mesmo tempo impulsionar o teatro e preservar a literatura. Proporcionar esta experiência ao público através de cenas, luzes e criatividade, amplificando o entendimento da obra, é promover o acesso da população a um clássico exemplar e a baixo custo. E não o deixar para trás, sendo ele ainda tão atual. Revelar essa contemporaneidade, sem desbotar a linguagem machadiana; mostrar alguns hábitos e pensamentos de antes, que ainda interseccionam com o presente; falar o texto com clareza, fluidez e simplicidade; traduzir palavras e sentimentos pela veia da emoção; compartilhar sensações eternas no presente. Este conjunto de ações permite a identificação da plateia de alguns conceitos e preconceitos que se estabeleceram na base social e que até hoje estamos tentando ressignificar para o maior amadurecimento sociocultural. O Teatro Institucional, há 23 anos, incentiva o teatro/debate (nosso debate-papo) após cada apresentação. O conto O Espelho é uma grande oportunidade de estabelecermos um diálogo entre artistas e plateia. Promovendo assim reflexões filosóficas, artísticas, culturais, políticas e sociais. Este texto, exibido no palco, adaptado para a linguagem teatral, abre um canal de comunicação direta com o grande público. Facilitando o entendimento da linguagem erudita, ampliando a função do teatro para além das raias do entretenimento. Preto, filho de preto, gente humilde que enfrentou as maiores dificuldades para se destacar no cenário da cultura e da arte, naquele Brasil do século XIX, este foi (e é) Machado de Assis. O primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras, atravessou o tempo, com o seu personagem Jacobina, para exibir, no palco, o seu pensamento refinado, representante máximo do Realismo, o movimento cultural que revelou ao mundo os valores artísticos do povo brasileiro. Todas essas atribuições não estão no texto O Espelho, mas o seu conhecimento sobre a alma humana está. O respeito a mãe solitária, o valor e a sabedoria do povo preto (os escravos da época), o olhar metafísico - do ser enquanto ser -, o processo de individuação do homem a despeito de status ou posição social. Tocar em todos esses conceitos sem precisar mencioná-los só pode ser obra de um gênio das palavras escritas. E a equipe de O Teatro Institucional revela, com a maestria da arte cênica, a relevância deste conto. Apostamos mais na simbologia de alegorias cênicas, músicas e iluminação do que em grandes cenários. O que torna os nossos espetáculos transportáveis e de fácil ocupação e retirada dos equipamentos culturais.

Estratégia de execução

nada a complementar

Especificação técnica

Peça teatral, ensaio aberto, debate após o espetáculo, oficinas de teatro

Acessibilidade

As apresentações da peça O Espelho preveem a contratação de um intérprete de Libras, bem como a contratação de profissionais capacitados para o atendimento ao público com diferentes deficiências na chegada e locomoção dentro dos espaços onde ocorrerão as apresentações. Quanto ao aspecto arquitetônico, buscaremos teatros e espaços culturais que tenham acessos através de rampas ou elevadores, bem como banheiros e outros espaços acessíveis, dando preferência sempre aos espaços acessíveis.

Democratização do acesso

Tendo em vista a democratização do acesso, o Projeto O Espelho prevê a realização de apresentações gratuitas em Associações e espaços culturais dentro de comunidades e em espaços educativos, como escolas públicas e universidades.

