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PRONAC 2312890Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Rebentar

PARADOXO PRODUCOES ARTISTICAS E AGENCIA DE TURISMO LTDA
Solicitado
R$ 199,9 mil
Aprovado
R$ 199,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 01/01/2023
    Cadastro PRONAC
    Ano 23
  2. 01/05/2024
    Início previsto
  3. 06/05/2026Captando
    Autorizada a captação total dos recursos
  4. 07/12/2026
    Término previsto

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-05-01
Término
2026-12-07
Locais de realização (1)

Resumo

Realizar a montagem e estreia nacional do espetáculo teatral Rebentar, inspirado livremente na obra de Rafael Gallo, um dos jovens autores mais comentados da atualidade, romance vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura 2016 .Um espetáculo delicado e potente sobre uma mãe que precisa aprender a conviver com a ausência do filho. Uma história que vai falar com todas as pessoas através do afeto.

Sinopse

Depois que seu filho desapareceu aos 5 anos, Ângela dedicou toda a sua vida à busca da criança, mas após trinta anos sem nenhum resultado, ela finalmente decide desistir completamente da procura. Além da própria dor e culpa, Ângela precisa enfrentar o julgamento de todos aqueles que de alguma forma estiveram envolvidos com sua história. Ela parou de trabalhar, não teve mais filhos, filiou -se a grupos de mães com crianças desaparecidas e agora com sua decisão, começa a querer fazer uma reforma na casa, que nunca foi mudada com a esperança desse filho ter na memória aquele ambiente familiar, volta a olhar para a sua relação com o marido, tenta se recolocar no mercado de trabalho novamente, começa uma jornada de entender quem ela é. A trajetória de uma mulher que precisa reaprender a viver mesmo com uma cicatriz que nunca será esquecida.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS O objetivo primordial da arte é a comunicação e enxergamos o projeto como possibilidade de jogar luz em vários assuntos que não podem passar despercebidos diante da sociedade como os preconceitos aos quais a personagem principal vem lutando. Seguir adiante não significa abandonar o filho desaparecido. A busca de uma mulher de 50 anos que deseja recomeçar sua vida profissional, social e emocional. Rebentar é fazer-se em pedaços, romper-se, quebrar-se, partir-se, que são movimentos que descrevem o estado no qual nossa protagonista se encontra assim que perde seu filho de apenas 5 anos. Ao longo de 30 anos ela busca por ele e por todo tipo de resposta para o acontecido até que decide seguir adiante. Esse é o começo da jornada dessa heroína, entendendo que o tempo escorreu-lhe entre os dedos e não obteve seu filho de volta, decide renascer dentro dessa nova vida em vida que o destino lhe concedeu. Sair da invisibilidade que a idade de hoje lhe proporciona buscando um trabalho, uma nova casa e principalmente, assumindo as consequências diante do julgamento externo das pessoas do seu círculo familiar e de amizades que se formaram pela identificação do acontecimento. Outro ponto de destaque é a temática da maternidade que é mãe de grandes clássicos da dramaturgia mundial e por isso juntos queremos construir um espetáculo sensível, poético, que tenha leveza e densidade na mesma medida. A idealização é de Pablo Sanábio, responsável por ter idealizado grandes sucessos do teatro brasileiro a partir de livros: foi sua a ideia do monólogo "O Filho Eterno" de Cristovão Tezza, o espetáculo "O menino que vendia palavras" a partir da obra do Ignácio de Loyola Brandão, foi um dos idealizadores de "Fonchito e a Lua" adaptado da obra do Mario Vargas Lhosa, "Talvez uma história de amor" adaptado da obra de Martin Page, recentemente teve o monólogo da atriz Miá Mello a partir do livro "Mãe Fora da Caixa" , que vai virar filme esse ano, entre outros. Raquel Rocha é uma atriz com uma extensa carreira no teatro, tendo trabalhado com diretores como Enrique Diaz, Antunes Filho, Guel Arraes, Daniel Herz, entre outros, além de recentes trabalhos na televisão e cinema como a novela "Cara e Coragem" da Rede Globo. Já se apresentou em diversos lugares pelo mundo, como Bélgica, Alemanha, Japão, Suíça e França. A direção será assinada por Malu Galli, uma das artistas mais completas do panorama cultural brasileiro, tendo dirigido espetáculos como "A Máquina de Abraçar" e "Oréstia", além de ter interpretado personagens marcantes na televisão e no cinema. A dramaturgia será assinada por Márcia Prates que fez parte da equipe de roteiristas de grandes sucessos da televisão brasileira como "Avenida Brasil", "Celebridade", "Império", "Segundo Sol", "A Favorita", entre outras. A proposta é criar um espetáculo que dialogue com todos os espectadores, abordando assuntos extremamente atuais como o feminismo, o etarismo e também sobre como todos vivem momentos na vida em que algumas escolhas devem ser feitas, por mais delicadas e complexas que sejam. Rebentar é um corajoso e emocionante mergulho nos sentimentos da perda e sobre o desafio de, após viver uma das dores mais difíceis de qualquer pessoa que tem filho, aprender a enxergar beleza na vida. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar a montagem do espetáculo teatral inédito Rebentar, inspirado livremente na obra de Rafael Gallo, com 1 mês de apresentações no Rio de Janeiro (12 apresentações).

