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O projeto prevê a publicação de um livro de fotografia e textos sobre a Transamazônica intitulado "BR 203: Muito Além da Transamazônica".
Sinopse do livro BR-230: Muito Além da Transamazônica Em setembro de 2023 o diretor de fotografia Sylvestre Campe - duas vezes vencedor do Primetime Emmy Awards - realizou a travessia da Rodovia Transamazônica na produção de uma série documental de 6 episódios de 26 minutos. Desta vez Sylvestre e equipe percorreram quase 6.000km entre João Pessoa, PB e Lábrea, AM a bordo de uma pick-up 4x4 que serviu de meio de transporte e apoio para as gravações, decolagens de paramotor e resgates nos lugares mais inusitados. Os voos de paramotor de Sylvestre são o pretexto perfeito para se realizar um mergulho profundo em um universo fascinante. Dos céus realizamos imagens de tirar o fôlego, que não são possíveis de filmar com drones ou aviões. E do chão criaremos um instigante mosaico de personalidades que representem a diversidade humana ao longo da rodovia tão cheia de paradoxos. O livro apresentará fotografias e selecionará personagens de destaque descobertos durante a expedição. Abaixo algumas palavras de Sylvestre Campe, que trazem um tom de diário para livro: Me lembro com clareza da minha chegada ao Brasil em 1991. Aos 25 anos, eu tinha acabado de terminar meu curso de cinema em Rhode Island School of Design e também meu primeiro filme – o ambicioso “Ascent Of The Lhotse-Shar”, filmado em 16mm no Himalaia e exibido pela TV alemã. Após assistir inúmeras vezes aos filmes de Werner Herzog “Aguirre, Wrath of God” e “Fitzcarraldo”, fiquei obcecado com a Amazônia e, atendendo a um chamado por novas aventuras, me mudei de vez para o Brasil. Com o passar do tempo trabalhei em vários documentários como assistente de câmera, diretor de fotografia e acabei produzindo e dirigindo para clientes brasileiros e estrangeiros minhas próprias obras, entre filmes e séries de TV. Diferentes projetos audiovisuais me levaram a mais de cem países, mas eu sempre, de uma forma ou de outra, em algum momento, acabava voltando para filmar na Amazônia. A Floresta sempre me impactou com muita força por conta das suas dimensões geográficas, mas também por sua complexidade humana e socioecológica. Depois de cada visita eu voltava para casa perplexo, emocional e fisicamente exausto por conta da intensidade daquela biosfera e, especialmente, por conta de sua gente: os indígenas, os imigrantes, garimpeiros, grileiros, fazendeiros e demais mercadores. Eu vivia em um estado de permanente atração e repulsa por aquela terra de paradoxos. Eu já tinha ouvido muito sobre a BR230 – a mítica Rodovia Transamazônica – esta estrada inacabada que se propunha a ligar o litoral do Oceano Atlântico com nosso vizinho Peru, 5.000km distante do mar. Debruçado sobre os mapas, percebia que a estrada termina abruptamente nas margens do Rio Purus, em uma pequena vila chamada Lábrea, no estado do Amazonas, ainda uns 600km antes da fronteira com o Peru. Por que será que a estrada terminou assim? O que levou o projeto a ser interrompido naquele ponto? Com todos os projetos interrompidos por conta da pandemia do COVID-19, não à toa veio da BR230 o chamado mais alto e claro para o qual eu não poderia dizer não. Peguei um avião para a Paraíba com meu assistente de câmera, alugamos um carro 4x4 e decidimos encarar a Transamazônica a partir do seu quilômetro zero, no litoral do Cabedelo. Levei também meu paramotor (um parapente motorizado) porque sabia que somente dos céus seria possível compreender as reais dimensões daquela região e daquela rodovia. Por 50 dias nós exploramos aquela estrada – ora enlameada, ora empoeirada – de um modo totalmente novo para mim: pela primeira vez em minha carreira eu pude decolar, voar, interagir com