Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2312587Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Pouso Alegre História, cultura e vida

BUSHIDO PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 199,7 mil
Aprovado
R$ 199,7 mil
Captado
R$ 148,2 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

74.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2024-03-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (2)
Belo Horizonte Minas GeraisPouso Alegre Minas Gerais

Resumo

Edição e publicação do livro "Pouso Alegre _ Toda história tem endereço", com histórias, depoimentos, pesquisa e imagens sobre Pouso Alegre (MG), e realização de palestra como contrapartida social.

Sinopse

O livro Pouso Alegre – História, cultura e vida apresentará narrativas visuais e textuais sobre o município de Pouso Alegre, resgatando sua memória, identidade coletiva e histórias. O livro será dividido em duas partes. A primeira (capítulo 1) apresenta a formação do território mineiro, a ocupação da região Sul e as características que levaram aos assentamentos na região do Vau do Mandú. O trecho fazia parte do antigo "caminho das Minas", cruzado por bandeirantes, tropeiros, aventureiros e colonizadores em busca de ouro e riquezas.A segunda (capítulo 2) apresenta um panorama contemporâneo dos cenários e personagens de Pouso Alegre, expondo as riquezas culturais, o patrimônio e as conquistas da sociedade pouso-alegrense.Súmario Capítulo 1 – História e identidade1.1 A formação do território mineiro.1.2 O caminho para as Minas e a ocupação da região Sul de Minas.1.3 Tropeiros, naturalistas, viajantes e literatos.Capítulo 2 – Novos Tempos2.1 Pouso Alegre nos séculos 19 e 20.2.2 Cenários e personagens.2.3 Presente e futuro.

Objetivos

Objetivos Gerais Editar e publicar o livro "Pouso Alegre _ Toda história tem endereço", promovendo a democratização do acesso à cultura por meio da publicação de livro de valor artístico, literário e humanístico. O livro trará histórias, personagens, memórias e imagens do município de Pouso Alegre (MG). Objetivo Específicos Produzir e distribuir 2.500 livros. Realizar palestra em escola como contrapartida social.

Justificativa

O município de Pouso Alegre, na região Sul de Minas Gerais, é um dos mais tradicionais do Estado. Os povos indígenas Puris, Cataguás, Abatinguaras, entre outros, compartilhavam a região à época das primeiras incursões coloniais. Em 1601 passou pela região a expedição de dom Francisco de Souza, da qual fazia parte o naturalista alemão Guilherme Glimmer. A vau do Rio Mandu se tornou uma passagem obrigatória, facilitando a transposição de animais e carga, pela qual transitavam os viajantes que vinham de São Paulo e se dirigiam ao sertão das Gerais, à procura de ouro e pedras preciosas. A descoberta das minas de Santana desencadeou o desenvolvimento do Matosinho do Mandu, primeiro nome de Pouso Alegre. Por volta de 1755, foi construído um posto fiscal ou Registro, destinado a evitar o desvio clandestino de ouro das minas de Santana do Sapucaí e Ouro Fino, para São Paulo e Santos, visando com isso cobrar o quinto devido à Coroa portuguesa. A presença de um Fiel, acompanhado de guardas, neste posto, indica que se tratava de um Registro de grande movimento e, consequentemente, de um povoado em franca expansão. Conta-se que o primeiro a habitar o local foi o aventureiro Antônio de Araújo Lobato, que posteriormente passou as terras a João da Silva, que, às margens do Rio Mandu, se dedicou à lavoura, tendo doado o terreno para a construção de sua primeira Capela por volta de 1795. O governador Dom Bernardo José de Lorena, Conde de Sarzedas, passou pelo nascente povoado, em 1797, onde veio encontrá-lo o Juiz de Fora da Campanha, José Carneiro de Miranda. Conta-se que, encantados pela beleza do lugar, um deles dissera que o lugar não devia se chamar Mandu, como era então conhecido, mas sim, Pouso Alegre, e que veio daí a denominação que o povo e a lei posteriormente sancionaram. Em 1799 foi concluída a construção da Capela do Senhor Bom Jesus dos Mártires ou do Matozinho, onde hoje se encontra a Praça Senador José Bento. De construção modesta e sem nenhuma arquitetura, a capela era feita de adobes e coberta com folhas de palmeira entrelaçadas, e não era, certamente, pequena, pois serviu de matriz, mais tarde. Em 1808, com a chegada da Família Real no Brasil, a região Sul mineira se tornou um importante polo político e econômico. Em 1810 o povoado foi elevado a Freguesia e, em 1831, transformado em vila: arraial do Bom Jesus de Matozinhos do Mandu. Em 1830 o Padre Bento, auxiliado por seu coadjutor, Padre João Dias de Quadros Aranha, fundou o Pregoeiro Constitucional, jornal de grande relevo na vida política da época, sendo o primeiro a sair no sul de Minas e o quinto na Província. Foi em suas oficinas que se imprimiu o projeto da nova Constituição do Império, chamada "Constituição de Pouso Alegre", preparada por membros do Partido Moderador. Em 1848 foi transformada em cidade. Dois empreendimentos importantes receberam o impulso desse acontecimento: a fundação da Santa Casa da Misericórdia, situada no Largo do Rosário, e o início da construção da nova Matriz. Contudo a cidade vivia quase isolada do resto do país, o que impedia o seu desenvolvimento. As atividades econômicas se restringiam à agricultura de subsistência, destacando-se o cultivo e a fabricação do chá da Índia. A cidade contava ainda com algumas fábricas de aguardente, uma de velas e uma de chapéus. Apenas em 1895, com a chegada dos trilhos da Rede Sul-Mineira a Pouso Alegre, a cidade começou a dar os primeiros passos rumo ao desenvolvimento. Os séculos 19 e 20 foram de acelerado desenvolvimento. Localizada num dos principais entroncamentos rodoviários da região, Pouso Alegre é atualmente um polo regional voltado para as áreas de saúde, comércio e indústria, atendendo a mais de 50 municípios da região. Seu produto típico é o Pastel de Farinha de Milho, registrado como Patrimônio Imaterial do Município, comercializado em trailers espalhados pela cidade, e sua principal produção agrícola é o morango e a batata. Pouso Alegre faz parte do Circuito Turístico Caminhos da Mantiqueira. Estas narrativas, histórias e personagens guardam relação com pontos geográficos determinados da cidade: o Mercado, o Teatro Municipal (tombado em 1999), o Centro Cultural Cleonice Bonillo Fernandes (antigo Fórum), a estação ferroviária (atual Casa de Cultura Menotti Del Pichia), o Conservatório Estadual de Música, a Praça Senador José Bento, o Estádio Manduzão e muitos outros. Estes "endereços" guardam as memorias da cidade, elaboradas ao longo de décadas. Cada morador tem uma história para contar de um desses locais e esse conjunto de histórias oferece um panorama rico e diverso da Cidade. A execução de um projeto deste porte, em um município do interior, com limitado acesso à Cultura, é inviável sem o apoio de políticas públicas de fomento. Por estas razões, acreditamos que a iniciativa está em consonância com os seguintes incisos do artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro e; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Acreditamos também que, por se tratar de um livro de valor humanístico, literário e artístico, com rica pesquisa histórica revelando a importância desses espaços para a formação da identidade e cultura brasileira, acompanhado pelo registro fotográfico de qualidade artística, o projeto atende aos objetivos do artigo 3º da referida lei ao fomentar a produção cultural e artística por meio da: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.

Especificação técnica

Produto Livro Formato fechado 21cm x 27cm e formato aberto 42cm x 27cmCapa dura impressa em papel couchê, 150gr, 4x1 cores e laminação verniz seco;Guardas em papel couchê fosco 170gr, 4x0 cores e laminação;Luva em papel cartão supremo 300gr, 4 cores e laminação verniz seco; O objetivo da luva é garantir a proteção edurabilidade do volume, além de valorizar a obra;Miolo composto por 168 páginas impressas em papel couchê fosco, 115g a 180g (em função do custo à época da impressão), 4x4 cores e laminação; acabamento vincado e dobrado (guarda), dobrado (miolo), intercalado (miolo), alceado (miolo), costurado. Tiragem: 2.500 exemplares Produto Palestra A palestra terá carga horária de 1h30 e será proferida por profissionais envolvidos na execução da obra, a serem escolhidos em função de agenda à época da palestra. O conteúdo da palestra é o tema e o processo de construçãodo livro, visando a conscientização para a importância da literatura para a arte e a cultura. A palestra será aberta ao público em geral, com no mínimo 50% de professores e alunos da rede pública, preferencialmente em uma escola pública em Pouso Alegre(MG). Público: 250 pessoas.

