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Abelha é uma peça para polinizar o amor. O projeto propõe a montagem e temporada de um espetáculo inédito que tratará sobre a relação de mãe e filha, o feminino e a resiliência diante das adversidades. Será realizado ensaio aberto seguido de bate-papo como ação de contrapartida social.
Abelha é uma peça teatral que convida os espectadores a espiar através do buraco de uma fechadura a intimidade de duas mulheres: mãe e filha. O espetáculo traz à vida o anseio secreto desta relação, explorando um encontro marcante que rompe com as barreiras do machismo estrutural. A peça se passa em um espaço-tempo de três dias e três noites, onde, após meses sem se encontrar, mãe e filha se acolhem e encaram juntas as cicatrizes que o patriarcado deixou em suas vidas. A mãe vivencia o luto de seu companheiro e a filha enfrenta a exaustão com a maternidade tardia. Nesse turbilhão de emoções, elas confrontam suas fragilidades, compartilham segredos e, sobretudo, se fortalecem mutuamente. Espera-se que o público, principalmente o feminino, após ter essa experiência teatral, saia transformado e enriquecido. A peça deseja criar um impacto duradouro, inspirando reflexões profundas sobre as relações familiares, o feminino e a resiliência diante das adversidades, além de incentivar uma análise crítica das normas sociais que moldam as vidas das mulheres. Abelha é um desabafo intenso, uma catarse artística que busca aproximar, divertir, curar e acolher as mulheres, especialmente, mães e filhas.
Conforme o artigo 03 do Decreto 11.453, de 2023, o projeto tem como finalidade: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; III - Viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e a sua difusão em escala nacional; V - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; XII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais; XIV - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas populares tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; Objetivo geral - Apresentar uma peça teatral de excelência e qualidade técnica e artística, valorizando o segmento das artes cênicas;- Incentivar a profissionalização e gerar oportunidades de trabalho no mercado cultural do Rio de Janeiro;- Contribuir para o enriquecimento cultural dos espectadores;- Ampliar o acesso de pessoas com deficiência a atividades culturais com acessibilidade;- Divulgar amplamente o espetáculo como fonte de conhecimento e cultura através das mídias e canais de comunicação, mostrando a importância da lei de incentivo para realização desse tipo de evento. Objetivo específico - Produzir e montar o texto inédito de Rita Elmôr e direção de Eliane Giardini, ambas atuam também como atrizes do espetáculo;- Realizar no total de 16 apresentações no período de 2 meses na cidade do Rio de Janeiro e 8 apresentações na cidade de São Paulo no período de 1 mês; - Fomentar a cultura garantindo ingressos a preços populares, ampliando assim o acesso.
O teatro é uma forma de arte que expressa a diversidade, assim como reflete as questões sociais do nosso tempo. Ainda se faz urgente dar voz às mulheres através de suporte financeiro para que seja possível aprofundar temas caros ao grupo feminino, a partir do ponto de vista e das vivências próprias. O título da peça, Abelha, reflete a temática que será abordada e a relação social que ocorre em uma colmeia. É interessante pensar no papel das abelhas para a manutenção da vida na terra. Ela é a mãe do nosso planeta. As abelhas são responsáveis pela polinização de quase três quartos das plantas que produzem 90% dos alimentos do mundo. São as maiores polinizadoras do mundo. Se as abelhas sumissem do dia para a noite, os ecossistemas da terra entrariam em colapso rapidamente. Do mesmo modo, as mulheres são majoritariamente responsáveis pelo equilíbrio social e o desenvolvimento humano. Assim como o desaparecimento das abelhas resultaria em colapso ecológico, a subestimação ou marginalização das mulheres na sociedade pode levar a consequências sociais e culturais devastadoras. Abelha reverbera, portanto, como um chamado para valorizar e preservar tanto as vozes das mulheres quanto os serviços essenciais que elas prestam, contribuindo para a sustentabilidade e vitalidade de nossa existência coletiva. Preservar as abelhas se faz tão urgente quanto dar suporte financeiro para que mais mulheres tenham meios de realizar suas ideias criativas, montar seus textos teatrais, dirigir suas peças, atuar em papéis que contribuam para o fortalecimento das redes. É a partir desse movimento que se construirá uma sociedade mais saudável e igualitária. Considerando a relevância do espetáculo, a aprovação deste projeto na Lei Federal de Incentivo à Cultura é imprescindível à sua realização, tendo em vista que ajudará na manutenção dessa cadeia criativa e produtiva, assim como permitirá a execução plena do projeto que aborda temas tão sensíveis e urgentes. Desse modo, seguiremos contribuindo para fomentar a cultura e desenvolver a atividade cultural, econômica e artística de nosso país, conforme os objetivos e requisitos da Lei nº 8.313: Art. 1. Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX _ Priorizar o produtor cultural originário do País. Art. 3. Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; A referida proposta está enquadrada no segmento de artes cênicas e se enquadra no Artigo 18 da referida lei.
