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O projeto trata-se da produção de um livro de valor artístico e documental, inédito, retrospectivo da obra da artista plástica, de importante atuação na cena brasileira das artes, desde os anos 60. O Livro é composto dos principais trabalhos realizados ao longo dos 50 anos de sua carreira, contendo relatos de artistas e críticos de arte a respeito da artista e de sua obra, bem como do seu legado para a arte e a cultura brasileira.
A Artista - MARIA DO CARMOS SECCO 1933 - Ribeirão Preto, SP – 2013 - Rio de Janeiro, RJ - Artista, curadora e professora. Muda-se para o Rio de Janeiro em 1935, aos 2 anos de idade. Estuda pintura na Escola Nacional de Belas Artes - ENBA. Em 1963, freqüenta os cursos de técnica de pintura e crítica de arte no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ, onde é orientada por Ivan Serpa (1923 - 1973). Um ano depois, realiza sua primeira exposição individual na Galeria Vila Rica, no Rio de Janeiro. Na década de 1960, dedica-se ao ensino de arte para crianças na Escolinha de Arte do Brasil e em colégios particulares e funda o Curso de Arte Amarelinha. Participa das Bienais Internacionais de São Paulo em 1965 e 1967, e conquista, nesta última, o prêmio de aquisição do Itamaraty. Em 1966, integra o grupo de artistas da exposição Opinião 66, no MAM-RJ; e no ano seguinte, na mesma instituição, participa da mostra "Nova Objetividade Brasileira", organizada por Hélio Oiticica e Frederico Morais. Artista formadora do movimento de arte Nova Figuração Brasileira. Na década de 1970, passa a trabalhar com Super-8, por influência de seu marido, Dileny Campos. Em 1971 e 1974 expõe no Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM-SP. Nos anos 1980, seus trabalhos passam a explorar a relação entre desenho e pintura. Em 1982 muda-se para Belo Horizonte, onde leciona desenho e pintura na Escola Guignard. Faz a curadoria das exposições itinerantes Brasil Pinturas, em 1983, e Brasil Desenhos, em 1984, promovidas pela Fundação Nacional de Arte - Funarte. Em 1992, retorna ao Rio de Janeiro. Em 1993 começa a lecionar desenho e pintura na Escola de Artes Visuais do Parque Lage - EAV/Parque Lage, e no final deste mesmo ano, torna-se diretora da EAV junto com Luiz Alphonsus de Guimarães e Xico Chaves, permanecendo no cargo até 1995. Lecionou na EAV até o ano de 2013. Nos anos 2000, 2005 e 2007 participa da coletiva "Novas Aquisições, Coleção Gilberto Chateaubriand", no MAM-RJ. Atuou ativamente nas artes plásticas por cinco décadas, realizando diversas exposições individuais e participando de várias mostras coletivas, até o seu falecimento, em 2013, aos 80 anos de idade, no Rio de Janeiro. Maria do Carmo recebe premiações nos seguintes salões e bienais: IX BISP (1967); XXII SMBA, MAP, BH (1967); IV SAM II, RJ (1967); II Salão de Ouro Preto, MG (1968); Salão dos Transportes, MAM-RJ (1969); XII SNAPBH, MAP (1981); III Mostra do Desenho Brasileiro, Curitiba (1981). Participou da VIII BISP (1965); I Salão Esso de Artistas Jovens, MAM-RJ (1965); I e II Bienal da Bahia, Salvador (1966-68); Salão da Caixas, Petite Galerie, RJ (1967); IV Salão de Arte Moderna do Distrito Federal, Brasília (1967); Salão de Arte do Paraná, Curitiba (1968); II Bienal do Peru, Lima (1968); IX Salão de Arte Contemporânea de Campinas, SP (1970); Bienal do México (1980); V Salão Nacional de Artes Plásticas, MAM-RJ (1982). Participou, entre outras, das seguintes coletivas: Proposta 65, FAAP, SP (1965); Opinião 66, MAM-RJ (1966); Vanguarda Brasileira, Reitoria da UFMG, BH (1966); Nova Objetividade Brasileira, MAM-RJ (1967); O Rosto e a Obra, Galeria do ICBEU, RJ (1967); O Artista Brasileiro e a Iconografia de Massa, Escola Superior de Desenho Industrial, RJ (1968); I Exposição Internacional de Dibujos, Porto Rico (1968); Arte Pública, Aterro do Flamengo, RJ (1968); Exposição de Pintura, Paço das Artes, SP (1969); Desenhistas Brasileiros, Maison de France, RJ (1970); Panorama de Arte Brasileira, MAM-SP (1970/71/74); 28 Artistas Expõem em Museus da América Latina (1975); Mostra Experimental de Filmes Super 8, Galeria Maison de France e MAM-RJ (1977); Arte Actual da Iberoamérica, Instituto de Cultura Hispânica, Madri (1977); Objeto na Arte, Brasil Anos 60, FAAP (1978); Multimedia