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Realização do Plano Anual de Ações Formativas +Espaço 2023, na Fundação Força e Luz, que inclui: Oficinas de curta duração para formação cultural, realizadas no Espaço Força e Luz (centro cultural da Fundação) e em espaços públicos de Porto Alegre, para o público geral, através do produto Plano Anual; Formação sociocultural continuada de crianças e adolescentes (12 a 17 anos e 11 meses), através do produto Oficinas/Cursos/Estágio; e Ações de difusão para ampliar a produção artística e o acesso às artes, através das Contrapartidas Sociais.
Oficinas culturais (alocado no produto Plano Anual): O Espaço Força e Luz, centro de formação e difusão cultural, acolhe grupos para apresentações, pesquisas e ensaios. Parte desses grupos busca se aprofundar na área artística de sua preferência e, para tal, o Espaço Força e Luz oferece estrutura para realização conjunta de oficinas, apresentações, palestras e workshops, promovendo intercâmbio cultural, nas linguagens musical, teatral, literatura, cultura popular, entre outras. Oficinas de curta duração (alocado no produto Plano Anual): O Espaço Força e Luz oferta oficinas de variadas linguagens artísticas para o público, de forma presencial ou virtual. A cada oficina estima-se um público de 15 participantes. O repertório de oficinas deste produto é composto por: Oficinas de artes visuais (As oficinas de artes visuais serão ministradas na Sala Noé e na Sala Retrato, espaço voltado para a prática artística. Nas oficinas serão trabalhas as várias áreas das artes visuais, na prática, como desenho, desenho de observação, desenho digital, animação. Além disso, também serão ministradas oficinas sobre teoria e história da arte como as vanguardas, arte brasileira, africana, indígena entre outras); Oficinas de dança (As oficinas de dança acontecerão na Sala Noé da Fundação, com o intuito do desenvolvimento físico atrelado ao exercício mental e também como o propósito da promoção do convívio social em espaços culturais); Oficinas de literatura (As oficinas acontecem por meio do contato com o acervo do Memorial Erico Verissimo, no Espaço Força e Luz, onde serão trabalhados gêneros literários e a história da literatura nacional e universal, assim como atividades práticas de poesia, escrita criativa, slams, entre outras, realizadas a partir de obras representativas do autor); Oficinas de fotografia (As oficinas trarão conceitos da fotografia, como a funcionalidade básica da câmera e sua operação, assim como composição e luz. Os participantes farão experimentos práticos, a partir das teorias apresentadas); Oficinas de música (As oficinas compreenderão as vertentes da teoria musical, produção musical e fonográfica, aproximando o/a participante da pluralidade de linguagens técnicas, softwares e equipamentos digitais e analógicos usados para composição). Oficinas de teatro (As oficinas trabalharão técnicas dos jogos teatrais que envolvem o trabalho de voz, corpo e interpretação, com os participantes. Sendo produzido um esquete ao final da oficina). Oficinas de cinema (As oficinas promovem a compreensão dos componentes básicos da produção audiovisual como roteiro, direção de arte e fotografia, iluminação, montagem e sonoplastia). Oficinas de acessibilidade (As oficinas apresentam conceitos e estratégias para acessibilidade cultural e democratização do acesso através de exemplos teóricos e práticos para sua promoção). Oficinas de patrimônio cultural (As oficinas estimulam a valorização do patrimônio cultural, através do desenvolvimento de materiais educativos para acervos. Também promovem encontros para intercâmbio de conhecimentos entre instituições culturais, coordenadores e gestores, para compartilhar técnicas de salvaguarda, preservação e difusão do patrimônio cultural, dentro das características e possibilidades de cada acervo). Curso de formação continuada +Espaço (alocado no produto Cursos/Oficinas/Estágio), que contempla os seguintes módulos: Musicalização eletrônica: Desenvolvimento da percepção auditiva e rítmica, através da teoria e da prática, na criação de diversos estilos músicas. O módulo promove a autonomia e a criatividade dos educandos em suas criações artísticas, por meio da tecnologia e de equipamentos de captação, para produções musicais autoriais e projetos inovadores. Arte digital: Promoção do conhecimento técnico das ferramentas de edição e produção artística no desenvolvimento de criações autorais, instrumentalizadas por equipamentos digitais e softwares de criação digital, aliando criatividade e inovação. Criação audiovisual: O objetivo é capacitar educandos para desenvolvimento de peças audiovisuais, através de teorias e práticas de captação, de roteiro, montagem e criações audiovisuais, habilitando-os a produzir peças independentes de curta duração, clipes e conteúdos digitais, através das ferramentas e equipamentos tecnológicos disponíveis. Teatro: Promover o desempenho pessoal do educando em atividades de oratória ou públicas, através da linguagem cênica, estimulando o desenvolvimento da autoestima, com reflexos em seu bem-estar físico e mental. O módulo também oferece ferramentas para ampliar a capacidade de expressão de atores e não-atores, em performances e criações artísticas, através de diversas linguagens e possibilidades de participação. Arte, cultura e expressão: O módulo possibilita compreender a História da Arte e a influência dos movimentos artísticos a formação das identidades culturais. A análise desses movimentos em seu contexto sociocultural visa fomentar o debate e difundir conhecimentos sobre as mais diversas manifestações artísticas (pintura, arte urbana, cinema, fotografia, literatura, entre outras) evidenciando suas relações na construção do conceito de cultura.
