| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 27865757000102 | Globo Comunicações e Participações Ltda. | 1900-01-01 | R$ 1,80 mi |
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
| 04067191000160 | EDITORA GLOBO S/A | 1900-01-01 | R$ 370,0 mil |
Realizar a primeira exposição temporária da nova sede do novo Museu da Imagem e do Som RJ (MIS), estabelecendo uma relação entre Orfeu _ o mito grego, poeta e compositor - e a arte produzida por uma geração sem precedentes de artistas negros do Rio de Janeiro. Acompanha a realização de atividades educativas e publicação de catálogo.
Não se aplica.
OBJETIVO GERAL Oferecer uma exposição multimídia proporcionando ao público do novo Museu o acesso gratuito a história da produção cultural negra do Rio de Janeiro que é de grande importância para a cultura nacional, e que dialoga diretamente com o conteúdo do MIS RJ que é o museu da identidade carioca. Sobre o atendimento ao Artigo 2º do Decreto 10.755/2021:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; X - apoiar a inovação em atividades artísticas e culturais, inclusive em arte digital e em novas tecnologias; OBJETIVOS ESPECÍFICOS (1) PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE: Criar e produzir uma exposição sobre a produção cultural negra carioca a partir do acervo do MIS, com curadoria de um grupo de especialistas liderado por Hugo Sukman e Haroldo Costa, desenvolvendo experiências museográficas com o uso de tecnologias digitais e audiovisuais, de acordo com a tipologia da nova sede do Museu em Copacabana. Área expositiva 295 m², e duração de 06 meses; (2) PRODUTO FESTIVAL/MOSTRA: Realizar um Programa Educativo denominado Cinema MIS nas Escolas, no qual serão apresentados filmes em escolas públicas do território do MIS, conectadas ao conteúdo da exposição temporária e do MIS, voltadas a formação de público para o museu; (3) PRODUTO CATÁLOGO: Publicar catálogo com textos e imagens da exposição e textos escritos pelos curadores e produzidos no Programa Educativo. Tiragem de 3.000 exemplares para distribuição gratuita.
O Museu da Imagem e do Som é o museu da IDENTIDADE CARIOCA. Trata-se de uma identidade caracterizada pela criação artística, já que desde os seus primórdios o Rio concentra grande parte da criação e da indústria cultural e criativa brasileiras, e é assim percebido no país e no mundo. No Rio, concentrou-se a produção musical, os principais movimentos cinematográficos, literários, de artes plásticas, música clássica, dança, além de importantes acontecimentos na área teatral. O carnaval carioca, sobretudo na evolução das escolas de samba e nas festas dos salões e da rua, tornou-se sinônimo de carnaval brasileiro. Ao se examinar a criação artística e cultural no Rio, portanto, chegamos a tal identidade carioca e sua influência definitiva na própria identidade brasileira e na unidade de um país tão diverso. Na tarefa quase impossível de se escolher um _ e apenas um _ momento marcante de toda a história da cultura carioca, não seria nenhum absurdo apontar o desfile "Cinco bailes tradicionais da história do Rio", feito pelo Império Serrano no célebre carnaval do quarto centenário da cidade, em 1965. O samba enredo, escrito por Silas de Oliveira, Bacalhau e Dona Ivone Lara, propõe um passeio mágico pela história da cidade através de suas grandes festas, e na companhia de um convidado especial: Orfeu, cheio de orgia, desvario e muita inspiração. A presença de Orfeu _ o mito grego do poeta e do compositor que com sua lira e suas palavras encantava a natureza _ no samba, no enredo e no espírito do desfile do Império encheu aquela noite de encanto, que ficou na história. Não foi a primeira vez que o mito grego Orfeu foi evocado para tentar definir a essência da cultura carioca. Quase nove anos antes, em 25 de setembro de 1956 estreava no Teatro Municipal a peça "Orfeu da Conceição", de Vinicius de Moraes, sendo este talvez o mais emblemático momento da moderna cultura carioca, ao trazer o negro, o samba e a favela para o centro do palco e da vida brasileira. O impacto de "Orfeu da Conceição" foi profundo na cultura brasileira. A partir da peça, por exemplo, e da parceria de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, nasceu o movimento de renovação do samba que iria desaguar da Bossa Nova. Inspirado na peça, o cineasta francês Marcel Camus faria o filme "Orfeu do Carnaval", todo passado no Morro da Babilônia e no Rio de Janeiro, que em 1959 ganharia a Palma de Ouro no Festival de Cannes e o Oscar de melhor filme estrangeiro de 1960, iniciando o processo de internacionalização da música brasileira a partir dali. Assim, a exposição parte de um tema ao mesmo tempo consistente e inovador, que contém e encerra todas as dimensões do MIS, tendo a música como centro, mas percorrendo todas as formas de expressão artística _ do cinema à ópera, da dança às artes visuais. Como se vê, Orfeu e a tradição órfica estão profundamente amalgamados na cultura carioca, e, portanto, do MIS, motivo que justifica a legitimidade e relevância da produção e realização da exposição "Eu e meu amigo Orfeu", como a primeira exposição temporária da sua nova sede. A solicitação de apoio ao projeto "Eu e meu amigo Orfeu" através da Lei Federal de Incentivo à Cultura é necessária, considerando ser uma das principais formas de se viabilizar parcerias com a iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para possibilitar a democratização da cultura em todo o País. Sobre o atendimento ao Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Sobre o atendimento ao Artigo 3º da Lei 8.313/91: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;
Todas as peças de divulgação conterão com a logomarca da Lei Federal de Incentivo à Cultura, conforme Manual de Aplicação.
Proposta Expográfica anexada nos documentos da proposta (1) ExposiçãoTrata-se de proposta para a primeira exposição temporária da nova sede do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro (MIS) em construção no Rio de Janeiro. A exposição terá duração de 06 meses, ocupando o espaço de exposição temporária da nova sede do MIS que tem 275 m². Trata-se de uma exposição multimídia sobre a imensa contribuição dos artistas negros do Rio de Janeiro para a cultura nacional, concebida a partir do mito grego Orfeu e da cultura órfica, conforme descrito na proposta curatorial. A Curadoria será realizada por um grupo de especialistas liderado por Hugo Sukman e Haroldo Costa. A ideia é que a exposição “Eu e meu amigo Orfeu” fosse dividida em três partes: 1) Orfeu negro: a peça Orfeu da Conceição e seus desdobramentos, como a Bossa Nova e a internacionalização da música brasileira, o reconhecimento do artista negro, do samba como a linguagem artística principal da cidade do Rio e do Brasil, e da favela como centro criador e difusor dessa cultura. 2) Orfeu no carnaval: o desfile do Império Serrano e do quarto centenário e a forma órfica (“sedentos de orgia e desvario/Cantaremos em sonho/Os cinco bailes...”) de contar histórias que é a marca da maior invenção da cultura carioca. Os orfeus da avenida. 3) Orfeu ontem, hoje e amanhã: os orfeus, ou seja, os artistas e personalidades que encantaram a natureza e a cultura no Rio de Janeiro no passado, no presente e apontando para o futuro. Um passeio, feito por Orfeu, pelos grandes nomes da cultura carioca. 4) Orfeu do carioca: depoimentos obtidos na Cápsula de coleta, onde transeuntes falam, a partir de suas vivências, memórias e previsões futuras, sobre o tema da exposição A partir dessas três linhas narrativas do partido curatorial serão definidas as necessidades de expografia, que envolvem o projeto gráfico e de sinalização, projeto de sonorização e iluminação e projeto tecnológico e multimídia. As experiências serão compostas por alguns objetos históricos (originais ou réplicas), no entanto os recursos tecnológicos, interativos e audiovisuais serão o principal suporte de conteúdo, a fim de proporcionar para os diversos perfis de visitantes, interações imersivas sobre a produção cultural negra do Rio de Janeiro, considerada uma das mais ricas do país. “Eu e meu amigo Orfeu” têm um vasto acervo presente nas coleções do MIS e demonstra o potencial dessa coleção para se desdobrar em infinitas exposições. Ao mesmo tempo, permite o uso tanto de acervo físico como virtual, o que é uma marca da nova sede de Copacabana. É um tema que contém e encerra todas as dimensões do MIS e todas as linguagens artísticas, com grande potencial tanto de desenvolvimento de conteúdos educativos como de criação de experiências visuais e sonoras. Uma exposição inaugural ideal, portanto. Produção de conteúdo - Cápsula de ColetaConsiderando que a produção artística, musical e cultural a ser retratada na exposição “Eu e meu amigo Orfeu” está presente no fluxo de conexões, encontros e afetos da cultura carioca que, assim como o acervo do MIS, nasce em grande parte dos diálogos ocorridos nos