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PRONAC 2312324Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Palestra - Grande Geada de 1975

INCUBADORA TECNOLOGICA DE MARINGA
Solicitado
R$ 1,8 mil
Aprovado
R$ 1,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 300,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento de pessoal
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PR
Município
Maringá
Início
2024-02-27
Término
2024-04-17
Locais de realização (1)
Maringá Paraná

Resumo

Realização de ação educativa por meio dapalestra A Grande Geada de 1975.

Sinopse

Produto Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra Título da Palestra: "Memórias Congeladas: A Grande Geada de 1975 e suas Lições para o Presente" Ementa: A palestra propõe uma imersão na história marcante da Grande Geada de 1975, destacando seu impacto devastador na cafeicultura paranaense e suas implicações mais amplas na sociedade. O evento será enriquecido por um material audiovisual de 35 minutos, seguido por uma palestra de 20 minutos e um debate interativo de 20 minutos. Descrição: O material audiovisual proporcionará uma viagem no tempo, explorando imagens de arquivo, depoimentos impactantes e cenas marcantes da geada que mudou o curso da cafeicultura no Paraná. Entre as obras sugeridas para exibição, destaca-se o documentário "GEADA NEGRA", uma produção que oferece uma perspectiva única e sensível sobre os efeitos da geada na vida das pessoas e na paisagem econômica do estado. A palestra subsequente será conduzida por um especialista no tema, contextualizando o cenário pré-geada, narrando os eventos da fatídica madrugada e analisando as consequências a longo prazo. A apresentação abordará não apenas os aspectos econômicos, mas também os sociais e culturais, proporcionando uma compreensão abrangente do impacto desse evento climático extremo. O debate que se seguirá será uma oportunidade para a plateia interagir, compartilhar experiências e discutir as lições aprendidas com a Grande Geada de 1975. O objetivo é promover uma reflexão sobre a relação entre eventos climáticos extremos do passado e os desafios que enfrentamos atualmente diante da crise climática global. A audiência será incentivada a pensar em ações práticas para enfrentar os desafios contemporâneos e preservar a memória histórica como uma ferramenta valiosa para a construção de um futuro mais sustentável. Classificação Indicativa Etária: LIVRE

Objetivos

OBJETIVO GERAL Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, por meio da difusão e educação patrimonial, voltada preservação os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro, em especial ao patrimônio cultural relacionado a cafeicultura no Paraná. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produto Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra Realizar palestra para um público de 100 pessoas.

