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PRONAC 2312438Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Residência Artística “Exercícios para se lembrar: performance, direitos humanos e cidadania”

GEOVANNI LIMA DA SILVA 11803648724
Solicitado
R$ 795,7 mil
Aprovado
R$ 795,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Linha do tempo

  1. 01/01/2023
    Cadastro PRONAC
    Ano 23
  2. 01/03/2024
    Início previsto
  3. 31/03/2025
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
ES
Município
Vitória
Início
2024-03-01
Término
2025-03-31

Resumo

A proposta do projeto "Exercícios para se lembrar: performance, direitos humanos e cidadania" por meio de processos teórico-práticos em Artes Visuais, pretende discutir aspectos ligados a política de cultura, de cidadania, de direitos humanos e de trabalho (economia criativa e profissionalização do fazer cultural), bem como proporcionar o fazer em arte, a partir da relação entre artistas educadores e jovens em situação de vulnerabilidade, atendidos pelos Centros de Referência das Juventudes - CRJ em Vila Velha/ES e pela Secretaria Municipal de Esporte, Cultura, Juventude e Lazer de Horizontina/RS.A proposta corresponde a uma pesquisa poético-artística-pedagógica, fruto do trabalho das(o) artistas e educadores Carla Borba, Geovanni Lima e Vivian Cunha. O projeto é composto por 2 residências artísticas com duração de 15 dias, 30 jovens receberão bolsa incentivo, 4 exposição de artes visuais, projetos educativo com 8 ações de formação e a produção de 3 catálogos;

Sinopse

1ª RESIDENCIA ARTISTICA - residência artísticas coordenadas pelos artistas, educadores e pesquisadores Carla Borba, Geovanni Lima e Vivian Cunha com duração de 15 dias, com carga horária diária de 05 (cinco) horas, envolvendo encontros para a pesquisa em arte, direitos humanos e cidadania e para a criação e produção colaborativa em arte e performance com grupo de 15 jovens. O processo de seleção ficará a cargo da equipe técnica do Centro de Referência das Junventudes - CRJ, em Vila Velha/ES. Será oferecida uma bolsa-pesquisa artística para cada jovem participante, com intuito de garantir a permanência dos mesmos no processo da residência; A residência será realizada no CRJ em Vila Velha/ES. Jovens de 14 a 29 anos. 2ª RESIDENCIA ARTISTICA - residência artísticas coordenadas pelos artistas, educadores e pesquisadores Carla Borba, Geovanni Lima e Vivian Cunha com duração de 15 dias, com carga horária diária de 05 (cinco) horas, envolvendo encontros para a pesquisa em arte, direitos humanos e cidadania e para a criação e produção colaborativa em arte e performance com grupo de 15 jovens. O processo de seleção ficará a cargo da equipe técnica do Departamento da Juventude, da Secretaria Municipal de Esporte, Cultural, Juventude e Lazer de Horizontina/RS. Será oferecida uma bolsa-pesquisa artística para cada jovem participante, com intuito de garantir a permanência dos mesmos no processo da residência; A residência será realizada no MEA - Memorial da Evolução Agrícola, Horizontina/RS. Jovens de 14 a 29 anos. 1ª EXPOSICAO DE ARTES VISUAIS, disponível para visitaçã por, no mínimo, 02 meses, realizada no local de realização da residência em Vila Velha/ES no intuito de apresentar os trabalhos realizados pelas juventudes bolsistas residentes com visitação gratuita e mediação capacitada em arte/educação. Classificação Livre. 2ª EXPOSICAO DE ARTES VISUAIS, disponível para visitação por, no mínimo, 02 meses, no MEA - Memorial da Evolução Agrícola em Horizontina/RS no intuito de apresentar os trabalhos realizados pelas juventudes bolsistas residentes com visitação gratuita e mediação capacitada em arte/educação.Classificação Livre. 3ª EXPOSICAO DE ARTES VISUAIS, disponível para visitação por, no mínimo, 02 meses, no MACRS - Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre/RS no intuito de apresentar os trabalhos realizados pelas juventudes bolsistas residentes nas cidades de Vila Velha e Horizontina, bem como com trabalhos de jovens que participaram das três primeiras edições do projeto (conforme catálogos em anexo) com visitação gratuita e mediação capacitada em arte/educação. Classificação Livre. 4ª EXPOSICAO DE ARTES VISUAIS, disponível para visitação por, no mínimo, 02 meses, no espaço Experimental de Arte, Educação e Direitos Humanos CASA COM JUNTO, em Viória/RS no intuito de apresentar os trabalhos realizados pelas juventudes bolsistas residentes nas cidades de Vila Velha e Horizontina, bem como com trabalhos de jovens que participaram das três primeiras edições do projeto (conforme catálogos em anexo) com visitação gratuita e mediação capacitada em arte/educação. Classificação Livre. ENCONTROS DE FORMACAO (Projeto Educativo/exposições ) - Serão realizados 04 encontros de formação para as equipes de educadores das exposições previstas no projeto, com carga horário de 12h00 em cada cidade, Vila Velha/ES, Horizontina/RS, Porto Alegre/RS e Vitória/ES. OFICINAS EM ARTES VISUAIS (Projeto Educativo/exposições )- Serão realizadas 2 oficinas em Artes Visuais, com carga horária total de 08 (oito) horas, pautada nos processos inerentes a esta proposição, conduzida por artistas e educadores, destinada para pessoas com interesse em arte contemporânea, cultura e políticas de juventude. Público: estudantes de artes, professores, educadores em geral, artistas; RODAS DE CONVERSA(Projeto Educativo/exposições ) - Serão realizadas 02 Rodas de conversa, cada uma com carga horária total de 03 (três) horas, para apresentação pública dos processos inerentes a esta proposição, com participação dos artistas e educadores residentes, jovens bolsistas residentes e curadora; Classificação Livre. CATALOGOS - Produção 03 catálogos com os registros dos processos em arte e trabalhos artísticos produzidos duranate as 2 residêndias com tiragem de 500 exemplares impressos por versão , a serem distribuídos gratuitamente. Total 1.500 catalogos.