Internacional, ECA/USP (1979); Contemporary Works on Paper by 49 Brazilian Artists, Nobé Gallery, Nova York (1979); Arte Heligráfica, Pinacoteca de São Paulo (1981); Do Moderno ao Contemporâneo, Coleção Gilberto Chateaubriand, MAM-RJ (1981); Que Casa é essa da Arte Brasileira?, Galeria Gravura Brasileira, RJ (1982); Arquitetura da Terra, Solar Grandjean de Montigny, RJ (1982); Arte na Rua, MAC/USP (1983); Velha Mania, Parque Lage (1985); Connections Project/Conexus, The Museum of Contemporary Hispanic Art, Mocha, Nova York (1987) e MAC-USP (1989); O Eterno Efêmero, Petite Galerie (1988); Latin American Drawings Today, San Diego Museum of Art, Califórnia, EUA (1991); Preto no Branco e/ou..., Parque Lage (1994); Bienal Brasil Século XX Formação da Arte Contemporânea, Fundação Bienal de São Paulo (1994); Retrospectiva do Fernando Pedro Escritório de Arte, Museu Mineiro, BH (1994); Exposição de Arte Brasileira, Centro de Artes Calouste Gulbekian, RJ (1996); Anos 70 Fotolinguagem, Escola de Artes Visuais do Parque Lage, RJ (1997); Formação da Arte Contemporânea em Belo Horizonte, MAP (1997); Novas Aquisições Coleção Gilberto Chateubriand, MAM-RJ (2000); Situações: Arte Brasileira Anos 70, Casa França-Brasil (2000); O Século das Mulheres Algumas Artistas, Casa de Cultura de Petrópolis (2000). Fez as seguintes individuais: Galeria Vila Rica, RJ (1964); Galeria Guignard, BH (1966); Galeria Fátima, RJ (1967); Petite Galerie (1968/76/87); Galeria do ICBEU, RJ (1969); Documenta, SP (1969); Paço das Artes, SP (1969); Galeria Grupo B, RJ (1973); Galeria Arte Global, SP (1975); Galeria Saramenha, RJ (1978/81/83); Casa do Brasil, Roma (1981); Galeria de Arte da UFF (1984); Galeria Paulo Klabin, RJ (1987); Galeria Gesto Gráfico, BH (1988); 110 Arte Contemporânea, RJ (1989); Fernando Pedro Escritório de Arte, BH (1991); Galeria Cândido Mendes, RJ (1992); Parque Lage, RJ (1994); UERJ, RJ (1994); Centro de Artes Calouste Gulbekian (1994); Paço Imperial, RJ (1995-99); Centro Cultural UFMG (1995); Casa de Cultura Laura Alvim, RJ (1997); Centro Cultural Banco do Brasil, RJ (2001). Tem obras nos acervos do Centro Cultural UFMG, MAP, Paço das Artes, MAM-RJ, MAC-Campinas, MNBA e Centro Cultural Cândido Mendes, RJ. Livro da obra completa do artista Maria do Carmo Secco, documentando e reunindo sua trajetória artística. Trabalho de vanguarda desde os anos 60, o questionamento do papel do feminino na sociedade, a participação no movimento das artes Nova Figuração Brasileira, a pop arte no Brasil, a evolução de sua obra em diferentes suportes, a comunicação entre a pintura e o desenho. Além das muitas mostras individuais, a participação em importantes mostras coletivas do cenário brasileiro das artes, como Bienais de São Paulo, Opinião 66 e Nova Objetividade Brasileira entre outras. A colaboração para a da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, como diretora em 1993 a 1995, e como professora por mais de 20 anos na instituição. O livro será dividido em 7 capítulos conforme sua obra é dividida: Pinturas, desenhos, objetos, instalações, fotografias, estudos e rascunhos, e de forma cronológica. Nesta documentação, o estilo de Maria do Carmo Secco é mostrado em entrevistas com a artista e em textos e depoimentos de seus principais críticos e curadores de arte brasileiros, que escreveram sobre o trabalho da artista ao longo de sua carreira, como Paulo Herkenhoff, Fernando Cocchiarale, Frederico Morais entre outros. Críticos e curadores, ainda a definir, serão convidados a escrever sobre cada período de sua obra. Ressaltamos que trata-se apenas de uma sinopse sucinta do livro, que oportunamente será desenvolvida em mais detalhes ao longo da execução deste projeto para que, então finalmente, o texto final seja definido. Transcrições de trechos da fala de Paulo Herkenhoff "Eu sempre penso assim, ah, Maria do Carmo merece uma retrospectiva, merece um livro, merece ser vista e respeitada nas suas diversas partes, porque tudo ali é valioso, igualmente valioso. Isso é injustiça com ela, isso é injustiça com a cultura, ela fez o que tinha que fazer, mas isso é ruim para nossa sociedade. Maria do Carmo precisa estar no mundo, não é só o Brasil, ela não é um fenômeno brasileiro, é um fenômeno latino-americano. Ela dialoga com as mulheres radicais."