Objetivo: Realizar ações formativas de cultura continuada para 144 crianças e adolescentes e oficinas de curta duração para 1500 pessoas.Ampliar a atuação da Fundação Força e Luz junto às comunidades, promover parcerias com a prefeitura e buscar espaços de diálogo com a sociedade, para expansão do acesso, fruição e direito à cultura.Objetivos específicos:O quantitativo de atividades por produto será:Produto Plano Anual: Realizar: 20 oficinas de artes visuais com 300 participantes; 10 oficinas de dança com 150 participantes; 15 oficinas literárias com 225 participantes; 10 oficinas de fotografia com 150 participantes; 10 oficinas de patrimônio cultural com 150 participantes; 10 oficinas de música/sonorização com 150 participantes; 10 oficinas de audiovisual com 150 participantes; 10 oficinas de teatro com 150 participantes; 5 oficinas de acessibilidade com 75 participantes.Produto Oficinas/Cursos/Estágio: Realizar 05 cursos de formação continuada, com duração de 10 meses, denominados: Arte digital, Musicalização eletrônica, Criação audiovisual, Práticas do teatro e arte, Cultura e expressão, em Porto Alegre, totalizando 147 educandos contemplados. Contrapartidas Sociais: Realizar 110 workshops/oficinas educativo-culturais que abranjam os seguintes públicos: estudantes da rede pública de ensino, professores de arte e educadores da rede pública, grupos de idosos, crianças e adolescentes de instituições de atendimento de público socialmente vulnerável, usuários de unidades de saúde mental, internos de unidades de atendimento a adolescentes em medida socioeducativa, usuários de instituições de atendimento a pessoas com deficiências.
A proposta PLANO ANUAL DE AÇÕES FORMATIVAS +ESPAÇO 2023 SE ENQUADRA NOS INCISOS I, II, III E VIII DO ART. 1 DA LEI 8.313/91, SENDO ELES: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; TENDO COMO RESULTADO O ALCANCE DAS FINALIDADES DE INCENTIVO À FORMAÇÃO ARTÍSTICA CULTURAL, MEDIANTE: INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE CURSOS DE CARÁTER CULTURAL OU ARTÍSTICO, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimento de ensino sem fins lucrativos, conforme ART. 3 DA LEI 8.313/91. A Fundação Força e Luz, convicta de sua responsabilidade social e de que o bem-estar de uma nação é alcançado quando cada um faz a sua parte, estabelece como sua missão ser agente de transformação social por meio da cultura e da democratização do acesso às tecnologias de informação e comunicação (TIC), que exercem um papel cada vez mais importante na forma de nos comunicarmos, aprendermos e vivermos. Tal missão tem por base duas premissas: o diagnóstico da UNESCO, que determina a relevância das TIC enquanto estratégias de enfrentamento dos desafios causados pela exclusão digital das populações mais desfavorecidas; e a experiência do proponente no fazer cultural, que possibilitou a observação e coleta de indicadores que manifestam quanti-qualitativamente os desejos e o imaginário do público infanto-juvenil participante das atividades educativas e artísticas oferecidas. A análise desses fatores identifica que a exploração simultânea dos universos cultural e tecnológico é a estratégia mais potente para atender aos interesses das crianças, dos adolescentes e de suas comunidades, porque alia os benefícios da formação sociocultural continuada à capacitação para a utilização de softwares e equipamentos eletrônicos que oportunizam uma preparação diferenciada para os estudantes. Este projeto se alinha à Política Nacional de Cultura, alicerçada no fomento de propostas que complementem as políticas públicas de garantia de direitos de crianças e adolescentes. Além disso, reforça o desenvolvimento da economia criativa, através das parcerias da Fundação Força e Luz com o município, as secretarias, as instituições públicas e privadas e arte-educadores locais, que colaboram para realizar o trabalho conjunto de oferecer formação e estimular a difusão cultural. O projeto +Espaço propõe o PRODUTO OFICINAS/CURSOS/ESTÁGIO porque compreende a importância da educação social para abrir novas possibilidades de desenvolvimento e cidadania cultural. Sendo assim, a presente proposta objetiva, por meio da formação continuada, melhorar a qualidade de vida de 144 crianças e adolescentes em situação de alta vulnerabilidade social em Porto Alegre, ampliando seu repertório cultural e sua produção cultural, e em consequência também os de suas comunidades. Ao mesmo tempo, o projeto oferece visibilidade através da formação cultural, por meio do PRODUTO PLANO ANUAL, onde as oficinas de curta duração abrem espaço para os profissionais e produções culturais locais, além de formar novos públicos e agentes para compor a programação da agenda educativa e cultural do município. A proposta entende a formação como instrumento da difusão cultural, promove a inclusão e amplia o acesso aos bens culturais, através da educação qualificada e produtora de cidadania.