Objetivos

O OBJETIVO GERAL do projeto "Exercícios para se lembrar: performance, direitos humanos e cidadania" por meio de processos teórico-práticos em Artes Visuais, pretende discutir aspectos ligados a política de cultura, de cidadania, de direitos humanos e de trabalho (economia criativa e profissionalização do fazer cultural), bem como proporcionar o fazer em arte, a partir da relação entre artistas educadores e jovens em situação de vulnerabilidade, atendidos pelos Centros de Referência das Juventudes - CRJ em Vila Velha/ES e pela Secretaria Municipal de Esporte, Cultura, Juventude e Lazer de Horizontina/RS. O projeto Residência artística "Exercícios para se lembrar: performance, direitos humanos e cidadania" corresponde à realização de 02 residências artísticas de caráter formativo prático-teórico em Artes Visuais voltadas para juventudes em situação de vulnerabilidade no estado do Espírito Santo e Rio Grande do Sul, bem como um conjunto de ações de produção e circulação (exposições e catálogos) das práticas artísticas das juventudes participantes tendo em vista intercâmbios e aprendizados em arte, cultura, direitos humanos e cidadania. Pretendemos ainda, fortalecer a política cultural, fortalecer a política de Cidadania, Direitos Humanos e Trabalho e fortalecer a política de Juventude dos municipios envolvidos. Estimular a produção em artes visuais por meio de formação qualificada;Utilizar a produção em artes visuais como instrumento efetivo para a execução de políticas públicas voltadas para a promoção, proteção e defesa do fazer cultural e dos direitos Humanos; Capacitar indivíduos com interesse em práticas artísticas com processoseducativos. As açoes propostas são todas gratuitas e de carater educativo. Os OBJETIVOS ESPECIFICOS do projeto seguem abaixo e estao organizados por eixos de trabalho: Eixo I: Pedagogia Artística, Formação e Produção em Artes Visuais A proposta envolve a realização de 02 residências artísticas coordenadas pelos artistas, educadores e pesquisadores Carla Borba, Geovanni Lima e Vivian Cunha com duração de 15 dias, com carga horária diária de 05 (cinco) horas, envolvendo encontros para a pesquisa em arte, direitos humanos e cidadania e para a criação e produção colaborativa em arte e performance com grupo de 15 jovens. Será oferecida uma bolsa-pesquisa artística para cada jovem participante, com intuito de garantir a permanência dos mesmos no processo da residência; Será realizada uma residência em Vila Velha/ES no Centro de Referência das Juventudes e em Horizontina/RS no MEA - Memorial da Evolução Agrícola. Eixo II: Exposição em Artes Visuais * 01 exposição em Artes Visuais, disponível para visitação por, no mínimo, 02 meses, realizada no local de realização da residência em Vila Velha/ES no intuito de apresentar os trabalhos realizados pelas juventudes bolsistas residentes com visitação gratuita e mediação capacitada em arte/educação.* 01 exposição em Artes Visuais, disponível para visitação por, no mínimo, 02 meses, no MEA - Memorial da Evolução Agrícola em Horizontina/RS no intuito de apresentar os trabalhos realizados pelas juventudes bolsistas residentes com visitação gratuita e mediação capacitada em arte/educação.* 02 exposições em Artes Visuais, disponível para visitação, por no mínimo, 02 (dois) meses, tanto no MACRS - Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (Porto Alegre/RS), quanto na Casa Com Junto (Vitória/ES), ambas com os trabalhos realizados pelas juventudes bolsistas residentes de Vila Velha/ES e Horizontina/RS, bem como das demais edições do projeto tendo como curadora Carolina Cyrino. As exposições contarão com visitação gratuita e mediação capacitada em arte/educação. Eixo III: Pedagogias Artísticas e Processos de Mediação Cultural O Projeto Educativo das exposições, com coordenação da arte/educadora Adriana Magro, envolverá: * 04 encontros de formação para as equipes de educadores das exposições previstas no projeto, com carga horário de 12h00 em cada cidade, Vila Velha/ES, Horizontina/RS, Porto Alegre/RS e Vitória/ES. * 02 Oficinas em Artes Visuais, com carga horária total de 08 (oito) horas, pautada nos processos inerentes a esta proposição, conduzida pelos artistas e educadores residentes, destinada para pessoas com interesse em arte contemporânea, cultura e políticas de juventude. Público: estudantes de artes, professores, educadores em geral, artistas; *02 Rodas de conversa, cada uma com carga horária total de 2 horas, para apresentação pública dos processos inerentes a esta proposição, com participação dos artistas e educadores residentes, jovens bolsistas residentes e curadora; Eixo IV: Produção de material teórico-científico e registros processuai * Produção 03 catálogos com os registros dos processos em arte e trabalhos artísticos produzidos que compõem esta proposição, com tiragem de 300 exemplares impressos/cada, a serem distribuídos gratuitamente.

