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Criado para conectar profissionais, empresários, estudiosos e público em geral em um espaço de intercâmbio, inspiração e colaboração, o Projeto Estufa é uma iniciativa do Inmode Instituto Nacional de Moda, Design e Economia Criativa para colocar em pauta questões em torno da inovação, tecnologia e processos de futuro, com uma programação que compreende exposições, desfiles e encontros. Um mapeamento de iniciativas levará a indicação de processos inovadores existentes no Brasil e culminarão em exposições regionais, além de um evento nacional com exposição de todas as regionais e desfiles, colocando em evidência as melhores expressões criativas que estão exercitando um processo capaz de transformar estruturas vigentes. Um processo sustentável e adaptável que serve como inspiração para a sociedade e destacando sua interface com as artes visuais, a performance, a inclusão social, tendo sempre a inovação e o design de moda como fio narrador.
nao se aplica
Objetivos Gerais O Projeto Estufa tem como objetivo primordial se estabelecer como uma plataforma de inovação, discussões, e geração de oportunidades para identificação e projeção de iniciativas criativas e inovadoras tendo o design de moda como agente transformador, estimulando o " fazer diferente", além do alinhamento com uma visão de futuro em torno da Economia Criativa e dos princípios ampliados de ESG. Os objetivos gerais deste projeto são: ● Ser um espaço privilegiado que espelhe a contribuição da tecnologia e da moda para a sociedade, em termos de inovação, no que concerne ao seu desenvolvimento cultural, social e econômico; ● Ser um espaço que conecta pessoas que pensam, sentem, realizam e transformam ● Revelar a contribuição das novas economias como motor de inovação, reiterando a criatividade e a imaginação como fontes de inovação; ● Expor a combinação de inovações técnicas com inovações culturais que transformam o mundo ● Manifestar a contribuição do Projeto Estufa para fomentar a percepção consciente por parte da sociedade em geral (cidadãos, empresários, educadores etc.) sobre a importância das inteligências criativas na construção de futuros desejáveis; ● Reforçar o papel de difusor do valor do pensamento criativo e da inovação. Objetivos específicos EXPOSIÇÃO PROJETO ESTUFA - 5 Exposiçoes regionais com iniciativas locais em 05 capitais brasileiras: Maceio, Belo Horizonte, Belem, Brasilia e Florianópolis. - 5 desfiles de moda em cada região - 1 exposição principal em SP, com 1 desfile de moda de cada uma das regiões atendidas, totalizando 5 desfiles. - 1 premiação CONTRAPARTIDA SOCIAL - 5 palestras e/ou oficinas de contrapartida social
Justificativa "Hoje os maiores avanços e descobertas acontecem quando redes de pessoas, reunidas em torno de uma visão coletiva, compartilham ideias, informações e trabalhos." Jeff DeGraff Vivemos uma era dinâmica e ágil marcada por transformações que definitivamente estão levando a humanidade da era industrial para a era do conhecimento. Um momento complexo de transição marcado pela incerteza e imprevisibilidade e por um número infinito de possibilidades. Complexidade quer dizer diversidade, estar preparado para lidar com o aleatório, com mudanças e conflitos constantes. Para que possamos nos preparar para enfrentar essa nova realidade, é preciso compreender melhor o que está acontecendo. A globalização e a aceleração das inovações tecnológicas revolucionaram e continuam a impactar todas as áreas. Com a grande revolução nas tecnologias de informação e comunicação, ultrapassamos as noções tradicionais de tempo e espaço eliminando grandes distâncias em segundos. São transformações tão profundas que já falamos em terceira e quarta revolução industrial, aumentando de forma exponencial o valor da informação, da distribuição e dos serviços. Estamos ajustando, melhorando e aperfeiçoando o que conseguimos conquistar, e aprendendo a partir de novos insights e descobertas. Em muitos casos, a mudança é tão radical que ajustar os processos e reinventar o conhecido não funciona mais. Estamos entrando em outras realidades com novos desafios e oportunidades. Trata-se de conhecer, criar e revelar futuros. Os avanços tecnológicos já transformaram definitivamente nossas vidas. Mas o que vem pela frente representa uma mudança radical na forma como pensamos, criamos, nos