Produto: Espetáculo de artes cênicas 16 apresentações na cidade do Rio de Janeiro durante o período de 02 meses. 8 apresentações na cidade de São Paulo durante o período de 01 mês. Produto: Contrapartida social Visando atender a contrapartida social será realizado ensaio aberto, seguido de bate-papo/palestra, onde serão debatidas particularidades da montagem. A palestra terá carga horária de 60 minutos.
Produto: Espetáculo de artes cênicas Acessibilidade física: O teatro onde o espetáculo se apresentará atende a todas as exigências previstas na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), de nº 13.146/2015 e do Decreto de nº 9.404/2018, no qual regulamenta a reserva de assentos para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e obesos, além de contar com elevadores adequados para pessoas com deficiência, corrimãos e guarda-corpos, banheiros adaptados e vagas de estacionamento demarcadas. Item orçamentário: Não foi necessário alocar despesa para garantir a acessibilidade física. Acessibilidade de conteúdo para deficientes visuais: Contratação do serviço de audiodescrição (no mínimo em 6 apresentações, sendo 4 no Rio de Janeiro e 2 em São Paulo) Item orçamentário: Serviço de audiodescrição Acessibilidade de conteúdo para deficientes auditivos: Contratação do serviço de intérprete de libras (no mínimo em 6 apresentações, sendo 4 no Rio de Janeiro e 2 em São Paulo) Item orçamentário: Intérprete de libras Acessibilidade de conteúdo para deficientes intelectuais: Contratação de monitores treinados para o recebimento e acolhimento do público. Item orçamentário: Assistentes Produto: Contrapartida social Acessibilidade física: O teatro selecionado atende a todas as exigências previstas por lei, conforme a Lei nº 13.146, de 2015 que institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência) e Decreto nº 9.404, de 2018, sobre a reserva de espaços e assentos em teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esporte, locais de espetáculos e de conferências e similares para pessoas com deficiência. Item orçamentário: Não foi necessário alocar despesa para garantir a acessibilidade física. Acessibilidade de conteúdo para deficientes visuais: Contratação do serviço de audiodescrição Item orçamentário: Serviço de audiodescrição Acessibilidade de conteúdo para deficientes auditivos: Contratação do serviço de intérprete de libras Item orçamentário: Intérprete de libras Acessibilidade de conteúdo para deficientes intelectuais: Contratação de monitores treinados Item orçamentário: Assistentes
Produto: Espetáculo de artes cênicas Adotaremos as seguintes medidas de democratização de acesso: - 10% dos ingressos serão destinados para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, conforme Art. 27, inciso II da IN 1/2023; - Disponibilizaremos até 10% para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme Art. 27, inciso I da IN 1/2023; - Disponibilizaremos até 10% para distribuição gratuita promocional pelo proponente, conforme Art. 27, inciso III da IN 1/2023; - 20% dos ingressos serão comercializados a preços populares de R$ 39,00 (inteira) e R$ 19,50 (meia-entrada), conforme Art. 27 Inciso IV da IN 1/2023. Além disso, em cumprimento ao Artigo 28, inciso VI da Instrução Normativa Nº 01 de abril/2023, adotaremos as seguintes medidas: - Realização de ensaio aberto. Produto: Contrapartida social A contrapartida social conforme prevê a IN nº 01/2023 é uma ação formativa obrigatoriamente gratuita. Nesse sentido, será realizado ensaio aberto, seguido de bate-papo/palestra, onde serão debatidas particularidades da montagem.
