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O projeto Longa Trilha: Veredas, tem como objetivo a gravação de um álbum cujo repertório estará formado por uma seleção de trilhas sonoras compostas por Sergio Olivé ao longo dos últimos 35 anos, que fizeram parte de mais de 40 espetáculos e curta-metragens apresentados em Porto Alegre.
Álbum de música para teatro e cinema, gravado por 19 músicos e contendo 15 faixas. Classificação etária: livre
Objetivo geral: Contribuir com a memoria cultural de Porto Alegre através da gravação de um album formado por trilhas sonoras de peças de teatro e curtas-metragens dos últimos 35 anos. Objetivos específicos: Gravar um álbum com as músicas de espetáculos teatrais e curtas. Distribuir o álbum digitalmente através de uma distribuidora brasileira, em forma gratuita.
O álbum apresentará 15 faixas que fizeram parte de diferentes produções teatrais e cinematográficas ao longo de 35 anos em Porto Alegre. A gravação de um álbum com trilhas para teatro, permitirá deixar o registro atualizado de músicas que fizeram parte de espetáculos em uma época em que as condições de gravação e o orçamento eram muito limitados. Gravações em fita, com chiados e cliques, que na época se consideravam inevitáveis, hoje caracterizam uma gravação de qualidade inferior, que não pode ser publicada. !9 músicos profissionais participarão da gravação sendo justamente remunerados por seu trabalho, provocando um impacto positivo na cadeia produtiva. O álbum será disponibilizado gratuitamente no Spotify e nas principais plataformas de streaming, através de uma distribuidora brasileira. Grande parte das trilhas selecionadas foram premiadas ou indicadas a prêmios, como A Ópera do invasor (prêmio Açorianos), Alice no país das maravilhas (prêmio Tibicuera), Dia desmanchado (prêmio Açorianos) ou Retirantes (Festival de Cinema de Gramado). Além de Sergio Olivé, o compositor e maestro, O álbum contará com uma equipe de músicos e atores, incluindo pessoas com diferentes características étnico-raciais, gêneros, orientações sexuais e PCD. Também será uma oportunidade de colaboração com novos artistas, como jovens músicos emergentes da cena local, enriquecendo o trabalho com diferentes perspectivas e estilos musicais, e possibilitando que jovens artistas, que fazem parte das orquestras juvenis da cidade, estejam trabalhando em contato com artistas experientes em uma relação de troca que será enriquecedora para todos. Ao revisitar trilhas sonoras marcantes e reunir talentosos músicos em cena, o projeto celebrará o poder da música no teatro e, ao mesmo tempo, contribuirá para a continuidade da arte e cultura local. A proporção de um terço de música cantada em relação à música instrumental, visa contribuir com o desenvolvimento desta última, sem esquecer que a música vocal costuma atrair mais público. Considero que o projeto encaixa nos seguintes ítens do artigo 1 da lei n° 8.313: I Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, por ser inteiramente gratuito para o público. II Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, por se tratar de um resgate da memória cultural da cidade, executado por profissionais locais. VI Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro, por deixar registrada uma parte da memória cultural (bem imaterial) dos últimos 35 anos. IX Priorizar o produto cultural originário do País, por se tratar apenas de produções originadas e veiculadas no Brasil.
Álbum: Gravação, mixagem, masterização e publicação de 15 faixas gravadas em estúdio. Duração aproximada de uma hora. Será realizado um registro fotográfico das sessões e serão produzidas fotos para divulgação.
Acessibilidade física: não terá custo para esta acessibilidade porse tratar de um álbum virtual Deficientes auditivos: nâo terá acessibilidade para deficientes auditivos por se tratar de um álbum eminentemente de música instrumental Deficientes visuais: não terá custo para esta acessibilidade porse tratar de um álbum virtual
O álbum será gratuito para o público em geral, disponibilizado no Spotify, YouTube e as principais plataformas de streaming.
