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Trata-se de uma exposição fotográfica inclusiva e inovadora, pela viabilidade da inclusão de pessoas cegas, com baixa visão, surdos e mudos através do uso de Tecnologia Assistiva "por meio do QR CODE tenham acesso a audiodescrição e uma filmagem com interprete de Libras". O material expositivo ao lado do QR CODE em Braile assim sendo, projeto é considerado para acolher os videntes, mas também os deficientes. Com objetivo de despertar dentro de si, uma sensibilidade até então desconhecida, como uma forma de descentralização e quebra dos paradigmas culturais, "a cultura é de TODOS e para TODOS", as fotografias serão sobre a história do município de Itaguaí, tem como principal eixo temático a disseminação do conteúdo histórico, a valorização e a preservação do patrimônio arquitetônico/cultural e local. Plano de distribuição:Curso/ Oficina/Estágio, Fotografia- Aquisição/ Exposição/ Pesquisa e Contrapartidas Sociais.
O projeto "FOTOGRAFIA INCLUSIVA: OLHAR PLURAL", visa realatar através da exposição fotografica a história do município de Itaguaí – RJ. Acesso de forma gratuita à todos. Classificação de faixa etária livre. No total, serão 30 imagens documentais que mostram, sobrevivência, mudança e crescimento do local DURANTE 15 DIAS. Oficina/workshop/curso de fotografia: certificado de 40 horas. Cultura Brasileira Direção de Arte em Fotografia Elementos Técnicos da Fotografia Estética da Imagem Estética e História da Arte Contemporânea Estudo da Forma e Composição Estudos Sobre Luz e Cor Fotografia Analógica Fotografia Científica Fotografia de Eventos e Corporativa Fotografia de Moda Fotografia Documental Fotografia Digital Fotografia Industrial, Arquitetura e Paisagens Fotografia Publicitária Fotojornalismo História da Cultura e Sociedade no Mundo Contemporâneo História da Fotografia Informática Aplicada à Fotografia Linguagem Fotográfica e Videográfica Manipulação de Imagens Digitais Pesquisa e Documentação Fotográfica Prática Fotográfica de Estúdio Prática Fotográfica e Laboratorial Processo Criativo Produção de Ensaio Fotográfico Produção Fotográfica e Cultural Projetos e Montagem de Portfólios Restauração Digital e Preservação da Fotografia Técnicas Avançadas em Fotografia Teoria da Imagem, Suporte e Percepção Tratamento de Imagem
Objetivo Geral: O fazer da cultura de forma incluisva e ampla, para que pessoas com deficiência tenham acesso e para que o público sem deficiência possar ter uma experiência de forma inclusiva, despertando mais empatia com o próximo. Segundo o artigo 2º do Decreto 10.755 de 26/07/21, de maneira integral, transcritos abaixo: Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; Pois entende-se que a cultura e para todos: X - apoiar a inovação em atividades artísticas e culturais, inclusive em arte digital e em novas tecnologias; Promover a cultura local utilizando fotografias como ferramenta pedagógica e inclusivas através tecnologias assistidas, levando em consideração todo conteúdo histórico existente na região. Objetivo específico: A)PRODUTO PRIMÁRIO: Exposição de Fotográfia Inclusiva Realizar 15 dias corridos de exposição fotográfica Aberta ao público gratuitamente, para "todas as pessoas" com acessibilidade para pessoas deficientes: auditivos, visuais ou com baixa visão. B)PRODUTO SECUNDÁRIO: CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: Realizar 10 aulas de 4 horas diárias de fotografia durante a execução do projeto Realizar em 3 meses totalizando 40 horas de carga horária C) CONTRAPARTIDA Realizar um curso de fotografia de 40h/aula com emissão de certificado, eRealizar: Um curso para 60 estudantes e professores do municipio de Itaguaí sobre a importancia das tecnologias assistidas para inclusão de pessoas com deficiencia para que todos possam ter experiência com os materiais em Braille e as Tecnologias Assistivas com audiodescrição e gravação intérprete de Libras através do QR CODE. Realizar 10 aulas de 4 horas sobre o uso e a importância das tecnologias assistidas Durante 3 meses totalizando 40 horas de carga horária Como forma de democratizar o acesso a todos, a Exposição Fotográfica Inclusiva ficará disponível nos canais abertos das redes sociais, Youtube e também uma gravação sobre os Patrimônio Culturais e seus pontos turísticos locais.