Justificativa

CONFORME ARTIGO 1º da Lei 8313/91: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; AINDA, LEVANDO EM CONSIDERAÇÃO O ART. 3º DA LEI DE INCENTIVO: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; O projeto tem seus processos pautados no fazer em Artes Visuais, especificamente um fazer realizado em espaços não formais de ensino que possibilita além do fim em si mesmo (o emprego de técnicas artísticas com finalidade de produção de trabalhos artísticos) a elaboração de mundo e das redes que perpassam as diversas juventudes marginalizadas,atendidas pelos espaços contemplados no projeto das cidades de Vila Velha/ES e Horizontina/RS. Esta proposição considera o fazer em arte, a partir do que é apresentado por Ana Mae Barbosa, que diz que devemos perceber "a arte, como uma linguagem aguçadora dos sentidos, que transmite significados que não podem ser transmitidos por nenhum outro tipo de linguagem, como a discursiva e a científica". Desta maneira, os processos compreendidos aqui potencializarão as reflexões sobre a importância de pensar produções artísticas que promovam e garantam a vida das juventudes, das ressignificações e memórias sobre o território do qual fazem parte e também da afirmação da vida a partir do lugar de fala de cada jovem que vivencia processos de vulnerabilização. A residência artística Residência artística "Exercícios para se lembrar: performance, direitos humanos e cidadania" já está em sua 4a edição e tem como provocação central a pergunta "Em que terra você pisa?", um questionamento que propõe a reflexão sobre as vivências, memórias e ancestralidades de um corpo que habita seu território e, por ele, é atravessado. O exercício proposto na residência configura um debruçar-se sobre as narrativas de si e dos contextos vividos por juventudes brasileiras em situação de vulnerabilidade de duas cidades, Vila Velha/ES e Horizontina/RS, ambas regiões que possuem em comum o solo avermelhado. Horizontina é um município voltado para a vida rural, onde a terra vermelha é o lastro dos hábitos e culturas do território e Vila Velha, um município onde a terra vermelha serve para a construção civil de uma cidade em expansão e que, de forma similar, define a paisagem, o trabalho e as manifestações culturais. O PROJETO SE JUSTIFICA PELA OPORTUNIDADE EM GERAR FORMAÇÃO EM ARTE, CULTURA E DIREITOS HUMANOS PARA JOVENS EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE, BEM COMO AS 4 EXPOSIÇÕES, NAIS QUAIS AS JUVENTUDES BOLSISTA RESIDENTES PODERÃO APRESENTAR SUAS PRÁTICAS ARTÍSTICAS E CULTURAIS A PÚBLICOS DISTINTOS, ALCANÇANDO UM GRANDE PÚBLICO DE TODAS AS CLASSES SOCIAIS, EM LOCAL CENTRAL DE PORTO ALEGRE E VITÓRIA E NOS TERRITÓRIOS DE SUAS COMUNIDADES. GARANTINDO, POR ISSO, NÃO APENAS O AMPLO E DEMOCRÁTICO ACESSO, COMO O FOMENTO DA PRODUÇÃO ARTÍSTICA. NESSE CONTEXTO, AINDA O PROJETO PROPÕE PROJETO PEDAGÓGICO NAS EXPOSIÇÕES COM VISITAS MEDIADAS E FORMAÇÃO QUE AMPLIAM O RECONHECIMENTO E CONTATO COM A ARTE AOS ALUNOS E PROFESSORES DA REDE DE ENSINO DO ESTADO DO RS E ES.

