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PRONAC 231311Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival UAI Graffiti

JOAO MARCELO FERREIRA CAPELAO
Solicitado
R$ 406,4 mil
Aprovado
R$ 406,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2023-03-01
Término
2026-05-11
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

O objetivo desta proposta é realizar o Festival UAI Graffiti, um encontro nacional de arte urbana, que contará com programação e iniciativas voltadas ao fomento da cena artístico-cultural em Belo Horizonte, além de trazer à cidade artistas de todo Brasil para a produção de painéis de graffiti autorais em locais de circulação pública, em um grande intercâmbio cultural. Desta forma inserimos Belo Horizonte no circuito dos grandes eventos deste segmento, movimentamos a economia criativa e democratizamos o acesso cultural.

Sinopse

Realizar uma ação cultural que promova a pluraridade de experiências por meio de um encontro nacional de graffiti. O objetivo deste projeto é realizar um festival de arte urbana, movimento que se consolidou como uma importante expressão artístico-cultural da atualidade. Desta forma movimentamos o turismo cultural ao inserirmos Belo Horizonte no circuito dos grandes eventos deste segmento, expandindo para além do eixo RJ-SP. A começarmos pelo nome do projeto - UAI Graffiti, queremos fomentar a cena do graffiti nacional, mas ainda sim fortalecer a identidade cultural e produção artística mineira, a partir da construção de murais artísticos autorais em espaços públicos e uma programação cultural de qualidade, com o envolvimento de artistas, agentes culturais e população geral.

Objetivos

Objetivos Gerais Esta proposta está alinhada ao artigo 2º do Decreto 10.755 de 26/07/21, Incisos II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais. Estes objetivos serão alcançados através do Festival UAI Graffiti, que irá viabilizar a vinda de artistas grafiteiros de todo país à Belo Horizonte, além de artistas locais, para a produção de painéis de graffiti em locais de circulação pública, contemplando regiões periféricas da cidade. Este encontro possibilitará a pluralidade de experiências e diversidade artística, gerando novas ações individuais e/ou coletivas. O evento será realizado em dois dias, o primeiro onde se iniciarão os trabalhos de pintura, e no segundo dia, haverá programação gratuita com música, Duelo de MC’s (batalha de rima), Batalha de Bomb (expressão do graffiti), oficinas, debate e rodas de conversa. Desta forma conseguimos ampliar o público-alvo, envolvendo toda a comunidade local nesta celebração da cultura Hip Hop. Nosso objetivo é estimular novos talentos e também fornecer meios para que a população tenha acesso a uma experiência cultural diversa, se colocando de forma acessível e popular, para que o público se sinta pertencente a estes espaços, contrapondo a ideia de uma cultura elitista e inacessível. Objetivos Específicos 1. Produto FESTIVAL/MOSTRA: Realizar o Festival UAI Graffiti em dois dias, sendo o primeiro para início das pinturas e segundo finalização e programação gratuita ao público; 1.1 Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL: Realizar apresentações musicais no segundo dia do Festival, com um artista local do gênero RAP, um DJ local, Duelo de Mc's (batalha de rima) e Mestre de Cerimônias. 1.2.1 Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar duas oficinas em escola pública, para jovens com idade entre 12-18 anos, sobre técnicas de graffiti, com profissional especializado. Carga horária: 4 horas/aula - 40 vagas 1.2.2 Realizar uma roda de conversa sobre "Arte Urbana e meios para reduzir as desigualdades culturais" (40 vagas); 2. Realizar todas as etapas do projeto no período de 6 meses; 3. Selecionar 100 artistas através de convocatória, sendo 40 artistas de Minas Gerais e 60 de outros Estados; 4. Fornecer toda estrutura e material necessário à execução do trabalho aos artistas selecionados; 5. Programação artística gratuita ao público, que contará com apresentações musicais, Duelo de MC's (batalha de rima) e Batalha de Bomb (Bomb é uma das expressões do graffiti); 6. Revitalizar espaços públicos através do graffiti; 7. Valorizar o processo de criação e estabelecer conexões entre os artistas e público geral por meio das ações de contrapartida; 8. Fomento do turismo local - Será disponibilizada uma cartilha em PDF com sugestão de roteiro cultural e pontos turísticos a serem visitados em Belo Horizonte.

Justificativa

Esta proposta está alinhada ao Art. 1º da Lei 8313/91, Incisos: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. Este projeto vai de encontro ao objetivo de democratizar o acesso às iniciativas culturais, pensando na ocupação artística dos espaços periféricos da cidade. O Festival UAI Graffiti pretende ser um marco para a capital mineira, viabilizando a vinda e encontro de cerca de 100 artistas para a elaboração de painéis de graffiti que serão entregues à população belorizontina, além de promovermos uma série de ações para o envolvimento de toda a comunidade neste grande intercâmbio cultural. O momento para o graffiti é promissor. Apesar de ter sua trajetória marcada pela marginalização e opressão, atualmente é considerado uma importante expressão artística e vem dialogando com as políticas públicas afim de democratizar o acesso à arte. Portanto nosso objetivo é reconhecer e potencializar a juventude e artistas periféricos, que sempre ocuparam as metrópoles de forma autônoma e também estimular novos talentos a partir da aproximação com esta produção cultural. O graffiti é a linguagem visual da cultura Hip Hop, movimento fortemente ligado à juventude periférica. Através desta arte, jovens expressam suas vivências por meio das intervenções que realizam nos muros das cidades. O fazer e o processo de construção de um graffiti é tão importante quanto o resultado final, portanto colocar em contato diversos artistas, de diferentes localidades é o encontro de regionalidades e fundamental para o desenvolvimento artístico-cultural dos envolvidos. Através do mecanismo da Lei Rouanet vemos a possibilidade de executar ações de grande porte, que irão impactar positivamente uma cadeia de pessoas, que vão de artistas, agentes culturais e à sociedade civil, oferecendo ações para o enriquecimento do cotidiano, se apresentando de forma acessível ao público. _____________________________________________________________________ Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; Como já mencionado, o produto principal deste projeto é a realização de um festival de Arte Urbana. Por meio desta ação fomentamos a produção cultural, movimentamos a economia criativa e também conectamos a população à uma produção artística de qualidade, afinal o graffiti é reconhecido como uma arte visual de grande impacto e atratividade, por suas formas e cores. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; O Festival UAI Graffiti contará com uma programação que inclui: - Duas oficinas de técnicas de graffiti em escolas públicas | 4 horas/aula - 40 vagas; - Roda de conversa sobre "Arte Urbana e meios para reduzir as desigualdades culturais" (40 vagas); - Programação cultural aberta ao público que inclui: Apresentação musical com artistas locais; Duelo de MC's (batalha de rima); Batalha de Bomb (expressão do graffiti); - Encontro para a produção de painéis de graffiti. Todas estas ações serão de acesso gratuito.

Acessibilidade

PRODUTO: Festival/Apresentação Musical • Acessibilidade física: Serão escolhidos locais de fácil acesso, com medidas de acessibilidade física. Quando não houver, o espaço será adaptado de acordo com as normas previstas. - Item da planilha orçamentária: Banheiro químico - P.N.E. (Portadores de Necessidades Especiais) • Deficientes auditivos: Os vídeos e gravações do Festival que serão disponibilizadas na internet contarão com legendas descritivas. Para os dias que ocorrerão a programação cultural com música, haverá intérprete de libras.- Item da planilha orçamentária: Edição de imagem (vídeos com legendas) / Intérprete de libras • Deficientes visuais: Toda a comunicação do projeto incluirá medidas de acessibilidade aos portadores de deficiência visual, como por exemplo, a ferramenta #ParaTodosVerem nas publicações em mídias digitais. Também serão disponibilizados monitores para realizar visitas guiadas nos dias que acontecerão as intervenções nos muros. - Item da planilha orçamentária: Assessoria de Comunicação - A assessoria será responsável em incluir as medidas de acessibilidades no material de divulgação do projeto | Assistente de produção: Um assistente será responsável em realizar as visitas guiadas com deficientes visuais Em todas as etapas do Festival, serão disponibilizados banheiros químicos adaptados e reservas de lugares próximo ao local de apresentações e com ampla visibilidade. PRODUTO: Contrapartida (Oficinas e Roda de Conversa) Nas ações de contrapartida, será feito um levantamento de pessoas com deficiência. Para as oficinas, atuaremos juntamente com as escolas, que já são adaptadas pare receber este público. • Acessibilidade física: Serão escolhidos locais de fácil acesso, com medidas de acessibilidade física• Deficientes auditivos: Será disponibilizado intérprete de libras para a roda de conversa - Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras• Deficientes visuais: Toda a comunicação do projeto incluirá medidas de acessibilidade aos portadores de deficiência visual, como por exemplo, a ferramenta #ParaTodosVerem nas publicações em mídias digitais. Também serão disponibilizados monitores para realizar visitas guiadas nos dias que acontecerão as intervenções nos muros. - Item da planilha orçamentária: Assessoria de Comunicação - A assessoria será responsável em incluir as medidas de acessibilidades no material de divulgação do projeto

Democratização do acesso

Democratização do Acesso Os produtos resultantes do Festival serão os painéis de graffiti a serem realizados em locais de circulação pública, nas regiões periféricas de Belo Horizonte. As estratégias para alcance e mobilização do público-alvo, que inclui artistas e população, se dará por meio do Plano de Comunicação. Para formação de plateia, serão realizadas duas oficinas em escolas públicas de Belo Horizonte, por profissional especializado, para estudantes com idade entre 14-18 anos. Também serão realizadas duas rodas de conversa com artistas convidados e um debate, com temas ligados à arte urbana e meios para reduzir as desigualdades culturais (40 vagas cada). Todas a programação do Festival será de acesso gratuito. Ampliação do Acesso Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I): II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; Um dos objetivos principais desta ação é ampliar o acesso cultural e garantir a participação efetiva do público, descentralizando ações e atuando em regiões periféricas, oferecendo meios que enriqueçam o cotidiano de forma inovadora. O acesso à toda programação do Festival se dará de forma gratuita, também serão realizados registros audiovisuais durante o processo que serão disponibilizados na internet.

Ficha técnica

João Marcelo Ferreira Capelão - Coordenador de Produção / Gestão Técnico-Financeira / Curador / Proponente do Projeto - Produtor cultural, empresário e artista grafiteiro. João Marcelo, mais conhecido como Goma, atua há mais de 25 anos na Arte Urbana. Possui uma loja voltada para o público do graffiti, é idealizador e produtor de eventos, como o Real Grapixação Social, Sopa de Letras, Museu de Rua, Festival Real Grapixo e Sopa de Letras Itinerante, este que aconteceu em todas as capitais da região sul do Brasil, com apoio de artistas locais. Também já participou de diferentes festivais como artista convidado, como Acre Graffiti, CURA - Circuito Urbano de Arte (BH), Origraffes (ES), Graffiti na Fronteira (Bolívia), Pão e Tinta (PE), Africores (RN). Possui experiência em gestão de projetos, com aprovação em editais municipais. Stephanie Lorraine Ribeiro Ferreira de Paula – Coordenador Geral - Produtora cultural, empresária e artista grafiteira. Stephanie, mais conhecida como Tefa, é graduada em Publicidade e Propaganda, possui experiência em comunicação corporativa, produção de conteúdo e produção de eventos. Trabalhou em empresas como Vale, ArcelorMittal, instituições do terceiro setor e Governo de Minas Gerais, atuando no programa SEED - Startups and Entrepreneurship Ecosystem Development, uma plataforma de fomento do ecossistema mineiro de inovação. Atualmente é produtora cultural, empreende na loja Real Grapixo e atua na gestão de eventos da marca. João Pedro Illanes - Coordenador Geral - João Pedro é gastronômo, produtor, DJ e compositor atuante no mercado cultural desde 2012, em vários estados do país. Em Belo Horizonte, é idealizador de projetos como a Sinestésica e Museu de Rua, eventos relevantes para o fomento da cultural local dos últimos anos. Possui vasta experiência em diversos âmbitos culturais, tendo já trabalhado em inúmeros festivais e eventos de renome por todo Brasil, assim como o Carnaval. Em novembro de 2022 lançou seu primeiro EP, "REMEXIDO" com produções musicais próprias. Guilherme Maciel Corrêa Leão - Editor de Imagens - Produtor Audiovisual / FilmMaker / Fotógrafo - Produtor cultural, Fotógrafo e artista. Guilherme, atua desde 2013 na cidade com eventos e registros na cena cultural independente. Já trabalhou no registro e captação de imagens em projetos como "Verbo Gentileza - Praça da Liberdade", "Museu de Rua", "Esplana", " Real Grapixação Social" , "Fábrica de Grafitti", entre outros.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.