O uso da foto como forma de inclusão e conscientização vem ganhando força e se tornando um grande aliado daqueles que buscam se incluir na sociedade.É tentando contribuir de alguma forma que alguns fotógrafos estão inovando e criando projetos fotográficos com pautas sociais e culturais. Assim sendo, fotografia é um instrumento que possibilita a sociedade uma nova forma de enxergar, de ler e visualizar o mundo. As expressões artísticas estão presentes em nosso cotidiano e podem ser consideradas necessárias para a vida. A arte deve transcender gêneros, etnias e até mesmo os sentidos. Pensando nisso, foi criado um projeto de extensão para proporcionar aos deficientes visuais, surdos e mudos o prazer de admirar a fotografia. Como incentivo de diversidade e convivência,O produto dessa materialização permite que, através do tato, os deficientes visuais possam apreciar e sentir as fotografias. Através do scaneamento do QRCODE, para pessoas surdas ou ensurdecidas a escuta de uma gravação descritiva (AUDIODESCRIÇÃO) com apresentação de uma gravação de interprete de libras. As peças são feitas com tecnologia de fabricação digital, tendo como base os padrões gerados na programação das imagens. O projeto se justifica pela Lei nº Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; A acessibilidade em espaços culturais, no Brasil, ainda não é uma realidade. "TODOS tem o direito de sentir e perceber a ARTE", cada um da sua forma, o projeto "FOTOGRAFIA INCLUSIVA: OLHAR PLURAL", visa proporcionar isto. Pessoas com deficiências e com acesso a manifestações artísticas apresentam melhorias de vida, por se sentirem incluídos a sociedade. O acesso as manifestações, por comumente precisa de locomoção e certa organização logística muitas vezes inviabiliza o acesso aos deficientes visuais, surdos e mudos. A melhoria na qualidade de vida fica expressa não só pela pesquisa, mas também no sentimento de acolhimento dos deficientes no momento em que se relacionam com a arte. A cultura visual transcende a capacidade de ver e promove o espaço entre visíveis e invisíveis, onde o trabalho de instalação e acessibilidade, a partir do projeto da FOTOGRAFIA INCLUSIVA: OLHAR PLURAL, apresenta uma forma de criar serviços de interpretação de áudio, material em Braille, gravação com audiodescrição e intérprete de Libras e interpretação de redes sociais, individualmente ou em grupos. Art. 3º da Lei 8313/91 - II - fomento à produção cultural e artística, mediante: alinea c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. A legislação no Brasil, e bastante ampla na questão da inclusão e acessibilidade, contudo, ainda hoje as pessoas com deficiência encontram diversas dificuldades de acesso a comunicação aos espaços, a educação, ao trabalho e a cultura. Sendo assim, a ARTE e para "TODOS". A prática social, em um contexto sócio-econômico-político, não é uma atividade neutra, porém, quando resiste e subverte a escala de valores vigentes, a inclusão torna-se um fator de mudança, muito eficiente. Essa mudança beneficia a todos e ajuda a garantir os direitos fundamentais dos indivíduos em todos os níveis. A tecnologia assistiva consiste em uma área interdisciplinar do conhecimento que inclui produtos, recursos, métodos, estratégias, práticas e serviços destinados a facilitar o funcionamento de pessoas com deficiência, deficiência ou mobilidade limitada em atividades e participação, projetados para possibilitar sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social. A fotografia é uma importante ferramenta de inclusão social. Ao criar imagens positivas, estas, além de aumentar a auto-estima de uma pessoa com deficiência, criam empoderamento para dar poder, dignidade e, acima de tudo, liberdade para tomar decisões e controlar o próprio destino. o que se ouve Por meio dele, que transcreve situações de forma técnica, clara e objetiva, possibilita o acesso às fotografias até mesmo para pessoas com deficiência visual. A descrição inclui todas as informações visualmente compreensíveis, como expressão facial e corporal, ambiente, figurino e informações de cena.
