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PRONAC 2313179Autorizada a captação total dos recursosMecenato

SÁ, UM ORATÓRIO PARA A TERRA

MDA INTERNATIONAL LTDA
Solicitado
R$ 923,2 mil
Aprovado
R$ 923,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Canto Coral
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
Sorocaba
Início
2024-01-10
Término
2026-12-07
Locais de realização (3)
Manaus AmazonasRecife PernambucoSão Paulo São Paulo

Resumo

Circulação do Oratório cênico-musical escrito pela cantora, compositora e musicóloga Ligiana Costa, e libreto escrito em parceria com Sofia Boito, em 4 capitais brasileiras. Do ponto de vista puramente musical Sá, um Oratório para a Terra, se propõe como uma ponte entre a música popular e erudita, entre o experimentalismo e o lirismo. A base musical deste trabalho é a voz, a voz em suas diversas possibilidades: em coro, em experimentação de vocalidades, como acompanhamento, em solo. Além das 30 vozes envolvidas na origem deste projeto temos sons eletrônicos criados para dialogar com estes sons humanos. Uma floresta sonora ancestral e atual. Sá, um Oratório para a terra, se afina com uma longa tradição secular de obras vocais _ e especialmente corais _ que partem da oratória. O gênero oratório historicamente surge com a ópera lírica, sendo usualmente dedicado a temas sacros retirados das escrituras sagradas. Sá dialoga com esta tradição mas aqui o texto sagrado é a própria Terra e a natureza que nos fala através de metamorfoses.

Sinopse

Sá - um oratório para a Terra é um espetáculo cênico-musical escrito pela cantora, compositora e musicóloga Ligiana Costa, com produção musical de Dan Maia e Gilberto Monte. O libreto foi escrito em parceria com Sofia Boito baseado no livro Metamorfoses, do filósofo italiano Emanuele Coccia e a direção cênica é de Cibele Forjaz. O espetáculo conta com os cantores e músicos Marina Decourt, Bruna Lucchesi, Eddu Ferreira, Dan Maia, Gilberto Monte e da performer Maura Baiocchi, além de cantores profissionais contratados para formar o Coro do Oratório. Em Sá, Ligiana Costa une duas de suas principais linhas de atuação: as inquietações que a temática do clima e da Terra lhe despertam e a pesquisa em torno da voz em suas diversas possibilidades. A composição e criação de Sá foi norteada pelo livro Metamorfoses, do filósofo contemporâneo Emanuele Coccia, que postula: “Nós [todos os seres vivos do planeta] somos uma mesma e única vida”. O cerne de Sá é a filosofia de que a vida é ampla e profunda e que o ser humano deve ser tirado do centro que nos faz ser destruidores deste planeta. É uma filosofia expressada pelos povos indígenas brasileiros, em especial o filósofo brasileiro Ailton Krenak, que também inspirou a dramaturgia do espetáculo. Aproximando a música popular da erudita, o experimentalismo do lirismo, a voz é a base musical do espetáculo: em coro, em experimentação vocal, como acompanhamento, em solo. Além das vozes envolvidas, sons eletrônicos foram criados para dialogar com essa vocalidade ampliada, na busca de criar uma floresta sonora ancestral e atual. Um oratório que se afina com uma longa tradição secular de obras vocais que partem da oratória. O gênero oratório, que surge historicamente com a ópera lírica e usualmente dedicado a temas sacros retirados das escrituras sagradas, em ‘Sá’ o texto sagrado é a própria Terra e a natureza que nos fala através de metamorfoses. Nenhum ser vivo merece mais um oratório neste momento do que a Terra - a Terra merece esse ritual. Sá é o feminino de “sô”, corruptela de sinhá, e é o modo como as mulheres da família de Ligiana se chamam desde os tempos mais antigos. Muito além da inspiração familiar, Sá veio para exaltar questões que dizem respeito a toda a humanidade. Sá teve em sua gravação e estreia com a participação do Coral Jovem do Estado e estreou no Theatro São Pedro, (São Paulo-SP), contemplado pelo ProAC em 2021.