os locais sem a obrigatoriedade de seguir um cronograma apertado. Imbuído deste espírito, eu pude registrar imagens aéreas épicas, muitas delas inéditas, de diversas facetas oferecidas por aquela mesma artéria transamazônica a partir do Oceano Atlântico: o sertão, o cerrado, a floresta virgem, os diferentes afluentes da bacia amazônica e também as queimadas, o garimpo e as cidades-fantasma. Estamos em 2023. A rodovia recentemente completou 50 anos desde sua inauguração e aqui vem ela, mais uma vez, me chamar através de um convite irrecusável, para olhar com meus próprios olhos – e compartilhar com uma grande audiência – uma nova leva de transformações. Do Cabedelo à Lábrea, mais uma vez, segui em uma viagem por terra e pelos céus para alguns reencontros e desencontros. Meu paramotor é uma ferramenta ímpar para se realizar imagens aéreas que os drones ou outras aeronaves tripuladas não conseguem, mas é, mais importante ainda, meu álibi para poder pousar e decolar de lugares onde uma câmera geralmente não consegue chegar. Em vez de ser visto como um impostor, sou recebido como um viajante excêntrico e desta forma sigo montando meu quebra-cabeças sobre o que foi, o que é e poderá vir a ser a Transamazônica. Sinto este chamado para realizar esta viagem uma vez mais – para rever amigos, conhecer nova gente, voar e filmar sobre lugares que nunca tive a coragem de tentar. Aprendi que a Transamazônica nunca é a mesma. O bioma e, em especial, as dinâmicas humanas e econômicas, mudam constantemente. Apesar de ser uma expedição de grande complexidade, eu amo a simplicidade do conceito por trás dela: viajar mais de 5.000km a partir do Oceano Atlântico por cima de uma empoeirada, enlameada e inacabada estrada até uma barreira intransponível de floresta imaculada. Do oceano azul ao oceano verde. Depois de mais de 30 anos vivendo no Brasil, vejo este projeto como uma homenagem a este país e a esta gente que eu admiro e respeito cada vez mais.
Objetivo Geral O presente proposta prevê a produção de um livro de fotografias e textos sobre uma expedição que desbravou a Transamazônica para a produção de um documentário. A distribuição da publicação será integralmente gratuita. O livro apresentará imagens impactantes produzidas pelo diretor de fotografia Sylvestre Campe - três vezes vencedor do Primetime Emmy Awards - por toda a extensão da Rodovia Transamazônica entre agosto e setembro de 2023. A viagem foi realizada por terra e pelo ar, já que Sylvestre é também um exímio piloto de paramotor, ferramenta que possibilita voos de longa autonomia para realização de imagens e fotografias aéreas únicas. O livro é produto derivado da série documental "BR230: Muito Além da Transamazônica", e é composto por fotografias still (terrestres e aéreas); fotogramas do material filmado em 4K, gráficos, mapas e textos especialmente redigidos para a obra. É um registro extraordinário das vivências de Sylvestre e equipe ao longo de 45 dias na estrada e que inclui, também, depoimentos de personagens que humanizam a rodovia Pretend-se contribuir de forma significativa para a preservação da memória e da cultura brasileira a partir da criação de um mosaico paisagístico e humano, construído ao longo de 6.000km desde o litoral do Cabedelo, na Paraíba até o idílico Rio Purus, no Amazonas _ onde a Transamazônica termina de forma abrupta e definitiva na cidade de Lábrea. Objetivo Especifico - Impressão de uma tiragem de 1.500 exemplares da publicação com capa dura, papel de alta gramatura, com textos nas línguas portuguesa e inglesa. O livro terá sua tiragem integral distribuída gratitamente, não será comercializadopública de ensino nas cidades de Rio de Janeiro - RJ, São Paulo _ SP. - Realização de duas palestras Educativas, uma em São Paulo e a outra no Rio de Janeiro, de apresentação do livro.
