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PRONAC 2313353Apresentou prestação de contasMecenato

Cinema Impresso

24.319.914 JOSE FRANCISCO RIBEIRO SOLON
Solicitado
R$ 90,7 mil
Aprovado
R$ 59,4 mil
Captado
R$ 41,4 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
07237373000120BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA1900-01-01R$ 41,4 mil

Eficiência de captação

69.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa de Patrocínios Banco do Nordeste - CULTURAL 2023/2024
Ano
23

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2024-06-01
Término

Resumo

O projeto se refere à realização de uma exposição intitulada "Cinema Impresso, que tem origem numa pesquisa desenvolvida pelo artista Solon Ribeiro, a partir da coleção de mais de 30 milfotogramas de cinema iniciada por seu pai. A mostra contará com três módulos expositivos com projeções, fotografias e instalação com fotogramas. Exposição com acesso livre e gratuito, duaração de 2 meses.

Sinopse

José Francisco Ribeiro Solon (Crato, Ceará, 1956). Artista visual, professor e curador. Sua obra transita entre fotografia, audiovisual e performance para deslocar as imagens de seu contexto inicial e criar outros sentidos, muitas vezes, pelo engajamento do artista ou do público em ações.Durante a infância em Crato, Solon Ribeiro tem livre acesso à sala do Cine Moderno1, de seu tio, e convive com o colecionismo de seu pai. Este, desde menino, adquire fotogramas do cinema clássico diretamente dos projecionistas e confecciona álbuns para guardá-los.Depois de morar em Fortaleza na adolescência, parte para São Paulo, onde se especializa como fotógrafo e trabalha para o Grupo Abril. Em 1978, acompanha o evento Mitos Vadios, na rua Augusta, organizado pelo artista plástico Ivald Granato (1949-2016) em contraposição ao tema Mitos e Magia da I Bienal Latino-Americana de São Paulo. Na ocasião, fotografa a performance Delirium Ambulatorium (1978), de Hélio Oiticica (1937-1980), que influencia seu trabalho posterior ao intervir corporalmente em imagens técnicas2. Anos depois, em 2005, na exposição Mitos Vadios, realizada no Museu de Arte Contemporânea do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (MAC/CE), em Fortaleza, essas fotografias têm sua importância reconhecida como documento de uma das últimas ações de Oiticica e como obra de Ribeiro.Muda-se para Paris na década de 1980, onde estuda na École Nationale Supérieure des Arts Décoratifs (EnsAD). Encerra seu período formativo com o trabalho Lambe-lambe ? Pequena História da Fotografia Popular (1997). Ao estabelecer um estudo comparativo da fotografia popular na França do século XIX e no Nordeste brasileiro do fim da década de 1980, o autor busca identificar suas origens e compreender suas funções.De volta a Fortaleza nos anos 1990, envolve-se com atividades educacionais. Torna-se responsável pelo Núcleo de Fotografia do Alpendre ? Casa de Cultura, Pesquisa e Arte e trabalha como coordenador e professor no curso de artes visuais da Faculdade Gama Filho (posteriormente denominada Faculdade Integrada da Grande Fortaleza), que forma importantes artistas, como Yuri Firmeza (1982), Waléria Américo (1979) e Cecília Bedê (1983) ? que Solon Ribeiro lança como curador ?, e a curadora, pesquisadora e gestora Jacqueline Medeiros (1965).No fim da década de 1990, com o falecimento do pai, o artista herda cerca de trinta mil fotogramas do cinema clássico, soltos em pastas e organizados em álbuns. A partir de 2005, Solon passa a trabalhar os fotogramas em várias combinações e múltiplas obras. A primeira, O Golpe do Corte (2005), exposta no Centro Cultural Banco do Nordeste (CCBNB), em Fortaleza, é composta por cinco vídeos em sequência, reproduzidos em uma televisão de tubo sobre o chão. O artista edita os fotogramas já digitalizados, constituindo um cinema feito sem câmera. Em frente à TV, é posicionada uma grande almofada sobre a qual incide a projeção de rostos de estrelas do cinema, como Orson Welles (1915-1985) e Grande Otelo (1915-1993). Ao se sentarem no estofado, as pessoas podem receber em sua pele a imagem projetada, evidenciando a dimensão performática também presente no último vídeo da obra, no qual se vê Solon Ribeiro interagindo com as projeções pela manipulação da almofada.Seguem-se duas exposições em 2009 e 2013: Quando o Cinema se Desfaz em Fotograma, no CCBNB, e O Cinema É Meu Playground, no MAC-CE. As imagens do cinema são articuladas em outras configurações espaciais. Em Cinema Moderno (2013), 30 projetores feitos com caixa de madeira e lentes artesanais de bulbos de lâmpada incandescente com água são dispostos em diversas alturas. As imagens turvas ocupam salas escuras, nas quais o público pode observá-las ou se colocar entre o projetor e a parede, fazendo seu corpo interagir com elas. Essa obra invoca a prática da infância de Ribeiro ao construir mecanismos caseiros de visualização com caixas de sapato, remetendo a imagem a um estado aberto à fabulação e anterior à narrativa com começo, meio e fim.No vídeo Sage (2008-2009), os fotogramas são projetados em locais públicos. As ações ocultas de um projecionista performer formam junções entre a superfície das figuras e da cidade. Tem-se acesso ao resultado dos seus encadeamentos ao devolver as imagens estáticas ao movimento no espaço. Dos sete segmentos com trilha musical que compõem o trabalho, destaca-se o último, Myxomatosis (2008), que se torna uma obra autônoma. Nele, as imagens de divas do cinema passeiam por um matadouro. Cortadas por serra sobre as carcaças de boi, elas permanecem inteiras em suas projeções e ocupam o corpo de Ribeiro que, de projecionista, passa a performer. Ele se banha vigorosamente em sangue e vísceras e descansa enrolado no couro de um animal feito tela para os fotogramas.Apesar da formação como fotógrafo, o trabalho de Solon Ribeiro não pertence ao congelamento. Ele ocorre em permanente fluxo entre áreas da arte e mudança nas formas de visualização das imagens, buscando abrir outras possibilidades de leitura e sentidos. Uma obra ou uma exposição não são um ponto final, mas o compartilhamento de determinado estágio artístico com o público e um laboratório para novas criações.Site: https://www.ogolpedocorte.com.br/