Pressupostos A cidadania plena, hoje, demanda alfabetização tecnológica. Uma sociedade que exige e fomenta comunicações instantâneas, multimediadas e a capacidade de seleção e tratamento de informações, visando a solução de problemas, não permite nem tolera a possibilidade de ignorância dos recursos tecnológicos que se ampliam, tornam-se mais complexos e, ao mesmo tempo, rapidamente obsoletos. Os novos meios de comunicação como a televisão, o rádio e a internet integraram sons e imagens às mensagens de tal forma que as tecnologias multimídia deixaram de ser acessórias e passaram a ser parte integrante da narrativa. Tais tecnologias deixam de ser meros meios técnicos para se transformarem em representações simbólicas efetivas e práticas das identidades complexas e plurais do mundo contemporâneo. E a aplicação dos conhecimentos científicos e tecnológicos às expressões artísticas passa a ser percebida como instrumento potencial de aproximação entre as realidades sociais desiguais dos campos de aprendizagem das diferentes camadas econômico-sociais. Saber aplicá-las para resolver problemas pessoais, sociais e naturais é, “mais que uma necessidade, um direito social”. [Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, vol. 2, p. 27]. Por isso, instrumentalizar e capacitar tecnologicamente os jovens egressos da educação básica através das tecnologias da comunicação e informação aplicadas às manifestações artísticas é o foco do currículo do Projeto Laboratório Energia Cultural. A familiarização com computadores, equipamentos de áudio e vídeo de uso profissional e softwares de última geração, para desenvolvimento de imagens tridimensionais, edição de vídeo e técnicas de sonorização digital, por exemplo, complementa a formação básica oferecida pelo ambiente escolar e possibilita a inserção qualificada no mundo do trabalho. Assim, proposta metodológica do Projeto +Espaço ultrapassa, com larga vantagem, a compreensão de manuais e visualização de tutoriais despersonalizados, primando pela compreensão da importância das tecnologias contemporâneas de comunicação e informação para planejamento, gestão, organização e fortalecimento do trabalho de equipe. Em consonância com as diretrizes e bases da educação nacional, nossa proposta é baseada nos conceitos da interdisciplinaridade e da contextualização, o que significa o rompimento com um modelo de ensino fragmentado, que premia a memorização e o acúmulo de informações, para oferecer ao educando ferramentas para a organização de esquemas que estruturem as informações e as tornem significativas para quem aprende. O Projeto Laboratório Energia Cultural, por seus objetivos e estratégias, identifica-se com ações pedagógicas potencializadoras, pautadas pela construção do conhecimento crítico, que privilegiam a relação teoria-prática, engajada na realidade. A proposta também destaca a relevância de se compreender “as juventudes” no plural, consideradas como grupos de seres culturais que possuem diversas subjetividades e atuam na sociedade a partir dos contextos em que estão inseridos. Nesse sentido, promover a liberdade para que esses jovens possam exercer suas diversidades na forma artística promove o compartilhamento e o aprimoramento da experiência individual e coletiva. A relação desejada é a que vê o educador e os educandos como parceiros na construção do saber sistematizado, onde cada pessoa é um agente de transformação da própria vida e de suu comunidade. A cidadania é conquistada através da participação coletiva e solidária no processo social, político e econômico da aprendizagem. Princípios metodológicos: Considerando o papel que a Área de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias tem a desempenhar no desenvolvimento dessas estruturas de informação, a metodologia pedagógica do Projeto +Espaço para o Futuro oferece