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PRONAC 2312386ArquivadoMecenato

Braille (em) cena

CLODOCIR LEIVA
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
MT
Município
Rondonópolis
Início
2024-01-18
Término
2026-01-18
Locais de realização (1)
Rondonópolis Mato Grosso

Resumo

Proposta de montagem do espetáculo teatral "Braille (em) cena"buscando incentivar a cena teatral na cidade de Rondonópolis - MT.

Sinopse

Brailando com o Braille Paulo Augusto Mário Isaac A ideia da peça “Brailando com o Braille” é mostrar à sociedade rondonopolitana o que é o Centro de Reabilitação Loius Braille. Para isto os próprios alunos contam a biografia de Louis Braille, de maneira divertida. Em alguns momentos, de modo emocionante e profundo, mostram o que é ser cego e viver na escuridão, em outros mostram que também há poesia na cegueira quando o personagem Luiz, de apelido Cavalcante declama o poema “um Cego” de Jorge Luiz Borges. Os personagens seguintes dialogam entre si: a consciência (representada pelo Papa Gaio) fala as verdades incômodas de certos comportamentos humanos, tanto dos videntes quanto dos cegos, a Voz do Além, é a personagem narradora que direciona todos e dialoga com a consciência (Papa Gaio) e Luiz, inicialmente. Ela também fala dos grandes artistas cegos brasileiros e de outras nacionalidades que fazem arte. Esta conduz as apresentações de todas as entradas dos professores e demais usuários figurantes que encenam as atividades desenvolvidas no centro de reabilitação de Rondonópolis. O primeiro a se apresentar é o coral, com os dois professores e os integrantes que cantam as músicas Assum Preto de Luiz Gonzaga e. Ser diferente é Normal de Preta Gil e Gilberto Gil. As personagens Lucemira e Luzia representam duas amigas, uma cega total e outra de baixa visão. Ambas simbolizam a convivência entre pessoas deficientes visuais e encenam os enfrentamentos diários como qualquer vidente faz compreender o mundo. Luzia, Lucemira e Lucas, juntamente com o professor de locomoção falam da utilidade dos tipos de bengalas existentes; a branca, verde, a vermelha e branca. A aula de demonstração termina com uma cena pastelão com o personagem Lucas (baixa visão) que acaba batendo a bengala no bumbum do professor de locomoção. Os palhaços Magela Meia Tigela e Gefinho Porco Espinho homenageiam dois humoristas cegos brasileiros, Geraldo Magela e Jeferson Farias com umas divertidas palhaçadas no palco. Há também um desfile da inclusão que reúne os deficientes físicos atendidos no Braille e outros convidados a participar do momento, da peça. Os usuários personagens encenam histórias engraçadas, que aconteceram com eles como a personagem Lucemira, que conta que ao receber uma informação errada surpreende a informante ao ser capaz de se orientar com o motorista e pegar o ônibus certo. Um outro usuário representado pelo personagem Lucas, representa uma situação engraçada, pois ao pedir orientação a umas pessoas, ao invés de indicarem ou conduzirem com a mão no ombro, o carregaram pelos sovacos até o Braille. Os professores de educação física, um deles treinador de atletismo, apresentam os atletas campeões representantes do esporte do Braille de Rondonópolis. Os demais professores do Braille apresentam suas especialidades desenvolvidas com os usuários, a saber: Intervenção Precoce, Avas (Atividades de Vida Diária), Estimulação Visual, AEE (Atendimento Educacional Especializado), Informática para deficientes visuais, Fisioterapia e Massagem, Oficina Pedagógica, Educação Física que apresenta uma encenação do que é o Golboll e encerra com a apresentação da diretora da entidade. Neste momento começa a tocar música “Somos o que podemos ser” – Engenheiros do Havaí, o coral já está posicionado para começar a tocar baile de quadrilha todos os atores que estavam na coxilha saem e dão as mãos e abrem a roda no palco, já se posicionando para a quadrilha. Um convite é feito ao público para que se juntem a todos no palco.

Objetivos

Objetivo Geral Apresentação de um espetáculo teatral, com o título de "Braille (em) cena", com a finalidade de resgatar e reviver o teatro na cidade e dar oportunidade aos artistas, aos espectadores e aficcionados do teatro na sua essência. Objetivos Específicos a) realizar 10 apresentações teatrais da peça " Braille (en) cena" com entrada gratuita.

