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Este projeto prevê a montagem de uma exposição intitulada "Meu quintal é o cerrado", criada a partir da coleta de lembranças pessoais, familiares, coletivas e afetivas sobre as relações entre os quintais sertanejos e o bioma cerrado. Lembranças documentadas, compiladas e transpostas para suportes expositivos variados. A Exposição será exibida em dois espaços selecionados na região em que os dados serão coletados nas duas margens do médio rio São Francisco em Minas Gerais e parte do material será exibido em instituição hospitalar pediátrica. O Projeto também prevê a realização de oficinas de conteúdos culturais correlatos à criação da exposição.
Objetivo Geral Fomentar o conhecimento e a divulgação das relações simbólicas, afetivas, históricas, materiais e econômicas entre os quintais sertanejos e o bioma cerrado em Minas Gerais, por meio da montagem e realização de exposição artística, criada a patir da coleta de dados materiais e imateriais transpostos para suportes expositivos. De acordo com o artigo 2º do Decreto 10.755 de 2021, o projeto segue as seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; Objetivos Específicos: Produto Exposição * Realizar a criação e montagem da exposição "Meu quintal é o cerrado" composta de suportes múltiplos - fotografias, bordados, escritos e artes visuais -, para intinerância; * Realizar a exposição em 02 diferentes espaços da região abordada pelo projeto - em Minas Gerais -, de modo a democratizar o acesso e ampliar seu impacto. No mínimo 30 dias em cada um dos locais, com entrada gratuita; * Levar parte da exposição para instituição hospitalar pediátrica em Curitiba, com acesso gratuito ao público interno. * Organizar e publicar 2.500 exemplares de catálogo da exposição; * Hospedar e divulgar conteúdo da exposição em site já existente, com o objetivo de ampliar e democratizar o acesso. Produto Oficina * Realizar oficina de produção de conteúdo cultural em 02 municípios de Minas Gerais, promovendo entre os participantes a coleta de experiências e memórias pessoais, familiares e coletivas relacionadas aos quintais como territórios de brincar, bordar, sovar, modelar, plantar, escrever, desenhar, dançar e cantar.
Os quintais sertanejos misturam-se ao seu entorno no Cerrado, sendo um extensão do outro. Nos quintais, cultivam-se ervas medicinais, flores, hortas e pomares de frutos do próprio bioma. Também é ali que se pisa e molda o barro em mutirão, onde são assados os bolos e biscoitos para a Festa de Reis, onde os cantadores preparam juntos a folia que anuncia e relembra os dons recebidos pela fé. Quase sempre é pelos quintais que se chega à casa dos amigos mais próximos. Signo de intimidade e de generosidade, é o lugar em que se compartilha o alimento, as mudas de plantas, as receitas de remédios naturais, as loas contadas e cantadas em versos, as danças, as festas. Onde termina o quintal e começa o Cerrado não existe marcação certa, sobretudo quando as pessoas sabem manejar plantios em consonância com a conservação de minas d´água e veredas, onde se busca o alimento para os festejos tradicionais, onde os insetos e pássaros encontram alimento e se pode ver os sinais da natureza anunciando a chegada das chuvas, sabedoria sertaneja de quem não se distanciou da íntima relação com seu entorno. Assim, buscamos promover, com a realização do projeto, um olhar coletivo acerca das práticas comunicativas já existentes, além de experimentar outras possibilidades de diálogo e compartilhamento. O projeto irá se debruçar sobre a cultura presente em municípios da margem esquerda e direita do Rio São Francisco, na região do Mosaico Sertão Veredas - Peruaçu e de Pompéu (próximo à represa de Três Marias). Sendo uma proposta sem apelo mercadológico, sua plena realização só se torna possível por meio do mecanismo de incentivo à cultura. Em relação ao artigo 1º da Lei 8.313/91, o projeto atende aos seguintes incisos: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais - pois o projeto estimula a produção e divulgação do conhecimento acerca do cerrado para habitantes de municípios do bioma, bem como oferecerá oficina de conteúdos culturais que contribuem para o conhecimento da temática.II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais - uma vez que o projeto promove o conhecimento e valorização artístico cultural de culturas locais e regionais;III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores - uma vez que o projeto valoriza e promove a difusão dos saberes e fazeres referentes a culturas locais e