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Este projeto consiste na realização de oficinas de música folclórica e circulo de leitura para alunos de escolas públicas. Com foco na sensibilização e educação de crianças e jovens, o projeto busca utilizar a literatura, a música e as artes visuais como ferramentas para combater preconceitos e estereótipos, promovendo a valorização da diversidade e o respeito mútuo.
PROJETO PEDAGÓGIO/PLANO DE EXECUÇÃO: O projeto levará a arte, por meio da literatura e da música folclórica, para escolas da grande BH/MG, com o intuito de promover o uso da linguagem inclusiva. Por meio de treinamentos e capacitações com workshops e palestras, o público terá acesso às práticas da fala não excludente, com exemplos concretos de como implementá-la no contexto escolar. CONTEÚDOS: Sensibilização: Promover a conscientização sobre a importância da linguagem inclusiva, destacando os impactos negativos do uso de termos preconceituosos e estereotipados. Isso envolve a exploração de casos reais, histórias e exemplos que ilustrem o impacto negativo das palavras e a importância de respeitar a diversidade. Educação: Fornecer informações e conhecimentos sobre diferentes formas de preconceito, como racismo, etarismo, capacitismo, sexismo, homofobia, dentre outros. Essa educação deve envolver o ensino de conceitos-chave, a exploração de exemplos práticos e a discussão aberta em sala de aula. Desconstrução de estereótipos: Abordar estereótipos presentes na linguagem e desconstruí-los. Isso envolve questionar expressões e termos que possam reforçar preconceitos e promover uma reflexão crítica sobre o impacto dessas palavras na construção de narrativas negativas ou discriminatórias. Promoção da empatia e respeito: Incentivar a prática da empatia e do respeito mútuo, mostrando aos estudantes a importância de ouvir e valorizar as experiências e perspectivas dos outros. Isso pode ser feito através de atividades que promovam a empatia, como simulações, jogos de papéis e discussões em grupo. Estímulo à criatividade e expressão: Encorajar os estudantes a explorarem formas alternativas de comunicação que sejam inclusivas e não discriminatórias. Isso pode envolver atividades de escrita criativa, onde os alunos são desafiados a criar histórias, poemas ou músicas que transmitam mensagens de inclusão e respeito. Parcerias com a comunidade: Estabelecer parcerias com organizações locais, grupos ativistas e especialistas na área de inclusão e combate ao preconceito. Essas parcerias podem trazer, posteriormente, palestras, oficinas e recursos adicionais que enriqueçam o projeto e ampliem o impacto das ações desenvolvidas.
São Objetivos deste projeto: GERAL: - Convidar até 1.000 alunos de escolas da grande BH/MG e selecionar entre 120 e 150 crianças/adolescentes com afinidade, para participação destas oficinas. Além disso, o projeto "A LINGUAGEM INCLUSIVA POR MEIO DA ARTE" tem como objetivo ensinar crianças e jovens a utilizarem palavras e expressões que não sejam preconceituosas, combatendo assim o racismo, o etarismo, o capacitismo e outros preconceitos presentes em nossa sociedade. Todo o conteúdo programático será desenvolvido por meio de atividades de literatura, música e artes visuais, que promovem mensagens de inclusão e acessibilidade. ESPECÍFICOS: - Oferecer gratuitamente oficina de Música Folclórica para alunos de escola pública da grande BH/MG; - Circulo de leitura em escolas públicas da grande BH/MG.
Conforme critériosda Lei 8.313 este projeto se justifica, pois: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória e; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA? - As oficinas e a apresentação final serão oferecidas de forma gratuita, o que significa que o projeto não gerará receita, tornando sua realização inviável; - O projeto tem como promoção da igualdade, ao ensinar às crianças e jovens a importância de se utilizar uma linguagem inclusiva, estamos contribuindo para a promoção da igualdade e para a construção de uma sociedade mais justa. Por meio do uso de palavras que respeitem a diversidade e evitem estereótipos prejudiciais, estamos encorajando a valorização de todas as pessoas, independentemente de sua raça, idade, orientação sexual, condição física ou qualquer outra característica; - A implementação desse projeto se justifica pela necessidade urgente de promover uma mudança cultural e social, combatendo preconceitos e discriminações por meio da educação e da arte. A linguagem inclusiva é fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, e sua promoção desde a infância é essencial para o fortalecimento da identidade e autoestima de crianças e jovens na idade escolar.
Não se aplica.
