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PRONAC 2313420Autorizada a captação total dos recursosMecenato

São Paulo

AGORA PRODUCOES TEATRAIS E ARTISTICAS LTDA - ME
Solicitado
R$ 628,1 mil
Aprovado
R$ 628,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-02-01
Término
2026-12-07
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Realizar o ensaio, temporada e circulação do espetáculo teatral "São Paulo".

Sinopse

Espetáculo teatral que passeia pelos encantos, mistérios e fatos curiosos da cidade de São Paulo, sua formação, suas transformações, sua gente, suas contradições, sua força. A cidade de São Paulo como personagem principal que ganha vida em textos e músicas garimpados ao longo de uma extensa pesquisa, apresentados de forma divertida, leve e surpreendente.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS: Realizar o ensaio, temporada e circulação do espetáculo teatral "São Paulo", na cidade de São Paulo totalizando 20 apresentações. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar o ensaio e temporada espetáculo São Paulo na cidade de São Paulo, de forma totalmente acessível em 16 apresentações; - Realizar a circulação por 4 pontos periféricos da cidade de São Paulo (CEUs), realizando 4 apresentações de forma totalmente gratuita e acessível. - FORMAR PÚBLICO através de ações de contra partida e acesso a população de baixa renda, conforme posteriormente sinalizado nesse projeto, através de sessões bate papo e doações de ingressos; - Oferecer uma oportunidade de debate, realizado pelas ações de bate papo, descritas nas ações de contra partida; - Geração de emprego para cerca de 25 profissionais diretos e 40 indiretos.

Justificativa

Com direção de Isabel Teixeira, São Paulo revela histórias encantadoras, garimpadas ao longo de anos, sobre uma cidade que assusta, desafia, acolhe, estimula e sempre surpreende. Dividindo o palco com Regina, um grupo músicos e atores traz à tona versos, contos e melodias que mostram uma cidade única, contraditória, misteriosa e muito divertida. Com grande sucesso de público e de crítica, o espetáculo São Paulo, estrelado por Regina Braga, pretende voltar ao cartaz na cidade de São Paulo. Desde a sua fundação, em 25 de janeiro de 1554, na área conhecida como Campos de Piratininga, entre os rios Anhangabaú e Tamanduateí, onde já existia o Pateo do Colégio, a cidade de São Paulo tem vivido contínuas transformações, sempre acolhendo quem chega, multiplicando sua diversidade e acelerando sua evolução. Esta cidade ocupa o papel de personagem principal do espetáculo, que reúne histórias deliciosas como o relato do Padre José de Anchieta sobre subir a serra do mar (a pé!), a visão poética de Itamar Assumpção sobre o Rio Tietê, a reflexão de Drauzio Varella sobre os passarinhos (bem-tevis, tico-ticos, sanhaços, sabiás...) que, teimosos, ainda insistem em morar na cidade, e outras preciosidades escritas por ninguém menos que José Miguel Wisnik, Mario de Andrade, Oswald de Andrade, Paulo Prado, Castro Alves, Paulo Caruso, Guilherme de Almeida, Plínio Marcos, José Ramos Tinhorão, Alcântara Machado, German Lorca, Frei Gaspar da Madre de Deus, Carlos Augusto Calil, Paulo Bonfim e Pedro Corrêa do Lago. A ideia do espetáculo começou a tomar forma há dez anos, estimulada pela leitura do livro A Capital da Solidão, de Roberto Pompeu de Toledo. "Com este livro, a minha relação com a cidade mudou, passou a ser mais amorosa, de afeto mesmo, buscando entender os lugares descritos no livro, como a forca que existia na Liberdade", revela Regina, que chegou em São Paulo aos 18 anos de idade e, como ela mesma diz, "foi ficando". São Paulo, uma cidade que nasceu isolada, escondida e assim permaneceu por quase quatro séculos. Ao longo da peça, (re)descobrimos a transformação da pacata vila com o ciclo do café, que fomentou estradas de ferro e estimulou a imigração; a fundação da Faculdade de Direito no largo de São Francisco, que impactou definitivamente em sua vida cultural e de lazer; o crescimento da cidade para além dos rios Tietê e Pinheiros; o surgimento das periferias a partir dos anos 30 e sua imensa força braçal e cultural; o carnaval do jeito bem paulistano e suas primeiras escolas de samba... "A evidente paixão de Regina pela cidade de São Paulo é contagiante, conduz o fio narrativo e envolve completamente quem assiste ao espetáculo", afirma a diretora Isabel Teixeira. Este afeto e este encantamento motivaram uma extensa pesquisa sobre a cidade e o que se escreveu e se cantou sobre ela, com inúmeras ideias anotadas - uma a uma, ano após ano - em um caderninho. Um processo de construção narrativa realizado com as pessoas e para as pessoas, que foi incorporando referências que vieram à tona em uma série de leituras realizadas na Casa de Mario de Andrade, na Biblioteca Mario de Andrade, na Casa das Rosas e em oito exibições no YouTube. A própria Regina, responsável pelo roteiro, organizou tudo sobre uma ampla mesa, peça central no processo de criação e que acabou sendo o principal elemento cenográfico na montagem teatral, em volta da qual casos e lembranças são compartilhados e ganham calor, cor e som, como acontece mesmo em uma acolhedora mesa de roda de samba, daquelas que adoramos em um boteco ou no quintal de casa. Entre as pérolas resgatadas, São Paulo, Chapadão da Glória (Silas de Oliveira e Joaci Santana), Samba Abstrato (Paulo Vanzolini), Viaduto de Santa Efigênia (Adoniran Barbosa), O Mundo (André Abujamra), No Sumaré (Chico César), Vira (Renato Teixeira), Persigo São Paulo (Itamar Assumpção), entre outras. "A Regina é uma artista muito completa: escreve, canta, produz, sempre muito viva e inquieta. Eu me reconheço nessa inquietação", complementa Isabel. E é por inquietação e afeto que Regina compartilha também algumas de suas lembranças da cidade, como as chegadas de trem na Estação da Sorocabana (como era conhecida a estação Júlio Prestes), os jardins floridos dos casarões da Av. Angélica, a elegância nas ruas, a garoa, as águas que sumiram embaixo do cimento, com os rios subterrâneos e retificados, a efervescência do centro da cidade e de teatros como o Maria Della Costa, o Arena e o Oficina, a Escola de Arte Dramática que funcionava onde hoje é a Pinacoteca, as - também teimosas! - árvores da cidade: ipês brancos, roxos, amarelos; flamboyants vermelhos, alaranjados; tipuanas; jacarandás mimosos; sibipirunas com flores amarelas que imitam canários... Uma cidade sempre viva, estimulante e aberta, como o próprio espetáculo, como seus próprios habitantes. Parafraseando Itamar Assumpção, não é (só) amor, é uma identificação absoluta. São Paulo é Regina, São Paulo somos nós. Poder realizar mais uma temporada e uma circulação acessível é agora nossa missão nessa declaração de amor por São Paulo.