Objetivos

Objetivo Geral: A proposta da exposição Cinema Impresso tem como objetivo apresentar ao publico da região do Cariri, o desenvolvimento das experimentações audiovisuais elaborada pelo artista Solon Ribeiro com o arquivo de fotogramas de cinema clássico herdados de seu pai. Como muitos artistas contemporâneos, o trabalho do artista se volta para a problematização das imagens clichês, tendo em vista o fenômeno contemporâneo da saturação de imagens.Desejamos com a realização da exposição, que se apresenta como um laboratório, contribuir para ampliar a reflexão, difusão da arte contemporânea na região do Cariri elém do dialogo ente artista e visitantes sobre imagens. Objetivo Especifico: O projeto é uma experiência audiovisual que tem por objetivo problematizar, por meio dessa experimentação estética, o fenômeno contemporâneo da saturação de imagens, em torno das categorias de arquivo, coleção e narrativa, onde diversos tempos e tecnologias se encontram, assim, fotograma, vídeo, projeção, experiência de narração em cinema expandido são alguns pontos práticos do projeto. A exposição Cinema Impresso foi pensado como um convite para o visitante realizar uma experiência audiovisual destinada a um publico o mais amplo possível, tanto a nível social, sexual como de idade. Também teremos a oportunidade de realizar diversas visitas guiadas do artista Solon Ribeiro.Esperamos acolher uma média de aproximadamente 1 mil expectadores, com duração de dois meses, entrada gratuita, além de distibuição de folderes, e convite nas escolas para visitação, e distribuição de cartazes.