Rita Elmôr - Atuação e direção - PROPONENTE Rita Elmôr é formada em em Artes Cênicas pela UNIRIO e pós-graduada em Filosofia pela PUC-Rio. Atriz com 25 anos de carreira, assim como autora de cinco peças teatrais, incluindo Mulheres que Nascem Com os Filhos e Clarice e Eu: O Mundo Não é Chato. Indicada ao Prêmio Shell de melhor atriz por interpretar Clarice Lispector em Que Mistérios tem Clarice e, também, ao Prêmio Contigo! de TV como Melhor Atriz Coadjuvante pela série Separação?! e como melhor atriz coadjuvante pela série Macho Man. Atuou em diversas peças, séries e novelas, trabalhando com diretores renomados como Luiz Fernando Carvalho, José Alvarenga Jr., Marcos Caruso e Miguel Falabella. Seu trabalho mais recente foi o curta-metragem Independentes (2023), dirigido por Carla Faour. Eliane Giardini - Atuação e direção Eliane Giardini é uma atriz e diretora brasileira. Conhecida por sua versatilidade na televisão, cinema e nos palcos, ela já recebeu vários prêmios em sua carreira, incluindo um Prêmio APCA, três Prêmios Qualidade Brasil e um Kikito do Festival de Gramado, além de ter recebido uma indicação ao Grande Otelo e duas indicações ao Prêmio Guarani. Ficou conhecida por papéis como Isaura em Felicidade, Dona Patroa em Renascer, Lola em Explode Coração, Nazira em O Clone, Viúva Neuta em América, Indira em Caminho das Índias, Muricy em Avenida Brasil, Anastácia de Êta Mundo Bom!, Nádia de O Outro Lado do Paraíso e Rania de Órfãos da Terra. Atualmente, vive Agatha na novela Terra e Paixão (2023) e está em cartaz com a peça Intimidade Indecente (2023), ao lado de Marcos Caruso. Cláudio Rangel - Diretor de Produção Produtor teatral e gestor cultural, formado em Educação Artística com habilitação plena em Artes Cênicas pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo. No teatro uma trajetória de 37 anos, onde produziu mais de 50 espetáculos e trabalhou com os principais diretores do país, entre eles Mauro Rasi, Miguel Falabella, Aderbal Freire Filho e, também, com alguns dos maiores atores entre eles Sérgio Britto, Nathália Timberg, Paulo Autran, José Wilker, Ary Fontoura, Vera Holtz e Sandra Bréa. Foi gestor e produtor do Teatro dos Quatro, RJ. Participou da criação e foi também jurado de prêmios de teatro como o Prêmio Shell, o Prêmio Cultura Inglesa e o Prêmio de Teatro da UVA. Foi Gestor de Cultura do Sesc Rio, entre 2016 e 2018, responsável por gerir toda a programação das 21 unidades do Sesc no estado do Rio de Janeiro. Lara Tausz - Cenografia Formada em Artes Cênicas com ênfase em Figuro pela UFRJ e em Ciências Humanas, Museologia, Colecionismo e Curadoria pela UNIRIO. Trabalhou com pesquisa histórica e de imagens em movimento para TV em novelas, como Terra Nostra e O Clone e também nas minisséries A Invenção do Brasil e Aquarela do Brasil. Foi Produtora de Arte pela Globo de 2009 até 2014, tendo trabalhado em grandes novelas, como Viver a Vida, Flor do Caribe, A Vida da Gente e Em Família. Teresa Abreu - Figurino Formada em Artes pelo Senai Cetiqt. Trabalhou nos figurinos das Cerimônias das Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016 e dos jogos Pan-Americanos em Lima (Peru) em 2019. Também foi figurinista no Urca Filmes e no filme Sol, com direção de Lô Politi. Atualmente, trabalha como Coordenadora do Curso de Figurino da Dança na Escola de Dança São Paulo. Fernanda Mattos - Iluminação Formada em Publicidade e Propaganda pela PUC RJ e Mestre em Artes Cênicas pelo Programa de Pós-graduação de Artes da Cena da Escola de Comunicação da UFRJ. Atualmente é Doutoranda pelo Programa de Pós-graduação de Artes Cênicas da UNIRIO. Trabalhou com alguns dos mais importantes iluminadores brasileiros, tais como Jorginho de Carvalho e Luiz Paulo Nenen, desempenhando funções como estagiária, montadora de luz, assistente de iluminação e operadora de luz. Foi técnica de iluminação de peças como, Sonhos de Um Sedutor, Nadistas e Tudistas, Dona Saudade e Jazz do Coração. Assinando seus próprios projetos de iluminação, foi responsável pelo show Paz na Pele, da cantora Rachel Lessa e uma das versões brasileiras do musical Kinky Boots, sob a direção de Victor Maia. Márcia Rubin - Direção de movimento Coreógrafa, dançarina, diretora e professora de dança e também Especialista em Arte e Filosofia pela PUC Rio, concluiu seus estudos de dança na Escola Angel Vianna (RJ). Fundou sua companhia de dança em 1991, a Márcia Rubin Companhia de Dança. Entre os espetáculos que realizou, destacam-se Já Não Penso Mais em Ti, Tudo que Eu Nunca Te Disse e Correr em Vez de Caminhar. Foi curadora do Carlton Dance Festival de 1988 a 1997. Recebeu a Bolsa RioArte em 1998. Participou da criação de projetos de cinema - Copacabana e Carlota Joaquina; de teatro - Quem Tem Medo de Virginia Woolf? e A Dona da História; e de televisão - Não Enche, videoclipe de Caetano Veloso, com direção de Monique Gardenberg, premiado pela MTV. Cláudio Reston - Designer Claudio Reston estudou na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. É artista tipográfico e designer-diretor da Visorama Diversões Eletrônicas. A partir de 2003 passa a compor o estúdio Visorama Diversões Eletrônicas, atendendo clientes diretos (Rede Globo, Coca-Cola, TIM, Petrobras, Americanas, Prio) bem como o mercado publicitário, sendo também premiado com bronze no festival de Cannes (campanha Animais Valiosos), pela Bienal de Design, pelo Prêmio Colunistas, e objeto de artigos pela imprensa. Foi também o responsável pela criação da identidade visual, vinhetas e comerciais do Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro, de 2007 a 2009.
PROJETO ARQUIVADO.