educação complementar focada nas três competências básicas que se encontram referidas nos Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio (PNEM): • Entender os princípios das tecnologias da comunicação e da informação, associá-las aos conhecimentos científicos, às linguagens que lhes dão suporte e aos problemas que se propõem a solucionar. • Entender o impacto das tecnologias da comunicação e da informação na sua vida, nos processos de produção, no desenvolvimento do conhecimento e na vida social. • Aplicar as tecnologias da comunicação e da informação na escola, no trabalho e em outros contextos relevantes para a sua vida. Tais competências, quando aplicadas à experimentação artística e cultural, conectam os processos e produtos tecnológicos ao seu sentido semiológico mais profundo, na medida em que constituem respostas significativas a problemas, necessidades, sonhos e anseios humanos ancestrais, tais como voar, falar para multidões ao redor do mundo e superar limites biológicos. A proposta também observa os seguintes princípios da Base Nacional Comum Curricular, aplicáveis ao ensino médio: favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos;garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida; assegurar tempos e espaços para que os estudantes reflitam sobre suas experiências e aprendizagens individuais e interpessoais, de modo a valorizarem o conhecimento, confiarem em sua capacidade de aprender, e identificarem e utilizarem estratégias mais eficientes a seu aprendizado; promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares; e estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação. Para garantir a aplicação de tais princípios, a proposta pedagógica é alicerçada no sócio-interacionismo – onde o conhecimento e a inteligência se desenvolvem por meio da interação com o meio social e com a realidade para a construção interativa de competências. Dessa forma, se estabelece o protagonismo do educando no processo, cabendo ao professor mediar a aprendizagem, através da construção de atividades desafiadoras, que exijam senso crítico/reflexivo, autonomia, pesquisa e autoria. Por sua acessibilidade e pluralidade de expressões, o Projeto Laboratório Energia Cultural compreende as manifestações artísticas como a matéria prima ideal para tais atividades, dotando os processos de trabalho de um caráter coletivo, com capacidade de decisão descentralizada, para viabilizar ações integradas e compartilhar o conhecimento adquirido, através das seguintes estratégias: I)Oferecer formação artística e capacitação de mediadores, para qualificar a formação e/ou profissionalização de futuros artistas, mediadores ou arte-educadores. II)Implementar práticas culturais de sensibilização e educação artística, possibilitando vivenciar o fazer artístico, seja por meio de oficinas, cursos ou desenvolvimento de atividades de caráter educativo. III)Exibir, difundir e distribuir os produtos artísticos desenvolvidos pelos educandos, a fim de oferecer, facilitar e qualificar a fruição pelo público beneficiado. A formação interdisciplinar oferecida de forma inclusiva, preferencialmente para público socialmente vulnerável, preparará profissionais dotados de habilidades tecnológicas, humanísticas, artísticas e científicas, esperando-se que os egressos estejam aptos a planejar, conceber e desenvolver produtos digitais que envolvam linguagens plurais em ambientes digitais, representativas dos multiversos culturais.
O proponente vem expor que os produtos indicados como material de aquisição permanente na planilha orçamentária da proposta em destaque constituem itens indispensáveis para a execução do PLANO ANUAL DE AÇÕES FORMATIVAS +Espaço. A aquisição de equipamentos de informática, equipamentos musicais são essenciais para a execução das oficinas do projeto, bem como as instalações em que serão ministradas as aulas e oficinas precisaram dispor de mesas, armários, estantes, tv, projetor, dentro de outros equipamentos. Dessa forma, tendo em vista que o projeto tem caráter contínuo, será mais econômico adquirir os itens, pois os mesmos serão utilizados diversas vezes durantes as atividades diárias de formação ensaios e apresentações, bem como, os itens permanentes serão aproveitados para os próximos planos anuais do projeto +Espaço, o que resultará em uma significativa economia na estimativa de gastos ao longo dos anos.
