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PRONAC 231307Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Exposição Quebradas do Brasil

ASSOCIACAO DA ESCOLA DE JORNALISMO
Solicitado
R$ 3,23 mi
Aprovado
R$ 3,23 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
III.Exposições de Artes
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
SAO PAULO
Início
2023-07-12
Término
2026-05-11
Locais de realização (10)
Rio Branco AcreManaus AmazonasSalvador BahiaSão Luís MaranhãoCuiabá Mato GrossoCampo Grande Mato Grosso do SulBelém ParáRecife PernambucoPorto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

Quais são as "caras", formas e cores do Brasil? Difícil dizer, né?! A exposição Quebradas do Brasil vai, por meio dos olharesdos protagonistas periféricosde todo Brasil, mostrar parte da infinidade da diversidade brasileira em um processo de mapeamento de artistas, formação destes para a produção cultural, técnicas de fotografia, eventos expositivos, além da contratação e fomento de parte destes artistas para a produção da exposição que retratará várias periferias Brasileiras. Produto principal: Exposição de artes visuais. Produtos secundários: Mapeamento de profissionais e interessados por fotografia e exposições multimídia; Formação destes para produção cultural, fotografia e eventos expositivos.

Sinopse

A exposição “Quebradas do Brasil” ocorrerá em dois formatos, virtual e presencial, e apresentará obras inéditas de artistas periféricos de todo o Brasil, para promover um olhar antropológico sobre a diversidade brasileira e a riqueza cultural das regiões periféricas nacionais. Que "caras", cores e paisagens têm o Brasil periférico? Que histórias podem ser contadas a partir do olhar fotográfico e audiovisual de seus protagonistas? De que maneiras uma imagem pode contar diferentes histórias a partir do olhar de quem conta e de quem manipula a imagem? Como a história do Jornalismo fotográfico mudou a percepção da sociedade sobre temas diversos e como esta mesma modalidade artística no jornalismo pode mostrar um Brasil pouco visto para o mundo? As obras serão produzidas e curadas a partir de um mapeamento nacional de artistas periféricos interessados na arte da fotografia e do audiovisual, que resultará em um processo formativo desses artistas voltado ao seu aprofundamento técnico e especialização estilística. O projeto “Quebradas do Brasil” produzirá um Mapeamento inédito de artistas fotográficos, fotojornalistas, produtores culturais, comunicadores locais e pessoas periféricas interessadas em fotografia e audiovisual, exposições multimídia e produção cultural em no mínimo 10 periferias de diferentes estados do Brasil. Este mapeamento irá produzir dados primários e analisar dados secundários que serão catalogados e sistematizados em um website e um relatório para compartilhamento com o público do trabalho de cada artista participante do projeto, assim como levantamentos regionais de natureza antropológica e histórica relevantes para a contextualização da produção artística e do projeto de exposição desenvolvido. O projeto “Quebradas do Brasil” realizará ciclos formativos voltados ao desenvolvimento artístico e profissional de artistas periféricos com interesse em fotografia e audiovisual. Para este processo formativo, será desenvolvida uma metodologia específica de treinamento e replicação do conteúdo formativo. Inicialmente, serão formadas 10 assistentes de produção periféricas que replicarão os conteúdos e as formações em suas respectivas regiões, abarcando pelo menos 10 capitais brasileiras. Cada pessoa formada será responsável por replicar os conteúdos da formação com pelo menos 15 artistas periféricos selecionados para a participação no projeto de exposição. Cada um desses 11 ciclos formativos terá duração de, no mínimo, 40 horas e oferecerá conteúdos nas seguintes modalidades: técnicas de fotografia e audiovisual, fotojornalismo, produção cultural, economia criativa, curadoria artística e técnicas expográficas e comunicação. Ao final, a metodologia será sistematizada como uma “ferramenta” de uso livre para outras instituições, organizações, coletivos e grupos artísticos que queiram utilizar e replicar o conteúdo, potencializando ainda mais o impacto do processo formativo.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar a exposição "Quebradas do Brasil" presencial e online com as obras de artistas, comunicadores e fotógrafos de 10 periferias de diferentes estados brasileiros mapeados, formados e fomentados pelo projeto. Assim o projeto atende aos seguintes objetivos do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021: - II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; - III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; - V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; - VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; - VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; - X - apoiar a inovação em atividades artísticas e culturais, inclusive em arte digital e em novas