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O projetoFestival No Corre - Potencialidades da Periferiavisa fomentar o mercado da musica que vem da periferia acontecendo em em dois pilares: a) Mobilização e inspiração com a realização de um Fórum Temático sobre o mercado da música que vem da periferia e, b) Realizar 02 dias de um festival musical nas periferias da zona sul de São Paulo como objetivo de evidenciar artistas locais com grandes artistas a fim de contribuir na inclusão produtiva juvenil no mercado da musica e cultura que vem da periferia.
Não se aplica ao projeto Festival No Corre - Potencialidades da Periferia.
Os objetivo principal do projeto Festival No Corre - Potencialidades da Periferia é colaborar para fomentar a profissionalização e a geração de novos talentos das periferias da zona sul de São Paulo. Com isso temos a conexão com os incisos do artigo 2º do Decreto 10.755 de 26/07/21. VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; Os objetivos específicos do projeto Festival No Corre - Potencialidades da Periferia são: Iremos realizar 02 grandes ações em 11 meses, são elas: 1) 01 FÓRUM TEMÁTICO Iremos realizar 01 FÓRUM TEMÁTICO sobre mercado da Música e Cultura e suas possibilidade de gerar emprego, renda e se profissionalizar, com o objetivo de fomentar o ecossistema e dialogar com diferentes stakeholders e segmentos do mercado da música e cultura desde distribuidoras, produtoras, gravadoras, produtores, curadores, artistas, técnico em iluminação gestores de showbusiness, produtores executivos, agências, entre outros. Estrategicamente faremos diálogos sobre oportunidade de mercado, lacunas e descobertas. Sendo um ato muito importante para influenciar nas decisões de investimento social de impacto de fundações e institutos e o próprio mercado da música. A produção do Fórum se inicia com 04 meses antecedência da realização, para isso é feito articulação, divulgação e contratação das empresas, fornecedores e palestrantes. No dia de realização, o Fórum terá um período de até 05 horas de duração, com a expectativa de 100 pessoas participando presencialmente, 08 palestrantes, 2 mediadores(as) e 02 apresentações artística. 02) 02 Dias de Festival Musical da Periferia Serão realizado 02 dias de Evento musical gratuito e aberto ao público, sendo um espaço de valorização e reconhecimento das potencialidades artística da periferia. O evento será realizado em uma avenida já habituada em realizar eventos de grande porte, por exemplo, nesse lugar foi realizado a virada cultural em 2022. Cada dia de festival terá a duração de até 6 horas, com palco, som, iluminação com a estimativa de ter 3000 pessoas participando do festival nos 2 dias. Para cada dia de Festival teremos 8 apresentações artísticas com 02 Djs, discotecando e 02 apresentadores animando e narrando o evento em sua execução. Ao total serão 16 artistas, 04 Djs, 04 Mc's e 12 horas de Festival.
A pesquisa mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE concluiu que o Brasil tem 14,8 milhões de desempregados, o que representa 14,7% da população economicamente ativa. Mas esse índice é ainda maior entre os mais jovens. Na faixa etária de 14 a 17 anos, 46% estão em busca de trabalho. E, de 18 a 24 anos, o desemprego afeta 31% das pessoas. A base da pirâmide é a quem mais sente a realidade pela falta de emprego e renda, existindo diversas iniciativas para o jovem que busca o primeiro emprego no mercado tradicional, porém tem uma lacuna nesses processo, são raros os espaços para jovens que querem viver financeiramente do mercado da música no Brasil, seja empreendendo, como artista e curador, sendo criativo, entre diversas profissões existente no mercado da música. Os números divulgados no Global Music Report da IFPI mostram que a receita total para 2020 foi de US$ 21,6 bilhões (cerca de R$ 118,5 bilhões). O Brasil foi novamente o maior mercado de música gravada da América Latina, outro dado importante mostra o Brasil como o 11º maior mercado fonográfico do mundo, atingindo R$ 2,1 bilhões de faturamento em 2021, o que representa quase que o dobro do valor de três anos, na comparação com 2018, e um crescimento de 32% em relação ao ano anterior. O segmento da Economia Criativa representa hoje quase 3% do PIB brasileiro, gera 6.6 milhões de empregos e possui mais de 140 milhões de empresas. Sabemos que viver do mercado da música não é fácil e isso se torna ainda mais complexo para mulheres, jovens, artistas, periféricas, mães e sonhadoras. Atualmente 84% das mulheres brasileiras ligadas ao setor da música já foram discriminadas no trabalho propriamente por ser mulher, segundo levantamento da Folha de São Paulo e 53% nunca receberam valores de direitos autorais, segundo levantamento da Agência Brasil. Outro dado super importante levantado pela Getulio Vargas Foundation, traz a desigualdade de quem empreende na periferia com quem não é de periferia é alarmante, um dos dados que a pesquisa trouxe é que quem empreende na periferia tem 37 vezes menos acesso a investimento. Existe um mercado gigantesco com oportunidades de geração de emprego, renda e novos empreendimentos, porém são pouco os espaços que possibilitam aprofundar conhecimentos do mercado da música que vem da periferia, existe os termos jovem "nem, nem" que nem trabalha e nem estuda, também o "sem, sem" sem oportunidade e sem acesso. A grande pergunta é, quem está olhando para as vocações dos jovens para além do trabalho formal? Existe algumas iniciativas voltada para a empregabilidade e educação que é essencial, mas e os outros jovens que querem viver da música e de seu mercado que é tão promissor? E voltado especialmente para os jovens de periferia? Não existe inciativa com esse cuidado e viés, onde o projeto Festival No Corre - Potencialidades da Periferia supre colaborando para fomentar esse setor dentro e fora da periferia.
Não se aplica ao projeto Festival No Corre - Potencialidades da Periferia.
Produto 1: Fórum Temático ACESSIBILIDADE FÍSICA: - Iremos realizar o Fórum em um espaço que garanta a acessibilidade física de forma estrutural; - Será reservada cadeiras e espaços para pessoas com necessidades físicas. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS - Todo as atividades do Fórum serão sonorizadas por microfones e caixas de som; - Teremos impressão em Braille das mesas contendo as temáticas e os palestrantes. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: - Terá tradução em libras ao vivo e disponível nos vídeos produzidos; - Todos os vídeos produzidos ficarão disponíveis em plataformas digitais no Youtube e terão legendas em português; ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: - Iremos providenciar um profissional pisicólogo no espaço reservado para pessoas com necessidades especiais, assim garantindo o atendimento de pessoas com limitações intelectuais. Produto 2: Festival Musical ACESSIBILIDADE FÍSICA: - Iremos realizar o Festival Musical em um espaço que garanta a acessibilidade física de forma estrutural; - Será reservada cadeiras e espaço para pessoas com necessidades físicas no Festival Musical; - Iremos garantir banheiros químicos adaptados. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: - Todas as atividades do Festival Musical serão sonorizadas por microfones e caixas de som; ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: - Terá tradução em libras ao vivo e disponível nos vídeos produzidos; - Todos os vídeos produzidos ficarão disponíveis em plataformas digitais no Youtube e terão legendas em português; ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: - Iremos providenciar um profissional pisicólogo no espaço reservado para pessoas com necessidades especiais, assim garantindo o atendimento de pessoas com limitações intelectuais.
Todas as atividades do projeto Festival No Corre - Potencialidades da Periferia serão gratuitas para o público, não havendo venda de ingressos.
A Associação A Banca será a responsável técnica e e financeira cabendo a ela e somente ela responder pelas decisões do projeto Festival No Corre - Potencialidades da Periferia. Para isso a Associação A Banca conta com uma equipe multidisciplinar que irá executar o projeto Festival No Corre - Potencialidades da Periferia colaborando na coleta, armazenamento, análise e compilação dos dados criados no decorrer da execução do projeto. Usamos plataformas digitais para criar Land Pages e separar os inscritos por evento, categoria e interesse de forma segura. Também teremos uma pessoa responsável pela finança do projeto Festival No Corre - Potencialidades da Periferia. O profissionais participantes da realização do Festival No Corre - Potencialidades da Periferia serão: Marcelo Silva Rocha o Dj Bola, é empreendedor social, pai de 3 filhos lindos, Dj Turntablista Fundador, diretor geral e presidente da Associação A Banca, também é Fellow da Ashoka e da Social Good Brasil, recebeu os prêmios Trip Transformadores e o foi finalista do prêmio Empreendedor social da Folha de São Paulo, Speaker TEDxTombo e TEDx São Paulo, Conselheiro do Instituto Coca Cola Brasil pelo segundo mandato, CoFundador da ANIP - Articuladora de Negócios de Impacto da Periferia. Na A Banca é responsável pela gestão geral da organização cuidando das parcerias estratégicas, captação de recursos, visão de futuro, elaboração de propostas comerciais, projetos, programas e gestão de equipe. Principais atribuições no projeto Festival No Corre - Potencialidades da Periferia: Gestão geral do projeto, ponto focal com as empresas, poder público, articulação e parcerias estratégicas. Marcio Teixeira da Silva o Macarrão, é sócio fundador e o Tesoureiro e Diretor Financeiro da Associação A BANCA. Atuante no ecossistema de negócios de impacto desde de 2006, já participou de processos de Aceleração das organizações ARTEMISIA, NESST, QUINTESSA e ICE. Ativista cultural há 22 anos, desenvolve trabalhos em áreas como produção, gestão financeira, captação e execução de eventos. Principais atribuições no projeto Festival No Corre - Potencialidades da Periferia: Cuidar do financeiro do projeto com compras, pagamentos, recebimentos, impostos, contabilidade e recebimentos de notas fiscais e também faz articulação em territórios. Evelyn Ozz, é comunicadora, Produtora Cultural e Cantora. Atua na área de comunicação na Associação A Banca criando editorial, design e materializando campanhas de marketing. Enquanto artista, participou da banda Abôrigens e atualmente vem desenvolvendo seus trampos musicais solo por meio da A Banca. Principais atribuições no projeto Festival No Corre - Potencialidades da Periferia: Responsável pela criação da identidade visual, design e comunicação nas redes sociais oficial da Associação A Banca. Maria Beatriz Produtora cultural e executiva, formada na escola de música EM&T. Atua e desenvolve trabalhos na área burocrática e de execução da A Banca. Principais atribuições no projeto Festival No Corre - Potencialidades da Periferia: Cuidar da pré produção e execução do Festival e o Fórum temático, articulação e acompanhamento de fornecedores e contratados. Dandara, 21 anos, cria da Zona Sul Zona Show, Jardim Ângela e expressa suas vivências através das múltiplas linguagens artísticas. Compõe o time de artistas da Produtora Musical e Audiovisual Nova Guarda, é arte-educadora da Produtora Cultural Social A Banca , é produtora do Coletivo Omio, organizadora do Sarau Apoema e do evento itinerante Vem de Quebraz's. Principais atribuições no projeto Festival No Corre - Potencialidades da Periferia: Cuidar da pré produção e execução do Festival e o Fórum temático, articulação e acompanhamento dos artistas, convidados e parceiros. David Muniz conhecido como Decoff, multi-artista da zona sul de SP tem 21 anos tá no corre da música desde os 15, é cria do jardim Angela, co-fundador, produtor e artista da Produtora Musical e Audiovisual Nova Guarda Records, Mc no grupo de Rap La Priori, integrante da equipe A Banca Jovem como educador de produção musical e engenheiro de som, estudante de Sonoplastia na SP Escola de Teatro e atualmente é o técnico de Som do Largo da Batalha. Motivado pela música e pelos movimentos culturais, Trás em sua essência a luta pela cultura com foco na periferia fortalecendo o Hip-Hop. Principais atribuições no projeto Festival No Corre - Potencialidades da Periferia: Cuidará do acompanhamento técnico do Festival e do Fórum temático. Iremos contratar uma empresa de licenciamento do Festival, fotógrafos e profissionais de áudio e vídeo. Em sua maioria pessoas das periferias que são empreendedores oferencendo serviços e produtos.
PROJETO ARQUIVADO.