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PRONAC 2313375ArquivadoMecenato

OS SONS QUE VEM DA COZINHA

MACEDO & MACEDO PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 246,3 mil
Aprovado
R$ 246,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2024-05-02
Término
2024-07-25
Locais de realização (6)
Alagoinhas BahiaFeira de Santana BahiaIlhéus BahiaSalvador BahiaSanto Antônio de Jesus BahiaVitória da Conquista Bahia

Resumo

Peça musical, no formato de teatro documental (Doc-Musical), com músicas dos anos 1960, 70 e 80, de compositores e cantores pejorativamente rotulados de "bregas", por suas canções românticas e melancólicas. Era a "música da empregada", que tocava nas rádios AMs ligadas enquanto trabalhavam, em especial, nas cozinhas. A peça toca em tabus e preconceitos ligados a esse tipo de música, tão fortes que sequer esses autores e intérpretes estão registrados na história da música brasileira!

Sinopse

OS SONS QUE VÊM DA COZINHA - Em formato de Doc-Musical, o espetáculo aborda a produção musical denominada 'brega' dos anos 60 e 70. O enredo, baseado no livro "Eu Não Sou Cachorro Não", Paulo Cesar Araujo, entremeia história dos compositores e intérpretes com curiosidades e fatos histórico e, claro, a interpretação dos principais sucessos cantados ao vivo. Dois atores-cantores encarnam as principais personagens da música brega e interpretam os principais hits que fizeram imenso sucesso nas vozes de cantores como Waldick Soriano, Odair José, Fernando Mendes, Paulo Sérgio, Agnaldo Timóteo, entre outros. Uma colagem tipo foto reportagem, com projeções em vídeo de imagens documentais da época trabalhada, somando-se a curiosidades relatadas e a encenações de episódios marcantes envolvendo alguns desses artistas vão interpondo-se para construir o painel social e político do Brasil das décadas de 60 e 70. Tudo embalado com músicas de grande repercussão nacional. Apesar de ser patrimônio afetivo de grande parte da população brasileira, o trabalho desses artistas é completamente ignorado pelos registros oficiais que guardam a história da nossa música. Quando citados, vêm sempre com uma abordagem pejorativa, recebendo o rótulo de “Cantores de Empregadas”. Este espetáculo se pretende uma homenagem a este estilo e seus principais artistas. Repertório 1. Verdes Campos - Agnaldo Timóteo 2. Última Canção - Paulo Sérgio 3. Impossível Acreditar - Márcio Greyck 4. Pedaço de Mau Caminho - Reginaldo Rossi 5. Você Não Me Ensinou a Te Esquecer - Fernando Mendes 6. Não Tenho Culpa de Ser Triste - Nelson Ned 7. As Minhas Coisas - Odair José 8. Vou Tirar Você Desse Lugar - Odair José 9. Cadeira de Rodas - Fernando Mendes 10. Menina do Subúrbio - Fernando Mendes 11. Torturas de Amor e Eu Não Sou Cachorro Não - Waldick Soriano 12. Tudo Passará - Nelson Ned

Objetivos

Objtivos e incisos/medidas do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo serão adotados no projeto: Objetivo Geral O espetáculo busca fazer um resgate histórico da produção musical de três décadas, das chamadas "músicas bregas", que apesar de sua popularidade, principalmente entre as classes economicamente mais baixas da sociedade, nunca foi devidamente valorizada como bem artístico e cultural. Esse estilo musical é, no entanto, um ponto de reconhecimento e identificação de boa parte da população brasileira. A proposta de trazer o tema para ser conhecido pelas novas gerações e relembrado pelas antigas é um reconhecimento do valor artístico e cultural desse movimento. X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). Objetivos específicos: incentivar a presença do público algo: as trabalhadoras domésticas para que assistam ao espetáculo e também participem das atividades extras, que tratam de porque e como foi o processo criativo de Os Sons que Vêm da Cozinha 1_ Remontar a peça Os Sons Que Vêm da Cozinha no formato "Doc-Musical", que teve sua carreira interrompida pela pandemia Covid19, com atualização das pesquisas e aprimoramento técnico das encenações. V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; 2 _ Realizar uma temporada de 3 meses em Salvador (BA), no Teatro Casa do Comércio, com promoção de ingressos a preços simbólicos para os (as) trabalhadores (as) domésticas, em sessões semanais e fazer a circulação do espetáculo pelas cidades do interior da Bahia: Alagoinhas, Vitória da Conquista, Ilhéus, Feira de Santana e Santo Antonio de Jesus, com sessões aos sábados e domingos. I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC).Objetivos específicos: Distribuir convites para trabalhadores domésticos, demais profissionais do setor de serviços gerais e ainda para asilos e escolas públicas 4_Promover encontros com os artistas e público para tratar do processo de criação e montagem do espetáculo, em evento no dia de montagem da peça em cada cidade VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Justificativa