Ficha técnica

Jitman Vibranovski (Diretor): Ator, formado pelo Conservatório Nacional de Teatro (1973). Atuou como diretor na peça “A Ética é uma Comédia” (Espaço SESC Copacabana – 2006). Diretor artístico de O Teatro Institucional (2000 até hoje) e de Os Militantes em Cena (2017 até hoje). Dirigiu “K” – relato de uma busca, de B. Kicinski; e “A Classe Média no Espelho”, de Jessé de Souza. Ambos extraídos dos livros homônimos. Atuou em mais de 40 peças, entre as quais: Bodas de Sangue, Tristão e Isolda, Édipo Rei, Rei Lear, Volpone, A Balada de Zerline, Silêncio, O Violinista no Telhado, etc. De 1978 a 2000 foi “Cristo” no espetáculo “A Paixão de Cristo” encenado nos Arcos da Lapa. Trabalhou na Companhia dos Atores, Mergulho no Trágico e Atores Bailarinos. Foi dirigido por Amir Haddad, Aderbal Freire-Filho, Celso Nunes, Rubens Correa, Regina Miranda, entre outros. Participou de diversas novelas e seriados na Globo, Record, Manchete, SBT e Band. Prêmio Melhor Ator da FITA – Festa Internacional de Teatro de Angra – 2017, pela atuação na peça “Silêncio”. Ator e diretor no monólogo “Marx Baixou em Mim”, temporada 2023 em Portugal e Cuba. Paulo Antunes (Ator e Produtor): Ator e Autor de teatro – DRT 34562. Diretor de O Teatro Institucional desde 2000. Atuou em mais de 15 peças, com diretores como Amir Haddad (Bodas de Sangue 2010); Jitman Vibranovski (Um Deus Chamado Dinheiro e As Nuvens 2005); Caique Botkay (Droga!... Que Pesadelo! 2013); Mauro Marques (Bill W and Dr Bob – 2020 – online). Novelas da Globo e Record, como “Babilônia”, “Bicho do Mato”, dentre outras; programas como “A Grande Família”. Premiado no curta “Natasha”- 2001 – Festival de Cinema de Brasília. Autor e ator das peças “Droga!...Que Pesadelo!”, “Positivos”, “Saideira” (temporada por todo Circuito SESC-RJ, 2002, 2003 e 2005, respectivamente); “De Repente” e “Tô Cinza” (exibidas nos teatros SESC, SESI, Laura Alvim e outros do RJ e cidades do Brasil). Atua no coletivo Militantes em Cena desde 2019. Atuou nas peças “Saideira” e “Positivos”, produzidas pelo O Teatro Institucional para o Edital de Niterói/2019, em cartaz em 2020 pela plataforma da Prefeitura, ainda no ar. Atua na peça “Bill e Bob – Passos para Liberdade”, de Samuel Shem e Janet Surrey, no papel de Bill – em cartaz até 2023, pelo canal do YouTube: Bill e Bob no teatro). Em 2023, na Europa, estreou o monólogo “O Espelho’, de Machado de Assis, em Lisboa, Porto e Barcelona. Ana Beatriz de Paula (Assistente de Direção): Atriz formada pela CAL (curso técnico e bacharel) e atualmente cursa licenciatura em teatro na Fundação CesgranRio. Atua também como cantora, diretora (certificado pela FUNARTE) e cenógrafa. Trabalhou no teatro com diretores como: Antônio Gilberto, em “Yerma” de Frederico Garcia Lorca; Luiz Furlanetto, em “Migrantes” de Matei Visniec; Celina Bebiano em “Vem Buscar-me Que Ainda Sou Teu”, de Carlos Alberto Soffredini, dentre outros. No cinema, atuou no filme “Palavra Cruzada” de Larissa Lopes e “Maldito Entre as Nossas Mulheres” de Ney Braga. Com a banda Ecos da Cegueira, a qual é cantora, produziu diversos clipes, shows e saraus de música e poesia. Stela Maris Sant`ana (Diretora de Corpo): Bailarina e professora. Formada em Educação Física pela UGF e pós-graduada em Musculação e Treinamento de Força pela mesma instituição; formação continuada CORE 360° - Fundamentos do treinamento funcional. Professora e coreógrafa Regina Sauer em Modern Jazz e nas técnicas de Dança Moderna Lester Horton e Marta Graham. Fez aulas com grandes nomes da dança