Justificativa

O teatro possui valorosa importância social na ação educativa e oferece inúmeras situações de aprendizagem, interagindo com o cotidiano da comunidade. Assim, funciona como elo entre cultura, sociedade e indivíduo. Ajuda a entender os grandes dilemas sociais e individuais, pois exige do ator e do público, participação ativa, instigando o olhar sobre diferentes realidades; sua linguagem, ajuda no aprendizado sobre nós mesmos, nossas relações, o cotidiano, a história do país e do mundo. Sendo assim, a presente proposta pretende ampliar a vivência do teatro das pessoas interessadas nesta forma de expressão, para formar assim, um público sensível à linguagem teatral e capaz de utilizá-lo como instrumento para fomentar discussões e propiciar a formação de cidadãos autônomos na sua integralidade. Diante do panorama multicultural que o Brasil e pincipalmente a nossa cidade apresenta, é que nos pautamos nossa prática pedagógica nas possibilidades de integração comunitária. Neste sentido partimos do conhecimento e da realidade local, das reflexões e propostas que a comunidade pode levantar sobre um curso de teatro com temas relevantes em seu cotidiano, para estabelece a necessidade de sua real existência. O projeto alcança os incisos identificados na sequência, do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Quanto aos objetivos do Art. 3° da referida norma serão alcançadas: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de espetáculos de artes cênicas; e) realização de espetáculos de artes cênicas; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Especificação técnica

Peça teatral: Braille (em) cena Duração: 40 minutos. Classificação: Livre.

Acessibilidade

Acessibilidade I – ACESSIBILIDADE FÍSICA: Por se tratar de um projeto que será apresentado em espaços públicos que já detêm as demandas para atendimento de acessibilidade, mesmo assim propomos ações necessárias para o acesso ao local, com reserva de cadeiras preferenciais para esse público. Todos os locais detêm rampas e adaptações nos equipamentos para priorizar e facilitar o acesso das pessoas idosas e portadoras de deficiência. PALCO, ETC II – ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Acessibilidade auditiva: Intérprete de LIBRASAcessibilidade visual: AudiodescriçãoAcessibilidade sindromes que comprometem assimilação de conteúdo: Espaço reservado em local estratégico

Democratização do acesso

Esta proposta prevê gratuidade (100%) para todas as apresentações Como medida de democratização de acesso, no que se refere ao cumprimento do Art 24 da IN 01-2022, este projeto atenderá ao seguinte incisos:IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;

Ficha técnica

Direção técnica: Proponente Autoria e roteiro: Paulo Augusto Mário Isaac. Direção: Alzira Araujo Gonçalves. Produção executiva e coordenação geral: Hermélio Silva. Elenco – Atores/Atrizes: - Adriana Cristine Schwarzbold- Alice Ribeiro da Silva Coutinho- Aparecido Cavalcante Souza- Aparecido Gomes- Fernanda Alves Ferreira- Fernando da Silva Aguiar- Francisco Jose dos Santos Neto- Geovane dos Santos Leite- José Carlos Gomes- Leonil Magalhães da Silva- Marly Rosa Borges- Nilva Machado de Oliveira Hermélio Nicolau da Silva Formado em Marketing, escritor com 24 livros publicados. De 2005 a 2011 foi Diretor de Eventos Especiais e Cerimonial da Prefeitura de Campinas-SP. Produziu eventos, como Carnaval, Festa Junina e Natal. Foi Coordenador do projeto “Sinfonia Ecológica Brasileira” – com a Orquestra Sinfônica de Campinas, Tetê Espíndola, Marcelo Loureiro, Grupo Acaba de Canta-dores do Pantanal, Academia Juliana Omati e Nau de Ícaros, com apresentações em Campinas-SP, Campo Grande e Corumbá, no Mato Grosso do Sul e Havana, em Cuba, em junho de 2007. Proponente dos projetos realizados e incentivados pela Lei Rouanet: Maestro Marinho: Uma Vida Cultural (livro), Inflável e Mambembe - O Teatro Vai ao Povo (teatro) e Encontro das artes (livro). Coordenador do Festival/campeonato em Pesque Pague, em Rondonópolis – MT (4ª edição). Membro fundador da Academia Rondonopolitana de Letras, Cadeira nº 6. Secretário de Comunicação da Câmara de Rondonópolis (2015 a 2016). Chefe de Gabinete na Câmara Municipal de Rondonópolis (2017...). Adriana Cristine Schwarzbold - Participou das peças: “Bolo de Fubá”, baseado na música de Zé Tapera e Teodoro – Bolo de Saravá; “A rica avarenta” baseado na obra de Ariano Suassuna; “Morte e vida Severina”, baseado na obra de João Cabral de M Neto; “Não existe racismo no Brasil”, de Paulo Alves; “Deu a louca em Romeu e Julieta”, de Veto Nicola; “No botequim”, de Jô Soares. Alice Ribeiro da Silva Coutinho - Participou das peças: “Bolo de Fubá”, baseado na música de Zé Tapera e Teodoro – Bolo de Saravá; “A rica avarenta” baseado na obra de Ariano Suassuna; “Morte e vida Severina”, baseado na obra de João Cabral de M Neto; “Não existe racismo no Brasil”, de Paulo Alves; “Deu a louca em Romeu e Julieta”, de Veto Nicola; “No botequim”, de Jô Soares. Aparecido Cavalcante Souza - Participou das peças: “ “Não existe racismo no Brasil”, de Paulo Alves; “Deu a louca em Romeu e Julieta”, de Veto Nicola; “No botequim”, de Jô Soares. Aparecido Gomes - Participou das peças: “Bolo de Fubá”, baseado na música de Zé Tapera e Teodoro – Bolo de Saravá; “A rica avarenta” baseado na obra de Ariano Suassuna; “Morte e vida Severina”, baseado na obra de João Cabral de M Neto; “Não existe racismo no Brasil”, de Paulo Alves; “Deu a louca em Romeu e Julieta”, de Veto Nicola; “No botequim”, de Jô Soares. Fernanda Alves Ferreira - Participou das peças: “Bolo de Fubá”, baseado na música de Zé Tapera e Teodoro – Bolo de Saravá; “A rica avarenta” baseado na obra de Ariano Suassuna; “Morte e vida Severina”, baseado na obra de João Cabral de M Neto; “Não existe racismo no Brasil”, de Paulo Alves; “Deu a louca em Romeu e Julieta”, de Veto Nicola; “No botequim”, de Jô Soares. Fernando da Silva Aguiar - Participou das peças: “Bolo de Fubá”, baseado na música de Zé Tapera e Teodoro – Bolo de Saravá; “A rica avarenta” baseado na obra de Ariano Suassuna; “Morte e vida Severina”, baseado na obra de João Cabral de M Neto; “Não existe racismo no Brasil”, de Paulo Alves; “Deu a louca em Romeu e Julieta”, de Veto Nicola; “No botequim”, de Jô Soares. Francisco José dos Santos Neto - Participou das peças: “Bolo de Fubá”, baseado na música de Zé Tapera e Teodoro – Bolo de Saravá; “A rica avarenta” baseado na obra de Ariano Suassuna; “Morte e vida Severina”, baseado na obra de João Cabral de M Neto; “Não existe racismo no Brasil”, de Paulo Alves; “Deu a louca em Romeu e Julieta”, de Veto Nicola; “No botequim”, de Jô Soares. Geovane dos Santos Leite Participou das peças: “Bolo de Fubá”, baseado na música de Zé Tapera e Teodoro – Bolo de Saravá; “A rica avarenta” baseado na obra de Ariano Suassuna; “Morte e vida Severina”, baseado na obra de João Cabral de M Neto; “Não existe racismo no Brasil”, de Paulo Alves; “Deu a louca em Romeu e Julieta”, de Veto Nicola; “No botequim”, de Jô Soares. José Carlos Gomes - Participou das peças: “Não existe racismo no Brasil”, de Paulo Alves; “Deu a louca em Romeu e Julieta”, de Veto Nicola; “No botequim”, de Jô Soares. Leonil Magalhães da Silva - Participou das peças: “Bolo de Fubá”, baseado na música de Zé Tapera e Teodoro – Bolo de Saravá; “A rica avarenta” baseado na obra de Ariano Suassuna; “Morte e vida Severina”, baseado na obra de João Cabral de M Neto; “Não existe racismo no Brasil”, de Paulo Alves; “Deu a louca em Romeu e Julieta”, de Veto Nicola; “No botequim”, de Jô Soares. Marly Rosa Borges - Participou das peças: “Deu a louca em Romeu e Julieta”, de Veto Nicola; “No botequim”, de Jô Soares. Nilva Machado de Oliveira - Participou das peças: “Não existe racismo no Brasil”, de Paulo Alves; “Deu a louca em Romeu e Julieta”, de Veto Nicola; “No botequim”, de Jô Soares.

Providência

Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Agência/Dv inválido, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias.