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O AFROPUNK é o maior festival de cultura negra do mundo, surgiu no Brooklyn em Nova Iorque há mais de 18 anos e reúne as mais diversas formas de expressão cultural da diáspora africana e tem como missão construir espaços de resgate, diálogo, reconstrução e revolução. Nasceu como manifesto em forma de documentário que abordava a solidão negra na cena punk, o racismo, o privilégio branco e a necessidade de união. Hoje, se tornou um grande festival com edições anuais em diversas cidades como Nova Iorque, Atlanta, Miami, Minneapolis, Oakland, Paris, Londres, Joanesburgo e Salvador, expandiu suas possibilidades musicais para abranger novos ritmos, sempre com um line up de artistas renomados da música negra no mundo.
O FESTIVAL O Festival AFROPUNK é o maior evento de cultura negra do mundo, e desde 2021 vem realizando edições presenciais no Brasil, na cidade de Salvador/BA. Em suas últimas edições tem apresentado durante dois dias de evento uma diversidade de artistas, dos mais variados estilos (MPB, rap, Trape, Pagode, Rock, Pop, entre outros). Em 2023 levou para os seus dois palcos, apresentações musicais de artistas nacionais, como: Alcione, Baianasystem, IZA, Djonga, Carlinhos Brown, Majur, Olodum e outros, e internacionais (Noite e Dia - Angola, Patche di Rima - Guiné Bissau, Tash - Inglaterra e Victoria Monét - EUA). Intercâmbio e Formação Profissional Internacional (prevista para agosto de 2024): Antes da realização do FESTIVAL iremos realizar algumas ações como: - Realização de workshop com a equipe AFROPUNK Bahia para compartilhar as experiências. - Roda de conversa na edição 2024 do AFROPUNK em Salvador sobre as vivências e resultados do intercâmbio. Ambas atividades serão fruto do intercâmbio realizado entre time AFROPUNK Brasil e AFROPUNK Nova Iorque. O workshop será destinado apenas para os colaboradores do festival no Brasil e a roda de conversa será destinada a público externo interessado em produção cultural, mercado da música e criativo, a construção de um grande evento e tudo que está envolvido para sua realização. AQUECIMENTO AFROPUNK Realizar nos dias que antecedem o festival uma programação cultural de até 3 dias de duração com oficinas de produção cultural, palestras sobre o mercado da música e práticas ESG, pocket shows de artistas soteropolitanos e divulgar nas redes sociais do AFROPUNK uma rota gastronômica, apresentando empreendimentos liderado por pessas negras.
Objetivo GeralO AFROPUNK é um festival que tem como objetivo principal promover a Cultura Contemporânea Afrodiaspórica, com ênfase na música, moda, gastronomia e empreendedorismo, sendo plataforma para as pautas de grande relevância para o movimento negro em todo o mundo. Além de ser um local de referência, celebração e pertencimento para a comunidade afro-diaspórica, o festival busca criar um espaço único de conexão, inspiração e transformação social. Objetivos específicos - Realizar uma Viagem de Intercâmbio e Formação Profissional Internacional (prevista para agosto de 2024): entre time AFROPUNK Brasil e Time AFROPUNK Nova Iorque; - Realização de um workshop com a equipe AFROPUNK Brasil para compartilhar as experiências com os demais membros da equipe; - Realizar uma Roda de conversa na edição 2024 do AFROPUNK em Salvador sobre as vivências e resultados do intercâmbio para público externo; - Realizar nos dias que antecedem o festival uma programação cultural de até 3 dias de duração com (oficinas de produção cultural, palestras sobre o mercado da música, pocket shows de artistas soteropolitanos e divulgar nas redes sociais do AFROPUNK uma rota gastronômica, apresentando empreendimentos liderado por pessas negras); - Ter a Bahia como anfitriã do maior festival de cultura negra do mundo: ao sediar o festival AFROPUNK, com dois dias de apresentações, tendo em cada dia 13 atrações, ao todo 26 artistas. - Fomento ao "black money": o AFROPUNK oferece protagonismo e visibilidade aos empreendedores negros de diversos segmentos, gastronomia, moda, beleza, artes visuais, artesanato, impulsionando a economia local e gerando novos negócios. Através de uma feira o projeto envolve 30 afro empreendededores que participam durante os dois dias de festival; - Nesta edição, o festival expandirá ainda mais suas fronteiras musicais, abraçando ritmos das diferentes regiões do país e do mundo, trazendo uma programação diversa com artistas renomados da música negra nacional e internacional com atrações vindo de três países;- Fomentar o acesso ao público com valores de ingressos acessíveis a uma programação com grandes nomes da música brasileira e internacional. Com ingressos de R$85,00 a R$170,00 para mais de dez horas de programação ao dia para um público de 30 mil pessoas ao dia. Totalizando 60 mil pessoas; - Ingressos sociais: o acesso do público via ingressos sociais possibilita para muitos um valor de ingresso de menor valor, comparado ao valor de inteira e meia-entrada (garantidos por lei). E não exige nenhuma comprovação. E R$10,00 do valor do ingresso social é revertido para apoiar uma organização social.
O Festival AFROPUNK chega em sua quinta edição no Brasil e já se apresenta como marca consolidada no cenário cultural nacional e internacional. Ícone afrofuturista e repleto de elementos da cultura negra e da diáspora, o Festival atrai milhares de admiradores da música, e também da moda, já que o AFROPUNK é conhecido internacionalmente pelos maravilhosos looks de seu público. Ao promover o AFROPUNK, colocamos a cidade mais negra fora de África, Salvador, como sede do maior festival de cultura negra do mundo. Isso contribui de maneira significativa para o crescimento do setor turístico e proporciona a capital baiana a oportunidade de sediar um grande evento internacional novamente. Além disso, mobiliza uma ampla comunidade global e impulsiona o turismo étnico. No carnaval de 2020, o trio AFROPUNK, atraiu mais de 30 mil pessoas em 12 horas de desfile. Já em 2021, com a pandemia e a necessidade de adaptação, o festival global, Planet AFROPUNK, alcançou 114 milhões de pessoas em todo o mundo. Surpreendentemente, os brasileiros representaram 37% da audiência da plataforma. Em 2021, com a flexibilização das restrições sanitárias, o festival adotou um formato híbrido, com parte da programação online e shows ao vivo direto de Salvador para o mundo. A presença do público foi limitada a 3.000 mil pessoas, de acordo com os protocolos de proteção contra a Covid-19 estabelecidos pelo decreto municipal na época. Com uma forte aderência do público, tanto presencial quanto online, e um conceito impactante, o festival AFROPUNK promove, anualmente, um verdadeiro encontro da comunidade afro-diaspórica ao redor do mundo. É um momento de celebração que oferece oportunidades de resgate cultural e conexão, movimentando milhões de reais. Além do legado cultural, o festival impulsiona a economia local e coloca o empreendedorismo negro em destaque. Em 2018, a cidade-sede de Joanesburgo movimentou mais de 30 milhões de dólares com a chegada do AFROPUNK, de acordo com a consultoria Grandthorton. Na edição de 2022, primeira grande edição da América Latina, o AFROPUNK contou com a participação de 50 mil pessoas, nos dois dias do evento. Registrou um aumento significativo de alcance, com mais de 14 milhões de espectadores no programa especial AFROPUNK transmitido pela Rede Globo. O impacto do AFROPUNK também se refletiu em números impressionantes. O projeto teve 480 milhões de impactos, gerando um total de mais de 800 matérias sobre o festival. E, por fim, a satisfação do público foi evidente, com 90% dos participantes afirmando que pretendem voltar ao festival em 2023, demonstrando a fidelidade e o impacto positivo do evento. Com o Festival, a Bahia está sendo projetada internacionalmente e tem movimentado o cenário turístico local. Com a cidade de Salvador reconhecida por ser a cidade criativa da música, chancela concedida pela UNESCO desde 2015, a capital baiana com cerca de 2,9 milhões de habitantes, é a terceira cidade mais populosa do Brasil e produz uma cultura múltipla, sendo berço ou tendo desempenhado papel fundamental no surgimento de gêneros musicais diversos como o tropicalismo, o axé, a bossa nova, o samba-reggae e o samba. Patrocinar a quinta edição do AFROPUNK Bahia é viabilizar e manter uma programação artística diversa, que trouxe na edição de 2023 grandes nomes da música nacional como: Alcione, Baianasystem, IZA, Djonga, Carlinhos Brown, Majur, Olodum e outros e internacional Noite e Dia - Angola, Patche di Rima - Guiné Bissau, Tash - Inglaterra e Victoria Monét - EUA, atraindo um público diversificado e proporcionando uma experiência cultural enriquecedora, assim como dar espaço para artistas negros emergentes da Bahia e outras localidades do Brasil que geralmente não tem espaço no mercado brasileiro e ao mesmo tempo promover o intercâmbio e troca de experiências destes com os artistas internacionais. Para edição de 2023 já contamos com um público oriundo de vinte e seis estados brasileiros (São Paulo, Rio de Janeiro, Sergipe, Pernambuco, Brasília, Rio Grande do Sul, Ceará, Minas Gerais, Paraná, Maranhão, Espírito