Especificação técnica

Para todos os públicos, preferencialmente a cima de 12 anos. Aberto para todos os público, com destinação de 20% da bilheteria gratuita + 20% a preço popular se faz acessível a todas as classe sociais. Previsão de duração: 100 minutos

Acessibilidade

Para as ações de acessibilidade o espetáculo contará com 3 frentes: ESPETÁCULO TEATRAL (PRODUTO PRINCIPAL) 1) Acessibilidade física. O espetáculo ficará em cartaz em teatro que comporte acesso a pessoas portadoras de necessidades especiais e movimentos reduzidos, garantindo acessibilidade físicas como rampas de acesso, poltronas especiais, banheiros apropriados e de fácil acesso, tanto para portadores de necessidades especiais como idosos. 2) Acessibilidade Comunicacional: A) Para portadores de deficiências visuais. Todos as apresentações contarão com libreto em Braile, com descritivo de todo cenário, figurinos, personagens, indicações musicais e atos, de forma que o usuário poderá acompanhar todo o espetáculo com informações precisas sobre seu conteúdo. B) Para portadores de deficiência auditiva. Todas as apresentação contarão com interprete de libras ou legenda (sistema tipo rybena) podendo garantir o acesso amplo tanto para quem não entende libras quanto para surdos não letrados. 3) Acessibilidade atitudinal Todas as apresentações terão um produtor devidamente capacitado para atendimento acessível. BATE PAPO (CONTRAPARTIDAS) 1) Acessibilidade física. As ações acontecerão em teatro que comporte acesso a pessoas portadoras de necessidades especiais e movimentos reduzidos, garantindo acessibilidade físicas como rampas de acesso, poltronas especiais, banheiros apropriados e de fácil acesso, tanto para portadores de necessidades especiais como idosos. 2) Acessibilidade Comunicacional: A) Para portadores de deficiências visuais. Para o bate papo não se faz necessário descrição, pois o conteúdo é oral, porém para os cegos será feito o convite e condução de reconhecimento tátil. B) Para portadores de deficiência auditiva. Todas as ações contarão com interprete de libras. 3) Acessibilidade atitudinal Todas as ações terão um produtor devidamente capacitado para atendimento acessível. Todas as ações serão amplamente divulgadas junto às instituições que trabalhem com portadores de necessidades especiais. Também será informado no release, site de vendas, mídias sociais do espetáculo e bilheteria do teatro.

Democratização do acesso

Como medidas de Democratização de Acesso serão seguidas as seguintes instruções: Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 27, ofereceremos: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita para patrocinadores; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional para divulgação do projeto; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Além disso, como determina a legislação os ingressos terão: I - meia entrada assegurada para estudantes e meia entrada assegurada para idosos, em cima do valor da inteira de cada setor, conforme o § 10 do art. 1o da Lei no 12.933, de 2013 Separadas as cotas previstas nos incisos I, II, III e IV do caput, os ingressos serão comercializados com valores de até R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais). - Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 28, ofereceremos: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); Dessa forma, das 20 apresentações que serão realizadas 4 delas (20%) serão gratuitas, para público ONGs, estudantes, povos tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+ e pessoas com deficiência. - Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 30, ofereceremos: II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Portanto ofereceremos 1 palestra sobre criação artística e processos criativos com elenco. O público será constituído de 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição ou no máximo 500 (quinhentos) beneficiários que serão alunos e professores da rede pública de ensino.

Ficha técnica

Elenco: Regina Braga Direção: Isabel Teixeira Assistente de direção: Aline Meyer Roteiro: Regina Braga Colaboração no roteiro: Isabel Teixeira, Aline Meyer, Vitor Casagrande, Alfredo Castro, Guilherme Girardi e Mônica Sucupira Colaboração artística: Monique Gardenberg Iluminação: Beto Bruel Cenografia e Figurino: Simone Mina Produção: Anayan Moretto Realização: Ágora Produções Teatrais e Artísticas. Regina Braga Atriz formada pela EAD – Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (USP), recentemente deu vida à psicanalista Ana Virgínia, na novela Um Lugar ao Sol, na Rede Globo, onde participou também de Por Amor, Mulheres Apaixonadas, Titi-ti, A Lei do Amor e da série JK. Atuou em mais de trinta espetáculos teatrais, entre eles Chiquinha Gonzaga, Ô Abre Alas, de Maria Adelaide Amaral; Uma Relação Tão Delicada, de Loleh Bellon; À Margem da Vida, de Tennessee Williams; Um Porto para Elizabeth Bishop, de Marta Goes. Por esses espetáculos, recebeu os prêmios de melhor atriz do ano. Nos últimos anos, em parceria com Isabel Teixeira, apresentou Desarticulações, de Silvia Molloy e Agora Eu Vou Ficar Bonita, escrito por ela e Drauzio Varella. Regina também integrou o elenco da série Alice, na HBO. Isabel Teixeira Atriz formada pela EAD, foi assistente de Regina Braga no espetáculo Totatiando, com Zélia Duncan (2011), dirigiu Desarticulações, com Regina Braga e texto de Sylvia Molloy (2013); Tudo Esclarecido, show de Zélia Duncan (2013); Animais na Pista, de Michelle Ferreira (2014); Agora Eu Vou Ficar Bonita, com Regina Braga e Celso Sim, roteiro de Regina Braga e Drauzio Varella (2014); Fim de Jogo, de Samuel Beckett, com Renato Borghi (2016); Lovlovlov, Peça Única em Cinco Choques, (2016); e A Mulher que Digita, de Carla Kinzo (2017). Como atriz, atuou em Puzzle (a, b, c e d), sob a direção de Felipe Hirsch (2014); e E Se Elas Fossem Para Moscou?, cumprindo temporada ao redor do mundo até 2020. Foi contratada, como integrante da Cia. Vértice de Teatro, pelo Teatro Odeon de Paris e pelo Le Centquatre-Paris para atuar no espetáculo Ítaca, de Christiane Jatahy, que estreou em Paris em abril de 2018. Ganhou o prêmio Shell de Melhor Atriz por Rainha(s) (2009). Em 2019, escreveu e dirigiu a peça People vs People, que estreou em novembro de 2019, em Curitiba. Fez parte do elenco da série Desalma, de Ana Paula Maia, direção de Carlos Manga Junior, e da novela Amor de Mãe, de Manuela Dias, direção de José Villamarin. Atualmente, está chamando a atenção de todo o Brasil pelo seu desempenho como a personagem Maria Bruaca, na novela Pantanal (Rede Globo), com direção de Rogério Gomes. Aline Meyer Faz trilha sonora para teatro desde 1991. Alguns trabalhos recentes: 2015: ANIMAIS NA PISTA, de Michelle Ferreira, direção de Isabel Teixeira 2015: FIM DE JOGO, de Samuel Beckett, direção de Isabel Teixeira 2016: O GRANDE INQUISIDOR, de F. Dostoievski, direção de Roberto Lage (2016). 2016: O SUBSOLO, de F. Dostoievski, direção de Roberto Lage 2017: A MULHER QUE DIGITA, de Carla Kinzo, direção de Isabel Teixeira 2017: PLENOS PULMÕES, a partir da obra de V. Maiakovski, direção de Márcia Abujamra 2017: .I., de Daniel Guink, direção de Ruy Cortez 2017: NÃO SOMOS AMIGAS, de Michelle Ferreira, direção de Maria Maya 2018: PUNK ROCK, de Simon Stephens, direção de Ondina Clais Castilho e Ruy Cortez 2018: RÉQUIEM PARA O DESEJO, de Alexandre dal Farra, direção de Ruy Cortez

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.