espaços públicos, na rua, que é um verdadeiro patrimônio cultural intangível da cidade do Rio de Janeiro. Assim, entende-se que parte do conteúdo da primeira exposição temporária do MIS deve partir também de uma escuta das ruas, da população carioca, registrando seus saberes sobre a produção cultural negra da cidade. Nesse sentido, será produzida uma Cápsula de Coleta MIS que irá percorrer durante 02 meses, prévios a inauguração da exposição, praças, parques e/ou escolas da cidade. O cidadão ao entrar na cápsula assistirá a um vídeo ou ouvirá um áudio e/ou música sobre a cultura negra carioca, ato contínuo será convidado a deixar um depoimento, a partir de suas vivências, memórias e previsões futuras, sobre o tema da exposição. Este conteúdo será editado e utilizado na composição da exposição e nas redes sociais do Museu para divulgação da exposição.No mês de inauguração da exposição será realizada uma palestra com os curadores da exposição, no auditório da nova sede do MIS, proporcionando ao público maior proximidade com as reflexões que cercam o projeto curatorial. (2) Programa educativo Cinema MIS nas Escolas Consiste no desenvolvimento de ações de difusão e produção de conhecimento a partir da produção cinematográfica e de audiovisual brasileira que dialoguem com o conteúdo da exposição e com o acervo do museu. De acordo com a Lei 13.006/2014 é obrigatória a exibição de filmes nacionais como componente curricular complementar integrada à proposta pedagógica das escolas básicas por, no mínimo, 02 (duas) horas mensais. Nessa linha, serão selecionados 05 filmes relacionados à temática da exposição para serem apresentados em sessões de cinema em escolas públicas de ensino médio do território do Museu. As escolas serão indicadas pela Secretaria de Estado de Educação, e preferencialmente estarão localizadas no território do Museu a fim de estabelecer vínculos com a vizinhança. Será desenvolvida uma trilha de conhecimento com sugestões de atividades a partir dos conteúdos dos filmes, que será oferecida aos educadores (previamente a sessão de cinema) para aprofundarem a temática com os alunos em sala de aula. Após a sessão, será promovido um debate com um dos curadores e/ou diretores dos filmes ou especialista no tema e os alunos e professores das escolas. Ainda, é possível que a cápsula de coletas esteja presente em algumas das escolas para colher depoimentos dos alunos para a exposição. Esta ação visa aproximar a nova sede de seu território, os alunos que participarem desta ação estarão convidados, com direito a um acompanhante, a fazerem uma visita ao Museu e à exposição quando inaugurada. O projeto prevê em seu orçamento a realização da ação em escolas do território do Museu, atendendo 1000 estudantes. (3) CatálogoSerá produzido um catálogo com tiragem de 3000 exemplares com textos e imagens da exposição e textos escritos pelos curadores e oriundos do Programa Educativo, a fim de se registrar o conteúdo da primeira exposição da nova sede do MIS RJ. O conteúdo será apresentado em português, inglês e espanhol. O catálogo será integralmente disponibilizado na internet acompanhado e audiodescrição para download gratuito. Especificações técnicas: 112 Páginas + Capa com ISBN, formato aberto 44,0 x 25,0 e formato fechado 21,6 x 25,0. 1 Capa em Led 4x1 cores em Couchê Fosco 300 g. 112 Págs em Led 4x4 cores em Couchê Fosco 150 g. Vincado, Dobrado, Alceado, Costurado, Colado Lombada Quadrada e Corte Reto. Laminação Fosca Frente de Capa.
PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTESAcessibilidade Física: A nova sede do Museu da Imagem e do Som estará equipada com rampas e elevadores, bem como, com placas de sinalização em braile e piso podotátil, além de sanitários acessíveis. Deficientes visuais: audiodescrição, áudio-guia, objetos táteisDeficientes auditivos: vídeo-librasDeficientes intelectuais: contaremos com monitores especializados para o atendimento de público especial.PRODUTO FESTIVAL/MOSTRAAcessibilidade Física: As ações presenciais ocorrerão em escolas públicas estaduais selecionadas, preparadas para receber público com deficiência.Deficientes visuais: AudiodescriçãoDeficientes auditivos: Intérprete de librasDeficientes intelectuais: contaremos com monitores especializados para o atendimento de público especial.PRODUTO CATÁLOGOAcessibilidade física: não se aplica.Deficientes visuais: Audiolivro Deficientes auditivos: não se aplica.Deficientes intelectuais: não se aplica.