Santo, Santa Catarina, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pará, Goiás, Piauí, Mato Grosso, Amazonas, Mato Grosso do Sul, Amapá, Acre, Roraima, Tocantins) e mais de quinze países (EUA, Espanha, França, Inglaterra, México, Equador, Noruega, Chile, Rússia, Havaí, Canadá, Holanda, Uruguai, Portugal e Suíça). Além dos dois dias de shows, também iremos ocupar Salvador com outras ações. Durante toda a semana do festival, ocuparemos a cidade com atividades culturais e rotas gastronômicas, buscando mergulhar tanto o público local, quanto os visitantes, na rica cultura negra brasileira e baiana. Essa imersão contribuirá para a consolidação de uma rota de turismo étnico e cultural reforçando a importância do evento para todo o país.
Permanece no centro da missão do AFROPUNK o pensamento radical e a inconformidade social, redefinindo a experiência urbana. Os princípios do AFROPUNK são: SEM SEXISMO SEM RACISMO SEM CAPACITISMO SEM ETARISMO SEM HOMOFOBIA SEM GORDOFOBIA SEM TRANSFOBIA SEM ÓDIO
O FESTIVAL O Festival AFROPUNK tem duração de dois dias, uma programação diária com mais de dez horas de apresentações musicais. Transmissão pela Rede Globo dos melhores momentos e transmissão via canal fechado Multishowe. Por dia traz para seus dois palcos uma média de 13 atrações. Intercâmbio e Formação Profissional Internacional Com esta ação poderemos ampliar horizontes e preparar melhor nossa equipe de produção, que vai poder absorver as melhores práticas de eventos internacionais consagrados e vivenciar o festival AFROPUNK original no Brooklyn, onde ele nasceu. Essa experiência proporcionará insights valiosos e permitirá a adaptação de tendências globais ao nosso contexto local, pois ao retornar estes profissionais vão multiplicar ainda mais este conhecimento com o workshop para os demais membros da equipe e a roda de conversa a ser realizada para outros profissionais do mercado baiano. AQUECIMENTO AFROPUNK Duração de 03 dias de atividades, envolvendo: Oficinas de produção cultural, com Ismael Fagundes, que assina a produção artistica do Festival: a proposta da oficina é partilhar durante 04 horas de atividades como funciona e acontece todo o planejamento artístico do AFROPUNK, desde o processo da curadoria, a tramites contratuais; E Ana Cristina, que assina a direção de produção, durante sua atividade, Ana irá apresentar todo o plano de ação relacionado a infra-estrutura do festival (planta do evento, palcos, liberações e alvaras necessário a liberação e funcionamento do evento, acesso do público, serviços contratados, e etc), a atividade também terá 04 horas; Palestras sobre o mercado da música, com Bruno Zambeli, produtor musical e diretor criativo, com experiência como produtor musical de artistas baianos e membro dos coletivos Muviu Estúdio Criativo, direcionada ao desenvolvimento criativo para audiovisual e design em suas diversas aplicações; e Bonke Music onde atua como produtor musical e beatmaker, ambas iniciativas destinadas a dar viabilidade e visibilidade ao trabalho de pessoas pretas; e sobre o Mercado da Música e práticas ESG, quem conduzirá e Leide Laje, nossa coordenadora de ESG do AFROPUNK, vai apresentar as práticas adotadas pelo festival e como cada vez mais eventos de grandes públicos podem aplicar ações que mitiguem os impactos sociais e ambientais nos eventos. As palestras terão 02 horas de duração cada uma. Durante as oficinas e palestras, iremos apresentar pocket shows de 30 min de artistas de Salvador, que passarão por uma curadoria realizada pela produção artística do AFROPUNK. Ao todo irão participar 03 artistas. Rota gastrômica, a ideia da rota é divulgar espaços e empreendimentos liderados por pessoas pretas da cidade. Sabemos que a gastronomia carrega toda uma história e identidade que representa as diásporas negras africanas pelo mundo. E em Salvador, não seria diferente. A ideia é abri um chamado e após inscrições realizar um catálogo digital que será disponibilizado nas redes sociais do AFROPUNK para ser feito download pelo público interessado.