regionais;IV. proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional - pois o projeto dedica-se à multiplicidade artístico-cultural presente no cerrado brasileiro;V. salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira - uma vez que o projeto irá realizar coleta de materiais e exposição do material coletado, contribuindo para a preservação, valorização e difusão de modos plurais de ser, criar, fazer e viver presentes no cerrado brasileiro;VI. preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro - uma vez que o projeto, ao coletar depoimentos e buscar suportes materiais da cultura regional presente no cerrado - música, bordado, gastronomia etc - contribui para a preservação do patrimônio cultural material e imaterial da região;VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória - o projeto dedica-se a expor e difundir cultura e memória regional;IX. priorizar o produto cultural originário do País - o projeto dá protagonisto a cultura regional presente no Brasil. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o projeto atende aos seguintes objetivos: Exposição Artística II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;Oficina de conteúdos culturais III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
1. Os locais de realização do projeto compreendem: a. Curitiba/PR - local de residência da proponente e de execução orçamentária de itens relativos à coordenação, gestão financeira, captação de recursos entre outros, além de realização de exposição em formato pocket, conforme planilha. b. Belo Horizonte/MG - local de apoio de produção em Minas Gerais, onde fica sediada equipe de produção, curadoria, criação artística, locação de veículos entre outros, conforme planilha. c. Chapada Gaúcha/MG - local de realização de 1 exposição. d. Silva Campos - Pompéu/MG - local de realização de 1 exposição e 1 oficina. e. Januária/MG - local de realização de 1 oficina. 2. Os trechos de deslocamento referem-se a 3 viagens (ida e volta) do proponente para cada um dos locais de realização do projeto, a serem realizadas pela coordenadora geral - Luciana Patrícia de Morais, bem como a um deslocamento da produtora executiva para Curitiba, a fim de acompanhar a exposição, formato pocket a se realizar neste município. Os trechos foram inseridos com o destino final, sendo que os aéreos cumprirão o deslocamento do seu local de residência até a capital mais próxima do destino final (de Curitiba a Brasília e a Belo Horizonte), sendo o restante do trecho realizado por meio rodoviário com a rubrica transporte local/combustível/locação de automóvel. Ressalta-se que esta rubrica também será utilizada para que o restante da equipe se faça presente também nos locais de realização do projeto.
PRODUTO: OFICINA Projeto pedagógico de oficina Nome da oficina: “Meu quintal é o cerrado” Público: 25 pessoas em cada turma, a partir de 16 anos. A expectativa é que o público seja composto de pessoas envolvidas direta ou indiretamente em comunicação popular, produção de textos, fotografia e mobilização comunitária. Metodologia/etapas: Construir um breve diagnóstico participativo das práticas e abordagens de comunicação já realizadas pelos alunos; Provocar análises críticas dos modos contemporâneos de comunicação e refletir acerca das implicações éticas da produção e coletivização de conteúdo de natureza cultural e comunitária; Experimentar diferentes linguagens e ferramentas de mídia, buscando identificar os meios mais apropriados para diferentes contextos comunicacionais; Possibilitar a vivência do processo de produção de conteúdos em sua totalidade (proposição de temas, pesquisa, redação, produção de imagens e áudios, revisão e publicação); Emenda: Para além do uso instrumental das mídias, a oficina busca provocar o olhar crítico para a produção cultural comunicativa, estimulando a apropriação e o exercício de diferentes linguagens, técnicas e meios para contextos específicos. Assim, a proposta é executada em exercício coletivo acerca das práticas comunicativas já existentes no território e pelos alunos, experimentando outras possibilidades de diálogo e compartilhamento. A partir do breve diagnóstico participativo, refletir sobre as práticas de comunicação comumente utilizadas na região e relacionar o que tem sido feito a um leque mais amplo de produções contemporâneas. Em seguida, serão propostas e acordadas coletivamente temas a serem abordados e, divididas em grupos, as pessoas participantes deverão escolher um desses temas para experimentar todo o processo de produzir conteúdos, utilizando diferentes ferramentas de mídia (vídeo, rádio, texto impresso e texto para