A Fundação Força e Luz prima pelas adequações às normas técnicas de acessibilidade, garantindo o pleno acesso nos espaços destinados ao público, minimizando as barreiras físicas, de comunicação e informação. Sendo assim, para contemplar as necessidades de diferentes públicos no Projeto +Espaço, a Fundação Força e Luz adotará as seguintes medidas de promoção de acessibilidade, priorizadas a partir do estreitamento das relações com entidades especializadas e da escuta ativa das pessoas beneficiadas: O acesso físico a todos os andares do Edifício Força e Luz, sede da Fundação, será garantido através de 02 elevadores de acesso e 03 plataformas elevatórias. A ocupação de todos os espaços de circulação será projetada para garantir o acesso de pessoas com restrições de locomoção. Todos os textos previstos no projeto serão elaborados de forma concisa e utilizarão tipografia adequada, sendo que os de parede serão aplicados na altura recomendada para leitura de pessoas cadeirantes. Para possibilitar o acesso das pessoas com deficiência, será produzido material no sistema braille e adaptado para pessoas com baixa visão, bem como será utilizada sinalização em libras e comunicação em audiodescrição, na produção das ações do Plano Anual. A fim de eliminar barreiras na comunicação e ampliar o acesso aos cursos e oficinas, todas as informações sobre os produtos serão transmitidas via radiofusão, jornal impresso, internet e outros meios. Além disso, o acesso da pessoa com deficiência será garantido em todas as palestras e workshops abertos ao público geral. As medidas que serão adotadas para promover o acesso ao conteúdo de todos os produtos culturais são: I) Deficiência visual: Disponibilização de mapas informativos do espaço, bem como sinalizações em letras ampliadas e pictogramas. Folder informativo para a divulgação em braille e audiodescrito. (contrapartidas sociais) Oficina/curso/estágio - rubrica - consultores: Consultoria formativa para a equipe do projeto (educadores, produtores, coordenadores e equipe administrativa) abordando conceitos e práticas ligadas à acessibilidade cultural. II) Deficiência auditiva: Vídeos gravados em línguas de sinais/legendado sobre as contrapartidas e plano anual. Plano anual e Oficina/curso/estágio - rubrica - intérprete de libras
Produto Plano Anual: As oficinas de curta duração acontecerão semanalmente em salas do Espaço Força e Luz e são destinadas às comunidades. As inscrições serão feitas na recepção do espaço, mediante apresentação de documentos pedidos e em divulgação via internet e jornais, ou via formulário online. Para menores de idade será necessária a inscrição por parte de um responsável. Produto Oficinas/Cursos/Estágio: as crianças e adolescentes serão encaminhadas pelos Centros de Referência em Assistência Social (CRAS), da Política Nacional de Assistência Social, identificados em situação de vulnerabilidade social e, em alguns casos, pela rede municipal ou estadual de educação, nas áreas consideradas de maior vulnerabilidade. O Projeto +Espaço entende que a sustentabilidade do projeto depende muito da participação comunitária como um todo e quer funcionar com as ferramentas da democracia participativa, com transparência, corresponsabilidade e autonomia. A Fundação Força e Luz preza pelo fortalecimento do vínculo família-escola-projeto, através da relação com a prefeitura e atores locais, para promover o envolvimento comunitário. O público-alvo para a formação continuada será selecionado por meio de avaliação socioeconômica, privilegiando aqueles com menor poder aquisitivo e em situação de vulnerabilidade social, provenientes das regiões periféricas. O projeto fornecerá todas as atividades gratuitamente, bem como garantirá transporte gratuito, alimentação e bolsa incentivo para todas as crianças e adolescentes matriculados. Dentre as atividades previstas na formação continuada, estão previstas apresentações decorrentes do processo formativo, realizadas em locais públicos previamente autorizadas pela guarda e órgãos municipais, a partir das quais serão realizadas rodas de conversa e oficinas abertas. As atividades de curta duração serão gratuitas e abertas ao público geral, garantindo o acesso às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, como o idoso. Desenvolveremos, ainda, ações descentralizadas em que realizaremos atividades e oficinas culturais em comunidades periféricas de Porto Alegre. Realizaremos também a ação “Laboratório de Energia Cultural” que consiste na disponibilização da infraestrutura da Fundação Força e Luz para