Justificativa

A decisão de montar um espetáculo teatral que aborda esta delicada temática envolve uma combinação de considerações artísticas, sociais e emocionais. Falar de um tema tão delicado é enxergar a vida como possibilidade de evolução dentro das adversidades assim como das fases de calmaria. O movimento que antecede a decisão crucial promove dentro da narrativa um estado de poesia pura. Ângela tem o mar como testemunha e muitas vezes como o filho. Ela despeja ali todas as suas dúvidas, frustrações, percepções, decisões, sentimentos... Líquido amniótico e mar se fundem na exuberância da continuidade indiferente que é existir. Ela decide por viver e isso move e transforma sua trajetória. O teatro é uma forma de arte que permite explorar profundamente as emoções humanas. Contar a história de uma mãe na busca pelo filho desaparecido oferece a oportunidade de examinar o luto, a tristeza, a superação e outras emoções complexas que fazem parte da experiência humana. Saindo da perspectiva da personagem e ampliando o olhar para sociedade, a peça também tem o propósito de criar conscientização sobre questões sociais relevantes, e lança luz sobre temas como saúde mental e apoio emocional. O espetáculo tem o poder de gerar empatia ao colocar o público na perspectiva de personagens que enfrentam desafios significativos. A peça inspira empatia e compreensão, promovendo uma conexão emocional entre a atriz e o público. Por outro lado, artisticamente, explorar temas difíceis como a perda desafia a equipe artística a expandir seus limites e criar performances poderosas. A complexidade emocional dessas histórias fornece oportunidades para atriz, diretora e outros profissionais do teatro explorarem novas facetas de seu ofício. A abordagem dos temas será feita com o máximo de sensibilidade e respeito, permitindo que o publico seja afetado emocionalmente, porém fornecendo recursos que possam criar uma experiência positiva e relevante dentro da narrativa.

Estratégia de execução

Bruno Mariozz - Direção de Produção Formado em Produção e Política cultural pela Universidade Candido Mendes, e pós graduado no MBA da FGV- Fundação Getúlio Vargas, é diretor da empresa Palavra Z Produções Culturais, fundada em 2012, que atua principalmente nas artes cênicas, tendo projetos também na música e no carnaval do Rio de Janeiro. Com mais de 50 espetáculos no currículo, seus últimos projetos tiveram parceiros como Centro Cultural Banco do Brasil, Oi Futuro, Eletrobrás, Porto Seguro, Secretaria do Estado de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura. Entre seus trabalhos mais recentes estão os espetáculos Maratona de Nova York" (2019), com Ricardo Martins e Roger Gobeth e direção de Walter Lima Jr.; Quando A Gente Ama (2019), musical com sambas de Arlindo Cruz; e Gabriel só quer ser ele mesmo, musical infantojuvenil escrito por Renata Mizrahi.Em parceria com o Centro Cultural Banco do Brasil, realizou os espetáculos "Tudo o que há Flora" (2016-19), idealizado pela Nossa! Cia. de Atores e vencedor dos prêmios Botequim Cultural (Melhor Texto e Cenário) e Cenym 2016 (Melhor Cia de Teatro); Um Ensaio Sobre Amaro (2016), idealizado por Eduardo Rios e dirigido por Yael Karavan; Luas de Há Muitos Sóis, de Moncho Rodriguez; e a trilogia infantojuvenil Três Histórias De Amor Para Crianças, composta pelos musicais Vamos Comprar um Poeta (2019), Contos Partidos de Amor (2018-19) e A Gaiola (2016-19), todos dirigidos por Duda Maia e vencedores de mais de 20 prêmios. Em 2019 foi vencedor do Oscar do Teatro Brasileiro o prêmio APCA e vencedor do prêmio CBTIJ de teatro infantil com o espetáculo VAMOS COMPRAR UM POETA. Um dos pioneiros da campanha teatro online lançada em 15 de março de 2020 com mais de 120 mil visualizações e mais de 50 espetáculos exibidos. Atualmente produz os espetáculos Mãe de Santo e o musical LECI BRANDÃO - NA PALMA DA MÃO que homenageia uma das maiores sambistas do Brasil no mundo, LECI BRANDÃO.

Especificação técnica

Espetáculo teatral com duração aproximada de 60 minutos.

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade Física: O projeto será realizado em teatro que disponha de medidas de acesso a portadores de deficiência motora, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. O espaço selecionado será aquele que tiver ferramentas como rampa, corrimão e/ou elevador para facilitar o acesso, banheiros adaptados, lugar reservado na plateia para cadeirantes, estacionamento com vagas reservadas, entre outras. Acessibilidade para PcD visuais: Haverá uma gravação disponível por QRCode, com audiodescrição do espaço físico do teatro, cenário, figurinos e movimentação de cena. Acessibilidade para PcD auditivos: Teremos um intérprete de LIBRAS presente em todas sessões. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade Física: As palestras serão realizadas em espaços plenamente adaptados para portadores de deficiência motora, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Os espaços selecionados serão aqueles que dispuserem de ferramentas como: rampa, elevador, banheiros adaptados, lugar reservado na plateia para cadeirantes, etc. Acessibilidade para PcD visuais: Por se tratar de conteúdo de explanação oral, o conteúdo é automaticamente acessível para cegos e pessoas com baixa visão. Acessibilidade para PcD auditivos: Teremos um intérprete de LIBRAS presente nas duas palestras.

Democratização do acesso

APRESENTAÇÕES TEATRAIS Haverá distribuição gratuita de cota de ingressos, conforme plano de distribuição, beneficiando estudantes de escolas públicas, estudantes de teatro, participantes de ONGs, instituições culturais e outros órgãos de comprovado atendimento social. Com esta ação pretendemos viabilizar o acesso de um grupo de pessoas que raramente têm a possibilidade de assistir a espetáculos culturais. Pretendemos realizar parcerias com diversas instituições, para atingir a públicos diferenciados, convidando também instituições ligadas ao público de baixa audição, por conta do serviço disponível de intérprete de libras. Acreditamos que este público tem ainda menos opções de usufruir de produtos culturais. Em atenção ao Art. 28. da IN 1/23, o projeto oferecerá um ensaio aberto com bate papo após o espetáculo, em data a ser combinada, convidando o público a aprofundar a vivência do espetáculo juntamente com a atriz e equipe. Dessa forma atenderemos ao inciso VI: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

Inspirado livremente na obra de Rafael Gallo Idealização e Coordenação Artística - Pablo Sanábio Atuação - Raquel Rocha Direção - Malu Galli Dramaturgia - Márcia Prates Cenário - Afonso Tostes Direção de Produção - Bruno Mariozz Rafael Gallo Rafael Gallo nasceu em São Paulo, em 1981. É autor de Dor fantasma, romance vencedor do Prêmio José Saramago 2022 (Porto Editora/Globo, 2023); Rebentar (Record, 2015), vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura 2016; e Réveillon e outros dias (Record, 2012), livro de contos vencedor do Prêmio SESC de Literatura 2012. Tem ainda diversos textos em antologias e coletâneas, incluindo publicações em países como França, Estados Unidos, Cuba, Equador e Moçambique. MALU GALLI TEATRO ATRIZ - Minh’Alma é Imortal, Cia Teatro Autônomo, direção Jefferson Miranda, 1994, A Noite de Todas as Ceias, Cia. Teatro Autônomo, direção Jefferson Miranda, 1996, O Rei da Vela, Cia. Dos Atores, dir. Enrique Diaz, 2000, Uma Coisa que Não Tem Nome - e que se perdeu, Cia. Teatro Autônomo, direção Jefferson Miranda, 2001, Meu Destino é Pecar, Cia. Dos Atores, direção Gilberto Gawronski, 2002, Memorial Do Convento, direção Christiane Jatahy, 2003, Ensaio. Hamlet, dir. Enrique Diaz,2004, ( melhor espetáculo da década pela Revista Bravo) Gaivota- tema para um conto curto, direção Enrique Diaz, 2007, A Cerimônia do Adeus, de Mauro Rasi, direção de Ulysses Cruz, 2023, entre outros. PRODUTORA E ATRIZ - Conjugado, monólogo com direção Christiane Jatahy, 2004( Indicada ao prêmio Shell como melhor atriz e Melhor espetáculo estrangeiro no Festival de Havana, 2004) Diálogos com Molly Bloom, monólogo com direção Andrea Beltrão, Cristina Moura, Christiane Jathay, José Sanchis Sinisterra s Gilberto Gawronski, , 2006, Nômades, direção Márcio Abreu, 2014. PRODUTORA E DIRETORA - A Máquina de Abraçar, de José Sanchis Sinisterra., 2009 O espetáculo foi considerado um dos dez melhores do ano pelo Jornal O Globo. PRODUTORA, DIRETORA E ATRIZ - Oréstia, trilogia de Ésquilo, 2012. PRODUTORA, AUTORA, DIRETORA E ATRIZ- Marta, Rosa e João, seu primeiro texto para teatro, publicado pela editora Cobogó - coleção Dramaturgia, 2019 CINEMA Policarpo Quaresma, Herói do Brasil direção Paulo Thiago, 1998, O Xangô de Baker Street, direção Miguel Faria Jr, 2001, Harmada, direção Maurice Capovilla, 2005, Achados e Perdidos, de José Joffily, 2005, Maré, Nossa História de Amor, de Lúcia Murat, 2007, Sexo, Verdades e Mentiras, de Euclides Marinho, 2007, Areia, Curta-metragem, direção Caetano Gotardo, 2008 ( prêmio de melhor atriz no Festival de Gramado) O contador de histórias, de Luiz Villaça, 2009, 180°, direção Eduardo Vaisman, 2011, Aos teus olhos, direção Carolina Jabor, 2017( vencedor de melhor filme no Festival do Rio) , Paraíso Perdido, de Monique Gardenberg, 2018, Seus Ossos e seus olhos, de Caetano Gotardo, 2019, Propriedade, de Daniel Bandeira( vencedor de melhor montagem no Festival do Rio, melhor direção, fotografia, direção de arte, figurino e edição de som no Festival Aruanda e Selecionado para a Mostra Panorama do Festival de Berlim 2023. TV Mandrake, direção José Henrique Fonseca, HBO, 2012, Queridos Amigos, direção Denise Saraceni, TV Globo, 2008 ( Prêmio Qualidade Brasil como atriz revelação) A Mulher do Prefeito, direção Luiz Villaça, TV Globo, 2013( indicada ao Emmy Internacional como melhor série de comédia) Tapas e Beijos, direção Maurício Farias, TV Globo, 2013, A Vida da Gente, direção Jayme Monjardim, TV Globo, 2011, Cheias de Charme, direção Debise Saraceni, TV Globo 2012, Império, direção Rogerio Gomes, TV Globo( vencedora de melhor telenovela no Emmy Internacional) Sete Vidas, direção Jayme Monjardim, TV Globo, 2015, Totalmente Demais, direção Luiz Henrique Rios, TV Globo, 2016 ( vencedora do Emmy Internacional como melhor telenovela), Amor de Mãe, direção José Luiz Villamarim, TV Globo, 2019( indicada ao Emmy Internacional e vencedora do prêmio APCA e Venice Awards como melhor telenovela), Desalma - 2ª Temporada, direção Carlos Manga Jr., Globoplay, 2021, As Five, direção Cao Hamburguer, Globoplay, 2021, Além da Ilusão, direção Luiz Henrique Rios, TV Globo, 2022. RAQUEL ROCHA - ATRIZ Atriz, formada pela Faculdade da Cidade RJ em 1992 com a coordenação da diretora teatral Bia Lessa e pela Escola de Dança Angel Vianna com Bacharelado em artes dramáticas na Faculdade da Cal no Rio de Janeiro. Participou por 2 anos do Grupo Macunaíma dirigido por Antunes Filho 97/99. Esteve na criação como atriz e colaboradora criativa do Coletivo Improviso (coletivo de artistas de dança,teatro,cinema e música) juntamente a Enrique Diaz, Mariana Lima, Cristina Moura, Denise Stutz entre outros. Baseado na técnica de Viewpoints criada pela diretora Anne Bogart, o Coletivo Improviso treinou e deu treinamento de outras técnicas adquiridas pelos seus participantes ao longo 5 anos. Criando assim um intercâmbio de linguagens no intuito de enriquecer suas pesquisas. Principais trabalhos: Teatro:Em 1999 atuou no espetáculo Fragmentos Troianos com a direção de Antunes Filho no Teatro Sesc Anchieta. Junto a Cia dos Atores esteve em Melodrama e Notícias Cariocas ambas com direção de Enrique Diaz. No Coletivo Improviso excursionou pela europa com o espetáculo “Não olhe agora” 2004/2005/2006. Apresentou o monólogo “Royaumedesbêtesetdesanimauxestmon nom” sobre a vida de Stela do Patrocínio no Teatro Mallakoff em Paris out/2005 e no Teatro LeMaillon em Strasbourg nov/2005 direção Haroldo Rego. Em seguida apresentou em 10 cidades no interior do Rio de janeiro dentro Circuito SESC-RJ 2006, seguindo para o teatro Glaucio Gil, onde também coordenou a ocupação junto ao Coletivo Improviso em 2007. Esteve em cartaz com o espetáculo “O Bem amado” com a direção de Enrique Diaz e Guel Arraes no Teatro das artes (RJ) 2007/2008 e no Teatro Cultura Artística em SP abril/ agosto 2008. Participou da temporada popular do espetáculo “A Farsa da boa preguiça” no teatro Carlos Gomes outubro/dezembro 2009. Estreou “OTRO” segundo espetáculo do Coletivo Improviso dirigido por Enrique Diaz e Cristina Moura em abril/2010 no Espaço Cultural Sérgio Porto e Sesc Pompéia maio/junho 2011. Excursionou pelos festivais internacionais na Bélgica, Viena, Alemanha, Japão, Suíça, Amsterdã e no Festival de Outono em Paris. Em 2010/2011 atuou em “Concerto para 4 vozes e alguma memória” dirigido por Cristina Moura dentro na mostra de Nova Dramaturgia Brasileira apresentando-se no Centro Cultural Banco do Brasil-DF e no Sesc Copacabana-RJ. No mesmo ano estreou o infantil “O menino que vendia palavras” baseado no livro de Ignácio Loyola Brandão, prêmio Jabuti 2008, atual imortal da Academia Brasileira de Letras, eleito melhor espetáculo Infantil pela Folha de São Paulo e 4 vezes indicado ao prêmio ZilkaSalaberry em julho de 2011. Participou da criação e da encenação do espetáculo “Amérika” da Cia Dragões Voadores no Sérgio Porto em maio/junho 2012. Atuou na montagem “Dolce& Copacabana” 6 clichês em crise, criação coletiva junto ao grupo Anglo-Saxão GobSqüad agosto de 2012 no Teatro Ipanema no projeto de intercâmbio de companhias na ocupação DENTRO. “Glass” texto e direção Haroldo Rego espetáculo baseado nas 3 irmãs de Tchecov, Sesc Pompéia - SP 2013. “O Teatro é uma mulher” texto e direção de Rodrigo Nogueira. "Adorável Garoto” de Nicky Silver direção de Maria Maya 2014/2015/2016. Em 2015 ganhou o prêmio de melhor atriz do Festival HomeTheater com o espetáculo”A vida das palavras de Stela do Patrocínio” fez apresentações em João Pessoa e Campina Grande na Paraíba. Em 2019 atuou e dirigiu com a atriz Flávia Gusmão, Rainhas! texto baseado em Mary Stuart de Friedrich Schiller no Mindelo em Cabo Verde. Em 2020 atuou no espetáculo criado para RTP (Porto) Simão na Antártida dirigido por Flávia Gusmão. Também esteve em cartaz no espetáculo Alice, o outro lado da história. Criação da produtora portuguesa de cinema e tv P35 com direção de Miguel Thiré. Em 2021 atuou na peça filme Angustia-me, texto Julia Spadaccini e Marcia Brasil com direção de Alexandre Mello. Novelas: Insensato Coração, Fina Estampa, Cheias de charme, Malhação, Força do querer, Um lugar ao sol.11 Séries: Louco por elas, Canalhas, Tapas e beijos, Os homens são de marte é pra lá que eu vou, Trair e coçar é só começar, O Mecanismo temporadas 1 e 2 série original Netflix com direção de José Padilha e Sob Pressão direção Andrucha Waddington e Mini Kerti, Vítimas digitais direção João Jardim. Cinema: “Posto 9” Bernardo Carvalho, “Jogo de Cena” Eduardo Coutinho, “Doidas e Santas” Paulo Thiago, “Bem casados” Aluizio Abranches, “O Roubo da Taça” Caíto Ortiz, “Legítima Defesa” Suzana Lira, “Duas de mim” Cininha de Paula, “O juízo” Andrucha Waddington.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Rio de Janeiro Rio de Janeiro