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A proposta é a montagem do espetáculo É O TCHAN DO BRASIL, O MUSICAL, com estreia preferencialmente na cidade Salvador- BA e temporada nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, além de turnê por outras 7 cidades brasileiras, contemplando assim todas as regiões do Brasil.
O musical vai mostrar a vida de cada integrante desde a infância, evocando muitos elementos da cultura baiana que foram formadores do caráter de cada um, e também o início da criação do grupo. Simultaneamente, retratará a identificação e o apego do povo baiano à arte, à dança, à música. Também serão mostrados na peça o sucesso estrondoso do grupo no Brasil e no mundo, seus shows mais marcantes, os programas de televisão que pararam o Brasil com o concurso para a escolha da morena e da loira do Tchan, algumas trocas de integrantes, as polêmicas, e os rumos que tomaram os integrantes após o declínio do sucesso.
Objetivos Gerais: O principal objetivo é a montagem do espetáculo É O TCHAN DO BRASIL, O MUSICAL, um espetáculo musical, que vai contar a história do grupo de maior sucesso dos anos 90 e um dos que mais venderam disco na época. A ideia do texto é partindo da história do grupo, falar mais da cultura baiana, focando nos grupos de axé, muitas vezes alvo de preconceito, mas que inegavelmente, são amados pelo grande público. Suas músicas dançantes, com letras divertidas e coreografias que viraram moda marcaram a década de 90 e encantam até hoje muitos brasileiros e estrangeiros. O musical vai mostrar a vida de cada integrante desde a infância, evocando muitos elementos da cultura baiana que foram formadores do caráter de cada um e também do início da criação do grupo. Simultaneamente, retratará a identificação e o apego do povo baiano à arte, à dança, á música. Também serão mostrados na peça o sucesso estrondoso no Brasil e no mundo, seus shows mais marcantes, os programas de televisão que pararam o país com o concurso para a escolha e morena do tchan, algumas trocas de integrantes, as polêmicas, e os rumos que tomaram os integrantes após o declínio do sucesso. Objetivo específico: Montagem do É O Tchan do Brasil, O Musical.2 meses de ensaio1 mês de temporada de estreia na cidade de Salvador, na Bahia, de quinta a domingo, totalizando 16 apresentações e um público de 300 pessoas por apresentação.1 mês de temporada na cidade de São Paulo de quinta a domingo, totalizando 16 apresentações e um público de 300 pessoas por apresentação1 mês de temporada na cidade do Rio de Janeiro, de quinta a domingo totalizando 16 apresentações, é um público de 300 pessoas por apresentação.Turnê por 8 das principais capitais brasileiras fazendo 2 apresentações em cada cidade, totalizando 16 apresentações no total da turnê, é um público estimado de 500 pessoas por apresentação.
Bahia, década de 90. Parte de uma região do Brasil concentra todos os problemas sociais: fome, miséria, falta de saneamento básico e a desoladora seca. Por outro lado, a personalidade própria de um povo com seus marcantes valores culturais, as religiões, o ímpeto resistente e guerreiro, que leva na alma uma história milenar e escrita apenas a partir de 1.500, com a chegada dos colonizadores portugueses. De fato, o início de tudo, uma junção que deu origem ao Brasil, do índio, do negro e do branco. É nesse cenário que surge um dos grupos musicais de pagode/samba mais carismáticos e dançantes do Brasil: "É o Tchan". Aproximadamente 6 milhões de álbuns vendidos em todo o país, uma legião de fãs pelo mundo inteiro, músicas que se transformaram em hinos, marcadas para sempre na memória e nos corações. É O TCHAN DO BRASIL, O MUSICAL vai homenagear o lendário grupo musical, mas também ressaltar a cultura da Bahia, mostrando a vida de seu povo através da história de vida dos integrantes do grupo até chegarem ao sucesso estrondoso que atingiram na década de 90. Para a realização e viabilização do espetáculo é fundamental o apoio das leis de incentivo à cultura, principalmente a Lei Rouanet.
Não se aplica.
O proponente será remunerado exercento as seguintes funções previstas no orçamanto analiticoapresentado:-Coordenador do projeto-Coordenador administrativo- financeiro-Coordenador de produção-Elaboração de Prestação de Contas
Todos os teatros de apresentação do espetáculo terão obrigatoriamente acessibilidade a pessoas idosas nos termos do art. 23 da lei número 10.742, de 1 de 2023(), e portadores de deficiência, conforme disposto no art. 46 do decreto número 3.298, de 20 de Dezembro de 1999(*) facilitando o livre acesso da pessoa portadora de deficiência e pessoas idosas de modo a possibilitar-lhe o pleno exercício do seus direitos culturais Além disso, ofereceremos para acessibilidade de deficientes visuais e auditivos as seguintes atividades nas ações do projeto: 1) Deficiência visual Será oferecido na apresentação do espetáculo e na formação de plateia, isto é, no bate papo realizado após o espetáculo, o serviço de áudio descrição para deficientes visuais. 2) Deficiência auditiva Será oferecido na apresentação do espetáculo e na ação de plateia, isto é, no bate papo realizado após o espetáculo m, o serviço de tradução em libras para acessibilidade de deficientes auditivos.
