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O projeto pretende apresentar em duas cidades brasileiras a exposição do renomado artista goiano, Siron Franco. Nesta ocasião será editado igualmente um catálogo-livro da exposição.
Exposição:As obras de Siron Franco na presente exposição dialogam diretamente com os eventos sobre a invasão ilegal da terra indígena lanomami em Roraima, e sobre a destruição do meio ambiente, dos recursos naturais e dos meios de sobrevivência do povo nativo, configurando uma série de crimes contra o mesmo, incluindo o estupro e o assassínio. Por meio de sua obra atual o artista traz ao público da exposição um debate e quem sabe uma conscientização do nosso miserável legado para a proteção da Amazônia, a sua biodiversidade, seus povos e culturas. São testemunhos ao mesmo tempo da nossa cegueira e falta de compromisso com o futuro de nosso planeta. Classificação indicativa de idade: Livre Palestra:Encontro com curadoria e um convidadoduração de 1h30tema abordado: vida e trajetória do artista, sua influência na arte brasileira.
Objetivo Geral O objetivo do presente projeto é apresentar, em março de 2024, no Museu Nacional da República, Brasília, e em novembro de 2025, no Museu de Arte de Campina Grande, Paraíba, a exposição Contrainvasões do renomado artista goiano, Siron Franco. A exposição apresentará uma grande instalação, site specific, inédita, composta por madeira carbonizada e folhas de ouro, 3 grandes esculturas em concreto, 12 pinturas e 3 grandes esboços em carvão sobre tela que serão trabalhados pelo artista durante o período da exposição, como uma obra "work in progess". O projeto apresentará também uma apresentação de vídeo mapping que será projetado na cúpula externa do Museu Nacional da República e em espaço a ser definido em Campina Grande. Será também editado um catálogo da exposição de 96 páginas. Como contrapartida social, o projeto promoverá 2 visitas guiadas pelo curador e pelo artista para o público da exposição e 1 mesa redonda com a participação da curadoria e artista e um especialista em arte brasileira com transmissão pela internet Objetivo específico A exposição visa trazer ao Museu Nacional da República, de Brasília e posteriormente ao Museu de Arte de Campina Grande, uma instalação inédita do artista brasileiro Siron Franco que dialoga diretamente com os eventos sobre a invasão ilegal da terra indígena lanomami em Roraima, e sobre a destruição do meio ambiente, dos recursos naturais e dos meios de sobrevivência do povo nativo, configurando uma série de crimes contra o mesmo, incluindo o estupro e o assassínio. Em alusão à destruição do habitat em prol da exploração em busca de ouro, Siron produz uma grande instalação local {site specific), pensada especialmente para a parte térrea do espaço expositivo do museu reunindo toneladas de pedaços de madeira carbonizada e folhas de ouro. A exposição trará ainda três grandes esculturas em forma de mesas de concreto bruto no qual são incrustados uma variedade de objetos (peixes de resina, cartuchos vazios de espingarda, bolas de bilhar, bonecos e partes de brinquedos, etc.) de modo a montar grandes assemblages horizontais que também refletem sobre a ruína e os despojos deixados para trás pela atividade predatória do garimpo, do tráfico e da pesca ilegais. Para o artista, estes vestígios são ironicamente o nosso miserável legado para a proteção da Amazônia, a sua biodiversidade, seus povos e culturas. São testemunhos ao mesmo tempo da nossa cegueira e falta de compromisso com o futuro de nosso planeta. A exposição se completa com doze pinturas da série "Humanos" (2021/2022) que serão instaladas no mezanino, e três grandes esboços a carvão sobre tela de uma nova versão para "Guernica, Homenagem a Picasso", de1981, a serem instalados no térreo, abraçando a instalação de carvão e ouro. A partir da exposição no Museu Nacional, estas três grandes telas irão sendo trabalhadas até se completarem, em outras exposições, como um work in progress e, ao mesmo tempo, uma ação performática do artista. Haverá também uma projeção de videomapping na parte exterior do edifício do museu (cúpula).