No que se refere à utilização do mecanismo de Incentivo Federal, a justificativa se dá pois trata-se do maior mecanismo de financiamento para iniciativas culturais e, através dele, os produtos culturais resultantes vislumbram possibilidades de distribuição e democratização de acesso significativas, permitindo que um ampla e diversa parte da população em geral tenha acesso à conteúdos de importância e a experiências de fruição estética de impacto para os processos de formação cultural e cidadã. Em relação aos incisos do Art. 1º e aos objetivos do Art.3º, citamos abaixo os devidos enquadramentos; Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; ______________________________________________________________________________________ Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTO 1.500 exemplares (edições em português e em inglês) FORMATO 23 x 30 cm aproximadamente MIOLO 240 páginas aproximadamente papel couche 170 gr impressão 4 x 4 cores CAPA Masterblank Linho ld 270g Laminação Fosca Frente, Serigrafia High Print ACABAMANETO Brochura
PRODUTO LIVRO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O evento de lançamento do livro será realizado em espaço adaptado, com rampas, elevadores e banheiros adaptados; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O projeto prevê a produção de livro digital acessível; - Rubrica Audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O livro não apresenta limitações para deficientes auditivos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: O livro não apresenta limitações para pessoas com deficiência intelectual PRODUTO PALESTRAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: As palestras serão realizadas em espaço adaptado, com rampas, elevadores e banheiros adaptados; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: monitoria especializada para atender pessoas com deficiência visual para a realização da leitura descritiva das imagens eventualmente apresentadas nas palestras, se necessário. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras em todas as palestras - Rubrica Intérprete de Libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: contratação de monitoria especializada para atendimento a pessoas com deficiência intelectual e desenvolvimento de atividades específicas para o acompanhamento da palestra e dos conhecimentos compartilhados nessa atividade, se necessário - Rubrica Monitoria
Sobre a distribuição da publicação: - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores - 150 exemplares - 80% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo - 1.200 exemplares para bibliotecas, escolas, instituições e organizações sociais. - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto - 150 exemplares Ampliação de acesso VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas - realização de uma palestra gratuita aberta ao público em geral na ocasião do lançamento do livro.
Coordenação Geral e Produção Executiva - proponente Gustavo Gama Rodrigues Gustavo Gama Rodrigues desenvolve e produz conteúdo de não ficção em estreita colaboração com parceiros que incluem o Youtube Originals, HBO, BBC, Channel 4 UK, National Geographic US, History Channel, Arte France, Red Bull Media House, Turner, TV Globo e Globosat desde 1996. Gustavo foi indicado ao Primetime Emmy Awards em 2005 por seu trabalho no reality show da CBS “The Amazing Race”, em que participou em 17 temporadas até 2013. Ele é o produtor executivo dos documentários de longa-metragem “B1-Tenório em Pequim ”(2012),“ Democracia em Preto e Branco ” (ESPN, 2014), “Primeiro Bailarino” (HBO, 2016) e “Elogio da Liberdade (HBO, 2019). Seus créditos de diretor incluem os documentários de longa-metragem “Bernardes” (GNT, 2014) e “Linha de Frente” (Globo Filmes, 2020). Ele é o produtor executivo da série documental “Secret Spots” (Globosat, 1999) e “Kamchatka - Mundo Inexplorado” (Globosat, 2019), ambos vencedores da World Medal nos New York Festivals. A série documental “Balangay - Exploring Filipino Waters” foi indicada no New York Festivals em 2020. Gustavo é mestre em artes em Produção de documentários, aprovado com distinção pela Goldsmiths College, University de Londres. Coordenação Editorial Frida! Frida é uma produtora cultural especializada na gestão de projetos culturais com atuação de mais de 10 anos. Seus projetos acontecem nas áreas das artes visuais, audiovisual, editorial e projeto socioculturais. Tem o selo de Editora e já assinou a coordenação de diversos catálogos das exposições que produziu, livros de arte, livrso de fotografia, livros infantis, e literatura. Buscamos promover microrrevoluções sociais e culturais através da gestão e produção de projetos criativos e atentos às demandas mais urgentes da sociedade. Nossa atuação social fomenta experiências inovadoras e enriquecedoras, que conectam todos os seus atores, contribuindo de forma coletiva para a construção de um futuro mais justo e sustentável. Nossos principais parceiros são empresas comprometidas com pautas atuais, que têm como prioridade o investimento em ações focadas no desenvolvimento de potencialidades individuais e comunitárias, produzindo impactos positivos para a sociedade como um todo. Mapeamos oportunidades no universo da cultura através de frentes como a criação, a produção, a gestão e o acompanhamento de projetos que promovam transformações sociais impactantes e duradouras. Já trabalhamos com instituições culturais relevantes como SESC, Poiesis Gestão Cultural, Centro Cultural São Paulo (CCSP), Centro Cultural Fiesp, Itaú Cultural, Caixa Cultural e com programas de fomento prioritários como Lei de Incentivo Federal à Cultura, Proac/ICMS, Proac Editais, Funarte, PROMAC/SP, entre outros. Fotógrafo e Diretor de Fotografia Sylvestre Campe Entre as idades de 11 e 18 anos, Sylvestre navegou ao redor do mundo com sua família a bordo de um veleiro, circunavegando o globo durante sete anos. Os documentários de seu pai, Joachim Campe, sobre essa viagem familiar navegando pelos sete mares encantou e inspirou o público na Alemanha durante os anos 70/80. No decorrer desses anos de formação, Sylvestre aperfeiçoou suas habilidades em todos os aspectos da produção de filmes, navegação e sobrevivência em condições extremas. Durante o mesmo período, ele também desenvolveu um profundo apreço pelo sublime, pela beleza e pela grandeza mística de nosso planeta, o que lhe rendeu duas vitórias no Primetime Emmy Awards, o Oscar da TV norte-americana. Após se formar na Rhode Island School of Design, Sylvestre completou seu primeiro longa-metragem aos 22 anos, documentando uma expedição de escalada bem-sucedida rumo ao cume do Lhotse Shar, um dos picos mais formidáveis dos Himalaias. Durante as décadas que se seguiram, Sylvestre dirigiu, produziu e filmou mais de 50 longas-metragens e séries, e vários deles foram produções premiadas. Ele é movido por um sentimento de admiração pelas maravilhas naturais e pela maneira como as culturas remotas interagem com a natureza. Essa sensação de celebração e de respeito se comunica com o público de suas obras de maneira poderosa. Fotógrafo Thiago Tostes Documentarista franco-brasileiro hoje residente em Paris, França. Sua experiência multicultural o habilitou a se adaptar e observar o mundo de uma perspectiva diferente. Depois de ter vivido em quatro continentes distintos, segue se desafiando em busca de aprendizado e crescimento pessoal e profissional. Seus talentos cinematográficos têm origem em sua paixão por contar histórias e compartilhá-las com outros. Experiência recente: Diretor de Produção e operador de câmera adicional - “BR230: Muito Além da Transamazônica”, 2023, série documental de 6 episódios para Canal OFF / Globoplay; Assistente de Direção e Produção - “Transamazônica Entre Ciel et Terre”, 2022, documentário de média-metragem para Canal ARTE France; Diretor - “Expedição Rio > Xingu”, 2022, documentário e web série; Operador de Camera e Editor - “Gu’Ilive”, 2022, programa de TV Francês; Operador de Camera free-lancer - Entre abril 2014 e setembro 2021. Diretor, operador de câmera, operador de drone, editor de vídeo especializado em aventura, esportes outdoors e sustentabilidade. Envolvido em projetos com as marcas Land Rover Rio, BMW, Biocoop, Unibail Rodamco, ESSEC Business School, Sodexo, entre outras. Fotógrafo Ramon Gonçalves Formado em cinema e teatro, Ramon vem acumulando trabalhos cada vez mais notáveis nos seus mais de 10 anos de carreira na indústria audiovisual. Trabalhou como assistente de fotografia e assistente de direção em inúmeros filmes, vídeo clipes, shows ao vivo e programas para TV conduzidos por produtoras do Rio de Janeiro como Gemini Media, Trovão Filmes e Yes. Logo passou a operar câmera e a fotografar documentários e filmes institucionais em parceria com a Ghetto Filmes e Bros Filmes. Foi assistente de fotografia still do fotógrafo Marco Terranova e estabeleceu uma longeva parceria com a Manjubinha Filmes, atuando como diretor de fotografia. Nos últimos anos, Ramon tem acompanhado o premiado diretor de fotografia Sylvestre Campe em inúmeros projetos documentais por diferentes partes do Brasil e países mundo afora. Vem assinando direção de fotografia em um número crescente de produções, entre as mais recentes estão o documentário “Entre Ciel et La Terre” para o ARTE francês e a série documental “BR230: Muito Além da Transamazônica” para o Canal OFF/Globoplay.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.