artistas, grupos e coletivos culturais com o objetivo de incentivar a produção cultural local, por meio de oficinas de artes cênicas, artes visuais, cultura popular e música a serem desenvolvidas por esses agentes. Oferecemos bolsa de incentivo, durante 10 meses, para os estudantes matriculados no projeto +Espaço, produto OFICINAS/CURSOS/ESTÁGIO como forma de incentivar a permanência e promover a valorização dos alunos da atividade formativa. Seguem abaixo os incisos do artigo 23 da INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, que a proposta dotará em cada produto: PRODUTO PLANO ANUAL: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: g) bolsas de estudo, estágio ou trainee a estudantes da rede pública de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural ao visar ações em economia criativa, empreendedorismo e sustentabilidade culturais. OFICINAS/CURSOS/ESTÁGIOS: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: g) bolsas de estudo, estágio ou trainee a estudantes da rede pública de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural ao visar ações em economia criativa, empreendedorismo e sustentabilidade culturais. CONTRAPARTIDAS: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;
Função do proponente: A Fundação Força e Luz, inscrita no CNPJ sob o nº 40.830.582/0001-58, é a responsável legal e prática do projeto e de sua total execução tanto administrativo-financeira e jurídica, quanto pessoal e de comunicação. Possui equipe própria, com profissionais em regime CLT, garantindo o quadro estrutural necessário e qualificado para o desenvolvimento das ações propostas por este projeto. A instituição possui plena capacidade técnica e administrativa, demonstrada pelos resultados alcançados pelo Museu da Eletricidade do Rio Grande do Sul (MERGS), que completou 45 anos, e pelo Memorial Erico Verissimo (MEV), que possui mais de três mil itens de acervo e celebrará 10 anos de atividade em 2023. O Edifício Força e Luz, sede da Fundação, é tombado como patrimônio pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico do Estado do Rio Grande do Sul (IPHAE/RS), desde 1994. Em 2021, a Fundação Força e Luz, o MEV e o MERGS foram certificados pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) como instituições que contribuem para o desenvolvimento e o monitoramento da Política Nacional dos Museus.Trata-se de pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, com autonomia administrativa, financeira e patrimonial, criada pelos três principais segmentos da antiga Companhia Estadual de Energia Elétrica: a CEEE Geração, a CEEE Transmissão e a CEEE Distribuição, que foram definidas pelo Estatuto Social original como mantenedoras instituidoras. Atualmente, as mantenedoras da Fundação Força e Luz são as Companhias que sucederam essas três empresas, após a privatização do setor elétrico gaúcho: a Companhia Florestal do Brasil, que integra o Grupo CSN Energia, a CPFL Transmissão e a CEEE Equatorial. A representante legal da proponente, Sra. Verônica Fernandez Mattos, além de acompanhar a gestão geral do projeto e ser a responsável pelo gerenciamento da captação de recursos, desempenhará as seguintes atribuições de forma não onerosa para o projeto: representar a Fundação de forma ativa ou passiva, judicial e extrajudicialmente, podendo nomear procuradores e prepostos por prazo determinado, especificando nos respectivos instrumentos os atos que poderão praticar; administrar os bens e dirigir os serviços e negócios da Fundação Força e Luz; encaminhar ao Ministério Público, em especial à Procuradoria de Fundações, as demonstrações financeiras e contábeis, relatórios, orçamentos e toda a documentação pertinente à prestação de contas anual da Fundação Força e Luz. Currículo dos profissionais: Verônica Fernandez Mattos formada pela Universidade de Passo Fundo - Especialização em História e Gestão de Acervos - 2022; Universidade de Évora - Portugal - Pesquisa em Gestão e Valorização do Patrimônio Histórico e Cultural - 2012; Centro Universitário Ritter dos Reis Bacharelado em Direito - 2010 OAB/RS: 79.512; É Diretora-Presidente da Fundação Força e Luz criou e implantou o fluxo de trabalho, no biênio de criação da Fundação, onde coordena a área Administrativo-Financeira - Eleita para o segundo mandato (2022-2024); Chefe do Setor Sociocultural - Vinculada à Coordenadoria de Comunicação Social e à Presidência do Grupo CEEE (2016-2020) Responsável pela administração e atividades culturais do Centro Cultural CEEE Erico Verissimo; Chefe do Setor Social Vinculada à