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Projeto de artes visuais englobando a criação e produção de 13 painéis de graffiti que ficarão expostos, por pelo menos 4 meses, em paredes, fachadas e/ou muros das cidades de São Paulo (SP), Mairiporã (SP) e Extrema (MG). O projeto, que pode abordar diferentes temas de relevância cultural e social, contempla também a realização de oficinas artísticas gratuitas de graffiti para alunos da rede pública e palestras com os artistas para alunos e professores.
As palestras serão ministradas pelos artistas criadores das obras e serão direcionadas a alunos e professores de escolas da rede pública localizadas próximas aos locais das obras. O objetivo é que os artistas possam compartilhar suas trajetórias, conversar sobre o graffiti como forma de expressão e o poder da arte de promover transformações na vida das pessoas.
Objetivo Geral: Difundir a arte urbana para um público amplo, em locais variados, dando visibilidade a esta linguagem artística e à sua capacidade de falar sobre temas diversos para pessoas de todas as idades e classes sociais, sem restrições. Neste projeto o graffiti ocupa a rua mas também vai para o Museu. Objetivos Específicos: - Criação de 13 painéis de graffiti em locais de grande fluxo de pessoas, sendo 03 na cidade de São Paulo, 05 em Mairiporã (SP) e 05 em Extrema (MG);- Realização de 26 oficinas de grafite, para um total de 520 adolescentes;- Realização de 13 palestras em escolas da rede pública sobre o grafitti como forma de expressão e o poder da arte em promover transformações e reflexões sobre temas de interesse público. As palestras serão realizadas pelos artistas em diferentes escolas de cada município, contemplando um público médio de 100 alunos e professores por escola.- Realização de 01 mesa redonda, em São Paulo, com a participação dos 3 artistas convidados para pintura dos graffitis.
O projeto se enquadra no inciso III do Art.1o da Lei 8313/91, uma vez que busca apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus criadores; também no inciso VIII, uma vez que o projeto busca estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Através do projeto buscamos fomentar a formação artística e cultural mediante a realização das oficinas de graffiti, conforme objetivo estabelecido no Art. 3o da referida lei, inciso II c. Com a contemporaneidade, colocou-se em discussão o papel e o lugar da arte promovendo a sua saída dos espaços idealizados das instituições. A arte realizada nos espaços públicos converte-se em estratégia de aproximação com a realidade e com o público. A arte urbana, mais especificamente neste projeto o graffiti, manifesta uma linguagem poética e filosófica, uma recusa no distanciamento entre a arte e a realidade. A adoção dos espaços públicos imprime novas questões: a imperceptibilidade da obra de arte como tal, o artista-anônimo, a efemeridade da obra e a sua dissolução na estrutura-cidade. As poéticas da arte nos espaços públicos permeiam, além das questões físicas e culturais da cidade, outras fundadas numa dimensão filosófica, em que a categoria estética do sublime ressurge no contexto contemporâneo, frente à fragilidade humana, às catástrofes naturais, às transformações climáticas, à violência urbana, às epidemias, etc. A cidade com sua dinâmica se converte num reflexo do mundo e o artista, atento a isto, utiliza-a como meio de reflexão das relações entre o sujeito e a realidade. Para além destas reflexões e provocações, o projeto AMARelo 2ª edição também se propõe a subverter a ordem e levar alguns dos graffitis a serem produzidos para os espaços institucionalizados de um Museu. Para a realização deste projeto, 13 artistas criarão e produzirão em um espaço visível de cada cidade _ muros e fachadas do espaço público e também de um Museu _ obras de graffiti que tratem de temáticas variadas e de interesse comum. A ideia é que os transeuntes na rua e os visitantes no Museu possam observar os artistas trabalhando, acompanhando a evolução das obras até sua conclusão. Os painéis ficarão expostos por tempo indeterminado, tendo uma duração mínima de 4 meses. O projeto contempla ainda a realização de 26 oficinas de graffiti gratuitas em escolas de cada município _ 06 em São Paulo, 10 em Mairiporã (SP) e 10 em Extrema (MG). Cada oficina será ministrada para grupos de até 20 jovens e terá 3 horas de duração. Todos os materiais para a produção dos trabalhos artísticos serão disponibilizados aos participantes gratuitamente. Os artistas também farão uma palestra em cada escola participante com o objetivo de apresentar o graffiti como forma de expressão e falar sobre o poder da arte em promover transformações na vida das pessoas, compartilhando também sua trajetória. Em São Paulo, o projeto vai convidar artistas que representem a diversidade da cultura brasileira tão bem explicitada por Mário de Andrade na sua obra Macunaíma: teremos artistas negro, branco e índio. Para os demais municípios, trabalharemos preferencialmente com artistas de Mairiporã (SP) e Extrema (MG), fomentando a produção local e aproximando ainda mais o público dos artistas e das obras.
Plano de Execução das Oficinas de GrafiteObjetivos:. desenvolver o conhecimento técnico do stencil;. desenvolver o conceito do stencil graffiti;. diferenciar as diversas formas de expressão urbana;. desenvolver o diálogo sensível através da arte;. identificar e reconhecer os diversos meios da técnica;. valorizar o espaço público;. desenvolver trabalho pessoal por meio do stencil;. desenvolver conceito sobre o fazer artístico;. empregar conceitos desenvolvidos em atividades pessoais. Metodologia – uma combinação de teoria e prática Parte teórica:Apresentação de trabalhos de artistas do Brasil e do mundo como Alex Valauri, Ozi, Celso Gitahy, Banksy, conhecendo os diversos tipos de stencil. Serão mostradas obras pintadas na rua e em outros suportes, explicados o universo e versatilidade do stencil grafiti.Levaremos diversos stenceis já prontos e usados para que os alunos possam ver. Diversos tamanhos, de 1 e mais layers, mostrando como usar os registros na pintura. Parte prática:Cada aluno aprenderá a fazer seu proprio stencil. Levaremos alguns desenhos com o tema do projeto. Os alunoses colherão um e com a ajuda do papel carbono passarão para uma folha de papel duplex e recortarão com a ajuda do estilete. Com o stencil recortado, aprenderão a colar filó, com a ajuda da pistola de cola quente, aprendendo sobre as pontes usadas no stencil. Com os stencils prontos serão feitas as pinturas com spray sobrepapel Duplex ou Kraft. Com os canetões os alunos serão estimulados a escrever frases, poesias, junto com a imagem, passando sua mensagem. Cada aluno pintará o seu próprio grafitti e poderá levar para casa tanto o molde quantoa pintura. Materiais a serem utilizados: lapis 2B, borrachas, apontadores, tesouras, papel duplex ou papel cartão 250g 66x96 para stencil, papeis duplex ou kraft ou sulfite para pintura 66x96, papel carbono 40x50, rolos de fita crepe grossa, Sprays Colorgin Arte Urbana, estiletes finos, caixa de luvas cirúrgicas descartáveis, caixa de máscaras para vapor (descartáveis), pistolas e bastões de cola quente, filó, canetões para poesias e frases. Carga Horária: 3 horas
Produto - Exposição (Graffitis)Acessibilidade Física - Os locais de realização/exibição das obras de graffiti serão espaços de acesso público, sem barreiras urbanísticas ou arquitetônicas, nem barreiras atitudinais. Todos os trabalhos poderão ser apreciados por pessoas com mobilidade reduzida e portadoras de deficiência intelectual.Acessibilidade de Conteúdo - Na sinalização do local haverá um QR Code que oferecerá a audiodescrição da obra e informações sobre o artista de forma a atender o público deficiente visual. Produto - OficinasAcessibilidade Física - As oficinas serão realizadas em escolas da rede pública de cada município, em espaços que garantam acessibilidade física aos participantes com mobilidade reduzida.Acessibilidade de Conteúdo - As oficinas de grafite contarão com intérprete de LIBRAS para viabilizar a participação de jovens com deficiência auditiva. Não são aplicáveis as medidas de acesso para deficientes visuais pois seria necessária uma outra oficina (e não apenas um recurso adicional), com metodologia específica e outros profissionais para atender este público. A oficina é acessível para pessoas com deficiência intelectual e autismo. Produto - PalestraAcessibilidade Física - As palestras serão realizadas em escolas da rede pública de cada município, em espaços que garantam acessibilidade física aos participantes.Acessibilidade de Conteúdo - Haverá intérprete de libras para acesso a pessoas com deficiência auditiva.
Por se tratar de um projeto de artes visuais, em especial o graffiti, com pintura em paredes, fachadas e/ou muros de diferentes espaços das cidades participantes, o projeto garante o acesso inteiramente gratuito a todos. Como medidas de ampliação de acesso, o projeto vai realizar:- 26 oficinas de graffiti para grupos de até 20 alunos da rede pública cada, somando 520 participantes- 13 palestras para até 100 alunos e professores da rede pública, somando um público de até 1300 participantes.- 1 mesa redonda com três artistas, na Casa Mário de Andrade, para um público de 50 participantes.
PROPONENTE: Holy Cow Criações Ltda.A proponente realizará as funções de Produção, Curadoria e Gestão Administrativo-Financeira do projeto. 2023Produção geral da exposição Vivências do Novo para reabertura da Casa das Rosas.Produção local da exposição Rosana Mokdissi - o gesto como ponto de partida, na Caixa Cultural São Paulo.Realização de Workshop sobre Lei de Incentivo à Cultura para artistas e produtores de Jacobina/BA.Produção da edição Minas Gerais do projeto Casas Espaços de Produção Cultural, idealizado pelo Centro dePesquisa e Formação do Sesc de São Paulo. 2022Produção da exposição Cidades Líquidas, do fotógrafo Gustavo Minas, na Galeria de Fotos da Fiesp, em São Paulo.Produção dos projetos culturais e educativos AMARelo, projeto de arte urbana (graffiti) sobre a importância de um trânsito mais humano e seguro; e Cidadania em Jogo Ano 2, projeto de educação digital com cursos de Games, Aplicativos e Arte Digital.Curadoria de 06 exposições fotográficas integrantes do projeto Territórios da Agricultura, projeto de educação e inovação social voltado à agricultura urbana, periurbana, familiar e rural. 2021Produção do projeto “Escultura Parcialmente Funcional”, do artista Rodrigo Sassi.Desenvolvimento de edital para banco de projetos sociais para o Instituto Lojas Renner.Consultoria em Planejamento Estratégico para Instituto Oliva. 2020Produção do espetáculo musical do Bloco Batuntã, na Casa de Cultura de Santo Amaro.Desenvolvimento de projeto cultural para FAAP – Plano Anual de Atividades do Museu de Arte Brasileira.Desenvolvimento de Política de Patrocínios de Projetos Incentivados para Instituto Lojas Renner S.A. 2019Produção Executiva do projeto Cidadania em Jogo, realizado com recursos do PROMAC – Programa Municipal deApoio a Projetos Culturais de São Paulo.Coordenação das oficinas de fotografia e curadoria das exposições fotográficas do projeto Nas Trilhas da Cidadania, realizado nas cidades de Salvador/BA, Palmas/TO, Vitória/ES e Santa Bárbara D’Oeste/SP.Criação e produção da ação cultural Batalha de Quadrinhos, para a Multiplus, no Museu da Imagem e do Som deSão Paulo. 2018Produção executiva das exposições: Esquinas que me atravessam, do artista plástico Rodrigo Sassi para o CCBB SP; Horizonte, da artista plástica Alice Quaresma, para a Caixa Cultural de São Paulo; Desenho Livre, do artista plástico David Galasse, para ViaQuatro, concessionária da Linha 4 do Metrô de São Paulo.Produção das ações culturais: Fazendo São Paulo Mais Colorida, para ViaQuatro, concessionária da Linha 4 do Metrôde São Paulo; Cabine Psicose Fotográfica, para a Multiplus, no Museu da Imagem e do Som de São Paulo. 2017Produção das exposições: Paisagens Interiores, da artista plástica Dwari, e Rugas, da fotógrafa Ana Paula Paiva,para concessionária do metrô ViaQuatro nas estações da Luz e Paulista, São Paulo. 2016Produção das exposições Prática comum segundo nosso jardim, do artista Rodrigo Sassi, para o Programade Ocupação dos Espaços da CAIXA Cultural 2016 em Brasília; e Do Dorothy (I live, I die, I live again), do artista Chico Togni, para concessionária do metrô ViaQuatro na estação da Luz, São Paulo.Produção do projeto de artes integradas Valorizando a Diversidade para o Instituto Yamana de DesenvolvimentoSocioambiental, realizado em 13 municípios do interior da Bahia e de Goiás. Simone Sapienza Siss - artista e oficineira Participou da primeira edição do projeto AMARelo, em 2022, realizando 10 oficinas de graffiti e criando dois graffitis. Desde 2010, a artista tem uma produção extensa de obras em estêncil e poesia visual, pintando na rua em várias cidades e estados do Brasil, participando de eventos nacionais e internacionais, além de exposições individuais e coletivas em espaços como museus, galerias, bibliotecas e diversas unidades do Sesc. Já participou de mostras na Hungria, Alemanha e Estados Unidos e produziu obras para empresas como Linkedin,Disney /Marvel, Netflix, B3 Bolsa de Valores, Brookfield, UFC. Em 2012, foi a responsável pela capa do single “Superstar”, da cantora Madonna. Em São Paulo, já pintou duas empenas de grandes proporções, uma em parceira com o Greenpeace e outra com a família da artista Tarsila do Amaral, tendo sido a curadora do projeto Tarsila Inspira, no qual seis mulheres produziram obras em grandes prédios na cidade, em uma parceria entre a Prefeitura de São Paulo e a Em Branco Hub Criativo de Comunicação Visual e Prefeitura de São Paulo. Procura abordar em sua arte o conceito paradoxal da mulher contemporânea, revisitando mulheres de épocas anteriores que deixaram sua marca e chegaram aonde mulheres não podiam chegar. Kátia Lombardo - oficineira Participou da primeira edição do projeto AMARelo, em 2022, realizando 10 oficinas de graffiti. Fotógrafa e artista paulistana. Formada em 2000 pelo IED (Instituto Europeo di Design) de Milão na Itália. Já expôs na Itália, Espanha e Brasil. Seu trabalho transita entre arte de rua e fotografia. Na Itália trabalhou para agencia TamTam, teve fotos publicadas em jornais e revistas de Milão; Corriere della Sera (It), La Repubblica (It), Wired(It), sites de fotojornalismo, além de revistas de arte e comportamento, Mielemag (Torino), Zero 2, entre outras mídias italianas. No Brasil colaborou para: Carta Capital, Diário de São Paulo, Jornal Agora, Elle, Caras, Casa Claudia, Bons Fluídos, Portal casa.abril.com.br, entre outros. Passou a transformar suas imagens em stencil, construindo uma linguagem artística, utilizando suas experiências registrando a sociedade em fotografias que discutem ícones atuais, a cidade, e a integração das pessoas às cidades. Seu trabalho se adaptou bem à arte de rua, sua técnica é lambe-lambe fotográfico e stencil, que podem ser encontrados nas ruas de várias cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Em 2020 teve seu trabalho aplicado em um prédio no centro histórico de SP, no projeto Tarsila inspira.
EXPIROU O PRAZO DE APRESENTAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.