O livro MARIA DO CARMO SECCO - vai documentar a obra e reconhecer o valor artístico da artista brasileira, que se dedicou às artes plásticas por mais de 50 anos, até seu falecimento, em 2013. Maria do Carmo Secco é uma das formadoras do movimento Nova Figuração Brasileira, nos anos 60, que está intimamente ligado aos rompimentos da pop art, que consiste em mudar o tratamento da figura, após o esgotamento da abstração geométrica e informal. Os artistas oscilavam entre usar como objeto da obra de arte motivos de crítica e de neutralidade ideológica. Desde então veio desenvolvendo seu trabalho entre os meios do desenho, da pintura, da instalação. Este projeto compreende ações que se enquadram, fundamentalmente, nos seguintes incisos do Artigo 2º do Decreto nº 10.755/2021: II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura. Objetivos Específicos - Publicação do livro " Livro - Maria do Carmo Secco" impressão de 3.000 exemplares. Distribuição Gratuita de 750 exemplares. Terá versão em audiobook e formato Daisy - acesso gratuito nas principais platormas digitais. Contrapartida Social: Palestra sobre a trajetoria da Artista
A solicitação de apoio ao projeto junto ao Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cultura se justifica pelo fato de que a Lei de Incentivo é imprescindível para democratizar a cultura em todo o País. O projeto propõe o acesso da população aos bens e serviços culturais, como no caso do livro e da produção da literatura nacional e internacional com a finalidade de fomentar a produção cultural e artística brasileira em conformidade com os seguintes artigos e incisos da Lei 8313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3º da Lei 8313/91 II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) Levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
Livro: Capa Dura 4x1 Papel Especial 170 g/m2 Markatto StilleFechado 230 x 290 mm, Aberto 460 x 290 mm,DobradoLaminação Frente BOPP Fosco e Verniz High Print Frente2 Guardas 4x4 Papel Especial 170 g/m2 Markatto StilleFechado 230 x 290 mm, Aberto 460 x 290 mm,DobradoVerniz Base D´Água Fosco Frente e Verso /Miolo 320 Páginas 4x4 Papel Especial 135 g/m2 Garda Pat KiaraFechado 230 x 290, Aberto 460 x 290, Dobrado Verniz Base D´Água Fosco Frente e Verso
Livro: Acessibilidade física: A publicação do livro acontecerá em local que atenda às medidas de acessibilidade para pessoas com deficiência física: rampas de acesso, corredores amplos, banheiros adaptados. Item na planilha: Não se aplica. Acessibilidade visual: O Livro contará com a versão audiobook inteiramente gratuita para pessoas com deficiência visual - Item na planilha: Audiobook e formato Daisy Acessibilidade auditiva: Contará com intérprete de libras para tradução simultânea para pessoas com deficiência auditiva. Item na planilha: Intérprete de libras. Contrapartida Social: Acessibilidade física: A Palestra acontecerá em local que atenda às medidas de acessibilidade para pessoas com deficiência física: rampas de acesso, corredores amplos, banheiros adaptados. Item na planilha: Não se aplica. Acessibilidade visual: O curso contará com material impresso em braile sobre o tema, para pessoas com deficiência visual Item na planilha: Impressão em braile. Acessibilidade auditiva: O curso contará com intérprete de libras para tradução simultânea para pessoas com deficiência auditiva. Item na planilha: Intérprete de libras.