1 Sergio Olivé: coordenador geral e financeiro do projeto, compositor e arranjador, diretor musical e pianista Natural de Buenos Aires, Argentina. Começou seus estudos de música aos cinco anos, fez vários cursos com professores particulares, estudou no “Collegium Musicum de Buenos Aires” e no “Conservatorio Municipal de Música de Buenos Aires”, onde se graduou. Desde 1979 tem viajado por Europa, América do Sul, Central e do Norte, realizando concertos, cursos e oficinas, assim como estudando em cursos de aperfeiçoamento. Estabelecido atualmente em Porto Alegre, continua trabalhando como pianista, compositor, regente, arranjador e professor. Desenvolvendo suas atividades em estúdio próprio, tem participado como instrumentista, diretor musical, arranjador e compositor, na produção de incontáveis CDs, DVDs e trilhas para TV, cinema e teatro. Foi premiado muitas vezes em festivais como melhor instrumentista e melhor arranjador. Foi indicado para os prêmios Açorianos e Tibicuera da Prefeitura de Porto Alegre, recebeu o prêmio Açorianos pela melhor trilha para teatro em duas oportunidades, o prêmio da Assembléia Legislativa à melhor trilha para curta-metragem no festival de Gramado, e o prêmio à melhor trilha nos Festivais: Iberoamericano de Cinema de Sergipe; Cine Paraíso de Juripiranga, Paraíba; Comunicurtas de Campina Grande, Paraíba e Curta Canoa, Canoa Quebrada, Ceará. Em 1995 lançou “De Tabas e de Castelos”, seu primeiro CD com composições próprias em piano. Em 2001 lançou “Histórias de Sonhos e Coisas que Voam”, segundo CD com suas obras para gaita escocesa, instrumentos primitivos e banda. Em 2010 lançou “Y También nos Iremos Riendo en el Camino”, terceiro CD com músicas próprias e música argentina, brasileira e celta, acompanhado pela violoncelista Marjana Rutkowski. Em 2018 lançou “Contos tocados com Tempo”, quarto CD, com obras próprias para piano Em 2019 junto a atriz, cantora e artista visual Nina Eick fundou o grupo Eclipse, de teatro, música e artes visuais, tendo apresentado até o momento três peças de teatro, um curta-metragem e um show de música em Porto Alegre, Paris e Madri.. Em 2023, produziram o álbum “Recalculando rota”, lançado em fevereiro em Paris. 2 Nina Eick: Cantora, designer da capa do álbum, produtora. Nina Eick possui longa trajetória de 16 anos atuando profissionalmente na cultura gaúcha nas áreas de artes visuais, teatro, música e produção cultural. Bacharel em artes visuais com habilitação em escultura e doutoranda em poéticas visuais pela UFRGS. Como atriz trabalhou em diversos espetáculos teatrais com diferentes diretores. Como cantora iniciou sua trajetória em espetáculos musicais. Em 2008 foi indicada ao prêmio Tibicuera de melhor atriz coadjuvante pelo musical infantil “Eu chovo tu choves ele chove”. Em 2018 realizou a produção do espetáculo “O Sertão em mim” monólogo no qual participou como atriz, com direção de Fernando Kike Barbosa e obteve a indicação ao prêmio Açorianos de melhor atriz revelação. Integrante do NECITRA desde 2015, participou na produção de mostras de processos, rodas de conversa, espetáculos e realizou a exposição de um dia intitulada “Pedaço” com esculturas e instalações de sua autoria na Usina do Gasômetro. Em 2019, junto com o músico Sergio Olivé, fundou o grupo Eclipse e realizaram a produção de dois espetáculos teatrais sendo eles uma nova versão de “O sertão em mim” com trilha executada ao vivo, e o musical “Voltei! Samba do Além”. Também produziram o show Argentina, Brasil e cercanias” que realizou turnê pela Europa em fevereiro de 2020, com apresentações em Paris e em Madri. Em 2020 produziram o curta-metragem “Aquele rio Daquele Dia” que participou dos festivais de cinema “Curta campos do Jordão” e “Se mostra!” ambos de São Paulo. Em 2020 foram contemplados com o prêmio de música Funarte RepirArte pela música “Noite Esférica”. Em 2022 realizaram a peça de teatro “Basquade”, junto à atriz Mariana del Pino. Em 2023 participou como cantora e atriz no espetáculo musical Paixão de Cristo no Morro da Cruz, com direção de Camilo de Lélis. No mesmo ano gravou com Eclipse, o álbum Recalculando Rota, que foi lançado em Paris, em fevereiro. 