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PRONAC 2313410Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Tiganá Santana e BaianaSystem Interpretam Ilê Aiyê

AKASSA PRODUCOES ARTISTICA E EVENTOS LTDA
Solicitado
R$ 520,6 mil
Aprovado
R$ 520,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-04-01
Término
2026-12-07
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

O projeto "Tiganá Santana e Baianasystem Interpretam Ilê Aiyê" consiste na gravação de um álbum com 9 faixas de três minutos cada e um show em homenagem ao primeiro bloco afro do Brasil, o Ilê Aiyê, fundado a 1º de novembro de 1974 no bairro periférico da Liberdade em Salvador, mais especificamente, na Rua do Curuzu. Além disso, o projeto prevê um bate papo online com Tiganá Santana, Russo Passapusso e Vovô do Ilê, sendo também, mais um momento de partilha de modos de fazer e pensar afro-brasileiros.

Sinopse

Show: Classificação indicativa 12 anos Capacidade: 5 mil pessoas Disco: Distribuição gratuita em plataformas de streaming

Objetivos

Objetivo principal: Produzir o álbum "Tiganá Santana e BaianaSystem Interpretam Ilê Aiyê" com 9 faixas de 3 minutos como forma de celebrar e preservar a história e legado do Ilê Aiyê, o primeiro bloco afro do Brasil, em seu 50º aniversário. Objetivos específicos: Revisitar e reinterpretar as canções emblemáticas do Ilê Aiyê com novos arranjos e sonoridades, mantendo viva a história do bloco a partir da perspectiva da nova geração de novos músicos afro-brasileiros. Realizar o bate-papo "Modos de pensar e fazer afro-brasileiros" como contrapartida social compartilhando conceitos, metodologias de trabalho e a trajetória do Ilê, Tiganá Santana e Baianasystem como forma de incentivar novas produções musicais afro centradas.

Justificativa

O projeto "Tiganá Santana e BaianaSystem Interpretam Ilê Aiyê" é um álbum, com 9 faixas de 3 minutos cada, que faz tributo aos 50 anos do Ilê Aiyê, o primeiro bloco afro do Brasil. Bloco esse que teve um papel fundamental na transformação e fortalecimento da luta antirracista no Brasil, nascendo nas periferias de Salvador. O álbum busca trazer à memória essa conjuntura histórica para o público, destacando a importância de uma manifestação coletiva afro-brasileira originada em um Terreiro de Candomblé no bairro da Liberdade. É importante destacar o atual momento histórico de ampliação e fortalecimento das discussões das pautas raciais, da democracia e da cultura negra no Brasil (e na diáspora negra). Portanto, trazer à tona a memória atualizada do surgimento do Ilê a partir da dimensão estética é uma forma de relembrar à sociedade baiana e brasileira a importância de manifestações coletivas afro-brasileiras que tem como reivindicação efetiva uma melhor sociedade para todas as pessoas viverem. E neste contexto, a ideia do projeto, surge como um ato de de reconhecimento por parte de artistas de gerações posteriores ao Ilê Aiyê - Tiganá Santana e BaianaSystem - que desejam revisitar uma referência fundamental para as expressões artísticas da Bahia que nem sempre são devidamente valorizadas. Tiganá e Russo Passapusso vêm dialogando sobre a necessidade deste resgate musical e da importância de manter vivas as raízes dos blocos afro soteropolitanos. Assim, os artistas, que já têm realizado colaborações artísticas juntos em espetáculos e gravações, se unem e reverenciam os ritmos, sonoridades e letras do Ilê Aiyê como forma de manter presente a história do bloco. As 9 faixas serão gravadas com novos arranjos e a participação do próprio Ilê Aiyê, em canções que não se tornaram conhecidas do grande público e que foram mais acessadas por pessoas que vivenciaram os primeiros anos do bloco, saindo às ruas de Salvador. Algumas delas jamais foram gravadas antes. Além disso, Tiganá Santana e o BaianaSystem terão 3 artistas convidados a serem confirmados. Originário do Terreiro de Candomblé Ilê Axé Jitolu, o bloco carnavalesco Ilê Aiyê, surgiu durante o período do regime ditatorial militar brasileiro trazendo à tona uma agenda política fundamental, pautada nas relações raciais, e explicitando que, mesmo na cidade mais negra do mundo fora do continente africano, o racismo era (e é) o grande regente das relações entre as pessoas. O Ilê conseguiu ainda realizar algo que é tão reconhecido em sua história, entrelaçando de maneira eficaz uma profunda agenda política com uma expressão estética complexa. Isso se manifestou através de meios artísticos que abrangem elementos literários, rítmicos, musicais, visuais, performativos e coreográficos. Os impactos dessa ação reverberam amplamente, abraçando a cidade de Salvador, o estado da Bahia, o Brasil e servindo como uma proposta e experiência de luta e transformação social que marcou a vida de quem teve contato com o bloco. E é inegável que Tiganá e BaianaSystem beberam nos caminhos abertos pela luta do Ilê. Integrantes de uma nova geração da música afro-brasileira baiana, Tiganá Santana é compositor, cantor, instrumentista, poeta, produtor musical, diretor artístico, curador, pesquisador, professor e tradutor que iniciou seus estudos musicais de violão aos 14 de anos, na sua terra nativa, com Alberto Batinga. Começou a compor ainda nessa fase, após, desde os 9 anos, ter tido a experiência da escrita poética e que atualmente circula por todo Brasil e outros continentes. E a banda BaianaSystem é um projeto musical formado em 2009 com o objetivo de encontrar novas possibilidades sonoras para a guitarra baiana, instrumento criado em Salvador _ Bahia nos anos 1940 e que foi responsável pela criação do trio elétrico. Com cinco álbuns lançados, turnês internacionais pela Europa, E.U.A., Japão, China além dos mais importantes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza, João Rock, New Orleans jazz festival,Fuji Rock, Roskilde Festival etc., o grupo conhecido pela força imagética e simbólica e das suas apresentações ao vivo. O projeto prevê também, a realização do bate-papo online "Modos de pensar e fazer afro-brasileiros" como forma de contribuir com novas gerações da música.A Lei de incentivo a cultura é a única forma de trazer essa obra de arte ao mundo pois, prioriza o produto culturaloriginário do país visto que todo o grupo de elaboração desse material são 100% músicos brasileiros.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: II - promover e estimular a regionalização daprodução cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar,valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressõesculturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V -salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX -priorizar o produto cultural originário do País.O projeto atende ao Art. 3o da Lei 8.313/91, Inciso II (fomento à produção cultural e artística), Alíneas:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais,preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de carátercultural; (Redação dada pela Medida Provisória no 2.228-1, de 2001)...c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Especificação técnica

Não se aplica

Acessibilidade

O álbum contará com tradução em Língua Brasileira de Sinais e com legendas para surdos e ensurdecidos (LSE). Da mesma forma, o bate-papo de contrapartida social também terá tradução ao vivo para Libras como forma de garantir acesso ao debate. Além disso, todas as publicações do projeto realizadas nas redes sociais, utilizarão a #PraCegoVer, a qual possibilita a audiodescrição para a compreensão de imagens por pessoas cegas, transformando elementos visuais em palavras.

Democratização do acesso

Como medida de contrapartida social será realizado um bate papo com Tiganá Santana, Russo Passapusso e Vovô do Ilê com o intuito de compartilhar a história do bloco, os bastidores da gravação e como o projeto foi idealizado. Intitulado "Modos de pensar e fazer afro-brasileiros", o bate-papo terá duração de 1h30min e será transmitido via Youtube, com tradução para Língua Brasileira de Sinais e com ampla divulgação em diferentes macroterritórios da Bahia. O bate-papo tem coloca em evidência diferentes gerações da música afro-brasileira e tem como objetivo registrar e publicizar conceitos, ideais e formas de realização que podem ser referências para novos realizadores culturais, bem como, uma referência histórica para aqueles(as) que buscam compreender suas raízes, visto que, a história do Ilê é transversal a história de Salvador. E o álbum será distribuído de forma totalmente gratuita, inclusive para download, no site dos artistas e nas plataformas digitais como Youtube, Spotify e Deezer, como forma de ampliar seu acesso e distribuição.

Ficha técnica

Tiganá Santana - Músico Tiganá Santana é um artista multifacetado, atuando como compositor, cantor, instrumentista, poeta, produtor musical, diretor artístico, curador, pesquisador, professor e tradutor. Seu primeiro álbum, intitulado "Maçalê" (que significa "você é um com a sua essência" em yoruba arcaico), foi lançado no final de 2009 e início de 2010. Em 2013, lançou seu segundo álbum, "The Invention of Color", que apresentou um projeto gráfico com aquarelas e desenhos originais criados pelo artista-curador Emanoel Araújo. Neste mesmo ano, recebeu uma bolsa da UNESCO-Aschberg para uma residência artística no Senegal, especificamente no Espace Sobo Bade, em Toubab Dialaw. Após uma residência de cinco meses, financiada também pelo Edital Petrobras Cultural, gravou um álbum duplo em colaboração com músicos da África Ocidental (Senegal, Guiné-Conacri e Mali), que foi lançado em 2015 sob o título "Tempo & Magma". Depois do lançamento de seus três primeiros álbuns, Tiganá Santana foi reconhecido como um dos dez músicos essenciais da cena musical brasileira contemporânea pela renomada revista inglesa especializada em música, Songlines. Ele também desempenhou um papel crucial na produção artística e musical de outros projetos, incluindo os dois últimos álbuns da cantora brasileira Virgínia Rodrigues. O álbum "Mama Kalunga", lançado em 2015, lhe rendeu o prêmio de melhor cantora no Prêmio da Música Brasileira em 2016. Em 2020, Tiganá Santana lançou os álbuns "Vida-Código", que recebeu apoio do Edital de Publicação Musical do Departamento de Cultura da Suécia, e "Milagres", produzido a pedido da gravadora alemã Martin Hossbach, com o objetivo de revisitar o icônico álbum "Milagre dos Peixes" do intérprete e compositor Milton Nascimento. Tiganá também concebeu e dirigiu artisticamente o mais recente disco de Virginia Rodrigues, intitulado "Cada voz é uma mulher". Além disso, ele dirigiu artisticamente um espetáculo musical em homenagem a Dorival Caymmi. Tiganá Santana é um artista versátil que contribui significativamente para a cena musical e cultural brasileira, mostrando sua riqueza criativa e diversidade de habilidades em várias áreas artísticas. Antonio Carlos dos Santos (Vovô) - Integrante do Ilê Vovô do Ilê (Salvador, 1952), nome pelo qual é conhecido o músico Antônio Carlos dos Santos Vovô, fundador e presidente do bloco afro do Carnaval de Salvador Ilê Aiyê, e considerado "importante personalidade do movimento negro brasileiro" e "uma lenda do Carnaval baianoBaianaSystem - Banda BaianaSystem é uma banda da Bahia fundada no ano de 2009, em Salvador, Bahia. Em 2016, o grupo ganhou visibilidade internacional com a faixa "Playsom", que faz parte da trilha sonora do jogo eletrônico FIFA 16.[7] A canção faz parte do segundo álbum do grupo, Duas Cidades. A banda ganhou o prêmio de melhor álbum de rock ou música alternativa em língua portuguesa, com o disco O Futuro não demora, no Grammy Latino de 2019, em cerimônia realizada no MGM Grand Garden Arena, em Las Vegas Henrique Sylos - Engenheiro de Som André Magalhães é músico, baterista, produtor musical e cultural, engenheiro de áudio especializado em gravações externas e acústicas e pesquisador de cultura tradicional. Foi proprietário do Estúdio Zabumba (SP) por 15 anos onde participou de centenas de produções musicais que incluem a música indígena, cantos de trabalho, culturas tradicionais, musica instrumental, MPB, orquestras eruditas entre outros. Produtor musical no projeto "Turista Aprendiz" que viajou o Brasil registrando manifestações populares e recebeu o prêmio Rodrigo Melo Franco (IPHAN) por serviços prestados ao patrimonio cultural Brasileiro. Diretor Técnico do selo Maracá Cultura Brasileira (Grammy Latino - acervo histórico). Participou como produtor musical na trilha de encerramento das Olimpíadas Brasil 2016 com o Barbatuques, grupo que foi produtor musical de diversos Cds e DVDs e como engenheiro de áudio e direção técnica participou de tours no Brasil e exterior em mais de 20 países. Como coordenador e diretor de palco participou de eventos nacionais e internacionais, coordenando diversos festivais como Mercado Cultural Bahia, Semana da Canção Brasileira, Brasil Rural Contemporâneo por onde cuidou de artistas como Elza Soares, Egberto Gismont, Lenine, Rumpillezz, Ani Difranco, Puerto Candelária, Omar Sosa, Paulinho da Viola, Gilberto Gil, Dominguinhos, Naná Vasconcelos, grupos tradicionais de Argentina, Colombia, Coréia entre outros. Em moradia por 4 anos em Nova Olinda, no sertão do Cariri (CE), realizou diversos projetos envolvendo a educação social utilizando a gravação, rádio, música e cinema na formação de jovens da Fundação Casa Grande - Memorial do Homem Kariri voltada ao conhecimento das tradições do Ceará. Lançou seu primeiro álbum solo "Para Ti - Batuque e Melodias dos Cantos", num ensaio autobiográfico e etno-musical, com composições próprias por onde conta seus 50 anos de vivências como músico, produtor musical, pesquisador, engenheiro de audio, arranjador entre outras funções. "Para ti" tem participações de Ceumar, Bongar, Proveta, Cralos Malta, Benjamin Talbkin, Zeca Assumpção, Mathias Loibner, Barbatuques, Juçara Marçal, Kiko Dinucci entre outros. Recentemente produziu "Gbô" Mestre Sapopemba, "Rastilho" de Kiko Dnucci, Äjô" do grupo Foli Griô Oquestra (indicado ao Grammy), "Escumalha" de Douglas Germano e 2 projetos especiais para vinil, "Lendas do Cariri" e "Tertulia Visceral", encontro e causos entre os mestres Bule Bule(BA) e Pedro Ortaça (RS). Mônica Cosas Fundadora e diretora da Akassá Produções Artísticas, trabalha desde 1997 com produção cultural em suas mais diversas possibilidades. No campo da música, tem uma larga experiência que vai desde a produção de gravação, lançamento e divulgação de álbuns até gestão de festivais internacionais. Em outros campos, também acumulou experiência em produções teatrais, seminários e exposições de arte, além de projetos culturais que reúnem várias modalidades simultaneamente. Criou e produz o Festival Conexão desde 2007, promovendo a música brasileira e latino-americana no mundo. Agencia artistas de diversas nacionalidades nos mercados brasileiro, africano e europeu e como consultora e curadora de eventos internacionais como: Mozambique Music Meeting (Moçambique), Africadelic (Angola, Amsterdã), Festival Músicas do Mundo (Portugal), International Afro Music Festival (Alemanha), AME Atlantic Music e Kriol Jazz (Cabo Verde), entre outros.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.