DA DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS CULTURAIS RESULTANTES DO PROJETO - ARTIGO 27 DA IN 01/2023: Livro de arte, com tiragem de 3000 exemplares. O valor integral do livro é de 120,00 e o preço do vale cultura 39,60 Sendo:05% - dos exemplares referente a cota de divulgação10% - dos exemplares referente a cota de patrocínio50% - dos exemplares referente a cota venda preço normal10% - dos exemplares referente a cota venda preço popular25% - dos exemplares referente a cota população, Escolas públicas e Bibliotecas, etc. DA AMPLIAÇÃO DE ACESSO - art. 28 da IN nº 01/2023 : Conforme previsto no Artigo 28 da IN 01/2023, em complemento às ações previstas no Artigo 28, o projeto prevê as seguintes medidas de ampliação de acesso: V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Contrapartida social - ação formativa cultural (em atendimento ao artigo 30 da IN nº 01/2023).: Contrapartida Social: Palestra sobre a trajetoria da artista.
A Beyaz (ex-Memoo Produções e Design) - A Proponente será remunerada no Item Produtora Executiva e será responsavel por seu companhamento de sua aprovação, viabilização financeira, realização de todas as atividades e prestação de contas, execução estratégica do projeto do início ao fim. A Beyaz (ex-Memoo Produções e Design) é uma produtora e estúdio de comunicação visual apaixonada por criar, desenvolver e colaborar projetos de diferentes áreas: design, música, artes visuais, teatro, cinema, literatura, editorial e comercial. Somos uma ponte entre lugares e pessoas. Produtora Executiva - ANA FORTES Organização e coordenação do projeto garantindo a sua qualidade técnica e artística. Ana Fortes é diretora de arte e produtora. Trabalhou em cenografia de videoclips e comerciais de TV. Fez cursos de especialização nas escolas de artes visuais Central St. Martins (Londres) e SVA (NY). Participou como palestrante e em congressos e conferências internacionais na Argentina, Chile e México. Foi convidada para fazer a direção de arte da COLORS Magazine da Benneton (Treviso, Itália) edição sobre a Amazônia. Jurada online dos projetos internacionais Good 50x70 e Poster for Tomorrow nos anos de 2009 e 2010. Criou cenário com Helio Eichbauer para o Festival Voa Viola, em 2010. Curadora da exposição no Brasil “Underground Images”, da School of Visual Arts de Nova York. É sócia-diretora da Memoo Produções, criando e desenvolvendo projetos para as áreas cultural, editorial e comercial. TEXTOS - Paulo Herkenhoff Paulo Herkenhoff (nascido em 1949) é um curador e crítico independente. De 2003 a 2006, foi diretor do Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro. Anteriormente, Herkenhoff foi curador adjunto no Departamento de Pintura e Escultura do Museu de Arte Moderna de Nova York (1999-2002) e curador-chefe do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro (1985-1990). Herkenhoff recentemente co-organizou o Brasil: DesFocos (O Olho de Fora), Brasil, foi ex-diretor da 24ª Bienal de São Paulo, São Paulo (1997-1999) e organizou o Pavilhão Brasileiro na 47ª Bienal de Veneza, Veneza, , Paço das Artes, São Paulo, 2008 e contribuiu para a publicação Psycho Buildings: Artists Take on Architecture (2008). Ele também publicou textos em artistas como Raul Mourão (2007); Guillermo Kuitca (2006); Rebecca Horn (2005); Julião Sarmento (2004); e Louise Bourgeois (2003). Herkenhoff vive e trabalha no Rio de Janeiro. [Última atualização em 2010] FERNANDO COCCHIARALE Carioca, nascido em 1951, Fernando Cocchiarale é doutor em Tecnologias da Comunicação e Estética pela Escola de Comunicação da UFRJ (2012), e desde 1978 é professor de Estética do Departamento de Filosofia da PUC-RJ, e professor há 25 anos da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Sua ligação com o MAM remonta a 1972, quando iniciou sua formação em artes visuais, justamente em um curso no Museu, de que foi curador de artes visuais entre 2001 e 2007. De 2013 a 2014, o curador assinou os programas da série "Minutos de Arte", da ArtRio. "Fernando conhece muito bem o acervo, fez 128 curadorias no período em que esteve no Museu, é querido por artistas e colegas, e foi responsável por aquisições