ACESSIBILIDADE FÍSICA ● Entrada acessível reservada para o público com deficiência, cadeirante ou com qualquer dificuldade de locomoção, com cadeiras de rodas disponíveis; ● Plataformas elevadas no local do evento para afropunkers com mobilidade reduzida; ● Equipe de suporte para dúvidas ou apoio; ● Balcão rebaixado nos restaurantes para melhor atender ao público cadeirante; ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO ● Telão entre os palcos com tradução em libras em todos os shows; ● Profissional tradutor de libras em um ponto fixo do festival; ● Fones de ouvido para a cobertura de todos os shows com audiodescrição; ● Na área gastronômica, Cardápio em braile e com QR code para audiodescrição; ● Contratação de equipe PCD para consultoria e atendimento ao público.
Os ingressos para o AFROPUNK tem custo médio de: Arena R$ 170 (inteira) | R$ 95 (ingresso social) | R$ 85 (meia) *arena é o que chamamos de pista, área de maior concentração de público Sobre o ingresso social: O acesso do público via ingressos sociais possibilita para muitos um valor de ingresso de menor valor, comparado ao valor de inteira e meia-entrada (garantidos por lei). E não exige nenhuma comprovação. E R$10,00 do valor do ingresso social é revertido para apoiar uma organização social. Em 2022 o valor foi convertido para a organização Quabales, ONG de Salvador, que promove a educação musical de crianças e jovens no bairro do Nordeste de Amaralina. LISTA TNB Ação voltada para pessoas trans, travestis e não-binárias A iniciativa parte da compreensão das disparidades sociais que causam a exclusão de tal público de espaços culturais e de entretenimento, sobretudo nos festivais. Um link é disponibilizado nas redes sociais do evento e durante um determinado período fica disponível. A lista está aberta a todes, porém prioriza pessoas TNB autodeclaradas pretas e pardas. Além de avaliar a localização geográfica da pessoa inscrita como fagtor decisório, focando em pessoas do norte e nordeste do país. Transmissão Em parceria com a emissora Rede Globo, temos transmitido um compacto dos melhores momentos do festival durante a grade de programação da emissora em canal aberto.