vestimos, enfim, na forma como enxergamos a realidade. Uma realidade mais fluida em que as linhas que separam o real do imaginário, a natureza da tecnologia, os designers dos usuários e até mesmo homens e mulheres estão desaparecendo. Do racional e da certeza que caracterizaram a era industrial para um mundo disperso, impreciso e múltiplo, como mobilizar potenciais criadores e transformadores para lidar com essa complexidade e a imprevisibilidade do futuro? Fomentar o processo de aprendizado contínuo, estimulando coletivos inteligentes, abertos e criativos, capazes de responder pronta e eficientemente aos inúmeros desafios que se apresentam nesse ambiente de rápidas inovações e transformações. Este tem sido nosso papel. Identificar evoluções e mudanças sócio-culturais que impactam valores, necessidades, atitudes, crenças, hábitos e estilos de vida, tanto individualmente quanto coletivamente, a partir de novos territórios da imaginação e novas referências culturais são cruciais, observando sinais emergentes que refletem a transformação constante do mundo. As pessoas estão em busca de pontos de referência em um mundo mutante. Buscam determinar e se apropriar de novas regras e valores que irão definir o contexto de um futuro comum. Vivemos em um mundo digital. Em pleno século XXI, assistimos a transformação da nossa "cultura material" pelos mecanismos de um novo paradigma tecnológico que se organiza em torno da tecnologia da informação. Esse é um evento histórico da mesma importância da revolução industrial do século XVIII induzindo um padrão de descontinuidade nas bases materiais da economia, sociedade e cultura. Esta é a era da economia do saber, ganha quem sabe mais, quem sabe aprender e quem aprende mais depressa. Isso se aplica aos indivíduos, às organizações e aos países. Conhecimento, informação e experiência podem ser usados para gerar riqueza. O desenvolvimento do capital humano é mais lento e intangível e deve ser feito a partir de uma plataforma social para uma tomada de decisões coletiva e compartilhada capaz de antecipar os efeitos e impactos das ações contemporâneas no futuro, em 50 ou 100 anos. É preciso estimular a participação de muitos, o empenho coletivo, a capacidade das pessoas envolvidas se relacionarem umas com as outras. O conhecimento compartilhado cresce, enquanto o conhecimento não utilizado se torna obsoleto e perde seu valor. São desafios que todos teremos que aprender a lidar nessa nova era. No século XXI, o potencial de geração de conhecimento a partir da informação é de tal ordem que pode-se considerar que tudo já está obsoleto. O que o uber, o grafite e a moda tem em comum? Todos fazem parte da economia criativa, termo que tem na origem a própria criatividade como forma de gerar competências e riquezas. A criação do conhecimento e de competências é uma prioridade. Esses recursos influenciarão o futuro da humanidade por meio da inovação tecnológica, desenvolvimento de novos produtos, e abertura de novos mercados. Algumas dessas competências estão entranhadas na cultura. O design permeia todo nosso cotidiano, definindo a cada momento nossa percepção de mundo. Assim como a arte, o design é reflexo da cultura e do seu tempo. Através do design de moda é possível interferir diretamente em costumes e padrões estéticos e nos processos que definem forma e conteúdo, oferecendo respostas aos desafios constantes da contemporaneidade. Moda entendida aqui como espaço de carga simbólica, expressão cultural, artística e estética que ultrapassa o funcional. Moda como processo de convergência e inovação sempre em construção. A moda carrega assim uma mensagem tecnológica, de inovação, dentro de um contexto sócio-cultural. O impacto cultural de novos materiais trabalhados a partir do design contribuem de forma significativa para o processo de transformação e evolução da vida cotidiana, promovendo novas experiências determinadas pela cultura no contexto das várias revoluções industriais pelas quais o mundo vem passando desde o século XVIII. Ao questionar, propor e resignificar comportamentos e ideias consolidadas, o design se alimenta do desafio para confrontar padrões, e da criação para promover mudanças e adaptações a novos contextos e situações num mundo complexo e dinâmico. Vivemos um momento de paradoxos e contradições em vários aspectos, num processo de descentralização acompanhado por um questionamento