Para atendimento ao Artigo 46 da IN 23/2025: Todas as atividades serão gratuitas e não haverá comercialização de produtos culturais.Para atendimento ao Artigo 47 da IN 23/2025: PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE - optamos pelo Inciso III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;PRODUTO FESTIVAL/MOSTRA - optamos pelo Inciso III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;PRODUTO CATÁLOGO - optamos pelo Inciso I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);
O proponente será responsável pela Coordenação Geral do projeto e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, como pode ser verificado em outros projetos apresentados e executados com recursos incentivados. Coordenação geral: Fazer Arte Produções Artísticas Ltda. (proponente) Curador da exposição: Hugo SukmanJornalista, curador, roteirista e escritor carioca, Hugo Sukman é curador da nova sede do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, a ser inaugurada em 2023. É autor, entre outros, dos livros “Nara - 1964; (2022, ed. Cobogó), “A história da música brasileira em 100 fotografias” (2021, ed. Bazar do Tempo), “Martinho da Vila – Discobiografia” (2014), “Histórias paralelas - 50 anos de música brasileira” (2012, ambos da editora Casa da Palavra), “Cancioneiro Moacir Santos” (ed. Jobim Music) e Djavan Songbook (Luanda). E das peças musicais “Deixa a dor por minha conta”, sobre a obra de Sidney Miller;“Nara – A menina disse coisas”, sobre a vida de Nara Leão, e “Com amor, Vinicius – Como sobreviver nesta selva escura e desvairada”, a partir da obra de Vinicius de Moraes. Escreve e dirige shows musicais como “Edu Lobo – 70 anos”, no Teatro Municipal do Rio, e participa como crítico musical apresentando shows históricos como “Avenida Samba Canção” (sobre o samba-enredo), de Igor Eça e Paula Santoro, e “Ismael Silva – Uma Escola de Samba”, de Cláudio Jorge e Augusto Martins, sobre vida e obra do compositor. Com 30 anos de experiência em redações, foi crítico de cinema e música, repórter, editor e correspondente do Globo em Paris. Hoje, colabora para várias publicações brasileiras. Dirigiu para a HBO a série “Hoje é dia de música”, sobre a história da música brasileira no século XX. Atualmente, prepara seu primeiro longa-metragem como diretor, o documentário “Aldir Blanc, o ourives do palavreado”, em parceria com o Canal Brasil. Foi curador das exposições oficiais da FLIP em 2012 (sobre Carlos Drummond de Andrade), 2013 (Graciliano Ramos) e 2014 (Millôr Fernandes). Curadora da exposição: Angélica Ferrarez de AlmeidaPós-doutora em Sociologia Urbana pela UENF, pesquisando artes urbanas na Zona Portuária, Angélica é doutora em História Política pela UERJ e mestre em História Social da Cultura pela PUC-Rio, com foco na história social das mulheres no pós-Abolição e na história do samba. Atua nos estudos da diáspora negra, memória, cultura, patrimônio, museus e territórios urbanos. Integra a equipe de curadoria da exposição “Pequenas Áfricas: o Rio que o samba inventou” do Instituto Moreira Salles e já realizou curadorias na Festa Literária das Periferias (FLUP). Foi pesquisadora e educadora em projetos da Redes da Maré, produtora cultural no Fórum Permanente pela Igualdade Racial (FOPIR) e professora convidada no Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da UFRB. Com experiência em consultoria para projetos museais e culturais, é jurada do Estandarte de Ouro do carnaval carioca e professora na Escola Vera Cruz (SP). Publicou artigos sobre memória, museologia e cultura afro-brasileira em revistas acadêmicas nacionais e internacionais, além de atuar na produção de acervos e projetos de extensão voltados à preservação da história e cultura negra.
PERÍODO DE EXECUÇÃO DO PROJETO ATUALIZADO.