tecnologias; PRODUTO PESQUISA MAPEAMENTO - Mapear no mínimo 150 artistas fotográficos, foto jornalistas, produtores culturais, comunicadores locais e pessoas periféricas interessadas em fotografia, exposições multimídia e produção cultural, divididos em no mínimo 10 periferias de diferentes estados do Brasil PRODUTO PESQUISA MAPEAMENTO - Catalogar os resultados do mapeamento e publicar site do proponente e no site do projeto como forma de disseminação dos conteúdos do projeto PRODUTO OFICINA/FORMAÇÃO - Criar um método formativo, com formações híbridas (online e presenciais) para os temas de formação necessários para o projeto e disponibilizar de maneira gratúita a sistematização da metodologia em meio digital PRODUTO OFICINA/FORMAÇÃO - criar um ciclo formativo de no mínimo 40 horas nas modalidades: Técnicas de fotografia e audiovisual, fotojornalismo, produção cultural, economia criativa, curadoria artística e técnicas expográficas, além de comunicação que será realizado em três meses, com no mínimo 20 horas presenciais em encontros quinzenais de 3,5 horas e no mínimo 20 horas online (mentoria e acompanhamento contínuo nos três meses do período de produção do produto formação) PRODUTO EXPOSIÇÃO - Selecionar os principais artistas, coletivos e comunicadores parceiros que passaram pelas formações para trabalharem na produção da exposição serão no mínimo 10 selecionados PRODUTO EXPOSIÇÃO - Realizar a curadoria das obras de no mínimo 10 cidades diferentes a serem selecionadas e entrarem no projeto de exposição PRODUTO EXPOSIÇÃO - Selecionar no mínimo 30 obras de no mínimo 10 cidades diferentes que serão expostas na exposição presencial e as obras que ficarão na exposição digital PRODUTO EXPOSIÇÃO - produzir a exposição presencial no estado com maior relevância para o projeto com obras fotográficas, em áudio, audiovisual e outros métodos expositivos multimídia PRODUTO EXPOSIÇÃO - Criar um website para exposição digital que ficará online e disponível por no mínimo um ano e que terá o conteúdo das pesquisas, das formações e das obras criadas pelos artistas para a exposição digital PRODUTO EXPOSIÇÃO - Produzir uma página interativa gamificada para o acesso dos conteúdos da exposição e das formações do projeto PRODUTO EXPOSIÇÃO - Ceder por tês meses equipamentos de captação audiovisual e fotografia para todas as equipes locais de produção PRODUTO EXPOSIÇÃO - Realizar uma exposição de artes com os artistas locais mapeados pelo projeto, em uma cidade, aberta pelo período de três meses, presencial, inteiramente gratuita, aberta para todos os públicos, com classificação indicativa livre para todas as idades que ficará aberta de terça à sexta. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL - Criar um método formativo, focado em alunos e professores da rede pública de ensino, com formações híbridas (online e presenciais) para os temas de formação convergentes com os temas do projeto e disponibilizar de maneira gratúita a sistematização da metodologia em meio digital PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL - criar um ciclo formativo de no mínimo 40 horas nas modalidades: Como transformar uma ideia em um bem cultural?; Mapeamento afetivo das culturas; Produção cultural: Do Planejamento a Captação; Mentoria de Produção Cultural; Técnicas para desenvolvimento de exposição ( Expografias); Como fazer uma Curadoria Artística; Como usar fotografia de arte apra o Fotojornalismo (vice e versa)? e Como usar ferramentas do jornalismo para produzir no audiovisual?; que será realizado em três meses, com no mínimo 20 horas presenciais em encontros quinzenais de 3,5 horas e no mínimo 20 horas online (mentoria e acompanhamento contínuo nos três meses do período de produção do produto formação) Observação: As formações do produto OFICINA/FORMAÇÃO não se confundem com as formações do produto CONTRAPARTIDA SOCIAL, pois serão destinadas para públicos distintos e terão metodologias distintas, mesmo se tratando dos mesmos profissionais que darão as formações. DETALHAMENTO DO OBJETIVO: O objetivo do projeto Quebradas do Brasil é mostrar a diversidade da cultura brasileira a partir do olhar fotográfico das pessoas que respiram as múltiplas periferias brasileiras. Que "caras", cores e paisagens têm o Brasil periférico? Que histórias podem ser contadas a partir do olhar fotográfico de seus protagonistas? De que maneiras uma imagem pode contar diferentes histórias a partir do olhar de quem conta e de quem manipula a imagem? Como a história do Jornalismo fotográfico mudou a percepção da sociedade sobre temas diversos e como esta mesma modalidade artística no jornalismo pode mostrar um Brasil pouco visto para o mundo? Na Exposição Quebradas do Brasil vamos mapear, levar formação técnica e fomentar a produção de artistas fotográficos periféricos em todo o território nacional para a produção da exposição que vai mostrar, com o protagonismo popular e local, as histórias locais, paisagens, rostos, eventos e características destes vários Brasis para o mundo.