O projeto apresenta uma exposição inédita do conhecido artista Siron Franco, trazendo ao público uma grande instalação que dialoga e denuncia os eventos de violência, ocorridos recentemente, em terras Ianomami, em Roraima. Pela dimensão e espaço que a instalação ocupará nos museus que sediarão a exposição e pelos materiais utilizados, o artista pretende trazer à luz, através da arte, um dos assuntos mais relevantes do momento que é a invasão de terras e a violência extrema que atingem os povos originários brasileiros. Com um trabalho de forte expressividade, tanto pela experimentação material, como pela profundidade das temáticas que investiga, Siron aborda de forma contundente, assuntos sociais e políticos, deixando um testemunho de sua época em forma de crônica visual. Frequentemente lembrado como um artista que vê na figura humana um de seus principais recursos expressivos, muitos apontam aproximações com a estética de pintores como Francis Bacon e Iberê Camargo, especialmente em alguns de seus trabalhos da década de 1990. Ao longo de sua carreira, participou de exposições em importantes museus nacionais e internacionais como MASP, MAM-RJ, MAM-SP, Pinacoteca do Estado de São Paulo, The Bronx Museum of the Arts nos Estados Unidos e Nagoya City Art Museum no Japão. Participou também da 2 Bienal de Havana, de diversas edições do Panorama da Arte Brasileira do MAM-SP e da Bienal Internacional de São Paulo, sendo premiado na 1ª edição. Conforme exposto no objetivo da presente proposta e acima, a apresentação de uma exposição inédita, com temática atual, de um artista brasileiro de grande renome e importância em sua geração e com uma trajetória de 50 anos de carreira, apresentado em museus conhecidos do grande público cuja entrada é gratuita, se enquadra nos seguintes incisos da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturas; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E para o cumprimento das ações expressas acima o projeto propõe a utilização dos recursos captados para a realização da exposição, além de palestras, visitas guiadas, além da edição de um catálogo, cumprindo-se assim os itens b, c, d e e do inciso II; item a do Inciso IV e item b do inciso V do Art. 3° da Lei 8313/91. Inciso II itens b, c, d e e do inciso II; b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; Inciso V b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
O proponente receberá pelas rubricas: Direção geral Coordenação Administrativa Assessoria Jurídica
. Catálogo (cor, 4 x4), capa em Cartão Supremo, 300 gm, miolo Papel Couché fosco 150 gm, texto bilíngue (10 páginas de texto, 20 no total), com 96 páginas, brochura, costurado (aberto 240 x 225; fechado 480 x 225) com registro ISBN Biblioteca Nacional.
Acessibilidade O campo Acessibilidade deve conter informações quanto à Acessibilidade Física e Acessibilidade de Conteúdo. A Acessibilidade FÍSICA deve oferecer facilitadores para a locomoção no espaço físico (banheiros, rampas, guias tãteis). A Acessibilidade de CONTEÚDO deve prever medidas para compreensão do projeto (Libras, Braille, audiodescrição, legenda descritiva, visita sensorial). Acessibilidade FÍSICA Os dois museus que sediarão a exposição CONTRAINVASÔES estão dentro das normas de acessibilidade requeridas pela Lei nº 13.146/2015, ou seja, possuem cadeiras de roda, rampas de acesso, elevadores e sanitários especiais para PNE. Acessibilidade CONTEÚDO O projeto propõe algumas ações e medidas voltadas ao público portador de necessidades especiais: Acessibilidade AUDITIVA: contratação de educadores aptos ao recebimento de público com deficiência auditiva para visitas guiadas em LIBRAS. Acessibilidade VISUAL: confecção de um caderno especial que será disponibilizado gratuitamente na exposição com textos e legendas em fonte aumentada, impressa com contraste e também em braile, voltado ao público de baixa visão e cegos. Reprodução de uma obra da exposição com recursos táteis para o público com deficiência visual. Acessibilidade COGNITIVA: serão preparadas visitas guiadas especialmente voltadas aos diferentes públicos, por especialistas em Arte Educação.