Especificação técnica

RESIDÊNCIA ARTISTICA Duração: 15 dias Locais: Centro de Referencia das Juventudes Vila Velha/ES e MEA - Memorial da Evolução Agricola (Sala Educativo) em Horizontina/RS Carga Horária Total: 75h N de vagas: 15 participantes Publico: Jovens de 24 a 29 anos Ministrantes: Carla Borba, Geovanni Lima e Vivian Cunha Estrutura: Sala ampla, ateleir com materiais diversos disponibilidade de recursos multimidia. As(o) artistas educadores e pesquisadores em Artes Visuais e Dança (Carla Borba é doutora em Artes Visuais pelo PPGAV/UFRGS, Geovanni Lima doutorando em Artes Visuais pela UNICAMP e Vivian Cunha mestranda em Dança pelo PPGD/UFBA) com pesquisas voltadas para a performance, educação, metodologias coletivas e políticas de juventude, as(o) artistas educadores residentes têm como interesse poético os espaços não formais de educação. Esse interesse se dá, sobretudo, por ser o “fazer em arte” a principal metodologia adotada na execução de suas pesquisas, por meio da realização de oficinas, proposições artísticas, performances, intervenções culturais, entre outras. De forma conjunta, os artista educadores residentes têm percorrido espaços não formais de educação em diferentes cidades do estado do Espírito Santo1 (Vila Velha2, Cariacica, Serra, Linhares, Colatina), propondo a realização de residências artísticas, a partir da presença e participação dos jovens atendidos neste espaços (sobretudo os/as que possuem interesse e trabalhos em Artes Visuais). A residência problematiza o contexto onde as/os participantes estão inseridos, tenciona o fazer em arte, produzindo processos poéticos colaborativos e obras conjuntas, tendo a performance como linguagem propulsora. Este método proporciona às juventudes inserção nosistema formal de arte tanto por sua colaboração na residência, quanto através das ações de apresentação dos resultados, a realização de uma mostra e a publicação de catálogo. Teoricamente as questões que norteiam a proposição “Exercícios para se lembrar: performance, direitos humanos e cidadania”, se pautam em processos performativos, a partir dos estudos cunhados por Richard Schechner (2002; 2003; 2011; 2013a; 2013b) e Diana Taylor (2013a; 2013b; 2016). Os autores apresentam a ideia de que tudo é ou pode ser caracterizado como performance, e que mais que uma linguagem do campo da arte, a performance funciona como uma epistemologia, um modo de conhecer, que se dá sobretudo a partir da reiteração de comportamentos inerentes ao repertório de cada sujeito, articulando-se como um método para a transferência de conhecimento. A realização da proposição da residencia têm seus processos pautados no fazer em Artes Visuais. Especificamente um fazer realizado em espaços não formais de ensino que possibilita além do fim em si mesmo (o emprego de técnicas artísticas com finalidade de produção de trabalhos artísticos) a elaboração de mundo e das redes que perpassam as diversas juventudes marginalizadas, atendidas nesses espaços, ratificando os apontamentos de Schechner e Taylor. Esta proposição considera o fazer em arte, a partir do que é apresentado por Ana Mae Barbosa, que diz que devemos perceber “a arte, como uma linguagem aguçadora dos sentidos, que transmite significados que não podem ser transmitidos por nenhum outro tipo de linguagem, como a discursiva e a científica”. Desta maneira, os processos compreendidos aqui potencializarão as reflexões sobre a importância de pensar produções artísticas que promovam e garantam a vida das juventudes, das ressignificações e memórias sobre o território do qual fazem parte e também da afirmação de vida a partir do lugar de fala de cada jovem que vivencia processos de vulnerabilização. Será pelo fazer artístico, ou seja, por meio da arte e cultura que as juventudes que participarão desta proposição elaborarão seus contextos, os pensando e criando possibilidades de ressignificação. Essa ressignificação poderá ser pela adoção da carreira artística e pelo entendimento do fazer em arte como possibilidade de emprego formal, por exemplo. EXPOSICOES DE ARTES VISUAIS - Mostra de resultados Vila Velha/ES Duração: minimo 2 meses Local: CRJ de Vila Velha Público estimado: 5.000 pessoas Classificação: Livre EXPOSICOES DE ARTES VISUAIS - Mostra de resultados Horizontina/RS Duração: minimo 2 meses Local: MEA - Memorial da Evolução Agricola Público estimado: 3.500 pessoas Classificação: Livre EXPOSICOES DE ARTES VISUAIS " Exercicios