a) Em 2 dias da temporada da cidade de Salvador - BA, em 2 dias na cidade do Rio de Janeiro - RJ, em dias da temporada da cidade de São Paulo - SP e 1 dia em cada cidade da turnê do espetáculo, será realizado um bate papo após o espetáculo. Estes terão a presença de atores do espetáculo e o público será formado, em 50%, por alunos e professores de instituições públicas de ensino da cidade de apresentação. Nesse bate papo serão debatidos temas importantes abordados no espetáculo e será destacada a importância do teatro para a cultura e para o desenvolvimento e bem-estar do homem. b) O público para as ações de formação de plateia será de 1000 pessoas nas cidades de Rio de Janeiro e São Paulo e de 100 pessoas en cada uma das oito cidades da turnê proposta para o espetculo. Destacamos que 50% deste público será formado por alunos e professores de instituições públicas de ensino da cidade de apresentação. c) As atividades previstas nesse artigo serão registradas por meio videográfico e disponibilizadas gratuitamente na internet, através do canal criado para o espetáculo nas mídias sociais. d) Nos dias das ações de formação de plateia será oferecido transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida e aos idosos; serão permitidas a captação de imagens das atividas e dos espetáculos e autorizadas a sua veiculação por redes públicas de televisão; e) A distribuição gratuita dos ingressos será realizada através de doação ou para instituições ou associações que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas da população e com menor poder aquisitivo.
Ficha Técnica Texto: Rômulo Rodrigues Direção: Fernando PhilbertElenco: único ator definido é Dimitri Biá. Os demais serão escolhidos por audiçãoCenário: Oerô Martin figurino: Ney MadeiraIluminação: Djalma AmaralDireção de produção: Roberto Jerônimo e Rômulo Rodrigues Produção Executiva : Karlos André Brandão e Dimitri Biá Coordenação do projeto: Prama Comunicação SOBRE O PRODUTOR EXECUTIVO KARLOS ANDRÉ BRANDÃO Karlos André Brandão é pesquisador e produtor de elenco. Formou-se pelo Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas em Produção Audiovisual. Como pesquisador e produtor de elenco desenvolveu vários trabalhos em comerciais e na publicidade como Coca-Cola, Banco do Brasil, Mc Donalds, Universidade Estácio, Reserva, Cervejas Itaipava e etc, além de alguns videoclipes como do astro internacional Ozuna e da cantora Anitta, uma das maiores artistas brasileiras. SOBRE O PRODUTOR EXECUTIVO E ATOR DIMITRI BIÁ Dimitri Biá estudou interpretação na Escola de Arte Dramática da USP – EAD/USP, na Universidade Federal do Pará – UFPA e se aprofundou em Tchekhov, com Zé Henrique de Paula. Formado em Cinema no INC e em Fotografia na Foto Conceito. No teatro, seus últimos trabalhos foram Condomínio Visniec e Escola de Mulheres, ambos com direção de Clara Carvalho, no Teatro Aliança Francesa. Antes, esteve em Terremotos, direção Marco Antônio Pâmio, no Teatro do SESI; O Funil do Brasil, direção Isser Korik e texto de Sérgio Roveri, no Teatro UOL e Teatro de Orelha, direção de Valdir Ramos (espetáculo em áudio 3D). Também atuou em espetáculos como Improvisação 70, direção de Cristiane Paoli Quito, O Nome Disso É Abuso, Gota D’água e Ópera do Malandro. No audiovisual, atualmente está em Barbie & Bob – O Filme (São Paulo ISFF e Lublin Film Festival - POL Official Selection), com direção de Raissa Gregori, Eu sou você, direção de Tadeu Jungle e em Cidade Invisível - 2 Temporada, na Netflix. Também atuou no longa-metragem Síncope, direção de Luciano Ferrari. Fluente em Inglês e Espanhol. Praticante de artes marciais, formado em Violão e integrou o grupo de danças WA Urban. SOBRE O DIRETOR FERNANDO PHILBERT FernandoPhilbert dirigiu o monologo de sucesso do ator Marcos Caruso chamado O Escândalo Philippe Dussaert, além desse foi diretor do programa Arte do Artista na TV Brasil. Diretor assistente do espetáculo Incêndios com Marleta Severo e grande elenco, Diretor Assistente de Hamlet com Wagner Moura e grande elenco, Codiretor da peça Em Nome do Jogo com Marcos Caruso e Emílio de Melo, Codiretor da peça Campo de Batalha com Rodrigo dos Santos e Aldri Anunciação, Diretor assistente de Macbeht com Daniel Dantas e Renata