web) para comunicá-las. Carga horária: As atividades serão realizadas em turnos de 6h por dia ao longo de 2 (dois) dias, totalizando 12 horas de trabalho. Materiais necessários: 05 computadores com acesso à internet; 02 gravadores digitais; 02 câmeras fotográficas (podem ser utilizados os telefones celulares das próprias pessoas participantes); folhas ofício, canetas, 05 pranchetas. Produtos resultantes: 4 produtos em formatos diversos (texto áudio ou vídeo) produzidos pelos participantes sobre os temas escolhidos em conjunto com os facilitadores; 1 relatório impresso contendo dados dos participantes, descritivo de atividades realizadas, avaliação e resultados alcançados. Equipe: 1 coordenação (currículo em ficha técnica) 2 facilitadoras (a serem definidas) 1 produção local/secretaria (assistência de produção conforme planilha orçamentária, a ser definida em cada município)
Produto: Exposição Acessibilidade física - a exposição será realizada em locais acessíveis e/ou adaptados para atender ao público deficiente (item locação de equipamentos, produto exposição) Acessibilidade PcD Visuais - a exposição contará com audiodescrição do catálogo, que trará todos os elementos presentes na mesma; gravação dos elementos visuais em audiodescrição, para visita guiada (item audiodescrição, produto exposição) Acessibilidade auditiva - 01 visita guiada com intérprete de libras em cada espaço (itens legendagem e intérprete de libras, produto exposição); Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações a conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos - 01 visita guiada por profissionais com experiência em mediação cultural e educativa para pessoas com defiências cognitivivas e/ou intelectuais (item consultor de acessibilidade - produto exposição). Produto: Oficina Acessibilidade física - a oficina será realizada em locais acessíveis e/ou adaptados para atender ao público deficiente (item locação de equipamentos, produto exposição) Acessibilidade PcD Visuais - a oficina contará com a presença de consultor de acessibilidade visual para auxílio ao público deficiente (item consultor de acessibilidade, produto oficina) Acessibilidade auditiva - a oficina contará com intérprete de Libras (item intérprete de Libras, produto oficina) Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações a conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos - será contratado um consultor de acessibilidade para acompanhar a oficina, auxiliando o público deficiente (item consultor de acessibilidade, produto oficina). Produto: Catálogo Acessibilidade física e auditiva - não se aplica ao produto Acessibilidade PcD Visuais - audiodescrição Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações a conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos - videotutorial com consultor de acessibilidade para educadores a fim de promover acesso ao conteúdo do catálogo de forma mediada.
O projeto irá realizar, como ação de democratização de acesso: Produto exposição: a) gratuidade integral no acesso às exposições em todos os municípios. Estima-se a visitação de no mínimo 250 pessoas em cada exposição (totalizando 500 pessoas). a) gratuidade da distribuição do catálogo das exposições, sendo entregues aos visitantes e organizações parceiras, observando-se os limites do art. 23 da IN 01/2022. Serão confeccionados e distribuídos 2.500 catálogos. Produto oficina: a) gratuidade no acesso às oficinas, sendo que as inscrições serão feitas mediante formulário on-line, respeitando-se a ordem de inscrição. Estima-se atender 25 pessoas em cada oficina (totalizando 50 pessoas). Produto: catálogo: a) 25% dos produtos para OSCs que atuem nos territórios (Mosaico Sertão Veredas Peruaçu e municípios próximos à represa de Três Marias) para distribuição gratuita Para ampliação de acesso, conforme artigo 24 da IN 1/2022, o projeto realizará: Produto exposição: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados – realização de agendamento e visitação das escolas públicas dos municípios; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas – o projeto irá permitir a captação de imagens por mídias gratuitas. Produto oficinas: III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas. Produto catálogo: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e a instituições que atendam pessoas com mobilidade reduzida e seus acompanhantes - serão doados 800 catálogos para escolas públicas presentes na região de realização do projeto, bem como a instituições culturais e de atendimento a pessoas com mobilidade reduzida nos cinco municípios de realização do projeto.