Justificativa

Quais as semelhanças e diferenças das incontáveis "quebradas" brasileiras? É com esta pergunta que também indagamos quem são as pessoas responsáveis por "mandar para o mundo" as imagens que criamos no inconsciente coletivo acerca dos diferentes locais periféricos brasileiros. Que arquétipos circulam no senso comum sobre, por exemplo, pessoas periféricas de Belém do Pará? E as periferias rurais de São Paulo? Como imaginamos a periferia de Porto Alegre? E quais são as convergências e histórias destas diferentes culturas? Quais as belezas e dificuldades destes territórios e quem pode expor isso para o mundo? É com a necessidade de colocar no centro da construção narrativa, cultural e comunicacional as pessoas que verdadeiramente representam as diferentes culturas do Brasil que se faz necessário o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O problema da concentração de recursos e capital social nos meios de produção culturais, comunicacionais e de economia criativa, mesmo com os esforços contínuos de políticas públicas e legislações dos últimos 20 anos, ainda é uma questão difícil de solucionar, mesmo com avanços dos últimos anos em priorizar produções periféricas, de grupos minorizados e de pequenos produtores. Ao mapear artistas e entusiastas locais, periféricos de diferentes regiões do Brasil o projeto vai contribuir para a disseminação de acessos aos meios de produção na Economia Criativa, contribuir para a livre fruição dos bens culturais, assim como contribuir para uma formação de imaginário coletivo descentralizado e pautada pela diversidade cultural e regional. A análise de questões sociais por meio de linguagens artísticas é um tema há muito tempo estudado pela antropologia visual e permanece uma questão viva e que mobiliza diversos aspectos da investigação e da criação cultural no Brasil. A sociedade constrói um discurso sobre si por meio de imagens (Caiuby Novaes 2004:12) e, por isso, qualquer produto artístico traz um olhar e uma especificidade de quem promove a investigação/produção, seja por meio do formato da produção ou do discurso em si. Por isso, esse projeto tem como conceito transversal a construção de olhares e produtos artísticos concebidos, produzidos e distribuídos por e para pessoas periféricas e de baixa renda, com foco na forma como criam cultura no sentido antropológico da palavra. Do outro lado produtivo, é comum grandes organizações comunicacionais serem pouco diversas e, com isso, representarem de maneira superficial as diferentes características da população brasileira. Com o "Quebradas do Brasil" artistas locais, formados e financiados pelo projeto, terão a oportunidade de expor suas obras e contar suas histórias, de seus locais e de seus pares de maneira pouco oportunizada em outros ambientes. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto atende também aos seguintes objetivos do artigo 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Estratégia de execução

Em resposta à diligência do dia 27/02/2023 17:20: Considerando o § 5º do art. 25 da Instrução Normativa SECULT Nº 1 DE 04/02/2022 "Fica dispensada a obrigatoriedade estabelecida no caput para projetos de acesso inteiramente gratuitos." temos o entendimento de que a diligência em questão nos solicita inclusão da Contrapartida Social de maneira indevida, pois 100% das atividades do projeto serão gratuitas. Item que ressaltamos nos objetivos específicos do projeto após diligência. No entanto, entendemos a necessidade de formarmos professores e alunos de escolas públicas nos temas do projeto para a promoção da descentralização dos meios de produção da cultura e dos bens culturais. Com isso, atendendo a demanda da diligência, incluímos o produto CONTRAPARTIDA SOCIAL no projeto. Contudo, inviabilizaria a medida (não obrigatória no caso de projetos gratuitos) o "número de beneficiários correspondente a 10% da soma dos beneficiários dos outros produtos cadastrados no PLANO DE DISTRIBUIÇÃO." limitados ao número de 1000 alunos pelo § 1º do art. 25 da IN em questão. Com isso, nos comprometemos em formar 400 alunos na medida de Contrapartida Social pelo entendimento de ela não ser obrigatória para nosso projeto.

Especificação técnica

Exposição Exposição multimídia com produtos fotográficos, audiovisuais e interativos numa exposição física e digital de artistas de todo o Brasil FormaçõesPercurso formativo de no mínimo 40 horas que alcançará cerca de 150 artistas locais periféricos em todas as regiões do Brasil. Temas das formações: Técnicas de fotografia e audiovisual, fotojornalismo, produção cultural, economia criativa, curadoria artística e técnicas expográficas e comunicação Mapeamento e pesquisa Produto que precede toda a produção do projeto e que vai ser base para a produção da exposição (produto principal), das formações e das sistematizações que irão para o site do projeto Detalhes na sinópse do projeto e documentos anexos complementares

Acessibilidade

Em cumprimento ao Art. 18. da Instrução Normativa nº 02/2019, todos os produtos deste projeto serão plenamente acessíveis para pessoas com deficiência motora e de locomoção, visual e auditiva. Produto principal (Exposição): será realizada em dois formatos (online e presencial). Para a exposição presencial: â—? ACESSIBILIDADE FÍSICA: Será realizada em espaço locado com acessibilidade plena para locomoção de pessoas cadeirantes e com mobilidade reduzida, além de pessoas cegas e com baixa visão – Linhas 92 (consultor de acessibilidades) e 136 (locação de espaço para exposições) da planilha orçamentária â—? ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL Haverá uma consultoria de acessibilidade para a determinação de todos os critérios que os espaços expositivos terão de atender, além de já estar previsto na planilha orçamentária recursos para audiodescrição das peças audiovisuais e tutores/acompanhantes fixos para pessoas cegas e com baixa visão no período de exposição. Linhas 92 (consultor de acessibilidades), 131 (interprete de libras – também reservada para acompanhantes de pessoas cegas), 136 (locação de espaço para exposições) e 165 (legendagem inclusiva) da planilha orçamentária â—? ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Haverá uma consultoria de acessibilidade para a determinação de todos os critérios que os espaços expositivos terão de atender, além de já estar previsto na planilha orçamentária recursos para contratação de intérpretes fixos de libras para acompanhar pessoas surdas nos eventos do projeto e legendas inclusivas para todos os produtos audiovisuais do projeto. Linhas 92 (consultor de acessibilidades), 131 (interprete de libras – também reservada para acompanhantes de pessoas cegas e neuro atípicas), 136 (locação de espaço para exposições) e 165 (legendagem inclusiva) da planilha orçamentária â—? ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL E DEFICIÊNCIA AUDITIVA E PARA PESSOAS NEURO ATÍPICAS: Ao longo dos dois meses de exibição da mostra, dois intérpretes de libras e 1 tutor/acompanhante para pessoas cegas e 1 tutor/acompanhante para pessoas neuro atípicas ficarão à disposição do público para tradução simultânea das orientações dos instrutores da exposição. Linhas 92 (consultor de acessibilidades), 131 (interprete de libras – também reservada para acompanhantes de pessoas cegas e neuro atípicas), 136 (locação de espaço para exposições) e 165 (legendagem inclusiva) da planilha orçamentária Para a exposição digital: â—? ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Estará integralmente disponível com descrição inclusiva. Além disso, todos os vídeos da exposição terão audiodescrição para pessoas cegas e com baixa visão. Linhas 92 (consultor de acessibilidades), 156 (audiodescrição) e 165 (legendagem inclusiva) da planilha orçamentária â—? ACESSIBILIDADE PARA DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Todos os vídeos que forem produzidos desta exposição contarão com tradução em libras. Linhas 92 (consultor de acessibilidades), 131 (interprete de libras – tbm reservada para acompanhantes de pessoas cegas e neuro atípicas) e 165 (legendagem inclusiva) da planilha orçamentária â—? ACESSIBILIDADE FÍSICA: Todos poderão acessar o site do projeto Linhas 92 (consultor de acessibilidades) â—? ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS NEURO ATÍPICAS: Todos poderão acessar o site do projeto Linhas 92 (consultor de acessibilidades) Produto Pesquisa e Mapeamento: â—? ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: O produto de pesquisa e mapeamento estará disponível de forma online e gratuita com acessibilidade garantida a partir de aplicativos de leitura para atender pessoas cegas e com baixa visão. Linhas 92 (consultor de acessibilidades) da planilha orçamentária â—? ACESSIBILIDADE PARA DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Para pessoas surdas os conteúdos da pesquisa estarão disponíveis no site. Para o processo de pesquisa e mapeamento, pessoas surdas poderão ser respondentes e/ou trabalhar no processo por meio da língua portuguesa escrita. Linhas 92 (consultor de acessibilidades) da planilha orçamentária â—? ACESSIBILIDADE FÍSICA: Todos poderão acessar o site do projeto Linhas 92 (consultor de acessibilidades) da planilha orçamentária â—? ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS NEURO ATÍPICAS: Todos poderão acessar o site do projeto Linhas 92 (consultor de acessibilidades) da planilha orçamentária Produto Formação â—? ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Todos os encontros formativos contarão com a disponibilidade de tutores/acompanhantes para pessoas cegas e com baixa visão que se inscreverem para as formações. Linhas 92 (consultor de acessibilidades) e 28, 32, 36, 40, 44, 48, 52, 56, 60 e 65 (intérprete de Libras - também reservada para acompanhantes de pessoas cegas e neuro atípicas) da planilha orçamentária â—? ACESSIBILIDADE PARA DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Todos os encontros formativos contarão com a disponibilidade de intérpretes de libras para pessoas surdas que se inscreverem para as formações Linhas 92 (consultor de acessibilidades) e 28, 32, 36, 40, 44, 48, 52, 56, 60 e 65 (intérprete de Libras - também reservada para acompanhantes de pessoas cegas e neuro atípicas) da planilha orçamentária â—? ACESSIBILIDADE FÍSICA: Todos os eventos formativos que forem presenciais serão realizados em espaço locado com acessibilidade plena para locomoção de pessoas cadeirantes e com mobilidade reduzida, além de pessoas cegas e com baixa visão – Linhas 92 (consultor de acessibilidades) da planilha orçamentária â—? ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS NEURO ATÍPICAS: Todos os encontros formativos contarão com a disponibilidade de tutores/acompanhantes para pessoas Neuro atípicas que se inscreverem para as formações. Linhas 92 (consultor de acessibilidades) e 28, 32, 36, 40, 44, 48, 52, 56, 60 e 65 (intérprete de Libras - também reservada para acompanhantes de pessoas cegas e neuro atípicas) da planilha orçamentária CONTRATAÇÃO INCLUSIVA PARA TODOS OS PRODUTOS: Para a pré-produção, produção e pós-produção deste projeto será priorizada a contratação de pessoas com deficiência e periféricas, promovendo sua maior inclusão no mercado da economia criativa.

Democratização do acesso

A distribuição e a divulgação do projeto serão feitas de forma a diversificar o acesso em termos geográficos, sociais e econômicos. Vamos valorizar a cultura de grupos minorizados na formação e realizaremos ampla disseminação dos conteúdos para todos os públicos de maneira 100% gratuita! Vamos distribuir esse conteúdo e conhecimento por todo o país (de maneira online e offline). O Plano de Distribuição do projeto foi pensado para garantir a sua máxima fruição pelo maior número possível de pessoas, sem restrição. Em seus dois formatos (exposição online e presencial) ela terá entrada totalmente gratuita e aberta aos distintos públicos, com possibilidade de agendamento de visitas guiadas para escolas públicas e outros públicos preferenciais em situação de vulnerabilidade (como grupos periféricos, pessoas PCDs, pessoas idosas etc). A exposição online irá garantir uma maior amplitude da fruição dos bens culturais resultantes desse projeto, pois ampliará o acesso livre e irrestrito por meio da internet. Em parceria com órgãos públicos, centros de cultura, pontos de acesso à internet, receberá ampla divulgação e incentivo à “visitação” online. O plano de comunicação do projeto também incluirá a divulgação ampla e impulsionada nas redes sociais para que o produto impacte o maior número possível de visitantes. Faremos também parcerias com redações parceiras e/ou coletivos locais em todas as 5 regiões do país, que serão apoiadoras no processo de produção e distribuição das formações e produtos deste projeto, ampliando sua abrangência, representatividade e capilaridade. As formações do projeto que acontecerão em parceria com coletivos e redações parceiras também serão gratuitas e destinadas prioritariamente a públicos com pouco acesso aos bens culturais e baixa renda. Todo o material do projeto será publicado nos sites da Agência Escola de Jornalismo Énois e do próprio projeto sob a licença Creative Commons CC-BY-NC 3.0 BR. Essa previsão também inclui o banco de imagens produzidas e curadas para a exposição, que serão disponibilizadas online. Desta maneira, é possível copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato, além de remixar, transformar, e criar a partir do material. Em atendimento à diligência, informamos ainda que vamos atender às seguintes medidas de democratização do acesso previstas no artigo 24 da IN 01/2022: Medida 1 - “III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;” Medida 2 - Mesmo tendo as atividades do projeto 100% gratuitas, o que desobriga a necessidade de uma contrapartida social do artigo 25 da IN 01/2022 , vamos realizar o inciso “IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: d) oficinas de 40horas/aula com certificado de curso livre;” Com a oferta de formações em produção artística e cultural para os artistas, comunicadores e fotógrafos mapeados pelo projeto.

Ficha técnica

A instituição proponente será a responsável administrativa do projeto e também será responsável pela comunicação e gestão geral do projeto. Além disso projeto prevê a contratação de equipe especializada em 10 estados do Brasil, no entanto já pode contar com uma equipe fixa que já trabalha com a instituição proponente: Principais participantes Daniele Torres Cordeiro Daniele Torres é museóloga formada pela UNI-RIO, pós graduada em história da arte (PUC-RJ), gestão cultural (Estácio-RJ) e comunicação empresarial (PUC-MG). Especialista em leis de incentivo e captação de recursos, atua no mercado cultural há 25 anos, sendo sócia da Companhia da Cultura desde 2004 e também é sócia do site e escola livre Cultura e Mercado desde 2016. Atuou sempre com foco nas questões ligadas à sustentabilidade de instituições culturais de diferentes portes.Com longa trajetória na montagem, coordenação e curadoria de exposições, tem vasta experiência com projetos museográficos, com destaques como a Bienal do Mercosul (RS), exposições no BNDES (RJ), no Museu Histórico Nacional (RJ), no Museu Nacional da Quinta da Boa Vista (RJ), no Museu de Arte Contemporânea de Goiânia (GO) e no Palácio do Itamaraty (DF). Sua experiência em projetos iniciou junto à direção do Museu Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro. Foi museóloga da Casa do Pontal, tendo realizado a catalogação do acervo. Foi a responsável pelo inventário do acervo do Maracanã no Rio de Janeiro e pela elaboração do plano museológico do Memorial da Mineração, Metais e Materiais em São Paulo (atual Casa de Metal).Atuou ainda para o Museu da Cana de Açúcar e Etanol de Piracicaba (SP), Casa FIAT de Cultura (MG), Espaço Memória de Volta Redonda (RJ) e várias outras instituições museológicas.É autora dos Manuais para Captação de Recursos e Parcerias para Museus do IBRAM, contratada pela OEI – Organização dos Estados Ibero-Americanos para Educação, Ciência e Cultura.Registrada no COREM 2ª Região por ter se formado na Uni-Rio e atuado no Rio de Janeiro por muitos anos, solicitou sua transferência para o COREM 4ª Região, visto que hoje reside e atua em São Paulo. Kátia Brasil – Curadora local Cofundadora da agência de jornalismo Amazônia Real. Formada pela Faculdade Hélio Alonso, no Rio de Janeiro, trabalhou em rádio, jornal e emissoras de TV. Está na segunda posição dos jornalistas +Premiados da Imprensa Brasileira 2021. É feminista e atua em defesa das mulheres em organizações e coletivos que praticam os valores da diversidade, equidade e igualdade étnico-racial. Amanda Rahra - Coordenadora de Produção Formou-se em Jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina e é pós-graduada em Gestão da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Criou em 2009, na Casa do Zezinho, ONG da zona sul de São Paulo, uma oficina de com jovens de 15 a 24 anos, onde surgiu o Prato Firmeza. Atua na captação de parcerias para projetos de comunicação, cultura e educação e é cofundadora da Escola e Agência de Jornalismo da Énois. Simone Cunha - Coordenadora geral: Jornalista com mestrado em sociologia, tem experiência na grande imprensa principalmente na área online e impressa, em veículos como Folha de S. Paulo, OGlobo e G1. Para ampliar a compreensão de questões sociais, fez mestrado e trabalho de pesquisa na área de desigualdades sociais e voluntariado. É sócia, editora, roteirista e parceira no desenvolvimento de projetos da Escola e da Agência de Jornalismo da Énois. Bruna Gonçalves - Coordenadora Adm. Financeiro Bruna é formada em técnico de cozinha pela HOTEC e em contabilidade geral pelo SENAC. Ex-prounista em economia na PUC, já atuou como percussionista e diretora financeira em blocos de carnaval e em uma bateria universitária. Nas horas vagas faz trabalho voluntário no Projeto Amai-vos, entregando marmitas para moradores de rua. Atualmente é residente no Administrativo Financeiro da Énois. Jessica Mota - Coordenadora de Conteúdo Criada em Belém do Pará, é jornalista formada em Comunicação Social (Mackenzie) e pós-graduada em Estudos Brasileiros (FespSP). Produziu reportagens focadas em direitos humanos e meio ambiente pela Agência Pública e pela Repórter Brasil. Junto da cineasta Alice Riff, co-dirigiu o curta Beiradão/Hup Boyoh, lançado pelo Canal Futura. Participou de trabalhos de reportagem em equipe premiados pelo Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos (2016), Prêmio Petrobras de Jornalismo (2015), 31º Prêmio de Direitos Humanos e Jornalismo da OAB/RS e 4º Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão. Sanara Santos - Coordenadora pedagógica Nascida e criada na favela da ilha zona leste de SP, Sanara Maria dos Santos Araujo é uma jornalista, mediadora, agente de formação, produtora de quebrada e diretora de fotografia, que descobriu sua paixão pela comunicação em 2018. Como agente de formação no Laboratório Énois coloca em prática as metodologias e ferramentas capturadas durante anos de trocas com jornalistas, redações e outras iniciativas que estão dispostas a incorporar a diversidade como meio de trabalho e produção jornalística. Isabela Alves - Coordenadora de pesquisa Isabela Alves, 22 anos, é comunicadora, artista muldisciplinar e escritora. Através de pesquisas sobre decolonialidade, negritude, ovos originários e tecnologia, procura desenvolver seu trabalho enquanto comunicadora e artista de forma transversal, livre e propostiva. Estuda Letras na Universidade de São Paulo,busca dentro da Énois estruturar as comunidades como organismos vivos em um ecossistema. Portifólio: bit.ly/isabelaalves instagram: @afrobela_ Gloria Maria - Produtora Audiovisual Glória Maria, 22 anos, moradora de Paraisópolis, mãe da Emanuele, jornalista com foco no território. Cofundadora da Batalha do Paraisópolis, evento voltado para rima/ rap, e produtora audiovisual. Michelly Melo – Pesquisadora Mel Oyá, 21 anos de idade, moradora da zona leste de sp, Técnica em Serviços Públicos pela ETEC – CEPAM – Comunicadora formada pela ÉNOIS – 2017, educadora social, graduanda em Gestão de Políticas Públicas pela EACH (Escola de Artes, Ciências Humanidades) – USP, Publicou Prato Firmeza 2 junto a outros jornalistas, atuou como articuladora cultural, projetos em bibliotecas públicas com incentivo a leitura afro-indígena.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

São Paulo São Paulo