Objetivos

Objetivo Geral: - Realizar duas apresentações do espetáculo SÁ, UM ORATÓRIO PARA A TERRA em cada uma das seguintes cidades: São Paulo, Manaus e Recife. Em cada cidade será preparado um coro local para a participação nas apresentações. Objetivos específicos: - Doar 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, - Doar 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; - Doar 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e - Disponibilizar 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. - Realizar uma mesa redonda sobre as questões ambientais e as artes enquanto veículo de reflexão como medida de ampliação de acesso. - Realizar uma masterclass de voz como ação formativa cultural.

Justificativa

A solicitação de apoio ao projeto "SÁ, UM ORATÓRIO PARA A TERRA" junto ao Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. Sá, um oratório para a Terra tem como maior legado a reflexão sobre nossa condição de co-habitantes deste planeta. Neste momento da história do planeta não há mais tempo para menos que isso, ou nós seres humanos modificamos nosso modo de viver neste planeta ou, como sabemos, não haverá saída. Nem para nós e nem para os milhares de seres vivos que perecem por nossa destruição. Sá é um chamado, em maneira de música, poesia e ação cênica, para este fato. É esta a intenção das criadoras deste oratório, deixar ao público algum legado de consciência ambiental urgente, conscientizar através da arte que somos uma mesma e única vida. Musicalmente falando Sá também deixa, na cena musical por onde passa, um rastro de novidade. Usar as vozes como instrumentos de uma forma pouco usual e combiná-las com beats e sintetizadores é algo raro na música brasileira. Tal formato se torna ainda mais ousado quando cruzado em diversos momentos com sonoridades muitas vezes conhecidas das salas de concerto, como coros grandiosos. O espetáculo Sá conta com composições de Ligiana Costa, cantora renomada nacional e internacionalmente, acompanhada pela performer Maura Baiocchi, criadora da abordagem taanteatro (teatro coreográfico de tensões) e dirigido por uma das maiores diretoras cênicas da atualidade, Cibele Forjaz - uma equipe ilustre comprometida com temas sociais e ambientais como a valorização dos povos originários, a valorização de artistas mulheres e a preservação do meio ambiente. A voz é o instrumento mais antigo que conhecemos - tão antigo quanto a própria humanidade. Em Sá, ela é explorada de forma vivaz a partir do gênero oratório mesclado com a música eletrônica, criando novas sonoridades. A obra de Ligiana Costa é uma reflexão ao mesmo tempo musical e verbal sobre a unidade de todos os seres vivos e sobre a capacidade da música de colocar à mostra e tornar possível esta continuidade carnal e melódica de tudo o que vive. Sua abordagem inédita, fundamentada na filosofia e na música, é o retrato da contemporaneidade de artistas profundamente conectados com as questões que tocam a todas as pessoas de nosso tempo. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Especificação técnica

Duração: 60 minutos Classificação: 10 anos

Acessibilidade

PRODUTO: ORATÓRIO CÊNICO MUSICAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: os espaços utilizados para as apresentações artísticas terão suas instalações físicas adequadas para mobilidade. Serão oferecidas cadeiras adaptadas, e quando necessário, rampas e elevadores, bem como terão indicadores para orientar este público em questão, facilitando a sua participação. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: será realizada por meio de áudio descrição do ambiente onde serão realizadas as apresentações e do roteiro/sinopse das mesmas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: a descrição será realizada por meio de um intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: teremos um monitor especializado pra atender os deficientes intelectuais PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: os espaços utilizados para oficinas terão suas instalações físicas adequadas para mobilidade. Serão oferecidas cadeiras adaptadas, e quando necessário, rampas e elevadores, bem como terão indicadores para orientar este público em questão, facilitando a sua participação. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: será realizada por meio de áudio descrição do ambiente onde serão realizadas as oficinas e do roteiro/sinopse das mesmas. . ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: a descrição será realizada por meio de um intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: teremos um monitor especializado pra atender os deficientes intelectuais

Democratização do acesso

Visando atender o Art. 27 da IN 1/2023, a proposta cultural terá um Plano de Distribuição detalhado, visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos, contendo: - Doar 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; - Doar 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; - Doar 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e - Disponibilizar 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Ampliação de Acesso: Iremos adotar a seguinte medida de ampliação do acesso: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Iremos realizar uma mesa redonda sobre as questões ambientais e as artes enquanto veículo de reflexão em cada umas das cidades. Art. 29. Para os efeitos desta Seção, considera-se: I - de caráter social, a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como: negros, indígenas, povos tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e CadÚnico; e Contrapartidas Sociais: Visando atender o Art. 30 da IN nº 01/2023, faremos uma master class gratuita de Ligiana Costa com a participação dos cantores do projeto na cidade de São Paulo como ação formativa cultural obrigatória. Serão destinadas aos estudantes e professores de instituições públicas de ensino, que não se confundem com as medidas de ampliação do acesso contidas no inciso VI do art. 28. Terão a previsão de corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) e no máximo 500 (quinhentos) beneficiários, a critério do proponente. Com o tema: “Novas Vocalidades e Criações Vocais”, o master class acontecerá em formato de bate papo com algumas experimentações práticas conduzidas por Ligiana Costa e equipe. Terá a duração de 120 minutos aproximadamente.

Ficha técnica

Ligiana Costa – escritora e cantora Ligiana Costa cantora, compositora, musicóloga. Ligiana Costa estudou canto líriconaUniversidade de Brasilia, se apaixonoupormúsicabarroca e foifazerumaespecializaçãoem canto barrocoem Haia, na Holanda. De lá, seguiu para a Itáliaondeconcluiumestradoemfilologia musical da renascença e idademédiaem Cremona e depois para a França, onde fez doutoradosobreóperabarroca. Nesta épocacomeçou a cantarmúsicabrasileira e, logo emseguida, descobriu o gosto pela composição. Fez diversos shows na França e naItália cantando sambas até que, depois de dezanos de velhomundo, retornouaoBrasil e lançouseuprimeiro disco, De amor e Mar, gravado entre São Paulo, Paris e Brasília. Com estetrabalho se apresentouempalcosdiversos (de Dakar à Garanhuns, da Bulgária a Brasília). Em 2013 Ligiana lançou o disco Floresta, produzido e arranjadopelo maestro Letieres Leite e gravadoem Salvador. Desde 2015 Ligiana vem se dedicandoaoseu duo de músicaeletrônicabarroca, NU (Naked Universe), emparceria com Edson Secco. NU jácirculoupeloBrasil, Estados Unidos e Europa e temdois discos lançados, o maisrecente se chama Atlântica e foilançadoesteano. Ligiana assinou o programadiário matinal da rádio Cultura FM com enfoquenamúsicaclássica e cruzamentos e tempublicadolivrosligadosaosestudosmusicológicos pela editora da Unesp e ministradocursossobreópera e de vozpeloBrasil. Concluiurecentementepósdoutorado pela USP e publicou pela EDUSP o resultado de suapesquisa, O Corego, premiado com o PrêmioFlaiano (2018) naItália.Atualmente Ligiana apresenta e dirige o podcast do Theatro Municipal de São Paulo. Lançouem 2020 o disco EVA, produzidopor Dan Maia e inteiramente vocal. Vem se apresentando com estetrabalho e foi a únicaartistabrasileira a se apresentar no prestigiosoNamm's Global Livestream Show em 2021. Bruna Lucchesi - músico "Uma das vozesmaisinteligentes, afinadas e experimentais do nossopluralíssimo agora, Bruna Lucchesi jáfoiantropóloga da sonoridade com o grupoYanay, criadora e criaturaemBLÄR, ourives de interpretaçãoemMeo." (Naira Marcatto) Bruna é bacharelem Música Popular pela Unicamp e mestreem Contemporary Performance pela Berklee College of Music. Se apresentaregularmenteem São Paulo e cidades da regiãosul do Brasil. Fez parte do lineup emespaçoscomo o Festival Psicodália e a Oficina de Música de Curitiba. Participou de residênciasinternacionaiscomo o OneBeat [EUA, 2018] e foicontempladapeloProgramaIbermusicas com a turnêeuropeia do Coletivo Yanay [2017]. Lançouseuprimeiroálbum, É Hora de Trocar as Válvulas, em 2014 com o grupoTelecoteco. Em 2016 estreou YANAY e, em 2019, BLÄR, o primeirotrabalho que assinacomocompositora. Em 2020 compôstrilhasonora para o videodança VAWM, umaprodução para a PERA - School Of Performing Arts (Chipre) e também para o projeto VEILED, umaprodução para The School of Theatre, Dance and Performance Studies University of Maryland College Park. Seus lançamentosmaisrecentessão MEO - piano e voz (2020) e o single Energia Solar, umacançãoatéentãoinédita do poeta Paulo Leminski. Dan Maia - músico Dan Maia é músico e ator. É sound designer e compositor de dezenas de espetáculos. Colaborou com diretorescomo Gabriel Villela (indicadoaoprêmio Shell de melhormúsica para Fausto Zero e Vestido de Noiva), Marcelo Lazzaratto, Maria Thais, Tadashi Endo, Alexandre Reinecke, Lígia Cortez, Marcio Aurelio, Dan Stulbach, Cia. de DançaPalácio das Artes (Prêmio Sesc/Sated – Melhor Trilha Sonora de Espetáculo de Dança de 2002 e Prêmio Sesc/Sated – Destaque Especial 12 anosem Trilha Sonora de Dança), Roberto Alencar, Mika Lins, Nelson Baskerville (indicadoaoPrêmio Shell de melhormúsica com 1Gaivota – é ImpossívelViversem Teatro), entre outros. Entre seusúltimostrabalhosestão Concerto para João, com direção de Cassio Scapin e texto de Sérgio Roveri, A-VÓS da Nave Gris Cia. Cênica de Dança; O Rio de Jez Butterworld com Maria Manoella, Nelson Baskerville e Virginia Cavendish; Romeu e Julieta 80, com Renato Borghi e Miriam Mehler e Ha Dô, de Tadashi Endo. Gilberto Monte - músico Gilberto Monte e compositor, produtor musical, artistamultimidia, engenheiro de audio, empreendedor, e gestor empoliticasculturais. RealizousuagraduacaoemComposicao e RegencianaFaculdade de Musica da UFBA, depois de cursarFisicana UFS. Possuiartigosempublicacoesnacionais e internacionaissobremusica, tecnologia e cultura. Foidiretor de arte e tecnologia do Instituto Eletrocooperativa (2003-2007), esteve a frente da Diretoria de Musica da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (2007-2011) ondeestruturoupoliticaspublicas e orientouinvestimentos para o setor da musicaatraves de programasvoltados para os mercados nacional e internacional. Atualmente, temproduzido discos de artistasdiversos, criadotrilhas para cinema, publicidade e espetaculosdiversoscomo o bale do Teatro Municipal - Bale da Cidade (2018). Em 2019, recebeu duas indicacoes da Latin Recording Academy para a 20 ̊ edicao do Latin Grammy, e no ano de 2020, porindicacao da Academy Awards, concorreu a 92 ̊ edicao do Oscar, atraves do filmeDemocraciaemVertigem, da diretora Petra Costa, porsuascomposicoes para a trilhasonora. Em 2021 lançapelo Selo Sesc o novo disco do Mestre Luiz Paixão no qual produziu, gravou e mixou o álbum, e compôs a trilha para osfilmes da série Flechas Selvagem, organizada pela Dantes Editora e narradospelo Ailton Krenak. Como empreendedor, realizaconsultoria para organizacoesnaformulacao de estrategias para atuarnasociedadeem rede e naeconomiacriativa. Em seustrabalhossincronizainovaçãotecnologica, novasformas de aprendizagem e modelagenseconomicas. Realizouconsultorias e curadorias para Unesco, Avina, Vivo, Sony, Globo, Instituto Natura, Petrobras, Minc, entre outros. Marina Decourt - músico Marina Decourt é cantora, compositora, multi instrumentista e produtora musical. Com estudos e referênciasdiversas, Marina temumapesquisaconsistentenos timbres da músicaeletrônica e namescla das sonoridades do mundo. Como produtora musical, assina o trabalho dos artistas Camila Trindade, François Muleka, Luiza Meiodavila, Guus, Marina Costa, Renata Canin e Rodrigo Ciampi. Como cantora e compositoraalém de seutrabalhoautoral, produztrilhasonora para cinema e tv, marcascomo Globo Filmes, SBT, UFC, Bibi, Tutu’s Pantry (Hawaii), o mini documentário ‘Entrega’ com direção de Guilherme Valiengo. Eddu Ferreira - músico Eddu Ferreira, multi-instrumentistaautodidata, utiliza a vozcomo principal material emseutrabalho, construindo, com o uso de loops, samples, outros instrumentos e processamentosem tempo real, diferentesuniversossonoros. Entre algumas das constantesparticipações, estãotrabalhos com artistascomo CESRV (NIGHT - ÁLBUM THE ABSTRACT URBAN ENVIROMENT), Barulhista (COLOSSENSES - álbumHymnos), Matheus Leston (nosprojetos multimedia RÉ e ORQUESTRA VERMELHA), Vivian Caccuri (nainstalaçãoTABOMBASS, parte da 32a Bienal de São Paulo - Incerteza Viva), Daniel Bozhkov (nainstalaçãoP. (FOR POSSIBLE) my dear highly venomous, 33a Bienal de São Paulo - AfinidadesAfetivas), Medulla (tour DEUS E O ÁTOMO), Don L (ROTEIRO PARA AÏNOUZ) entre outros. Gravoudois discos comofundador e vocalista do MINNUIT, importantebanda dos anos 2000 em São Paulo, e integrou o grupo de post-rock LABIRINTO. Faz parte do coletivosonoroINVISIBILI(CIDADES), aprofundandosuapesquisaemmúsicaeletroacústica, paisagemsonora e site-specific. Participa do coletivoBANDA SONORA, compostopormúsicos e sonoplastas com trabalhos que dialogam com o universo audiovisual, sonorizando - ao vivo - obras do cinema. Produztrilhassonoras para diversasplataformas, vídeos, projeções multimedia, instalaçõessonoras, espetáculos de dança, além de produzir outros artistas. Compositor e letrista, assina a produção do primeiro material de seuatualtrabalho, COSMOGUM, no qual utiliza a cançãocomo base para experimentações. É curador e idealizador do MÚSICA PARAFERNÁLIA, evento que reúneartistas que produzemmúsica com estreitarelação com a tecnologia. EscreveumacolunasobremúsicanaIDEAFIXA. Sofia Boito – escritora Sofia Boito é atriz-performer, escritora, dramaturga e pesquisadora. Doutora e mestre pelo programa de Artes Cênicas da ECA-USP, é formada pela mesma instituição. Em 2017 realizou um ano de estágio de doutorado na Universidade Sorbonne Nouvelle, em Paris, França. Sua pesquisa e criação estão na fronteira entre artes visuais, teatro e literatura. Como dramaturga, Sofia escreveu e montou 04 peças junto à Cia Temporária de Investigação cênica – grupo do qual também foi fundadora: RADIX (2014) contemplada pela bolsa de intercâmbio e difusão cultural do MINC; Espelho (2012) contemplada pelo prêmio Proac de Dramaturgia inédita; Passei hoje corrigindo ontem (2011) contemplada pelo Prêmio PROCULTURA, Antídoto para impossibilidades e paralisias (2015). Foi dramaturga pedagoga do projeto espetáculo da Fábrica de Cultura da Brasilândia, onde desenvolveu duas peças junto aos adolescentes aprendizes: Ponto de fuga (2016) e Díptico (2015). Em 2018 lançou seu primeiro curta-metragem como roteirista, A viúva de perdizes, dirigido por Diogo Nazaré, e atuado pela própria artista. Neste mesmo ano foi selecionada para iniciar seu projeto JAZ na residência artística da Cité Internationale desArts, em Paris. Em 2019 a peça JAZ integrou o projeto “Especial: Koffi Kwahulé”, concebido por ela e Janaína Suaudeau, no SESC Belenzinho. Em 2021 Sofia lançou seu livro de ficção “No fundo da última gaveta da cômoda” pela editora Patuá; foi dramaturga da peça infantil Puntakaryy Kakykary de direção de Fernanda Machado (contemplada pelo PROAC LAB) o lançou seu projeto “peças invisíveis” pela Oficina Oswald de Andrade, com a peça sonora “Nós não estamos em nenhum outro lugar”, criada com Carolina Mendonça e Miguel Caldas. Desde 2019 Sofia integra a coletiva Palabrería, junto às artistas Luiza Romão e Fernanda Machado; além de ser professora temporária de dramaturgia teatral no departamento de Artes Cênicas da ECA-USP. Marco de Almeida, produtor executivo Pianista clássica formado no Conservatório de Tatui (SP), e no Istitutodi Musica Giuseppe Verdi, em Asti, na Italia. Estudou Musicoterapia, em Reggio Emilia, na Italia e Produçao Cultural, em Paris, na antiga escola Anfiacc. Se formou em Lingua Francesa pela Sorbonne, Paris. Desde o ano 2000, de volta ao Brasil, abriu sua agência de produção cultural e já desenvolveu mais de 70 projetos incentivados por leis de incentivo e produziu mais de 900 apresentações tanto n oBrasil, quanto nos Estados Unidos, Dinamarca, Finlândia, Italia, Portugal, Argentina, Uruguai e outros países. Atualmente, além das atividades como produtor cultural desenvolve um trabalho como agente artístico e empresário de Edu Lobo, Rosa Passos, Ligiana Costa, maestro João Rocha, pianista Francesco Cipolletta, Anna Setton, Jorge Helder. Cibele Forjaz – direção cênica Diretora e iluminadora teatral, docente e pesquisadora em Artes Cênicas. Graduada em Artes Cênicas com habilitação em direção teatral pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, em 1989; fez Mestrado em Artes (2008) e Doutorado em Artes Cênicas (2013), na ECA/USP. É docente e pesquisadora do Departamento de Artes Cênicas da ECA/USP desde 2006, onde leciona iluminação e direção teatral na Graduação (Bacharelado e Licenciatura) e é docente e orientadora de mestrado e doutorado no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (PPGAC/ECA/USP). Maura Baiocchi - performer Encenadora, coreógrafa, performer, atriz. Criadora da abordagem taanteatro (teatro coreográfico de tensões). Diretora-fundadora da Taanteatro Companhia. Mestre em comunicação e semiótica pela PUC São Paulo (2006). Autora de Taanteatro Caderno 1 (Editora Transcultura, São Paulo, 1997) e dos livros Butoh Dança Veredas D’Alma (Editora Palas Athena, São Paulo, 1995), Taanteatro: teatro coreográfico de tensões (Azougue Editorial, Rio de Janeiro, 2007), Taanteatro – rito de passagem (Transcultura, São Paulo, 2011), Taanteatro – MAE Mandala de Energia Corporal (Transcultura, São Paulo, 2013) e Taanteatro – [Des]Construção e Esquizopresença (Transcultura, São Paulo, 2016)

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.