para se lembrar" em Porto Alegre Duração: minimo 2 meses Local: MACRS - Museu de Arte Contemporanea do RS, Porto Alegre/RS Público estimado: 12.000 pessoas Classificação: Livre EXPOSICOES DE ARTES VISUAIS " Exercicios para se lembrar" em Vitória Duração: minimo 2 meses Local: CasaComJunto, Vitória/ES Público estimado: 3.000 pessoas Classificação: Livre PROJETO EDUCATIVO DAS exposições O projeto educativo das exposições previstas nessa proposta convidará o público visitante das exposições para discutir sobre os seguintes eixos temáticos: corporaldade e território, memória, performance e direitos humanos. Estes conceitos balizarão a prática do projeto educativo, tanto no seu processo de formação, quanto na articulação e diálogo com os públicos. A medida que os trabalhos das juventudes residentes suscitam questões que perpassam variadas produções, o propósito da ação educativa não será o de dialogar com o público somente no contato com as produções artísticas mas também com questões próprias da arte contemporânea, como efemeridade, corporalidade, presentificação da obra e interação entre artista e público. O espaço expositivo neste caso não será mais concebido dentro dos moldes do cubo branco, vislumbrando uma relação distanciada e neutra com a obra, mas como um modelo de estúdio ou laboratório da prática experimental, tal como Claire Bishop informa ter ocorrido em centros de arte contemporânea recentemente inaugurados. O projeto educativo das exposições compreende um processo de formação dos mediadores, professores e público. A formação será dividida, portanto, em quatro diferentes momentos: 1. Formação dos mediadores e educadores; 2. Oficina em Artes Viduais para publico geral interessado; 3. Rodas de conversa para apresentação pública dos processos inerentes a esta proposição, com participação dos artistas e educadores residentes, jovens bolsistas residentes e curadora; ENCONTROS DE FORMACAO (Projeto Educativo/exposições ) - Serão realizados 04 encontros de formação para as equipes de educadores das exposições previstas no projeto, com carga horário de 12h00 em cada cidade, Vila Velha/ES, Horizontina/RS, Porto Alegre/RS e Vitória/ES. Locais: Centro de Referencia das Juventudes Vila Velha/ES; MEA - Memorial da Evolução Agricola (Sala Educativo) em Horizontina/RS; MACRS e CasaComJunto Carga Horária: 12h00 N de vagas: 25 participantes Publico: Educadores, estudantes universitários, artistas e publico geral interessada em educação em espaços nao formais; Ministrantes: Educadores em coordenação de Adriana Magro OFICINAS EM ARTES VISUAIS (Projeto Educativo/exposições )- Serão realizadas 2 oficinas em Artes Visuais, com carga horária total de 08 (oito) horas, pautada nos processos inerentes a esta proposição, conduzida pelos artistas e educadores residentes, destinada para pessoas com interesse em arte contemporânea, cultura e políticas de juventude. Público: estudantes de artes, professores, educadores em geral, artistas; Locais: MACRS, Porto Alegre/RS e CasaComJunto, Vitoria/ES Carga Horária: 08h00 N de vagas: 25 participantes Publico:estudantes de artes, professores, educadores em geral, artistas Ministrantes: Educadores em coordenação de Adriana Magro RODAS DE CONVERSA(Projeto Educativo/exposições ) - Serão realizadas 02 Rodas de conversa, cada uma com carga horária total de 03 (três) horas, para apresentação pública dos processos inerentes a esta proposição, com participação dos artistas e educadores residentes, jovens bolsistas residentes e curadora; Classificação Livre. Locais: Centro de Referencia das Juventudes Vila Velha/ES; MEA - Memorial da Evolução Agricola (Sala Educativo) em Horizontina/RS Carga Horária: 03h N de vagas: 50 participantes Publico:publiuco em geral intererssado em arte, cultura, direitos humanos e cidadania Ministrantes: Educadores em coordenação de Adriana Magro CATALOGOS - Produção 03 catálogos com os registros dos processos em arte e trabalhos artísticos produzidos duranate as 2 residêndias com tiragem de 500 exemplares impressos por versão , a serem distribuídos gratuitamente. Total 1.500 catalogos. (Impressao de Catálogo - Opção 1, Form.Aberto 400 x 260 mm, Form.Fechado 200 x 260 mm, Capa, formato 400 x 260 mm em () Polen Bold 90 g/m2, 4x4 cores(Digital), Miolo 60 págs. em () Polen Bold 70 g/m2, 4x4 cores( C, M, Y, K), Dobra Automática(Miolo), Alceado, Grampo Canoa, Corte final, Acondicionado em Plástico) Contratação de serviço.