Descreva no campo Democratização de Acesso a forma de distribuição e comercialização dos produtos da proposta. Apresente também outras medidas de ampliação de acesso, tais como: ensaio aberto, oficinas paralelas ou transmissão pela internet. Como medidas de democratização de acesso o projeto apresentará: - gratuidade de entrada na exposição - distribuição gratuita de catálogos à bibliotecas, escolas e público da exposição - realização de visita virtual, disponibilizada gratuitamente na internet - disponibilização gratuita na internet de gravação de palestra dos curadores
SIRON FRANCO Siron Franco nasceu em Goiás Velho, Goiás, em 1947. Seu trabalho alcança notoriedade a partir da década de 1970, evidenciada tanto pela forte expressividade, pela experimentação material e pela profundidade das temáticas que investiga. As espessas camadas de tinta a óleo que cobrem suas telas, assim como os materiais brutos de suas esculturas e instalações, marcam sua produção. A atmosfera onírica do universo poético que delineou em seus cinquenta anos de carreira emprega o fantástico para trazer à tona questões políticas e sociais. O próprio artista se referiu certa vez a sua obra como uma tentativa, à sua maneira, de deixar um testemunho de sua época em forma de crônica visual. Neste sentido, talvez o relato pictórico mais dramático e notório de sua trajetória seja a notória série Césio (1987), na qual tece comentários sobre a tragédia decorrente de vazamento de material radioativo em Goiânia. No entanto, é importante lembrar que a matéria prima deste cronista visual não consiste somente de grandes eventos transformadores, mas também das nuanças do dia-a-dia. Franco flerta com o misterioso e o indizível, expresso em suas pinturas por figuras deformadas, imprecisas e fantasmáticas. Em muitos de seus trabalhos, o retrato de uma simples cena cotidiana, banal, se transforma numa expressão carregada de simbolismos, contaminada e transformada pelos olhos do inconsciente. Frequentemente lembrado como um artista que vê na figura humana um de seus principais recursos expressivos, muitos apontam aproximações com a estética de pintores como Francis Bacon e Iberê Camargo, especialmente em alguns de seus trabalhos da década de 1990.Tratou da figura humana de inúmeras formas em seu trabalho, mais frequentemente a apresentando de forma sombria e enigmática, como expressão do inconsciente ou de forma nua e crua, sendo o suporte da dor ou da violência. Sempre irrequieto, migrou de uma figuração mais flagrante para experimentações com texturas e arranjos cromáticos, buscando os limites — ou encontros — entre o figurativo e o abstrato. A partir da liberdade que este descolamento de sua temática habitual lhe proporciona, Siron emprega técnicas e materiais menos frequentes em sua produção, explorando o desenho, a colagem e grafismos. Ao longo de sua carreira, participou de exposições em importantes museus nacionais e internacionais como MASP, MAM-RJ, MAM-SP, Pinacoteca do Estado de São Paulo, The Bronx Museum of the Arts nos Estados Unidos e Nagoya City Art Museum no Japão. Participou também da 2 Bienal de Havana, de diversas edições do Panorama da Arte Brasileira do MAM-SP e da Bienal Internacional de São Paulo, sendo premiado na 13 edição. LUIZ ARMANDO BAGOLIN - CURADORIA Livre-Docente em História da Arte Brasileira, Doutor em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, FFLCH/USP. Professor Associado e curador do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo, IEB/USP. Pesquisador sobre Arte, Teorias da Arte e Arte Brasileira dos séculos XIX e XX. É orientador no Programa de Pós-Graduação em Estudos Brasileiros do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB/USP). Foi Diretor da Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, entre 2013 e 2016. Reside em São Paulo, Brasil. link