Justificativa

Muito se discute a questão do arquivo. Os usos do arquivo em uma sociedade que prolifera arquivos como quem está guardando algo de muito valor para o futuro. Diante do clima de uma preocupação coletiva com o arquivo, o filósofo franco-argelino Jacques Derrida tece diversas reflexões em um ensaio chamado Mal de arquivo. Se existe uma força de lei ordenadora dos arquivos, que controla juridicamente, inclusive, o que deve ser arquivado, existe, por antonomásia, forças fora-da-lei que operam queimas de arquivo. Diante da questão entre arquivo e poder, o artista que toma os arquivos para a criação de obras, de novas narrativas, restituem o arquivo ao uso comum, desarticulam-no da potência de um uso futuro em termos de utilidade e deslocam o arquivo, profanando-o, ou seja, tornando comum em termos de circulação. O tornar comum aqui é um momento anterior ao seu deslocamento para a obra de arte e, uma vez deslocado para a obra, o artista torna-se um anarquivista. Desde 2005, Solon Ribeiro desenvolve projetos de cinema expandido que tenta problematizar o estatuto do arquivo com intuito de desconstruir sua íntima relação com o passado e o desejo de experimentar outros modos de fazer cinema, seja na narrativa, na continuidade, na exibição. Solon Ribeiro é um anarquivista ao utilizar uma coleção de fotogramas para criar proposições imagéticas, propondo uma interrogação crítica sobre as condições da percepção, do sentido da imagem e sua recepção, possibilitando novas experiências e uma nova espacialidade para a linguagem cinematográfica. O projeto é uma experiência audiovisual importante para o estado do Ceará tendo em vista a utilização do aparato técnico, o uso dos fotogramas, os procedimentos narrativos, onde diversos tempos e tecnologias se encontram. Assim, fotograma, vídeo, projeção em espaços da cidade, experiência de narração em cinema expandido são alguns pontos práticos que fará com que a obra audiovisual circule tanto nos circuitos cinematográficos mais tradicionais, quanto nas exposições de artes visuais.

Especificação técnica

500 - Catalogo/objeto.- Com capa dura, impressão em offset, encadernação canoa com costura. Largura : 21cm e altura 15cm. 84 Pag. 02 - Banners. - Banners, lona brilho fosco, com acabamento em ilhós nas 2 laterais. 2,85x2,85m 20 - camisas para os monitores do educativo. 1000 - Folders/cartaz em duas cores, com texto e imagem. - 29,7 x 42cm

Acessibilidade

Acesso gratuito total a exposição As medidas de acessibilidades: ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados e elevadores. VISUAIS: Audiodescrição geral da expsoição na entrada e material em Braile. AUDITIVOS: Intérprete de libras apresentando a exposição. INTELECTUAIS: monitores treinados para auxiliar esse público durante a exposição em cartaz.

Democratização do acesso

I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). (ESPECIFICAR QUAIS AS MEDIDAS SUGERIDAS) 01. Direito à Exibição de vídeo institucional do Banco do Nordeste (Obrigatório, desde que a estrutura logística da ação a ser patrocinada permita esse tipo de contrapartida, a critério do Banco do Nordeste)02. Direito a exibição de filme institucional, publicitário, sobre políticas públicas, ou de utilidade pública, de interesse do Banco do Nordeste e/ou do Goveno Federal (Obrigatório, desde que a estrutura logística da ação a ser patrocinada permita esse tipo de contrapartida, a critério do Banco do Nordeste)03. Direito ao Banco do Nordeste de divulgar o patrocínio e de utilizar imagens e produtos do projeto patrocinado em suas ações e peças de comunicação institucional, bem como em seu portal na Internet e em redes sociais, sem quaisquer ônus adicionais. (Obrigatório)04. Cessão de estande/quiosque05. Cessão de mailing dos participantes, desde que autorizados por estes, na forma da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 13.709, de 14/08/2018)06. Direito de apresentação em sessão fechada pelo patrocinador de temas de seu interesse07. Direito do patrocinador de distribuir material institucional durante o evento08. Cessão de convites do evento ao patrocinador09. Cessão do material produzido ao patrocinado10. Menção do nome do Banco do Nordeste e do Governo Federal em agradecimento pelo patrocínio.