Coordenadoria Sociocultural do Grupo CEEE (2012-2016); Função no Projeto: Coordenadora administrativo-financeira/ Rubrica: Coordenador administrativo-financeiro. Profissional será responsável pela coordenação administrativa financeira, incluindo a execução orçamentária do projeto e prestação de contas. Fará coordenação da equipe composta por assistentes e contador e realizando o monitoramento e avaliação dos resultados assim como a prestação de contas. Antonio Jeferson Barreto Xavier é mestre e doutor em Educação no Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS. Graduado em Letras Vernáculas pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB. Graduado em Pedagogia pela Universidade Salvador (UNIFACS). Coordenou o Programa de Educação em Direitos Humanos no Centro de referência de Direitos Humanos, vinculado com a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia e a Secretaria Nacional de Direitos Humanos (SNDH). Coordenou o curso profissionalizante Brasil Solidário da Secretaria Municipal de Educação de Jitaúna-BA. Função no Projeto: Coordenador Pedagógico / Rubrica: Coordenador Pedagógico / Supervisionará o projeto na perspectiva pedagógica, bem como realizará a interface com as secretarias municipais parceiras. Coordenará e planejará as atividades pedagógicas e culturais. Anna Paula Mattos Ferreira – artista visual, pesquisadora em história da arte pela UFRGS e produtora cultural há mais de 12 anos. Foi gestora do Núcleo educativo Cultural do Espaço por 2 anos e atualmente é coordenadora de execução de projetos do Espaço Força e Luz, na qual coordenada os contratos de terceiros, os gestores dos Núcleos e escreve projetos para captação, além de auxiliar na programação de atividades educativas e culturais da Fundação. Especializada pelo curso de produção cultural pelo RS criativo. Coordenou a Galeria Ado Malagoli do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2018-2020) e produziu mais de 20 exposições nos últimos 5 anos. É produtora e gestora financeiro da Galeria de arte Gazzebo e curadora do Programa Público da 14º Bienal do Mercosul. Função: Coordenadora de produção/ Rubrica: Coordenadora de produção. Coordenará e planejará as atividades pedagógicas e culturais do projeto. Fará a coordenação administrativa dos estagiários, assistentes, e equipes do projeto. Marina Feldens – Pesquisadora multidisciplinar em História da Arte, atua como produtora cultural, arte-educadora e curadora. É Gestora do Núcleo Educativo-Cultural no Espaço Força e Luz, no qual desenvolve a programação de atividades educativas e eventos culturais da Fundação. Em 2016, coordenou a Galeria Ado Malagoli do Instituto de Artes da UFRGS. Desenvolveu sua pesquisa como arte-educadora na Fundação Iberê de 2018 a 2020. Foi idealizadora da ocupação, residência e exposição As coisas que são ditas antes (2019) na Casa Baka, premiado no XIII Prêmio Açorianos de Artes Plásticas na categoria Destaque em Exposição Coletiva. Em 2021, publicou pela Coordenação de Artes Visuais de Porto Alegre o artigo "Mediação cultural como dispositivo de cura coletiva", indicado ao XIV Prêmio Açorianos de Artes Plásticas na categoria Publicação Online. Foi Assistente de Coordenação de Produção da 13ª Bienal do Mercosul. Nos últimos 5 anos, curou 10 exposições, produziu aproximadamente 15 exposições e 3 residências artísticas. Fundadora, produtora e curadora da Galeria Gazzebo e curadora do Programa Público da 14ª Bienal do Mercosul. Função no Projeto: Coordenadora de oficinas/ Rubrica: Coordenadora de oficinas. Profissional será responsável pela coordenação das oficinas abertas e gratuitas ao público, incluindo a contratação e execução destas. Fará coordenação da equipe composta por assistentes, bolsistas e estagiários. Luara Rodrigues Brundo - Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), já trabalhou no Museu de Arte Contemporânea do RS (MACRS), no antigo Centro Cultural CEEE Erico Verissimo (CCCEV) e no Departamento de Difusão Cultural (DDC) da UFRGS, atuando sempre na comunicação dos espaços e contribuindo para a democratização cultural. Em 2022, participou da produção da exposição "Relações de Pesquisa: Acervo MACRS em rede", auxiliando na pesquisa, além da divulgação do projeto. Hoje, atua como Gestora de Marketing no Espaço Força e Luz e mestranda e museologia da UFRGS. Função no Projeto: Coordenadora de comunicação/ Rubrica: Coordenadora de comunicação. Profissional será responsável pela execução do programa de comunicação, coordenação dos assistentes e divulgação do projeto.
PROJETO ARQUIVADO.