lattes: http://Iattes.cnpq.br/7048391143941305 FABRÍCIO REINER - CURADORIA Mestre em Filosofia com especialização em Culturas e Identidades Brasileiras (2016) e Bacharel emHistória (2005), ambos pela Universidade de São Paulo. Aperfeiçoamento em museologia e históriadas artes na Universidade de Siena (2008); atua como curador independente desde 2017.Desenvolveu diversos projetos técnicos e curatoriais tanto em entidades públicas, como o SenadoFederal e a Biblioteca Mário de Andrade, quanto em entidades privadas, como o Itaú Cultural, oAtelier Maria Bonomi e a Galeria Millan. Junto ao Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade deSão Paulo, participou de projetos institucionais e acadêmicos, onde atuou em pesquisas com ênfase nahistória das artes brasileiras. COORDENAÇÃO E PRODUÇÃO CRISTIANE SANTOS Formada em administração de empresas, é especializada em produção de eventos de diversos tipos (mostra de cinema, festivais de música, exposições, publicações, CDs etc Com mais de 25 anos de experiência,tem se dedicado à produção de exposições, concertos e festivais de música erudita, produzindo durante váriosanos, no Brasil e no exterior, as apresentações da OSESP Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, do ProjetoGuri e do Theatro Municipal de São Paulo, entre outras instituições renomadas Coordena e produz exposiçãopara as mais importantes instituições brasileiras, SESC, SESI, Sala São Paulo, Museu Afro Brasil Centro CulturalTCU em Brasília Pinacoteca Fórum das Artes em Botucatu, MAM RIO, Rio de Janeiro FAAP, São Paulo MuseuNacional da República, Brasília, Museu Oscar Niemeyer, Curitiba MEPE Museu do Estado de Pernambuco,Centro Cultural dos Correios no Rio de Janeiro e Museu Oscar Niemeyer Curitiba Consultoria em projetos de Leide incentivo (Lei Rouanet, ProAc e editais) Principais Clientes Guitarcoop Atelier Yutaka Toyota, AssociaçãoCultural Ory entre outros REGIANE RYKOVSKY Formada em Artes Plásticas pela Universidade Mackenzie, SP e em Expertise em Obra de Arte no IESA, Paris F oicoordenadora de exposições internacionais na Pinacoteca de São Paulo, trabalhou na União Latina, Pariscoordenando a exposição Brésil Baroque apresentada no museu Petit Palais, além de coordenar odepartamento cultural dos correspondentes na América Latina Foi também coordenadora de projetos noMuseu Afro Brasil diretora executiva do IAC, produtora executiva para a Base 7 Projetos Culturais onde produziuinúmeras exposições nacionais e internacionais em instituições como Centro Cultural Banco do Brasil, Museumof Contemporary Art Tokyo Japão, SESC 24 de Maio, Paço Imperial, rio de Janeiro, etc No departamento culturalda L 3 P, realizou produções executivas de exposições para instituições como MAM Rio, FAAP SP, MNdR DF eMON Curitiba, FIESP SP, SESI Itapetininga, SESI São José dos Campos e SESI São José do Rio Preto, SESC RibeirãoPreto, SESC São Carlos, SESC Vila Mariana, SESC Santos e SESC São José do Rio Preto, MAC IBIRAPUERA, JapanHouse e CCBB SP, CCBB RJ, CCBB DF, CCBB BH< MON Curitiba, SESC Pompeia e Museu da Diversidade Sexual deSão Paulo RENATO FRANCISCHELLI - DIREÇÃO GERAL Graduado em Administração de Empresas pela PUC-SP / 1997 e em Direito pela UNIFIEO-SP / 2002. Atuou por 16 anos nas áreas de Cobrança, Jurídica e Contratual com experiência em gestão de equipes, implantação e gerenciamento de metas. Desde 2006 sua atuação profissional foi mais dirigida ao direito digital, propriedade intelectual, direitos autorais e consultoria em projetos de lei de incentivo à cultura. Desde 2012 tornou-se dirigente da L3P Serviços Culturais e Empresariais, empresa que também presta serviços de coordenação e produção executiva para projetos culturais além de elaboração, acompanhamento, prestação de contas e consultoria para projetos incentivados.
Projeto arquivado a pedido do proponente.