geral, que já começa a afetar todos os aspectos da nossa vida, tanto do ponto de vista individual quanto cultural e organizacional. A realidade é múltipla. Antigas verdades e crenças não são mais aplicáveis nesta nova realidade. Não se pode prever exatamente o que vai acontecer. Somos todos protagonistas de um novo ciclo. Mais do que nunca temos a oportunidade de potencializar e compartilhar verdades, essências e experiências. A diversidade tem sido um dos principais traços da contemporaneidade. A diversidade cultural é a expressão fundamental de identidade dos indivíduos. Cultura entendida como teia de significados criada a partir de pensamentos, valores e ações de uma sociedade, determina o próprio sentido da vida. Surge espaço para busca do disperso, do múltiplo, do que está à margem, fora do eixo, ainda não plenamente visível. O Projeto Estufa nasceu para surpreender e apresentar uma plataforma ousada e moderna para falar de futuro, um futuro em construção impactado por novas tecnologias, novos anseios e formas de criar muito além da moda. Na intersecção entre moda e cultura, como agentes críticos de transformação e desenvolvimento, o Projeto Estufa propõe uma ponte entre criatividade artística e inovação tecnológica, através da implantação num espaço instigante e inspirador de ilhas de exposição, oficinas, master classes, e fórum de discussões, que convidam à descoberta e favorece a inspiração e imaginação a fim de estimular o potencial criativo do público participante.
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Exposição Acessibilidade de conteúdo: as exposições contarão com placas de sinalização com legenda descritiva das obras expostas em BRAILE assim como todo o conteúdo audiovisual terá legendagem em LIBRAS. Acessibilidade Física: elevadores para acesso ao nível do auditório e para acesso ao palco. Poltronas especiais para obesos e locais adequados para que os cadeirantes ocupem confortavelmente o seu espaço na plateia. Premiação Acessibilidade de conteúdo: a premiação contará com placas de sinalização com legenda descritiva das obras expostas em BRAILE assim como todo o conteúdo audiovisual terá legendagem em LIBRAS. Acessibilidade Física: elevadores para acesso ao nível do auditório e para acesso ao palco. Poltronas especiais para obesos e locais adequados para que os cadeirantes ocupem confortavelmente o seu espaço na plateia. Contrapartida Social: Acessibilidade de conteúdo: as palestras contarão com tradução simultânea em LIBRAS, sendo gravadas e publicadas nas redes sociais com esta tradução. Acessibilidade Física: elevadores para acesso ao espaço de realização dos seminários tanto para o público quanto para participantes. Poltronas especiais para obesos e locais adequados para que os cadeirantes ocupem confortavelmente o seu espaço na plateia.
O projeto garante a democratização do acesso ao evento através da disponibilização de ingresso para a venda e distribuição impessoal ao publico interessado, sendo possível adquirir através de internet e bilheterias, observado o estabelecido no parágrafo 2º do Art. 2º da Lei nº 8313/1991 e no Art.46 do Decreto nº 5761/2006. As palestras previstas, oferecidas como contrapartida social do projeto, terão seus ingressos distribuídos preferencialmente a estudantes e professores de instituição publica de ensino. Atendendo ao disposto no Art. 27 da IN 01/2023, os ingressos serão distribuídos conforme plano de distribuição apresentado, respeitando os limites estabelecidos em lei. Em atendimento ao artigo 28 da IN 1/2023 serão atendidos as seguintes medidas de ampliação do acesso:Exposição - Inciso I, IV e VI:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento);IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Premiação - Inciso I e IV:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento);IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Contrapartida Social - Inciso IV IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;As exposições, premiação e palestras realizadas durante o evento serão gravadas e disponibilizadas no nosso canal do Youtube, assim como os registros fotográficos das exposições a serem disponibilizados em nosso site, buscando a ampla divulgação do conteúdo ali discutido. Os desfiles de moda realizados também terão suas imagens disponibilizadas na Internet para pesquisa e consulta dos interessados no tema.
PROPONENTE A proponente será responsável pela produção do projeto, negociação e contratação de fornecedores, gerenciamento da execução de todas as ações propostas e controle e gerenciamento de toda a execução financeira. A proponente será remunerada através dos custos administrativos do projeto e pela captação de recursos previstos na planilha orçamentária. PAULO BORGES – Atuará como Diretor Criativo Geral do Projeto. Presidente do Instituto Nacional de Moda e Design, membro do Conselho Nacional de Políticas Culturais do Ministério da Cultura e está à frente da Luminosidade, uma das mais reconhecidas e destacadas empresas no segmento de criação e produção de eventos, onde a moda faz parte de uma plataforma de convergência. Em 1994, criou a primeira incubadora de moda no mundo, Phytoervas Fashion, que elevou desfiles ao patamar de grandes eventos culturais. A iniciativa revelou nomes como Alexandre Herchcovitch, Fause Haten, Jorge Kaufman e Marcelo Sommer. Dois anos depois nascia o São Paulo Fashion Week. O evento trouxe novidades mundiais e colocou o conceito de Economia Criativa na agenda do desenvolvimento do País. Paulo Borges foi um dos grandes responsáveis por inserir a moda na pauta da cultura brasileira, nos limites estabelecidos pelo Ministério da Cultura, garantindo reconhecimento oficial ao setor dentro do Plano Nacional de Cultura. GRAÇA CABRAL – Atuará na Curadoria de Conteúdos. Co-fundadora da Luminosidade e consultora do Instituto Nacional de Moda e Design – INMOD. Participou da criação e segue atuando no planejamento da São Paulo Fashion Week. Em 2002, integrou a criação e realização do projeto-incubadora Hot Spot, pioneiro na identificação e apoio a novos talentos em design de moda, que também impactou outras áreas criativas como fotografia, artes visuais, música e multimídia. O projeto foi responsável pelo lançamento de nomes como Gisele Nasser, Wilson Ranieri, Simone Nunes, Neon, Samuel Cirnansck, Erika Ikezili, Jefferson de Assis e Fábia Bercsek. Em 2005, participou, da criação e realização do Festival Minas Cult – moda, design, arte, cultura, em Belo Horizonte. Por meio do InMod, promoveu desde 2007, o planejamento e a realização duas vezes ao ano de encontros e seminários, reunindo lideranças criativas, empresariais e governamentais, para discussão da Economia Criativa como um caminho estratégico de desenvolvimento para o Brasil através da moda e do design. Participou da criação e realização do Movimento Hot Spot em 10 capitais brasileiras e do Festival Internacional de Criatividade - CRio, realizado em 2013 no Rio de Janeiro. Participou de diversas missões técnicas internacionais - Milão, Londres, Paris, Johannesburgo, Cidade do Cabo, Hyères, Tóquio, Antuérpia, NY, Zurique, Bs.As., Santiago, Sidney, Melbourne. Membro do Conselho Consultivo da ABIT - Associação Brasileira da Indústria Têxtil. Palestrante e mediadora em diversos fóruns, painéis, conferências e talks nacionais e internacionais. Gisele Najjar - Atuará na Comunicação do Projeto Especialista em Comunicação, com mais de mais de 25 anos de experiência em Relações Públicas, Branding, Marketing e Assessoria de Imprensa nas áreas de moda, beleza, varejo e lifetyle, colaborando para a construção, posicionamento, consolidação e projeção de empresas, eventos, marcas e personas. Em seu amplo portfólio estão eventos e clientes como São Paulo Fashion Week, à frente da comunicação por mais de 12 anos; Buenos Aires Fashion Week, Portugal Fashion, Rhodia, YSL Beauté, Melissa, Ellus, Contém 1G, Swarovski, Shoestock, Capodarte, Dumond, Vizzano, Keds, Vogue e Santista. Também atuou como gerente de marketing da marca de beleza Latika e como consultora de comunicação e branding, para mais de 20 empresas do setor de calçados, moda praia, fitness e lingerie, através do Sebrae - SC, com o projeto autoral Design Estratégico. Artistas: Os artistas das mostras serão identificados e indicados pelos curadores locais e palestrantes serão definidos pela curadoria, após o inicio de execução do projeto e informadas posteriormente.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.