O BREGA Nenhuma história documentada satisfaz a toda uma nação tão diversa como é a brasileira. Por mais que se queira honesta e abrangente. É sobre essas falhas e lacunas que o projeto "Os Sons Que Vêm da Cozinha" trata. Durante as décadas de 60 e 70 do Século passado, desenvolveu-se no Brasil um estilo musical denominado cafona ou brega. Com uma profusão de composições, muitas músicas alcançaram extraordinário sucesso e passaram a fazer parte da memória da nossa população. Apesar disso esses artistas e suas obras foram completamente ignorados pela história da música brasileira. Irrelevância cultura? Preconceito? Injustiça? Costumamos associar as décadas de 60 e 70 ao Tropicalismo e aos movimentos de resistência ao governo militar, porém esta não é a única verdade sobre esse período. Mais de 80% da população brasileira trazem em suas memórias afetivas sons e imagens que não são exatamente aqueles a que nos referimos quando alguém quer saber o que se tocava na época ou aqueles que estão documentados em livros e enciclopédias. As músicas cafonas, ou bregas, formavam um pano de fundo para este mesmo período, traduzindo sonhos, anseios, dores e indagações de uma expressiva camada social do nosso país, historicamente relegada a segundo ou terceiro planos, alijada dos movimentos culturais de vanguarda e dos avanços culturais e artísticos. Os Sons Que Vêm da Cozinha _ Uma Breve História da Música Brega Brasileira, procura corrigir este equívoco histórico e cultural lançando um novo olhar sobre esta produção musical, para além do estereótipo do bizarro e do ridículo com os quais, injustamente, foi rotulada. Conferindo-lhe respeito e dignidade, o projeto procura alinhar o movimento brega brasileiro a outros tão importantes quanto, refazendo as lacunas e contribuindo para um entendimento mais verdadeiro, abrangente e honesto da história social e musical brasileira. Um país sem memória é um país sem futuro e um homem sem suas lembranças não consegue desfruta do seu presente. Este espetáculo traz uma nova abordagem deste estilo, tão estigmatizado e descriminado por grande parte da mídia brasileira. Afinal, que memória histórica da música popular tem sido construída em nosso país? Por quê a exclusão de uma vertente musical que serve de referência para milhões de brasileiros? Esse repertório se confunde com a história de muitos, e tem o poder de despertar memória afetivas não só de empregadas domésticas, pedreiros, balconistas, motoristas, mas de todos nós. Os Sons Que Vêm da Cozinha _ Uma Breve História da Música Brega é um projeto de resgate da memória afetiva de grande parte da população brasileira. Tendo como referência o livro "Eu Não Sou Cachorro Não", tese de mestrado do escritor e pesquisador baiano Paulo Cesar Araújo, o espetáculo procura alinhar história, música, teatro e memória nos trilhos de uma narrativa que nos conduz ao entendimento emotivo da história do nosso país, e da nossa em particular. Dois atores-cantores contam essas histórias, vivem seus personagens e interpretam ao vivo os principais hits que fizeram imenso sucesso nas vozes de cantores como Waldick Soriano, Odair José, Fernando Mendes, Paulo Sérgio, Agnaldo Timóteo, Reginaldo Rossi, Evaldo Braga e muitos outros. Esses artistas nos deram de presente músicas que têm o poder de penetrar os nossos ouvidos e fazer morada em nosso coração, alcançando algumas gerações de ouvintes. Toda vez que a nossa memória é ativada por alguns desses sons, imediatamente somos transportados a lugares, épocas e momentos guardados com muito carinho em algum canto dentro de nós. O espetáculo funciona como um trem que faz uma viagem ao passado resgatando lembranças e histórias que fazem parte da vivência e do imaginário de todos que viveram esses turbulentos e inesquecíveis anos. Um encontro entre o cidadão e o indivíduo, uma quebra de preconceitos e um acalanto para as lembranças recônditas de todos nós. Esse projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.