Acessibilidade

PRODUTO: RESIDENCIA ARTÍSTICA E EXPOSIÇÕES DE ARTE ACESSIBILIDADE FÍSICA No âmbito físico, o MACRS possui da instituição são acessíveis;Há rampa para pessoas com deficiência de mobilidade. Elevadores, telefones e banheiros são adaptados às necessidades de mobilidade.NA EXPOSIÇÃO Produção de uma experiência sonora, para atender às pessoas com deficiência visual, onde narrativa expográfica será passada de forma lúdica e acessível;Disponibilização de áudio guia, para atender pessoas que desconhecem as linguagem ou idioma do conteúdo da exposição (previsão de áudio guia em português );Disponibilização de intérprete de libras para as ações formativas do projeto, para atender PcD(Rubrica orçamentária: intérprete de libras);Desenvolvimento de recursos multissensoriais, para compor a narrativa expográfica e auxiliar pessoas com deficiência visual e as pessoas com espectros, síndromes ou doenças que geram alguma limitação ao conteúdo proposto. Esses recursos serão implementados para estimular a vivência/absorção dos conteúdos, de forma lúdica e interativa, com a produção de objetos cênicos e artísticos que exploram o conhecimento através de outros sentidos para além da visão, tais como o olfato, a audição, tato, etc. (Rubrica orçamentária: Desenvolvimento de recursos multissensoriais);Desenvolvimento de projeto educativo inclusivo, onde monitores (contratados pelo projeto serão orientados às múltiplas abordagens artística e educativa que a exposição propõe, além da implementação de estratégias de comunicação alternativa para pessoas com deficiência intelectual, com abordagens pensadas para promover a facilitação do acesso ao conteúdo proposto (recursos multissensoriais, linguagem objetiva e acessível, áudio guias, etc) (Rubrica orçamentária: consultor de acessibilidade e coordenador pedagógico);

Democratização do acesso

O projeto é interamente gratuito e com foco no processo de democratização, pelo atendimento a jovens em situaçao de vulnerabilidade e a suas comunidades.