6 Henri Iunes: cantor (drag queen). Atua como ator e cantor desde 1984, premiado como melhor ator, com o troféu Tibicuéra. Atuou em espetáculos de teatro, musicais, filmes, comerciais séries. Há mais de trinta anos com a personagem "Serena Pauer", Cartomante, Sexóloga e Cantora da noite Porto-alegrense. Atualmente no espetáculo "Comédias Dessa e da outra Vida". De Luiz Carlos Pretto. 11 Cibele Bartz: violinista Iniciou os estudos no violino aos 7 anos de idade, dá aulas desde os 14 e atualmente, aos 22 anos, cursa o 5° semestre do Bacharelado em Violino na UFRGS. Foi integrante da OSPA Jovem no ano de 2023 e desde 2021 até o momento é integrante da Orquestra Filarmônica da UFRGS. Segue dando aulas particulares e também na Extensão da UFRGS, assim como faz participações em eventos em geral e grupos de música de câmara. 13 Manuela Pedroso: Violoncelista. 19 anos, começou com sua paixão na música aos 5 anos, passando por diversos instrumentos, como a flauta doce, transversal, teclado, violino, violão e enfim chegando ao violoncelo, com 17 anos. Com o auxílio das professoras Marlene Machado, Bianca do Prado e Samara de Moraes passou na Escola de Música da OSPA e na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atualmente está cursando o quarto semestre de Bacharelado em Violoncelo, tocando na Orquestra Filarmônica da UFRGS, na Orquestra da OSPA Jovem, tendo tocado já como convidada da Orquestra da OSPA; está dando aulas particulares, e realizando festas e eventos diversos. 14 Israel Oliveira: trompista. Nasceu em São Paulo. É primeiro trompa interino da OSPA. Em 1996 venceu o concurso para a Orquestra Experimental de Repertório onde atuou sob a regência do maestro Jamil Maluf. Em 1997 ingressou na Orquestra Sinfônica de Santo André e, no ano seguinte, estreou em sua primeira orquestra profissional, a Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, com o maestro Roberto Minczuk. Em 1998, participou do Festival de Inverno de Campos do Jordão e, no mesmo ano, venceu o concurso Jovens Solistas da Universidade Livre de Música, onde atuou como solista à frente da Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. Nesta orquestra teve a oportunidade participar como solista nos concertos de Mozart, em turnê estadual. Em 2001 participou do Festival de Poços de Caldas e estabeleceu-se em São Paulo trabalhando na Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo, na Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de São Paulo, na Orquestra Sinfônica de Santos e ainda atuando no musical Les Misérables. Em 2002 integrou a Orquestra de Câmera da Universidade Estadual de São Paulo. Em 2003 participou do projeto “Acadêmia”, da Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo. Em 2004, venceu o concurso público para integrar a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre onde prossegue até hoje. De 2008 à 2010 atuou na Banda Sinfônica do Estado de São de Paulo. De 2013 à 2014 foi chefe do departamento de conjuntos musicais e professor interino do Consertório Pablo Komlós da OSPA, onde coordenou a Orquestra Jovem. 16 Trombone: Sabryna Pinheiro de Faria: trombonista. Aos, 24 anos, é trombonista e membro permanente da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. Nascida no Brasil, é formada em Trombone pela Universidade Federal de Goiás (2021) e recentemente formada em Trombone pela Academia de Música da Osesp (2022), sob orientação do professor Darcio Gianelli. 18 Viktoria Tatour: oboísta Viktoria Tatour é oboísta principal da OSPA e professora de oboé do Conservatório Pablo Komlós – Escola de Música da OSPA. Mestre pela Academia de Música da Bielorrússia. Especializou-se em desempenho instrumental na fundação Musique Espérance da Unesco com Pierre Pierlot, professor do Conservatório Nacional Superior de Música de Paris.
PROJETO ARQUIVADO.