Ficha técnica

Solon Ribeiro - Artista Proponente e responsável pela gestão do processo decisório.Carlos Eduardo Bitu Cassundé - Curador.Felipe Camilo - Projeto Gráfico, Fotografia e vídeo.Kelviane Lima - Projeto cenográfico, montagem e produção. Currículos: ARTISTA PROPONENTE E RESPONSAVEL PELA GESTÃOSolon RibeiroTem pautados seus trabalhos na experimentação, com ênfase para o fenômeno contemporâneo da saturação de imagens.Formado em comunicação e arte pela L?école Superieure des Artes Décoratifs, París -France. É também autor dos livros ?Lambe- Lambe Pequena História da Fotografia Popular? e ?O Golpe do Corte?.Participou de exposições em diversas cidades do Brasil e do exterior, dentre elas São Paulo Não é uma cidade ? Invenções do Centro, SESC 24 de Maio São Paulo. "A Fotografia em perspectiva" - Museu de Arte Moderna de São Paulo, ?O Cinema é Meu Playground? ? MAC- Centro Dragão do Mar ? Fortaleza/Ce.Quando o cinema se desfaz- MIS ? Museu da Imagem e do Som- São Paulo- SP e Museu de Artes e Ofícios ? Belo Horizonte /Mg.Obras em Coleções Públicas:Museu de arte moderna de são Paulo.Funarte- Fundação Nacional de Arte ? Rio de Janeiro /RJ.Centro cultural Banco do Nordeste.Museu de Belas Artes ? Rio de Janeiro /RJ.Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães- Recife/PE.Em 2016, o artista foi comtemplado com o projeto O Golpe do Corte, no Rumos Itaú Cultural.Carlos Eduardo Bitu Cassundé.Bitu Cassundé (Várzea Alegre/CE, 1974): Curador, pesquisador, educador, é Gerente de Patrimônio e Memória do Centro Cultural do Cariri (Crato/CE). Foi curador do Museu de Arte Contemporânea do Ceará de 2013 a 2020 e coordenou o Laboratório de Artes Visuais do Porto Iracema da Artes de 2013 a 2018. Integrou a equipe curatorial do projeto À Nordeste, no SESC 24 de Maio/SP em 2019, juntamente com Clarissa Diniz e Marcelo Campos; participou da equipe curatorial do Programa Rumos Artes Visuais do Itaú Cultural (São Paulo, 2008 a 2010) e dirigiu o Museu Murillo La Greca (Recife, 2009 a 2011). Em 2015, participou da 5ª edição do Prêmio CNI SESI SENAI Marcantonio Vilaça, da equipe curatorial do 19º Festival Videobrasil e do Arte Pará; Com Clarissa Diniz formou a coleção contemporânea do Centro Cultural Banco do Nordeste, vinculado ao projeto Metrô de Superfície. Seus principais projetos curatoriais foram: Leonilson ? Sob o Peso dos Meus Amores, no Itaú Cultural (São Paulo, 201) e na Fundação Iberê Camargo (Porto Alegre, 2012); Metrô de Superfície, no Paço das Artes (São Paulo, 2012); Metrô de Superfície II, no Centro Cultural São Paulo (São Paulo, 2013); Rotas: Desvios e Outros Ciclos, Leonilson Inflamável e Carneiro, no Museu de Arte Contemporânea do Ceará (Fortaleza, 2013/2014); e Das Viagens, dos Desejos, dos Caminhos (Museu Vale/ES, 2014); Ze - Acervo de Experiências Vitais (MAC CE, 2018); À Nordeste (SESC 24 de Maio, SP). Em 2022 curou Antonio Bandeira: Amar se Aprende Amando, na Pinacoteca do Estado do Ceará. Suas últimas pesquisas se dedicam a investigar as relações de trânsito entre as Regiões Norte/Nordeste do Brasil, com ênfase nos ciclos econômicos, fluxos migratórios e as conexões entre vida, desejo e arte. Questões relacionadas à subjetividade, confissão, intimidade, biografia, também integram suas