A Acessibilidade deste projeto, se dará: Nas oficinas: ACESSIBILIDADE FÍSICA: as oficinas serão realizadas em locais com acessibilidade à portadores de necessidades especiais com rampas, banheiros adaptados , corrimão,etc. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: teremos um intérprete de libras e monitor especial para espectros especiais (custo nas planilhas de oficinas)
A Democratização deste projeto se dará: 1) Todas as vagas das oficinas serão ofertadas de forma gratuita.Art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27,totalizando 20% (vinte por cento); VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.
ODETTE CASTRO - Proponente : Exercerá e receberá pela função de Coordenação Geral. A proponente será também responsável por todas as decisões estratégicas e financeiras do projeto. Artista plástica, artesã e escritora. Desenvolveu por muitos anos trabalhos manuais com aproveitamento de materiais, criando objetos de arte. Chegou a montar uma loja com estes objetos que durou por muitos anos. Com o nascimento de Beatriz, com Síndorme de Rubinstein-Taybi, resolveu dedicar um tempo maior a sua filha. Percebeu que o carinho, a paciência e o amor eram as bases da relação. Nesta interação, resolveu estimular sua filha nas habilidades artísticas. O desenvolvimento de Bia foi tão impressionante que Odette, que já escrevia pequenos ensaios e poemas, resolveu escrever RUBI, um livro que conta a história do momento da vida de Bia, que se transformou para melhor, com a prática destas habilidades artística. O livro é sucesso de público e crítica. FRANCISCO CARAM: - Coordenação Pedagógica - Graduado em Administração de Empresas - UNA - Graduado em Ciências Êconômicas - UFMG - Especialização em Marketing - UNA - Curso Intermediário sobre Leis de Incentivo - Escola Superior de Marketing (SP)Curso Avançado sobre Lei Rouanet (Ministério da Cultura) - Especialização em Direito Trabalhista - M. Roscoe Engenharia - Especialização Matemática Financeira - UFMG - Cursos de prestação de contas e formatação de projetos nas Leis Estadual de MG e Municipal de BH de incentivo à Cultura. - Consultor de desenvolvimento de projetos como "Discoteca Pública de MG", "A música que vem de Minas", "Viva! A Cultura", "Imagens de Minas", Museu Virtual da Cultura Mineira, etc. LIVROS: Diretas Já:Tancredo Neves, Pasta Mia, O olhar Eterno de Chichico Alkimin, A Voz de Sophia, A História de Minas Contada através da Gastronomia, Os Grandes Chefs Mineiros. CATÁLOGOS: Mapeamento das Cachaças do Brasil, Imagens de Minas - Ouro Preto, Imagens de Minas - Estrada Real SHOWS NACIONAIS: Jô Soares, Tom Cavalcante, Chico Anysio, Casseta e Planeta, Nerso da Capetinga, Filomena, Chico César, Tom Zé, Marlui Miranda, UAKTI, Renato Teixeira, Feijão de Corda, João Carlos Assis Brasil, Edson Elias, Tambolelê, Eduardo Dusek, Índios Krenacs, Virgínia Rodrigues , Neguinho da Beija Flor, Chico Lobo, Beth Caligaris, Grupo Wahari e Mestre Romão. SHOWS INTERNACIONAIS:Solistas da Scalla de Milão, Nino Rota, Stravinskij Chamber Orquestra, Nuovo Quartetto Italiano, Gli Archi di Firenze, Orquestra de Veneza, Duo Fani, Trio Aedon, Orquestra de Florença, Nova Scolla Gregoriana, Serafin Quartet, Quarteto de Gênova (Itália), Vadim Brodisk e Terem Quartet (Rússia), Lucille Chung (Coréia), Dounia (Palestina), Jogi Hirota (Japão), Eva Maria Alexandre (Alemanha), Gabin Gabiré (Burquina Faso). Produção do Maestro Andersen Viana em gravação de CD na Rússica, com Orquestra Estatal de Cinema de Moscou (Filarmônica Russa) TEATRO: Coisa de Doido, Três Mulheres para Fernandinho, O Marido de Minha Mulher, Defunto Bom é Defunto Morto, Totonho 100 Concerto. EXPOSIÇÕES: Sebastião Salgado, Tesouros do Renascimento, Américo Vespuccio, Guido Mudado, Regina Mello, Kitty Amaral. Prêmio: Indicação do Estadão - SP, destaque do ano 2005 pelo livro "O Olhar Eterno de Chichico Alkimin"
PROJETO ARQUIVADO.