Ficha técnica

LIMA&SILVA ARTE E CULTURA (Realizadora, Gestora Administrativa, Gestora Financeira) A Lima&Silva Produções, tem sua atuação desde 2017 através da produção de diversos eventos e festivais na cidade de Vitória. Com o objetivo de sempre promover conhecimentos, encontros e trocas entre sujeitos ativos em suas áreas de atuação. Além de movimentar a cena cultural e artística no município. Promovendo eventos de formação, oficinas,rodas de conversa, competições de dança, nas áreas de Artes Visuais, da cultura Hip Hop em geral, das Danças Urbanas, das questões étnicoraciais, LGBTQIAP+. Geovanni Lima (Coordenador Geral e Artista educador residente) Geovanni Lima (ES) é artista e performer; Doutorando (2021-2025) e Mestre em Artes Visuais (2021) pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP; Especialista em Artes na Educação pela Faculdade de Vitória (2021); Licenciado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Espírito Santo - UFES (2014 - 2018). Indicado ao Prêmio Pipa (2021, júri especializado) e finalista do Prêmio Pipa Online (2021, voto popular). Membro dos grupos de pesquisa CNPq/UFES: Entre - Educação e Arte Contemporânea e 3P - Práticas e Processos de Performance. É um dos proponentes do projeto PERFORME-SE - Festival de Performance, além de coordenar o Festival Lacração - Arte e Cultura LGBTQIA +. Em sua poética artística atua a partir da investigação das relações entre corpo, sociedade e subjetividades, articulando questões sobre os marcadores que meu corpo sofre enquanto homem negro, em íntimo diálogo com meus acervos memoriais e dentro de uma concepção de performance que amalgama sua trajetória como artista e biografia. Atualmente tem se interessado por aspectos ligados à diáspora negra, arte contemporânea e performance. Com relação à produção em poéticas visuais apresentou trabalhos de performance, vídeo-performances e desmontagens poéticas em exposições, seminários e festivais na Cidade do México (MEX), Rio Grande (RS), Florianópolis,Joinville (SC), Curitiba (PR), São Paulo (SP), Uberlândia (MG), Macapá (AP), região metropolitana de Vitória (ES), entre outros; Idealizador e Coordenador do Festival Lacração – Arte e Cultura LGBTI+ e do Performer-se – Festival de Performance. Carla Borba (Coordenadora Pedagógica e Artista Educadora residente) Carla Borba (ES) é artista visual, educadora, pesquisadora, produtora cultural e gestora de projetos. Sua prática artística envolve relações entre performance, imagem, jogo e processos colaborativos. Doutora e mestre em Artes Visuais pelo PPGAV/UFRGS. Licenciada e bacharel em Artes Visuais, especialista em Gestão de Projetos pela PPGEconomia/UFRGS. Sua pesquisa teórico-prática parte do corpo como dispositivo de reflexão sobre a construção de narrativas contemporâneas em torno das pedagogias contra hegemônicas, gênero, étnico-racial,memória e coletividade com o objetivo de contribuir para a formação de profissionais com habilidades socioemocionais em consonância com os desafios sociais. Educadora com experiência no ensino superior e básico, assim como em espaços não formais de educação, (públicos e privados) desde 2007 desenvolvendo atividades referente à pesquisa, gestão e produção executiva de programas de educação artístico-culturais. Além de atuar na coordenação e supervisão de equipes museais, bem como na formação de educadores, professores e estudantes. Em 2022 atuou como consultora técnica em programas socioeducativos para o Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul – MACRS, situado em Porto Alegre/RS e para o Instituto John Deere, Horizontina/RS. Foi analista técnica na área de Gestão de Projetos e Convênios do Serviço Social da Indústria SESI-RS (2006 - 2010). Atuou como professora substituta no Curso de Artes da Universidade Federal do Espírito Santo-UFES (2014-2016). Coordenou e produziu projetos e equipes multidisciplinares no Setor Pedagógico da Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul, como o projeto “Conversas de Campo” da 9 Bienal do Mercosul I Porto Alegre (2013) e o Espaço Educativo da CASA M na 8 Bienal do Mercosul (2011). Desenvolveu atividades de formação para professores no Museu de Arte do Espírito Santo – MAES (2014 e 2015) e no Centro Cultural Sesc Glória (2015). Durante 2019 e 2021 fez a gestão do Setor Educativo da Fábrica de Arte Marcos Amaro - FAMA Museu, Itu/SP onde desenvolveu ações e projetos diversos com ênfase nas ações de protagonismo da comunidade da cidade. Participou de encontros de performances e exposições coletivas entre as quais destacam-se: “Linha-materia”, MUBE, São Paulo/SP (2021); "In Loqus – Mostra de Performance", Sesc Santo Amaro, São Paulo/SP, (2018);“Projeto Instauração”, Sesc Belezinho, São Paulo/SP (2017); “Boteco da Diversidade: Feminismo, Sesc Pompéia, São Paulo/SP (2017); “Convergência - Mostra de Performance Arte - SESC/TO (2016)”; Humanas Interlocuções, Fundação Vera Chaves Barcellos, Porto Alegre/RS (2016); Projeto DeIGeneradas, SESC Santana, São Paulo/SP (2015); Recebeu a Bolsa Residência da Fundação Iberê Camargo em 2002. Indicada ao Prêmio PIPA 2019. Possui obras em coleções públicas e privadas entre as quais se destacam: Fundação Vera Chaves Barcellos, MAC-RS e MARGS-RS. Vivian Cunha (Produtora Cultural ES / Artista Residente) Bailarina profissional (DRT 001969/ES), atriz, educadora social, produtora cultural, instrutora de danças urbanas e modelo fotográfico. Mestranda no Programa de Pós Graduação em Dança da Universidade Federal da Bahia (UFBA), universidade na qual cursa a Licenciatura em Dança. Pós-graduada em Dança com habilitação em Dança-Terapia pela Faculdade de Ciência e Educação do Caparaó, FACEC, Vitória/ES. Graduada em Administração (2018), busca em sua prática artística alinhar os conhecimentos técnicos da área administrativa, como por exemplo produção executiva, e o fazer artístico. Possui formação em Qualificação Profissional em Dança Contemporânea pela FAFI- Escola Técnica Municipal de Teatro, Dança e Música, Vitória/ES (2014). Bailarina e atriz no Coletivo Emaranhado e integra como bailarina o Grupo de Dança Afro Negraô. Como atriz, tem participado, desde 2018, de filmes curtas e propagandas para TV em Vitória/ES e em Salvador/BA. É