importantes para o MAM, por meio de dois projetos selecionados pelo programa Petrobras Cultural, em 2001 e 2002, em um valor total de um milhão de reais”, afirma o presidente do MAM. O novo curador é autor de vários livros, como “Abstracionismo Geométrico e Informal: A Vanguarda Brasileira dos Anos 50” (com Anna Bella Geiger), Rio de Janeiro, MEC/ Funarte, 1987; e “Quem Tem medo da Arte Contemporânea”, Recife, Fundação Joaquim Nabuco, Editora Massangana, 2006; e publicou cerca de 200 artigos, textos e resenhas em coletâneas, catálogos jornais e revistas de arte do Brasil e do exterior. Foi coordenador de artes visuais da Funarte entre 1990 e 1998; membro da Comissão Curadora do Projeto Rumos Visuais em 1999 e 2000, projeto de que foi curador-coordenador entre 2001 e 2002; curador da Casa de Cultura Laura Alvim, em 2011 e 2012. Dentre as várias curadorias recentes que assinou, estão as exposições “Filmes de Artista – Brasil 1965/1980” (Oi Futuro, Rio de Janeiro, 2007); “Brasília e o Construtivismo: um encontro adiado” (CCBB Brasília, 2010); “Hélio Oiticica – Museu é o Mundo” (curadoria com César Oiticica Filho; Paço Imperial e Casa França-Brasil, Rio de Janeiro; Museu Nacional do Conjunto Cultural da República, 2010), “Waldemar Cordeiro: Fantasia Exata” (curadoria com Arlindo Machado, em São Paulo e Paço Imperial, Rio de Janeiro, 2014). Luli Hunt - Prestação de Contas e Administrivo Financeiro lulihunt@cidadaniacorporativa.com.br | www.lulihunt.com.br @lulihunt_oficial Tel. 55 11 3865 3160 | cel. +55 11 973512332 Gestora Cultural, Diretora Executiva com experiência na área administrativa financeira com vivência em análise e gestão de controladoria, budget, relatórios de prestação de contas e processos gerenciais. Desenvolvimento e planejamento estratégico na área de elaboração de projetos nacionais e internacionais de Cultura, Arte e Marketing, prestação de contas de recursos públicos, oriundos de renuncias fiscais, convênios e parcerias. Formada pela Fundação Armando Alvares Penteado – FAAP/SP em Artes Plásticas com pós-graduação em Estética e História da Arte, Psicologia pela PUC-SP com extenção em Inteligência Emocional. Contratada pelo Ministério da Cultura para dar curso de qualificação na área de Prestação de contas de 2005/2015. Foi consultora da Secretária do Estado da Cultura para a Formulação/ Elaboração da 1º cartilha de Prestação de Contas para a Lei de Incentivo do Estado – PROAC Produtora Executiva do cineasta Tim Burton no Brasil desde 2018. Atuando na área desde 1987, realizou e produziu importantes eventos culturais, entre eles as Exposição: A beleza Sombria dos Monstros: 13 anos de A Arte de Tim Burton/B- Brasília2019 e São Paulo 2023, 2022 MONET, a Beira D`agua.2022 no Rio de Janeiro e São Paulo 2023; Dreamworks 2023 em São Paulo, Espécies Raras – Tony Cragg/MUBE –SP e Museu Oscar Niemayer, PR. Exposição internacional “Arte de Contradições. Pop, Realismos e Política. Brasil-Argentina 1960”/Museu Oscar Niemayer, PR- Brasil / Fundação Proa, BA -Argentina, Galleria d’Arte Moderna e Contemporânea di Bergamo (GAMeC) Itália, em Bergamo, Prêmio MASP. Publicações: Possui entre livros de arte e catálogos mais de 100 publicações, entre, O Glorioso Paulistano, Mecânicos do Brasil, Cachaça, Bichos do Brasil, Sertão Sem Fim e Cabeça de Cachorro de Araquem Alcantara. Fervor da Metrópole, fotografias de Jose Manuel Ballester, “Yolanda Mohalyi” vida e obra, Eu me Ensinei, Narrativas da Criatividade Popular, A xilografia Popular, Geometria Sagrada de Ruben Valentin(prêmio APCA – melhor conjunto da obra/livro de 2022) entre outros. Música: Teresa Cristina canta Elizeth Cardoso, Show Fevereiro com Maria Bethânia, Recital Bethânia e as Palavras, Mestres Mulatos, entre outros Cinema / Documentário: Fevereiros: a vida da cantora Maria Bethânia, Matias: o último caipira, Onça Pintada–ecologia, Mostra de Cinema Desvios do Olhar: Cinema Arte, Cine Concerto: Trilogia Senhor dos Anéis Artigos publicados sobre Cidadania Corporativa e as leis de incentivo à cultura/Crowdfunding nos sites Cultura e Mercado, Blogpro, IVBA e na revista Live Marketing e FENACON.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.