americana no Alvin Ailey American Dance Center, Space Dance e Step em Nova Iorque. Com vários trabalhos de TV e no Carnaval Carioca: Comissão de Frente do G.R.E.S. Imperatriz Leopoldinense em 2010 e do GRES. São Clemente, em 2014; coreógrafa de Mestre Sala e Porta Bandeira da GRES Acadêmicos do Tuiuti, entre outros. Ingressou na Cia. Nós da Dança em 2000 e fez inúmeros eventos como o V, VII e XIII Festival Internacional de Dança de Miami e dançou “Cirandas Cirandinhas, Místico, Violência e Paixão”, “Telas”, “Bossa Nossa”, “Tempo”, “Autorretrato” e “Maria”. Direção, produção e curadoria do espetáculo "Elas em Elo", na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia da Faculdade de Formação de Professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - FFP/UERJ, com apoio financeiro da Chamada CNPq/MCTI/FNDCT Nº 05/2022 - SEMANA NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA. Processo: 404628/2022-2 - Linha A - Eventos de Abrangência Estadual ou Distrital. Clara Marinho (Diretora de Voz): Graduada em Letras pela Universidade Federal Fluminense e Mestre em Estudos de Linguagem pela mesma Universidade, Clara Marinho é atriz em dublagem, registrada na DRT RJ sob o número41.445 e cantora, registrada na OMB sob o número 15.578. Teve sua experiência nos palcos de Niterói e do Rio de Janeiro marcada pelos espetáculos: Viniciando (canto e direção cênica), ao lado da cantora Keyla Fogaça e tendo como madrinha as cantoras do Quarteto em Cy; A Bela e a Fera (personagens Maurice e Madame Samovar), com a Cia Teatral Mary Villasboas; Hércules (personagem: Musa – cantora), sob a direção de Marcello Caridade; entre outros. Integrou o Grupo Vocal Dá o Tom, sob a regência de Dalton Coelho e o Coral Fala do Sol (da UFF), sob a regência de Roberto Fabri. Em dublagem, atualmente, empresta a voz à Madame Gazela, personagem do desenho Peppa Pig. Outros trabalhos: Regina Carter (série Dopesick); Nichelle Payne (série Raio Negro); Toni Topaz (série Riversale – canções); e Paula (série Mentiras Perfeitas). Gil Santos (Diretor de Iluminação): Trabalhos realizados: Espetáculo “Fases” – Cia Avit Sharidu (2004), “Contos de Era uma Vez” – Cia Híbrida (2004), Mostra Corpo Coletivo Centro Coreográfico (2004, 2005, 2006, 2007, 2009, 2012, 2015, 2016), “O Quebra-Nozes”-Ballet Brasil (2005), Mostra Cia Meninos do Polo (2005), Mostra Centro Coreográfico (2005), Mostra Jazz Graus (2006), Mostra 40 Graus (2008), Mostra Petit Dance (2008), Espetáculo Ré pé cursão (2010), Espetáculo Marias Brasilianas (Direção de Palco), Iluminação Viagens dos Eborás - AfroReggae (2011), Luz do Filme Documentário Angel Vianna Vida e Obra (2012), Luz Filme Delphine (2016), Vídeo Trocando em Miúdos Zezé Mota (2017), Espetáculo Um Sonho de Natal (2019), dentre outros. Desde 2010 atua como Diretor Administrativo e Técnico do Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro. Juliana Arnoldi (Figurinista, Aderecista e Pesquisadora): Figurinista da cia. O Teatro Institucional, desde 2018. Trabalhou nas peças “Saideira” e “Positivos”, ambas vencedoras do Edital da Secretaria Municipal de Culturas de Niterói e apresentadas no ano de 2020 online. Costureira autônoma, autodidata. Pedagoga atuante há 21 anos e Arteterapeuta há 8 anos, utiliza o universo da costura e das linhas também dentro do universo terapêutico e educacional. Comunicadora/Expositora no 7º Congresso Luso-brasileiro de Arteterapia, Lisboa, em outubro de 2023.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Niterói Rio de JaneiroRio de Janeiro Rio de Janeiro