oficineira de danças urbanas desde 2013, promovendo aulas, treinos e workshops de Dancehall. É pesquisadora da dança desde 2007 e a datar de 2016 tem se aprofundado nas pesquisas voltadas para o corpo, identidade e memória, a partir das danças afro orientadas,com aprofundamento na dança urbana jamaicana Dancehall, e tem participado de formações nacionais, como o Congresso Dancehall Brazil (SP), Dancehall Brazil Weekend (GO), dentre outros e internacionais como o evento Dancehall Master World, em Lima no Peru. Participou em abril de 2023 do Dance Afrique Experimental Flow, formação em danças do continente e da diáspora africana, na École de Sables, em Toubab Dialaw, no Senegal/África. Como produtora cultural, atua desde 2011, na escrita e produção executiva junto a editais públicos e leis de incentivo e fomento à cultura. Produtora nos coletivos Arte da Rua, Dancehall 027 e na Lima e Silva produções, atua na realização de eventos, festivais e formações na área das danças urbanas, da cultura Hip Hop de forma geral, artes visuais e das relações étnico raciais, no estado do Espírito Santo, como o Lacração - Festival de Arte e Cultura LGBTQIAPN+, a residência artística Exercícios para Se Lembrar, Encontro de Hip Hop: formação e cypher e Rodas de breaking: diálogos do corpo negro, o Festival Dancehall 027, que é uma das iniciativas de difusão da cultura Dancehall no Estado do Espiriot Santo, e acontece em Vitória/ES, desde 2019. E neste ano de 2023 trouxe a jamaicana Kimiko Versatiles, para ministrar um workshop em Vitória, em parceria com a Academia Dancehall de São Paulo. Carina Dias (Produtora Cultural RS) Carina Dias é produtora executiva e gestora cultural. Vem atuando nessas funções há vinte anos, tendo contribuindo para as instituições e os eventos culturais mais relevantes da cidade de PortoAlegre. O destaque de sua experiência dá-se no âmbito cultural institucional, onde foi coordenadora de produção executiva por oito anos na Fundação Iberê Camargo e diretora de produção executiva, por seis anos, na Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul. Nessas renomadas instituições adquiriu prática de coordenação deequ ipes e projetos, gestando os fluxos e as dinâmicas das equipes de curadoria, diretoria, comunicação, programa educativo, acervo e editorial. Atualmente tem atuado junto ao Grupo Casa Com Junto no estado do Espírito Santo, no desenvolvimento de atividades de artes, educação e direitos humanos. Carolina Cyrino (Curadora das exposições) Doutora em Sociologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS. Mestre em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Espírito Santo - UFES. Bacharel em Serviço Social pela Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória - EMESCAM. Pós-doutorando no Programa de Ciências Sociais da Universidade Federal do Espírito Santo. Pesquisadora vinculada ao Núcleo de Estudos Afro-brasileiros, indígenas e Africanos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, através do Grupo de Trabalho LUTA, coordenado pelo Prof. Dr. José Carlos Gomes dos Anjos e do Núcleo de Estudos em Transculturação, Identidade e Reconhecimento (NETIR-UFES) da Universidade Federal do Espírito Santo. Membro da Equipe Editorial da Revista Simbiótica, do PGCS/UFES Foi pesquisadora-discente da CAPES e desenvolve palestras e pesquisas sobre racismo científico, eugenia, pós-abolição e processos civilizatórios de povos tradicionais e populações negras. Pesquisa e estudos vinculam-se ainda nas áreas de sociologia das relações de poder, estudos pós e anti-coloniais, processos de racialização, juventudes e território. Co-autora do livro Brasil e Haiti: racismo, ciência, lutas históricas e dramas atuais. Coordena o Grupo de Trabalho 20 - Sociologias Emergentes, Estudos Culturais e Pós(De)Coloniais. Atuou como professora voluntária do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal do Espírito Santo. Atua profissionalmente na área de Direitos Humanos, como Coordenadora Geral no Centro de Referência das Juventudes da Secretaria de Estado de Direitos Humanos do Espírito Santo. Adriana Magro (Coordenadora Projeto Educativo das Exposições) Pesquisadora em Análise de Discurso e Processos de Significação (PPGMPE/UFES), professora associada no Departamento de Linguagens, Cultura e Educação (CE/UFES) e do Programa de Pós Graduação Mestrado Profissional em Educação. Doutora em Educação pela Universidade Federal do Espírito Santo – UFES, com estágio doutoral em Semiótica da Cultura na L’Università Sapienza di Roma - ITÁLIA. Graduada em Artes Visuais e especialista em História e teoria da Arte: Modernidade e Pós Modernidade pela Universidade Estadual de Londrina – UEL. É membro dos grupos de pesquisa: GEPEL (Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação e Linguagens/UFES), do GPARTEEDU (Grupo de Pesquisa Arte na Educação, na formação de professores e no currículo escolar USP/SP) e do CPS (Centro de pesquisas Sóciossemióticas CPS/PUC-SP e CNRS-FRANÇA). Tem experiência de pesquisa em análise de discurso verbal, visual, verbo visual e sincrético, educação não formal e formal e ensino de arte. Além disso, já atuou no terceiro setor em diálogo com grupos sociais e movimentos organizados. Thais Rossi (Coordenação de comunicação ) Formada em Jornalismo pela FAESA - Faculdades Integradas Espírito Santenses, onde também realizou sua Pós-Graduação em MBA em Gestão Estratégica de Pessoas com Ênfase e Liderança em Inovação. Seu campo de atuação perpassa pela área de comunicação e gestão de pessoas. No âmbito profissional, trabalhou como Oficial de Gabinete (2012-2016) e atualmente trabalha como Editora pelo jornal ESHOJE. Já na área de pesquisa, realizou publicações importantes no âmbito social e político, como por exemplo: Do Feminino ao Feminismo: Do Feminino ao Feminismo: Uma Análise de Reportagens na Revista AzMina - Comunicação, Mídias e Educação 2, Atena Editora Famílias querem, outra vez, sair da Piedade; Instituto cobra efetividade de Plano de Ação. Ocupar prédios: entre sobreviver e morrer tentando

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Locais de realização (4)
Vila Velha Espírito SantoVitória Espírito SantoHorizontina Rio Grande do SulPorto Alegre Rio Grande do Sul