O uso da foto como forma de inclusão e conscientização vem ganhando força e se tornando um grande aliado daqueles que buscam se incluir na sociedade.É tentando contribuir de alguma forma que alguns fotógrafos estão inovando e criando projetos fotográficos com pautas sociais e culturais. Assim sendo, fotografia é um instrumento que possibilita a sociedade uma nova forma de enxergar, de ler e visualizar o mundo.
Exposição fotografica inclusiva: duração 15 dias de exposição, contendo 30 fotografias A metodologia será expositiva, onde a instalação do material físico, será previsto conforme a Norma Brasileira de “Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos”, ABNT NBR 9050 (2020): 3.1.15 contraste diferença perceptível visual, tátil ou sonora 3.1.16 desenho universal concepção de produtos, ambientes, programas e serviços a serem utilizados por todas as pessoas, sem necessidade de adaptação ou projeto específico, INCLUINDO OS RECURSOS DE TECNOLOGIA ASSISTIVA. A partir deste documento é possível encontrar o alcance máximo, mínimo e máximo confortável da mão dianteira, levando em consideração as pessoas em pé e sentadas. Na inclusão de legendas de texto e códigos QR CODE, serão colocados logo após a escrita em Braille foi considerado o campo visual para a coleta de pessoas videntes, mas também pessoas com baixa visão e com corpos diferentes. Fonte:https://www.caurn.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/ABNT-NBR-9050-15-Acessibilidade-emenda-1_-03-08-2020.pdf TAMANHO DAS FOTOGRAFIAS: 210 mm de largura e 297mm de altura. (EXEMPLO: TAMANHO DE FOLHA A4) TAMANHO DA FOLHA EM BRAILLE: 210 mm de largura e 297mm de altura. (EXEMPLO: TAMANHO DE FOLHA A4) TAMANHO DO QR CODE: 5 CM X 5 CM Oficina/workshop/curso de fotografia: certificado de 40 horas. O projeto irá formar 60 pessoas para criação de 60 produtos desenvolvidos por profissionais (fotografia);• - A formação destes será por meio de 03 (tres) oficinas de até 60 (sesenta) pessoas;• - Ao todo, as oficinas pretendem produzir 60 fotografias• - Estima-se produzir 60 fotografias por pessoas, no final do curso de oficina;
De acordo atendimento da Instrução Normativa o projeto deverá adotar todas as medidas a seguir: A)PRODUTO: Exposição de Fotográfia Inclusiva: ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Material em Braile : para os deficientes cegos ou com baixa visão QRCODE: com vídeo com audiodescrição, interprete de libras e legenda descritiva ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Interprete de Libras; para os deficiêntes mudos e surdos ACESSIBILIDADE FÍSICA: Piso tátil direcional, rampas e banheiros adapatados. B)PRODUTO: CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Material em Braile : para os deficientes cegos ou com baixa visão QRCODE: com vídeo com audiodescrição, interprete de libras e legenda descritiva ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Interprete de Libras; para os deficiêntes mudos e surdos ACESSIBILIDADE FÍSICA: Piso tátil direcional, rampas e banheiros adapatados. C) PRODUTO: CONTRAPARTIDA ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Material em Braile : para os deficientes cegos ou com baixa visão QRCODE: com vídeo com audiodescrição, interprete de libras e legenda descritiva ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Interprete de Libras; para os deficiêntes mudos e surdos ACESSIBILIDADE FÍSICA: Piso tátil direcional, rampas e banheiros adapatados.