Direção Geral IDW - Potyra Lavor Fundadora e CEO da IDW, agência criativa focada em negócios de conteúdo e entretenimento. Publicitária com MBA em Marketing e Gestão Estratégica e especialização em Alto Desempenho em Liderança pela Fundação Dom Cabral e ESADE Business School (Madrid), possui 27 anos de experiência em mídia e entretenimento, tendo trabalhado para dois dos maiores grupos de comunicação do Brasil. Através da IDW, empresaria a artista Larissa Luz e colabora com as conexões de marcas para talentos como Beberes, Malfeitona, Magali Moraes, Alice Faz Pão e Inutilidades da Gabi e atua também como investidora no Brasil do maior festival de cultura negra do mundo com edições anuais em NY, Atlanta, Miami, Oakland, Minneapolis, Londres, Paris, Johanesburgo - o AFROPUNK. Coordenação Geral/operacional - Ana Cristina Santa Rosa Ana Cristina Santa Rosa, graduada em Gestão de Eventos pela UNIFACS, atuando no mercado de produção em algumas frentes de atuação geral, operação logística, e, produtora de Licenciamento e Alvará para eventos. *Curiosidades* Mulher preta, de axé, profissional da saúde, como atriz de teatro de rua, e fazendo os corres de produção da Companhia de Teatro Popular Cirandarte, se aproximou do universo da Produção. Atualmente Diretora de Produção do festival, é um dos nomes que sintetizam este caráter inovador do evento. Aninha, como é carinhosamente chamada pela equipe, em sua jornada, passou pelo Jornal A Tarde e pela TV Aratu, onde trabalhou nas produções dos eventos: Troféu Dodô & Osmar, Travessia Mar Grande Salvador, Arraia do Galinho e outras producoes do mercado de entretenimento. Produção artística - Ismael Fagundes Ismael Fagundes é Produtor Cultural, graduado em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Idealizador do Festival Mete Dança Digital e gerente artístico do AFROPUNK BAHIA, também atua na curadoria do festival. Com uma jornada na gestão e produção de espaços culturais, música, audiovisual e artes cênicas, já atuou na gestão de carreira de Virgínia Rodrigues. Direção artística - Bruno Zambeli Formado em Design, trabalhou em empresa de TV, produtoras de filmes, estúdio de Design e startup no desenvolvimento de apps mobile. Nos últimos anos vem trabalhando com a direção criativa de alguns projetos do grupo musical ÀTTØØXXÁ e Yan Cloud. Além disso, se dedica a dois coletivos que tem como objetivo dar viabilidade e visibilidade ao trabalho de pessoas pretas: Muviu Estúdio Criativo, direcionada ao desenvolvimento criativo para audiovisual e design em suas diversas aplicações; e Bonke Music onde atua como produtor musical e beatmaker. Suas experiências de combinação de diversas áreas criativas como design, ilustração, animação, e direção de peças audiovisuais construíram um perfil bastante original no mercado, recebendo destaque como artista de multi linguagens. Atualmente faz parte do quadro de diretores de cena da produtora Surreal Hotel Arts que tem base em São Paulo e Nova Iorque e também atua na direção criativa do Afropunk Bahia. Como produtor musical, fez lançamentos importantes na carreira de artistas da cena musical baiana como, Rachel Reis, Nêssa, Larissa Luz, Gibi, O Poeta, Vandal e Murilo Chester. Direção de comunicação - Ana Amélia Nunes Gestora de Projetos e Conteúdo na IDW desde 2020, é responsável por toda a estratégia de comunicação do festival AFROPUNK no Brasil. Passou por agências de publicidade e promotoras de eventos em Salvador, a capital que abriga a maior festa de rua do planeta. Foi Gerente de Mídias Sociais no Pida! e na Accessing Comunicação, além de ter participado da produção de realizações do calendário baiano como algumas edições do Arraiá do Galinho, Villa Mix Festival e a operação da SKOL no Carnaval de 2018. Designer - Natália Improta Desde 2010, trabalhou em grandes grupos de comunicação e mídia do Brasil. De 2012 a 2018, atuou como Coordenadora de Marketing da TV Aratu (SBT Bahia), onde participou ativamente do desenvolvimento de grandes projetos e campanhas publicitárias multiplataforma, além da realização de ações promocionais e de relacionamento com os espectadores e com o trade publicitário. Integrou o time de Marketing do Jornal Correio, veículo que pertence ao grupo de empresas da Rede Bahia (Globo) e é líder em audiência no Nordeste. Atualmente contribui como Diretora de Arte na IDW. Leide Laje - Coordenadora ESG Arquiteta e urbanista, especialista em gestão de projetos, mestranda e pesquisadora em sustentabilidade pela Universidade de São Paulo (USP). Com diversas especializações e cursos na área e mais de dez anos de experiência em consultoria para sustentabilidade em todo Brasil. Atua como profissional ESG e consultora para sustentabilidade, analisa de forma holística marcas, ações, eventos e grandes festivais, avaliando diversos pilares da sustentabilidade, como gestão hídrica, eficiência energética, serviços ecossistêmicos, gestão de resíduos, arquitetura bioclimática e materiais sustentáveis, engajamento social, educação ambiental e ESG. Promove relações sustentáveis e humanas entre marcas e eventos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.