Justificativa

O café, há muito tempo, é mais do que uma simples bebida; é um símbolo cultural e econômico que permeia a história de diversas regiões ao redor do mundo. No Brasil, o ciclo cafeeiro desempenhou um papel fundamental no desenvolvimento do país, sendo o Paraná uma das principais áreas produtoras no século XX. Contudo, a memória desse ciclo é marcada por um evento trágico que deixou cicatrizes profundas: a Grande Geada de 1975. O Paraná experimentou um auge significativo na produção de café nas décadas que antecederam a grande geada. As plantações se estendiam por vastas áreas, impulsionando a economia e moldando a paisagem local. No entanto, em uma reviravolta dramática, a madrugada de 18 de julho de 1975 se tornaria um ponto de virada na história cafeeira paranaense. A geada, impiedosa e intensa, varreu as plantações de café, transformando paisagens exuberantes em um mar de folhas e galhos retorcidos. O impacto foi devastador, e as consequências ecoaram por anos a fio. A cafeicultura paranaense, outrora vibrante, entrou em declínio abrupto, alterando não apenas a economia regional, mas também o tecido social e cultural. Preservar a memória desse evento é crucial para entendermos não apenas a história do café, mas também para aprendermos com as adversidades impostas pela natureza. A Grande Geada de 1975 não foi apenas uma tragédia local; foi um lembrete vívido da interconexão entre as atividades humanas e os fenômenos naturais. Este episódio ressalta a vulnerabilidade da agricultura diante das mudanças climáticas extremas. Ao refletirmos sobre a tragédia de 1975, somos impelidos a traçar paralelos com os desafios contemporâneos. A crise climática que vivenciamos hoje é uma ameaça global que transcende fronteiras geográficas e temporais. Eventos climáticos extremos tornaram-se mais frequentes e intensos, impactando não apenas a agricultura, mas também ecossistemas inteiros e comunidades humanas. A preservação da memória do ciclo cafeeiro no Paraná, marcado pela Grande Geada de 1975, não é apenas um exercício nostálgico, mas uma chamada à ação. Devemos considerar as lições aprendidas naquele período sombrio para informar nossas escolhas no presente. A história do café no Paraná é um lembrete de como a natureza pode moldar o curso da sociedade e da economia, e como é imperativo abraçar práticas sustentáveis diante dos desafios climáticos iminentes. Ao reconhecer a vulnerabilidade histórica da cafeicultura paranaense, somos incentivados a repensar nossas práticas atuais e a adotar medidas que promovam a resiliência e a sustentabilidade. A preservação da memória do café no Paraná não é apenas honrar o passado; é uma jornada em direção a um futuro mais consciente e equilibrado, onde a harmonia entre humanidade e natureza é prioridade. Além do resgate histórico por meio da escrita, a proposta de promover a memória do ciclo cafeeiro no Paraná do século XX ganha vida por meio de uma abordagem audiovisual. Nesse projeto, vislumbramos a realização de uma palestra enriquecida por material audiovisual. A combinação de imagens, vídeos e relatos proporcionará uma imersão mais profunda na rica tapeçaria histórica e cultural do café no Paraná. Essa experiência não apenas educará, mas também tocará os corações, conectando as gerações atuais à herança e às lições deixadas pela Grande Geada de 1975. Ao adotarmos essa abordagem, buscamos não apenas transmitir informações, mas também instigar a reflexão crítica sobre a preservação do patrimônio cultural vinculado ao ciclo cafeeiro paranaense. A interatividade proporcionada pelo material audiovisual potencializa a compreensão do impacto que eventos climáticos extremos, como a geada de 1975, podem ter na sociedade e na economia. Essa proposta não é apenas um convite para relembrar o passado, mas uma oportunidade de aprender com ele, fortalecendo nossa resiliência diante dos desafios contemporâneos. Dessa forma, ao unir a narrativa escrita à experiência audiovisual proposta, buscamos construir pontes entre as gerações, incentivando uma apreciação mais profunda da história e promovendo a conscientização sobre a importância de preservar não apenas o legado do café no Paraná, mas também a urgente necessidade de cuidar do nosso planeta diante da crise climática. Nesse contexto, a palestra emerge como uma ferramenta poderosa para disseminar conhecimento, cultivar a reflexão e inspirar ações que transcendam as páginas dos livros e alcancem o cerne da conscientização coletiva. Sendo este o primeiro projeto da instituição e considerando o necessário processo de aprendizagem junto ao SALIC, apresentamos nossa inciativa ao PRONAC com objetivo de aprendizagem da instituição como agente cultural proponente do presente instrumento de incentivo. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 em seus incisos: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos.

Estratégia de execução

1) Não há aquisição de bens no projeto.

Acessibilidade

Produto Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Rampas, corrimão, banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Narrador de audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: 01 monitor treinados para auxiliar o público específico. Todos estes itens estão previstos na planilha orçamentária. As medidas de acessibilidade serão informadas no material de divulgação da palestra.

Democratização do acesso

O projeto, relacionado pelos produtos, terá as seguintes medidas para a sua execução: Produto Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra Contemplamos o artigo 28 da IN MinC 01/2023 nos incisos: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; As palestras previstas serão disponibilizadas na Internet no site e redes sociais do projeto e do proponente.

Ficha técnica

1) PRODUTOR - Incubadora Tecnológica de Maringá - ITM (proponente) – Destaca-se como um polo de fomento à inovação e empreendedorismo na região noroeste do Paraná. Fundada com a missão de impulsionar o desenvolvimento de startups e empresas inovadoras, a ITM oferece um ambiente propício para o surgimento e crescimento de empreendimentos de base tecnológica. Com uma infraestrutura moderna e suporte especializado, a ITM proporciona às empresas incubadas acesso a recursos tecnológicos, networking e mentorias personalizadas. Ao longo dos anos, a incubadora tem desempenhado um papel fundamental na promoção de projetos inovadores, contribuindo para a diversificação e fortalecimento do ecossistema empreendedor de Maringá. A ITM é reconhecida não apenas por abrigar startups promissoras, mas também por criar um ambiente colaborativo que incentiva a troca de conhecimentos e experiências entre empreendedores. Como catalisadora do empreendedorismo tecnológico, a incubadora desempenha um papel crucial no impulso da economia local, promovendo a geração de empregos qualificados e o avanço de soluções inovadoras para desafios contemporâneos. 2) PALESTRANTE - Edson Luiz Pereira, é geógrafo, formado pela Universidade Estadual de Maringá, e especializado em educação lúdica pela Universidade Norte do Paraná. Trabalhou como educador em projetos culturais da YDreams, onde desenvolveu ações para ampliação em museus e centros de ciência. Responsável por desenvolver diversos projetos para o próprio Instituto, assim como outras tantas instituições, como a UNILIVRE – Universidade Livre do Meio Ambiente – em Curitiba, CESUMAR – Centro Universitário de Maringá, Teatro e Ponto Produções Artísticas, ACEMA – Associação Cultural e Esportiva de Maringá, Companhia Melhoramentos Norte do Paraná, dentre outras. Produtor cultural da Encenação da Paixão de Cristo na cidade de Maringá, onde no ano de 2011 que foi assistida por cerca de 60 mil pessoas. No ano de 2012 produtor cultural da Paixão de Cristo junto à Associação Cultural Lirius e Ecovida. Fundador, juntamente com a ACIM – Associação Comercial e Empresarial de Maringá, Maringá e Região Convention & Visitours Bureau do Instituto Cultural Ingá, responsável por projetos culturais para a Cidade de Maringá, e em especial Natal Ingá. Como produtor cultural desenvolveu ações que fomento a economia criativa da Região Metropolitana de Maringá. Juntamente com a sociedade civil organizada, instituições e órgãos públicos e privados desenvolveu ações que promoveram a mudança de comportamento de instituições culturais da cidade, que passaram a requerer junto ao Ministério da Cultura os benefícios das leis de incentivo fiscal, em especial a Lei Rouanet. Atualmente é ocupa o cargo de Gerente de Patrimônio Histórico da Secretaria Municipal de Cultura de Maringá. 3 ) MEDIADOR - Marcelo Seixas de Matos, arquiteto formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ. No setor público trabalhou como Gestor Público, Superintendente de Meio Ambiente, Presidente da Fundação de Parques e Jardins e Coordenador de Políticas Públicas da Macrofunção Social na Prefeitura do Rio de Janeiro. Na iniciativa privada atuou na área de tecnologia da informação como Diretor de Projetos e Novos Negócios, da empresa europeia YDREAMS voltada para o setor cultural. Especialista em elaboração e desenvolvimento de projetos. Consultor e produtor cultural. Atuou como consultor e gestor cultural, desenvolvendo projetos culturais incentivados para diversas instituições brasileiras, destacando o Museu AQUARIO MARINHO do Rio de Janeiro, ONS – Operador do Sistema Elétrico e a Universidade Livre do Meio Ambiente UNILIVRE em Curitiba. Ocupou os cargos de Gerente de Projetos da Secretaria de Estado de Planejamento e Coordenação Geral do Estado do Paraná, e de Diretor de Fomento do ICI - Instituto Cultural Ingá. Foi Coordenador Geral do I Fórum Nacional da Produção Cultural em Pequenos e Médios Municípios, realizado em Maringá / PR em 2012. Atualmente, desenvolve projetos culturais em diversos seguimentos destacando-se a implantação do AGROMUSEU, e preside o Instituto de Apoio a Museu e Patrimônio – IAMP.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.