Estratégia de execução

HISTÓRICO O espetáculo estreou em 2017, no Museu de Arte da Bahia, onde cumpriu temporada de um mês, aos sábados e domingos, às 17 horas. Em Julho e Agosto de 2017, o espetáculo fez uma temporada de dois meses no Teatro do Sesi, no Rio Vermelho, em Salvador. Todas as quintas-feiras, às 20h. Em 2018, o projeto Os Sons Que Vêm da Cozinha foi convidado a fazer temporada no teatro do Sesc Casa do Comércio, também em Salvador. Permaneceu aí de janeiro a abril, sempre às sextas-feiras. Em maio de 2018, o espetáculo foi convidado a fazer parte da programação do Sesc Itaquera, em São Paulo. Em agosto e setembro do mesmo ano o espetáculo fez temporada no teatro Módulo em Salvador. Em agosto de 2019, o espetáculo fez uma turnê pelas cidades do interior da Bahia, começando por Santo Antônio de Jesus. Em novembro de 2019, o projeto os Sons Que Vêm da Cozinha chegou ao Café Teatro Rubi, no Hotel da Bahia, para quatro apresentações. O autor do livro Paulo formou-se em Jornalismo pela PUC–RJ, em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e é mestre em Memória Social pela Uni-Rio. Mudou-se para São Paulo aos 16 anos. Algum tempo depois mudou-se para o Rio de Janeiro, onde hoje mora e em cujas algumas escolas públicas leciona História. Dá aulas de História na Escola Técnica Estadual Henrique Lage no bairro do Barreto em Niterói (RJ). Ficou nacionalmente conhecido ao escrever Roberto Carlos em Detalhes, uma biografia não-autorizada do cantor brasileiro Roberto Carlos. Lançada em dezembro de 2006 pela Editora Planeta, o livro de 504 páginas causou a irritação do cantor. Resultado de uma pesquisa ao longo de 16 anos que reuniu depoimentos de cerca de 200 pessoas que participaram da trajetória de RC, a obra chegou a vender 22 mil exemplares, até a sua produção e venda serem proibidas por determinação pela 20ª Vara Criminal da Barra Funda, na cidade de São Paulo. Outra obra literária de Paulo que se tornou referência na historiografia ligada à música popular brasileira é o livro Eu Não Sou Cachorro, Não, pela Editora Record, que traça um paralelo entre a ditadura e os cantores considerados "bregas" da época.

Especificação técnica

não se aplica

Acessibilidade

Produto: peça teatral OS SONS QUE VÊM DA COZINHA Pessoas com deficiências (PcDs) contarão com os seguinte apoios ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES DE LOCOMOÇÃO: rampas de acesso ao teatro, locais específicos para cadeirantes, banheiros adaptados para pessoas com mobilidade reduzida ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: monitores treinados para auxiliar esse público em todas as sessões.

Democratização do acesso

O projeto prevê a distribuição de convites para escolas e asilos públicos e vendas de ingressos a preços simbólicos para trabalhadores domésticos e demais profissionais que atuam no setor de serviços gerais, num percentual de 20% da lotação em cada sessão do espetáculo. inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento);