SOrrah ,Diretor assistente da peça Do Fundo do Lago Escuro com Domingos Oliveira, Diretor da peça Silêncios Claros Com Ester Jablonskf ,Diretor de Cabras Cabras com Priscilla Bailo, Flávio Vindaurre, Codiretor da Peça No Topo da Montanha, comLázaroRamoseTaisAraujo, DiretordapeçaQueroserZiraldo,comJoãoVelho. SOBRE O AUTOR E DIRETOR DE PRODUÇÃO RÔMULO RODRIGUES Autor, ator e produtor. Formou-se em produção teatral peta EAT e como ator pela Escola de Teatro Martins Pena . Como produtor seus mais recentes trabalhos foram a Comédia musical FAVELA e o espetáculo ANDANÇA- BETH CARVALHO, O MUSICAL . Participou da produção e pesquisa do "CATÁLOGO BRASILEIRO DE ORAMATURGIA" de Maria Helena Kuhner, ganhador do Prêmio Shell 2007, na categoria especial. Foi fundador do CEPETIN- Centro de Pesquisa e Estudo do Teatro Infantil onde atuou como um dos coordenadores de 2006 a 2012, sendo responsável pela produção de projetos como o Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil patrocinado pela 01 e Governo do Estado, do qual fez parte do júri nos anos de 201Oe 2011 . Éum dos integrantes, fundadores e produtores da CIA ESCARAMUCHA DE TEATRO Cia com 14 anos de trabalhos continuados, onde atuou como ator nos espetáculos Quando as Máquinas Param de Plínio Marcos com direção de Márcio Vieira e Camila Amado e Histórias que o Eco Canta com texto e direção de llo Krugli é diretor da empresa de produções artísticas PRAIM COMUNICAÇÃO. SOBRE O CENÓGRAFO Bacharel em Artes Cênicas (habilítação Cenografia) pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Cenógrafo vencedor de dois prêmios Coca- Cola de Teatro Jovem: em 1998 pelo espetáculo "EM CANTOS" e em 1999 por "As Viagens de Guliver". Foi indicado ao prêmio Maria Clara Machado de Teatro infantil em 2002 pela ópera-rock "Criança Eu Quero Ser Quando Crescer". Já trabalhou com diversos diretores entre eles Emesto Piccolo, Cacá Mourthé, Ricardo Kosovsky e Gilberto Gavronsky. Na TV, participou da equipe responsável por cenário e bonecos da série "Hoje é dia de Maria". SOBRE O FIGURINISTA Cenógrafo, figurinista e arquiteto (EAU-UFF),desenvolve trabalhos na área teatral desde 1990,com destaque para os espetáculos "Os Dois Cavaleiros de Verona" (1993) e "As Armas e o Homem de Chokolate" (1995), indicados para o Prêmio Shell de Melhor Cenário e Melhor Figurino, respectivamente. Em teatro infanto- juvenil, obteve treze indicações para os prémios Mambembe e Coca-cola, tendo recebido o Prêmio Mambembe de Melhor Figurino de 1997, pelos espetáculos ''Tuhu,o Menino Vilta lobos" e "Quem Segura esse Bebê'', e os prêmios Coca-Cola de Melhor Figurino de 1992 , por "T artufo", e de 1998, por "Viva o Zé Pereira". SOBRE O ILUMINADOR Formado em Licenciatura em Artes Cênicas. Em seu currículo tem acumulado prêmios desde 1987: Coca-Cola, prêmio Mambembe, ATACEN e de diversos festivais pelo Brasil. Foi professor na Escola de Selas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro em 1999, e da UNIRIO • Universidade do Rio de Janeiro• em 2005 onde ministrou a cadeira de Iluminação Cênlca. Seus últimos trabalhos foram "Mais uma vez amor", com Marcos Palmeira e Luana Piovanl; "Ü.tase", com Caco Ciocle e Rosane Goffman e "Coração Caipira", com Jackson Antunes. Iluminou a exposição "Helio Eichbauer- 40 anos de cenografia".e o Es-petacuto Rasga Coração e dos Dvds Som Imaginário de Wagner Tlso e Braquinha de Bia Bedran. SOBRE O DIRETOR DE PRODUÇÃO Graduado em Licenciatura em Educação Artística pela UniversidadedoRiodeJaneiro-UNIRIO. Formado ainda pela mesma universidade como Bacharel em Artes Cênicas, habilitação em Interpretação Teatral. Produtor de diversos espetáculos teatrais entre eles: "Batlstério" de João Clcero, , "O Estrangeiro" direção Vera Holtz com Guilherme Leme, "A vida sexual da mulher feia" com Otavio Muller, "Mordendo os lábios "direção Hamilton Vaz Pereira com Mel Lisboa e Caio Blat, "Um porto para Elizabeth Bishop" com Regina Braga, direção Jose Possi neto, Fala que é amor, direção Ricardo Blat, "Merci" direção Moacir Chaves, "Fausto., com Gabriel Braga Nunes e Fernando Eiras. Realizou diversos projetos em Instituições culturais como Centro Cultural Banco do Brasil, Oi Futuro, Caixa Cultural e centro Cultural dos Correios.
PROJETO ARQUIVADO.