Acessibilidade

Produto Livro Acessibilidade física - O livro é vendido pela internet, tendo sua parte distribuída gratuitamente nas escolas. Não se aplica. Acessibilidade de conteúdo - Disponibilização de audiobook em redes sociais gratuitas. Item orçamentário: serão utilizados softwares de livre acesso, não sendo necessária uma rubrica específica. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: O livro será amplamente ilustrado, facilitando a leitura e compreensão pelo meio visual e interpretativo. Serão utilizadas fontes grandes e não serifadas, para facilitar a leitura. Item orçamentário - não se aplica. Produto Palestra (contrapartida social) Acessibilidade física - A palestra será realizada em local adaptado para receber o público com necessidades especiais, com rampas e/ou elevadores de acesso e locais para permanência de cadeirantes, assim como sinalização adequada. Acessibilidade de conteúdo: Intérprete de Libras. Disponibiização de video da palestra com audiodescrição e libras em redes sociais gratuitas. Item orçamentário: Tradutor Linbras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A palestra terá o auxílio de um slide explicativo, com legendas, imagens e sons. Item orçamentário: não se aplica.

Democratização do acesso

Em atendimento ao disposto no Artigo 28 da Instrução Normativa nº 1 de abril de 2023 -, adotaremos: Livro I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); Palestra (contrapartida social) VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos,estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e ofi cinas;

Ficha técnica

BUSHIDO PRODUÇÕES: O proponente será remunerado pela rubrica coordenação geral.CONRADO MOREIRA: Produção ExecutivaJÉSSICA DIAS: Fotografia ArtísticaCURRÍCULOS RESUMIDOSBushido Produções: A Bushido Produções tem ampla experiência no segmento editorial, bem como na produção e gestão de projetos culturais de outras naturezas, contando com os códigos da CNAE relacionados à Edição de Livros (58.11-5-00) e ao Ensino de Arte e Cultura (85.92-9-99), entre outras atividades. O sócio-diretor da Bushido, Guilherme Aragão, tem em seu portfólio dois livros inscritos como pessoa física, aprovados, captados, executados e com as contas prestadas junto ao Ministério da Cultura: Futebol e Arte (Pronac 122086) e Anos Olímpicos (Pronac 1012712). Além disso, atuou na publicação dos livros Patrimônios do Rio (ISBN 978-85-93282-00-3) e Peirópolis: o Vale dos Dinossauros brasileiro (ISBN 978-85-69628-08-8), entre outras obras recentes. Guilherme Aragão é formado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais, com especialização em História do Brasil Pós-30, pelo Centro Universitário Newton Paiva. Atuou por mais de 15 anos como jornalista, repórter e editor, reportagens nas áreas de cultura, cidades, arquitetura e educação.Conrado Moreira: Conrado Moreira é graduado em Comunicação Social (Relações Públicas) pela Universidade Federal de Minas Gerais (2013) e pós-graduado (MBA) em Projetos Editoriais Multimidiáticos pelo Centro Universitário UNA (2017). Desde 2010 atua como pesquisador, redator e editor de projetos culturais e editorais desenvolvidos por órgãos públicos, empresas privadas e entidades do terceiro setor. Foi gestor de projetos editoriais e de extensão na Agência de Comunicação Solidária da UFMG (2010 e 2011) e pesquisador e redator de três edições do Almanaque Ilustrado do Jequitinhonha (2011). O almanaque reuniu causos, contos, lendas, poesias e curiosidades de diversas cidades do Vale do Jequitinhonha. Ganhou o prêmio nacional na categoria ?Projeto de Comunicação para o Terceiro Setor?, concedido pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (2012).Entre 2012 e 2016 foi produtor executivo da ONG Orquestra Jovem das Gerais. Lá coordenava, na equipe de Comunicação, a produção de conteúdo editorial e jornalístico, por meio da pesquisa, apuração, redação e edição de textos, monitorava a avaliação das atividades do projeto junto aos parceiros e patrocinadores e auxiliava na produção de concertos e outros eventos. Foi responsável pela produção dos textos do livro Patrimônios do Rio (ISBN 978-85-93282-00-3) e atuou na produção editorial do livro Rio Paisagem Cultural (ISBN 978-85-63325-15-0), entre outras publicações.Jéssica Dias é jornalista, graduada em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora, na qual desenvolveu pesquisa sobre fotografia e memória e atuou como fotógrafa no projeto de extensão "Memórias da Repressão" (que resultou no livro homônimo, ISBN 978-85-62136-28-3), da Comissão Municipal da Verdade de Juiz de Fora (MG). Atua há mais de 10 anos como fotógrafa, com interesse especial em retratos e patrimônio. Em 2020, produziu imagens para o livro "Estradas de Minas - História, cultura e vida" (Pronac 201304, ISBN 978-65-990990-3-8). É mestre em Letras/Linguística e pós-graduada em Comunicação e Marketing pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Trabalhou por 4 anos como assessora de imprensa do Museu Mariano Procópio, em Juiz de Fora, desenvolvendo atividades de divulgação, registro e coberturas fotográficas, além de apoio a iniciativas educativas e culturais.

Providência

Projeto aprovado e publicado no Diário Oficial da União.