Coordenação Geral e Gestão Financeira - Luciana Patrícia de Morais (proponente) * o proponente irá receber as rubricas Coordenação Geral e parte dos custos administrativos. Formação: Ciências Sociais - Antropologia: Graduação. 2002. UFMG. Banquete no cerrado: análise da dinâmica identitária de Silva Campos, Minas Gerais, na perspectiva da dádiva. - História Social da Cultura: Mestrado. 2004. UFMG. Culinária típica e identidade regional: a expressão dos processos de construção, reprodução e reinvenção da mineiridade em livros e restaurantes de comida mineira. - História e Intersubjetividades: Doutorado. 2011. UFPR. Cada comida no seu tacho: ascensão das culinárias típicas regionais como produto turístico - o Guia Quatro Rodas Brasil e os casos de Minas Gerais e Paraná (1966-2000). Desde 2002 vem se dedicando à pesquisa interdisciplinar em História e Antropologia, com foco nas identidades regionais. A partir do ano de 2007 passou a desenvolver pesquisas em patrimônio imaterial. Atuação: •Comida de afeto – lembranças embaladas para viagem. Pesquisa e co-autoria de livro. 2016. •Nascentes, corredeiras e cachoeiras do Alto Iguaçu. Coordenação de pesquisa para livro. 2016. •Pratos do Brasil - culinária brasileira para crianças. Pesquisa e co-autoria de livro. 2013. •Curitiba e suas frestas. 2010 - Pesquisa e produção. •Com quantas histórias se faz um brinquedo: usos e significados dos brinquedos produzidos artesanalmente em Curitiba como elementos agregadores de tradição, memória e identidade. Pesquisa e documentário em Patrimônio Imaterial 2009 - Coordenação de pesquisa. •Pra Ver a Umbanda Passar: do esquecimento à lembrança. Levantamento e mapeamento dos terreiros umbandistas em Curitiba como elementos constitutivos da memória cultural da cidade. Pesquisa e documentário em Patrimônio Imaterial 2007 - Proponente, pesquisadora e assistente de direção no documentário. •Os lugares da tradição e da inovação na culinária regional. /Luciana Patrícia de Morais, Maria Henriqueta Sperandio Garcia Gimenes. In: Ateliê Geográfico (UFG), v. 6, p. 148-162, 2012. •Comida, identidade e patrimônio: articulações possíveis. In: História. Questões e Debates, v. 54, p. 227, 254, 2011. •Com quantas histórias se faz um brinquedo. Vídeo documentário, coordenação de pesquisa, 2009. •Cultura alimentar e patrimônio: ressignificações do cotidiano. In: BORGES, Maria Eliza Linhares (org.). Campo e cidade na modernidade brasileira. Literatura, vilas operárias, cultura alimentar, futebol, correspondência privada e cultura visual. Belo Horizonte: Argvmentvm Editora, 2008. Coordenação de pesquisa e produção executiva - Marcela Bertelli Formação: Ciências Sociais com ênfase em Antropologia pela UFMG, Pós-graduada em Políticas Culturais e Gestão Cultural pela Universidad Autónoma de Mexico. Atuação: Membro do Grupo Ilumiara, que alia pesquisa, criação e interpretação musical. Editora responsável pela publicação da revista Manzuá, do Mosaico Sertão Veredas – Peruaçu, com temáticas relacionadas à cultura, meio ambiente, arqueologia, economia local, história e pensamento sobre o sertão norte-mineiro. Coordenadora geral da série de publicações de partituras e livros sobre o universo sonoro de compositores brasileiros, entre eles Elomar Figueira Mello, Tavinho Moura, Antonio Madureira, Heraldo do Monte e Sérgio Santos. Imersão Grande Sertão no Sesc Palladium/MG: Coordenação, curadoria e produção de evento composto de palestras, debates, aulas-espetáculos, mostra de vídeos, projeção de fotos, show e café sertanejo com produtos de cooperativas da região norte-mineira. Oficina de educomunicação no Mosaico Sertão Veredas – Peruaçu: Coordenação e facilitação da oficina, realizada pelo WWF. Mostra Leão do Norte - Sesc Pernambuco: Curadoria e participação como debatedora no Seminário Processos Composicionais na Música Brasileira. Elomar 80 anos: Realização de concertos comemorativos dos 80 anos do compositor Elomar Figueira Mello. Festival Internacional de Música Histórica de Diamantina: Coordenação executiva do evento. Documentário Rio São Francisco: Roteiro e co-direção de documentário para o canal Futura – programa Sala de Notícias. Projeto Cinema no Rio São Francisco: Pesquisadora antropóloga e colaboradora do projeto realizado pela Cinear Produções. Semana de Música Antiga da UFMG: Coordenação executiva do evento. Curadoria - Francisca Caporali Artista, curadora e gestora cultural. Mestre em Artes (MFA) Integrated Media Arts/Hunter College (Nova Iorque, 2006/10) e em Comunicação Audiovisual para MiÌ?dia Interativa MECAD (Barcelona, 2003/04). Fundadora e coordenadora artiÌ?stica do JA.CA - Centro de Arte e Tecnologia desde sua origem, em 2010, localizado em Nova Lima, Minas Gerais. Pelo JA.CA, realiza diversos projetos: resideÌ‚ncias artisticas nacionais e internacionais, workshop com artistas residentes, curadores e criÌ?ticos convidados, publicações, exposições e projetos de colaboração internacionais, aleÌ?m de desenvolver projetos autorais, pesquisas e experimentações nas fronteiras da arte, arquitetura e design com os outros integrantes do coletivo. Entre 2018 e 2022, assumiu a equipe as funções de co-coordenação geral e artística do Programa CCBB Educativo - Arte e Educação, realizado pelo JA.CA. Foi co-curadora e coordenadora geral do 7o Bolsa Pampulha, realizado pelo JA.CA em parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte. Em 2019 foi curadora e mediadora do Sesc Confluências, programa de orientação profissional, com duração de 6 meses, para 20 profissionais da cultura de MG. Produtora executiva e co-coordenadora geral do Festival Amazônia Serra do Curral, com participação de 6 atrações musicais, no palco principal do Parque Municipal, programação associada à Virada Cultural de Bh 2022. Entre 2021 e 22 foi consultora junto a Secretaria de Cultura do Estado do Ceará, na implementação dos equipamentos culturais Pinacoteca do Ceará, MIS Ceará, Centro Cultural do Cariri, e em 2022 participou como co-coordenadora das exposições de abertura da Pinacoteca do Ceará. Foi professora da Escola Guignard da UEMG entre os anos de 2012 e 2017 e da Escola de Design da UEMG em 2017 e 2018, nesta última coordenou projetos de extensão e pesquisa em mediação cultural, curadoria e publicação de artistas. Juri de seleção e orientadora do Programa LABCULTURAL nas suas duas primeiras edições em 2020 e 2021 do BDMG Cultural. Júri da área de Artes Integradas da Virada Cultural de BH. Prêmio Foco - ArtRio (2022); 5a Laboratório de Artes Visuais do Porto de Iracema das Artes -Fortaleza (2018). Foi do Conselho Municipal para a instauração da Lei Aldir Blanc 2020. Integrou a equipe curatorial das duas edições do Noite Branca/Fundação CloÌ?vis Salgado em 2012 e 2014. Colaborou com o projeto de exposições Simbio desde 2012, através de acompanhamento de artistas, realização do projeto expográfico e assinou a Direção Artística da última edição em 2016. Foi coordenadora do Programa DESEJA.CA - Extensão da Escola de Arquitetura UFMG. Coordenação pedagógica oficinas - Damiana Campos Damiana Campos é mãe, artista, produtora cultural. Tem graduação em pedagogia pela Universidade Estadual de Montes Claros e mestrado em Ciências Sociais pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. É cofundadora do Instituto Rosa e Sertão, organização de base feminina, criada em 2007, com atuação no Sertão nortemineiro junto a povos e comunidades tradicionais. Coordena o Núcleo de Cartografias Sociais do Velho Chico em conjunto com a Rede de Conhecedores e Pesquisadores do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu. É uma das editoras da revista Manzuá e coordena o Núcleo de Educação e Sustentabilidade do Rosa e Sertão e desenvolve projetos de base feminina e comunitária. É membro da Rede Cerrado e da Rede de Pontos de Cultura Rural. Coopera com as Redes de Turismo de Base Comunitária e de Pontos de Cultura. Compositor trilha para exposição - Leandro Cesar Inventor e construtor de instrumentos, violonista, compositor e arranjador. Finalista do Prêmio BDMG Instrumental (2010), vencedor do Prêmio Interações Florestais (2011). Direção musical, arranjo e trilhas sonoras de vários artistas como Makely Ka, Letícia Bertelli e Irene Bertachini. Atua junto ao Grupo UAKTI como mantenedor de instrumentos e como técnico nos shows e turnês pelo Brasil e exterior. Coordenador geral da Mostra de Música Erudita Contemporânea “Eu Gostaria de Ouvir” e do Festival Palavra Som (2013). Integra o grupo Diapasão e Urucum na Cara, como músico, compositor e arranjador. Integra o grupo Ilumiara, em turnê nacional pelo projeto Sonora Brasil, do SESC (2015).
PROJETO ENVIADO PARA ARQUIVAMENTO.