pesquisas. Atualmente desenvolve pesquisa de doutorado em artes na UFPA/Belém. Vive entre Crato/Belém. PROJETO GRÁFICO Felipe Camilo@felipecamilowww.felipec.com.brNegro. Cearense. Artista. Educador. Cientista Social. Enquanto pesquisador dedica-se às interseções entre antropologia, imagem, memória, decolonialidade e relações étnico-raciais. Pelo PPGS-UFC/CAPES e como colaborador do Lajus, escreveu a tese ?Comunidade Visível: narradores de imagens e memórias do Poço da Draga?. Dr. em sociologia e Me. em educação, atuou como professor universitário em diversas instituições de ensino como o Instituto de Cultura e Arte da UFC. Artista com enfoque em fotografia e documentário, já participou de festivais, mostras e salões nacionais e internacionais. Foi membro do Ifoto/Ce e co-autor do selo Fresta Lab.. É autor do livro-objeto ?Álbum Preto? e dos fotolivros ?Perecível? e ?Poço 115 - um álbum imaginário?. É curador da exposição ?Poço 115 - Rastros na Cidade? - lançada no Museu de Arte Contemporânea do Ceará e na ONG Velaumar. Dirigiu os docs. ?Memórias do subsolo?, ?Aluá?, ?Oestemar? e ?Resenha do Brasileirinho?. Idealiza o projeto Mapadoc - Cartografias de Culturas Cearenses e é co-idealizador do Efêmero Festival de Fotografia Experimental. PROJETO CENOGRÁFICO, MONTAGEM E PRODUÇÃO Kelviane de Lima FernandesFormada em Artes Plásticas pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará -IFCE em 2010, atuando como Produtora Cultural desde 2008, em que integrou a equipe de eventos, produção cultural como assistente da Coordenação de Artes Visuais do Centro Cultural Banco do Nordeste no período de 2008 a 2015. Ao longo desse tempo, trabalhando com o acervo de arte e produções de seminários e exposições dentre eles, Seminários Avançados de Arte 80+30, As Dimensões das Políticas Públicas, Semana das Artes em parceria com a UFC, Oficina de Pintura com Leda Catunda, Oficina de Arte ? Encontro com a Universidade Ateliê de Criação, Curso de Arte ? Corpo e Audiovisual com Yuri Firmeza, Curso de Arte Interfaces, Instalações e Ambientes imersivos com Alexandre Veras, e montagem de exposições: Vestidas de Branco do artista Nelson Leiner, José Patrício: Cogitação sobre o número, 80+30 com curadoria de Marcelo Campos, Daniela Name e Ivair Reinaldin, individual da artista Leda Catunda, Pausa em Pleno Voo de Efrain Almeida, dentre outras.No ano de 2013 e 2014 participei do curso CRAM ? Catalogação, restauração e organização de Acervos, realizados pela Escola de Artes e Ofícios Tomas Pompeu Sobrinho, no qual participei de uma estagio de conclusão no Acervo do Museu do Ceará. Sendo convidada a integrar a equipe de restauração da policromia do CINE TEATRO SÃO LUIZ .No período de 2018 e 2019 realização de catalogação e organização de acervo de arte particular do artista Eduardo Frota. Em 2020, realizado restauração de pintura particular danificada pela mar conservação. De janeiro a junho de 2021 foi realizado o serviço de atualização da catalogação e organização (higienização, fotografia, acomodação) das obras de arte dentro da reserva técnica criada para do acervo artístico do Banco do Nordeste.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-04-30
Locais de realização (2)
Fortaleza CearáJuazeiro do Norte Ceará