EXPOSIÇÃO FOTOGRAFICA INCLUSIVA: aberta ao público gratuitamente (público estimado para expoisção 2.000 pessoas) CURSO/OFICINA/ESTÁGIO para estudantes e professores o público total de 60 pessoas acesso gratuito Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso II - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: d) oficinas de 40horas/aula com certificado de curso livre; VIII – ações culturais de contrapartida com foco na promoção e a participação de pessoas com deficiência e de idosos em concursos de prêmios no campo das artes, cultura e das letras; O projeto busca promover impacto social por meio de ações culturais, educacionais, socioeconômicas e inclusivas. Entre as atividades propostas, comuns a todos eles, estão a pesquisa sobre a história e cultura local, a realização de formações de diversas áreas do conhecimento, para 1° Exposição Fotográfica Inclusiva em Itaguaí, para toda comunidade local que recebe o projeto. De acordo com a art. 24 da IN nº 01/2022 da Secult a proposta irá adotar como ação de AMPLIAÇÃO DE ACESSO esta proposta de contrapartida compreende um conjunto de ações que visa garantir o mais amplo acesso da população em geral ao produto cultural: “ FOTOGRAFICA INCLUSIVA: OLHAR PLURAL”. Como forma de democratizar o acesso a todos, a Exposição Fotográfica ficará disponível nos canais abertos das redes sociais, Youtube e também uma gravação sobre os Patrimônio Culturais e seus pontos turísticos locais. Uma apresentação da “ FOTOGRAFICA INCLUSIVA: OLHAR PLURAL”, em uma escola do Município local, para que todos possam ter experiencia com os materiais em Braille e as Tecnologias Assistivas com audiodescrição e gravação intérprete de Libras através do QR CODE. Público alvo de alcance: Educadores e interessados em geral.
Proponente: Marcelo Luiz Ferreira Função no projeto: Coordenador Geral, Professor de fotografia e Atividade técnico - financeira Currículo: Formação acadêmica pela (AIC) Academia Internacional de Cinema RJ em: FOTOGRAFIA E AUDIOVISUAL. Formado em AUDIOVISUAL pela UNIVERSIDADE METODISTA. DISCENTE da Pós- Graduação em CINEMA, pela UNIVERSIDADE UNEFF. DISCENTE da Pós Graduação em JORNALISMO pela UNIVERSIDADE FAMART. Sócio fundador da PRODUTORA MOVIE TRACKS. Possui DRT em: Diretor Cinematografica Diretor de Fotografia Leandro Cravo Meira Função no projeto:Professor de fotografia, edição e coordenador de oficina Currículo: Formação acadêmica pela (AIC) Academia Internacional de Cinema em: FOTOGRAFIA E AUDIOVISUAL. Formado em AUDIOVISUAL pela UNIVERSIDADE METODISTA. DISCENTE da Pós- Graduação em CINEMA, pela UNIVERSIDADE UNEFF. DISCENTE da Pós Graduação em JORNALISMO pela UNIVERSIDADE FAMART. Especialização e Professor de PILOTAGEM DE DRONE, suporte TI. Possui DRT em: Diretor Cinematografica Diretor de Fotografia Nicolly Cristina Matias de Freitas Chaves Função no projeto: Assistente de Fotografia,Designer gráfico, fotografia artistica Currículo: Formação UNIVERSIDADE METODISTA em audiovisual, formada em PITCHING AUDIOVISUAL em 2020, pela academia internacional de Cinema (AIC), RJ. Formada em TEATRO pelo Arthur Azevedo, Campo Grande RJ. Viviane Lopes de Lima Matias de Freitas Função no projeto: Coordenadora Pedagógica, Coordenadora Cultural Currículo: Formação em: PEDAGOGIA e LICENCIATURA em HISTÓRIA pela UNIVERSIDADE ANHANGUERA, Pós graduada em: PSICOPEDAGOGIA, ENSINO SUPERIOR pela UNIVERSIDADE ANHANGUERA – EAD TECNOLOGIAS pela UNIVERSIDADE UNOPAR. PRODUTORA CULTURAL . Luan Madison, discente pela UNIVERSIDADE METODISTA na Área de AUDIOVISUAL. Função no projeto: Programador visual, estagiário, assistente de fotografia Currículo:Formação UNIVERSIDADE METODISTA em audiovisual Alessandro da Silva Franco Função no projeto: Levantamento Histórico e Iconográfico, estágiario,Fotografo Still Currículo: Formação em ROTEIRISTA A contratar Função no projeto: Advgado A contratar Função no projeto: Contador
PROJETO ARQUIVADO.