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PRONAC 2312610Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Projeto Arte do Brasil Colonial e Imperial no Museu Nacional de Belas Artes, obras primas e lacunas da coleção.

CULTURA GLOBAL
Solicitado
R$ 5,35 mi
Aprovado
R$ 5,35 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Aquisição acervos p/instit. preservação da memória
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Museus e memória
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2024-02-01
Término

Resumo

O projeto "Projeto Arte do Brasil Colonial e Imperial no Museu Nacional de Belas Artes, obras primas e lacunas da coleção" consiste em doações de acervo histórico ao Museu Nacional de Belas Artes, o mais importante museu de arte brasileira. O projeto prevê ainda a produção de um catálogo do acervo doado e um hot site.

Sinopse

1) Acervo a ser adquirido: em anexo detalhamento e valor pré pesquisado; 2) Catálogo e Hot site: será realizada pesquisa para desenvolvimento de conteúdo explicativo/histórico de cada peça adquirida e doada ao MNBA. O texto será bilíngue (português/inglês).

Objetivos

Sabidamente, a coleção do MNBA surgiu da soma das obras de arte trazidas por Dom João VI em 1808 e pela Missão Artística Francesa de 1816. No entanto, não existe uma data certa do início do museu. A ampliação de seu acervo artístico ocorreu com mais intensidade ao longo do século XIX e até meados do século XX. No entanto, com a mudança da Capital Federal para Brasília, as aquisições para o MNBA pela União minguaram, o que resultou em graves lacunas que comprometeram a representatividade histórica e nacional do principal museu de arte brasileira. Paulo Herkenhoff, ex-diretor do MNBA, vem trabalhando voluntariamente para localizar obras de arte necessárias ao museu como as aqui elencadas. Assim são objetivos deste projeto: GERAL: O "Projeto Arte do Brasil Colonial e Imperial no Museu Nacional de Belas Artes, obras primas e lacunas da coleção" compreende a aquisição das obras infra relacionadas, a elaboração de laudos técnicos de autenticidade e do estado de conservação, inclusive da proveniência de cada uma, a consulta a três antiquários ou colecionadores sobre o valor propostos para aquelas compras, o seguro, a embalagem e o transporte das peças até a sede do museu no Rio de Janeiro. Assim o processo consiste em adquirir e doar novas obras à nova coleção do Museu Nacional de Belas Artes para promover uma maior diversidade na representação da história da arte brasileira, incorporando obras de vários Estados e períodos, principalmente do período colonial ao acervo do museu, ampliar sua narrativa do desenvolvimento da arte brasileira no caminho de mais amplo entendimento do público sobre a diversidade cultural do país, preservando e valorizando o patrimônio artístico e cultural do Brasil, a partir do enriquecimento do grande acervo público aberto à sociedade. Ademais o projeto "Projeto Arte do Brasil Colonial e Imperial no Museu Nacional de Belas Artes, obras primas e lacunas da coleção" também reavivará a vocação internacionalista e globalista do acervo do MNBA desde sua formação bissecular. ESPECÍFICOS: A) Aquisição de obras de arte para o Museu Nacional de Belas Artes, a saber: 1) Quadro, Retrato de Cecília Meireles, OST, Autoria Arpad Szènes; 2) Esculturas "As fofoqueiras", Autoria Jeane Mild, bronze, Séc. XX, assinada na base. Coleção Sandra Penna, BH,MG; 3) Quadro _ Jesus Cristo abraça São Francisco _ autoria: Manoel da Costa Ataíde, MG, Séc. XVIII _ têmpera sobre tela - medidas, 1,030 x 0,67 cm; 4) Bandeira de procissão, Nossa Senhora da Conceição, Autoria atribuída a Joaquim José da Natividade, medidas 85 larg x 98 cm h (sem moldura) / com moldura 92 larg x 103 cm h, óleo sobre tela; 5) Bandeira de procissão, Nossa Senhora do Carmo, São Francisco, anônimo. Séc. XVIII. Minas Gerais. Têmpera sobrer madeira. Pertenceu à lendária coleção Aparício Ribeiro; 6) Porta de Sacrário, madeira, sem policromia, Minas Gerais, c. 1700-1720 - medida 37 x 23. Coleção Alban, Salvador, BA; 7) Banco Cusquenho, madeira entalhada. Adquirido por D. Iara Andrade e seu designer Terre Della Stufa, em uma viagem a Cuzco, segundo o antiquário, teria pertencido à uma das capelas privadas dacidade de Cuzco, Peru. 132 x 52 x 110; 8) Quadro São Pedro Nolasco 79 x 64; 9) Tinteiros de prata par, 22 x 22 x 18h, São João del Rey; 10) Aquarela de Autoria de Sir William Gore Ousley - Forte do Três Reis Magos, Natal, Séc. XIX- 18,5 x 27,5; 11) Quadrinho Virgem de Autoria de Dom Vicente de Micolta; 12) Lanternas de prata de mesa, Pernambuco, Séc. XVII, ex-coleção José dos Santos-70 x 22; 13) Cama,MG, Séc. XVIII-Medidas cama 133 largura x 220 profundidade x 175 altura; 14) Imagem de São Joaquim e São José de autoria de Francisco Xavier de Brito 50 cm altura; 15) Santa Nossa Senhor do Rosário, pernambucana em terracota- 48 cm altura; 16) PORTA HÓSTIAS CONJUNTO maior 9,5x2,5- média 12 x 7 x 4,5 _ menor prata 9 x 6,5 x 1,5- Menor dourada 11 x8x 1,5; 17) Imagem de São Joaquim _ 86 cm de altura; 18) Guampa de prata- 22x 13; 19) Caldeira de prata- 28 x 17; 20) Quadro Nossa Senhora da Expectação. OST, de autoria de Jean Baptiste Borely- 142 x 73; 21) Santana Mestra, autoria Mestre de Piranga,Minas Gerais, Séc. XVIII, madeira entalhada e poplicromada, 52 cm de altura; 22) São Miguel Terracota- Goiás- 46 cm de altura; 23) Paliteiro de prata flores- 19 cm de altura; 24) Paliteiro de prata parreiras - 24 cm de altura; 25) Paliteiro de prata pássaros- 21cm de altura; 26) Resplendor de prata de cristo mortocom pedra verde- 36 cm de diâmetro; 27) Resplendor de prata decristo morto com pedra roxa- 31,5 cm de diâmetro; 28) 09 Pratos conventuais (Recolhimento) de prata _ 24 cm de diâmetro; 29) Naveta de prata com divino- 17 cm de altura x 17 cm de largura x 6 cm de profundidade; 30) Ex- voto Matozinhos- 17,5 cm de altura x 28 cm de largura; 31) Turíbulo de prata- 23 cm de altura x 14 cm de diâmetro; 32) Espevitadeira de prata _ 23,5 cm x 10,5 cm x 6 cm de altura; 33) 2 cálices de prata segunda metade do século XVIII - 1 com patena- - 23,5 cm de altura x 12,5 cm de diâmetro, 24 cm de altura x 12 cm de diâmetro, 23 cm de altura x 10 cm de diâmetro; 34) Concha Batismal de prata- 14 cm x 11,5 cm x 2,5cm de altura; 35) Caixa santa cruz dos militares _ 10 cm de diâmetro x 4 cm de altura; 36) Caixa de prata; 37) Portugal-Início século XVII-11 cm de diâmetro x 17 cm de altura _ peso 550grs; 38) Coleção Objetos relacionados à Escravidão no Brasil - Mineiração (18 peças); 39) Coleção Objetos relacionados à Escravidão no Brasil - Açucar/Cachaça/Café/Agricultura/Culinária (21 peças); 40) Coleção Objetos relacionados à Escravidão no Brasil - Religião (20 peças) 41) Coleção Objetos relacionados à Escravidão no Brasil - Objetos de Suplício (26 peças) 42) Coleção Objetos relacionados à Escravidão no Brasil - Cachimbos (20 peças) 43) Coleção Objetos relacionados à Escravidão no Brasil - Outros (21 peças) 44) Coleção Objetos relacionados à Escravidão no Brasil - Documentos (03 unidades). B) Produção de catálogo do acervo: a) Impressão de 3.000 unidades b) Legendas em português e inglês c) Distruibuição gratuita c) Desenvolvimento do Hot Site do Catálogo: a) Versão digital do catálogo; b) Audiobook.

Justificativa

Conforme critérios da Lei 8.313, este projeto se justifica, pois: I - contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoia, valoriza e difundi o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preserva os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - prioriza o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, temos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: doação de acervo histórico ao Museu Nacional de Belas Artes, produção de catálogo e hot site do acervo. POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA? 1) O projéto seria inviável financeiramente popis o Museu não dispõe de recusos para aquisição deste acervo. 2) Os mestres coloniais mineiros, os viajantes oitocentistas, o modernismo, Semana de Arte Moderna de 1922, os artistas artesão das artes decorativas desempenharam um papel decisivo na formação do patrimônio cultural nacional e suas obras são testemunhos tangíveis desse legado, além de fontes valiosas para o estudo da cultura material e espiritual, da estética e das práticas sociais ao longo do tempo por artistas e artesão. Levando tudo isso em conta e para além do compromisso do Museu Nacional de Belas Artes de preservar e promover o patrimônio artístico e cultural brasileiro, através da aquisição e doação do conjunto de obras aqui listado, o projeto "Arte do Brasil Colonial e Imperial no Museu Nacional de Belas Artes, obras primas e lacunas da coleção" objetiva valorizar e difundir a herança cultural da arte dos campos nele compreendidos, ampliando a representatividade nacional e temporal da coleção da instituição e, portanto, oferecendo aos visitantes uma perspectiva mais abrangente da diversidade estilística e técnica do arte e do mobiliário brasileiro. A isto se agregam eventuais peças de Portugal, Goa ou da América Latina.

Especificação técnica

Catálogo: - Capa cartonada, formato A4, 4x0 cor - Miolo: 50 páginas, 4x4 cor, papel couchê fosco 140 grs - Legendas em português e inglês - Impressão de 3.000 unidades - Distribuição gratuita.

Acessibilidade

A Acessibilidade deste projeto, se dará: Na aquisição de acervo museológico: Acessibilidade Física: o Museu Nacional de Belas Artes possui acessibilidade plena como rampas, elavadores e banheiros adaptados, etc. Acessibilidade de Conteúdo: não se aplica neste momento. No Catálogo: Acessibilidade física: não se aplica Acessibilidade de conteúdo: teremos através do hot site as versões digital e audiobook do catálogo (Custo na planilha do Hot Site) No Hot Site: Acessibilidade física: não se aplica. Acessibilidade de conteúdo: catálogo nos formatos digital e audiobook (Custo na planilha do Hot Site)

Democratização do acesso

A democratização deste projeto, se dará: Art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos. Teremos: - Doação de 100% dos catálogos produzidos. - Acesso ilimitado e gratuito ao conteúdo do Hot Site:

Ficha técnica

CULTURA GLOBAL: (PROPONENTE) - Exercerá e receberá pela Coordenação de documentação do projeto. Será também respónsável pela gestão financeira e principais decisões do projeto. Produtora Cultural há 21, possui experiência em produção de teatro, exposições e feiras, exibição de cinema em praças públicas e realização de shows. Produziu entre 2002 e 2023: LIVROS: Diretas Já:Tancredo Neves, Pasta Mia, O olhar Eterno de Chichico Alkimin, A Voz de Sophia, A História de Minas Contada através da Gastronomia, Os Grandes Chefs Mineiros.CATÁLOGOS: Mapeamento das Cachaças do Brasil, Imagens de Minas - Ouro Preto, Imagens de Minas- Estrada RealSHOWS NACIONAIS: Jô Soares, Tom Cavalcante, Chico Anysio, Casseta e Planeta, Nerso da Capetinga, Filomena, C hico César, Tom Zé, Marlui Miranda, UAKTI, Renato Teixeira, Feijão de Corda, João Carlos Assis Brasil, Edson Elias, Tambolelê, Eduardo Dusek, Índios Krenacs, Virgínia Rodrigues , Neguinho da Beija Flor, Chico Lobo, Beth Caligaris, GrupoWahari e Mestre Ro mão.SHOWS INTERNACIONAIS:Solistas da Scalla de Milão, Nino Rota, Stravinskij Chamber Orquestra, Nuovo Quartetto Italiano, Gli Archi di Firenze, Orquestra de Veneza, Duo Fani, Trio Aedon, Orq uestra de Florença, Nova Scolla Gregoriana, Serafin Quartet, Quarteto de Gênova (Itália), Vadim Brodisk e Terem Quartet (Rússia), Lucille Chung (Coréia), Dounia (Palestina), Jogi Hirota (Japão), Eva Maria Alexandre (Alemanha), Gabin Gabiré (Burquina Faso). Produção do Maestro Andersen Viana em gravação de CD na Rússica, com Orquestra Estatal de Cinema de Moscou (Filarmônica Russa) TEATRO: Coisa de Doido, Três Mulheres para Fernandinho, O Marido de Minha Mulher, Defunto Bom é Defunto Morto, Totonho 100 Concerto.EXPOSIÇÕES: Sebastião Salgado, Tesouros do Renascimento, Américo Vespuccio, Guido Mudado, Regina Mello, Kitty Amaral, Frans Post. Paulo Estellita Herkenhoff Filho: CURADORIA Herkenhoff foi um dos pioneiros da vídeoarte no Brasil durante a década de 70. Abandonou a carreira de artista visual e se tornou um dos mais destacados pesquisadores e curadores de arte brasileira. Foi Curador-Chefe do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, o MAM-RJ (1985-1999), Curador Adjunto no departamento de pintura e escultura do Museu de Arte Moderna de Nova York, o MoMA (1999-2002), Diretor-Geral do Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro (2003-2006) e o foi o primeiro Diretor Cultural do Museu de Arte do Rio, o MAR. Além disso, foi , Curador Geral da XXIV Bienal de São Paulo (1997 e 1999) e Consultor da IX Documenta de Kassel, na Alemanha (1991). Realizou curadorias consideradas centrais para a compreensão histórica da produções em arte brasileira e latino americana, como o Pavilhão brasileiro na 47ª Bienal de Veneza (1997), exposição de formato fundador realizada em instituição de prestígio mundial; foi curador geral da 24ª edição da Bienal de São Paulo (1998), “Um e/entre Outros”, conhecida como a Bienal Antropofágica, considerada uma das mais importantes exposições da década de 1990, contemplada inclusive com um dos livros da Coleção Exhibitions Histories, editada por uma das mais atuantes publicações sobre arte contemporânea, a Afterall. Curou também “Lucio Fontana”, no Centro Cultural do Banco do Brasil, Rio de Janeiro e São Paulo (2001) e “Tempo”, realizada no Museu de Arte Moderna, o MoMA, em Nova York (2002), que reuniu artistas de vários países em torno da temática temporal em suas percepções fenomenológicas e ficcionais - Herkenhof é um dos poucos brasileiros a ocupar um cargo de curador no MoMA. Durante os anos 2019 e 2020 foi professor catedrático da USP, no Instituto de Estudos Avançados. Herkenhoff vive e trabalha no Rio de Janeiro.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro