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O presente projeto trata da edição de 1000 exemplares do livro "Desmontando em Silêncio | Suspendre El Ciel", de Caio Reisenwitz, Guilherme Wisnik e Aguinaldo Faria, que registra e documenta duas instalações de autoria do artista Caio Reisenwitz,apresentadas em São Paulo e em Barcelona, ao longo do ano de 2024. A instalação Desmontando o Silêncio ocupará a Casa de Vidro em São Paulo, projetada pela arquiteta Lina Bo Bardi, e a instalação Suspendre el Ciel ocupará o Pavilhão Barcelona, do arquiteto Mies van der Rohe, em Barcelona. O livro apresenta o resultado do processo linear de pesquisa desenvolvido por Caio Reisenwitz ao longo dos últimos 20 anos e pretende promover uma reflexão sobre meio ambiente e espaço urbano. Como contrapartida social, será realizada uma palestra do artista numa universidade pública, direcionada a estudantes dos cursos de artes plásticas, arquitetura e urbanismo e também a amantes e interessados nas questões ligadas à arte e à preservação do meio ambiente.
Não se aplica
OBJETIVO GERAL O projeto tem como objetivo geral a edição e impressão do livro "Desmontando em Silêncio | Suspendre el Ciel", de Caio Reisewitz. Guilherme Wisnik e Aguinaldo Faria, que a partir do registro de duas instalações do artista, na Casa de Vidro da arquiteta Lina Bo Bardi em São Paulo e no Pavilhão Barcelona do arquiteto Mies van der Rohe, se propõe a discutir questões sobre espaço urbano e meio ambiente. Os dois espaços icônicos serão ocupados por vasos de plantas nativas e imagens de colagens a partir de fotografias dos espaços feitas pelo artista nas várias visitas realizadas à Casa de Vidro e ao Pavilhão Barcelona, durante o período de pesquisa para a concepção e construça~o das instalações. O livro documenta as duas exposições e traz, além do registro fotográfico das duas instalações, textos do artista Caio Reisewitz e do arquiteto Guilherme Wisnik, vice-diretor da FAU-USP e do renomado curador Aguinaldo Faria, com reflexões sobre questões ligadas à arquitetura, espaço urbano e meio ambiente. Será impressa uma tiragem inicial de 1000 exemplares, que serão distribuídos e comercializados de acordo com o que determina a IN 1 de 2023. Importante destacar que o produto do projeto cultural está em consonância com objetivos indicados nos seguintes incisos do artigo 3º do Decreto 11.453, de 23 de março de 2023, transcritos abaixo: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas va´rias matrizes e formas de expressa~o;XIII - promover a difusa~o e a valorizaça~o das expresso~es culturais brasileiras no exterior e o intercâmbio cultural com outros pai´ses; Como contrapartida social, será realizada uma palestra com os autores e outros convidados, em auditório de uma universidade pública, direcionada prioritariamente a professores e alunos de faculdades de arquitetura, artes plásticas e cursos relacionados à preservação do meio ambiente. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar o registro fotográfico das instalações na Casa de Vidro, em São Paulo, e no Pavilhão Mies van der Rohe, em Barcelona, que estarão expostas em data ainda não definida durante o ano de 2024; - Editar, publicar e distribuir livro contendo registro fotográfico das instalações, imagens de arquivo e textos dos autores Caio Reisenwitz, Guilherme Wisnik, Aguinaldo Faria, com abordagem litera´ria sobre questões relacionadas à arquitetura, espaço urbano e meio ambiente, além de entrevistas com colaboradores convidados. Para essa primeira ediça~o sera~o impressos 1.000 exemplares; - Realizar a distribuição dos livros de acordo com o determinado pelo art. 27 da IN 1 de 2023; - Organizar e realizar mesa com os autores por ocasião do lançamento do livro; - Organizar e realizar palestra destinada a professores e estudantes da rede pública de ensino, como medida de contrapartida social; - Realizar o trabalho de coordenação e administração projeto, elaboração de relatórios e prestação de contas.
O projeto "Desmontando em Silêncio | Suspendre el Ciel", de Caio Reisenwitz, Guilherme Wisnik e Aguinaldo Faria, propo~e registrar as intalações criadas pelo artista Caio Reisenwitz na Casa de Vidro, projetada por Lina Bo Bardi, e no Pavilhão Barcelona, projetado por Mies van der Rohe, feita com plantas nativas dos dois países, naturais e artificiais. Carregando uma importante reflexa~o sobre a valorizaça~o do meio ambiente atrave´s da arte, o projeto condiz com a urgência do artista em abordar as problema´ticas mais atuais do Brasil, como a recuperaça~o dos aparelhos pu´blicos voltados para a proteça~o e valorizaça~o do meio ambiente. Trata-se do resultado de um processo de pesquisa do artista, que vem sendo construi´do desde o começo dos anos 2000, peri´odo em que realizou seus primeiros trabalhos envolvendo a arquitetura brasileira, principalmente a modernista. Ao confrontar a natureza — representadas pela grande ocupaça~o com as plantas — com o urbano — ilustrado pela icônica arquitetura modernista da Casa de Vidro e do Pavilhão Barcelona —, o projeto propo~e uma ressignificaça~o do espaço: o ambiente, anteriormente feito para permitir que se veja a natureza em seu entorno, passa a acolher o pro´prio entorno. Transforma-se, enta~o, questionando as barreiras do espaço e de sua percepça~o. O ti´tulo da instalação apresentada no Brasil, Desmontando em silêncio, faz mença~o a um acontecimento de 1965, quando uma grande mostra sobre arte popular brasileira foi organizada por Lina Bo Bardi para ser apresentada na cidade de Roma. Carrancas, ex-votos, esculturas de barro, etc seriam pela primeira vez mostrados ao pu´blico europeu, mas foram impedidos pela Embaixada Brasileira por serem considerados prejudiciais à imagem do pai´s. Com a exposiça~o quase pronta, Lina teve que literalmente "desmontar tudo em silêncio". Esse silencioso desmonte, tambe´m faz refletir sobre outras situaço~es de desmonte, como a que enfrenta a questa~o do meio ambiente, aqui retomada como peça-chave. O livro pretente questionar tambe´m as formas de contato e possibilidades de acesso, a presença da natureza em meio ao ambiente urbano e seu privile´gio. A escolha das plantas que compo~em as exposições se deu principalmente a partir da obra de Roberto Burle Marx. A imersa~o histo´rica realizada pelo artista o conduziu a alguns eventos importantes, como a participaça~o do paisagista na 5ª Bienal Internacional de Sa~o Paulo, em 1959, que trazia um andar inteiro com obras paisagi´sticas e plantas tropicais, e a exposiça~o "Brazil Builds" [Brasil constro´i], realizada pelo Museum of Modern Art _ MoMA-NY em 1943, que tambe´m reuniu diversos exemplares de plantas nativas brasileiras. Ale´m da ocupaça~o com as plantas, faz parte do acervo a ser documentado fotografias sobrepostas com colagens, realizadas pelo artista ao longo de sua pesquisa na Casa de Vidro e no Pavilhão Barcelona. Ale´m de inspirar-se nas foto-montagens de maquetes elaboradas pela pro´pria Lina Bo Bardi, o artista produziu fotografias e trabalhos em colagem que reu´nem imagens de referências pensadas a partir dos conceitos abordados no projeto, como as plantas nativas brasileiras, projetos arquitetônicos modernistas, paisagens naturais. O apoio para o projeto e´ fundamental para a realização desse projeto, que se enquadra no seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, in verbis: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91 serão alcançados, in verbis: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO LIVRO PARA IMPRESSÃO 150 PÁGINAS CAPApapel PAPELÃ015tamanho fechado: 220x270acabamentos: DOBRADOS, VERNlZ À BASE D’AGUA FOSCO TOTAL, FRENTE E VERSO CADERNOS05 CADERNOS DE 16pgsCores: 4x4Papel: GARDA PAT KlARA_LO 135grsTamanho fechado: 220x270Acabamentos: LAMINAÇÃO FOSCA FRENTE; CORTE E VINCO; REFILADOS; 03 CADERNOS DE 16pgCores: 4x4Papel: EUROBUU< 135grsTamanho fechado: 220x270Acabamentos: DOBRADOS; VERNIZ À BASE D’AGUA FOSCO TOTAL, FRENTE E VERSO 03 CADERNOS DE 16pgCores: 4x4 Papel: POLEN BOLO 90grsTamanho fechado 220x270Acabamento: DOBRADOS SOBRECAPACores: 4x4Papel: EUROBULK 150grsTamanho fechado: 220x275Acabamentos: REFILADOS, CORTE DE BOBINA REVESTIMENTO CAPA Papel: REV. SAPHIR (BOBINA COM 50M) 0g 1Tamanho fechado: 220x270 GUARDASPapel: COLOR PLUS E SCURO 180gTamanho fechado: 220x270Acabamento: REFILADOS e DOBRADOS ACABAMENTOSCADERNOS | costuradosMONTAGEM CAPA: serigrafia | cor 1 | Área 14X2 cm | Lombada 1X22cm;LIVRO | CAPA DURAPRÉ_PRESS | 01 JOGO DE PROVAS DIGITAIS | EOUALIZAÇÃO SIMPLES DE 70 IMAGENS PROVAS BRUTAS DE 70 IMAGENS 27,5X22,S (PRANCHAS 6OX45CM);LIVRO+SOBRECAPA| INSERÇÃO; SHIRINK INDIVIDUA L; CAIXAS DE PAPELÃO
LIVRO | PRODUTO PRINCIPAL ACESSIBILIDADE FÍSICA | Para o livro: não se aplica / Para a mesa com os autores a ser realizada no lançamento do livro: será selecionado um espaço com acessibilidade universal. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS | Para o livro: não se aplica / Para a mesa com os autores a ser realizada no lançamento do livro: as falas serão traduzidas por intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Para o livro: será produzido uma áudio descrição das fotos, acessível por meio de QR Code. Item de despesa no XX da planilha orçamentária. | Para a mesa: será oferecido um acompanhamento para o deslocamento dentro do espaço desses participantes. ACESSIBILIDADE PARA PORTADORES DE DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: Para o livro: não se aplida / Para a mesa: será oferecido acompanhamento por monitor treinado para essa finalidade. CONTRAPARTIDA SOCIAL | PRODUTO SECUNDÁRIO ACESSIBILIDADE FÍSICA | Será selecionado um local com acessibilidade universal para a realização da palestra. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS | A palestra contará com tradução por intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Será oferecido um acompanhamento para o deslocamento dentro do espaço interno do local onde será realizada a palestra. ACESSIBILIDADE PARA PORTADORES DE DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: Será oferecido acompanhamento por monitor treinado para essa finalidade.
Como medida de ampliação de acesso, o projeto oferece uma mesa com os autores do livro em espaço aberto gratuitamente ao público em geral. Em atendimento ao prescrito no art. 28 da IN 01/2023 do Ministério da Cultura, informamos que a proposta contempla os incisos VI desse artigo, in verbis: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto. A mesa e a palestra realizada com os autores permanecerá disponível nos canais da internet.
PONTO DE PRODUÇÃO | PATRÍCIA GALVÃO Proponente | atua como coordenação geral, produção executiva e administração geral do projeto Empresa criada e administrada por Patrícia Galvão, advogada e produtora cultural, natural de Belo Horizonte, que atua profissionalmente na área da cultura há mais de 30 anos: como bailarina, de 1976 a 1995 (no Balé da Fundação Clóvis Salgado e no Balé da Cidade de São Paulo), e como produtora cultural, a partir de 1996. Como diretora de produção e gerente executiva, esteve à frente de importantes projetos culturais, como a Mostra do Redescobrimento, em comemoração ao aniversário de 500 anos do descobrimento do Brasil, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, e na implantação do Circuito Cultural da Praça da Liberdade, na cidade de Belo Horizonte. Com vasta experiência em diversas áreas do setor cultural, à frente da Ponto de Produção, produziu inúmeras exposições, shows musicais, CDs, DVDs, peças teatrais, espetáculos de dança, em trabalhos envolvendo artistas como Paulo Pederneiras, Lenine, Caetano Veloso, Tom Zé, Marco Nanini, Ivaldo Bertazo, Zeca Baleiro, dentre tantos outros. Responsável pela produção executiva do Grupo Corpo de 2005 a 2014 e pela itinerância da exposição GENESIS, do fotógrafo Sebastião Salgado. CAIO REISEWITZ | Autor Formado na Kunsthochschule da Universidade de Mainz (Alemanha), Reisewitz, tem especialização em poéticas visuais e mestrado pela Universidade de São Paulo. Dentre as bienais que participou estão a 26ª Bienal de São Paulo (2004), 51ª Biennale di Venezia (2005), 3ª Nanjin Biennale (2010), na China. MUSAC – Museo de Arte Contemporáneo de Castilla e León, Instituto Moreira Salles Rio de Janeiro, Martin-Gropius-Bau Berlin, Ella Fontanals-Cisneros Collection Miami estão entre as instituições em que já expôs. Sua obra pode ser encontrada em acervos como Cisneros Fontanals Art Foundation, Fundación ARCO Madrid, Collezione Fondazione Guastalla (Milão, Itália), Fond National d'Art Contemporain, França, MUSAC, Museu de Arte Moderna (de São Paulo e Salvador), Mark von Moerkerke Collection Brussels, Musée Malraux (Le Havre, França), entre outros. Em 2014, realizou exposição individual no ICP – International Center of Photography, em Nova York, um dos mais importantes espaços da fotografia do mundo. Em 2015, realizou quatro exposições individuais pela Europa, entre elas Caio Reisewitz no Maison Europeénne de la Photographie em Paris, Huis Marseille, Museum voor Fotografie, Amsterdam, na Holanda (2016). Apresentou, ainda, na Pinacoteca do Estado de São Paulo, em 2017, Guangzhou Bienalle, na China, em (2019), Chengdu Biennale na China, (2021,) Bienal de Artes de Nice, França (2022), representou o Brasil na 23ª Bienal de Sydney, Austrália (2022), convidado para representar o Brasil no “Les Rencontres de La Photographie em Arles, França em (2024), assim como a intervenção: “Suspendre El Ciel” a se realizar no Pavilhão Mies Van de Rohe em Barcelona, em Setembro de 2024. GUILHERME WISNIK | Autor Professor Associado e Vice-Diretor da FAUUSP. Autor de livros como Lucio Costa (2001), Dentro do nevoeiro (2018) e Lançar mundos no mundo (2022). Recebeu o prêmio Destaque 2018 da ABCA em 2019. Publicou ensaios em revistas como Cahiers d’Art, Artforum, Architectural Design, Architectural Review, Domus, Arquitectura Viva, , 2G, Rassegna, Arch +, e Urban China. Foi curador de exposições como Ocupação Cildo Meireles (2011), Paulo Mendes da Rocha: a natureza como projeto (2012), São Paulo: três ensaios visuais (2017), Infinito vão: 90 anos de arquitetura brasileira (2018) e Paisagem construída: São Paulo e Burle Marx (2022). Foi o Curador-Geral da 10ª Bienal de Arquitetura de São Paulo (2013), e do Pavilhão do Brasil na Expo 2020 em Dubai (2021). AGNALDO FARIAS | Autor É professor doutor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo e Curador Geral da 3a. Bienal de Coimbra. Foi Curador Geral do Museu Oscar Niemeyer, de Curitiba, Curador Geral do Instituto Tomie Ohtake (2000/2012) e do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1998/2000). Foi Curador de Exposições Temporárias do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (1990/1992). Em relação a Bienal de São Paulo, foi Curador Geral da 29a. Bienal de São Paulo (2010), da Representação Brasileira da 25a. Bienal de São Paulo (1992) e Curador Adjunto da 23a. Bienal de São Paulo (1996). Foi Curador Internacional da 11a. Bienal de Cuenca, Equador (2011) e do Pavilhão Brasileiro da 54a. edição da Bienal de Veneza (2011).Recebeu o prêmio “Melhor retrospectiva” da Associação Paulista de Críticos de Arte – APCA, 1994, pela Exposição Nelson Leirner, e o Prêmio Maria Eugênia Franco , da Associação Brasileira de Críticos de Arte – ABCA, pela melhor curadoria de 2011.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.