Ficha técnica

Ficha TécnicaTexto e Direção _ Kaika AlvesProdução e Administração _ Meire Macedo de Macedo EireliAtuação _ Sandro Rangel e Kaika AlvesArranjos musicais _ Alan Carvalho e StudioZinCenário _a definir Iluminação _ Fábio Espírito SantoVideoarte _ DexterOperador de luz _ Luos Alberto GonçalvesOperador de som e video _ MarcosOperador de vídeo _ a definirArtes gráficas _ a definirDivulgador _ André MonteiroFotos e Vídeos _ a definirEspecial: artistas convidados em cada cidade CURRICULOS Kaíka Alves _ diretor: Desde 1984 atua no teatro baiano como ator, autor e diretor. Integrou o grupo Os Bobos da Corte desde a sua fundação. Atualmente integra o Coletivo Trupe da Zequinha, onde participou de diversos projetos, entre eles o infantil “Eu, Você e Todo Mundo – 2016” e “Distopias – 2018”. Participou de diversas montagens de porte, a exemplo de “Murmúrios”, onde além de ator trabalhou na adaptação desse clássico da literatura mexicana, “Pedro Páramo”. Integrou o elenco da nacionalmente premiada com o Prêmio Shell/2000, “Divinas Palavras”, espetáculo que excursionou por diversas capitais e que hoje ocupa lugar de destaque na história do Teatro Brasileiro. Ambas dirigidas por Nehle Franke. Indicado por duas vezes ao Prêmio Brasken de Teatro na categoria Melhor Ator pelos espetáculos: “Esperando Godot” (Direção Rino Carvalho) e “A Hora da Estrela” (Direção Meran Vargens), do qual foi o responsável pelaadaptação deste clássico de Clarice Lispector. Durante oito anos (1997- 2004) coordenou o grupo de teatro “Camin’art”, formado por pessoas da terceira idade, onde dirigiu diversas montagens: “A Guerra Mais ou Menos Santa”, “A Almanjarra”, “E agora Drummond?” Como diretor, destacam-se os seus trabalhos junto a Ewald Hackler como seu assistente do espetáculo “Acrobatas” (1999-2000), na direção, junto a Meran Vargens, dos grandiosos espetáculos comemorativos do sexto e do sétimo aniversários do novo Teatro Castro Alves, onde foram usados os oito andares do teatro num espetáculo com duração de oito horas. Ao lado da diretora Hebe Alves fez a co-direção do espetáculo “Uma Vez Nada Mais”. Desde 2005 integra o elenco de “Alvoroço” - espetáculo totalmente improvisado a partir de sugestões da platéia. Escreveu o roteiro do Doc-Musical “Os Sons Que Vêm da Cozinha – Uma Breve História da Música Brega”. Dirigiu e assinou o roteiro do clip musical “Progesterônicas da cantora e compositora Chirlei Dutra. Seu trabalho mais recente foi a direção do espetáculo “Mistério no Museu”, premiado pela Secult Bahia no edital de montagem 2019.Meire Macedo _ produtora: Pedagoga formada pela Faculdade de Educação da Bahia, em 2002. Trabalhou por 27 anos, como gestora cultural, programadora astistica e produtora cultural do Teatro Sesc Casa do Comércio. Também foi responsável pela elaboração e execução dos projetos do Teatro Sesc Casa do Comércio, além de ser uma empreendedora criativa.Gestora teatral dedicada e apaixonada pelo mundo das artes cênicas, com mais 30 de anos de experiência em liderança e gestão de projetos teatrais. Proativa e inovadora, capaz de coordenar equipes, planejar e executar estratégias para o sucesso de produções teatrais. Habilidades comprovadas em gerenciamento de orçamento, negociação de contratos, marketing e promoção de espetáculos. Conhecimento abrangente do mercado teatral e estreito relacionamento com artistas, diretores e demais profissionais do ramo.Já realizou o planejamento e execução de múltiplos projetos teatrais, incluindo produções de peças, festivais e eventos especiais. - Coordenação de equipes de produção, elenco e equipe técnica, assegurando a integração e o cumprimento de prazos. Negociação de contratos com fornecedores, artistas e parceiros, visando garantir condições favoráveis para a realização dos espetáculos. - Desenvolvimento e implementação de estratégias de marketing e publicidade para aumentar a visibilidade e o alcance das produções teatrais. Participação ativa no planejamento e execução de campanhas promocionais, contribuindo para o aumento do público e das vendas de ingressos. Administração no controle de custos do orçamento de produção. Liderança e gestão de equipes - Gestão de projetos teatrais - Planejamento estratégico - Negociação e contratação - Marketing e publicidade - Conhecimento do mercado teatral - Relacionamento interpessoal - Comunicação eficaz - Ingles intermediário Sandro Rangel _ Bacharel em Interpretação Teatral pela UFBA.Começou a carreira em 1993, atuando no Teatro, Cinema e TV. No teatro fez parte do elenco de espetáculos como: A Máquina Que Dobra o Nada ( vencedor do prêmio Braskem de Teatro de melhor infantojuvenil de 2015 ); O Evangelho Segundo Maria (2003), Mulheres de Hollanda - Musical (2002),O Sabá das Bruxas (2000), Maíra (1999), Othelo (1999), Chiquinha Gonzaga - Musical (1998 / 2001), As Bruxas de Salém (2007), Só (2001). Todos sob a direção da premiada diretora Carmem Paternostro. Amores Bárbaros - Musical (2005) , A Casa dos Espectros (2006),Escola de Mulheres (Destaque do Festival de Teatro de Blumenau 1995) e tantos outros. Atuou em Óperas como: Cavalaria Rusticana, Carmen, O Guarani. Em sua experiência com audiovisual destacam-se os trabalhos nos curta metragens como A Noite, de Davi Lopes, A Vida Noturna dos Sonhos, de Adônis Cardoso e os premiados, O Monstro, de Rafael Jardim e A Mãe – O Fio Condutor, de Fernando Bélens e Umbelino Brasil.Em animação, deu voz ao personagem Ruja O Solzinho de Raios Encaracolados de Danilo Aworan.Na Tv atuou na minissérie portuguesa, Equador, dirigido por André Cerqueira pela TVI de Portugal. Pela TV Anísio Teixeira com parceria com a TVE atuou na série Teleteatro em Bailei na Curva, Os Infortúnios de Uma Criança e Finalmente Shirley.

Providência

Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Agência/Dv inválido, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias.